🤤 história linda e gostosa tirada de http://www.todorelatos.com/relato/52422/
Eu tinha ouvido minha mãe chamar minha irmã da cozinha...
— Eva, vem aqui rápido, me dá uma mão com isso aqui que tá caindo.
E senti minha irmã saindo correndo do quarto dela. Não dei importância. Fui até o quarto dela pra devolver o CD que ela tinha me emprestado pra copiar, quando descubro que o computador dela tá ligado. Me aproximei e li o que ela tava escrevendo (só pra constar, não costumo fazer isso, mas a curiosidade falou mais alto):
— Confirmado: daqui a uma semana vamos acampar nos Caños de Meca e esse ano vou me acabar de foder pra ver se passo dos três do ano passado.
Fiquei pasmo. Li aquele parágrafo uma vez e outra, até que ouço ela voltando da cozinha. Me afasto do computador e fico olhando a estante de CDs que ela tem. Vejo ela entrar e falo:
— Bichinho. (É um apelido carinhoso que toda a família usa pra chamar a Eva.) Em cima da cama tá o CD que você me emprestou. Você podia me devolver aquele CD da EVA CASSIDY que te emprestei?
— Emprestei pra Marta. Ela disse que me traz de volta hoje à tarde.
— Beleza, sem problema... E aí, já pensou onde vai passar as férias esse ano? — perguntei.
— Sei lá. Com certeza vamos pra alguma casa rural na serra. Você sabe que eu gosto muito de tranquilidade.
Enquanto me dizia isso, foi até o computador, apoiou um joelho na cadeira, pegou o mouse e minimizou a página que tava aberta... Que putinha que ela é, pensei. Tranquilidade, sim... mal sabe você que é uma baita de uma safada.
Não vou mentir dizendo que nunca reparei na minha irmã como mulher. Já sim, e o que via me agradava. Mas como uma mulher que curte sexo, não. Isso não. E isso me agradou ainda mais, porra, que tesão do caralho.
Ela tava usando um top curto que só cobria os peitos e, de calça, um daqueles shorts de ciclista. Tava descalça, como de costume em casa.
Já tinha visto ela vestida assim várias vezes e nunca senti nada. nada "RARO", mas depois de ter lido aquela frase no PC dela, não sei se foi o tesão ou o quê, mas eu tava ficando excitado, então fui ver até onde a gente podia chegar.
___ Bichinho, posso te pedir um favor?
___ Sim, claro, fala.
___ Mas não pode contar pra ninguém, que me dá vergonha, você sabe como eu sou, nem pra mãe, tá?
___ Falei que sim, idiota, fala logo.
___ Então, outro dia eu tava com uma mina dominicana que tá passando as férias aqui, uma gata, não tanto quanto você, mas era muito gostosa.
(Um sorrisinho escapou do rosto dela)... e tava tudo bem enquanto a gente tava sentado bebendo, mas ela falou que queria dançar e quando a gente foi pra pista, começou meu sofrimento. Eu tentava fazer o melhor que sabia, mas porra, a mina se mexia de um jeito que eu não conseguia acompanhar. Verdade seja dita, ela era o centro das atenções do salão. Ela percebeu e falou no meu ouvido... "fica tranquilo, papi, que vou te fazer uma coisa gostosa" e se foi gostosa mesmo, porque me deixou a mil, mas que vergonha, porra, eu não sabia como me mexer.
___ Mas o que vocês estavam dançando?
___ Era reggaeton, mas perreando.
___ Não me fode, você perreando? hahaha isso eu tinha que ter visto hahaha.
___ Eva, buceta, não ri, que isso é sério.
___ Tá bom, idiota, era só uma brincadeira.
___ O problema é que sábado eu vou encontrar ela de novo e não quero passar mais vergonha, por isso pensei que você podia me ajudar, porque tanto o Paco quanto o Miguel (meus amigos) são uns pernas de pau que nem eu.
___ Hahaha, já diz o ditado: Deus os cria e eles se juntam, três pernas pra uma mesa. Falei: claro, idiota, vem.
Ela foi até o aparelho de som e colocou um CD de um tal de OMAR sei lá o quê, enfim, a música começou a tocar e ela começou a se mexer. Sim, tava sexy, não vou negar, mas não era aquilo que eu queria. E quando me viu parado, sem me mexer, ela falou:
___ Vai, mexe esse rabo.
___ Não, isso não é o que eu queria, falei.
Ela parou a música e disse... ___ E aí, o que é isso?
Fui até o computador, entrei na internet, depois no Google e digitei YouTube.
Assim que a página do YouTube abriu, digitei "perreo perreando".
E apareceram vários vídeos. Escolhi um que eu conhecia, de dois irmãos que estavam dançando de um jeito muito, mas muito sexy, parecia que estavam transando com a roupa no corpo (se tiverem oportunidade, deem uma olhada, acho que chama "perreo sandunguero 2000"). Coloquei o vídeo e, assim que passaram alguns instantes, ela me disse...
___ Mas isso é reggechondos.
___ O que é isso? — eu perguntei.
___ É reggaeton pra quem é tarado.
___ AHH, e você sabe dançar isso? — perguntei.
___ Claro, vem pra cá.
E ela colocou a música de novo e me disse:
___ Você só mexe a cintura igual eu faço e gruda o máximo que puder em mim.
Isso nem precisava falar. Ela começou a rebolar de um jeito muito excitante, a verdade é que sabia o que fazia. Tinha os braços levantados, segurando os dois lados da cabeça, a pélvis roçando no meu pau de um jeito incrível, os peitos dela fazendo o mesmo no meu peito. Caralho, que prazer. Eu tava ficando excitado, tava ficando duro. Ela se virou e colocou a bunda no meu pau, continuava rebolando e empurrava a bunda contra o meu pau. Eu já tava duro, ela percebeu, não parava de rebolar e olhava pra mim. Nossos olhos se prenderam um no outro, não parávamos de nos mexer nem de nos olhar. Ela se inclinou pra frente, mas sem parar de se mexer no ritmo da música, e subia e descia a bunda ao longo do meu pau, como se estivesse saboreando. Eu segurei ela pela cintura e comecei a fazer como se tivesse fodendo ela, separando e batendo ela contra o meu pau, tudo no ritmo da música, balançando nossos quadris de um lado pro outro e sem parar de nos olhar. Num momento, ela se inclinou mais, colocou as mãos no chão do quarto, e agora era a buceta dela que esfregava no meu pau no ritmo da música. Eu apertava ela contra mim, já tava doendo de tesão. Num instante, ela se virou. Sentei na cadeira do PC dela, tudo isso sem parar de rebolar (se é que dá pra chamar isso de dança). Ela abriu minhas pernas e se jogou sobre um dos meus joelhos, se movendo pra frente e pra trás, esfregando a buceta no meu joelho enquanto os peitos dela, perto do meu rosto, balançavam de um lado pro outro. Primeiro uma perna, depois a outra, várias vezes. Aí ela se levantou, me pegou pelas mãos, me tirou da cadeira, se virou e jogou as duas mãos pra trás, agarrou meu cu e puxou em direção a ela, como se quisesse sentir mais meu pau (que ainda tava durasso) no cu dela, sem parar de se mexer um segundo, até a música acabar. Ela se afastou de mim, desligou o som, veio na minha direção, colou o corpo no meu e disse...
— Nada mal pra primeira aula, hein? As meninas vão vir me buscar, temos que fazer umas compras. Então vou tomar um banho e, de noite, se você quiser, outra aula, tá?
Enquanto falava isso, senti ela esfregar a buceta no meu pau devagar, mas com muita força, e me dando um beijo no canto da boca, disse:
— Vou tomar banho.
— Eu também. Bom, quando você sair, eu tomo o meu (porra, fiquei nervoso de tão excitado que tava).
Fui pro meu quarto, me joguei na cama pra pensar no que tinha acontecido, e meus poucos princípios morais tinham ido pra puta que pariu. Tenho que comer ela de qualquer jeito, tenho que comer ela, porra. Se ela tinha deixado meu pau duro como nenhuma mulher antes, e ainda sabia que ela tava afim porque o beijo no final mostrou isso.
Bom, primeiro vou bater uma senão essa dor nos ovos não vai passar. Já tinha baixado a calça e começado a me masturbar quando ouvi do corredor...
— Pablo, já pode entrar, terminei de tomar banho.
— Valeu, falei.
Levantei a calça e pensei: vou bater uma no banheiro. Peguei uma sunga pra vestir depois do banho e entrei no banheiro. Ela já tinha... Nu, quando eu tava pelado, minha irmã entra enrolada na toalha do banho e me fala...
___ Desculpa (olhando pra minha pica, que ainda tava dura) esqueci minha escova de cabelo e vim pegar no armário do banheiro
A gente se dava bem, não éramos ruins como irmãos, mas sempre mantivemos as distâncias, principalmente em coisas íntimas como essa. Isso era novo pra mim. Não me assustei, nem me escondi, nem me tapei. Fiquei ali de pau duro, parado e normal, igual ela, que depois de pegar a escova foi saindo, mas olhando pra minha pica e falou:
___ E isso tudo é pra dominicana? Então a tia tem sorte, hein? Sorrindo e piscando um olho, ela foi embora.
Tava claro que ela gostou do que sentiu e do que viu. Agora a questão era ver quem dava o primeiro passo.
Eu ia entrar no banheiro quando vi, em cima do cesto de roupa suja, a calcinha e a bucetinha que minha irmã tinha tirado. Cheguei perto e peguei a calcinha dela. Tava úmida, bem molhada. Será que ela tinha gozado dançando?
Não sei, mas acho que sim. Levei a calcinha até o nariz e aspirei o cheiro dela. Adorei. Passei a língua pra sentir o gosto e adorei de novo. Já tava com os sentidos nublados pela paixão. Enrolei a calcinha no meu pau e comecei a bater uma. Nossa, que prazer! Não durou muito. Logo gozei, e de um jeito... nunca lembro de ter visto tanta porra sair do meu pau na vida. Terminei de tomar banho, me vesti, saí de casa e fiquei quase a tarde toda numa nuvem. Os fatos se repetiam na minha cabeça, e eu ansiava pela noite chegar.
Voltei pra casa cedo. Meu pai tava mexendo na garagem. Ajudei um pouco e subimos pra casa.
Daí a pouco chegou a Eva e sentamos todos pra jantar. Aí meu pai perguntou pra Eva:
___ E aí, onde vocês vão de férias?
___ Vamos pra uma casa no campo, umas duas semanas, só nós três, então não enche o saco.
Tava claro que, se meus pais soubessem que elas iam pra... Os Caños de Meca não iam deixar ela ir, nem fodendo, por lá a droga corria solta e, na real, nos últimos anos tinha deixado Ibiza pra trás quando o assunto era farra de jovem, e principalmente tudo muito, muito mais barato: sexo, música e drogas.
___ E você, vai pra onde??? Ela me perguntou
___ Então, Paco e Miguel querem ir pro Marrocos, mas não tô muito afim.
___ Por quê??? A EVA falou
___ Porque eu gosto de saber o que tão me dizendo e que o povo com quem eu falo me entenda, e como eu não faço ideia de árabe, não tô muito a fim de ir. Então, o mais certo é eu ir pra Tarifa surfar uma semana, e depois a gente vê.
A Eva ficou me encarando, não liguei.
___ E vocês, perguntei pros meus pais, quando vão pra Huelva?
Eles são de lá e a gente tem uma casa lá pro verão, todo ano eles vão no começo do verão e a gente se junta com eles depois.
___ Bom, depende de vocês, meu pai falou. Você sabe que sua mãe não gosta que vocês fiquem sozinhos.
___ Mas, mãe, a gente já é grandinho, não totalmente independentes, mas quase, e acho que por uma semana que vocês nos deixem sozinhos a gente não vai morrer.
___ Claro, a Eva disse, além disso, você sabe que a gente é muito responsável com nossos atos e ações, então não sei pra que isso agora, podendo você curtir seus pais e a praia que você tanto ama.
___ Pois é, vocês têm razão, minha mãe falou, e olhando pro meu pai disse: amor, hoje à noite a gente faz as malas e amanhã de manhã a gente vai pra Huelva, que tal?
___ Claro, meu pai respondeu.
PORRA!!! Uma semana sozinho com a Eva, dependendo do que rolar hoje à noite, pode ser a melhor semana da minha vida. Vamos ver no que dá, eu pensei.
A gente arrumou a mesa, e enquanto minha irmã lavava a louça eu secava, meus pais já tinham subido pra fazer as malas, aí minha irmã falou pra mim...
___ Pablo, meu bem (nunca tinha me chamado assim, isso promete) Dessa noite, é melhor deixarmos pra amanhã porque quando os pais viajam, mal dormem, e não dá pra ficar fazendo barulho, que tal?
___ Tá bom, falei, com cara de conformado (ela deve ter percebido, porque falou...)
___ Relaxa, que amanhã você vai ter ração dupla de manhã e à noite.
Ela soltou um sorriso que dissipou todas as minhas dúvidas.
Fomos dormir e no dia seguinte acordo cedo e desço pra cozinha pra tomar café e me despedir dos meus pais. Entro na cozinha e vejo a Eva tomando café e lendo o jornal.
___ Oi, bichinho, bom dia, e os pais???
___ Oi, céu (gostava de como soava), já foram. Como não conseguiam dormir, deixaram um bilhete dizendo que iam embora e que depois ligariam. Vem, senta que vou te servir um café, agora sou eu quem tem que cuidar de você, piscando um olho.
___ Eu bem que queria que fosse pra sempre, e devolvi a piscada.
Ela me serviu o café e falou...
___ E você não pensou no que a dominicana diria???
___ E você não pensou que quem tem que opinar sou eu, e não ela???
___ Ai, que puxa-saco você é, me dando um beijo no rosto.
Ela sentou na outra cadeira, como se esperasse pra ver o que eu ia dizer...
Muito bem, pensei, esse é o jogo: ela dá um passo, eu dou outro. Não vai ser por mim se a gente não fizer, mas é melhor ver se ela toma a iniciativa, assim não vou ter nenhum sentimento de culpa.
___ O que você vai fazer hoje? ela perguntou.
___ Bom, vou esperar minha professora de dança chegar, fiquei a noite toda pensando nela, falei enquanto terminava meu café.
___ Te impressionou tanto assim???
___ Você não faz ideia. A única aula dela foi uma descoberta pra mim, não dá pra imaginar como me impressionou tudo, "TUDO" em mim ficou impressionado.
___ Que bom, fico feliz. Agora vou tomar um banho que tenho que dar uma aula daqui a pouco.
Que buceta, tanto jogo de palavras. Fiquei olhando ela enquanto ia pro banho, e pensei: buceta, se ontem ela entrou, hoje... Entro eu e vamos ver o que acontece.
Comecei a andar pelo corredor e, na altura do banheiro, vi que a porta estava escancarada. Espiei e vi ela tirando a última peça, a calça do pijama, totalmente nua. Ela me olhou e se virou na minha direção, se mostrando por completo, nua, e disse:
— Oi, queria alguma coisa???
Era linda. Os peitos dela, firmes, redondinhos e morenos, dava pra ver que ela fazia topless. Tinha uns biquinhos pequenos e marrons, e uns pezinhos combinando, que estavam durinhos.
A barriga dela eu já conhecia, mas a buceta ainda não tinha visto. Tava toda raspada, também era morena, mas não tanto quanto o resto do corpo. Do lado da rachinha, tinha uma tatuagem, tipo uma meia-lua, com a tinta meio desgastada, ou seja, já fazia um tempo que ela tinha. Tava linda, muito linda.
— Pensei que podia tomar banho com você, assim não faço minha professora esperar.
— Boa ideia — ela disse.
E entrou no banheiro, abriu o chuveiro e começou a molhar o cabelo. Eu tirei a calça do pijama, que era a única roupa que tava usando, e entrei no banheiro, quase nos roçando. Ela me deu a esponja com o sabonete e disse:
— Esfrega meu corpo enquanto eu lavo a cabeça, depois é a sua vez.
Fiz isso: primeiro as costas, a bunda, depois ela se virou e comecei pelos ombros, desci pros peitos, a barriga e a buceta dela. Aí ela abriu as pernas pra eu encaixar melhor a esponja... Porra, a esponja! Joguei ela longe, me agachei e comecei a chupar a bocetinha dela. Mesmo no aperto do banheiro, fazia o melhor que podia. Num momento de desespero, ela disse:
— Vamos pra cama.
— Mas assim molhados?
— Depois eu troco os lençóis — e me dando um sorriso, completou: — E olha que você é duro, desde ontem me deixou no cio perdida, pensei que nunca ia tomar a iniciativa.
CONTINUA.
— Eva, vem aqui rápido, me dá uma mão com isso aqui que tá caindo.
E senti minha irmã saindo correndo do quarto dela. Não dei importância. Fui até o quarto dela pra devolver o CD que ela tinha me emprestado pra copiar, quando descubro que o computador dela tá ligado. Me aproximei e li o que ela tava escrevendo (só pra constar, não costumo fazer isso, mas a curiosidade falou mais alto):
— Confirmado: daqui a uma semana vamos acampar nos Caños de Meca e esse ano vou me acabar de foder pra ver se passo dos três do ano passado.
Fiquei pasmo. Li aquele parágrafo uma vez e outra, até que ouço ela voltando da cozinha. Me afasto do computador e fico olhando a estante de CDs que ela tem. Vejo ela entrar e falo:
— Bichinho. (É um apelido carinhoso que toda a família usa pra chamar a Eva.) Em cima da cama tá o CD que você me emprestou. Você podia me devolver aquele CD da EVA CASSIDY que te emprestei?
— Emprestei pra Marta. Ela disse que me traz de volta hoje à tarde.
— Beleza, sem problema... E aí, já pensou onde vai passar as férias esse ano? — perguntei.
— Sei lá. Com certeza vamos pra alguma casa rural na serra. Você sabe que eu gosto muito de tranquilidade.
Enquanto me dizia isso, foi até o computador, apoiou um joelho na cadeira, pegou o mouse e minimizou a página que tava aberta... Que putinha que ela é, pensei. Tranquilidade, sim... mal sabe você que é uma baita de uma safada.
Não vou mentir dizendo que nunca reparei na minha irmã como mulher. Já sim, e o que via me agradava. Mas como uma mulher que curte sexo, não. Isso não. E isso me agradou ainda mais, porra, que tesão do caralho.
Ela tava usando um top curto que só cobria os peitos e, de calça, um daqueles shorts de ciclista. Tava descalça, como de costume em casa.
Já tinha visto ela vestida assim várias vezes e nunca senti nada. nada "RARO", mas depois de ter lido aquela frase no PC dela, não sei se foi o tesão ou o quê, mas eu tava ficando excitado, então fui ver até onde a gente podia chegar.
___ Bichinho, posso te pedir um favor?
___ Sim, claro, fala.
___ Mas não pode contar pra ninguém, que me dá vergonha, você sabe como eu sou, nem pra mãe, tá?
___ Falei que sim, idiota, fala logo.
___ Então, outro dia eu tava com uma mina dominicana que tá passando as férias aqui, uma gata, não tanto quanto você, mas era muito gostosa.
(Um sorrisinho escapou do rosto dela)... e tava tudo bem enquanto a gente tava sentado bebendo, mas ela falou que queria dançar e quando a gente foi pra pista, começou meu sofrimento. Eu tentava fazer o melhor que sabia, mas porra, a mina se mexia de um jeito que eu não conseguia acompanhar. Verdade seja dita, ela era o centro das atenções do salão. Ela percebeu e falou no meu ouvido... "fica tranquilo, papi, que vou te fazer uma coisa gostosa" e se foi gostosa mesmo, porque me deixou a mil, mas que vergonha, porra, eu não sabia como me mexer.
___ Mas o que vocês estavam dançando?
___ Era reggaeton, mas perreando.
___ Não me fode, você perreando? hahaha isso eu tinha que ter visto hahaha.
___ Eva, buceta, não ri, que isso é sério.
___ Tá bom, idiota, era só uma brincadeira.
___ O problema é que sábado eu vou encontrar ela de novo e não quero passar mais vergonha, por isso pensei que você podia me ajudar, porque tanto o Paco quanto o Miguel (meus amigos) são uns pernas de pau que nem eu.
___ Hahaha, já diz o ditado: Deus os cria e eles se juntam, três pernas pra uma mesa. Falei: claro, idiota, vem.
Ela foi até o aparelho de som e colocou um CD de um tal de OMAR sei lá o quê, enfim, a música começou a tocar e ela começou a se mexer. Sim, tava sexy, não vou negar, mas não era aquilo que eu queria. E quando me viu parado, sem me mexer, ela falou:
___ Vai, mexe esse rabo.
___ Não, isso não é o que eu queria, falei.
Ela parou a música e disse... ___ E aí, o que é isso?
Fui até o computador, entrei na internet, depois no Google e digitei YouTube.
Assim que a página do YouTube abriu, digitei "perreo perreando".
E apareceram vários vídeos. Escolhi um que eu conhecia, de dois irmãos que estavam dançando de um jeito muito, mas muito sexy, parecia que estavam transando com a roupa no corpo (se tiverem oportunidade, deem uma olhada, acho que chama "perreo sandunguero 2000"). Coloquei o vídeo e, assim que passaram alguns instantes, ela me disse...
___ Mas isso é reggechondos.
___ O que é isso? — eu perguntei.
___ É reggaeton pra quem é tarado.
___ AHH, e você sabe dançar isso? — perguntei.
___ Claro, vem pra cá.
E ela colocou a música de novo e me disse:
___ Você só mexe a cintura igual eu faço e gruda o máximo que puder em mim.
Isso nem precisava falar. Ela começou a rebolar de um jeito muito excitante, a verdade é que sabia o que fazia. Tinha os braços levantados, segurando os dois lados da cabeça, a pélvis roçando no meu pau de um jeito incrível, os peitos dela fazendo o mesmo no meu peito. Caralho, que prazer. Eu tava ficando excitado, tava ficando duro. Ela se virou e colocou a bunda no meu pau, continuava rebolando e empurrava a bunda contra o meu pau. Eu já tava duro, ela percebeu, não parava de rebolar e olhava pra mim. Nossos olhos se prenderam um no outro, não parávamos de nos mexer nem de nos olhar. Ela se inclinou pra frente, mas sem parar de se mexer no ritmo da música, e subia e descia a bunda ao longo do meu pau, como se estivesse saboreando. Eu segurei ela pela cintura e comecei a fazer como se tivesse fodendo ela, separando e batendo ela contra o meu pau, tudo no ritmo da música, balançando nossos quadris de um lado pro outro e sem parar de nos olhar. Num momento, ela se inclinou mais, colocou as mãos no chão do quarto, e agora era a buceta dela que esfregava no meu pau no ritmo da música. Eu apertava ela contra mim, já tava doendo de tesão. Num instante, ela se virou. Sentei na cadeira do PC dela, tudo isso sem parar de rebolar (se é que dá pra chamar isso de dança). Ela abriu minhas pernas e se jogou sobre um dos meus joelhos, se movendo pra frente e pra trás, esfregando a buceta no meu joelho enquanto os peitos dela, perto do meu rosto, balançavam de um lado pro outro. Primeiro uma perna, depois a outra, várias vezes. Aí ela se levantou, me pegou pelas mãos, me tirou da cadeira, se virou e jogou as duas mãos pra trás, agarrou meu cu e puxou em direção a ela, como se quisesse sentir mais meu pau (que ainda tava durasso) no cu dela, sem parar de se mexer um segundo, até a música acabar. Ela se afastou de mim, desligou o som, veio na minha direção, colou o corpo no meu e disse...
— Nada mal pra primeira aula, hein? As meninas vão vir me buscar, temos que fazer umas compras. Então vou tomar um banho e, de noite, se você quiser, outra aula, tá?
Enquanto falava isso, senti ela esfregar a buceta no meu pau devagar, mas com muita força, e me dando um beijo no canto da boca, disse:
— Vou tomar banho.
— Eu também. Bom, quando você sair, eu tomo o meu (porra, fiquei nervoso de tão excitado que tava).
Fui pro meu quarto, me joguei na cama pra pensar no que tinha acontecido, e meus poucos princípios morais tinham ido pra puta que pariu. Tenho que comer ela de qualquer jeito, tenho que comer ela, porra. Se ela tinha deixado meu pau duro como nenhuma mulher antes, e ainda sabia que ela tava afim porque o beijo no final mostrou isso.
Bom, primeiro vou bater uma senão essa dor nos ovos não vai passar. Já tinha baixado a calça e começado a me masturbar quando ouvi do corredor...
— Pablo, já pode entrar, terminei de tomar banho.
— Valeu, falei.
Levantei a calça e pensei: vou bater uma no banheiro. Peguei uma sunga pra vestir depois do banho e entrei no banheiro. Ela já tinha... Nu, quando eu tava pelado, minha irmã entra enrolada na toalha do banho e me fala...
___ Desculpa (olhando pra minha pica, que ainda tava dura) esqueci minha escova de cabelo e vim pegar no armário do banheiro
A gente se dava bem, não éramos ruins como irmãos, mas sempre mantivemos as distâncias, principalmente em coisas íntimas como essa. Isso era novo pra mim. Não me assustei, nem me escondi, nem me tapei. Fiquei ali de pau duro, parado e normal, igual ela, que depois de pegar a escova foi saindo, mas olhando pra minha pica e falou:
___ E isso tudo é pra dominicana? Então a tia tem sorte, hein? Sorrindo e piscando um olho, ela foi embora.
Tava claro que ela gostou do que sentiu e do que viu. Agora a questão era ver quem dava o primeiro passo.
Eu ia entrar no banheiro quando vi, em cima do cesto de roupa suja, a calcinha e a bucetinha que minha irmã tinha tirado. Cheguei perto e peguei a calcinha dela. Tava úmida, bem molhada. Será que ela tinha gozado dançando?
Não sei, mas acho que sim. Levei a calcinha até o nariz e aspirei o cheiro dela. Adorei. Passei a língua pra sentir o gosto e adorei de novo. Já tava com os sentidos nublados pela paixão. Enrolei a calcinha no meu pau e comecei a bater uma. Nossa, que prazer! Não durou muito. Logo gozei, e de um jeito... nunca lembro de ter visto tanta porra sair do meu pau na vida. Terminei de tomar banho, me vesti, saí de casa e fiquei quase a tarde toda numa nuvem. Os fatos se repetiam na minha cabeça, e eu ansiava pela noite chegar.
Voltei pra casa cedo. Meu pai tava mexendo na garagem. Ajudei um pouco e subimos pra casa.
Daí a pouco chegou a Eva e sentamos todos pra jantar. Aí meu pai perguntou pra Eva:
___ E aí, onde vocês vão de férias?
___ Vamos pra uma casa no campo, umas duas semanas, só nós três, então não enche o saco.
Tava claro que, se meus pais soubessem que elas iam pra... Os Caños de Meca não iam deixar ela ir, nem fodendo, por lá a droga corria solta e, na real, nos últimos anos tinha deixado Ibiza pra trás quando o assunto era farra de jovem, e principalmente tudo muito, muito mais barato: sexo, música e drogas.
___ E você, vai pra onde??? Ela me perguntou
___ Então, Paco e Miguel querem ir pro Marrocos, mas não tô muito afim.
___ Por quê??? A EVA falou
___ Porque eu gosto de saber o que tão me dizendo e que o povo com quem eu falo me entenda, e como eu não faço ideia de árabe, não tô muito a fim de ir. Então, o mais certo é eu ir pra Tarifa surfar uma semana, e depois a gente vê.
A Eva ficou me encarando, não liguei.
___ E vocês, perguntei pros meus pais, quando vão pra Huelva?
Eles são de lá e a gente tem uma casa lá pro verão, todo ano eles vão no começo do verão e a gente se junta com eles depois.
___ Bom, depende de vocês, meu pai falou. Você sabe que sua mãe não gosta que vocês fiquem sozinhos.
___ Mas, mãe, a gente já é grandinho, não totalmente independentes, mas quase, e acho que por uma semana que vocês nos deixem sozinhos a gente não vai morrer.
___ Claro, a Eva disse, além disso, você sabe que a gente é muito responsável com nossos atos e ações, então não sei pra que isso agora, podendo você curtir seus pais e a praia que você tanto ama.
___ Pois é, vocês têm razão, minha mãe falou, e olhando pro meu pai disse: amor, hoje à noite a gente faz as malas e amanhã de manhã a gente vai pra Huelva, que tal?
___ Claro, meu pai respondeu.
PORRA!!! Uma semana sozinho com a Eva, dependendo do que rolar hoje à noite, pode ser a melhor semana da minha vida. Vamos ver no que dá, eu pensei.
A gente arrumou a mesa, e enquanto minha irmã lavava a louça eu secava, meus pais já tinham subido pra fazer as malas, aí minha irmã falou pra mim...
___ Pablo, meu bem (nunca tinha me chamado assim, isso promete) Dessa noite, é melhor deixarmos pra amanhã porque quando os pais viajam, mal dormem, e não dá pra ficar fazendo barulho, que tal?
___ Tá bom, falei, com cara de conformado (ela deve ter percebido, porque falou...)
___ Relaxa, que amanhã você vai ter ração dupla de manhã e à noite.
Ela soltou um sorriso que dissipou todas as minhas dúvidas.
Fomos dormir e no dia seguinte acordo cedo e desço pra cozinha pra tomar café e me despedir dos meus pais. Entro na cozinha e vejo a Eva tomando café e lendo o jornal.
___ Oi, bichinho, bom dia, e os pais???
___ Oi, céu (gostava de como soava), já foram. Como não conseguiam dormir, deixaram um bilhete dizendo que iam embora e que depois ligariam. Vem, senta que vou te servir um café, agora sou eu quem tem que cuidar de você, piscando um olho.
___ Eu bem que queria que fosse pra sempre, e devolvi a piscada.
Ela me serviu o café e falou...
___ E você não pensou no que a dominicana diria???
___ E você não pensou que quem tem que opinar sou eu, e não ela???
___ Ai, que puxa-saco você é, me dando um beijo no rosto.
Ela sentou na outra cadeira, como se esperasse pra ver o que eu ia dizer...
Muito bem, pensei, esse é o jogo: ela dá um passo, eu dou outro. Não vai ser por mim se a gente não fizer, mas é melhor ver se ela toma a iniciativa, assim não vou ter nenhum sentimento de culpa.
___ O que você vai fazer hoje? ela perguntou.
___ Bom, vou esperar minha professora de dança chegar, fiquei a noite toda pensando nela, falei enquanto terminava meu café.
___ Te impressionou tanto assim???
___ Você não faz ideia. A única aula dela foi uma descoberta pra mim, não dá pra imaginar como me impressionou tudo, "TUDO" em mim ficou impressionado.
___ Que bom, fico feliz. Agora vou tomar um banho que tenho que dar uma aula daqui a pouco.
Que buceta, tanto jogo de palavras. Fiquei olhando ela enquanto ia pro banho, e pensei: buceta, se ontem ela entrou, hoje... Entro eu e vamos ver o que acontece.
Comecei a andar pelo corredor e, na altura do banheiro, vi que a porta estava escancarada. Espiei e vi ela tirando a última peça, a calça do pijama, totalmente nua. Ela me olhou e se virou na minha direção, se mostrando por completo, nua, e disse:
— Oi, queria alguma coisa???
Era linda. Os peitos dela, firmes, redondinhos e morenos, dava pra ver que ela fazia topless. Tinha uns biquinhos pequenos e marrons, e uns pezinhos combinando, que estavam durinhos.
A barriga dela eu já conhecia, mas a buceta ainda não tinha visto. Tava toda raspada, também era morena, mas não tanto quanto o resto do corpo. Do lado da rachinha, tinha uma tatuagem, tipo uma meia-lua, com a tinta meio desgastada, ou seja, já fazia um tempo que ela tinha. Tava linda, muito linda.
— Pensei que podia tomar banho com você, assim não faço minha professora esperar.
— Boa ideia — ela disse.
E entrou no banheiro, abriu o chuveiro e começou a molhar o cabelo. Eu tirei a calça do pijama, que era a única roupa que tava usando, e entrei no banheiro, quase nos roçando. Ela me deu a esponja com o sabonete e disse:
— Esfrega meu corpo enquanto eu lavo a cabeça, depois é a sua vez.
Fiz isso: primeiro as costas, a bunda, depois ela se virou e comecei pelos ombros, desci pros peitos, a barriga e a buceta dela. Aí ela abriu as pernas pra eu encaixar melhor a esponja... Porra, a esponja! Joguei ela longe, me agachei e comecei a chupar a bocetinha dela. Mesmo no aperto do banheiro, fazia o melhor que podia. Num momento de desespero, ela disse:
— Vamos pra cama.
— Mas assim molhados?
— Depois eu troco os lençóis — e me dando um sorriso, completou: — E olha que você é duro, desde ontem me deixou no cio perdida, pensei que nunca ia tomar a iniciativa.
CONTINUA.
33 comentários - Li o diário da minha irmã e...
SR Y SRA EROTICOS PASAROS POR TU POST
haber para cuando el final
😳
+10 pero soy novato
mato el a la mierda la eswponja
como no tengo puntos te dejo
10 culos
:culo::culo::culo::culo::culo::culo::culo::culo::culo::culo:
Y me gustó mucho como dijiste \"y empecé a comerle su coñito\" :mam: 🤤
esa parte no la entendi :S
😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀