Autor: Mistrero
Resumo: A noite começava, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e ao chegar no quarto víssemos
Conteúdo: A noite começava, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e ao chegar no quarto víssemos a placa de "não perturbe" pendurada, significava que alguma de nós estava com alguém e teríamos que esperar terminar para entrar. Meu plano era encontrar um homem atraente, com um corpo bom, para passar a noite, meu corpo estava precisando. Eu tinha terminado com meu namorado fazia 4 meses e desde então a única coisa que eu tinha feito era me masturbar 2 ou 3 vezes nas noites, sozinha na minha cama. Mas naquela noite eu ia me vingar, então me vesti bem sexy, com uma minissaia xadrez vermelha, uma blusa preta semitransparente, sem sutiã e a calcinha branca menor que eu tinha, com renda. Na hora de decidir para onde ir dançar, nunca entramos em acordo, então nos separamos, eu fui para uma que tinha uma janela enorme por onde dava para ver a baía de Acapulco à noite. No começo da noite, alguns caras sem papo, chatos e bem feios me chamaram para dançar. Rapidinho eu disse que estava cansada para que me levassem de volta à mesa, enquanto a noite passava decidi que não dançaria com outro homem feio, então fiquei sentada um bom tempo.
Depois de mais ou menos uma hora sentada, eu quase estava pegando no sono e já passava pela minha cabeça a ideia de terminar a noite sozinha e me masturbando de novo no banheiro do quarto ou até no saguão do hotel, porque de repente o quarto estaria ocupado por alguma das minhas amigas. Só de pensar que alguma delas estaria com um homem musculoso e com um grande pau tendo uma noite incrível, começou a me excitar; de repente uma voz me acordou: "quer dançar?", era uma loira de olhos azuis, corpo muito gostoso, peitões, quadris redondos e umas pernas maravilhosas num vestidinho branco bem colado no corpo, o que a deixava espetacular. No começo fiquei tão desconcertada que não consegui responder nada. "Desculpa, te vejo entediada. quer dançar?" ... Por alguns segundos pensei, mas cheguei à conclusão de que era uma boa ideia. Os caras do lugar me veriam e eu não precisaria mais ficar na defensiva, além de me livrar de ficar pensando nas minhas amigas. "Sim, claro, por que não?", disse. Dançamos por um bom tempo, ela era uma ótima dançarina e em algumas músicas dance dançamos incrivelmente, nenhum homem tinha me conduzido tão bem numa dança, além disso ela fazia comentários sobre as pessoas que dançavam ao nosso redor que me faziam rir muito.
Claro que para fazer isso ela se colava muito em mim para falar no meu ouvido, no começo não dei importância mas aos poucos o atrito dos peitos dela começou a me excitar, o que me assustou um pouco. Como era possível que uma mulher estivesse me excitando?... No entanto, depois cheguei à conclusão de que ela era uma mulher muito gostosa e que me divertia muito, então fui deixando ela se aproximar cada vez mais e optei por aproveitar o momento sem preconceito, afinal eu tinha aceitado dançar com ela e podia ir embora quando quisesse. Depois de um tempo, quando a música ficou romântica e o lugar escureceu, minha intenção foi caminhar até a mesa; mas ela me pegou pela cintura com uma mão e com a outra pegou minha mão puxando-me suavemente para ela. Minha única reação foi colocar minha mão no ombro dela e ao seu lado, ela começou a se mover no ritmo da música e sem pensar mais eu a segui na dança. A balada foi nos aproximando mais, ela aproximou minha mão do peito dela e eu me colei mais nela; a ponta dos peitos dela tocava meu peito e as pernas dela roçavam as minhas. Numa reação que ainda não entendo por que tive, me aproximei e me encostei no ombro dela, nossos corpos se esfregavam tanto que mal conseguíamos nos mexer e era tão excitante que comecei a ficar molhada entre as pernas. Pouco depois, ela sugeriu que fôssemos retocar a maquiagem no banheiro e, depois de pegar a bolsa dela e a minha, seguimos para o banheiro. Quando entramos, havia mais 5 garotas, para se olhar no espelho ela teve que ficar atrás de mim e, como era um pouco mais alta, não teve problema nenhum.
Finalmente ficamos sozinhas no banheiro, ela continuava atrás de mim, eu estava concentrada em corrigir meu delineador quando comecei a sentir o corpo dela roçar no meu pelas costas, sua mão começou a acariciar minhas pernas bem de leve; eu fiquei imóvel, não sabia o que fazer, ela se aproximou mais por trás, eu conseguia sentir os seios dela tocando minhas costas. Com a outra mão ela acariciava meus peitos pequenos e meus mamilos começaram a endurecer, aquilo me excitava muito, a mão que tocava minhas pernas começou a subir até entrar por baixo da minha saia e, aproveitando que minha calcinha era bem pequena, conseguiu enfiá-la entre minhas pernas e acariciar meu clitóris. Tentei me virar e reclamar, mas a única coisa que saiu da minha boca foi um gemido pela forma como ela tocava meus seios e minha virilha e, antes que eu pudesse dizer alguma palavra, seus lábios beijaram os meus, foi um toque leve, sua língua lambeu minha boca e, antes que o beijo pudesse se aprofundar, ouvimos alguém entrando no banheiro. Rapidamente, ela tirou a mão de baixo da minha saia. "Vamos voltar a dançar", ela disse, com a intenção de que as que entravam ouvissem. "Claro, um segundo que vou guardar minhas coisas". Coloquei tudo na minha bolsa, bem devagar porque estava tão excitada que mal conseguia andar. Quando me acalmei um pouco, caminhei até a porta, ela me pegou pelo braço e se aproximou do meu ouvido: "Se quiser, a gente vai pra algum lugar onde possamos ficar sozinhas" me disse com cara de santinha. travessa. Eu estava tão excitada que, com certeza, só de me tocar um pouco mais, eu poderia gozar. "Sim, vamos aonde você quiser". Ela me disse: "que tal meu quarto de hotel?".
"Claro, deixa eu pagar a conta e a gente vai". Fomos para nossas mesas, eu para pagar a conta e ela para avisar as amigas com quem tinha vindo que ia embora. Por alguns segundos pensei que estava louca... Como é que eu pensava em ir com uma mulher para o quarto dela para ficarmos a sós? Mas eu estava tão com tesão, e as outras opções eram me tocar sozinha ou procurar qualquer homem para me satisfazer, e naquele momento ambas me pareceram horríveis. Paguei rápido e fui para a porta, onde ela já estava pronta com um táxi. Não demoramos muito para chegar ao hotel; ao entrar no quarto, me senti um pouco assustada, mas ela era muito gentil comigo. "Vem, senta na cama. Tá? Não se preocupa, vou te tratar como uma rainha". Ela se aproximou de mim e me deu um beijo suave, seguido por outros mais profundos enquanto desabotoava minha blusa para acariciar meus seios. Como via que eu não me mexia, ela tirou o vestido e me deitou na cama. Antes que eu percebesse, estava sem roupa; ela beijava todo o meu corpo; meus mamilos estavam duríssimos. Ela foi abrindo minhas pernas, eu fechei os olhos para sentir todas as suas carícias. Ela beijou meu pescoço, meu busto, e ao chegar no meu clitóris, eu estava prestes a ter um orgasmo.
Sua língua acariciava meu clitóris e depois começou a brincar com meu ânus. Nunca ninguém tinha me tocado ali, porque eu achava que era horrível, mas na verdade era excitante. Antes que eu pudesse pensar em outra coisa, o clímax foi tanto que tive um orgasmo; ela levantou a cabeça para sorrir para mim. "Isso, minha vida, isso, aproveita", ela disse enquanto eu gemía de prazer. Quando me acalmei um pouco, ela se deitou de pernas abertas ao meu lado, então imaginei que o que ela queria era que eu beijasse seu clitóris. Então, coloquei minha cabeça entre suas pernas e a acariciei com minha língua; primeiro pensei que sentiria muito nojo, mas quando ela começou a reclamar e ficar molhada me deixou tão excitada que fiz ela gozar tão gostoso que fiquei com um pouco de inveja, já que eu ainda estava muito excitada. Com uma das mãos ela pegou minha cabeça para que eu não conseguisse tirar minha boca do seu clitóris, com a outra abriu a gaveta da mesa de cabeceira e tirou um consolo bem grande. "Olha o que eu tenho para você, tenho certeza que vai gostar, vem deitar aqui e abre as pernas".
Quando assumi minha posição, ela foi enfiando na minha buceta, era incrível, tinha a grossura perfeita e eu enfiei até o fundo; me sentia toda preenchida por aquilo, quando olhei bem eu tinha metade dentro e ainda sobrava outra metade para ela. "É para as duas ao mesmo tempo". Ela se posicionou na minha frente e começou a enfiar até que sua xota encostou na minha, eu não conseguia dizer nem meia palavra, a única coisa que fazia era gemer e me esfregar para que o consolo se mexesse dentro de mim. O atrito da xota dela com a minha era tão forte que as duas conseguimos chegar a um grande orgasmo que nos deixou estendidas na cama por um bom tempo. Quando consegui me recuperar, tirei o consolo e me vesti. "Preciso ir, minhas amigas podem ficar preocupadas comigo", eu disse. "Bom, posso te ver outro dia?". "Claro que sim". Ela se levantou nua e me deu um beijo na boca. "você gostou de mim?", ela perguntou. "Sim, muito, tchau". Retribuí seu beijo e saí do quarto. Quando estava sozinha no corredor me senti culpada por ter feito amor com uma mulher, me perguntei se aquilo significava que eu era lésbica, só a ideia me assustava, pois eu sempre gostei de homens; mas por outro lado eu tinha gostado muito do que fiz. Enquanto esperava o elevador, chegaram dois caras, daqueles que ajudam com as malas no hotel, mas bem bonitos. Achei que seria um bom teste para resolver minhas dúvidas ter algo com eles, podia sentir os olhares deles no meu corpo, o que me excitava.
Quando o elevador parou, eles me deixaram passar primeiro dando uma pequena palmada na minha bunda, eu apenas sorri e entrei de novo e um de eles começaram a acariciar minhas nádegas por trás; eu não disse nada, apenas estiquei minha mão até o pênis dele para dar uma leve acariciada. Os três sorrimos. Um parou o elevador em outro andar, o que estava me acariciando pegou minha mão e me puxou para fora; os três nos dirigimos a um pequeno quarto onde guardavam as toalhas e os produtos de limpeza. Entramos rapidamente e enquanto um deles fechou a porta, o outro enfiou as mãos por baixo da minha saia para tirar minha calcinha e acariciar minha buceta. Ele percebeu que eu estava muito molhada, então me pegou pelo quadril, me virou e me abaixou para enfiá-lo por trás. O pau dele era muito grosso e comprido, acho que se não estivesse tão molhada teria me machucado, mas em vez disso senti uma delícia, ele me encheu toda. O outro cara ficou na minha frente sem saber o que fazer, então eu o puxei para perto, desabotoei a calça dele, tirei o pau para fora e enfiei na minha boca. O pênis dele foi ficando mais duro dentro da minha boca, enquanto por trás o amigo dele me comia cada vez mais forte. Eu me sentia meio safada por fazer aquilo, mas era tão gostoso. Depois de um tempo, as batidas do quadril dele contra minhas nádegas ficaram tão rápidas e fortes que entendi que ele ia gozar, então pedi para trocarem de posição. Sem dizer nada, eles trocaram de lugar e assim que enfiei na boca, comecei a chupar com muita força até ele gozar dentro da minha boca, a porra dele estava quente.
Ao mesmo tempo, o que estava me comendo por trás deu mais forte e começou a gozar, primeiro dentro de mim, mas depois tirou para terminar jorrando toda a porra nas minhas nádegas. "Por favor, antes que amoleça, enfia por trás de novo", disse excitada. Eles me deitaram em uma toalha de lado e um enfiou por trás e o outro pela vagina, eles eram tão grandes que mal conseguia me mexer, os dois enfiavam e puxavam com muita força até que tive um orgasmo tão intenso que os dois tiveram que tapar minha boca para os hóspedes não nos ouvirem. Assim que tudo acabou, me deitei de bruços para me acalmar e, quando levantei o olhar, me vi sozinha e minha calcinha estava ao lado com algumas notas. Tentei me levantar e pegar o dinheiro para devolver e dizer que não era esse tipo de mulher, mas minhas pernas ainda não respondiam por causa do orgasmo que tive. Tive que esperar um pouco para descansar enquanto limpava minha bunda da porra deles. Vestir minhas roupas e sair do hotel, os caras já tinham acabado o turno, então não pude vê-los. Ao chegar no meu quarto, minhas amigas estavam contando suas aventuras noturnas. Quando me viram, perguntaram como tinha sido. "Vocês nunca vão acreditar, só digo que foi uma noite única e ainda tenho dinheiro para repetir amanhã", respondi. Desde aquele dia, sempre nas minhas férias, viajo para Acapulco.COMENTAR NÃO CUSTA NADA!!! 😃
Resumo: A noite começava, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e ao chegar no quarto víssemos
Conteúdo: A noite começava, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e ao chegar no quarto víssemos a placa de "não perturbe" pendurada, significava que alguma de nós estava com alguém e teríamos que esperar terminar para entrar. Meu plano era encontrar um homem atraente, com um corpo bom, para passar a noite, meu corpo estava precisando. Eu tinha terminado com meu namorado fazia 4 meses e desde então a única coisa que eu tinha feito era me masturbar 2 ou 3 vezes nas noites, sozinha na minha cama. Mas naquela noite eu ia me vingar, então me vesti bem sexy, com uma minissaia xadrez vermelha, uma blusa preta semitransparente, sem sutiã e a calcinha branca menor que eu tinha, com renda. Na hora de decidir para onde ir dançar, nunca entramos em acordo, então nos separamos, eu fui para uma que tinha uma janela enorme por onde dava para ver a baía de Acapulco à noite. No começo da noite, alguns caras sem papo, chatos e bem feios me chamaram para dançar. Rapidinho eu disse que estava cansada para que me levassem de volta à mesa, enquanto a noite passava decidi que não dançaria com outro homem feio, então fiquei sentada um bom tempo.
Depois de mais ou menos uma hora sentada, eu quase estava pegando no sono e já passava pela minha cabeça a ideia de terminar a noite sozinha e me masturbando de novo no banheiro do quarto ou até no saguão do hotel, porque de repente o quarto estaria ocupado por alguma das minhas amigas. Só de pensar que alguma delas estaria com um homem musculoso e com um grande pau tendo uma noite incrível, começou a me excitar; de repente uma voz me acordou: "quer dançar?", era uma loira de olhos azuis, corpo muito gostoso, peitões, quadris redondos e umas pernas maravilhosas num vestidinho branco bem colado no corpo, o que a deixava espetacular. No começo fiquei tão desconcertada que não consegui responder nada. "Desculpa, te vejo entediada. quer dançar?" ... Por alguns segundos pensei, mas cheguei à conclusão de que era uma boa ideia. Os caras do lugar me veriam e eu não precisaria mais ficar na defensiva, além de me livrar de ficar pensando nas minhas amigas. "Sim, claro, por que não?", disse. Dançamos por um bom tempo, ela era uma ótima dançarina e em algumas músicas dance dançamos incrivelmente, nenhum homem tinha me conduzido tão bem numa dança, além disso ela fazia comentários sobre as pessoas que dançavam ao nosso redor que me faziam rir muito.
Claro que para fazer isso ela se colava muito em mim para falar no meu ouvido, no começo não dei importância mas aos poucos o atrito dos peitos dela começou a me excitar, o que me assustou um pouco. Como era possível que uma mulher estivesse me excitando?... No entanto, depois cheguei à conclusão de que ela era uma mulher muito gostosa e que me divertia muito, então fui deixando ela se aproximar cada vez mais e optei por aproveitar o momento sem preconceito, afinal eu tinha aceitado dançar com ela e podia ir embora quando quisesse. Depois de um tempo, quando a música ficou romântica e o lugar escureceu, minha intenção foi caminhar até a mesa; mas ela me pegou pela cintura com uma mão e com a outra pegou minha mão puxando-me suavemente para ela. Minha única reação foi colocar minha mão no ombro dela e ao seu lado, ela começou a se mover no ritmo da música e sem pensar mais eu a segui na dança. A balada foi nos aproximando mais, ela aproximou minha mão do peito dela e eu me colei mais nela; a ponta dos peitos dela tocava meu peito e as pernas dela roçavam as minhas. Numa reação que ainda não entendo por que tive, me aproximei e me encostei no ombro dela, nossos corpos se esfregavam tanto que mal conseguíamos nos mexer e era tão excitante que comecei a ficar molhada entre as pernas. Pouco depois, ela sugeriu que fôssemos retocar a maquiagem no banheiro e, depois de pegar a bolsa dela e a minha, seguimos para o banheiro. Quando entramos, havia mais 5 garotas, para se olhar no espelho ela teve que ficar atrás de mim e, como era um pouco mais alta, não teve problema nenhum.
Finalmente ficamos sozinhas no banheiro, ela continuava atrás de mim, eu estava concentrada em corrigir meu delineador quando comecei a sentir o corpo dela roçar no meu pelas costas, sua mão começou a acariciar minhas pernas bem de leve; eu fiquei imóvel, não sabia o que fazer, ela se aproximou mais por trás, eu conseguia sentir os seios dela tocando minhas costas. Com a outra mão ela acariciava meus peitos pequenos e meus mamilos começaram a endurecer, aquilo me excitava muito, a mão que tocava minhas pernas começou a subir até entrar por baixo da minha saia e, aproveitando que minha calcinha era bem pequena, conseguiu enfiá-la entre minhas pernas e acariciar meu clitóris. Tentei me virar e reclamar, mas a única coisa que saiu da minha boca foi um gemido pela forma como ela tocava meus seios e minha virilha e, antes que eu pudesse dizer alguma palavra, seus lábios beijaram os meus, foi um toque leve, sua língua lambeu minha boca e, antes que o beijo pudesse se aprofundar, ouvimos alguém entrando no banheiro. Rapidamente, ela tirou a mão de baixo da minha saia. "Vamos voltar a dançar", ela disse, com a intenção de que as que entravam ouvissem. "Claro, um segundo que vou guardar minhas coisas". Coloquei tudo na minha bolsa, bem devagar porque estava tão excitada que mal conseguia andar. Quando me acalmei um pouco, caminhei até a porta, ela me pegou pelo braço e se aproximou do meu ouvido: "Se quiser, a gente vai pra algum lugar onde possamos ficar sozinhas" me disse com cara de santinha. travessa. Eu estava tão excitada que, com certeza, só de me tocar um pouco mais, eu poderia gozar. "Sim, vamos aonde você quiser". Ela me disse: "que tal meu quarto de hotel?".
"Claro, deixa eu pagar a conta e a gente vai". Fomos para nossas mesas, eu para pagar a conta e ela para avisar as amigas com quem tinha vindo que ia embora. Por alguns segundos pensei que estava louca... Como é que eu pensava em ir com uma mulher para o quarto dela para ficarmos a sós? Mas eu estava tão com tesão, e as outras opções eram me tocar sozinha ou procurar qualquer homem para me satisfazer, e naquele momento ambas me pareceram horríveis. Paguei rápido e fui para a porta, onde ela já estava pronta com um táxi. Não demoramos muito para chegar ao hotel; ao entrar no quarto, me senti um pouco assustada, mas ela era muito gentil comigo. "Vem, senta na cama. Tá? Não se preocupa, vou te tratar como uma rainha". Ela se aproximou de mim e me deu um beijo suave, seguido por outros mais profundos enquanto desabotoava minha blusa para acariciar meus seios. Como via que eu não me mexia, ela tirou o vestido e me deitou na cama. Antes que eu percebesse, estava sem roupa; ela beijava todo o meu corpo; meus mamilos estavam duríssimos. Ela foi abrindo minhas pernas, eu fechei os olhos para sentir todas as suas carícias. Ela beijou meu pescoço, meu busto, e ao chegar no meu clitóris, eu estava prestes a ter um orgasmo.
Sua língua acariciava meu clitóris e depois começou a brincar com meu ânus. Nunca ninguém tinha me tocado ali, porque eu achava que era horrível, mas na verdade era excitante. Antes que eu pudesse pensar em outra coisa, o clímax foi tanto que tive um orgasmo; ela levantou a cabeça para sorrir para mim. "Isso, minha vida, isso, aproveita", ela disse enquanto eu gemía de prazer. Quando me acalmei um pouco, ela se deitou de pernas abertas ao meu lado, então imaginei que o que ela queria era que eu beijasse seu clitóris. Então, coloquei minha cabeça entre suas pernas e a acariciei com minha língua; primeiro pensei que sentiria muito nojo, mas quando ela começou a reclamar e ficar molhada me deixou tão excitada que fiz ela gozar tão gostoso que fiquei com um pouco de inveja, já que eu ainda estava muito excitada. Com uma das mãos ela pegou minha cabeça para que eu não conseguisse tirar minha boca do seu clitóris, com a outra abriu a gaveta da mesa de cabeceira e tirou um consolo bem grande. "Olha o que eu tenho para você, tenho certeza que vai gostar, vem deitar aqui e abre as pernas".
Quando assumi minha posição, ela foi enfiando na minha buceta, era incrível, tinha a grossura perfeita e eu enfiei até o fundo; me sentia toda preenchida por aquilo, quando olhei bem eu tinha metade dentro e ainda sobrava outra metade para ela. "É para as duas ao mesmo tempo". Ela se posicionou na minha frente e começou a enfiar até que sua xota encostou na minha, eu não conseguia dizer nem meia palavra, a única coisa que fazia era gemer e me esfregar para que o consolo se mexesse dentro de mim. O atrito da xota dela com a minha era tão forte que as duas conseguimos chegar a um grande orgasmo que nos deixou estendidas na cama por um bom tempo. Quando consegui me recuperar, tirei o consolo e me vesti. "Preciso ir, minhas amigas podem ficar preocupadas comigo", eu disse. "Bom, posso te ver outro dia?". "Claro que sim". Ela se levantou nua e me deu um beijo na boca. "você gostou de mim?", ela perguntou. "Sim, muito, tchau". Retribuí seu beijo e saí do quarto. Quando estava sozinha no corredor me senti culpada por ter feito amor com uma mulher, me perguntei se aquilo significava que eu era lésbica, só a ideia me assustava, pois eu sempre gostei de homens; mas por outro lado eu tinha gostado muito do que fiz. Enquanto esperava o elevador, chegaram dois caras, daqueles que ajudam com as malas no hotel, mas bem bonitos. Achei que seria um bom teste para resolver minhas dúvidas ter algo com eles, podia sentir os olhares deles no meu corpo, o que me excitava.
Quando o elevador parou, eles me deixaram passar primeiro dando uma pequena palmada na minha bunda, eu apenas sorri e entrei de novo e um de eles começaram a acariciar minhas nádegas por trás; eu não disse nada, apenas estiquei minha mão até o pênis dele para dar uma leve acariciada. Os três sorrimos. Um parou o elevador em outro andar, o que estava me acariciando pegou minha mão e me puxou para fora; os três nos dirigimos a um pequeno quarto onde guardavam as toalhas e os produtos de limpeza. Entramos rapidamente e enquanto um deles fechou a porta, o outro enfiou as mãos por baixo da minha saia para tirar minha calcinha e acariciar minha buceta. Ele percebeu que eu estava muito molhada, então me pegou pelo quadril, me virou e me abaixou para enfiá-lo por trás. O pau dele era muito grosso e comprido, acho que se não estivesse tão molhada teria me machucado, mas em vez disso senti uma delícia, ele me encheu toda. O outro cara ficou na minha frente sem saber o que fazer, então eu o puxei para perto, desabotoei a calça dele, tirei o pau para fora e enfiei na minha boca. O pênis dele foi ficando mais duro dentro da minha boca, enquanto por trás o amigo dele me comia cada vez mais forte. Eu me sentia meio safada por fazer aquilo, mas era tão gostoso. Depois de um tempo, as batidas do quadril dele contra minhas nádegas ficaram tão rápidas e fortes que entendi que ele ia gozar, então pedi para trocarem de posição. Sem dizer nada, eles trocaram de lugar e assim que enfiei na boca, comecei a chupar com muita força até ele gozar dentro da minha boca, a porra dele estava quente.
Ao mesmo tempo, o que estava me comendo por trás deu mais forte e começou a gozar, primeiro dentro de mim, mas depois tirou para terminar jorrando toda a porra nas minhas nádegas. "Por favor, antes que amoleça, enfia por trás de novo", disse excitada. Eles me deitaram em uma toalha de lado e um enfiou por trás e o outro pela vagina, eles eram tão grandes que mal conseguia me mexer, os dois enfiavam e puxavam com muita força até que tive um orgasmo tão intenso que os dois tiveram que tapar minha boca para os hóspedes não nos ouvirem. Assim que tudo acabou, me deitei de bruços para me acalmar e, quando levantei o olhar, me vi sozinha e minha calcinha estava ao lado com algumas notas. Tentei me levantar e pegar o dinheiro para devolver e dizer que não era esse tipo de mulher, mas minhas pernas ainda não respondiam por causa do orgasmo que tive. Tive que esperar um pouco para descansar enquanto limpava minha bunda da porra deles. Vestir minhas roupas e sair do hotel, os caras já tinham acabado o turno, então não pude vê-los. Ao chegar no meu quarto, minhas amigas estavam contando suas aventuras noturnas. Quando me viram, perguntaram como tinha sido. "Vocês nunca vão acreditar, só digo que foi uma noite única e ainda tenho dinheiro para repetir amanhã", respondi. Desde aquele dia, sempre nas minhas férias, viajo para Acapulco.COMENTAR NÃO CUSTA NADA!!! 😃
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