Primeiro relato
Sou um leitor assíduo dos contos do pornô, embora nem todos me agradem. Prefiro as histórias com uma dose de realismo...
Porque o sexo nunca é perfeito, nem sempre a gente come a gostosa mais linda, com as melhores tetas, a melhor bunda ou "por acaso", no tempo que dura a história, ela sempre malhava e tem um corpo esbelto e definido em todos os músculos...
Aqui vai uma verdade...
Tenho 22 anos, 1,68m, 98kg, robusto, quase gordinho, coisa que disfarço com uma boa personalidade e simpatia... Trabalho num supermercado e tenho um 147 modelo 84... Vocês vão dizer: "Esse aí toma um Actimel e morre de overdose"... Mas graças ao meu hobby... a locução, consegui um vasto prontuário sexual.
Tenho um programa noturno e, segundo dizem, uma voz agradável... Isso faz com que tenha uma fila de meninas entre 14 e 20 anos atrás de mim...
A VIRGEMZINHA
Marisol tem 18 anos, está prestes a se formar no colégio. Menina normal, rostinho bonito, suas tetas, sua bunda, mas nada de enlouquecer. Mando uma foto pelo celular e ela diz pra gente se ver, que quer me conhecer, que adora minha voz e dorme todas as noites ouvindo meu programa. Vou buscá-la no colégio e a gente dá umas voltas pelo bairro, paramos numa praça, começo com o papo furado de sempre. Se era o que eu esperava, que ela era muito gostosa até dar uns beijos... beijos que acompanham uma apalpada casual, e ela diz que isso vai para maiores.
Digo: — Vamos para outro lugar — pensando no motel mais perto... Olho minha carteira e só tenho 30 pila, porra. Calculo camisinha, gasolina, o motel não dá. São 5 da tarde, hora de ir se amassar em algum lugar.
Ligo pra casa pra ver se meus pais estavam, e como de costume, não tinha ninguém. Entramos no meu quarto, conversamos umas besteiras, era óbvio onde íamos parar, então tiro meus tênis e me deito na cama, convidando ela para o inevitável.
Ela responde sentando na beira da Aproximo a cama pra beijar ela e, aos poucos, ela vai relaxando até deitar comigo.
Depois de uns beijos, tiro a jaquetinha dela pra conseguir chegar melhor nos peitos dela. Apalpo aqueles pezinhos que responderam endurecendo, não sei se pelo frio da minha mão ou se porque ela gostou.
Desço minha mão pra barriguinha dela, aproximo até a borda da calça pra ver como ela reage... uma mudança na respiração me dá o ok pra seguir em frente. Enfio meus dedos e encontro uma moita de pelos, que me desagradou no começo, mas na situação que eu tava, não liguei muito.
Um gemido leve me dá o sinal verde pra continuar. Minha mão entra toda por baixo da calcinha dela, e ela concorda abrindo as pernas pra eu poder tocar toda a buceta dela. Tava levemente úmida. Enfio um dedinho, e ela instintivamente agarra meu pau por cima da calça... tiro minha mão, me desabotoo pra deixar ele sair e ela poder pegar bem. Dou um beijo daqueles que, se eu tivesse língua maior, enfiava até o ouvido dela, e meto minha mão de volta na buceta dela — pra minha surpresa, completamente molhada. Isso me excitou pra caralho.
Tiro a blusa dela... encontro um sutiã com desenhinhos que me fez duvidar da idade da menina... mas não importou, tirei ele, comecei a chupar aqueles peitos, e ela com meu pau na mão me faz sentir como gosta, apertando cada vez que eu mordia.
Não aguento mais, quero meter naquela buceta molhada e gostosa. Tiro a calça dela, tava com vontade de chupar aquela buceta, saborear那些 suquinhos, mas a moita de pelos me fez mudar de ideia.
Abro as pernas dela, aproximo o pau na entrada pra meter... aí ela fala: — "Para, bebê!!!!!! Você não se cuida, não????" Essas palavras me trazem de volta à realidade e, pra minha tristeza, esqueci de comprar camisinha quando viemos pra casa... porra!!!!!!
Me deito do lado dela e penso: bom, pelo menos um boquete. Ela beija meu peito, desce pra minha barriga, já me arrumo pra ela chegar, mas... ela me olha e fala: — "NUNCA FIZ ISSO, BEBÊ!!! da cosita. ISSO... meu estado de tesão era tanto que esqueci da cavalheirice e falei: - chupa isso como se fosse um sorvete
ela riu, me abraçou e disse - não, não tenho coragem
isso foi um balde de água fria nos meus ovos... ficamos um tempo abraçados, eu pensando em como resolver a situação, se saía correndo pra comprar camisinha, me veio a ideia de um saco plástico, enquanto pensava o amigo dorme e devo ter feito uma cara de decepção total porque ela diz: - me desculpa, bebê, é que nunca fiz isso e tenho medo de fazer errado...
ela me beija, tentando compensar, pega meu pau, que tava meio duro, quase murchando, com a mão dela e começa a me masturbar. no começo deixo meio de má vontade, não tava satisfeito, mas uns beijos fazem esquecer minha decepção... ela leva minha mão até a buceta dela, que pra minha surpresa tava mais molhada que antes, isso me deixa mais excitado. apertando meu pau ela diz: - não aguento mais, quero sentir, BEBÊ!!!!!
ela sobe em cima de mim e começa a esfregar a buceta dela no meu pau... virando uma tortura sabendo que não podia penetrar... sem perceber, eu ajusto ela com uma mão pra colocar na posição e ela senta, engolindo meu pau inteiro de uma vez.
sinto ela ficar mais molhada e os sucos escorrendo pelas minhas bolas. isso me deixou tão excitado que esqueci que não tinha camisinha e deixei ela montar um pouco, mudo de posição, eu por cima pra ditar o ritmo e controlar a gozada. não queria me acabar.
ela respondia cada estocada com um
- aí sim, bebê... como eu gosto... sim, assim quero teu pau todo...
essas palavras corroíam meu cérebro, perdendo todo controle e buscando só prazer. ao sentir que meu pau enchia de porra, consegui tirar a tempo de gozar na barriguinha dela...
desabo do lado dela... brincando com o sêmen na barriga dela, ela diz
- que tesão que você me dá
pegando meu pau de novo e não deixando minha ereção cair, tenta espremer os últimos restos que sobraram. satisfeito, deixei ela brincar com meu pau. mas quase sem Me dei conta, ela tava em cima de novo, dessa vez ela quem ditou o ritmo. Já não ligava mais pra nada, me deixei foder. Só conseguia empurrar um pouco quando ela começava a arranhar meus braços, anunciando o orgasmo dela.
Quando se sentiu satisfeita, desceu e me masturbou. Só precisou de umas poucas sacudidas pra me fazer gozar... Ela me abraça e ficamos assim um tempo em silêncio. Quebro o gelo com a pergunta:
— Não era que você nunca tinha feito isso???
Ela responde:
— Nunca chupei uma rola, amor. Virgem deixei de ser faz tempo...
CONTINUA...
Sou um leitor assíduo dos contos do pornô, embora nem todos me agradem. Prefiro as histórias com uma dose de realismo...
Porque o sexo nunca é perfeito, nem sempre a gente come a gostosa mais linda, com as melhores tetas, a melhor bunda ou "por acaso", no tempo que dura a história, ela sempre malhava e tem um corpo esbelto e definido em todos os músculos...
Aqui vai uma verdade...
Tenho 22 anos, 1,68m, 98kg, robusto, quase gordinho, coisa que disfarço com uma boa personalidade e simpatia... Trabalho num supermercado e tenho um 147 modelo 84... Vocês vão dizer: "Esse aí toma um Actimel e morre de overdose"... Mas graças ao meu hobby... a locução, consegui um vasto prontuário sexual.
Tenho um programa noturno e, segundo dizem, uma voz agradável... Isso faz com que tenha uma fila de meninas entre 14 e 20 anos atrás de mim...
A VIRGEMZINHA
Marisol tem 18 anos, está prestes a se formar no colégio. Menina normal, rostinho bonito, suas tetas, sua bunda, mas nada de enlouquecer. Mando uma foto pelo celular e ela diz pra gente se ver, que quer me conhecer, que adora minha voz e dorme todas as noites ouvindo meu programa. Vou buscá-la no colégio e a gente dá umas voltas pelo bairro, paramos numa praça, começo com o papo furado de sempre. Se era o que eu esperava, que ela era muito gostosa até dar uns beijos... beijos que acompanham uma apalpada casual, e ela diz que isso vai para maiores.
Digo: — Vamos para outro lugar — pensando no motel mais perto... Olho minha carteira e só tenho 30 pila, porra. Calculo camisinha, gasolina, o motel não dá. São 5 da tarde, hora de ir se amassar em algum lugar.
Ligo pra casa pra ver se meus pais estavam, e como de costume, não tinha ninguém. Entramos no meu quarto, conversamos umas besteiras, era óbvio onde íamos parar, então tiro meus tênis e me deito na cama, convidando ela para o inevitável.
Ela responde sentando na beira da Aproximo a cama pra beijar ela e, aos poucos, ela vai relaxando até deitar comigo.
Depois de uns beijos, tiro a jaquetinha dela pra conseguir chegar melhor nos peitos dela. Apalpo aqueles pezinhos que responderam endurecendo, não sei se pelo frio da minha mão ou se porque ela gostou.
Desço minha mão pra barriguinha dela, aproximo até a borda da calça pra ver como ela reage... uma mudança na respiração me dá o ok pra seguir em frente. Enfio meus dedos e encontro uma moita de pelos, que me desagradou no começo, mas na situação que eu tava, não liguei muito.
Um gemido leve me dá o sinal verde pra continuar. Minha mão entra toda por baixo da calcinha dela, e ela concorda abrindo as pernas pra eu poder tocar toda a buceta dela. Tava levemente úmida. Enfio um dedinho, e ela instintivamente agarra meu pau por cima da calça... tiro minha mão, me desabotoo pra deixar ele sair e ela poder pegar bem. Dou um beijo daqueles que, se eu tivesse língua maior, enfiava até o ouvido dela, e meto minha mão de volta na buceta dela — pra minha surpresa, completamente molhada. Isso me excitou pra caralho.
Tiro a blusa dela... encontro um sutiã com desenhinhos que me fez duvidar da idade da menina... mas não importou, tirei ele, comecei a chupar aqueles peitos, e ela com meu pau na mão me faz sentir como gosta, apertando cada vez que eu mordia.
Não aguento mais, quero meter naquela buceta molhada e gostosa. Tiro a calça dela, tava com vontade de chupar aquela buceta, saborear那些 suquinhos, mas a moita de pelos me fez mudar de ideia.
Abro as pernas dela, aproximo o pau na entrada pra meter... aí ela fala: — "Para, bebê!!!!!! Você não se cuida, não????" Essas palavras me trazem de volta à realidade e, pra minha tristeza, esqueci de comprar camisinha quando viemos pra casa... porra!!!!!!
Me deito do lado dela e penso: bom, pelo menos um boquete. Ela beija meu peito, desce pra minha barriga, já me arrumo pra ela chegar, mas... ela me olha e fala: — "NUNCA FIZ ISSO, BEBÊ!!! da cosita. ISSO... meu estado de tesão era tanto que esqueci da cavalheirice e falei: - chupa isso como se fosse um sorvete
ela riu, me abraçou e disse - não, não tenho coragem
isso foi um balde de água fria nos meus ovos... ficamos um tempo abraçados, eu pensando em como resolver a situação, se saía correndo pra comprar camisinha, me veio a ideia de um saco plástico, enquanto pensava o amigo dorme e devo ter feito uma cara de decepção total porque ela diz: - me desculpa, bebê, é que nunca fiz isso e tenho medo de fazer errado...
ela me beija, tentando compensar, pega meu pau, que tava meio duro, quase murchando, com a mão dela e começa a me masturbar. no começo deixo meio de má vontade, não tava satisfeito, mas uns beijos fazem esquecer minha decepção... ela leva minha mão até a buceta dela, que pra minha surpresa tava mais molhada que antes, isso me deixa mais excitado. apertando meu pau ela diz: - não aguento mais, quero sentir, BEBÊ!!!!!
ela sobe em cima de mim e começa a esfregar a buceta dela no meu pau... virando uma tortura sabendo que não podia penetrar... sem perceber, eu ajusto ela com uma mão pra colocar na posição e ela senta, engolindo meu pau inteiro de uma vez.
sinto ela ficar mais molhada e os sucos escorrendo pelas minhas bolas. isso me deixou tão excitado que esqueci que não tinha camisinha e deixei ela montar um pouco, mudo de posição, eu por cima pra ditar o ritmo e controlar a gozada. não queria me acabar.
ela respondia cada estocada com um
- aí sim, bebê... como eu gosto... sim, assim quero teu pau todo...
essas palavras corroíam meu cérebro, perdendo todo controle e buscando só prazer. ao sentir que meu pau enchia de porra, consegui tirar a tempo de gozar na barriguinha dela...
desabo do lado dela... brincando com o sêmen na barriga dela, ela diz
- que tesão que você me dá
pegando meu pau de novo e não deixando minha ereção cair, tenta espremer os últimos restos que sobraram. satisfeito, deixei ela brincar com meu pau. mas quase sem Me dei conta, ela tava em cima de novo, dessa vez ela quem ditou o ritmo. Já não ligava mais pra nada, me deixei foder. Só conseguia empurrar um pouco quando ela começava a arranhar meus braços, anunciando o orgasmo dela.
Quando se sentiu satisfeita, desceu e me masturbou. Só precisou de umas poucas sacudidas pra me fazer gozar... Ela me abraça e ficamos assim um tempo em silêncio. Quebro o gelo com a pergunta:
— Não era que você nunca tinha feito isso???
Ela responde:
— Nunca chupei uma rola, amor. Virgem deixei de ser faz tempo...
CONTINUA...
14 comentários - A virgem gostosa - primeiro conto
opinen sobre la historia gracias desde ya
🙂 MaTeO 🙂
lastima que no tengo una para la siesta!
esta buena che, cosa de gente normal!
lastima que no tengo una para la siesta!
gracias tiagazo yo ahora me voy a buscar otra para la tarde voy a ver si me deja sacarle fotos para hacer mas lindos los relatos jajaja
TA BUENO LOKO
ME GUSTO... SEGUI ASI
PD: espero con ansias la segunda parte jejejej 🆒