Fala, galera! Essa é a segunda parte da história. Aqui vai o link da primeira parte, se vocês tiverem afim de conferir.http://www.poringa.net/posts/relatos/1173567/Ultimo-domingo-con-mi-ex.html……ainda com o dedo na porta do cu, olho nos olhos dela e lembro que ela nunca tinha enfiado o boneco na buceta. Ela sorrindo, como alguém que conseguiu causar o efeito desejado no outro, responde:
— E o que você está esperando, Sweetie?
Me apresso a pegar o boneco em forma de pinto (que, por sinal, é bem maior que o meu). Ela coloca uma gota de lubrificante com tanta maestria que me faz pensar que mentiu e já enfiou isso várias vezes antes.
— Vai, papai, enfia — disse enquanto sorria pra mim.
Eu, muito excitado com toda a cena, começo minha tarefa. Apoio a cabeça do boneco na buceta e movo devagar, aplicando pressão pra entrar, mas não muita pra não doer. Enquanto faço isso com uma mão, com a outra me masturbo quase sem perceber, como se fosse natural numa situação dessas.
Quando já tinha enfiado a metade, uns 10 cm, ela pede pra parar.
— Tira, pai.
— O que foi, Sweetie? Não gostou do boneco? — pergunto enquanto tiro devagar, caso ela mude de ideia.
— Sabe que o único boneco que eu gosto é o de couro, pai.
Naquele momento, com a pica prestes a explodir, aproveitei o comentário e falei:
— Fica de quatro, Sweetie.
Em menos de um segundo, ela já tava nessa posição, com a bundinha empinada de um jeito provocativo, pra não deixar dúvida de que queria me sentir dentro dela. Assim que encostei a pica na entrada do cu, ela começou a se mexer, fazendo círculos pequenos com o quadril enquanto jogava a bunda pra trás. Diante de tamanha demonstração de desejo, eu só fiquei parado, vendo aquela bunda linda engolir cada centímetro do meu pau. Quando já tava tudo dentro, retomei o controle. Segurei ela pela cintura e, com um movimento suave de pelve, comecei a meter na buceta dela, enquanto soltava um:
— Era isso que você queria, puta?
A única resposta foram uns gemidos de prazer, enquanto ela relaxava o corpo todo e se deixava cair de bruços. Eu acompanho o movimento e deixo o peso do meu cair sobre o dela, abraço ela e acentuo meus movimentos pra penetrar mais fundo, ela fica quietinha e se deixa fazer. Tava muito concentrado no meu quando um gemido me fez prestar atenção no rosto dela, ela tava com um sorriso nos lábios e olhando fixo pra parede lateral — O que cê tá olhando, Sweetie? — pergunto enquanto dirijo meu olhar pro mesmo lugar. — Tô olhando como você me come no espelho, pa, adoro — ela responde enquanto enfia um dos meus dedos na boca e chupa como se fosse a melhor das picas. Isso já tava ficando incontrolável pra mim, era estímulo demais, tava metendo na buceta dela enquanto via nossa imagem no espelho junto com a sensação dos lábios dela nos meus dedos. Chega, vou tirar um pouquinho, Sweetie. — Nem vem, quero que você goze, daqui não saio sem seu gozo — ela reclamou mudando a cara. — É só por um instante, quero me acalmar um pouco, não quero gozar ainda, quero te aproveitar mais — expliquei enquanto tirava devagar. Sentado na borda da cama, não acreditava como tava o pau, pulsando com todas as veias marcadas, vermelho escuro quase vinho e muito, mas muito duro. Tava indo pro banheiro quando sinto ela falar — Olha como você deixou minha buceta, pai — ao olhar, descubro que ela tava de barriga pra cima com as pernas levantadas, abrindo a buceta com as mãos. Meti de novo e, sem pensar, enfiei tudo de uma vez, do jeito que tava. — Ficou com tesão, vagabundo, né? — Sim, Sweetie, e não vou aguentar muito, vamos gozar juntos, se toca com o vibrador enquanto eu meto na sua buceta — Cê acha? — Sim, vai, não aguento mais — Ela começa a se tocar e minhas estocadas dificultavam manter o vibrador no ponto certo de excitação — Fala comigo, pa, que eu não chego lá — reclama, enquanto eu não conseguia dizer palavra nenhuma de tanto tesão que tava, só consegui falar o que a essa altura é tipo uma palavra mágica pra ela quando tá bem tesão. –não aguento mais, a porra do gozo, Sweetie– foi a única coisa que saiu de mim, parece que ouvir a palavra gozo deu o toque final. Os gritos de prazer não demoraram a chegar, foi um orgasmo intenso, quase violento, diria eu, os espasmos vaginais fizeram ela mijar enquanto os anais espremiam minha pica como se quisessem que os jatos de porra que eu tava despejando nela chegassem bem fundo sem deixar nem uma gota no meu corpo.
Ainda estávamos tentando nos recuperar quando o telefone toca avisando que o turno tinha acabado, a gente se lavou, se vestiu e na hora de sair percebi que a porta estava destrancada, então comentei –imagina se entrava alguém?– e ela respondeu –eu adoraria que outra nos olhasse enquanto você me fode–, o que deixou a possibilidade de outro encontro, mas dessa vez incluindo outra cutie.
Se alguma interessada, entra em contato. beijos
— E o que você está esperando, Sweetie?
Me apresso a pegar o boneco em forma de pinto (que, por sinal, é bem maior que o meu). Ela coloca uma gota de lubrificante com tanta maestria que me faz pensar que mentiu e já enfiou isso várias vezes antes.
— Vai, papai, enfia — disse enquanto sorria pra mim.
Eu, muito excitado com toda a cena, começo minha tarefa. Apoio a cabeça do boneco na buceta e movo devagar, aplicando pressão pra entrar, mas não muita pra não doer. Enquanto faço isso com uma mão, com a outra me masturbo quase sem perceber, como se fosse natural numa situação dessas.
Quando já tinha enfiado a metade, uns 10 cm, ela pede pra parar.
— Tira, pai.
— O que foi, Sweetie? Não gostou do boneco? — pergunto enquanto tiro devagar, caso ela mude de ideia.
— Sabe que o único boneco que eu gosto é o de couro, pai.
Naquele momento, com a pica prestes a explodir, aproveitei o comentário e falei:
— Fica de quatro, Sweetie.
Em menos de um segundo, ela já tava nessa posição, com a bundinha empinada de um jeito provocativo, pra não deixar dúvida de que queria me sentir dentro dela. Assim que encostei a pica na entrada do cu, ela começou a se mexer, fazendo círculos pequenos com o quadril enquanto jogava a bunda pra trás. Diante de tamanha demonstração de desejo, eu só fiquei parado, vendo aquela bunda linda engolir cada centímetro do meu pau. Quando já tava tudo dentro, retomei o controle. Segurei ela pela cintura e, com um movimento suave de pelve, comecei a meter na buceta dela, enquanto soltava um:
— Era isso que você queria, puta?
A única resposta foram uns gemidos de prazer, enquanto ela relaxava o corpo todo e se deixava cair de bruços. Eu acompanho o movimento e deixo o peso do meu cair sobre o dela, abraço ela e acentuo meus movimentos pra penetrar mais fundo, ela fica quietinha e se deixa fazer. Tava muito concentrado no meu quando um gemido me fez prestar atenção no rosto dela, ela tava com um sorriso nos lábios e olhando fixo pra parede lateral — O que cê tá olhando, Sweetie? — pergunto enquanto dirijo meu olhar pro mesmo lugar. — Tô olhando como você me come no espelho, pa, adoro — ela responde enquanto enfia um dos meus dedos na boca e chupa como se fosse a melhor das picas. Isso já tava ficando incontrolável pra mim, era estímulo demais, tava metendo na buceta dela enquanto via nossa imagem no espelho junto com a sensação dos lábios dela nos meus dedos. Chega, vou tirar um pouquinho, Sweetie. — Nem vem, quero que você goze, daqui não saio sem seu gozo — ela reclamou mudando a cara. — É só por um instante, quero me acalmar um pouco, não quero gozar ainda, quero te aproveitar mais — expliquei enquanto tirava devagar. Sentado na borda da cama, não acreditava como tava o pau, pulsando com todas as veias marcadas, vermelho escuro quase vinho e muito, mas muito duro. Tava indo pro banheiro quando sinto ela falar — Olha como você deixou minha buceta, pai — ao olhar, descubro que ela tava de barriga pra cima com as pernas levantadas, abrindo a buceta com as mãos. Meti de novo e, sem pensar, enfiei tudo de uma vez, do jeito que tava. — Ficou com tesão, vagabundo, né? — Sim, Sweetie, e não vou aguentar muito, vamos gozar juntos, se toca com o vibrador enquanto eu meto na sua buceta — Cê acha? — Sim, vai, não aguento mais — Ela começa a se tocar e minhas estocadas dificultavam manter o vibrador no ponto certo de excitação — Fala comigo, pa, que eu não chego lá — reclama, enquanto eu não conseguia dizer palavra nenhuma de tanto tesão que tava, só consegui falar o que a essa altura é tipo uma palavra mágica pra ela quando tá bem tesão. –não aguento mais, a porra do gozo, Sweetie– foi a única coisa que saiu de mim, parece que ouvir a palavra gozo deu o toque final. Os gritos de prazer não demoraram a chegar, foi um orgasmo intenso, quase violento, diria eu, os espasmos vaginais fizeram ela mijar enquanto os anais espremiam minha pica como se quisessem que os jatos de porra que eu tava despejando nela chegassem bem fundo sem deixar nem uma gota no meu corpo.
Ainda estávamos tentando nos recuperar quando o telefone toca avisando que o turno tinha acabado, a gente se lavou, se vestiu e na hora de sair percebi que a porta estava destrancada, então comentei –imagina se entrava alguém?– e ela respondeu –eu adoraria que outra nos olhasse enquanto você me fode–, o que deixou a possibilidade de outro encontro, mas dessa vez incluindo outra cutie.
Se alguma interessada, entra em contato. beijos
4 comentários - Ultimo domingo con mi ex parte 2