A chácara
(Final)
Depois que a Claudia terminou de depilar a Florencia, achei que ia rolar o bom. Na hora me senti estranho, pensando: será que minha prima e meus amigos são uns neuróticos ou é só um jogo? Mas também: por que me deram na cabeça? O que iam fazer comigo? Um monte de pensamentos e perguntas sem resposta. Onde eu preferia estar agora? Aqui num galpão, pelado e com uma corrente amarrada no pé.
— Vou tentar explicar o que a gente faz — disse minha prima. — A gente faz jogos de submissão com sexo, e isso faz parte do jogo.
— O quê, me bater na cabeça, me deixar amarrado e ainda pelado? — disse Alejandro, que agora começava a se fazer de vítima, depois de ter dito que queria jogar.
— Olha, Alejandro, é só um jogo, ninguém vai te machucar — disse Horácio, enquanto começava a abraçar a Claudia por trás e beijava o pescoço dela.
— Vai, primo, não seja chato, joga com a gente — disse Claudia.
— Tá bom, vou jogar — respondeu Alejandro. Horácio começou a acariciar a Claudia. Florencia se levantou e viu que a corrente só prendia o pé dela, ou seja, tava solta. Ela se aproximou do Alejandro e começou a acariciá-lo.
— Não entendo, pra que a corrente se não tá presa em lugar nenhum? — disse Alejandro.
— Faz parte do jogo, igual o golpe na cabeça, senão ninguém se submete — respondeu Florencia.
Florencia começou a beijá-lo e acariciá-lo, e Alejandro respondeu na mesma moeda. Ela começou a acariciar a pica do Alejandro, que já tava endurecendo. Depois, começou a chupá-lo, dava umas chupadas lentas e enfiava tudo na boca. Alejandro gemia e apertava com força os peitos pequenos dela. Depois de um tempo, Alejandro começou a chupar a buceta da Florencia, que apertava a cabeça dele com força enquanto ele chupava. Alejandro olhou pra Florencia, sorriu e começou a meter na buceta dela. Florencia gemia, e Alejandro conseguiu... ver sua prima e o Horácio fazendo um 69, e a prima gemendo sem controle. Alejandro sentiu que ia gozar e começou a gemer mais forte e a meter mais forte nela.
_Goza na minha cara, por favor_ disse Florencia. Ela colocou o rosto perto da pica do Alejandro, ele começou a se masturbar e soltou uns jatos de porra que banharam a cara de Florencia. Alejandro conseguiu ver Horácio e a prima dele continuando a transar.
_Vamos olhar pra eles_ disse Florencia entre gemidos. Horácio metia forte na Claudia enquanto ela gemia. Depois de um tempo, Claudia ficou de quatro e Horácio começou a fazer booty nela e continuou metendo mais devagar. Depois de um tempo, Horácio começou a gemir como se estivesse chegando ao orgasmo e gozou dentro do cu da Claudia. Ao tirar a pica, Alejandro viu umas gotas de porra escorrendo pelo cu da Claudia, passando pela buceta dela e caindo no chão.
_Gostou, primo?_ disse Claudia.
_Sim, prima_ respondeu Alejandro.
_Bom, agora a gente pode fazer uma troca_ disse Horácio sorrindo. E todos riram.
A maior parte das férias Alejandro viveu assim, até comeu a prima dele. Ele achou que foram as melhores férias da vida dele e que no ano seguinte voltaria.
Primeiro relato, espero que tenham gostado, eu que escrevi.
(Final)
Depois que a Claudia terminou de depilar a Florencia, achei que ia rolar o bom. Na hora me senti estranho, pensando: será que minha prima e meus amigos são uns neuróticos ou é só um jogo? Mas também: por que me deram na cabeça? O que iam fazer comigo? Um monte de pensamentos e perguntas sem resposta. Onde eu preferia estar agora? Aqui num galpão, pelado e com uma corrente amarrada no pé.
— Vou tentar explicar o que a gente faz — disse minha prima. — A gente faz jogos de submissão com sexo, e isso faz parte do jogo.
— O quê, me bater na cabeça, me deixar amarrado e ainda pelado? — disse Alejandro, que agora começava a se fazer de vítima, depois de ter dito que queria jogar.
— Olha, Alejandro, é só um jogo, ninguém vai te machucar — disse Horácio, enquanto começava a abraçar a Claudia por trás e beijava o pescoço dela.
— Vai, primo, não seja chato, joga com a gente — disse Claudia.
— Tá bom, vou jogar — respondeu Alejandro. Horácio começou a acariciar a Claudia. Florencia se levantou e viu que a corrente só prendia o pé dela, ou seja, tava solta. Ela se aproximou do Alejandro e começou a acariciá-lo.
— Não entendo, pra que a corrente se não tá presa em lugar nenhum? — disse Alejandro.
— Faz parte do jogo, igual o golpe na cabeça, senão ninguém se submete — respondeu Florencia.
Florencia começou a beijá-lo e acariciá-lo, e Alejandro respondeu na mesma moeda. Ela começou a acariciar a pica do Alejandro, que já tava endurecendo. Depois, começou a chupá-lo, dava umas chupadas lentas e enfiava tudo na boca. Alejandro gemia e apertava com força os peitos pequenos dela. Depois de um tempo, Alejandro começou a chupar a buceta da Florencia, que apertava a cabeça dele com força enquanto ele chupava. Alejandro olhou pra Florencia, sorriu e começou a meter na buceta dela. Florencia gemia, e Alejandro conseguiu... ver sua prima e o Horácio fazendo um 69, e a prima gemendo sem controle. Alejandro sentiu que ia gozar e começou a gemer mais forte e a meter mais forte nela.
_Goza na minha cara, por favor_ disse Florencia. Ela colocou o rosto perto da pica do Alejandro, ele começou a se masturbar e soltou uns jatos de porra que banharam a cara de Florencia. Alejandro conseguiu ver Horácio e a prima dele continuando a transar.
_Vamos olhar pra eles_ disse Florencia entre gemidos. Horácio metia forte na Claudia enquanto ela gemia. Depois de um tempo, Claudia ficou de quatro e Horácio começou a fazer booty nela e continuou metendo mais devagar. Depois de um tempo, Horácio começou a gemir como se estivesse chegando ao orgasmo e gozou dentro do cu da Claudia. Ao tirar a pica, Alejandro viu umas gotas de porra escorrendo pelo cu da Claudia, passando pela buceta dela e caindo no chão.
_Gostou, primo?_ disse Claudia.
_Sim, prima_ respondeu Alejandro.
_Bom, agora a gente pode fazer uma troca_ disse Horácio sorrindo. E todos riram.
A maior parte das férias Alejandro viveu assim, até comeu a prima dele. Ele achou que foram as melhores férias da vida dele e que no ano seguinte voltaria.
Primeiro relato, espero que tenham gostado, eu que escrevi.
1 comentários - La chacra final