Autor: Mistrero
Resumo: A noite estava começando, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e, ao chegar no quarto, visse pendurada a placa de "não perturbe", significava que alguma de nós estava com alguém e teríamos que esperar terminar pra entrar. Meu plano era encontrar um homem atraente, de corpo bom, pra passar a noite — meu corpo precisava disso. Eu tinha terminado com meu namorado há 4 meses e, desde então, a única coisa que fiz foi me masturbar 2 ou 3 vezes por noite, sozinha na minha cama. Mas naquela noite eu ia me vingar, então me vesti bem sexy: uma minissaia xadrez vermelha, uma blusa preta semi-transparente, sem sutiã, e a calcinha branca mais pequena que tinha, de renda. Na hora de decidir onde ir dançar, nunca entramos em acordo, então nos separamos. Eu fui pra uma que tinha um vitral enorme, de onde dava pra ver a baía de Acapulco à noite. No começo da noite, me tiraram pra dançar uns caras sem papo, chatos e bem feios. Rapidinho falei que tava cansada pra eles me levarem de volta à mesa. Enquanto a noite passava, decidi que não dançaria com outro homem feio, então fiquei sentada um bom tempo.
Umas uma hora depois de sentada, quase tava dormindo e já passava pela minha cabeça a ideia de terminar a noite sozinha e me masturbar de novo no banheiro do quarto ou até no lobby do hotel, porque de repente o quarto estaria ocupado por alguma das minhas amigas. Só de pensar que alguma delas estaria com um homem musculoso e com um pau Um baita membro, tendo uma noite incrível, começou a me excitar; de repente, uma voz me despertou: "Quer dançar?" Era uma loira de olhos azuis, corpo muito gostoso, peitões, quadris redondos e umas pernas de arrasar num minivestido branco bem colado no corpo, o que a fazia parecer espetacular. No começo, fiquei tão desconcertada que não consegui responder nada. "Desculpa, te vi entediada. Quer dançar?" ... Por alguns segundos, pensei, mas cheguei à conclusão de que era uma boa ideia. Os caras do lugar me veriam e eu não precisaria mais ficar na defensiva, além disso, me livraria de ficar pensando nas minhas amigas. "Sim, claro, por que não?", falei. Dançamos por um bom tempo, ela era uma baita dançarina e em algumas músicas dance dançamos incrível, nenhum homem tinha me conduzido tão bem numa dança. Além disso, ela fazia comentários sobre as pessoas dançando ao nosso redor que me faziam rir pra caralho.
Claro que, pra fazer isso, ela se grudava em mim pra falar no meu ouvido. No começo, não liguei, mas aos poucos o roçar dos peitos dela começou a me excitar, o que me assustou um pouco. Como era possível que eu estivesse ficando excitada por uma mulher?... No entanto, depois concluí que ela era uma mulher muito linda e que eu me divertia pra cacete, então fui deixando que ela se aproximasse cada vez mais e optei por aproveitar o momento sem nenhum preconceito. Afinal, eu aceitei dançar com ela e podia ir embora quando quisesse. Depois de um tempo, quando a música ficou romântica e o lugar escureceu, minha intenção foi andar até a mesa; mas ela me pegou pela cintura com uma mão e com a outra segurou minha mão, puxando-me suavemente para perto dela. Minha única reação foi colocar minha mão no ombro dela e, ao lado dela, comecei a me mover no ritmo da música e, sem pensar mais, a segui na dança. A balada foi nos juntando mais, ela aproximou minha mão do peito dela e eu me grudei mais nela; as pontas dos peitos dela tocavam meu peito e as pernas dela roçavam as minhas. minhas. Numa reação que até hoje não entendo por que fiz, me aproximei pra me apoiar no ombro dela, nossos corpos se roçavam tanto que quase não conseguíamos nos mexer e era tão excitante que comecei a me sentir molhada entre as pernas. Pouco depois, ela sugeriu que fôssemos retocar a maquiagem no banheiro e, depois de pegar a bolsa dela e a minha, fomos pro banheiro. Quando entramos, tinha umas 5 minas a mais; pra se ver no espelho, ela teve que ficar atrás de mim e, como era um pouco mais alta, não tinha problema nenhum.
No fim, ficamos sozinhas no banheiro, ela ainda atrás de mim, eu toda concentrada em arrumar o delineador quando comecei a sentir o corpo dela roçar o meu por trás, a mão dela começou a acariciar minhas pernas bem de leve; eu fiquei imóvel, não sabia o que fazer, ela se aproximou mais por trás, eu podia sentir os peitos dela tocando minhas costas. Com a outra mão, ela acariciava meus peitinhos pequenos e meus mamilos começaram a endurecer, a parada me excitava pra caralho, a mão que tocava minhas pernas começou a subir até enfiar por baixo da minha saia e, aproveitando que minha calcinha era bem pequena, conseguiu meter a mão entre minhas pernas e acariciar meu clitóris. Quis me virar e reclamar, mas a única coisa que saiu da minha boca foi um gemido por causa do jeito que ela tocava meus peitos e minha virilha, e antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, os lábios dela beijaram os meus, foi um toque leve, a língua dela acariciou minha boca e, antes que o beijo pudesse ficar mais profundo, ouvimos alguém entrar no banheiro. Rapidão, ela tirou a mão de debaixo da minha saia. "Vamos continuar dançando", ela disse, na intenção de que as que entravam ouvissem. "Claro, só um segundo, vou guardar minhas coisas." Coloquei tudo na bolsa, bem devagar, porque eu tava tão excitada que mal conseguia andar. Quando me acalmei um pouco, caminhei até a porta, ela me pegou pelo braço e se aproximou do meu ouvido: "Se você quiser, a gente vai pra algum lugar onde possa ficar a sós", ela disse com cara de menina. Travessa. Eu estava tão excitada que, com só me roçar um pouquinho mais, eu podia gozar. "Sim, vamos pra onde você quiser". Ela me disse: "Que tal meu quarto de hotel?"
"Claro, deixa eu pagar a conta e a gente vai". Fomos pras nossas mesas, eu pagar a conta e ela avisar as amigas com quem veio que ia embora. Por uns segundos pensei que tava louca... Como é que eu tava pensando em ir com uma mulher pro quarto dela pra ficar a sós? Mas eu tava tão no fogo e as outras opções eram bater uma sozinha ou procurar qualquer homem pra me satisfazer, e naquele momento as duas me pareceram horríveis. Paguei rápido e fui pra porta, onde ela já tava pronta com um táxi. Não demoramos muito pra chegar no hotel; ao entrar no quarto, me senti meio assustada, mas ela era muito gentil comigo: "Vem, senta na cama. Tá? Não se preocupa que vou te tratar como uma rainha". Ela chegou perto de mim e me deu um beijo suave, seguido por outros mais profundos enquanto desabotoava minha blusa pra acariciar meus peitos. Como viu que eu não me mexia, ela tirou o vestido e me deitou na cama; antes que eu percebesse, tava sem roupa, beijando meu corpo todo; meus bicos estavam duríssimos. Ela foi abrindo minhas pernas, eu fechei os olhos pra sentir todos os carinhos dela, me beijou o pescoço, os seios, e quando chegou no meu clitóris, eu já tava prestes a ter um orgasmo.
A língua dela acariciava meu clitóris e aí começou a brincar com meu cu, ninguém nunca tinha me tocado ali, porque eu achava que era nojento, mas na verdade era excitante. Antes que eu pudesse pensar em outra coisa, o clímax foi tanto que eu gozei; ela levantou a cabeça pra sorrir pra mim: "Isso, minha vida, isso, aproveita", disse enquanto eu gemia de prazer. Quando me acalmei um pouco, ela se deitou de pernas abertas do meu lado, então imaginei que o que ela queria era que eu beijasse o clitóris dela, então coloquei minha cabeça entre as pernas dela e acariciei com minha língua; primeiro pensei que ia sentir muito nojo, mas quando ela começou a Reclamar e ficar molhadinha... Gostei tanto que fiz ela gozar, tão gostoso que me deu uma certa inveja, já que eu continuava muito excitada. Com uma das mãos, ela segurou minha cabeça para que eu não conseguisse tirar minha boca do clitóris dela; com a outra, abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um vibrador bem grande. "Olha o que tenho pra você, tenho certeza que vai gostar. Vem, deita aqui e abre as pernas."
Quando me posicionei, ela foi enfiando na minha buceta, era incrível, tinha a grossura exata e eu meti até o fundo; me senti toda preenchida por aquilo. Quando olhei direito, eu tinha metido metade e ainda sobrava a outra parte pra ela. "É pra nós duas ao mesmo tempo." Ela se colocou na minha frente e começou a enfiar até a boceta dela encostar na minha. Eu não conseguia dizer nem meia palavra, só fazia gemer e me remexer pra fazer o vibrador se mover dentro de mim. O roçar da boceta dela com a minha era tão forte que as duas gozamos num orgasmo enorme que nos deixou largadas na cama por um bom tempo. Quando consegui me recuperar, tirei o vibrador e me vesti. "Preciso ir, minhas amigas podem ficar preocupadas comigo", falei. "Tudo bem, posso te ver outro dia?" "Claro que sim." Ela se levantou nua e me deu um beijo na boca. "Gostou de mim?", perguntou. "Sim, pra caralho, tchau." Retribuí o beijo e saí do quarto. Quando estava sozinha no corredor, me senti culpada por ter transado com uma mulher; fiquei me perguntando se aquilo significava que eu era lésbica, só a ideia me assustava, porque sempre gostei de homens; mas, por outro lado, tinha adorado o que fiz. Enquanto esperava o elevador, chegaram dois caras, daqueles que ajudavam com as malas no hotel, mas bem bonitos. Achei que seria uma boa prova pra resolver minhas dúvidas ter algo com eles; podia sentir os olhares deles no meu corpo, o que me excitava.
Quando o elevador parou, me deixaram passar primeiro, dando um tapinha na minha bunda. Eu só sorri pra eles e entrei de novo, e um deles... Eles começaram a acariciar minha bunda por trás; eu não dizia nada, só estiquei a mão pro pau deles pra dar uma leve carícia. Nós três sorrimos. Um parou o elevador em outro andar, o que tava me acariciando me pegou pela mão e me puxou pra fora; nós três fomos pra um quartinho onde guardavam as toalhas e os produtos de limpeza. Entramos rápido e, enquanto um fechou a porta, o outro enfiou a mão por baixo da minha saia pra tirar minha calcinha e acariciar minha buceta. Ele percebeu que eu tava muito molhada, então me segurou pela cintura, me virou e me abaixou pra meter por trás. O pau dele era muito grosso e comprido, acho que se não fosse por eu estar tão molhada, teria machucado, mas em vez disso, foi uma delícia, me preenchia toda. O outro cara ficou na minha frente sem saber o que fazer, então puxei ele pra perto, desabotoei a calça dele, tirei e meti na minha boca. O pau dele foi ficando mais duro dentro da minha boca, enquanto por trás o amigo dele me comia cada vez mais forte. Eu me sentia meio safada por fazer aquilo, mas era tão gostoso. Depois de um tempo, as batidas da cintura dele na minha bunda ficaram tão rápidas e fortes que entendi que ele ia gozar, então pedi pra trocarem de posição. Sem dizer nada, eles trocaram de lugar e, assim que meteram, comecei a chupar com força até ele gozar dentro da minha boca, o leite dele era quente.
Ao mesmo tempo, o que tava metendo por trás me comeu mais forte e começou a gozar, primeiro dentro de mim, mas depois tirou pra terminar esporrando tudo na minha bunda. "Por favor, antes de amolecer, mete de novo por trás", falei toda excitada. Eles me deitaram de lado numa toalha e um meteu por trás e o outro na buceta, eram tão grandes que mal conseguia me mexer, os dois metiam e tiravam com muita força até eu ter um orgasmo tão forte que os dois tiveram que tampar minha boca pra os hóspedes não ouvirem. Assim que tudo acabou, me deitei de bruços pra me acalmar e quando levantei o olhar, tava sozinha e minha calcinha tava do lado com umas notas. Tentei me levantar pra pegar elas e devolver o dinheiro, falando que eu não era desse tipo de mulher, mas minhas pernas ainda não obedeciam por causa do orgasmo que eu tinha tido. Tive que esperar um tempinho pra descansar enquanto limpava a bunda da porra deles. Me vesti e saí do hotel, os caras já tinham terminado o turno, então não consegui ver eles. Quando cheguei no meu quarto, minhas amigas tavam se contando as aventuras da noite. Quando me viram, perguntaram como tinha sido. "Nunca vão acreditar, só digo que foi uma noite única e ainda tenho grana pra repetir amanhã", respondi. Desde aquele dia, sempre nas minhas férias vou pra Acapulco.COMENTAR NÃO CUSTA NADA!!! 😃
Resumo: A noite estava começando, era a primeira vez que eu viajava para Acapulco com minhas amigas, sem os pais, eu tinha 17 anos e era a mais nova de todas; o plano era ir dançar e ver o que a gente conseguia pegar. Combinamos que, se nos separássemos e, ao chegar no quarto, visse pendurada a placa de "não perturbe", significava que alguma de nós estava com alguém e teríamos que esperar terminar pra entrar. Meu plano era encontrar um homem atraente, de corpo bom, pra passar a noite — meu corpo precisava disso. Eu tinha terminado com meu namorado há 4 meses e, desde então, a única coisa que fiz foi me masturbar 2 ou 3 vezes por noite, sozinha na minha cama. Mas naquela noite eu ia me vingar, então me vesti bem sexy: uma minissaia xadrez vermelha, uma blusa preta semi-transparente, sem sutiã, e a calcinha branca mais pequena que tinha, de renda. Na hora de decidir onde ir dançar, nunca entramos em acordo, então nos separamos. Eu fui pra uma que tinha um vitral enorme, de onde dava pra ver a baía de Acapulco à noite. No começo da noite, me tiraram pra dançar uns caras sem papo, chatos e bem feios. Rapidinho falei que tava cansada pra eles me levarem de volta à mesa. Enquanto a noite passava, decidi que não dançaria com outro homem feio, então fiquei sentada um bom tempo.
Umas uma hora depois de sentada, quase tava dormindo e já passava pela minha cabeça a ideia de terminar a noite sozinha e me masturbar de novo no banheiro do quarto ou até no lobby do hotel, porque de repente o quarto estaria ocupado por alguma das minhas amigas. Só de pensar que alguma delas estaria com um homem musculoso e com um pau Um baita membro, tendo uma noite incrível, começou a me excitar; de repente, uma voz me despertou: "Quer dançar?" Era uma loira de olhos azuis, corpo muito gostoso, peitões, quadris redondos e umas pernas de arrasar num minivestido branco bem colado no corpo, o que a fazia parecer espetacular. No começo, fiquei tão desconcertada que não consegui responder nada. "Desculpa, te vi entediada. Quer dançar?" ... Por alguns segundos, pensei, mas cheguei à conclusão de que era uma boa ideia. Os caras do lugar me veriam e eu não precisaria mais ficar na defensiva, além disso, me livraria de ficar pensando nas minhas amigas. "Sim, claro, por que não?", falei. Dançamos por um bom tempo, ela era uma baita dançarina e em algumas músicas dance dançamos incrível, nenhum homem tinha me conduzido tão bem numa dança. Além disso, ela fazia comentários sobre as pessoas dançando ao nosso redor que me faziam rir pra caralho.
Claro que, pra fazer isso, ela se grudava em mim pra falar no meu ouvido. No começo, não liguei, mas aos poucos o roçar dos peitos dela começou a me excitar, o que me assustou um pouco. Como era possível que eu estivesse ficando excitada por uma mulher?... No entanto, depois concluí que ela era uma mulher muito linda e que eu me divertia pra cacete, então fui deixando que ela se aproximasse cada vez mais e optei por aproveitar o momento sem nenhum preconceito. Afinal, eu aceitei dançar com ela e podia ir embora quando quisesse. Depois de um tempo, quando a música ficou romântica e o lugar escureceu, minha intenção foi andar até a mesa; mas ela me pegou pela cintura com uma mão e com a outra segurou minha mão, puxando-me suavemente para perto dela. Minha única reação foi colocar minha mão no ombro dela e, ao lado dela, comecei a me mover no ritmo da música e, sem pensar mais, a segui na dança. A balada foi nos juntando mais, ela aproximou minha mão do peito dela e eu me grudei mais nela; as pontas dos peitos dela tocavam meu peito e as pernas dela roçavam as minhas. minhas. Numa reação que até hoje não entendo por que fiz, me aproximei pra me apoiar no ombro dela, nossos corpos se roçavam tanto que quase não conseguíamos nos mexer e era tão excitante que comecei a me sentir molhada entre as pernas. Pouco depois, ela sugeriu que fôssemos retocar a maquiagem no banheiro e, depois de pegar a bolsa dela e a minha, fomos pro banheiro. Quando entramos, tinha umas 5 minas a mais; pra se ver no espelho, ela teve que ficar atrás de mim e, como era um pouco mais alta, não tinha problema nenhum.
No fim, ficamos sozinhas no banheiro, ela ainda atrás de mim, eu toda concentrada em arrumar o delineador quando comecei a sentir o corpo dela roçar o meu por trás, a mão dela começou a acariciar minhas pernas bem de leve; eu fiquei imóvel, não sabia o que fazer, ela se aproximou mais por trás, eu podia sentir os peitos dela tocando minhas costas. Com a outra mão, ela acariciava meus peitinhos pequenos e meus mamilos começaram a endurecer, a parada me excitava pra caralho, a mão que tocava minhas pernas começou a subir até enfiar por baixo da minha saia e, aproveitando que minha calcinha era bem pequena, conseguiu meter a mão entre minhas pernas e acariciar meu clitóris. Quis me virar e reclamar, mas a única coisa que saiu da minha boca foi um gemido por causa do jeito que ela tocava meus peitos e minha virilha, e antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, os lábios dela beijaram os meus, foi um toque leve, a língua dela acariciou minha boca e, antes que o beijo pudesse ficar mais profundo, ouvimos alguém entrar no banheiro. Rapidão, ela tirou a mão de debaixo da minha saia. "Vamos continuar dançando", ela disse, na intenção de que as que entravam ouvissem. "Claro, só um segundo, vou guardar minhas coisas." Coloquei tudo na bolsa, bem devagar, porque eu tava tão excitada que mal conseguia andar. Quando me acalmei um pouco, caminhei até a porta, ela me pegou pelo braço e se aproximou do meu ouvido: "Se você quiser, a gente vai pra algum lugar onde possa ficar a sós", ela disse com cara de menina. Travessa. Eu estava tão excitada que, com só me roçar um pouquinho mais, eu podia gozar. "Sim, vamos pra onde você quiser". Ela me disse: "Que tal meu quarto de hotel?"
"Claro, deixa eu pagar a conta e a gente vai". Fomos pras nossas mesas, eu pagar a conta e ela avisar as amigas com quem veio que ia embora. Por uns segundos pensei que tava louca... Como é que eu tava pensando em ir com uma mulher pro quarto dela pra ficar a sós? Mas eu tava tão no fogo e as outras opções eram bater uma sozinha ou procurar qualquer homem pra me satisfazer, e naquele momento as duas me pareceram horríveis. Paguei rápido e fui pra porta, onde ela já tava pronta com um táxi. Não demoramos muito pra chegar no hotel; ao entrar no quarto, me senti meio assustada, mas ela era muito gentil comigo: "Vem, senta na cama. Tá? Não se preocupa que vou te tratar como uma rainha". Ela chegou perto de mim e me deu um beijo suave, seguido por outros mais profundos enquanto desabotoava minha blusa pra acariciar meus peitos. Como viu que eu não me mexia, ela tirou o vestido e me deitou na cama; antes que eu percebesse, tava sem roupa, beijando meu corpo todo; meus bicos estavam duríssimos. Ela foi abrindo minhas pernas, eu fechei os olhos pra sentir todos os carinhos dela, me beijou o pescoço, os seios, e quando chegou no meu clitóris, eu já tava prestes a ter um orgasmo.
A língua dela acariciava meu clitóris e aí começou a brincar com meu cu, ninguém nunca tinha me tocado ali, porque eu achava que era nojento, mas na verdade era excitante. Antes que eu pudesse pensar em outra coisa, o clímax foi tanto que eu gozei; ela levantou a cabeça pra sorrir pra mim: "Isso, minha vida, isso, aproveita", disse enquanto eu gemia de prazer. Quando me acalmei um pouco, ela se deitou de pernas abertas do meu lado, então imaginei que o que ela queria era que eu beijasse o clitóris dela, então coloquei minha cabeça entre as pernas dela e acariciei com minha língua; primeiro pensei que ia sentir muito nojo, mas quando ela começou a Reclamar e ficar molhadinha... Gostei tanto que fiz ela gozar, tão gostoso que me deu uma certa inveja, já que eu continuava muito excitada. Com uma das mãos, ela segurou minha cabeça para que eu não conseguisse tirar minha boca do clitóris dela; com a outra, abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um vibrador bem grande. "Olha o que tenho pra você, tenho certeza que vai gostar. Vem, deita aqui e abre as pernas."
Quando me posicionei, ela foi enfiando na minha buceta, era incrível, tinha a grossura exata e eu meti até o fundo; me senti toda preenchida por aquilo. Quando olhei direito, eu tinha metido metade e ainda sobrava a outra parte pra ela. "É pra nós duas ao mesmo tempo." Ela se colocou na minha frente e começou a enfiar até a boceta dela encostar na minha. Eu não conseguia dizer nem meia palavra, só fazia gemer e me remexer pra fazer o vibrador se mover dentro de mim. O roçar da boceta dela com a minha era tão forte que as duas gozamos num orgasmo enorme que nos deixou largadas na cama por um bom tempo. Quando consegui me recuperar, tirei o vibrador e me vesti. "Preciso ir, minhas amigas podem ficar preocupadas comigo", falei. "Tudo bem, posso te ver outro dia?" "Claro que sim." Ela se levantou nua e me deu um beijo na boca. "Gostou de mim?", perguntou. "Sim, pra caralho, tchau." Retribuí o beijo e saí do quarto. Quando estava sozinha no corredor, me senti culpada por ter transado com uma mulher; fiquei me perguntando se aquilo significava que eu era lésbica, só a ideia me assustava, porque sempre gostei de homens; mas, por outro lado, tinha adorado o que fiz. Enquanto esperava o elevador, chegaram dois caras, daqueles que ajudavam com as malas no hotel, mas bem bonitos. Achei que seria uma boa prova pra resolver minhas dúvidas ter algo com eles; podia sentir os olhares deles no meu corpo, o que me excitava.
Quando o elevador parou, me deixaram passar primeiro, dando um tapinha na minha bunda. Eu só sorri pra eles e entrei de novo, e um deles... Eles começaram a acariciar minha bunda por trás; eu não dizia nada, só estiquei a mão pro pau deles pra dar uma leve carícia. Nós três sorrimos. Um parou o elevador em outro andar, o que tava me acariciando me pegou pela mão e me puxou pra fora; nós três fomos pra um quartinho onde guardavam as toalhas e os produtos de limpeza. Entramos rápido e, enquanto um fechou a porta, o outro enfiou a mão por baixo da minha saia pra tirar minha calcinha e acariciar minha buceta. Ele percebeu que eu tava muito molhada, então me segurou pela cintura, me virou e me abaixou pra meter por trás. O pau dele era muito grosso e comprido, acho que se não fosse por eu estar tão molhada, teria machucado, mas em vez disso, foi uma delícia, me preenchia toda. O outro cara ficou na minha frente sem saber o que fazer, então puxei ele pra perto, desabotoei a calça dele, tirei e meti na minha boca. O pau dele foi ficando mais duro dentro da minha boca, enquanto por trás o amigo dele me comia cada vez mais forte. Eu me sentia meio safada por fazer aquilo, mas era tão gostoso. Depois de um tempo, as batidas da cintura dele na minha bunda ficaram tão rápidas e fortes que entendi que ele ia gozar, então pedi pra trocarem de posição. Sem dizer nada, eles trocaram de lugar e, assim que meteram, comecei a chupar com força até ele gozar dentro da minha boca, o leite dele era quente.
Ao mesmo tempo, o que tava metendo por trás me comeu mais forte e começou a gozar, primeiro dentro de mim, mas depois tirou pra terminar esporrando tudo na minha bunda. "Por favor, antes de amolecer, mete de novo por trás", falei toda excitada. Eles me deitaram de lado numa toalha e um meteu por trás e o outro na buceta, eram tão grandes que mal conseguia me mexer, os dois metiam e tiravam com muita força até eu ter um orgasmo tão forte que os dois tiveram que tampar minha boca pra os hóspedes não ouvirem. Assim que tudo acabou, me deitei de bruços pra me acalmar e quando levantei o olhar, tava sozinha e minha calcinha tava do lado com umas notas. Tentei me levantar pra pegar elas e devolver o dinheiro, falando que eu não era desse tipo de mulher, mas minhas pernas ainda não obedeciam por causa do orgasmo que eu tinha tido. Tive que esperar um tempinho pra descansar enquanto limpava a bunda da porra deles. Me vesti e saí do hotel, os caras já tinham terminado o turno, então não consegui ver eles. Quando cheguei no meu quarto, minhas amigas tavam se contando as aventuras da noite. Quando me viram, perguntaram como tinha sido. "Nunca vão acreditar, só digo que foi uma noite única e ainda tenho grana pra repetir amanhã", respondi. Desde aquele dia, sempre nas minhas férias vou pra Acapulco.COMENTAR NÃO CUSTA NADA!!! 😃
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