ESCLARECIMENTO: Como parece que tem gente que não entende que isso é um conto, é ficção — NÃO UMA FOTO OU UM VÍDEO — e se sente ofendida porque um dos personagens secundários tem uma idade "incômoda", vou explicar: Marisa (a personagem em questão) era muito boa esportista, mas MUITO má aluna, então tinha repetido vários anos, e chegou ao 5º ano com 19 anos, idade conveniente para que certos moralistas não se sintam ofendidos.
Feito esse esclarecimento, espero que curtam o conto.TamanhoEspero que dessa vez não derrubem meu post.Sempre fui consciente dos meus encantos.
Levava muito bem meus 35 anos, tinha um corpo bem torneado, e além disso, o fato de trabalhar entre adolescentes me mantinha atualizada sobre os costumes e hábitos dos jovens, o que me ajudava a não parecer mais velha do que era.
Sendo a chefe do departamento de educação física de um colégio de ensino médio, eu me mantinha em forma, tanto física quanto mentalmente. Mais de uma vez eu tinha pego algum dos meus alunos me olhando descaradamente pra minha bunda,… numa aula,… ou esperando que algum movimento meu fosse acompanhado por uma sacudida dos meus peitos,…
Também devo confessar que não só tinha pego os alunos, mas também vários inspetores e professores, que eventualmente passavam pelo pátio na hora dos esportes,… ou que se ofereciam pra nos acompanhar quando íamos pro campo de esportes.
Entre eles, o mais “disposto” era o Jorge, um jovem inspetor do 3º ano, que estudava pra ser professor de educação física, e que com a desculpa de ganhar prática, não largava de nenhum evento que se organizava.
Sendo sincera, devo confessar que esses olhares me agradavam,… os dos meus alunos pareciam um despertar sexual, e os dos adultos confirmavam que você ainda é uma mulher desejável.
Eu estava separada há vários anos,… e tinha um ou outro “namorado” de vez em quando, sempre fora do meu ambiente de trabalho, o que me permitia terminar sem nenhuma consequência ou fofoca, quando a atração acabava.
Entre meus colegas, não faltavam algumas investidas, às vezes disfarçadas de piada, ou outras vezes mais diretas em convites ou saídas,… mas como costuma acontecer, ou melhor, como deveria acontecer, “onde se come, não se caga,…”, e além disso, não tinha nenhum prato apetitoso dentro do ambiente escolar em que eu atuava.
Também tinham alguns pais, que tentavam se aproximar com a desculpa de avaliar o progresso esportivo dos filhos,… mas que inevitavelmente terminavam cravando os olhos nas minhas tetas ou na minha bunda.
Mas como sempre "o diabo mete o rabo",... E esse vai ser o tema do meu relato.....:
A gente estava organizando os dias para o dia do esporte, evento que coroava o desenvolvimento de todas as atividades esportivas do ano.
Como sempre, o dedicado Jorge era meu inseparável e insuportável assistente.
Era um garoto de uns 23 anos, que pela idade e pela aparência tinha bastante influência entre os alunos, então a ajuda dele muitas vezes era eficaz quando eu precisava mobilizar os mais preguiçosos,... ou quando tinha que mediar alguma briga entre as garotas,... era óbvio que ele era o objeto de desejo de várias delas,...
Eu tentava ficar atenta a qualquer coisa que pudesse ser interpretada como insinuação por parte de algum professor para um aluno,... porque às vezes era verdade, e outras vezes inventado pelos alunos, a menor suspeita de assédio acabava inevitavelmente em uma puta confusão.
E o esporte, seja pelo contato físico, pelo uniforme, pelo suor, ou pelos chuveiros, além de geralmente serem os professores mais jovens, com os melhores corpos, sempre é o ambiente mais propício para qualquer mal-entendido.
Entre as garotas, estava a Marisa. Uma loira imponente de 1,70, atleta por natureza, aluna do 5º ano, com um corpo que fazia jus aos seus 19 anos.
Sempre disposta, e líder por natureza, ela se destacava acima do resto dos colegas. Era impossível não vê-la. Só a presença dela já denotava sua personalidade e sua beleza.
Como mulher, eu percebia que TODOS,... colegas, professores, orientadores, e até muitos pais a olhavam com desejo. Ela também tinha consciência do que provocava.
Numa das tardes, fomos ao campo de esportes com os capitães dos times para coordenar as rotinas de cada casa (grupo em que a escola era subdividida).
Claro que a Marisa era a capitã de uma delas.
Trabalhamos a tarde toda,... e cada professor Assumi um grupo... e o infalível Jorge, servia como meu assistente... carregando as planilhas... cronometrando os tempos... etc.
Acho que sentia uma certa simpatia por ele.
Logo descobriria que eu não era a única por quem o jovem Jorge despertava algum sentimento.
Talvez por aquele sexto sentido que dizem que nós mulheres temos... percebi... o que instantes depois confirmaria...
Quando a Marisa passou, indo para os vestiários, tocou sutilmente o dorso da mão do Jorge... foi algo nos dedos... ou algo no gesto, mas não me pareceu algo involuntário, e sim um convite, um código, uma sugestão...
Esperei o próximo movimento... vi a Marisa se dirigir ao depósito onde guardavam os equipamentos de ginástica... entrou sem se virar... segura de que Jorge tinha entendido o chamado... e foi assim que vi o Jorge pegar uns cones... e ir na mesma direção...
Lá no fundo, eu já sabia o que estava rolando... mas precisava confirmar... esperei o Jorge entrar... só por precaução, também peguei uns arcos... e fui em direção ao depósito... o resto do grupo já tinha terminado as atividades... alguns estavam no campo e outros já nos vestiários.
Jorge tinha a vantagem de que ele sempre se oferecia pra recolher o equipamento, coisa que nenhum professor queria fazer... era o esconderijo perfeito dele... caminhei decidida até o depósito... entrei em silêncio... o espaço era amplo... e a bagunça geral me permitiu me esconder atrás de uns armários velhos que tinham sido removidos dos vestiários... no fundo, apoiado numa pilha de colchonetes, estava o Jorge... as mãos dele tocavam as coxas da Marisa... e ela o beijava apaixonadamente... pensei em cortar tudo anunciando minha presença... mas esse incidente estava rolando no campo de esportes onde eu supostamente era a maior autoridade... e qualquer escândalo seria mais prejudicial pra mim do que pra eles... os beijos continuavam... as mãos do Jorge levantavam a saia da Marisa procurando as nádegas dele... fiquei contemplando a cena... dois corpos jovens se tocando... e se desejando... ela tirou a camiseta... Jorge puxou os peitos dela pra fora do bojo do sutiã... e começou a beijar os mamilos dela... eu comecei a sentir que tava ficando com tesão... já não queria mais interromper... só queria ver eles... a mão da Marisa foi procurar a virilha do Jorge... pegou o volume dele por cima da calça e começou a apertar... eu larguei os brincos silenciosamente no chão... senti minha buceta molhando... enquanto Jorge pegava os peitos dela... Marisa com as duas mãos abaixou a calça do Jorge... o pau dele apareceu pela abertura da cueca... era um pau grande... e inchado... Marisa deslizou pelo peito dele... pela barriga... e beijou a cabeça daquele membro ereto... puxou o prepúcio... e deixou a glande livre... enfiou na boca... e chupou todos os sucos... começou a bater uma pra ele e a chupar ritmadamente... eu já tinha chupado vários paus na minha vida... mas ver a novinha comendo ele... me encheu de tesão... enfiei a mão por baixo da minha calça de ginástica... sabia que tava molhada... ao chegar na minha buceta, senti ela inchada... com dois dedos abri os lábios... e comecei a enfiar o dedo médio... tive que abafar um gemido de prazer... queria continuar vendo eles... Jorge pegou Marisa pelos braços e levantou ela... colocou ela de lado sobre o corpo dele... com uma mão puxou a calcinha dela... e com a outra começou a esfregar a buceta dela... ela com a mão mais perto do corpo do Jorge... continuava batendo uma pra ele... virava o rosto de lado... pra deixar ele beijar ela na boca... eu inconscientemente seguia o ritmo deles... vi o rosto da Marisa ficar vermelho... os beijos ficaram mais fortes... ela gemeu e gozou na mão do Jorge... ela bateu uma com força pra ele... ele gozou... vi o leite dele sair com força da cabeça do pau... eu também gozei...
CONTINUA
4 comentários - Escola - 1ª parte
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