Sou um cara comum

Sou um cara comum, casado e com filhos. Não faz muito tempo que tive que fechar meu negócio e começar a trabalhar para uma empresa. Por tudo que a gente tinha passado, a relação em casa não era lá essas coisas, e as brigas entre eu e minha mulher eram constantes.

O dono da empresa era um senhor de idade, mas quem me entrevistou pra vaga que eu queria era uma mulher de uns 50 anos, alemã, loira de olhos azuis, mas nada a ver com o padrão que a gente tá acostumado: baixinha, desengonçada, quadril largo e peitos médios. Divorciada e com uma filha já grandinha estudando na universidade. Já na entrevista de emprego, pude ver o despotismo dessa senhora, e, embora não tenha nada contra essa nação, ela claramente se achava de uma raça superior, e que todo mundo que trabalhava pra ela era muito inferior. Mesmo que, no meu caso, eu tivesse muito mais estudo que ela.

Ela era de família rica, e isso dava pra perceber, embora ela não tivesse o menor bom gosto pra se vestir — dava pra ver ela no inverno usando roupa de verão, e no verão usando roupa de inverno. Minha relação com ela era bem tensa, principalmente porque no meu trabalho eu sabia mais que ela, e ela não conseguia mandar em mim. Já com os outros funcionários, a relação era bem boa, principalmente com a mulher que fazia a limpeza dos escritórios, e logo fiquei sabendo da vida de cada um que passava por lá. Descobri que a chefe era uma amargurada, que o primeiro marido tinha largado ela por outra, e, vendo que ia ficar sem nada, ela se juntou com o velho dono da empresa, virando amante dele. Fiquei sabendo do vício dela em remédios, aos quais ela tinha acesso por causa do trabalho que fazia. Assim, aos poucos, fui percebendo que o que eu achava que era mudança de humor não passava de abstinência, que ela mesma se forçava quando perdia o controle. ingestão desses remédios. Quando não tinha nada pra se dopar, apelava pra bebida, então também não era raro vê-la com umas bebedeiras de gin de campeonato, embora a senhora soubesse disfarçar tudo tão bem que, se você não a conhecesse, pensaria que era assim. Quase não dava pra entender o que ela falava, embora atribuíssem isso à origem alemã dela; quando cambaleava de um lado pro outro, era por causa das dores nas pernas. E assim mesmo os meses foram passando.

Minha confiança com o senhor mais velho também foi aumentando, e desse jeito acabei indo e vindo da casa da senhora pra arrumar qualquer coisa que quebrasse lá. E, embora no começo tenha sido um erro terrível, eu mesmo me ofereci, e logo virou parte do meu trabalho, mas ao mesmo tempo eu preferia assim: tinha livre acesso à casa dela, e quanto mais tempo passasse lá, mais tempo ficava longe dela, impedindo que ela tornasse minha vida um inferno com as exigências dela. Ela morava num chalé nos arredores da cidade, com mais de dois mil metros de terreno, a casa no meio e uma piscina enorme. A filha tinha ido estudar em outra cidade, acho que pra fugir das garras da mãe, então a alemã passava quase a semana inteira sozinha em casa. A mesma mulher que ia limpar na empresa ia limpar duas vezes por semana na casa dela.

Um dia, quando cheguei no trabalho, me mandaram ir na casa dela pra arrumar a televisão que não tava pegando. Assim que a vi, já soube que ela tava de mal humor, então aquilo era a melhor coisa que podia me acontecer. E sem dar chance pra ela falar nada, assim que entrei, saí de novo e fui pra casa dela. Eu já tinha meus truques pra não ser pego de surpresa: deixava o carro bem na entrada, de um jeito que ninguém mais pudesse entrar sem que eu tirasse o meu. Assim, se alguém chegasse, tinha que buzinar e eu ouvia. Isso me evitava ser pego dormindo, como já tinha feito mais de uma vez, ou simplesmente sentado vendo TV enquanto tomava uma dose de alguns dos seus licores caros. Muitas vezes, o único problema da TV era que ela tinha puxado o cabo da antena e a imagem sumia. Na casa reinava a bagunça, garrafas vazias na sala, cinzeiros cheios, pratos com restos de comida, e, embora estivesse acostumado a ver as roupas dela jogadas pelo chão, dessa vez me chamou a atenção como ela tinha tirado a calça junto com a calcinha — ela não usava lingerie de renda ou estampada, sempre a vi de calcinha de algodão, sem marca nenhuma. Dava pra ver perfeitamente que estavam todas manchadas, uma mistura de urina e corrimento, e me excitou pra caralho sentir o cheiro delas e ver que aquele odor não era nada desagradável. A putinha, apesar de ser do jeito que era, cheirava bem. A partir daquele dia, eu tinha um incentivo a mais na casa: procurar as peças que ela espalhava por qualquer canto e deixar meu presentinho nelas. Como minha relação em casa não era tão satisfatória quanto eu queria, e aquela coisa de foder estava meio esquecida, comecei a soltar minha porra em cada peça de roupa dela, e quanto maior a frustração no trabalho, mais punheta eu batia com as roupas dela. Cheguei a ver que ela até vestia calcinhas e sutiãs com minhas gozadas de um dia para o outro, provavelmente porque não tinha outra roupa limpa pra usar. E, claro, ela não ligava, embora eu ache que, no estado em que ela estava, não percebia nada.

Uma tarde, ela não apareceu no trabalho, algo que não era comum, e dava pra sentir como a gente trabalhava mais tranquilo, até o velho estava diferente, brincando com todo mundo. Na hora de fechar, o dono me perguntou se eu podia passar na casa dela pra ver se tinha acontecido algo, já que ela nem atendia o telefone. Não dava pra recusar, além do mais uma ideia me passava pela cabeça: pegá-la pelada pela casa, coisa que ela geralmente fazia assim que chegava — a diarista já tinha me confirmado isso mais de uma vez. Alguma que De novo eu a tinha pegado dormindo no sofá da sala completamente nua, ou tinha se levantado da cama como veio ao mundo. Então a ideia de chegar e pegá-la ficava mais forte na minha cabeça, e sem poder evitar, meu pau também reagia a essa sugestão.

Cheguei e vi o carro dela, ela estava em casa. Deixei o meu na entrada e me aproximei sem fazer barulho, ela não estava na sala. Entrei sem fazer ruído e procurei pelos cômodos próximos, nada. A roupa estava espalhada pelo corredor, camiseta, sutiã, botinhas, meias, calça e calcinha, então se não tinha se vestido, estava pelada. O último cômodo da casa era o dela, também não estava no banheiro. Chamei pelo nome dela, caso estivesse bem e eu me ferrasse por ter ido tão longe sem avisar. Ouvi ela no fundo da casa, embora não conseguisse nem de longe entender o que estava dizendo. Quando cheguei ao quarto dela, ela estava tentando se levantar, usava um roupão fino tipo japonês, daqueles que parecem de seda, aberto, me deixando ver sem nenhum pudor, tanto os peitos dela quanto a moita espessa de pelos, que, para meu espanto, era mais loira que castanha. Os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, quase não tinha auréolas e os mamilos achatados, mas grandes, ainda estavam mais acima do que eu pensava para uma mulher daquela idade, não tinha nenhuma marca na pele, era branca como madrepérola, os mamilos quase rosados mal se distinguiam. Quando ela ficou de pé, o roupão tapou os peitos dela, mas não a boceta peluda, que, para meu espanto, ela não fazia questão de esconder. O quarto cheirava a gim, uma garrafa vazia mostrava que ela tinha entornado tudo ou pelo menos boa parte, estava tão fora de si que nem tentava se cobrir, mas mesmo naquele estado, o desdém dela era notável. Mais do que pedir, ela ordenava que eu a acompanhasse ao banheiro. Segurei ela por baixo do braço e, me colocando ao lado, a levei. O cheiro de álcool que ela exalava era de dar para trás. Meu braço... Por trás dela, segurando ela por baixo do braço, deixava minha mão bem na lateral dela, a outra segurando direto no outro braço. Minha mão no lado dela roçava primeiro meio disfarçado o peito dela, e depois de uns tropeços, direto no peito dela. Era molinho e bem grande. Chegamos no banheiro e sem cerimônia ela jogou o roupão pro lado pra sentar no vaso, eu tava na frente dela, vendo ela mijar, ouvindo a urina saindo da buceta dela e caindo na água. Não acreditava, tava na frente da minha chefe, vendo ela mijar e ela sem falar nada. Tava me deixando contemplar o espetáculo, terminou, se limpou com um papel e tentou levantar de novo, perdendo o equilíbrio de novo, segurei ela como dava, ela murmurou umas palavras de novo, meio alemão, meio espanhol, mas ininteligíveis pra mim, carreguei ela de volta pro quarto, no caminho me distraí levando minha mão direto pra bunda dela, toquei primeiro de leve, mas vendo que ela não fazia nada, apertei bem com a mão aberta, era mole e grande, dava pra ver que tinha uma bunda boa, ao deitar ela na cama dei um jeito de tocar os peitos dela dessa vez direto, sem o roupão no meio, era grande e macio e o mamilo sumia entre meus dedos, embora os olhos dela tenham descido até minha mão, ela nem conseguia me afastar, murmurou de novo, mas só fiz deixar ela deitar na cama, ajudando com minhas mãos, que percorreram o corpo todo dela, peitos, barriga, pelos, coxas, chegando até apertar a bunda dela e passar meus dedos entre a racha quentinha dela, a única coisa que ela tentou foi me empurrar com o braço, mas o que conseguiu foi abrir ainda mais o roupão, ela falava palavras que eu nem entendia, tinha ficado de lado, com a perna de cima meio dobrada, dava pra ver a bunda inteira dela e os pelos entre as coxas apertadas. Me afastei um pouco dela, e respirei fundo, tinha duas opções, ir embora ou ficar. e fazer o que meu pau mandava, foder ela sem piedade. O som do meu celular me assustou e me tirou dos meus pensamentos, era minha mulher, uma conversa rápida pra explicar que ainda tava no trabalho e que ia demorar um pouco, saí do quarto pra minha chefe não me ouvir. Quando desliguei e voltei, ela tava de barriga pra cima e roncando tranquilamente.

Abri o roupão todo e fiquei olhando pra ela, tirei a calça e a cueca e comecei a bater uma devagar observando ela, puxei o roupão abrindo, os peitos dela caíam pra cada lado do corpo, passei minha mão suave pela barriga dela até chegar nos pelos, ela nem se mexeu, movi uma das pernas dela e a buceta ficou exposta na minha cara, subi na cama, me colocando entre as pernas dela e aproximei meu rosto até ela, podia ver a poucos centímetros do meu rosto, os lábios dela eram grandes, enrugados e de um cor muito mais escuro que o resto da pele, passei minha língua por eles, e nada, podia sentir claramente o cheiro de xixi impregnando os pelos e os lábios dela, passei meus lábios pelos pelos e voltei de novo pros lábios dela, dessa vez me aventurei a fazer mais pressão com a língua e logo fui recompensado, ela se mexeu com uma leve tentativa de fechar as pernas, mas não conseguia porque eu tava no meio, minha insistência com a língua fez com que logo o cheiro de xixi se misturasse com o gosto mais salgado da lubrificação que tinha começado a escorrer, já com menos disfarce passava minha língua com mais força abrindo os lábios dela e conseguindo alcançar o clitóris que não demorou a dar sinais de que minhas lambidas naquele lugar tavam acordando ele, mesmo ela continuando resfolegando e roncando, minhas mãos acariciavam as coxas flácidas dela e continuavam subindo até os peitos que, assim como a buceta, não demoraram a me mostrar que, mesmo agindo como se fosse sem o consentimento da dona, não desgostavam das minhas carícias, e como num passe de mágica os mamilos dela que antes mal apareciam, agora estavam duros e grandes, passei minha língua de novo pelos pelos dela, chupando eles agora à vontade, segui pela barriga flácida, cheia de estrias, até ficar por cima dela, e com toda suavidade, coloquei meu pau na entrada da caverna dela, meus lábios chupavam devagar os bicos dos peitos dela, duros como pedra, e depois de um breve momento pensando se voltava atrás, apertei meu pau naquela entrada, o calor me invadiu, pensei que ia gozar até antes de meter, ela entreabriu os olhos, como tentando acordar de um sonho pesado, nessa hora eu já tava dentro até o saco, ela soltou um gemido, tentou se mexer, mas meu corpo por cima do dela impedia. Comecei um movimento rítmico enquanto ela, já acordada, fazia tentativas inúteis de se livrar, apesar de se mexer, dava pra sentir a buceta dela ficando mais e mais molhada, e quando tirei e meti várias vezes, já escorregava perfeitamente e minhas estocadas ficaram mais rápidas e barulhentas, mesmo achando que ia gozar em segundos, pelo tesão que tava, não foi assim, e me vi bombando por mais de 5 minutos com a única oposição dos gemidos dela e o balançar da cabeça de um lado pro outro, como querendo negar o óbvio, tava fodendo minha chefe, e embora ela negasse com a voz, o corpo dela não me impedia nada. Parei imóvel dentro dela sentindo minha gozada jorrar no fundo das entranhas dela, e sentindo os lábios dela me chupando pra dentro. Tirei quando senti meu pau perder a dureza, sentindo que ao fazer isso ela resmungava de novo, já não sabia mais se era porque achava que eu ia deixar ela ou porque não queria mais que eu tirasse de dentro.

Passei a mão na buceta dela e sem dúvida tava toda lubrificada, notei que os lábios tinham inchado, me deixei cair ao lado dela, mas deixando uma das pernas dela entre as minhas, meu pau descansava na coxa dela, comecei a lamber um dos peitos dela enquanto com meu Mão acariciava a buceta dela, meu dedo deslizava perfeitamente, conseguia entrar e percorrer tudo, enquanto minha boca se agarrava no mamilo duro dela, sentia a respiração dela, podia ver a barriga subindo e descendo, e como ela se debatia como se estivesse sonhando, sem saber se o que tava sentindo era real ou sonho. Ela teve certeza que não era sonho quando o corpo dela tensionou, chegando até a levantar as costas da cama, bufava com a boca fechada, e as contrações me mostraram que ela tinha acabado de ter um puta orgasmo, o roçar do meu pau na perna dela fez ele ficar duro de novo rapidinho, e agora o que eu queria dela era o que minha mulher sempre me negava, entrar naquele cu, que já tinha tido chance de ver e tocar enquanto chupava ela minutos antes. Levantei da cama e peguei um par de almofadas que estavam no chão, coloquei do lado dela e puxei ela pra virar de lado, ela fez isso sem saber bem o que eu queria, as almofadas ficaram na barriga dela deixando a bunda mais empinada, levantei o roupão pra ver tudo desde a metade das costas até as nádegas brancas e moles dela. Pequenas covinhas marcavam a bunda dela, eram grandes e balançavam como pudim, pra minha surpresa ela deixou quando abri as pernas dela e procurei com minha boca a boceta molhada dela, podia sentir minha porra começando a sair, não tinha nojo de sentir o gosto, nem ela parecia se importar que eu abrisse a bunda dela e chegasse com minha língua até a entrada do cu dela, tinha um buraco perfeito, escuro e estriado, soltava um cheiro gostoso misturado com todos os nossos fluidos. Quando me coloquei atrás dela entre as pernas dela, ela sacou minhas intenções, mas nessa hora já apontava minha cabecinha na entrada dela e embora a entrada fosse dura, não precisei apertar muito pra sentir a pressão vencer a resistência que a bunda dela oferecia, meu corpo deitado nas costas dela impedia de novo que ela se levantasse e quanto mais ela se mexia, mais pau levava. metia no cu, quando ela se deu conta já dava pra sentir minhas bolas batendo na entrada dela, agora sim com a cabeça virada pra mim, embora não entendesse o que ela dizia, sabia perfeitamente que ela tava lembrando de cada um da minha família. Mas conforme minhas estocadas foram aumentando, a tagarelice dela foi virando uns gemidos leves no começo e quando eu já tava saindo e entrando à vontade naquele cu, os gemidos dela ficaram tão altos e claros que eu não esperava.

Tinha a visão da minha pica entrando e saindo do cu branco dela, dava pra ver como engolia minha pica por completo, tirava e metia de novo até onde ela deixava, poucos minutos depois senti que gozei dentro dela, deixando uma porra que eu dificilmente vou esquecer. Minha chefe ficou acabada na cama, com o cu vermelho e arrombado, vendo o buraco escuro pulsando e deixando escapar aos poucos a porra que eu tinha acabado de soltar.

Levantei, me vesti e deixei ela na cama.

No dia seguinte, assim que cheguei, ela apareceu, sabia o que me esperava: uma bronca e a demissão, mas pra minha surpresa, só teve um bom dia. E um pedido do velho pra eu ir arrumar a televisão o mais rápido possível.

fonte:http://www.todorelatos.com

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