Olhares rápidos trocados, cúmplices de desejo e muita luxúria com minha inquilina do andar de baixo fazem a gente cagar pra tudo só pra se possuir na mesma casa dos meus sogros, até podermos nos deliciar gostoso no apartamento dela e no meu.
Por causa do trampo, tive que me mudar com minha mulher e filhos pra outra cidade pra ter uma renda melhor. Meus sogros, de boa vontade, ofereceram um apê confortável na casa grande deles, onde eles também moram. Depois de uns dois meses instalados e vivendo numa boa, num sábado, cheguei na hora do almoço e vi, sem dar muita bola, que novos inquilinos estavam se mudando. Achei que iam morar no andar de baixo, porque era o único vago. Entrei no meu apê numa boa e acho que só saí na segunda de manhã pra trampar de novo naquele fim de semana em casa. Nesse primeiro dia de trampo, quando voltei à tarde, passei pelo corredor que leva às escadas do segundo andar dos fundos, onde embaixo das escadas ficam as máquinas de lavar, porque já tinha a instalação certa. Me chamou a atenção um perfume forte de mulher uns metros antes de chegar nas escadas. Quando cheguei perto da lavanderia, dei de cara com a surpresa gostosa: era a nova inquilina que tinha chegado no sábado. Cumprimentei ao passar, já sentindo o cheiro dela de perto, e meu detector natural de mulher gostosa ligou o sistema automático de escaneamento. Em segundos, depois de uma análise detalhada, o resultado veio: era uma mulher nota 10/10. Subindo, continuei o escaneamento, e ela tava agachada na máquina de lavar, com o cabelo... Recolhido e com um top que deixava ver a barriga chapada, saída das danças das mil e uma noites, e uma lycra colada no corpo escultural e firme, parecia modelo daqueles programas de TV que passam de manhã e ajudam as donas de casa a fazer exercício. Enquanto abria a porta do jeito mais lento possível pra eu poder olhar mais tempo, ela me pegou secando descaradamente o corpo dela dos pés à cabeça. Ela cravou o olhar nos meus olhos, como quem diz "tá olhando o quê?", e sem disfarce, com a linguagem dos olhares, fiz ela saber que eu tinha adorado. Ela entendeu, e com um sorriso leve, mas bem safado, fez uma expressão de que se sentiu lisonjeada. E ela, sem desviar o olhar em nenhum momento, com ousadia, até eu entrar na minha casa, me mostrou a coragem, a audácia e a determinação dela.
Realmente me impactaram as curvas bem desenhadas dela, era torneada pelas próprias mãos de Deus. A barriga chapada, os quadris proeminentes, a bunda empinada, os peitos perfeitos, bem durinhos e volumosos, as pernas muito bem trabalhadas numa mistura perfeita entre músculo e feminilidade. A carinha de "me pega", o olhar soberbo e sem vergonha, a cor da pele morena queimada de sol, a monte de Vênus destacada que sobressaía demais, e aquele calor de mulher crioula. Ela não tinha descendência espanhola, dava pra ver a origem nativa dela, os olhos grandes, puxados ou amendoados. Calculei que tinha entre 23 e 25 anos, e desde aquele momento não parava de pensar nela, e a beleza exótica dela vinha na minha mente a todo instante.
Desde aquele mesmo dia comecei a minha caçada, e pela janela da sala ficava de olho no quintal pra ver que horas ela saía pra rua ou pra comprar alguma coisa na venda. Cada vez que via ela, gostava mais. Ela saía vestida de jeitos diferentes, mas sempre com roupas confortáveis de ficar em casa. Eu percebia as costelas que apareciam de tão magra e gostosa que ela era, e cada dia ficava mais louco por ela. Na maioria das vezes que eu observava, ela sentia meu olhar e retribuía. ver de forma violenta na minha janela pra ter certeza de que eu tava seguindo ela com o olhar até se perder contemplando a beleza do corpo dela.
Num lanche que nos convidaram no apartamento dos meus sogros, que fica na mesma casa, minha sogra começou a falar do casal recém-chegado e, como conversa ou fofoca, contou pra minha mulher que a garota nova que tinha chegado era amante do cara, que não era a esposa dele, que esse cara que eu achava que era o marido dela e que tinha visto só umas três vezes era casado e morava com a mulher e a família no centro da cidade, mas que essa jovem ele tinha tirado da casa humilde dos pais pra se dar o luxo de ter uma amante oficial, que ele mantinha instalada com todo conforto só pra ficar com ele. O cara não era nada simpático, não tinha boa aparência, usava uns óculos grossos tipo fundo de garrafa, com um aspecto lânguido e até raquítico, meio déspota no jeito de ser, uns 48 anos.
Minha sogra, que não só adora fofoca como é fascinada por ela, naquela noite deixou minha mulher por dentro da vida, paixão, virtudes e defeitos do novo casal. Eu, na posição de ouvinte passivo e desinteressado da conversa, não dei importância como sempre às fofocas da minha sogra, mas por dentro agradecia pela informação detalhada que, sem pensar e sem querer, cruzava meu caminho.
Um dia, enquanto dirigia perto do meu bairro, o alarme do meu detector de mulher gostosa disparou de novo. Virei pra ver um corpo monumental e escultural de uma deliciosa mulher de cabelo preto azulado até a cintura, com uma cintura que se destacava enfiada nuns jeans justos e descaderados. Quando passei por ela, o rosto me pareceu familiar e, pelo retrovisor, fui seguindo até perceber que era a minha desejada inquilina. Ela caminhava como modelo de passarela, colocando um pé na frente do outro com uns saltos bem altos que faziam ela parecer ainda mais protuberante. aquele rabo lindo dela, quase não reconheci ela, nunca tinha visto ela assim, que mulherão, parei o carro um quarteirão adiante e desci pra alcançar ela a pé, todos os homens na rua viam ela passar e ficavam de boca aberta vendo aquela negona gostosa, quando cheguei perto ela me reconheceu assim que me viu e sorriu de leve como quem cumprimenta sem imaginar que eu ia chegar junto, nossos olhares cúmplices no quintal de casa tinham criado uma intimidade quase natural sem a gente nem saber os nomes um do outro.
Cheguei perto e como se já fôssemos amigos de velha data cumprimentei ela com um beijo na bochecha, ela aceitou de boa e retribuiu meu cumprimento, falei que tava afim dela pra caralho e que queria conhecer ela melhor, entreguei meu cartão de visita convidando ela a me ligar e ela meio apressada me deu um fora, disse que na esquina tinha encontro marcado com o marido dela, o provedor, e que ele já tava chegando, que eu era um doido e sem vergonha, e eu falei meu nome e ela finalmente falou o dela, Viviana se despediu de mim com um beijo apressado e logo adiante num táxi o marido passou pra pegar ela e tudo foi sincronizado bem na hora.
Eu já tava mais de boa, não igual antes que parecia diabo na garrafa porque já tinha desabafado falando que ela me atraía pra caralho mas ela nunca me ligou no celular como eu queria, mas depois de pouco tempo o diabo entrou em ação de novo e eu trombei ela de novo debaixo da escada tirando roupa da máquina de lavar pra pendurar no varal, ela me seguiu com o olhar de um jeito muito safado sem baixar a cabeça como quem tenta me humilhar querendo que eu desviasse o olhar, foi o auge da insolência dela e no meio da escada desci até onde ela tava sem tirar os olhos um do outro nem por um segundo, cheguei perto, agarrei ela pela cintura meio bruto prendendo ela no meu corpo pra ela sentir, encostei meus lábios nos dela e cravei um beijo muito apaixonado que ela recebeu com gosto, me empurrou contra a Parede mais próxima e enfiando sua língua vibrante o mais fundo que pôde me fez estremecer de prazer, empurrei ela agora eu contra a pedra de lavar e, assumindo o controle absoluto de todos os movimentos, minhas mãos pareciam luzes estroboscópicas no corpo dela, em questão de segundos mudavam de lugar, tocando com grande prazer sensual cada parte do corpo dela, ela suspirava fundo a cada investida minha sem parar de me beijar até que enfiei minhas mãos safadas por baixo da lycra dela, chegando na buceta bem depilada dela, comecei a brincar com a vulva quente e molhada dela e ela, com os olhos virados e entregue como um cordeirinho, deixou de ser a potra indomável que parecia ser e a única coisa que fazia era respirar ofegante de prazer… o som de uns passos fez a gente pular como molas de volta à realidade e em milésimos de segundo já estávamos compostos de novo, fiquei com uma ereção que doía dentro da minha cueca, mas com o prazer de ter dominado e aproveitado ela até aquele ponto e muito feliz por isso, aguentei a dor com a esperança de encontrar a oportunidade certa de novo.
Não passou nem dois dias disso e a gente fez a mesma coisa de novo, como adolescentes, escondidos dos outros e com o medo de alguém nos ver e causar um problemão, virou costume a gente se pegar em cada momento que dava naquele mesmo lugar, a pedra de lavar tinha virado nosso point secreto de encontros. Em cada vez que a gente se encontrava naquela passagem obrigatória pra subir na minha casa, a gente ficou viciado nas nossas agarrações, mas eu já queria mais, só que não dava, a casa estava sempre cheia de gente, especialmente meus sogros, os meninos e os outros inquilinos, eu pedia pra gente se ver fora de casa e ela me dizia até cansar que não podia porque o cara controlava ela demais, porque era muito ciumento e possessivo, não queria de jeito nenhum arriscar o conforto que ele dava pra ela e me contou que também pra família, então não tinha como escapar dela. Em cada encontro furtivo, eu subia feito um leão pra minha casa e metia uns amassos e gozadas gostosas na minha mulher. Fiquei obcecado em fazer ela gritar alto de prazer à noite pra inquilina de baixo ouvir. Com ela, eu me aliviava gozando grosso e sentia um tesão do caralho sabendo que a Viviana escutava tudo lá embaixo, às vezes conseguindo meu objetivo.
Cada vez, nossos encontros rápidos eram mais safados e ousados, mas não dava tempo pra penetração. No máximo, eu fazia ela sentir meu pau duro roçando a bocetinha dela por cima da roupa e enfiava meus dedos na buceta e no cu dela de passagem.
Um sábado, deixei a mochila do notebook no escritório, pensando em voltar pra pegar depois, e as chaves de casa no bolso. Mas, quando voltei de visitar um cliente e já tava perto de casa, resolvi ficar e não ir ao escritório. Entrei no prédio e tava tudo escuro, ninguém, nenhuma luz de nenhum apartamento acesa. Lembrei que minha mulher tinha ido com todo mundo, incluindo meus sogros, pra casa de campo naquele dia e eu nem lembrava. Xinguei um pouco e, no escuro do pátio, fiquei mexendo no celular pra passar o tempo. Porra, tava sem as chaves de casa, ninguém pra me abrir, e o escritório a essa hora já devia estar fechado. Calculei que ia ter que esperar umas duas horas até eles chegarem, então já me conformei.
De repente, vi pelo canto do olho que dentro do apartamento da Viviana ligaram a TV. Surpresa a minha, porque tava quase certo de que não tinha ninguém no prédio inteiro. O mau humor sumiu na hora e as ideias vieram sozinhas. Comecei a bolar um plano na velocidade de um processador Centrino e já tinha o plano e a desculpa perfeita pronta.
Falei comigo mesmo: vou bater na porta da Viviana e, se o marido dela estiver ou aparecer, vou contar que... Que me aconteceu com as chaves, fazendo ela sentir pena, e vou perguntar se viu minha família sair e a que horas, mas se ela saísse... isso eu não imaginei, verdade, ainda não conseguia acreditar em tanta sorte.
Eu coloquei os ovos bem no lugar e fui bater na porta, ouvi passos de chinelo lá dentro e, sério, nunca pensei que ela estivesse sozinha. Já preparando minha expressão formal pra falar, ela abre a porta com olhinhos sonolentos e meio tímida. Me dirigi a ela com muito respeito, tratando ela de senhora e falando alto porque achava que o marido dela tava lá dentro, e perguntei sussurrando se o marido dela tava em casa. Ela disse que não. Quase pulei de empolgação e, sério, contei minha história da chave, e ela me fez entrar no apartamento dela. Me contou que, como o marido era professor, aquela manhã ele tinha ido com os alunos pra praia, que só voltava em três dias, e que ela tinha acabado de acordar uns minutos atrás, por isso ligou a TV enquanto despertava de vez. Disse que tinha dormido a tarde toda, que não sabia quem podia estar batendo na porta dela e que nem em sonhos tinha imaginado que era eu.
Ela ficou muito contente e disse: "Finalmente podemos ficar sozinhos". Me joguei nela no sofá da sala, agora sim pra aproveitar sem pressa nem pressão. Não tinha ninguém na casa toda, eram umas sete da noite e eu calculava que em duas horas minha família já estaria chegando.
Tirei a roupa dela devagar, aproveitando cada segundo, cada momento, arrancando as peças com os dentes e com um pouco de ajuda dela. Finalmente tinha aquela crioula totalmente nua. Era um espetáculo poder contemplar ela completamente pelada, que traços sensuais e femininos ela tinha em cada centímetro do corpo. Do corpinho dela, pequeno e com peito magro, saíam uns dois melões perfeitos, redondos, empinados e firmes, que contrastavam com as costelas saltadas da pele. A cintura perfeita, com a barriga lisa como a da Shakira, os braços e pernas torneados. Parecia um monumento erótico grego da idade média que se movia com vida própria, que me beijava sem freio e vibrava de prazer a cada instante. Do jeito que pôde, ela me despiu com urgência, como se outro barulho fosse nos interromper de novo e ela não quisesse que repetisse o que aconteceu da outra vez. Com a ponta da língua, foi percorrendo meu corpo descendo, começou na minha boca, depois seguiu pelo meu pescoço e me enlouqueceu de prazer quando chegou nos meus peitos e começou a lamber eles, enquanto apertava meu pau ainda dentro da cueca que lutava pra sair. Desceu pelo meu abdômen e, enfiando a língua no meu umbigo, pulou direto pro destino final, abaixando com desespero e aflição minha cueca, se agarrou no meu cacete depois de contemplá-lo rapidamente com um olhar lascivo, como se pensasse no que fazer com minha oferenda, dura como uma barra de aço apontando pro teto, desafiadora e pulsante.
Começou a me dar lambidas como se antes já tivesse dado esse tipo de prazer nos meus peitos, a mesma técnica enlouquecedora usou nos meus ovos, cu e glande, alternando. Que jeito de usar a língua, finalmente eu podia aproveitar. Depois de uns 4 meses de amassos leves, finalmente a tinha pelada no apartamento dela à minha disposição, e a bucetinha dela, depilada por fora como uma menina, pedia minhas atenções. Sem perder mais tempo e com desespero e capricho, no sofá dela me posicionei pra fazer um 69 delicioso. A língua dela fazia milagres. Da minha parte, numa competição sem limites e com atenção dedicada, executei minha melhor técnica de boquete e, com benevolência total, consegui que ela explodisse com violência na minha cara e boca com jorros de líquidos que, como mijo, desciam numa cachoeira pelas nádegas dela, acabando por molhar a espuma do sofá.
Com a boca encharcada dos fluidos dela, beijei ela sem piedade e, ficando cada vez mais tarados e com vontade, seguimos com nossas carícias, aproveitando nossos corpos por completo, agora sem nenhum tipo de interrupção. O quarto cheirava à buceta dela, como um aroma Afrodisíaco delicioso estimulava ainda mais meus sentidos, eu estava louco e impetuoso, com veemência a peguei pela cintura gostosa e pernas e a levei para o quarto dela, deitando-a de través na cama.
Ela tomou posse com luxúria do meu pau, que estava fogoso e vivo, explodindo como nunca de tão grande, nunca tinha crescido tanto assim em outras ocasiões, era tanta a tesão que Viviana causava em mim que parecia que ia estourar a cada bombeada do meu sangue que meu coração mandava direto pras cavernas e veias do meu membro pulsante. Ela saboreava com prazer as gotinhas de orvalho que saíam cristalinas da minha uretra, dando lubrificação ao nosso ato, seu estímulo com a língua que uma hora estava na ponta e outra hora na base dos meus ovos, subia e descia à vontade enquanto no rosto dela se desenhava uma expressão transbordando de seu vício, um apetite desordenado pelos deleites da carne. Não tinha posição melhor pro prazer dos dois, enquanto ela segurava minha cabeça de pau, me dediquei com meus dedos a dar prazer dentro da buraquinha apertada dela, que abraçava meus dedos indicador e médio com contrações rítmicas das paredes vaginais. A buceta molhada dela fazia meus dedos escorregarem até o fundo que eu conseguia, e eu sentia lá dentro uma caroço de pêssego com o qual brincava à vontade. Não demoraram a vir os gritinhos dela, acompanhados dos movimentos pélvicos em busca do maior prazer, do gozo máximo e da penetração certa que com a linguagem corporal ela me fazia saber. Meus dedos enfiados naquela luva de veludo, com meu polegar brincando no clitóris dela, fizeram ela explodir em outro orgasmo mais violento que o do sofá, encharcando os lençóis e impregnando o quarto com o cheiro dela.
Eu continuava com meu pau reluzente e brilhante, enquanto ela, mole, como pôde, tirando forças de onde não tinha, conseguiu se ajeitar de bruços, colocando um travesseiro macio embaixo da sua... Carinha, separou a perna direita, levantando o joelho na altura do quadril, e deixou a perna esquerda esticada, deitando-se em transe pra descansar de uma gozada daquelas. As bundas dela eram dois montes unidos e, vendo de perfil, a redondez perfeita formava semicírculos de 180 graus cada uma. No meio das duas montanhas, dava pra ver uma gruta estreita que ainda tinha vestígios de que, há poucos minutos, uma enxurrada de líquidos descera por ali. Passei minha língua, áspera como lixa, de baixo pra cima pra brincar com o asterisco dela e enfiar a língua o mais fundo que dava. Ela não queria mais estímulos; o corpo dela, em estado de superexcitação, dava reflexos condicionados cíclicos a todo momento, e a pele arrepiada junto com a respiração ofegante me fizeram parar. Não me deixava continuar dando prazer pra ela. Uma ternura imensa me invadiu ao ver aquela mulherão rendida de prazer. Minha égua selvagem estava domada e mansa. Acariciando devagar o corpo escultural em forma de viola e beijando bem lentamente o pescoço dela, ela foi se acalmando aos poucos. Peguei a cabeleira preta dela, levantei o cabelo dela na direção da cabeceira da cama e passei a ponta da língua pelas orelhas e pescoço. Ela dormiu uns dez minutos nos meus braços, sentindo minhas carícias suaves.
O orgulho dela fez com que acordasse com o tesão acumulado e, pegando no meu pau ainda de costas pra mim, esticou a mão pra trás, assumiu de novo uma voz de comando e disse:
- Quero que me coma, papai. Enfia teu pau até o fundo. Tô morrendo de vontade de ter ele dentro de mim. Esse tempo todo eu desejei isso desde o primeiro dia que você me olhou com tesão na lavanderia.
Foi música pros meus ouvidos ouvir ela me dizer isso e, unindo ação às palavras, ela deitada de bruços, comecei a meter devagar. Ela tinha uma bucetinha apertada pra caralho. Tentei enfiar a cabeça do pau na entrada da grutinha dela, mas era quase impossível de tão apertada, mesmo estando Lubrificada, não entrava, foi entrando aos poucos e as paredes dela foram me dando mais espaço a cada investida. Falei: "Calma, love, se a cabeça entra, o resto é cock". Foi assim que me enterrei de uma vez, com um empurrão meu junto com o dela, que jogou a bunda pra trás só pra me receber. Invadi até três quartos e já sentia ela me mordendo, isso me deu mais tesão e, sem piedade, enfiei colocando minha cabeça bem no colo do útero dela. Tava no paraíso, sentia o fim e, finalmente, a buceta dela quente como um forno, meu saco colado na bunda dela se esfregando a cada investida. O coelhinho apertava, a cachorrinha mordia. Comecei a moer ela contra a cama, que rangia com força. Ela gritava, xingava e falava palavras incompreensíveis, onde só entendi: "Você me quebra, tasty cabrón". Ela sussurrava e amassava o lençol com as mãos fechadas em punho. Bateu uma loucura erótica nela, e ela levantou a bunda buscando mais penetração, e de um jeito desconfortável, pegava minhas nádegas pra me empurrar mais pra dentro dela.
Depois de um tempo, ela levantou mais a bunda pra ficar de quatro e, como uma slutty safada, se mexia contorcendo o corpo, a cabeça e os cabelos de um lado pro outro. Eu acariciava as nádegas dela primeiro de leve, pra depois começar a dar tapas sonoros na bunda dela. Minhas mãos ficavam marcadas no vermelho da pele dela, e ela pedia mais e mais.
- Faz comigo o que quiser, papi, sabia que há tempos sou sua, cabrón. Já queria que você me tivesse assim, me curtindo. Finalmente, finalmente te tenho, finalmente. Sou sua slut, olha como você me deixou, filho da puta. Era isso que você queria, né? Era isso? Certo, cabrón? Agora você vai ver o que é me ter. Vou te deixar sempre seco, e a sua mulherzinha comportada não vai mais te ter, porque quero que você seja meu. Aaaaaaaaaaa, que tasty, filho da puta, você me mata de prazer, aaaayyy que tasty, que tasty. Agora entendo por que sua mulher gritava, se você come com gosto, cabrón. Que tasty você se move. Me dá mais, me dá mais e não para. nunca, quero que me coma o cu, enfia no meu cu.
Num surto de loucura ela me pediu, e eu obedeci na hora, tentei enfiar na bunda gostosa dela, mas não deu, era muito apertada, pra que queria um cu se a buceta dela apertava melhor que tudo nesse mundo, entrei nela de novo e meus movimentos faziam barulho de palmas no quarto com o choque das bundas dela, na mesma posição de quatro peguei com meus dedos o clitóris dela e comecei a massagear, resultado: ela não aguentou muito e gozou num orgasmo longo e forte.
- Vou gozar, filho da puuuuuuuuuuuuuuta, olha como me deixou e tudo que você me faz, desgraçado, puto de merda, sabe comer uma mulher direito, quero que goze comigo, me dá seu leite, me dá esse leite, não quero que dê pra sua mulher hoje, me dá tudo, você é um animal, olha como me deixou, besta, olhaaaaaaaaa aaaaaaaaaa ohhhhhhh agora sei porque aquela puta gritava.
Virei ela e na posição de missionário, abrindo as pernas dela como livro velho, fiz ela gozar até a última gota e chupando os peitos dela ela disse:
- Dá o pau e goza desde agora na sua mulherzinha que sou eu, me dá, filho da puta, quero sentir você.
Isso já era demais, comecei a gozar dentro dela e Viviana sentiu meus jatos, me avisou e disse goza aqui apontando pra barriga lisa dela, tirei minha mangueira e saíram os últimos jatos na barriguinha linda dela, ela espalhou meu leite quente, branco e grosso por todos os peitos e barriga enquanto continuava se contorcendo como cobra na cama molhada e desarrumada dela.
Naquela noite viramos viciados nos nossos corpos, repetindo mais uma vez outro puta transa com as mesmas características, minha família chegou e subiu pro nosso apartamento, mesma coisa que fiz depois de um tempo prudente, ninguém percebeu nada e entrei em casa como se nada tivesse acontecido.
Depois desse encontro com Viviana, aproveitávamos qualquer mínima oportunidade pra dar as melhores fodas nossas vidas e, às vezes, na velocidade de um coelho, a gente fazia na lavanderia, na casa dela e na minha, dependendo das circunstâncias.
Um dia, no auge de uma boa foda, eu tinha a Viviana empalada com as pernas bem abertas, gemendo agudo de prazer no sofá da casa dela, e em menos de 4 segundos a porta do pátio geral, que dava direto na sala, se abriu. Era o marido dela, que nos pegou em flagrante, e eu com as mãos na massa dos peitos dela, bem durinhos. Nunca tinha me acontecido, mas nós dois, com o tesão que tava, nem nos mexemos pra tentar levantar. Só ficamos parados e frios.
Ele começou a dar berros de indignação, com o ciúme que ela me dizia que ele tinha. A cena foi como se tivessem jogado um balde de água fria com cubos de gelo nele. Era uma situação super embaraçosa. Ela, com aquele jeito de mulher mandona, se levantou e enfrentou ele, dizendo que se ele não tava em casa pra satisfazer os desejos dela, então eu tava ali pra isso, que comigo ela se sentia uma mulher completa, feita e direita, e que não ia parar de me ver. Falou que se ele quisesse, ficasse com o apartamento e tudo, porque ela não queria mais ficar com ele.
Eu fiquei perplexo ouvindo aquilo enquanto me vestia. Ela assumiu a situação de cara, do jeito mais direto e decidido, e ele me lançava olhares de rancor, que eu encarava de volta sem medo. Na casa não tinha ninguém da minha família nem parentes, mas tinha inquilinos de outros apartamentos que saíram pra ver a confusão que se armou. Ela dominou a situação pegando o touro pelos chifres, me deixando admirado com a coragem e determinação dela. Quando terminei de me vestir, o cara disse que isso ia chegar aos ouvidos da minha mulher e dos meus sogros. E eu, só de imaginar a merda que ia rolar, um "chupa meu cu" gigante, também enfrentei ele.
— Se isso chegar na minha mulher e nos meus sogros, você vai se foder, porque eu também vou e fodo com a sua mulher. Então é melhor você ficar quieto. Vai se acalmando e não enche o saco, senão eu te arranco essa puta recontra, e você vai se arrepender pelo resto da vida. Então é você quem decide: aumentar essa merda ou não.
O cara tava resmungando, e eu falei pra ele não chegar nem perto da Viviana de jeito nenhum. Ela me pediu pra eu me retirar, e lá de cima eu ainda ouvia os gritos do cara, embora não desse pra entender a conversa toda.
No dia seguinte, ela me disse que o cara não ia falar nada, que já tinha domado ele e resolvido tudo. Como? ... Ainda não sei. Mas o que eu sei é que o cara nunca contou pra ninguém, e por sorte os vizinhos também não. Ela falou pra gente continuar na nossa de um jeito normal, que não ia abrir mão de mim e do prazer que eu dava pra ela. Percebi que, no fundo, o cara gosta de ouvir como eu como a buceta dela, por algumas coisas que ela me contou. Às vezes ela me manda ir encher a xota dela de porra um pouco antes de ele chegar... O que vocês acham? Tô perguntando: o cara sabe bem disso e curte ser corno, né? 😳
Por causa do trampo, tive que me mudar com minha mulher e filhos pra outra cidade pra ter uma renda melhor. Meus sogros, de boa vontade, ofereceram um apê confortável na casa grande deles, onde eles também moram. Depois de uns dois meses instalados e vivendo numa boa, num sábado, cheguei na hora do almoço e vi, sem dar muita bola, que novos inquilinos estavam se mudando. Achei que iam morar no andar de baixo, porque era o único vago. Entrei no meu apê numa boa e acho que só saí na segunda de manhã pra trampar de novo naquele fim de semana em casa. Nesse primeiro dia de trampo, quando voltei à tarde, passei pelo corredor que leva às escadas do segundo andar dos fundos, onde embaixo das escadas ficam as máquinas de lavar, porque já tinha a instalação certa. Me chamou a atenção um perfume forte de mulher uns metros antes de chegar nas escadas. Quando cheguei perto da lavanderia, dei de cara com a surpresa gostosa: era a nova inquilina que tinha chegado no sábado. Cumprimentei ao passar, já sentindo o cheiro dela de perto, e meu detector natural de mulher gostosa ligou o sistema automático de escaneamento. Em segundos, depois de uma análise detalhada, o resultado veio: era uma mulher nota 10/10. Subindo, continuei o escaneamento, e ela tava agachada na máquina de lavar, com o cabelo... Recolhido e com um top que deixava ver a barriga chapada, saída das danças das mil e uma noites, e uma lycra colada no corpo escultural e firme, parecia modelo daqueles programas de TV que passam de manhã e ajudam as donas de casa a fazer exercício. Enquanto abria a porta do jeito mais lento possível pra eu poder olhar mais tempo, ela me pegou secando descaradamente o corpo dela dos pés à cabeça. Ela cravou o olhar nos meus olhos, como quem diz "tá olhando o quê?", e sem disfarce, com a linguagem dos olhares, fiz ela saber que eu tinha adorado. Ela entendeu, e com um sorriso leve, mas bem safado, fez uma expressão de que se sentiu lisonjeada. E ela, sem desviar o olhar em nenhum momento, com ousadia, até eu entrar na minha casa, me mostrou a coragem, a audácia e a determinação dela.
Realmente me impactaram as curvas bem desenhadas dela, era torneada pelas próprias mãos de Deus. A barriga chapada, os quadris proeminentes, a bunda empinada, os peitos perfeitos, bem durinhos e volumosos, as pernas muito bem trabalhadas numa mistura perfeita entre músculo e feminilidade. A carinha de "me pega", o olhar soberbo e sem vergonha, a cor da pele morena queimada de sol, a monte de Vênus destacada que sobressaía demais, e aquele calor de mulher crioula. Ela não tinha descendência espanhola, dava pra ver a origem nativa dela, os olhos grandes, puxados ou amendoados. Calculei que tinha entre 23 e 25 anos, e desde aquele momento não parava de pensar nela, e a beleza exótica dela vinha na minha mente a todo instante.
Desde aquele mesmo dia comecei a minha caçada, e pela janela da sala ficava de olho no quintal pra ver que horas ela saía pra rua ou pra comprar alguma coisa na venda. Cada vez que via ela, gostava mais. Ela saía vestida de jeitos diferentes, mas sempre com roupas confortáveis de ficar em casa. Eu percebia as costelas que apareciam de tão magra e gostosa que ela era, e cada dia ficava mais louco por ela. Na maioria das vezes que eu observava, ela sentia meu olhar e retribuía. ver de forma violenta na minha janela pra ter certeza de que eu tava seguindo ela com o olhar até se perder contemplando a beleza do corpo dela.
Num lanche que nos convidaram no apartamento dos meus sogros, que fica na mesma casa, minha sogra começou a falar do casal recém-chegado e, como conversa ou fofoca, contou pra minha mulher que a garota nova que tinha chegado era amante do cara, que não era a esposa dele, que esse cara que eu achava que era o marido dela e que tinha visto só umas três vezes era casado e morava com a mulher e a família no centro da cidade, mas que essa jovem ele tinha tirado da casa humilde dos pais pra se dar o luxo de ter uma amante oficial, que ele mantinha instalada com todo conforto só pra ficar com ele. O cara não era nada simpático, não tinha boa aparência, usava uns óculos grossos tipo fundo de garrafa, com um aspecto lânguido e até raquítico, meio déspota no jeito de ser, uns 48 anos.
Minha sogra, que não só adora fofoca como é fascinada por ela, naquela noite deixou minha mulher por dentro da vida, paixão, virtudes e defeitos do novo casal. Eu, na posição de ouvinte passivo e desinteressado da conversa, não dei importância como sempre às fofocas da minha sogra, mas por dentro agradecia pela informação detalhada que, sem pensar e sem querer, cruzava meu caminho.
Um dia, enquanto dirigia perto do meu bairro, o alarme do meu detector de mulher gostosa disparou de novo. Virei pra ver um corpo monumental e escultural de uma deliciosa mulher de cabelo preto azulado até a cintura, com uma cintura que se destacava enfiada nuns jeans justos e descaderados. Quando passei por ela, o rosto me pareceu familiar e, pelo retrovisor, fui seguindo até perceber que era a minha desejada inquilina. Ela caminhava como modelo de passarela, colocando um pé na frente do outro com uns saltos bem altos que faziam ela parecer ainda mais protuberante. aquele rabo lindo dela, quase não reconheci ela, nunca tinha visto ela assim, que mulherão, parei o carro um quarteirão adiante e desci pra alcançar ela a pé, todos os homens na rua viam ela passar e ficavam de boca aberta vendo aquela negona gostosa, quando cheguei perto ela me reconheceu assim que me viu e sorriu de leve como quem cumprimenta sem imaginar que eu ia chegar junto, nossos olhares cúmplices no quintal de casa tinham criado uma intimidade quase natural sem a gente nem saber os nomes um do outro.
Cheguei perto e como se já fôssemos amigos de velha data cumprimentei ela com um beijo na bochecha, ela aceitou de boa e retribuiu meu cumprimento, falei que tava afim dela pra caralho e que queria conhecer ela melhor, entreguei meu cartão de visita convidando ela a me ligar e ela meio apressada me deu um fora, disse que na esquina tinha encontro marcado com o marido dela, o provedor, e que ele já tava chegando, que eu era um doido e sem vergonha, e eu falei meu nome e ela finalmente falou o dela, Viviana se despediu de mim com um beijo apressado e logo adiante num táxi o marido passou pra pegar ela e tudo foi sincronizado bem na hora.
Eu já tava mais de boa, não igual antes que parecia diabo na garrafa porque já tinha desabafado falando que ela me atraía pra caralho mas ela nunca me ligou no celular como eu queria, mas depois de pouco tempo o diabo entrou em ação de novo e eu trombei ela de novo debaixo da escada tirando roupa da máquina de lavar pra pendurar no varal, ela me seguiu com o olhar de um jeito muito safado sem baixar a cabeça como quem tenta me humilhar querendo que eu desviasse o olhar, foi o auge da insolência dela e no meio da escada desci até onde ela tava sem tirar os olhos um do outro nem por um segundo, cheguei perto, agarrei ela pela cintura meio bruto prendendo ela no meu corpo pra ela sentir, encostei meus lábios nos dela e cravei um beijo muito apaixonado que ela recebeu com gosto, me empurrou contra a Parede mais próxima e enfiando sua língua vibrante o mais fundo que pôde me fez estremecer de prazer, empurrei ela agora eu contra a pedra de lavar e, assumindo o controle absoluto de todos os movimentos, minhas mãos pareciam luzes estroboscópicas no corpo dela, em questão de segundos mudavam de lugar, tocando com grande prazer sensual cada parte do corpo dela, ela suspirava fundo a cada investida minha sem parar de me beijar até que enfiei minhas mãos safadas por baixo da lycra dela, chegando na buceta bem depilada dela, comecei a brincar com a vulva quente e molhada dela e ela, com os olhos virados e entregue como um cordeirinho, deixou de ser a potra indomável que parecia ser e a única coisa que fazia era respirar ofegante de prazer… o som de uns passos fez a gente pular como molas de volta à realidade e em milésimos de segundo já estávamos compostos de novo, fiquei com uma ereção que doía dentro da minha cueca, mas com o prazer de ter dominado e aproveitado ela até aquele ponto e muito feliz por isso, aguentei a dor com a esperança de encontrar a oportunidade certa de novo.
Não passou nem dois dias disso e a gente fez a mesma coisa de novo, como adolescentes, escondidos dos outros e com o medo de alguém nos ver e causar um problemão, virou costume a gente se pegar em cada momento que dava naquele mesmo lugar, a pedra de lavar tinha virado nosso point secreto de encontros. Em cada vez que a gente se encontrava naquela passagem obrigatória pra subir na minha casa, a gente ficou viciado nas nossas agarrações, mas eu já queria mais, só que não dava, a casa estava sempre cheia de gente, especialmente meus sogros, os meninos e os outros inquilinos, eu pedia pra gente se ver fora de casa e ela me dizia até cansar que não podia porque o cara controlava ela demais, porque era muito ciumento e possessivo, não queria de jeito nenhum arriscar o conforto que ele dava pra ela e me contou que também pra família, então não tinha como escapar dela. Em cada encontro furtivo, eu subia feito um leão pra minha casa e metia uns amassos e gozadas gostosas na minha mulher. Fiquei obcecado em fazer ela gritar alto de prazer à noite pra inquilina de baixo ouvir. Com ela, eu me aliviava gozando grosso e sentia um tesão do caralho sabendo que a Viviana escutava tudo lá embaixo, às vezes conseguindo meu objetivo.
Cada vez, nossos encontros rápidos eram mais safados e ousados, mas não dava tempo pra penetração. No máximo, eu fazia ela sentir meu pau duro roçando a bocetinha dela por cima da roupa e enfiava meus dedos na buceta e no cu dela de passagem.
Um sábado, deixei a mochila do notebook no escritório, pensando em voltar pra pegar depois, e as chaves de casa no bolso. Mas, quando voltei de visitar um cliente e já tava perto de casa, resolvi ficar e não ir ao escritório. Entrei no prédio e tava tudo escuro, ninguém, nenhuma luz de nenhum apartamento acesa. Lembrei que minha mulher tinha ido com todo mundo, incluindo meus sogros, pra casa de campo naquele dia e eu nem lembrava. Xinguei um pouco e, no escuro do pátio, fiquei mexendo no celular pra passar o tempo. Porra, tava sem as chaves de casa, ninguém pra me abrir, e o escritório a essa hora já devia estar fechado. Calculei que ia ter que esperar umas duas horas até eles chegarem, então já me conformei.
De repente, vi pelo canto do olho que dentro do apartamento da Viviana ligaram a TV. Surpresa a minha, porque tava quase certo de que não tinha ninguém no prédio inteiro. O mau humor sumiu na hora e as ideias vieram sozinhas. Comecei a bolar um plano na velocidade de um processador Centrino e já tinha o plano e a desculpa perfeita pronta.
Falei comigo mesmo: vou bater na porta da Viviana e, se o marido dela estiver ou aparecer, vou contar que... Que me aconteceu com as chaves, fazendo ela sentir pena, e vou perguntar se viu minha família sair e a que horas, mas se ela saísse... isso eu não imaginei, verdade, ainda não conseguia acreditar em tanta sorte.
Eu coloquei os ovos bem no lugar e fui bater na porta, ouvi passos de chinelo lá dentro e, sério, nunca pensei que ela estivesse sozinha. Já preparando minha expressão formal pra falar, ela abre a porta com olhinhos sonolentos e meio tímida. Me dirigi a ela com muito respeito, tratando ela de senhora e falando alto porque achava que o marido dela tava lá dentro, e perguntei sussurrando se o marido dela tava em casa. Ela disse que não. Quase pulei de empolgação e, sério, contei minha história da chave, e ela me fez entrar no apartamento dela. Me contou que, como o marido era professor, aquela manhã ele tinha ido com os alunos pra praia, que só voltava em três dias, e que ela tinha acabado de acordar uns minutos atrás, por isso ligou a TV enquanto despertava de vez. Disse que tinha dormido a tarde toda, que não sabia quem podia estar batendo na porta dela e que nem em sonhos tinha imaginado que era eu.
Ela ficou muito contente e disse: "Finalmente podemos ficar sozinhos". Me joguei nela no sofá da sala, agora sim pra aproveitar sem pressa nem pressão. Não tinha ninguém na casa toda, eram umas sete da noite e eu calculava que em duas horas minha família já estaria chegando.
Tirei a roupa dela devagar, aproveitando cada segundo, cada momento, arrancando as peças com os dentes e com um pouco de ajuda dela. Finalmente tinha aquela crioula totalmente nua. Era um espetáculo poder contemplar ela completamente pelada, que traços sensuais e femininos ela tinha em cada centímetro do corpo. Do corpinho dela, pequeno e com peito magro, saíam uns dois melões perfeitos, redondos, empinados e firmes, que contrastavam com as costelas saltadas da pele. A cintura perfeita, com a barriga lisa como a da Shakira, os braços e pernas torneados. Parecia um monumento erótico grego da idade média que se movia com vida própria, que me beijava sem freio e vibrava de prazer a cada instante. Do jeito que pôde, ela me despiu com urgência, como se outro barulho fosse nos interromper de novo e ela não quisesse que repetisse o que aconteceu da outra vez. Com a ponta da língua, foi percorrendo meu corpo descendo, começou na minha boca, depois seguiu pelo meu pescoço e me enlouqueceu de prazer quando chegou nos meus peitos e começou a lamber eles, enquanto apertava meu pau ainda dentro da cueca que lutava pra sair. Desceu pelo meu abdômen e, enfiando a língua no meu umbigo, pulou direto pro destino final, abaixando com desespero e aflição minha cueca, se agarrou no meu cacete depois de contemplá-lo rapidamente com um olhar lascivo, como se pensasse no que fazer com minha oferenda, dura como uma barra de aço apontando pro teto, desafiadora e pulsante.
Começou a me dar lambidas como se antes já tivesse dado esse tipo de prazer nos meus peitos, a mesma técnica enlouquecedora usou nos meus ovos, cu e glande, alternando. Que jeito de usar a língua, finalmente eu podia aproveitar. Depois de uns 4 meses de amassos leves, finalmente a tinha pelada no apartamento dela à minha disposição, e a bucetinha dela, depilada por fora como uma menina, pedia minhas atenções. Sem perder mais tempo e com desespero e capricho, no sofá dela me posicionei pra fazer um 69 delicioso. A língua dela fazia milagres. Da minha parte, numa competição sem limites e com atenção dedicada, executei minha melhor técnica de boquete e, com benevolência total, consegui que ela explodisse com violência na minha cara e boca com jorros de líquidos que, como mijo, desciam numa cachoeira pelas nádegas dela, acabando por molhar a espuma do sofá.
Com a boca encharcada dos fluidos dela, beijei ela sem piedade e, ficando cada vez mais tarados e com vontade, seguimos com nossas carícias, aproveitando nossos corpos por completo, agora sem nenhum tipo de interrupção. O quarto cheirava à buceta dela, como um aroma Afrodisíaco delicioso estimulava ainda mais meus sentidos, eu estava louco e impetuoso, com veemência a peguei pela cintura gostosa e pernas e a levei para o quarto dela, deitando-a de través na cama.
Ela tomou posse com luxúria do meu pau, que estava fogoso e vivo, explodindo como nunca de tão grande, nunca tinha crescido tanto assim em outras ocasiões, era tanta a tesão que Viviana causava em mim que parecia que ia estourar a cada bombeada do meu sangue que meu coração mandava direto pras cavernas e veias do meu membro pulsante. Ela saboreava com prazer as gotinhas de orvalho que saíam cristalinas da minha uretra, dando lubrificação ao nosso ato, seu estímulo com a língua que uma hora estava na ponta e outra hora na base dos meus ovos, subia e descia à vontade enquanto no rosto dela se desenhava uma expressão transbordando de seu vício, um apetite desordenado pelos deleites da carne. Não tinha posição melhor pro prazer dos dois, enquanto ela segurava minha cabeça de pau, me dediquei com meus dedos a dar prazer dentro da buraquinha apertada dela, que abraçava meus dedos indicador e médio com contrações rítmicas das paredes vaginais. A buceta molhada dela fazia meus dedos escorregarem até o fundo que eu conseguia, e eu sentia lá dentro uma caroço de pêssego com o qual brincava à vontade. Não demoraram a vir os gritinhos dela, acompanhados dos movimentos pélvicos em busca do maior prazer, do gozo máximo e da penetração certa que com a linguagem corporal ela me fazia saber. Meus dedos enfiados naquela luva de veludo, com meu polegar brincando no clitóris dela, fizeram ela explodir em outro orgasmo mais violento que o do sofá, encharcando os lençóis e impregnando o quarto com o cheiro dela.
Eu continuava com meu pau reluzente e brilhante, enquanto ela, mole, como pôde, tirando forças de onde não tinha, conseguiu se ajeitar de bruços, colocando um travesseiro macio embaixo da sua... Carinha, separou a perna direita, levantando o joelho na altura do quadril, e deixou a perna esquerda esticada, deitando-se em transe pra descansar de uma gozada daquelas. As bundas dela eram dois montes unidos e, vendo de perfil, a redondez perfeita formava semicírculos de 180 graus cada uma. No meio das duas montanhas, dava pra ver uma gruta estreita que ainda tinha vestígios de que, há poucos minutos, uma enxurrada de líquidos descera por ali. Passei minha língua, áspera como lixa, de baixo pra cima pra brincar com o asterisco dela e enfiar a língua o mais fundo que dava. Ela não queria mais estímulos; o corpo dela, em estado de superexcitação, dava reflexos condicionados cíclicos a todo momento, e a pele arrepiada junto com a respiração ofegante me fizeram parar. Não me deixava continuar dando prazer pra ela. Uma ternura imensa me invadiu ao ver aquela mulherão rendida de prazer. Minha égua selvagem estava domada e mansa. Acariciando devagar o corpo escultural em forma de viola e beijando bem lentamente o pescoço dela, ela foi se acalmando aos poucos. Peguei a cabeleira preta dela, levantei o cabelo dela na direção da cabeceira da cama e passei a ponta da língua pelas orelhas e pescoço. Ela dormiu uns dez minutos nos meus braços, sentindo minhas carícias suaves.
O orgulho dela fez com que acordasse com o tesão acumulado e, pegando no meu pau ainda de costas pra mim, esticou a mão pra trás, assumiu de novo uma voz de comando e disse:
- Quero que me coma, papai. Enfia teu pau até o fundo. Tô morrendo de vontade de ter ele dentro de mim. Esse tempo todo eu desejei isso desde o primeiro dia que você me olhou com tesão na lavanderia.
Foi música pros meus ouvidos ouvir ela me dizer isso e, unindo ação às palavras, ela deitada de bruços, comecei a meter devagar. Ela tinha uma bucetinha apertada pra caralho. Tentei enfiar a cabeça do pau na entrada da grutinha dela, mas era quase impossível de tão apertada, mesmo estando Lubrificada, não entrava, foi entrando aos poucos e as paredes dela foram me dando mais espaço a cada investida. Falei: "Calma, love, se a cabeça entra, o resto é cock". Foi assim que me enterrei de uma vez, com um empurrão meu junto com o dela, que jogou a bunda pra trás só pra me receber. Invadi até três quartos e já sentia ela me mordendo, isso me deu mais tesão e, sem piedade, enfiei colocando minha cabeça bem no colo do útero dela. Tava no paraíso, sentia o fim e, finalmente, a buceta dela quente como um forno, meu saco colado na bunda dela se esfregando a cada investida. O coelhinho apertava, a cachorrinha mordia. Comecei a moer ela contra a cama, que rangia com força. Ela gritava, xingava e falava palavras incompreensíveis, onde só entendi: "Você me quebra, tasty cabrón". Ela sussurrava e amassava o lençol com as mãos fechadas em punho. Bateu uma loucura erótica nela, e ela levantou a bunda buscando mais penetração, e de um jeito desconfortável, pegava minhas nádegas pra me empurrar mais pra dentro dela.
Depois de um tempo, ela levantou mais a bunda pra ficar de quatro e, como uma slutty safada, se mexia contorcendo o corpo, a cabeça e os cabelos de um lado pro outro. Eu acariciava as nádegas dela primeiro de leve, pra depois começar a dar tapas sonoros na bunda dela. Minhas mãos ficavam marcadas no vermelho da pele dela, e ela pedia mais e mais.
- Faz comigo o que quiser, papi, sabia que há tempos sou sua, cabrón. Já queria que você me tivesse assim, me curtindo. Finalmente, finalmente te tenho, finalmente. Sou sua slut, olha como você me deixou, filho da puta. Era isso que você queria, né? Era isso? Certo, cabrón? Agora você vai ver o que é me ter. Vou te deixar sempre seco, e a sua mulherzinha comportada não vai mais te ter, porque quero que você seja meu. Aaaaaaaaaaa, que tasty, filho da puta, você me mata de prazer, aaaayyy que tasty, que tasty. Agora entendo por que sua mulher gritava, se você come com gosto, cabrón. Que tasty você se move. Me dá mais, me dá mais e não para. nunca, quero que me coma o cu, enfia no meu cu.
Num surto de loucura ela me pediu, e eu obedeci na hora, tentei enfiar na bunda gostosa dela, mas não deu, era muito apertada, pra que queria um cu se a buceta dela apertava melhor que tudo nesse mundo, entrei nela de novo e meus movimentos faziam barulho de palmas no quarto com o choque das bundas dela, na mesma posição de quatro peguei com meus dedos o clitóris dela e comecei a massagear, resultado: ela não aguentou muito e gozou num orgasmo longo e forte.
- Vou gozar, filho da puuuuuuuuuuuuuuta, olha como me deixou e tudo que você me faz, desgraçado, puto de merda, sabe comer uma mulher direito, quero que goze comigo, me dá seu leite, me dá esse leite, não quero que dê pra sua mulher hoje, me dá tudo, você é um animal, olha como me deixou, besta, olhaaaaaaaaa aaaaaaaaaa ohhhhhhh agora sei porque aquela puta gritava.
Virei ela e na posição de missionário, abrindo as pernas dela como livro velho, fiz ela gozar até a última gota e chupando os peitos dela ela disse:
- Dá o pau e goza desde agora na sua mulherzinha que sou eu, me dá, filho da puta, quero sentir você.
Isso já era demais, comecei a gozar dentro dela e Viviana sentiu meus jatos, me avisou e disse goza aqui apontando pra barriga lisa dela, tirei minha mangueira e saíram os últimos jatos na barriguinha linda dela, ela espalhou meu leite quente, branco e grosso por todos os peitos e barriga enquanto continuava se contorcendo como cobra na cama molhada e desarrumada dela.
Naquela noite viramos viciados nos nossos corpos, repetindo mais uma vez outro puta transa com as mesmas características, minha família chegou e subiu pro nosso apartamento, mesma coisa que fiz depois de um tempo prudente, ninguém percebeu nada e entrei em casa como se nada tivesse acontecido.
Depois desse encontro com Viviana, aproveitávamos qualquer mínima oportunidade pra dar as melhores fodas nossas vidas e, às vezes, na velocidade de um coelho, a gente fazia na lavanderia, na casa dela e na minha, dependendo das circunstâncias.
Um dia, no auge de uma boa foda, eu tinha a Viviana empalada com as pernas bem abertas, gemendo agudo de prazer no sofá da casa dela, e em menos de 4 segundos a porta do pátio geral, que dava direto na sala, se abriu. Era o marido dela, que nos pegou em flagrante, e eu com as mãos na massa dos peitos dela, bem durinhos. Nunca tinha me acontecido, mas nós dois, com o tesão que tava, nem nos mexemos pra tentar levantar. Só ficamos parados e frios.
Ele começou a dar berros de indignação, com o ciúme que ela me dizia que ele tinha. A cena foi como se tivessem jogado um balde de água fria com cubos de gelo nele. Era uma situação super embaraçosa. Ela, com aquele jeito de mulher mandona, se levantou e enfrentou ele, dizendo que se ele não tava em casa pra satisfazer os desejos dela, então eu tava ali pra isso, que comigo ela se sentia uma mulher completa, feita e direita, e que não ia parar de me ver. Falou que se ele quisesse, ficasse com o apartamento e tudo, porque ela não queria mais ficar com ele.
Eu fiquei perplexo ouvindo aquilo enquanto me vestia. Ela assumiu a situação de cara, do jeito mais direto e decidido, e ele me lançava olhares de rancor, que eu encarava de volta sem medo. Na casa não tinha ninguém da minha família nem parentes, mas tinha inquilinos de outros apartamentos que saíram pra ver a confusão que se armou. Ela dominou a situação pegando o touro pelos chifres, me deixando admirado com a coragem e determinação dela. Quando terminei de me vestir, o cara disse que isso ia chegar aos ouvidos da minha mulher e dos meus sogros. E eu, só de imaginar a merda que ia rolar, um "chupa meu cu" gigante, também enfrentei ele.
— Se isso chegar na minha mulher e nos meus sogros, você vai se foder, porque eu também vou e fodo com a sua mulher. Então é melhor você ficar quieto. Vai se acalmando e não enche o saco, senão eu te arranco essa puta recontra, e você vai se arrepender pelo resto da vida. Então é você quem decide: aumentar essa merda ou não.
O cara tava resmungando, e eu falei pra ele não chegar nem perto da Viviana de jeito nenhum. Ela me pediu pra eu me retirar, e lá de cima eu ainda ouvia os gritos do cara, embora não desse pra entender a conversa toda.
No dia seguinte, ela me disse que o cara não ia falar nada, que já tinha domado ele e resolvido tudo. Como? ... Ainda não sei. Mas o que eu sei é que o cara nunca contou pra ninguém, e por sorte os vizinhos também não. Ela falou pra gente continuar na nossa de um jeito normal, que não ia abrir mão de mim e do prazer que eu dava pra ela. Percebi que, no fundo, o cara gosta de ouvir como eu como a buceta dela, por algumas coisas que ela me contou. Às vezes ela me manda ir encher a xota dela de porra um pouco antes de ele chegar... O que vocês acham? Tô perguntando: o cara sabe bem disso e curte ser corno, né? 😳
5 comentários - Minha inquilina gostosa e o corno do marido