Queria compartilhar com vocês esse relato que me fez cagar de rir de tão fantasioso que é! Adicionei umas fotos pra deixar a leitura mais gostosa. Aproveitem!!
Romi.: De policial a ter a buceta arrombadaMe chamo Romina e sou policial, tenho 25 anos e me considero uma gostosa, morena, olhos bonitos e curvas bem definidas. Faz mais de um ano que me separei e desde então não fico com um homem.
Cheguei nessa delegacia faz um mês e quase todo mundo deu em cima de mim, tive propostas de todo tipo. Nesses lugares, se você não faz o que pedem, te mandam pros piores lugares pra fazer plantão, e foi o que aconteceu comigo. Como não quis dar pra um dos chefes, me mandaram pra um dos piores destinos: um ponto numa rua sem saída perto dos trilhos, no escuro, das 22h às 6h.
No primeiro dia, eu morria de medo. O tempo não passava, o lugar era macabro: terrenos baldios ao lado dos trilhos onde não passava ninguém, casas abandonadas e ocupadas. Um lugar péssimo pra um policial, ainda mais se você é uma policial gostosa.
Tentei conhecer toda a gente que andava pela área, me familiarizar com os rostos e ver de onde vinham e pra onde iam. Depois de algumas semanas, já tava mais tranquila, e aí foi meu erro: relaxei por um instante.
e me pegaram por trás, me agarraram pelo cabelo e não consegui me defender, era um homem só, mas era muito grande, media quase dois metros e tinha muita força, me arrastou pro terreno dos trilhos, tirou minha arma e colocou as algemas, pensei que ia me matar, queria ver o rosto dele, mas tava tão escuro que não dava, me jogou no chão e fiquei de bruços. Desabotoou meu cinto e baixou minha calça, fiquei com a parte de baixo nua, me tocou na buceta e eu me molhei, ele percebeu e me chamou de puta, e sem mais enfiou o pau dele, quis gritar mas não consegui, ele dizia que se eu gritasse me matava, ainda por cima era pica grossa e doía, fazia tempo que não ficava com um homem, mas essa não era a melhor maneira.
Ele continuou me comendo por um bom tempo, eu já estava começando a gostar e ele percebeu, e me dizia: "agora você tá gostando, sua puta". Por dentro, eu queria que ele continuasse me comendo, mas pedia pra ele me soltar. Depois de se mexer, ele se levantou e eu senti o sêmen escorrendo pelo meu cabelo, ele tinha gozado na minha cabeça. Aquilo me deu muito nojo e eu quis vomitar, mas não consegui. Já estava completamente exausta de tanta força que fiz pra me soltar e pela foda que aguentei, não tinha mais forças pra resistir. Pedi de novo pra ele me soltar, que não ia fazer nada contra ele, e ele disse que se eu chupasse o pau dele, ele me deixava ir. Então eu chupei. Percebi por que doía tanto: o desgraçado tinha um pau enorme e cada vez ficava mais duro. Entre lágrimas, pedi de novo pra ele me soltar, aquilo parecia excitá-lo ainda mais, e ele me puxou pelo cabelo e enfiou o pau mais fundo. Parecia que queria chegar até meu estômago, mas chegou até minha garganta. Eu sentia ele raspando na minha campainha e tinha ânsia de vômito.
Pensei que ia ter pena de mim e me soltar, mas tirou as algemas e me levantou. Tentei ver o rosto dele, mas não consegui. Longe de me deixar ir, ele me virou e me amarrou numa grade com as algemas. Fiquei quase de quatro e, nessa posição, ele enfiou o pau dele no meu cu sem nenhuma compaixão. Me abriu como ninguém nunca tinha feito. Chorei desesperada e quis gritar, mas tinha a arma na minha cabeça e, se eu gritasse, ele me matava. Era uma dor tão dilacerante que pensei que ia desmaiar. Senti que ele me estuprarva com raiva e ódio, que gostava de me machucar, que sentia prazer em me ferir. Por um instante, pensei que talvez fosse melhor ele atirar e acabar com esse sofrimento, mas, por outro lado, queria me sentir mulher de novo, e esse animal estava me fazendo sentir isso. Quando ele tirou o pau da minha bunda, senti o esperma escorrendo pelas minhas nádegas. Pensei que já tinha acabado e que ele ia me deixar ir, mas faltava o inesperado. Ele me perguntou como eu estava me sentindo. Entre lágrimas, eu disse que me sentia estuprada como uma puta. Pensei que se eu dissesse isso, ele me deixaria ir.
Fico pensando no que me ensinaram na academia. Foi aí que percebi quem era: meu instrutor de artes marciais da academia, um cara bruto, sempre gostei dele e ele de mim. Fazia uns anos que não via ele e, por acaso, ele morava na região. O safado sempre dizia que a gente tinha que ficar esperto com qualquer imprevisto, ainda mais nessas situações, e repetia que se nos pegasse desprevenidos, ia arrebentar nossa bunda — e olha se não fez isso, deixou bem arrebentada. Desde que conheci ele, sempre quis transar com ele, e aconteceu do jeito mais inesperado: ele era meu estuprador, e fico feliz que tenha sido.
Ele é um cara de mais de 40, com um físico impressionante, grandalhão e muito forte. Me deu um sermão de mais de uma hora, eu escutava e, no final, ele pediu desculpas pela foda, mas disse que era o que ele sempre falava na academia: que ia acontecer se a gente estivesse desprevenido.
Fiquei muito mais tranquila quando ele disse que queria que eu fosse na casa dele depois do serviço e conhecesse a mulher dele. Achei meio estranho, mas fui — e isso eu conto na próxima... Romi.http://relatos.gemidos.com.ar/2007/11/30/de-policia-a-tener-la-cola-rota-10622/
http://galleries.pichunter.com/krawl/242/2426362/index.html
que cara bom que foi o instrutor!! fez um baita esforço pra dar uma lição nela 😀 😀 😀
Romi.: De policial a ter a buceta arrombadaMe chamo Romina e sou policial, tenho 25 anos e me considero uma gostosa, morena, olhos bonitos e curvas bem definidas. Faz mais de um ano que me separei e desde então não fico com um homem.
Cheguei nessa delegacia faz um mês e quase todo mundo deu em cima de mim, tive propostas de todo tipo. Nesses lugares, se você não faz o que pedem, te mandam pros piores lugares pra fazer plantão, e foi o que aconteceu comigo. Como não quis dar pra um dos chefes, me mandaram pra um dos piores destinos: um ponto numa rua sem saída perto dos trilhos, no escuro, das 22h às 6h.No primeiro dia, eu morria de medo. O tempo não passava, o lugar era macabro: terrenos baldios ao lado dos trilhos onde não passava ninguém, casas abandonadas e ocupadas. Um lugar péssimo pra um policial, ainda mais se você é uma policial gostosa.
Tentei conhecer toda a gente que andava pela área, me familiarizar com os rostos e ver de onde vinham e pra onde iam. Depois de algumas semanas, já tava mais tranquila, e aí foi meu erro: relaxei por um instante.
e me pegaram por trás, me agarraram pelo cabelo e não consegui me defender, era um homem só, mas era muito grande, media quase dois metros e tinha muita força, me arrastou pro terreno dos trilhos, tirou minha arma e colocou as algemas, pensei que ia me matar, queria ver o rosto dele, mas tava tão escuro que não dava, me jogou no chão e fiquei de bruços. Desabotoou meu cinto e baixou minha calça, fiquei com a parte de baixo nua, me tocou na buceta e eu me molhei, ele percebeu e me chamou de puta, e sem mais enfiou o pau dele, quis gritar mas não consegui, ele dizia que se eu gritasse me matava, ainda por cima era pica grossa e doía, fazia tempo que não ficava com um homem, mas essa não era a melhor maneira.
Ele continuou me comendo por um bom tempo, eu já estava começando a gostar e ele percebeu, e me dizia: "agora você tá gostando, sua puta". Por dentro, eu queria que ele continuasse me comendo, mas pedia pra ele me soltar. Depois de se mexer, ele se levantou e eu senti o sêmen escorrendo pelo meu cabelo, ele tinha gozado na minha cabeça. Aquilo me deu muito nojo e eu quis vomitar, mas não consegui. Já estava completamente exausta de tanta força que fiz pra me soltar e pela foda que aguentei, não tinha mais forças pra resistir. Pedi de novo pra ele me soltar, que não ia fazer nada contra ele, e ele disse que se eu chupasse o pau dele, ele me deixava ir. Então eu chupei. Percebi por que doía tanto: o desgraçado tinha um pau enorme e cada vez ficava mais duro. Entre lágrimas, pedi de novo pra ele me soltar, aquilo parecia excitá-lo ainda mais, e ele me puxou pelo cabelo e enfiou o pau mais fundo. Parecia que queria chegar até meu estômago, mas chegou até minha garganta. Eu sentia ele raspando na minha campainha e tinha ânsia de vômito.
Pensei que ia ter pena de mim e me soltar, mas tirou as algemas e me levantou. Tentei ver o rosto dele, mas não consegui. Longe de me deixar ir, ele me virou e me amarrou numa grade com as algemas. Fiquei quase de quatro e, nessa posição, ele enfiou o pau dele no meu cu sem nenhuma compaixão. Me abriu como ninguém nunca tinha feito. Chorei desesperada e quis gritar, mas tinha a arma na minha cabeça e, se eu gritasse, ele me matava. Era uma dor tão dilacerante que pensei que ia desmaiar. Senti que ele me estuprarva com raiva e ódio, que gostava de me machucar, que sentia prazer em me ferir. Por um instante, pensei que talvez fosse melhor ele atirar e acabar com esse sofrimento, mas, por outro lado, queria me sentir mulher de novo, e esse animal estava me fazendo sentir isso. Quando ele tirou o pau da minha bunda, senti o esperma escorrendo pelas minhas nádegas. Pensei que já tinha acabado e que ele ia me deixar ir, mas faltava o inesperado. Ele me perguntou como eu estava me sentindo. Entre lágrimas, eu disse que me sentia estuprada como uma puta. Pensei que se eu dissesse isso, ele me deixaria ir.
Fico pensando no que me ensinaram na academia. Foi aí que percebi quem era: meu instrutor de artes marciais da academia, um cara bruto, sempre gostei dele e ele de mim. Fazia uns anos que não via ele e, por acaso, ele morava na região. O safado sempre dizia que a gente tinha que ficar esperto com qualquer imprevisto, ainda mais nessas situações, e repetia que se nos pegasse desprevenidos, ia arrebentar nossa bunda — e olha se não fez isso, deixou bem arrebentada. Desde que conheci ele, sempre quis transar com ele, e aconteceu do jeito mais inesperado: ele era meu estuprador, e fico feliz que tenha sido.Ele é um cara de mais de 40, com um físico impressionante, grandalhão e muito forte. Me deu um sermão de mais de uma hora, eu escutava e, no final, ele pediu desculpas pela foda, mas disse que era o que ele sempre falava na academia: que ia acontecer se a gente estivesse desprevenido.
Fiquei muito mais tranquila quando ele disse que queria que eu fosse na casa dele depois do serviço e conhecesse a mulher dele. Achei meio estranho, mas fui — e isso eu conto na próxima... Romi.http://relatos.gemidos.com.ar/2007/11/30/de-policia-a-tener-la-cola-rota-10622/
http://galleries.pichunter.com/krawl/242/2426362/index.html
que cara bom que foi o instrutor!! fez um baita esforço pra dar uma lição nela 😀 😀 😀
9 comentários - Perde um tempinho e entra, não vai se arrepender
Sigue asi.. muy buen post 😃 🙎♂️