Parte I...........................................
Eu disse que ia acompanhá-la até a casa dela. No caminho, fui falando que amava a bunda dela:
— Lara, você tem uma raba que me apaixona.
— É meu trabalho, custa caro. Horas de exercício.
— Deixa eu apalpar?
— Claro que não. Acho que você esqueceu que eu tenho namorado.
— Vai, Lara, só um pouquinho. Sempre pensei que, do jeito que é bem feita, deve ser duríssima, com todo o esporte que você faz.
— A verdade é que é, sim.
— A minha também tá dura. Toca! — Peguei a mão dela e coloquei na minha bunda.
— Que idiota você é! — E ela tocou de novo, dizendo: é, tá dura mesmo.
— Viu? Agora a sua. Fiquei na frente dela, de modo que ela teve que parar.
— Você não vai parar até tocar, vai?
— Não.
— Então tá, só um pouquinho.
Consegui. Falei: — Deixa ela dura.
E comecei a apalpar com as duas mãos, puxando ela pra perto de mim. Que delícia, era a melhor bunda que já tinha tocado, e olha se não tava dura. Fiquei percorrendo ela em êxtase, aproveitando cada segundo. Ela não ficou parada e também apalpou a minha. Como era de esperar, meu pau tava prestes a explodir, e minhas bolas começaram a doer pra caralho por causa da pressão da calça e do esperma fervendo dentro delas. Ela deve ter sentido o meu pau todo e se afastou, dizendo:
— Vamos embora, que se alguém nos ver... Além do mais, sua bunda não é a única coisa que tá dura.
Parte II
A casa dela ficava a dois minutos, chegamos rapidinho, fui esquentando ela o caminho inteiro. Chegamos no prédio dela, ela abriu a porta da escada e falou:
Bom, adorei a noite, a gente se vê.
Eu entrei na escada.
— O que cê tá fazendo? Não teve o suficiente?
— Não tô com sono.
— Vai, vai acordar os vizinhos.
— Vou com você.
— É, com meus pais, pra festa, né?
— Sim. E entrei no elevador.
Ela entrou e me olhou brava. Eu falei:
— Beleza, vou embora, mas antes a gente esfrega um pouco as bundas. Ela ficou puta, mas topou.
Comecei a apalpar aquela bunda fantástica. Ela não tocava na minha. Continuei massageando, pegava por baixo, apertava e subia até em cima pra recomeçar. Parece que ela gostou, porque começou a acariciar a minha. Na hora, decidi que era pra ir com tudo. Sem mais, enfiei um beijão procurando a língua dela. ELA NÃO RESISTIU, isso significava que naquele elevador ia rolar algo glorioso. A gente tava esfregando a bunda e se beijando de língua. Comecei a apalpar a bunda dela por baixo da roupa, passava a mão naqueles glúteos fantásticos sem nada, porque a calcinha fio-dental minúscula não atrapalhava nada. Eu tava suando pra caralho naquele elevador, tirei a camiseta e no espelho vi como tava ensopado. Ela começou a beijar meus mamilos. Parou de esfregar minha bunda e começou a desabotoar minha calça. Na minha cueca dava pra ver um volume da minha excitação, ela acariciou por cima, depois soltou meu pau em todo o esplendor.
Aaaaaahhhh, que delícia, a noite inteira querendo me livrar da pressão daquela cueca. Enquanto lambia meus mamilos, começou uma masturbação gostosa. Depois de um tempo, ela sussurrou:
— Você não sabe o quanto eu desejei ter esse pau só pra mim, e eu respondi:
— Você não sabe quantas vezes ele gozou pensando em você.
Ao ouvir isso, ela se ajoelhou no elevador e, sem dizer nada, enfiou toda a minha rola na boca dela, que visão! nem nos meus sonhos mais loucos. Ela continuou fazendo um boquete de profissional. Dava pra ver que tinha experiência nessa coisa de chupar pau, eu adorava quando meu cuzinho roçava por dentro da boca dela. Por causa da putaria da situação, da visão da Lara me chupando a pica, mais gostosa do que nunca, daquela imagem no espelho do elevador com meu corpo todo encharcado de suor e por causa do ritmo frenético do boquete dela, eu não conseguia aguentar muito mais, então agarrei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder a boca dela, não durei mais de um minuto assim. Gozei de forma brutal dentro da boca dela, ela, longe de se assustar, continuou chupando enquanto o esperma escorria pelos cantos dos lábios dela.
Imagina a situação: a mina que mais me dava tesão na minha carreira, aquela cuja cara e corpo eram símbolo de sexo, a garota que me deixava no ponto por sua imagem de puta de luxo, estava ajoelhada na minha frente, com a cara cheia de porra e me olhando nos olhos com um sorriso de orelha a orelha. Que cena! O paraíso deve ser algo assim! Na minha vida, nunca aproveitei tanto um boquete.
Lara, sem apagar aquele sorriso do rosto, me disse:
— Já tá satisfeito?
— Tô no céu.
Ao dizer isso, ela me deu uma lambida ao longo de toda a minha pica, de baixo pra cima, e com a cara toda manchada de gozo e aquele sorriso que fazia o rosto dela adquirir um aspecto de vício inimaginável, me disse:
— Agora é a sua vez, gostoso.
Em seguida, ela começou a se despir, ainda não tinha tirado nada, ficou totalmente pelada. Encostou as costas no elevador e abriu as pernas, me mostrando a buceta linda dela, toda depilada, exceto por um triângulo raspado que parecia indicar o lugar onde trabalhar.
Eu me ajoelhei e, segurando-a pela cintura, levantei ela até a altura do meu peito; essa era a única forma aceitável de chupar bem a buceta dela, por causa do espaço reduzido. Ela já estava bem molhada, e dava pra ver que era uma garota experiente em sexo, dava pra ver os lábios menores sem precisar abrir. Comecei a lamber as virilhas dela pra ir esquentando, mas ela já tava muito quente, pegou na minha cabeça e enfiou na buceta dela dizendo:
"Me chupa logo, coelhinho."
Comecei a lamber a buceta dela pelos lábios maiores, menores e quando cheguei no clitóris ela soltou
um gemido que me deixou louco. Continuei trabalhando naquele grelinho e ela começou a gemer. Eu tava meio com medo de alguém ouvir, mas a excitação do momento falou mais alto e continuei chupando a bocetinha dela. Enfiava e tirava minha língua naquela xota deliciosa enquanto os fluidos dela escorriam, garantindo que ela tava gostando. Ficamos assim um tempão até que veio um orgasmo monstruoso, agora ela gritava, não gemia mais, e entre um grito e outro sussurrava: "continua, continua, não para, isso, siiiim."
Ainda não tenho certeza se ninguém nos ouviu. Mas não importa. Com a porra já seca na boca dela, ela começou a me beijar e com a mão pegou meu pau, agora já bem duro, e começou a bater uma punheta, eu amava aquele sorriso no rosto dela e o fato de ela não desviar o olhar dos meus olhos, me deliciava com aquela imagem. Ficamos assim um tempo, meu pau, depois da primeira gozada, já tava pronto pra fazer ela gozar por um bom tempo.
Falei pra ela colocar a calcinha fio dental, que eu queria foder ela com a calcinha no lugar e que ficasse de quatro porque enquanto eu comia ela queria admirar aquele rabo poderoso. Ela obedeceu. Eu coloquei uma camisinha. Peguei meu pau e antes de enfiar, esfreguei a cabeça na bocetinha dela enquanto ela suspirava: "Mmmm, que gostoso."
Agora comecei a enfiar devagar na buceta, pra gravar a sensação de prazer ao introduzir cada centímetro do meu pau, quando tava enfiado até o fundo, apertei aquele rabo bem forte contra meu pau e comecei um vai e vem muito gostoso, ficamos um bom tempo curtindo aquele ritmo lento. Eu também adorava a sensação da calcinha roçando no meu pau cada vez que enfiava e tirava. Aos poucos fui aumentando o ritmo, dava pra ver que era uma experta Ninfomaníaca, conforme ela ia aumentando o ritmo, fazia movimentos circulares que preenchiam completamente o interior da buceta dela, me dando um puta prazer. Ela começou a acelerar cada vez mais, e eu percebia que ela estava prestes a gozar. Segurava firme na cinturinha dela e dava estocadas fortes no meu pau, e ela começou a gritar de novo, do jeito que me deixava louco. Não parava de gritar e gritar, até que gozou. Eu ainda não tinha gozado, mas tinha notado que o cu dela estava bem dilatado, a Lara já tinha levado mais de um pau naquele rabo. Não me surpreende, porque com aquele rabo que a Lara tem, se o namorado dela não tivesse arrombado essa bunda, era pra matar ele.
Peguei meu pau, tirei da bucetinha dela, removi a tanga e fui enfiando o pau devagar no cu dela. Não precisei fazer muito esforço pra meter. Quando a Lara percebeu que eu ia foder ela no cu, ela se virou e me deu um sorriso. Fiquei pasmo, tava comendo a Lara num elevador por todos os buracos dela. Naquela bunda não tive pena, depois de meter o rabo, comecei a foder com força, adorava o som que meu pau fazia no cu dela e a sensação de bater minhas bolas na bunda dela. Com as minhas estocadas fortes, a Lara não parava de gemer, o que me deixava ainda mais excitado. Fiquei comendo o cu dela por um bom tempo, e quando estava prestes a gozar, tirei a camisinha e meti de novo no cu, já pra finalizar, fodendo com movimentos fortes de quadril e gozando dentro do cu dela.
Depois que acabou, a gente se levantou pelados e terminou como começou, apalpando o cu um do outro e nos beijando, dessa vez pelados. Depois nos vestimos e nos despedimos. Não tive notícias dela, só uns flagras que a gente troca, até dois dias atrás, quando ela me mandou um SMS dizendo que a gente precisa ir pro apartamento dela, só nós dois, pra repetir o que rolou no elevador...
Eu disse que ia acompanhá-la até a casa dela. No caminho, fui falando que amava a bunda dela:
— Lara, você tem uma raba que me apaixona.
— É meu trabalho, custa caro. Horas de exercício.
— Deixa eu apalpar?
— Claro que não. Acho que você esqueceu que eu tenho namorado.
— Vai, Lara, só um pouquinho. Sempre pensei que, do jeito que é bem feita, deve ser duríssima, com todo o esporte que você faz.
— A verdade é que é, sim.
— A minha também tá dura. Toca! — Peguei a mão dela e coloquei na minha bunda.
— Que idiota você é! — E ela tocou de novo, dizendo: é, tá dura mesmo.
— Viu? Agora a sua. Fiquei na frente dela, de modo que ela teve que parar.
— Você não vai parar até tocar, vai?
— Não.
— Então tá, só um pouquinho.
Consegui. Falei: — Deixa ela dura.
E comecei a apalpar com as duas mãos, puxando ela pra perto de mim. Que delícia, era a melhor bunda que já tinha tocado, e olha se não tava dura. Fiquei percorrendo ela em êxtase, aproveitando cada segundo. Ela não ficou parada e também apalpou a minha. Como era de esperar, meu pau tava prestes a explodir, e minhas bolas começaram a doer pra caralho por causa da pressão da calça e do esperma fervendo dentro delas. Ela deve ter sentido o meu pau todo e se afastou, dizendo:
— Vamos embora, que se alguém nos ver... Além do mais, sua bunda não é a única coisa que tá dura.
Parte II
A casa dela ficava a dois minutos, chegamos rapidinho, fui esquentando ela o caminho inteiro. Chegamos no prédio dela, ela abriu a porta da escada e falou:
Bom, adorei a noite, a gente se vê.
Eu entrei na escada.
— O que cê tá fazendo? Não teve o suficiente?
— Não tô com sono.
— Vai, vai acordar os vizinhos.
— Vou com você.
— É, com meus pais, pra festa, né?
— Sim. E entrei no elevador.
Ela entrou e me olhou brava. Eu falei:
— Beleza, vou embora, mas antes a gente esfrega um pouco as bundas. Ela ficou puta, mas topou.
Comecei a apalpar aquela bunda fantástica. Ela não tocava na minha. Continuei massageando, pegava por baixo, apertava e subia até em cima pra recomeçar. Parece que ela gostou, porque começou a acariciar a minha. Na hora, decidi que era pra ir com tudo. Sem mais, enfiei um beijão procurando a língua dela. ELA NÃO RESISTIU, isso significava que naquele elevador ia rolar algo glorioso. A gente tava esfregando a bunda e se beijando de língua. Comecei a apalpar a bunda dela por baixo da roupa, passava a mão naqueles glúteos fantásticos sem nada, porque a calcinha fio-dental minúscula não atrapalhava nada. Eu tava suando pra caralho naquele elevador, tirei a camiseta e no espelho vi como tava ensopado. Ela começou a beijar meus mamilos. Parou de esfregar minha bunda e começou a desabotoar minha calça. Na minha cueca dava pra ver um volume da minha excitação, ela acariciou por cima, depois soltou meu pau em todo o esplendor.
Aaaaaahhhh, que delícia, a noite inteira querendo me livrar da pressão daquela cueca. Enquanto lambia meus mamilos, começou uma masturbação gostosa. Depois de um tempo, ela sussurrou:
— Você não sabe o quanto eu desejei ter esse pau só pra mim, e eu respondi:
— Você não sabe quantas vezes ele gozou pensando em você.
Ao ouvir isso, ela se ajoelhou no elevador e, sem dizer nada, enfiou toda a minha rola na boca dela, que visão! nem nos meus sonhos mais loucos. Ela continuou fazendo um boquete de profissional. Dava pra ver que tinha experiência nessa coisa de chupar pau, eu adorava quando meu cuzinho roçava por dentro da boca dela. Por causa da putaria da situação, da visão da Lara me chupando a pica, mais gostosa do que nunca, daquela imagem no espelho do elevador com meu corpo todo encharcado de suor e por causa do ritmo frenético do boquete dela, eu não conseguia aguentar muito mais, então agarrei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a foder a boca dela, não durei mais de um minuto assim. Gozei de forma brutal dentro da boca dela, ela, longe de se assustar, continuou chupando enquanto o esperma escorria pelos cantos dos lábios dela.
Imagina a situação: a mina que mais me dava tesão na minha carreira, aquela cuja cara e corpo eram símbolo de sexo, a garota que me deixava no ponto por sua imagem de puta de luxo, estava ajoelhada na minha frente, com a cara cheia de porra e me olhando nos olhos com um sorriso de orelha a orelha. Que cena! O paraíso deve ser algo assim! Na minha vida, nunca aproveitei tanto um boquete.
Lara, sem apagar aquele sorriso do rosto, me disse:
— Já tá satisfeito?
— Tô no céu.
Ao dizer isso, ela me deu uma lambida ao longo de toda a minha pica, de baixo pra cima, e com a cara toda manchada de gozo e aquele sorriso que fazia o rosto dela adquirir um aspecto de vício inimaginável, me disse:
— Agora é a sua vez, gostoso.
Em seguida, ela começou a se despir, ainda não tinha tirado nada, ficou totalmente pelada. Encostou as costas no elevador e abriu as pernas, me mostrando a buceta linda dela, toda depilada, exceto por um triângulo raspado que parecia indicar o lugar onde trabalhar.
Eu me ajoelhei e, segurando-a pela cintura, levantei ela até a altura do meu peito; essa era a única forma aceitável de chupar bem a buceta dela, por causa do espaço reduzido. Ela já estava bem molhada, e dava pra ver que era uma garota experiente em sexo, dava pra ver os lábios menores sem precisar abrir. Comecei a lamber as virilhas dela pra ir esquentando, mas ela já tava muito quente, pegou na minha cabeça e enfiou na buceta dela dizendo:
"Me chupa logo, coelhinho."
Comecei a lamber a buceta dela pelos lábios maiores, menores e quando cheguei no clitóris ela soltou
um gemido que me deixou louco. Continuei trabalhando naquele grelinho e ela começou a gemer. Eu tava meio com medo de alguém ouvir, mas a excitação do momento falou mais alto e continuei chupando a bocetinha dela. Enfiava e tirava minha língua naquela xota deliciosa enquanto os fluidos dela escorriam, garantindo que ela tava gostando. Ficamos assim um tempão até que veio um orgasmo monstruoso, agora ela gritava, não gemia mais, e entre um grito e outro sussurrava: "continua, continua, não para, isso, siiiim."
Ainda não tenho certeza se ninguém nos ouviu. Mas não importa. Com a porra já seca na boca dela, ela começou a me beijar e com a mão pegou meu pau, agora já bem duro, e começou a bater uma punheta, eu amava aquele sorriso no rosto dela e o fato de ela não desviar o olhar dos meus olhos, me deliciava com aquela imagem. Ficamos assim um tempo, meu pau, depois da primeira gozada, já tava pronto pra fazer ela gozar por um bom tempo.
Falei pra ela colocar a calcinha fio dental, que eu queria foder ela com a calcinha no lugar e que ficasse de quatro porque enquanto eu comia ela queria admirar aquele rabo poderoso. Ela obedeceu. Eu coloquei uma camisinha. Peguei meu pau e antes de enfiar, esfreguei a cabeça na bocetinha dela enquanto ela suspirava: "Mmmm, que gostoso."
Agora comecei a enfiar devagar na buceta, pra gravar a sensação de prazer ao introduzir cada centímetro do meu pau, quando tava enfiado até o fundo, apertei aquele rabo bem forte contra meu pau e comecei um vai e vem muito gostoso, ficamos um bom tempo curtindo aquele ritmo lento. Eu também adorava a sensação da calcinha roçando no meu pau cada vez que enfiava e tirava. Aos poucos fui aumentando o ritmo, dava pra ver que era uma experta Ninfomaníaca, conforme ela ia aumentando o ritmo, fazia movimentos circulares que preenchiam completamente o interior da buceta dela, me dando um puta prazer. Ela começou a acelerar cada vez mais, e eu percebia que ela estava prestes a gozar. Segurava firme na cinturinha dela e dava estocadas fortes no meu pau, e ela começou a gritar de novo, do jeito que me deixava louco. Não parava de gritar e gritar, até que gozou. Eu ainda não tinha gozado, mas tinha notado que o cu dela estava bem dilatado, a Lara já tinha levado mais de um pau naquele rabo. Não me surpreende, porque com aquele rabo que a Lara tem, se o namorado dela não tivesse arrombado essa bunda, era pra matar ele.
Peguei meu pau, tirei da bucetinha dela, removi a tanga e fui enfiando o pau devagar no cu dela. Não precisei fazer muito esforço pra meter. Quando a Lara percebeu que eu ia foder ela no cu, ela se virou e me deu um sorriso. Fiquei pasmo, tava comendo a Lara num elevador por todos os buracos dela. Naquela bunda não tive pena, depois de meter o rabo, comecei a foder com força, adorava o som que meu pau fazia no cu dela e a sensação de bater minhas bolas na bunda dela. Com as minhas estocadas fortes, a Lara não parava de gemer, o que me deixava ainda mais excitado. Fiquei comendo o cu dela por um bom tempo, e quando estava prestes a gozar, tirei a camisinha e meti de novo no cu, já pra finalizar, fodendo com movimentos fortes de quadril e gozando dentro do cu dela.
Depois que acabou, a gente se levantou pelados e terminou como começou, apalpando o cu um do outro e nos beijando, dessa vez pelados. Depois nos vestimos e nos despedimos. Não tive notícias dela, só uns flagras que a gente troca, até dois dias atrás, quando ela me mandou um SMS dizendo que a gente precisa ir pro apartamento dela, só nós dois, pra repetir o que rolou no elevador...
2 comentários - Lara, colega da facul (Parte II - Final)