Como sempre, né...

... sempre tem uma desculpa na hora da cama. Parente doente, mudança de emprego, problema com vizinho... sempre, mas sempre acontece alguma coisa. Na hora da "intimidade", surgem os comentários de sempre, "tô com fluxo", "tô com dor de garganta", "tô com sensação que vou cagar"... aí, eu desço, ligo o PC, www.poringa.net e dedico a punheta pro post mais explícito.

Mas aquela quinta-feira foi diferente. Cansado das mesmas histórias, peguei o carro, mesmo sendo a gasolina, fui até a YPF Gas que fica no oeste, e fui atrás de uma ex-playboy da SOL que, pelos comentários dos caras, eu tinha a informação de que a "sorte" dela (em alguns lugares chamam de cu), a xereca dela e as gêmeas estavam naquele lugar.

Cheguei e vi ela atendendo na plataforma N°3. Estacionei o carro pra ir até o Drugstore, e quando passei do lado dela, pedi se ela podia dar uma passada no meu parabrisa.

Não sabia bem o que comprar, porque não tenho vício maior que sexo. Não fumo e depois do golfe, não bebo (pelo menos quando dirijo). Então, umas pastilhas de menta e uma caixa de camisinha foi o gasto da minha nota de 20 reais.

Ela, com a sorte marcada na cara, legging branca, cabelo preso, blusa azul colada na pele e elas tentando escapar por baixo do queixo. Pra ser sincero e sem vergonha, parei o olhar no começo das pernas dela. "W", foi o que me indicou, mas ela tinha parado; quando levanto o olhar, vejo que ela tava me encarando nos olhos.

— "Mais alguma coisa?? Já tá pronto o carro."
— Não, não... falei com a maior cara de otário.

Fiquei olhando as revistas, ligado no que ela conversava com a caixa e ouvia que ela tava sozinha (esperando alguma proposta, talvez), e que ia ficar mais um tempo até 1h30.

Saí, subi no carro e quando esperava o sinal abrir, via como a caixa e ela olhavam pra onde eu tava. Não fiz nem duas quadras, criei coragem e pensando no que me esperava em casa (a nessa altura.. "dá pra ficar quieto que eu tô cansada, aonde você foi que tá tão frio.. e outras frases clássicas da minha parceira ). Voltei, parei o carro na frente, olhei pra praia e não tinha ninguém. Só três caras de boné, mas todos homens. Continuei olhando com atenção, pensando "como eu dormi".

Vejo ela sair com uma bolsa e ir em direção ao ponto de táxi, na outra quadra. (esse detalhe eu também já sabia) e me aproximei com o carro. Ofereci carona e ela não aceitou. Aí, com outra desculpa, desci do carro e falei que tinha ido naquele posto de gasolina só pra vê-la, que pelo menos aceitasse um café.

Ela riu, me chamou de cara de pau, mas subiu. Ela me disse que morava sozinha, falou do que fazia e entendi que, com o que ganhava no turno de salva-vidas, só dava pra pagar as contas, não pra se dar uns luxos. Aí lembrei que tinha na carteira uma nota de $100 que podia sair da minha e ir pra dela. Foi o que aconteceu.

Seguimos pela estrada, tipo indo pra Ezeiza, paramos pra ver a noite. Ela começou a me acariciar, nessa altura, eu já tava pronto, entregue demais. Joguei o banco pra trás e ela se inclinou pro meu amigo, começou a chupar ele. Fazia isso mostrando que é uma pessoa que não deixa de se dar nenhum prazer. Só que ela me chupava e me olhava. Quando menos percebi, ela já tava com a boca quente e grossa. Cheia de porra.

- Quanto gozou!! Espero que tenha mais; disse depois de engolir.

Passamos pro banco de trás, tenho um Mondeo. É bem espaçoso atrás. Ela abaixou a calça, com a calcinha fio-dental, com o dedo mindinho puxei de lado e comecei a devorar aqueles lábios. Quanta carne. Parecia de porcelana, não tinha um único pelo que atrapalhasse de percorrer toda a região pubiana dela. Ela se ofereceu pra tirar gentilmente a blusa preta e os peitos dela saltaram soltos, sem sutiã.

Ao toque, os bicos e o formato dos seios dela me chamavam. E não pude falhar com eles, já tava neles. Nessa hora, já tinha A cock list. Agora era ela quem controlava a situação. Me sentou no banco de trás, pegou uma das camisinhas que tinha comprado, colocou na boca e começou a cobrir. Depois de coberta, sentou e começou a me machucar. Eu sentado no banco de trás, ela olhando para a parte de trás do carro, com as mãos apoiadas em cada uma das alças do teto. Me dando bombadas... Depois de alguns minutos, mudou de posição, se virou, olhava para frente enquanto eu sentia que tudo começava a ferver e já sentia o néctar, produto do orgasmo dela, escorrendo pelas minhas pernas. Parei. Coloquei ela de joelhos olhando para o porta-malas, tirei a bunda grande e firme dela, e com a maior discrição, apontei a ponta para o cu dela. Diante da indiferença dela, entrei como um louco e comecei a meter, devagar no começo, desenfreado depois. Quando as bolas endureceram e a gozada era certa, tirei a camisinha e coloquei na boca dela. Ela, como uma menina obediente, tomou tudo.

Desceu do carro, se vestiu com a porta tampando as luzes dos carros e sentou na frente, como se nada tivesse acontecido.

Nessa altura, nem ideia da hora eu tinha. Deixei ela na remiseria.

9 comentários - Como sempre, né...

jajaja me encantaron las justificaciones previas... pero es cierto. No siempre se encuentra en casa lo que uno quisiera!
buen relato!!
-Mi amor, vamos a garchar...
-Ay Mario! me duele la cabeza...
-Andate a la puta que te pario!!!
MMMMMMUUUUUUÑECA SYSTEM!!!

A todos les pasa eso maestro, es un virus, como el AH1N1...
A mi me pasa todo el tiempo, es mas, en este momento la estoy esperando y cuando llegue me la voy a querer garchar y va a tener sueño y va a estar cansada de estudiar y trabajar todo el dia y para colmo tiene un orto y la chupa tan bien que no podes dormir con esa carne al lado, es horrible tener la chagar dura y el orto parado y duro al lado sin poder mojar... me dan ganas de cortarme la cabeza del choto... 😩
che que buen relato !! jaja si que lo pario que gran verdad !! no es por justificarme pero nos obligan a buscar a fuera siempre !! por suerte hoy en dia contamos con el msn y el face que nos ayudan en la busqueda !!
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que buen relato!! y trasca la dejaste el la remi!! ja que grasso