A verdade é que aquela noite a gente tinha se divertido pra caralho na casa de uns amigos, na festa de aniversário deles. Mas, voltando pra casa no carro, enquanto eu observava minha mina, mal podia imaginar que os próximos minutos iam mudar quase que completamente a minha vida… Me tirou dos meus pensamentos um carro com quatro caras que passou voando pela gente, e comentei com minha namorada como é perigoso dirigir nesse horário…
A verdade é que aquela noite a gente tinha se divertido pra caralho na casa de uns amigos, na festa de aniversário deles.
Mas, voltando pra casa no carro, enquanto eu observava minha mina, mal podia imaginar que os próximos minutos iam mudar quase que completamente a minha vida…
Me tirou dos meus pensamentos um carro com quatro caras que passou voando pela gente, e comentei com minha namorada como é perigoso dirigir nesse horário…
Minha namorada estava uma gostosa com aquele vestido branco bem justinho e com um deca generoso, que destacava o bronzeado da pele dela e tinha sido a sensação da festa; ela tem 25 anos, mas podia jurar que tem uns 5 a menos…
Eu tenho 28 e cuido do shape, então nossos amigos falam que a gente forma um casal bem atraente…
Naquela noite eu tava de smoking chique…
Eram quatro da manhã quando a gente tava indo pro nosso chalé nos arredores…
Já estávamos perto, numa área deserta perto do condomínio, quando de repente surgiu um cara na beira da estrada fazendo sinal…
Eu nem tinha percebido que o carro que a gente tinha ultrapassado tinha nos passado de novo…
"Acho que é o carro que passou pela gente…" comentou minha mina… "pode ser que tenham batido…" ela completou, apontando pra um carro enfiado no mato um pouco mais adiante…
"A gente para…?", perguntou minha mina… eu concordei com a cabeça…
Reduzi a velocidade e estacionei no acostamento…
Quando a gente tava saindo do carro, fomos cercados por quatro caras jovens, de uns 25 a 30 anos….
De Pronto, um deles pegou minha namorada pelo pescoço e, colocando um canivete nela, pediu dinheiro….
Eu disse que só tinha algumas notas… e entreguei a carteira…
O que parecia ser o chefe tirou o dinheiro e jogou a carteira fora…
"É só isso…" ele disse, meio puto, balançando as notas na frente da minha mina…
"Metam eles no carro…!", ele mandou pros outros…
Nos enfiaram no carro deles, enquanto outro deles assumiu o volante do nosso…
A gente andou uns quilômetros antes de desviar por uma estrada secundária, até chegar numa espécie de fazenda abandonada…
Nos tiraram do carro…
A noite já tava quase escura… mas eles posicionaram os carros de um jeito que dava pra enxergar com os faróis…
"O que a gente faz…" perguntou um dos caras…
O que parecia ser o chefe perguntou de novo onde estava o dinheiro…
Eu falei que não tinha mais…
"Que merda!!!…" respondeu o sujeito… "vamos te dar uma lição…"
Então ele fez menção de me cortar na cara com o canivete, e ela gritou pra ele não fazer, por favor…
O homem se virou, surpreso, e ficou olhando pra ela, e os quatro caras repararam nela.
Enquanto outro me segurava, ele foi na direção dela…
"Tive uma ideia melhor,…" disse segurando ela pelo braço… "vamos aproveitar essa gostosa na sua frente…" e olhando pra minha namorada perguntou… "não é por acaso sua esposa ou sua namoradinha…?" Eu concordei com a cabeça, então ele sorriu e virou pra ela… "muito melhor!!!… então, dependendo de como você se comportar, suas habilidades vão decidir o que a gente faz com seu namorado, já que ele não tem dinheiro…"
Me algemaram no espelho retrovisor da porta do carro… mas de um jeito que eu pudesse ver tudo direitinho…
Ela foi colocada no meio dos quatro, no feixe de luz dos faróis dos dois carros… e dois seguraram ela pelos braços…
Então arrastaram ela até uma árvore e, com umas cordas que tiraram do carro deles, amarraram ela nela…
"Nem pense em… Gritar… pois aqui ninguém vai te ouvir…" disse um deles…
"Vamos ver como essa mulherzinha se comporta…", disse o que parecia ser o chefe, enquanto com a ponta do canivete levantou o vestido dela por baixo… "bem… bem… o que temos aqui…" continuou, vendo que ela usava meias brancas, presas com uma cinta-liga da mesma cor, além de uma micro calcinha fio dental, também branca, que ele arrancou cortando com o canivete sem nenhum pudor…
"Olha a putinha que bem preparada vem…" e jogou a calcinha rasgada na minha cara… "sabia que a gente ia vir te visitar…?", sussurrou no ouvido dela enquanto rasgava o vestido pelo decote, deixando à mostra também o sutiã de renda minúsculo… que mal conseguia segurar os peitos dela…
"Vamos ter uma festinha particular, você e nós quatro, gostosa… assim seu namoradinho vai aprender que com a gente não se brinca…" e enquanto dizia isso, cortou o sutiã dela, deixando os dois peitos dela no ar… com os mamilos já durinhos e eretos… uma mistura de excitação e medo… imagino…
E começou a apalpar os peitos dela e a meter a mão entre as pernas, enquanto ela se contorcia tentando se soltar e gritava para não fazerem nada com ela…
"Não…" disse o chefe se virando para mim enquanto amassava os peitos dela… "não vamos fazer nada de mal com ela… muito pelo contrário!!!" E riu às gargalhadas… "algo que ela vai gostar muito…" e apertando os peitos dela continuou… "vamos comer ela todinha nós quatro!!!"
Todos riram…
De repente o chefe parou…
"Ei – disse – não tem uma fazenda abandonada aqui perto…?" perguntou.
Os outros concordaram…
"Vamos voltar pros carros…"
Soltaram ela e a colocaram, semi nua como estava, no nosso carro, enquanto me faziam dirigir…
No curto trajeto, o chefe apalpou ela à vontade…
"Se tentar gritar…" disse olhando fixo pra ela… "te meto um socão tão foda que vou arrancar seus dentes…"
Quando chegamos na fazenda, pararam na frente de um tipo de estábulo…
Entramos e enquanto me algemavam com as Mãos para trás, amarraram ela na parede em umas argolas, daquelas que usam pra prender cavalo...
Todo mundo começou a apalpar ela, enfiando a mão em tudo que era lugar: nos peitos, na bunda, na buceta...
Ela tentou resistir no começo, mas o medo e a excitação que aquelas oito mãos causavam no corpo já quente dela, talvez fizeram ela pensar que era melhor se deixar levar...
Pegaram ela quase no colo e levaram pra perto de mim, junto do carro...
Viraram ela e, colocando os peitos contra o carro, amarraram as mãos dela nas duas pontas do bagageiro, bem separadas pra os braços ficarem bem esticados...
Depois fizeram a mesma coisa com os tornozelos dela, presos na parte de baixo do carro.
Nessa posição, com as pernas abertas, formando um "X" perfeito, o chefe começou a passar a navalha nas costas dela enquanto falava pra minha mina que aquilo não só não impedia que eles fossem embora sem arrancar uma grana de mim, como ela ainda ia dever uns milhares a mais, porque estavam iniciando ela como uma puta e isso custava dinheiro...
"Mas você não vai ter problema pra pagar a gente, porque depois dessa noite, se botar ela pra trabalhar, em pouco tempo você tira uma boa grana, já que ela é um exemplar e tanto... e fogosa...", e completou... "até topo fazer sociedade com você nisso, com a condição de poder comer ela sempre que eu quiser", e enquanto falava isso, passava a mão na bunda e na buceta dela, "com certeza comigo ela não vai poder negar..."
"Não é mesmo, putinha...?" e enquanto falava isso, puxou ela pelo cabelo, trazendo o rosto dela bem perto do dele...
Deu um beijo na boca dela que ela tentou recusar, mas ele segurou a cabeça dela com força e a língua dele acabou rompendo a resistência dos lábios dela...
A verdade é que eu comecei a surtar, porque ela resistiu só no começo, mas depois começou a se amassar com ele e até cheguei a ver as línguas deles se enrolando.
"Tá vendo? – ele falava enquanto apalpava um peito dela – ela já tá adorando... nalga - você tem uma puta em potencial e tem que aproveitar ela."
E depois de falar isso, ele se colocou atrás dela, desabotoou o cinto e abaixou o zíper da calça...
O cara tinha um troço bem grande e, do jeito que ele ia meter, já imaginava onde...
Nisso, um dos homens tirou minha gravata e me amordaçou... "Pra você não encher o saco".
Depois de se posicionar entre as pernas dela, começou a enfiar a pica dura no buraco da bunda dela, entre as nádegas redondas, abertas sem vergonha pela posição das pernas...
Devagar no começo, mas logo com muita força, foi rompendo a resistência do esfíncter dela, causando uma dor danada enquanto batia selvagemente com o corpo no da minha namorada, esmagando ela contra o carro...
"Assim...!... Assim...! Gostosa... aproveita que logo você vai ter que fazer isso direto... e não por prazer... vagabunda...!!!", ele dizia, enquanto metia com força, empurrando ela contra o carro...
E pra continuar alucinando, me parecia que os gemidos, que no começo eram de dor, estavam virando de prazer... Ou será que eram meus nervos fazendo eu imaginar essas coisas?
Quando ele gozou, chamou outro dos seus capangas e mandou ele também comer o cu dela...
"Tem que abrir esse buraco como se fosse um poço... você não sabe como uma boa enculada é valorizada... então... mete forte!!!... Sem piedade!!!... até ela gritar que nem uma louca...", ele falou pro novo comedor de cu...
"Sim, chefe..." respondeu o homem enquanto avançava nela que nem um trator... enfiando o pau mais que considerável até o talo...
Os outros dois homens torciam por ele, enquanto ela, com os braços contraídos e puxando as amarras, fechava os olhos e apertava os dentes, deixando escapar um gemido de vez em quando...
"Vai mais forte!!!... Esmaga os peitos dela no carro... duro nela!!!..."
O moleque tava se dedicando de verdade e suava que nem um condenado, fazendo ela quase arrancar as amarras.
"Assim... Luigi... assim... se Você está abrindo bem… continua…" disse o chefe…
Nisso, um dos gemidos se transformou num uivo que deu lugar a outro gemido mais prolongado e que, pelo tom, sem dúvida, era mais de prazer do que de dor.
"Arrebenta o cu dessa puta… que ela gosta…" e, virando-se para mim, disse: "Você não sabia que tinha uma rabuda gostosa como namorada, sabia?"
De repente, o cara, que já com os gemidos escandalosos entre os dentes da minha namorada e ela arranhando a pintura do carro, começou a gozar… e pelos espasmos que dava, devia estar há muito tempo sem fazer isso. Enquanto isso acontecia, o chefe foi até o porta-malas e pegou a maleta onde estavam as ferramentas do carro…
Enquanto um novo homem tinha assumido o lugar do anterior no cu já dilatado e avermelhado dela, e o sêmen derramado lá dentro escorria abundante da bunda, descendo pelas coxas e pernas e encharcando as meias…
"Enche os intestinos dessa rabuda… até ela gritar"… E se gritou… porque além das violentas enculadas, o indivíduo beliscou, quase com sadismo, os mamilos dela, puxando-os e apertando-os contra o capô do carro, fazendo-a misturar gritos de prazer e de dor ao mesmo tempo.
O quarto deles continuou na mesma tônica do anterior, enrabando ela e torturando os mamilos, que deviam estar quase em purê, embora eu não pudesse vê-los, já que ela estava de bruços.
O que eu vi, foi quando esse último se retirou, a bunda dela aberta num bocejo antinatural, avermelhada e irritada, permitindo-me ver (e olha que eu estava afastado) parte do interior rosado, que cuspia o esperma, que descia rápido, num pequeno riacho, desde o ânus até gotejar no radiador do carro. Ela respirava pesado, abrindo os olhos pela primeira vez… Me olhou e, desviando o olhar dos meus olhos, fechou-os de novo.
Quando o quarto homem estava terminando o serviço, vi o chefe chegar com os alicates de um testador de polaridade…
"Vamos brincar um pouquinho, putinha…", ele disse pra ela. a desamarravam e colocavam os grampos nos mamilos dela, que agora, de pé, eu pude contemplar, eretos e completamente avermelhados, grossos como cerejas e com certeza sensíveis ao menor toque. Ao aplicar os grampos, ela gemeu de dor, ocasião para o chefe apertar um pouco mais os grampos.
Então a fizeram ajoelhar na minha frente e um por um a fizeram chupar suas picas, obrigando-a a limpar os restos de esperma e merda.
"Viu que obediente que essa foxy é... ela teve a delicadeza de nos limpar da própria merda" me disse o chefe, enquanto segurando o enjoo, ela lambia os amargos e marrons resíduos na pica do tal Luigi.
Curiosamente, nenhum deles gozava, mas quando chegava a hora se separavam e seguravam a excitação com punhetas e puxões nos grampos dos mamilos.
Quando já estavam prontos, deitaram ela no chão na minha frente e gozaram todos na cara e no corpo dela. Incrivelmente, enquanto recebia o banho, uma das vezes ela abriu a boca para soltar um gemido, ocasião que um deles aproveitou para dirigir um jato para dentro da boca dela, jato que ela não cuspiu...
Depois o chefe conectou os grampos a um fio que tinham ligado no isqueiro do carro, por milésimos de segundo...
... Mas o suficiente para que um choque elétrico percorresse os mamilos dela, que ficaram ainda maiores e mais duros, dando um grito prolongado, que foi aplaudido pelas risadas do grupo.
Depois de repetir a operação um par de vezes e verificar que ela estava muito, mas muito molhada... deitaram ela de barriga pra cima no capô do carro, amarrando os pulsos dela nos retrovisores externos, um de cada lado, abrindo bem as pernas dela, amarrando os tornozelos dela na parte de baixo do carro e o chefe pediu pra um dos capangas dele a máquina de barbear...
Eu fiquei alucinado, mas efetivamente o homem tirou do bolso uma máquina elétrica que conectaram no isqueiro do carro, e começaram a raspar sua buceta bem cuidada, que ela mantinha com pouco pelo, até que ficou completamente pelada...
Todos riam enquanto isso...
"Que nem uma menininha..." e os quatro apalpavam ela "...deixamos sua xereca pedindo... ME CHUPA!!!" diziam entre gargalhadas...
Naquele momento, afastando os outros, o chefe se colocou entre as pernas dela e começou a chupar...
Me senti completamente perdido quando ouvi minha namorada gemer e, depois de alguns gemidos, ela começou a ofegar...
Aquele homem continuava trabalhando a entreperna dela com uma maestria incrível... acho que ela gozou umas duas vezes, antes do homem se levantar e, baixando a calça de novo, enfiar no cuzinho dela já todo molhado...
Quando ele gozou, vi o líquido escorrendo entre as coxas dela sobre o capô do carro, e ele gritou pra começarem a passar pela bilheteria, que o espetáculo tava aberto e a puta bem quente...
Foderam ela um por um, ela deitada no capô do carro, e enquanto um fodía, outro enfiava a pica na boca dela e o terceiro amassava os peitos dela, claro, tratando os bicos de um jeito especial
"Tirem os ovos dessa puta na base da pica, que ela parece precisar"
... quando um gozava na buceta dela, passava a ocupar o lugar do que amassava os peitos, até que todos foderam ela...
"Vocês encheram bem de creme?" – perguntou o chefe, e eles concordaram... nem precisava, porque a cena já dizia tudo: Ela deitada de barriga pra cima, em X, no capô do carro, com a meia encharcada de porra, a cabeça virada de lado, como se tivesse desmaiado, contrastando com a brancura de todo o sêmen espalhado pelo corpo, os bicos vermelhos e irritadíssimos... tão irritados quanto a garganta de tanto gritar e, até nas últimas fodas, de pedir mais...
Claro, a buceta escancarada, expelindo sêmen que já pingava da placa do carro...
"Bom... então convém examinarmos essa puta, pra ver se ela cumpre as regras sanitárias" E depois de dizer isso, soltou uma gargalhada que gelava a alma..."Quem quer ser o primeiro?"
O mais novo se aproximou, com o pau ainda pingando, e enquanto o chefe falava algo com ele, tirava o relógio...
Ele ficou na frente da buceta semiaberta da minha namorada e, sem aviso prévio... quase como se fosse um soco e de uma vez só, enfiou a mão até o pulso. Isso foi recebido com gargalhadas e risadas daqueles filhos da puta e com um grito que minha namorada deu, saindo do seu torpor... A partir daí, o cara, mais do que foder ela com o punho, começou uma luta de boxe cujo alvo era o útero dela. Cada golpe era recebido por ela com um gemido cada vez mais fraco e um som de sucção.
Mesmo de onde eu estava, via como o punho daquele desgraçado estufava a barriga lisa da minha namorada, marcando seus contornos por dentro.
"Dá forte nessa vagabunda... arranca o útero dela na porrada..."
Claro, cada um deles se deliciou com esse boxe insano, sendo mais fácil pra cada um a penetração, já que o anterior deixava o buraco bem dilatado...
"Porra, caras, vocês deixaram essa gostosa mais aberta que a boca do metrô..." enquanto o chefe enfiava a mão e continuava ele mesmo com a tarefa dos subordinados...
Quando ficaram satisfeitos, desamarraram ela, viraram ela de costas e amarraram de novo na mesma posição de "X" no bagageiro do carro...
Então o chefe, virando-se pra mim, disse:
"Bem... queria deixar uma lembrança da nossa visita, pra você lembrar que deve pagar... pra não esquecer que nos deve dinheiro pela iniciação dessa gostosa..." "então é possível que daqui a nove meses você tenha uma lembrança nossa." "Sabe... você tem sorte, porque ela se comportou como uma verdadeira puta, aguentando e gozando como uma gostosa... então não vou te cobrar muito pela formação dela como puta, porque ela aproveitou a noite, além de que com o... dilatadinha que deixamos ela, dava pra um regimento inteiro comer ela quase sem cansar e não precisou de aula extra… mas agora vamos dar uns tapas nela e deixar vocês em paz… até a gente voltar pra cobrar…”
Dois dos homens tiraram os cintos e começaram a surrar a bunda dela, até deixar as nádegas marcadas com várias linhas dos cintos na pele…
Depois de um tempo batendo, desamarraram ela, mas só pra virar ela de frente e amarrar do mesmo jeito, agora olhando pra frente…
Um deles enfiou um lenço na boca dela e prendeu com fita isolante… “É pra você não gritar… porque agora vai doer pra valer…” ele falou sorrindo…
A sensação era muito pior, porque quando tava de costas não via o que rolava, mas agora ela via os quatro caras sorrindo na frente dela.
“CONTINUEM O CASTIGO…!!!” ele gritou pros dois homens, que agora ela via claramente a cara de satisfação deles estalando os cintos no ar, que batiam sem piedade na pele dela…
Começaram pelas coxas dela, depois pelas laterais… conforme chegavam perto dos peitos dela, ela começou a tremer e imaginou quando batessem nos bicos dos peitos como seria aquela dor…
“CHEGA…!” falou o chefe…
“E da próxima vez vão ser os peitos…” disse o chefe olhando pra minha mina, “… e aí não vamos ter pena…!!!”
Só de pensar nisso, um arrepio percorreu o corpo dela…
Desamarraram ela e depois de limpar o esperma do corpo dela com minha jaqueta, o chefe abraçou ela e deu um beijo longo de língua, que no começo ela não respondeu, mas depois…
O chefe falou que ia conversar comigo pra montar o negócio com ela…
“Dessa foxy dá pra tirar muita grana, três ou quatro gozadas por noite… com gente fina… e você fica com 30% e eu com 70%… entendeu?... sou muito romântico…! Bom, a gente conversa depois…” E olhando pra ela continuou… “Você se comportou como uma verdadeira puta… já te fodi outro dia…” Dia... Cê vai deixar ela pra mim, mano?" E enquanto falava isso, começaram a se vestir.
Foram embora depois de desamarrar minha namorada, que ficou caída no chão, completamente nua e dolorida...
Já tinha amanhecido, e quando olhei no relógio, vi que a gente tinha passado mais de quatro horas naquele estábulo...
Coloquei ela no carro e, como deu, chegamos em casa. Quando chegamos, levei ela pro banheiro e, enquanto tomava banho, ela apagou de vez. Passei pomada nos bicos dos peitos dela e coloquei ela na cama.
Enquanto descia pra tomar uma dose, bateram na porta de leve, com os nós dos dedos. Abri a porta e lá estava ele, o chefe dos assaltantes, todo sorrindo.
— "E aí?"
— "Bem, mas acho que em alguns momentos vocês exageraram."
— "Você pediu o máximo de realismo, patrão, e foi o que fizemos... Não gostou?"
— "Adorei, mas aquela porrada na buceta... Da próxima vez que improvisarem, vão todos pra puta que pariu... Combinado?"
— "Combinado, patrão, combinado... De qualquer forma, não corria perigo, a gente já tinha se informado e sabia o que fazer e o que não fazer."
— "Beleza... E a fita de vídeo?"
— "Tá aqui, bem gravada pra lembrar."
— "Ótimo... Por mais 500 euros, no próximo dia quero que arrume um negão e uma morena."
— "Assim será, patrão."
— "E no próximo dia vocês comem ela no cu e na buceta ao mesmo tempo..."
— "Seus desejos são ordens."
— "Beleza... A próxima festa é dia... 16. Certo. Nos vemos amanhã na obra, Germán... Ah... e pra ela, nem uma palavra."
— "Fica tranquilo, patrão, eu valorizo demais meu emprego e ainda me diverti pra caralho... Até amanhã."
E se despedindo de mim, fechou a porta...
Quem disse que a vida sexual a dois é chata...?
A verdade é que aquela noite a gente tinha se divertido pra caralho na casa de uns amigos, na festa de aniversário deles.
Mas, voltando pra casa no carro, enquanto eu observava minha mina, mal podia imaginar que os próximos minutos iam mudar quase que completamente a minha vida…
Me tirou dos meus pensamentos um carro com quatro caras que passou voando pela gente, e comentei com minha namorada como é perigoso dirigir nesse horário…
Minha namorada estava uma gostosa com aquele vestido branco bem justinho e com um deca generoso, que destacava o bronzeado da pele dela e tinha sido a sensação da festa; ela tem 25 anos, mas podia jurar que tem uns 5 a menos…
Eu tenho 28 e cuido do shape, então nossos amigos falam que a gente forma um casal bem atraente…
Naquela noite eu tava de smoking chique…
Eram quatro da manhã quando a gente tava indo pro nosso chalé nos arredores…
Já estávamos perto, numa área deserta perto do condomínio, quando de repente surgiu um cara na beira da estrada fazendo sinal…
Eu nem tinha percebido que o carro que a gente tinha ultrapassado tinha nos passado de novo…
"Acho que é o carro que passou pela gente…" comentou minha mina… "pode ser que tenham batido…" ela completou, apontando pra um carro enfiado no mato um pouco mais adiante…
"A gente para…?", perguntou minha mina… eu concordei com a cabeça…
Reduzi a velocidade e estacionei no acostamento…
Quando a gente tava saindo do carro, fomos cercados por quatro caras jovens, de uns 25 a 30 anos….
De Pronto, um deles pegou minha namorada pelo pescoço e, colocando um canivete nela, pediu dinheiro….
Eu disse que só tinha algumas notas… e entreguei a carteira…
O que parecia ser o chefe tirou o dinheiro e jogou a carteira fora…
"É só isso…" ele disse, meio puto, balançando as notas na frente da minha mina…
"Metam eles no carro…!", ele mandou pros outros…
Nos enfiaram no carro deles, enquanto outro deles assumiu o volante do nosso…
A gente andou uns quilômetros antes de desviar por uma estrada secundária, até chegar numa espécie de fazenda abandonada…
Nos tiraram do carro…
A noite já tava quase escura… mas eles posicionaram os carros de um jeito que dava pra enxergar com os faróis…
"O que a gente faz…" perguntou um dos caras…
O que parecia ser o chefe perguntou de novo onde estava o dinheiro…
Eu falei que não tinha mais…
"Que merda!!!…" respondeu o sujeito… "vamos te dar uma lição…"
Então ele fez menção de me cortar na cara com o canivete, e ela gritou pra ele não fazer, por favor…
O homem se virou, surpreso, e ficou olhando pra ela, e os quatro caras repararam nela.
Enquanto outro me segurava, ele foi na direção dela…
"Tive uma ideia melhor,…" disse segurando ela pelo braço… "vamos aproveitar essa gostosa na sua frente…" e olhando pra minha namorada perguntou… "não é por acaso sua esposa ou sua namoradinha…?" Eu concordei com a cabeça, então ele sorriu e virou pra ela… "muito melhor!!!… então, dependendo de como você se comportar, suas habilidades vão decidir o que a gente faz com seu namorado, já que ele não tem dinheiro…"
Me algemaram no espelho retrovisor da porta do carro… mas de um jeito que eu pudesse ver tudo direitinho…
Ela foi colocada no meio dos quatro, no feixe de luz dos faróis dos dois carros… e dois seguraram ela pelos braços…
Então arrastaram ela até uma árvore e, com umas cordas que tiraram do carro deles, amarraram ela nela…
"Nem pense em… Gritar… pois aqui ninguém vai te ouvir…" disse um deles…
"Vamos ver como essa mulherzinha se comporta…", disse o que parecia ser o chefe, enquanto com a ponta do canivete levantou o vestido dela por baixo… "bem… bem… o que temos aqui…" continuou, vendo que ela usava meias brancas, presas com uma cinta-liga da mesma cor, além de uma micro calcinha fio dental, também branca, que ele arrancou cortando com o canivete sem nenhum pudor…
"Olha a putinha que bem preparada vem…" e jogou a calcinha rasgada na minha cara… "sabia que a gente ia vir te visitar…?", sussurrou no ouvido dela enquanto rasgava o vestido pelo decote, deixando à mostra também o sutiã de renda minúsculo… que mal conseguia segurar os peitos dela…
"Vamos ter uma festinha particular, você e nós quatro, gostosa… assim seu namoradinho vai aprender que com a gente não se brinca…" e enquanto dizia isso, cortou o sutiã dela, deixando os dois peitos dela no ar… com os mamilos já durinhos e eretos… uma mistura de excitação e medo… imagino…
E começou a apalpar os peitos dela e a meter a mão entre as pernas, enquanto ela se contorcia tentando se soltar e gritava para não fazerem nada com ela…
"Não…" disse o chefe se virando para mim enquanto amassava os peitos dela… "não vamos fazer nada de mal com ela… muito pelo contrário!!!" E riu às gargalhadas… "algo que ela vai gostar muito…" e apertando os peitos dela continuou… "vamos comer ela todinha nós quatro!!!"
Todos riram…
De repente o chefe parou…
"Ei – disse – não tem uma fazenda abandonada aqui perto…?" perguntou.
Os outros concordaram…
"Vamos voltar pros carros…"
Soltaram ela e a colocaram, semi nua como estava, no nosso carro, enquanto me faziam dirigir…
No curto trajeto, o chefe apalpou ela à vontade…
"Se tentar gritar…" disse olhando fixo pra ela… "te meto um socão tão foda que vou arrancar seus dentes…"
Quando chegamos na fazenda, pararam na frente de um tipo de estábulo…
Entramos e enquanto me algemavam com as Mãos para trás, amarraram ela na parede em umas argolas, daquelas que usam pra prender cavalo...
Todo mundo começou a apalpar ela, enfiando a mão em tudo que era lugar: nos peitos, na bunda, na buceta...
Ela tentou resistir no começo, mas o medo e a excitação que aquelas oito mãos causavam no corpo já quente dela, talvez fizeram ela pensar que era melhor se deixar levar...
Pegaram ela quase no colo e levaram pra perto de mim, junto do carro...
Viraram ela e, colocando os peitos contra o carro, amarraram as mãos dela nas duas pontas do bagageiro, bem separadas pra os braços ficarem bem esticados...
Depois fizeram a mesma coisa com os tornozelos dela, presos na parte de baixo do carro.
Nessa posição, com as pernas abertas, formando um "X" perfeito, o chefe começou a passar a navalha nas costas dela enquanto falava pra minha mina que aquilo não só não impedia que eles fossem embora sem arrancar uma grana de mim, como ela ainda ia dever uns milhares a mais, porque estavam iniciando ela como uma puta e isso custava dinheiro...
"Mas você não vai ter problema pra pagar a gente, porque depois dessa noite, se botar ela pra trabalhar, em pouco tempo você tira uma boa grana, já que ela é um exemplar e tanto... e fogosa...", e completou... "até topo fazer sociedade com você nisso, com a condição de poder comer ela sempre que eu quiser", e enquanto falava isso, passava a mão na bunda e na buceta dela, "com certeza comigo ela não vai poder negar..."
"Não é mesmo, putinha...?" e enquanto falava isso, puxou ela pelo cabelo, trazendo o rosto dela bem perto do dele...
Deu um beijo na boca dela que ela tentou recusar, mas ele segurou a cabeça dela com força e a língua dele acabou rompendo a resistência dos lábios dela...
A verdade é que eu comecei a surtar, porque ela resistiu só no começo, mas depois começou a se amassar com ele e até cheguei a ver as línguas deles se enrolando.
"Tá vendo? – ele falava enquanto apalpava um peito dela – ela já tá adorando... nalga - você tem uma puta em potencial e tem que aproveitar ela."
E depois de falar isso, ele se colocou atrás dela, desabotoou o cinto e abaixou o zíper da calça...
O cara tinha um troço bem grande e, do jeito que ele ia meter, já imaginava onde...
Nisso, um dos homens tirou minha gravata e me amordaçou... "Pra você não encher o saco".
Depois de se posicionar entre as pernas dela, começou a enfiar a pica dura no buraco da bunda dela, entre as nádegas redondas, abertas sem vergonha pela posição das pernas...
Devagar no começo, mas logo com muita força, foi rompendo a resistência do esfíncter dela, causando uma dor danada enquanto batia selvagemente com o corpo no da minha namorada, esmagando ela contra o carro...
"Assim...!... Assim...! Gostosa... aproveita que logo você vai ter que fazer isso direto... e não por prazer... vagabunda...!!!", ele dizia, enquanto metia com força, empurrando ela contra o carro...
E pra continuar alucinando, me parecia que os gemidos, que no começo eram de dor, estavam virando de prazer... Ou será que eram meus nervos fazendo eu imaginar essas coisas?
Quando ele gozou, chamou outro dos seus capangas e mandou ele também comer o cu dela...
"Tem que abrir esse buraco como se fosse um poço... você não sabe como uma boa enculada é valorizada... então... mete forte!!!... Sem piedade!!!... até ela gritar que nem uma louca...", ele falou pro novo comedor de cu...
"Sim, chefe..." respondeu o homem enquanto avançava nela que nem um trator... enfiando o pau mais que considerável até o talo...
Os outros dois homens torciam por ele, enquanto ela, com os braços contraídos e puxando as amarras, fechava os olhos e apertava os dentes, deixando escapar um gemido de vez em quando...
"Vai mais forte!!!... Esmaga os peitos dela no carro... duro nela!!!..."
O moleque tava se dedicando de verdade e suava que nem um condenado, fazendo ela quase arrancar as amarras.
"Assim... Luigi... assim... se Você está abrindo bem… continua…" disse o chefe…
Nisso, um dos gemidos se transformou num uivo que deu lugar a outro gemido mais prolongado e que, pelo tom, sem dúvida, era mais de prazer do que de dor.
"Arrebenta o cu dessa puta… que ela gosta…" e, virando-se para mim, disse: "Você não sabia que tinha uma rabuda gostosa como namorada, sabia?"
De repente, o cara, que já com os gemidos escandalosos entre os dentes da minha namorada e ela arranhando a pintura do carro, começou a gozar… e pelos espasmos que dava, devia estar há muito tempo sem fazer isso. Enquanto isso acontecia, o chefe foi até o porta-malas e pegou a maleta onde estavam as ferramentas do carro…
Enquanto um novo homem tinha assumido o lugar do anterior no cu já dilatado e avermelhado dela, e o sêmen derramado lá dentro escorria abundante da bunda, descendo pelas coxas e pernas e encharcando as meias…
"Enche os intestinos dessa rabuda… até ela gritar"… E se gritou… porque além das violentas enculadas, o indivíduo beliscou, quase com sadismo, os mamilos dela, puxando-os e apertando-os contra o capô do carro, fazendo-a misturar gritos de prazer e de dor ao mesmo tempo.
O quarto deles continuou na mesma tônica do anterior, enrabando ela e torturando os mamilos, que deviam estar quase em purê, embora eu não pudesse vê-los, já que ela estava de bruços.
O que eu vi, foi quando esse último se retirou, a bunda dela aberta num bocejo antinatural, avermelhada e irritada, permitindo-me ver (e olha que eu estava afastado) parte do interior rosado, que cuspia o esperma, que descia rápido, num pequeno riacho, desde o ânus até gotejar no radiador do carro. Ela respirava pesado, abrindo os olhos pela primeira vez… Me olhou e, desviando o olhar dos meus olhos, fechou-os de novo.
Quando o quarto homem estava terminando o serviço, vi o chefe chegar com os alicates de um testador de polaridade…
"Vamos brincar um pouquinho, putinha…", ele disse pra ela. a desamarravam e colocavam os grampos nos mamilos dela, que agora, de pé, eu pude contemplar, eretos e completamente avermelhados, grossos como cerejas e com certeza sensíveis ao menor toque. Ao aplicar os grampos, ela gemeu de dor, ocasião para o chefe apertar um pouco mais os grampos.
Então a fizeram ajoelhar na minha frente e um por um a fizeram chupar suas picas, obrigando-a a limpar os restos de esperma e merda.
"Viu que obediente que essa foxy é... ela teve a delicadeza de nos limpar da própria merda" me disse o chefe, enquanto segurando o enjoo, ela lambia os amargos e marrons resíduos na pica do tal Luigi.
Curiosamente, nenhum deles gozava, mas quando chegava a hora se separavam e seguravam a excitação com punhetas e puxões nos grampos dos mamilos.
Quando já estavam prontos, deitaram ela no chão na minha frente e gozaram todos na cara e no corpo dela. Incrivelmente, enquanto recebia o banho, uma das vezes ela abriu a boca para soltar um gemido, ocasião que um deles aproveitou para dirigir um jato para dentro da boca dela, jato que ela não cuspiu...
Depois o chefe conectou os grampos a um fio que tinham ligado no isqueiro do carro, por milésimos de segundo...
... Mas o suficiente para que um choque elétrico percorresse os mamilos dela, que ficaram ainda maiores e mais duros, dando um grito prolongado, que foi aplaudido pelas risadas do grupo.
Depois de repetir a operação um par de vezes e verificar que ela estava muito, mas muito molhada... deitaram ela de barriga pra cima no capô do carro, amarrando os pulsos dela nos retrovisores externos, um de cada lado, abrindo bem as pernas dela, amarrando os tornozelos dela na parte de baixo do carro e o chefe pediu pra um dos capangas dele a máquina de barbear...
Eu fiquei alucinado, mas efetivamente o homem tirou do bolso uma máquina elétrica que conectaram no isqueiro do carro, e começaram a raspar sua buceta bem cuidada, que ela mantinha com pouco pelo, até que ficou completamente pelada...
Todos riam enquanto isso...
"Que nem uma menininha..." e os quatro apalpavam ela "...deixamos sua xereca pedindo... ME CHUPA!!!" diziam entre gargalhadas...
Naquele momento, afastando os outros, o chefe se colocou entre as pernas dela e começou a chupar...
Me senti completamente perdido quando ouvi minha namorada gemer e, depois de alguns gemidos, ela começou a ofegar...
Aquele homem continuava trabalhando a entreperna dela com uma maestria incrível... acho que ela gozou umas duas vezes, antes do homem se levantar e, baixando a calça de novo, enfiar no cuzinho dela já todo molhado...
Quando ele gozou, vi o líquido escorrendo entre as coxas dela sobre o capô do carro, e ele gritou pra começarem a passar pela bilheteria, que o espetáculo tava aberto e a puta bem quente...
Foderam ela um por um, ela deitada no capô do carro, e enquanto um fodía, outro enfiava a pica na boca dela e o terceiro amassava os peitos dela, claro, tratando os bicos de um jeito especial
"Tirem os ovos dessa puta na base da pica, que ela parece precisar"
... quando um gozava na buceta dela, passava a ocupar o lugar do que amassava os peitos, até que todos foderam ela...
"Vocês encheram bem de creme?" – perguntou o chefe, e eles concordaram... nem precisava, porque a cena já dizia tudo: Ela deitada de barriga pra cima, em X, no capô do carro, com a meia encharcada de porra, a cabeça virada de lado, como se tivesse desmaiado, contrastando com a brancura de todo o sêmen espalhado pelo corpo, os bicos vermelhos e irritadíssimos... tão irritados quanto a garganta de tanto gritar e, até nas últimas fodas, de pedir mais...
Claro, a buceta escancarada, expelindo sêmen que já pingava da placa do carro...
"Bom... então convém examinarmos essa puta, pra ver se ela cumpre as regras sanitárias" E depois de dizer isso, soltou uma gargalhada que gelava a alma..."Quem quer ser o primeiro?"
O mais novo se aproximou, com o pau ainda pingando, e enquanto o chefe falava algo com ele, tirava o relógio...
Ele ficou na frente da buceta semiaberta da minha namorada e, sem aviso prévio... quase como se fosse um soco e de uma vez só, enfiou a mão até o pulso. Isso foi recebido com gargalhadas e risadas daqueles filhos da puta e com um grito que minha namorada deu, saindo do seu torpor... A partir daí, o cara, mais do que foder ela com o punho, começou uma luta de boxe cujo alvo era o útero dela. Cada golpe era recebido por ela com um gemido cada vez mais fraco e um som de sucção.
Mesmo de onde eu estava, via como o punho daquele desgraçado estufava a barriga lisa da minha namorada, marcando seus contornos por dentro.
"Dá forte nessa vagabunda... arranca o útero dela na porrada..."
Claro, cada um deles se deliciou com esse boxe insano, sendo mais fácil pra cada um a penetração, já que o anterior deixava o buraco bem dilatado...
"Porra, caras, vocês deixaram essa gostosa mais aberta que a boca do metrô..." enquanto o chefe enfiava a mão e continuava ele mesmo com a tarefa dos subordinados...
Quando ficaram satisfeitos, desamarraram ela, viraram ela de costas e amarraram de novo na mesma posição de "X" no bagageiro do carro...
Então o chefe, virando-se pra mim, disse:
"Bem... queria deixar uma lembrança da nossa visita, pra você lembrar que deve pagar... pra não esquecer que nos deve dinheiro pela iniciação dessa gostosa..." "então é possível que daqui a nove meses você tenha uma lembrança nossa." "Sabe... você tem sorte, porque ela se comportou como uma verdadeira puta, aguentando e gozando como uma gostosa... então não vou te cobrar muito pela formação dela como puta, porque ela aproveitou a noite, além de que com o... dilatadinha que deixamos ela, dava pra um regimento inteiro comer ela quase sem cansar e não precisou de aula extra… mas agora vamos dar uns tapas nela e deixar vocês em paz… até a gente voltar pra cobrar…”
Dois dos homens tiraram os cintos e começaram a surrar a bunda dela, até deixar as nádegas marcadas com várias linhas dos cintos na pele…
Depois de um tempo batendo, desamarraram ela, mas só pra virar ela de frente e amarrar do mesmo jeito, agora olhando pra frente…
Um deles enfiou um lenço na boca dela e prendeu com fita isolante… “É pra você não gritar… porque agora vai doer pra valer…” ele falou sorrindo…
A sensação era muito pior, porque quando tava de costas não via o que rolava, mas agora ela via os quatro caras sorrindo na frente dela.
“CONTINUEM O CASTIGO…!!!” ele gritou pros dois homens, que agora ela via claramente a cara de satisfação deles estalando os cintos no ar, que batiam sem piedade na pele dela…
Começaram pelas coxas dela, depois pelas laterais… conforme chegavam perto dos peitos dela, ela começou a tremer e imaginou quando batessem nos bicos dos peitos como seria aquela dor…
“CHEGA…!” falou o chefe…
“E da próxima vez vão ser os peitos…” disse o chefe olhando pra minha mina, “… e aí não vamos ter pena…!!!”
Só de pensar nisso, um arrepio percorreu o corpo dela…
Desamarraram ela e depois de limpar o esperma do corpo dela com minha jaqueta, o chefe abraçou ela e deu um beijo longo de língua, que no começo ela não respondeu, mas depois…
O chefe falou que ia conversar comigo pra montar o negócio com ela…
“Dessa foxy dá pra tirar muita grana, três ou quatro gozadas por noite… com gente fina… e você fica com 30% e eu com 70%… entendeu?... sou muito romântico…! Bom, a gente conversa depois…” E olhando pra ela continuou… “Você se comportou como uma verdadeira puta… já te fodi outro dia…” Dia... Cê vai deixar ela pra mim, mano?" E enquanto falava isso, começaram a se vestir.
Foram embora depois de desamarrar minha namorada, que ficou caída no chão, completamente nua e dolorida...
Já tinha amanhecido, e quando olhei no relógio, vi que a gente tinha passado mais de quatro horas naquele estábulo...
Coloquei ela no carro e, como deu, chegamos em casa. Quando chegamos, levei ela pro banheiro e, enquanto tomava banho, ela apagou de vez. Passei pomada nos bicos dos peitos dela e coloquei ela na cama.
Enquanto descia pra tomar uma dose, bateram na porta de leve, com os nós dos dedos. Abri a porta e lá estava ele, o chefe dos assaltantes, todo sorrindo.
— "E aí?"
— "Bem, mas acho que em alguns momentos vocês exageraram."
— "Você pediu o máximo de realismo, patrão, e foi o que fizemos... Não gostou?"
— "Adorei, mas aquela porrada na buceta... Da próxima vez que improvisarem, vão todos pra puta que pariu... Combinado?"
— "Combinado, patrão, combinado... De qualquer forma, não corria perigo, a gente já tinha se informado e sabia o que fazer e o que não fazer."
— "Beleza... E a fita de vídeo?"
— "Tá aqui, bem gravada pra lembrar."
— "Ótimo... Por mais 500 euros, no próximo dia quero que arrume um negão e uma morena."
— "Assim será, patrão."
— "E no próximo dia vocês comem ela no cu e na buceta ao mesmo tempo..."
— "Seus desejos são ordens."
— "Beleza... A próxima festa é dia... 16. Certo. Nos vemos amanhã na obra, Germán... Ah... e pra ela, nem uma palavra."
— "Fica tranquilo, patrão, eu valorizo demais meu emprego e ainda me diverti pra caralho... Até amanhã."
E se despedindo de mim, fechou a porta...
Quem disse que a vida sexual a dois é chata...?
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25 comentários - Estupro da minha namorada
Gracias por el post.
MUY BUENO DE VERDAD...
ME RECALENTO..
JAJAJA
😉 😉 😉
🤤 🤤
Besitos ❤️ Anto ❤️
hay un monton y estan re buenos ! 😉
un final increible bien citado!!!
corazon no te das cuenta que es de fuente externa!!!!!