Arrombando a Mili parte 6

Descobrindo o ponto fraco dela
Depois de alguns minutos agarrados um ao outro, em silêncio, decidimos sair do chuveiro. O vapor da água quente estava transformando aquele espaço numa sauna. Deslize a porta pelo lado de trás e finalmente escapamos daquela prisão vaporosa.
Fechei a torneira da água quente e entreguei uma toalha pra ela secar suas curvas carnudas, enquanto eu pegava outra.
Nossa... que pequenininho... ela disse, sorrindo, olhando pra minha virilha.
Ei, você já viu e já sentiu (até sofreu) quando ele tá inspirado... protestei, ao perceber que meu pau tinha encolhido ao mínimo depois do banho e das três espremidas que a Mili tinha dado nele naquela noite.
Eu sei, bobinho... respondeu, me abraçando carinhosamente, achando que assim acalmaria meu ego supostamente ferido.
Você não se secou direito... falei, ao sentir ela de novo.
Então me ajuda... respondeu, toda safada.
Não recusei o convite. Enquanto ela secava o cabelo, eu secava suas curvas harmoniosas. Protegido pela toalha, minhas mãos tocaram cada cantinho do corpo dela, arrancando mais de um sorriso maroto.
Ei... aí não... exclamou, rindo, quando minhas mãos se enfiaram no espaço entre as nádegas dela.
Ainda tá molhado... me desculpei.
Ela não reclamou, me deixou agir, embora eu tenha notado uma careta de dor quando rocei o cu dela. Bom, já foram duas vezes essa noite no cu ainda pouco experiente dela, o que esperava... pensei comigo.
Sem me lamentar por isso, minhas mãos subiram, buscando me deliciar com outros atributos, chegando nos melões dela. A pele dela se arrepiou quando apertei, os bicos ficaram duros como pedra... a mesma rigidez foi aparecendo no meu pau.
Mili, de costas pra mim, continuava secando o cabelo nervosamente, com a toalha na cabeça, o pescoço desprotegido. Me aproximei e, brincando, beijei a linha entre o pescoço e o ombro dela. Pelo espelho na nossa frente, notei como aquela carícia simples Me desarmo completamente, soltei um suspiro excitado e, fechando os olhos, virei-me para ela em busca de um beijo.
Fazia pouco tempo que eu tinha descoberto sua fraqueza, ou sua fascinação pelo prazer que o sexo anal lhe causava. Agora, ao que parecia, tinha encontrado um ponto fraco da sua anatomia, talvez um ponto G, um ponto que, ao ser tocado, despertava toda sua paixão.
Inclinei-me para corresponder aquele beijo. Sua respiração ofegante me dizia que sua excitação só aumentava. Nossas toalhas deslizavam pelos nossos corpos até caírem no chão.
Minha nova ereção era evidente. Pela diferença de altura, Mili estava sentindo a dureza do meu pau no umbigo dela. Talvez por instinto, meu pau buscava se inserir naquela cavidade, embora fosse pequena demais para satisfazer minhas necessidades e as dela.
Foi assim que Mili entendeu. Ela começou a me abraçar pelo pescoço, tentando subir em mim. Queria encontrar um jeito de meu pau não pressionar o umbigo dela, mas sim outro dos seus buracos.
Motivado pelos seus beijos lascivos, seus peitos me apertando com o vai e vem da respiração, sua desesperação e ansiedade para que eu a penetrasse de novo, e com meu pau fervendo de desejo de provar sua carne novamente… não pensei duas vezes… minhas mãos pararam de acariciar suas costas, deslizaram até sua cintura, tocando suas nádegas até suas coxas. Minhas mãos se fixaram nelas e eu a levantei…
— Ohhh… siiiiim… — exclamou, surpresa e grata.
Mantive-a erguida no alto por alguns instantes, com seus peitos inchados na altura da minha boca. Chupei suas tetas suculentas, puxei seus bicos e a senti tremer de prazer…
— Jááá… por favor, jááá… faz isssooo… — ela me suplicava.
Entendi que queria ser penetrada. Fui descendo-a aos poucos, até que meu pau roçasse seu púbis… Nessa ação incômoda, a cabeça do meu pau passeou pelos lábios da sua buceta encharcada. Um tremor percorreu seu corpo enquanto meu pau deslizava até seu cu…
Olhei para ela. Ainda excitada, mas com um olhar de desconfiança, ela me deu seu… aprovação, ainda sentia dolorido seu esfíncter… fui deixando ela cair, meu pau foi se inserindo no seu cu maltratado, ela resistiu, mas segundos depois seus dedos arranhavam meu pescoço e minhas costas, a dor estava se tornando insuportável pra ela…
Não auuu… espera nãooo… ayyy… melhor nãooo… por aí não… Mili implorou, visivelmente dolorida.
Tá bom… respondi e, atendendo ao pedido dela, fui levantando ela, tirando a cabeça do meu pau do seu cu ferrado.
Naquele momento, nem ela nem eu sabíamos que instantes depois, tomada pela excitação, ela mesma enfiaria meu pau no próprio cu… mas na hora só me restou satisfazer o pedido dela, deslizei meu pau de volta até o púbis dela, até a buceta molhada…
Isso, por aí sim… exclamou mais aliviada.
Os dedos dela pararam de apertar minhas costas, a careta de dor sumiu do rosto dela e de novo apareceu aquela excitação inocente. Meu pau foi entrando na buceta dela como manteiga, a lubrificação dela era tanta que não demorou nada pra eu ter ela toda enfiada.
Ahhhh… siiiim… uhmmm…
Os braços dela me seguraram com força, as pernas tremeram ao sentir a buceta completamente invadida pelo meu pau duro. Os lábios e a língua dela não demoraram a procurar os meus, enquanto o corpo dela saboreava essa nova penetração…
Vamooos… Danny… me dá… pediu depois de uns instantes.
Ajeitei melhor meus braços debaixo das coxas dela, com as mãos segurando as bundonas dela, comecei a subir e descer que o corpo da Mili tava desejando, enfiando e tirando meu pau dos lábios molhados da buceta dela… gostosa, agradeceu essa fricção…
Siiim… asssim… que delícia… hummmm…
Os peitões dela balançavam no meu corpo, os gemidos doces enchiam meus ouvidos. Com o sangue fervendo, fui aumentando o ritmo de subida e descida, ela curtia esse vigor, a força que eu colocava nessas penetrações, cada vez mais seguidas…
Ahhh… uhmmm… ahhh…
O vai e vem agitado do corpo dela não deixava ela continuar com os pedidos. O ar nos meus pulmões mal davam pra soltar aqueles suspiros gostosos. A força nos meus braços também mal dava pra continuar com aquele movimento puxado. Meu ritmo foi caindo, mas a rigidez do meu pau não.
Vamo Danny… mais forte… vamoo… ela reclamava, recuperando o fôlego e percebendo meu cansaço.
Como eu não reagia muito, ela mesma, com movimentos atrapalhados mas gostosos, foi subindo e descendo… mas não dava pra levar ela a outro orgasmo… queria ter terminado naquela posição, mas depois de três transas naquela noite e minha falta de exercício nos últimos tempos, ia ser foda.

Sabia que não ia aguentar segurar ela por muito tempo, então meus olhos procuraram um lugar pra apoiar e terminar aquela parada… pensei em colocar ela em cima da pia, mas duvidava que aguentasse o peso da Mili e a força da nossa trepada… aí olhei pro vaso, com a tampa abaixada dava pra sentar.

Com a Mili nas costas, fui sentar no vaso. Ela sorriu agradecida quando viu minha solução prática, ou talvez foi por lembrar que horas antes a gente tava numa posição parecida no banheiro da faculdade, só que dessa vez ela tava de frente pra mim, não de costas.
Assim é melhor… falou e se preparou pra continuar a foda.

Ela rebolou a bunda suculenta na minha virilha e sentiu que meu pau ainda duro enchia ela toda. Igual no banheiro da faculdade, com os pés no chão, a Mili subia e descia, enfiando meu pau na buceta quente dela à vontade…
Que… bom… ahhh… uhhh… ela gritava, sentindo a mesma agitação de antes.

Eu deixei meus braços descansarem, rodeando a cintura dela. Meus lábios chupavam os peitos dela que balançavam com os movimentos e a respiração ofegante. As mãos dela acariciavam meu cabelo… até que…
Aiii… não pode ser… não aguento mais… a Mili falou, confusa.

Olhei pra ela estranho, pensei que já tinha gozado, Pareceu muito repentino, já que fazia pouco tempo que a gente tinha retomado nossas ações. No rosto dela, cheio de fascinação e ainda excitado, pude ver de novo aquela loucura passional que tinha visto quando eu desvirginei o cu dela ou quando a possuí pelo mesmo buraco de forma selvagem no banheiro da faculdade. Aquela loucura, aquele apetite anal tinha voltado. No ponto mais alto da excitação dela, ela achou que sentiria mais prazer sendo penetrada pelo mais estreito e dolorido dos seus buracos. Foi assim que ela me deixou entender quando se levantou um pouco, tirou meu pau e segurou ele com a mão, como se fosse dona dele, e colocou na entrada do cu dela, que ainda machucado pulsava esperando uma nova investida.

— Tem certeza?... — perguntei incrédulo.

— Sim... — foi a resposta seca e cheia de luxúria dela.

Pra deixar clara a posição dela, ela mesma foi se sentando no meu pau. Mordendo os lábios pra não deixar escapar gemidos de dor, foi se enfiando aos poucos no meu pau grossudo. Minhas mãos só guiaram o movimento dela, segurando pela cintura. A pele dela se arrepiou enquanto descia.

— Ufff... ouuu... — ela reclamou.

— Já já... — eu incentivei.

As pernas dela começaram a tremer, por causa da dor, do cansaço ou talvez da excitação. Não aguentou mais e se deixou cair...

— Ayyyy... — gritou dolorida.

Me abraçou com força enquanto o corpo dela se recuperava daquela investida dolorosa, daquela penetração forçada que parecia ter partido ela ao meio. Com o rosto escondido entre meu ombro e meu pescoço, em voz baixa, me cobrou:

— Olha no que você me transformou...

— Numa infiel? Numa ninfomaníaca? Numa viciada em cu?... — talvez essa última fosse a resposta mais certa, já que ela tava disposta a sofrer aquela dor inicial em busca de um clímax maior. Eu podia ter ficado quieto, mas preso pela curiosidade, me atrevi a perguntar:

— No quê (você me transformou)?

Se afastando do meu ombro e me encarando, com um brilho diferente nos olhos e um gesto carinhoso, talvez excitado, ela respondeu:

— Numa viciada no seu pau. A resposta dela foi quase, pensei. Agradavelmente surpreso e lisonjeado, quis responder algo, retribuir, mas a Mili não me deu chance pra nenhuma réplica imediata. Talvez esperasse uma resposta física e não com palavras, já que ela começou a reboltar aquela bunda deliciosa no meu meio das pernas.

Era a primeira vez que ela fazia essa manobra enquanto meu pau tava empalando ela pelo cu… depois do gesto de sofrimento inicial, uma expressão de prazer foi mudando o rosto dela, transformando a dor inicial em um tesão incipiente, a pele dela se arrepiou de novo ao sentir aquela sensação de volta.

Uhmmmm… ela suspirou aliviada ao notar que a dor tava passando e a excitação tava tomando conta de novo.

Mais segura, começou a ir e vir suavemente em cima do meu pau. Minhas mãos continuaram guiando a cintura dela, meus lábios buscaram os dela, que em beijos generosos retribuíam o prazer que meu pau tava dando no cuzinho dela. Depois, meus lábios foram pros mamilos inchados dela, que pareciam que iam explodir.

Sim… me pega assim… curte meu corpo como eu curto teu pau… ela murmurava ofegante.

O suor começou a molhar a gente, o sobe e desce do corpo dela tava cada vez mais rápido, os gemidos dela, o barulho da bunda batendo na minha virilha, a fricção gostosa e o prazer que tava causando só aumentavam… só que agora as forças dela tavam acabando…

Ahhh… vamosss… me ajuda… ahhh… ela implorava com as bochechas vermelhas, o rosto cansado.

Minhas mãos seguraram aquela bunda enorme, e meus braços descansados ajudaram ela na tarefa de subir e descer, primeiro imitando o ritmo dela, depois acelerando.

Siiim… assiii… ahhhh… já tô quase… uhmmm… ela exclamava satisfeita.

O castigo que ela mesma se deu, essa auto-penetração, tava chegando no auge, os movimentos, as enfiadas eram cada vez mais frequentes, mais loucas. Os peitos dela vibravam perto do meu peito, aquela bunda voluptuosa batia com tudo na minha virilha.

Ahhh… ahhhh… ahhh… Mili gemia fundo.

Num último movimento, ela se deixou cair com força, cravando meu pau o mais Que conseguiu, depois balançou de novo aquela bunda gostosa, enquanto o corpo dela se contorcia com mais um orgasmo. Me abraçou com força, meu pau quase enrolado deu um jeito de inundar ela, de refrescar as intimidades dela com aquele leite gostoso.
Ufff… uhmmm… suspiro agradecida.
Novos espasmos percorreram o corpo dela por causa dessas rajadas de porra invadindo ela. De novo, o rosto dela descansou no meu ombro. O corpo dela, deliciosamente relaxado, exausto, descansou contra o meu. Os peitos dela pararam de bater no meu peito, sinal claro de que a respiração dela voltava ao normal.
Poxa… acho que a gente precisa de um banho… falei finalmente, notando nossos corpos suados.
Ela afastou um pouco o rosto do meu ombro e parecia meio perplexa, tinha uma expressão engraçada, só me disse, quase implorando:
Sim, mas dessa vez só um banho mesmo…
Eu ri, percebendo que o corpo dela estava exausto, depois de todas aquelas experiências sexuais era óbvio. A Mili tinha medo que minha proposta de tomar banho junto de novo escondesse outro castigo pro cuzinho dela.
Tá bom, só um banho… respondi sorrindo.
Só aí vi que a expressão de surpresa, quase medo, dela se transformou numa mais animada. Depois desses encontros intensos, eu também duvidava que conseguisse aguentar ela mais uma vez, pelo menos naquela noite, ou nos próximos minutos… além disso, a gente tinha outras tarefas pendentes, tipo, ainda não tínhamos terminado o relatório da faculdade que precisávamos entregar na segunda… depois disso, talvez mais umas recaídas, quem sabe?… a essa altura, entre a gente, qualquer coisa podia rolar…
Continua…Partes Anteriores:
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4 comentários - Arrombando a Mili parte 6

Tanto le rompes el culo a Mili???
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como las partes anteriores, excelente!!!!
No tengo palabras para describir lo bueno de todas las partes.
Me saco el sombrero ante tan buen relato.
Saludos