Faz um ano e meio que não tenho encontros carnais com a Jenny. A última vez que a gente transou foi incrível. Ela tava passando por uma fase ruim no amor e veio correndo pro amigo de sempre pra curar as mágoas. Eu, sem perder tempo, emprestei meu ombro e outras coisinhas mais pra ela superar a fossa.
Depois de uma jarra de vinho, começou a arte da sedução. A gente tava na balada, e protegido pela luz fraca do lugar, minhas mãos entraram em ação. Debaixo da mesa onde a gente tava, comecei a procurar os pontos fracos dela. Fui puxando a calcinha dela pela coxa, devagarzinho, tirando aquele obstáculo do meio das pernas dela. Meus dedos foram ganhando terreno, se infiltrando na caverna proibida dela, que já começava a ficar molhadinha, toda excitada.
Quando minha mão já tava numa posição boa e não tinha nenhum casal olhando, comecei a agitar meus dedos na buceta dela. Ela soltou um grito e um gemido baixinho. Tava completamente excitada, e ela partiu pra cima, violenta, tentando arrancar minhas calças e pegar aquele volume que já tava aparecendo por baixo do meu jeans. Como minha acompanhante já tava super a fim, foi fácil convencê-la a ir pra um motel. Ela topou na hora, toda gostosa.
Chegamos no quarto e, mal a gente entrou, ela já abaixou a boca e foi direto na minha virilha. Não se aguentou, puxou o zíper e lá estava meu pau, todo duro, esperando aquele gesto de desejo da Jenny. Ela pegou ele e começou a chupar com força, me dando uns espasmos de prazer e uns gritos de dor ao mesmo tempo. Depois de uns 10 minutos de muito boquete da parte dela, me recuperei e peguei aquele par de peitões enormes. Agarrei com cuidado e levei até minha boca, apertando e chupando. Minha boca não parava um segundo, chupando e chupando aqueles bicos que tavam mais duros que mármore. Enquanto isso, minha mão já começava a brincar com a buceta dela. a qual estava molhada e gostosa, meus dedos entravam sem nenhuma dificuldade e os suspiros e gemidos da Jenny enchiam o quarto. Depois de provocar o primeiro orgasmo dela, virei ela e coloquei de costas contra mim e me concentrei em dar prazer ao cu apertado dela, que sempre foi minha delícia, por eu ser o padrinho daquela abertura estreita, e que precisa de cuidado e dedicação para ficar pronta pra receber visitas.
Minha língua não parou de lubrificar aquele buraquinho, e cada lambida naquele cu apertado era respondida com uma arqueada de prazer e dor controlada, meus dedos se apossaram daquela cavidade e comecei a introduzir um dedo e comecei a brincar, movendo de um lado pro outro e tentando alargar aquele cu apertado. Quase 20 minutos de dor e suspiros a Jenny aguentou até que achei conveniente tirar meus 2 dedos do cu em questão. Parece que a Jenny já tava preparada pra receber meu pau dentro do cu dela e aí meti sem nenhum cuidado, a dor da Jenny ficou evidente, mas era respondida com aquela expressão que a gente gosta de ouvir... "Maaaais Maaaais", e o vai e vem dos meus movimentos de quadril não parava, pelo contrário, eu investia e investia mais forte. Depois de quase meia hora de investida constante, consegui meu primeiro orgasmo, e o aperto do cu dela fez meu gozo transbordar na entrada.
Depois dessa ação, nós dois entramos no chuveiro do quarto pra nos lavar e depois fazer nossa pose favorita, que é o 69, enquanto ela fazia um boquete espetacular, minha língua brincava e mordia aquele clitóris gostoso da buceta dela, causando arroubos de prazer e gritos: "ahhhhhh ahhhhh, aiiii aiiii", ela só conseguia dizer. Depois de alguns minutos, um calorzinho molhou a buceta gostosa dela, e em compensação a Jenny começou a chupar de forma mais violenta meu pau que tava impaciente, até que depois de arroubos de prazer não aguentei e gozei na boca dela. Tanto ela gosta. Faltando algumas horas pra me encontrar com a Jenny de novo, lembro desse encontro. E pensar que amanhã vou estar escrevendo o relato desse encontro com a sensual Jenny.
Fonte: www.relatoseroticos.us
Depois de uma jarra de vinho, começou a arte da sedução. A gente tava na balada, e protegido pela luz fraca do lugar, minhas mãos entraram em ação. Debaixo da mesa onde a gente tava, comecei a procurar os pontos fracos dela. Fui puxando a calcinha dela pela coxa, devagarzinho, tirando aquele obstáculo do meio das pernas dela. Meus dedos foram ganhando terreno, se infiltrando na caverna proibida dela, que já começava a ficar molhadinha, toda excitada.
Quando minha mão já tava numa posição boa e não tinha nenhum casal olhando, comecei a agitar meus dedos na buceta dela. Ela soltou um grito e um gemido baixinho. Tava completamente excitada, e ela partiu pra cima, violenta, tentando arrancar minhas calças e pegar aquele volume que já tava aparecendo por baixo do meu jeans. Como minha acompanhante já tava super a fim, foi fácil convencê-la a ir pra um motel. Ela topou na hora, toda gostosa.
Chegamos no quarto e, mal a gente entrou, ela já abaixou a boca e foi direto na minha virilha. Não se aguentou, puxou o zíper e lá estava meu pau, todo duro, esperando aquele gesto de desejo da Jenny. Ela pegou ele e começou a chupar com força, me dando uns espasmos de prazer e uns gritos de dor ao mesmo tempo. Depois de uns 10 minutos de muito boquete da parte dela, me recuperei e peguei aquele par de peitões enormes. Agarrei com cuidado e levei até minha boca, apertando e chupando. Minha boca não parava um segundo, chupando e chupando aqueles bicos que tavam mais duros que mármore. Enquanto isso, minha mão já começava a brincar com a buceta dela. a qual estava molhada e gostosa, meus dedos entravam sem nenhuma dificuldade e os suspiros e gemidos da Jenny enchiam o quarto. Depois de provocar o primeiro orgasmo dela, virei ela e coloquei de costas contra mim e me concentrei em dar prazer ao cu apertado dela, que sempre foi minha delícia, por eu ser o padrinho daquela abertura estreita, e que precisa de cuidado e dedicação para ficar pronta pra receber visitas.
Minha língua não parou de lubrificar aquele buraquinho, e cada lambida naquele cu apertado era respondida com uma arqueada de prazer e dor controlada, meus dedos se apossaram daquela cavidade e comecei a introduzir um dedo e comecei a brincar, movendo de um lado pro outro e tentando alargar aquele cu apertado. Quase 20 minutos de dor e suspiros a Jenny aguentou até que achei conveniente tirar meus 2 dedos do cu em questão. Parece que a Jenny já tava preparada pra receber meu pau dentro do cu dela e aí meti sem nenhum cuidado, a dor da Jenny ficou evidente, mas era respondida com aquela expressão que a gente gosta de ouvir... "Maaaais Maaaais", e o vai e vem dos meus movimentos de quadril não parava, pelo contrário, eu investia e investia mais forte. Depois de quase meia hora de investida constante, consegui meu primeiro orgasmo, e o aperto do cu dela fez meu gozo transbordar na entrada.
Depois dessa ação, nós dois entramos no chuveiro do quarto pra nos lavar e depois fazer nossa pose favorita, que é o 69, enquanto ela fazia um boquete espetacular, minha língua brincava e mordia aquele clitóris gostoso da buceta dela, causando arroubos de prazer e gritos: "ahhhhhh ahhhhh, aiiii aiiii", ela só conseguia dizer. Depois de alguns minutos, um calorzinho molhou a buceta gostosa dela, e em compensação a Jenny começou a chupar de forma mais violenta meu pau que tava impaciente, até que depois de arroubos de prazer não aguentei e gozei na boca dela. Tanto ela gosta. Faltando algumas horas pra me encontrar com a Jenny de novo, lembro desse encontro. E pensar que amanhã vou estar escrevendo o relato desse encontro com a sensual Jenny.
Fonte: www.relatoseroticos.us
2 comentários - Minha Amiga Jenny
Gracias por compartir este gran relato en serio 😀