achei uma fonte nova pra soltar meus contos, então aqui vai mais um, aproveitem
Me chamo Arturo, tenho 1,82m e sou jogador de polo aquático. Minha esposa Cristina trabalha no mesmo clube que eu, mas como instrutora de cursos de natação para adultos. Ela tem um corpinho manejável, 1,58m. Nós dois temos corpos bem definidos por causa do nosso trampo, mas ela tem uns peitões grandes, tamanho 98, que chamam bastante atenção, principalmente quando veste o maiô pras aulas e ele molha.
Como passo muitos fins de semana fora de casa e não sou nenhum santo, já tive várias transas casuais, principalmente práticas sexuais que minha mulher, um pouco careta, não deixava eu fazer. Acho que ela sabia, mas até então não parecia se importar. E digo até então porque depois descobri que sim.
Um domingo, depois de jogar uma partida contra um time da mesma cidade, peguei o carro e fui pra casa. Quando cheguei, Cristina não estava. Achei que ela tivesse na piscina, porque, mesmo fechada nos domingos que não temos jogo, os instrutores têm chave pra treinar. Resolvi dar uma surpresa, então saí de casa e fui de carro até a piscina. E, de fato, o carro dela estava estacionado. Abri a porta e fui pros vestiários pra colocar o maiô e nadar um pouco com ela. Ao entrar, vi que tinha mais roupa pendurada. Achei estranho, já que tava fechado, mas lá estavam as roupas de três homens e uma mulher. A de Cristina não estava; ela devia ter se trocado no vestiário dos funcionários. Coloquei o maiô e fui pro vestiário dos funcionários. Lá estava a roupa dela. Subi as escadas pra piscina e, quando entrei no túnel dos chuveiros, ouvi gente conversando na piscina. "É que a Cris trouxe uns amigos pra se divertir enquanto treina", pensei. Só que, quando saí do túnel e olhei pra piscina, vi Cristina sentada na borda, enquanto um homem — depois descobri que se chamava Carlos — tinha a parte de baixo do maiô dele afastada e tava chupando a buceta dela. Se divertir? Tava mesmo entretendo ela bem. Penso em sair, mas fico paralisado e me escondo dentro do chuveiro pra continuar observando.
Do lado deles tão dois caras e uma mulher, Daniel, Verônica e Miguel. Miguel também tá sentado na borda da piscina sem sunga, enquanto a Verônica, dentro da piscina, tá mamando ele. Pra ser sincero, ele tinha um pau grande, quase um palmo de olho. Daniel tá de pé perto deles, tirando a sunga. – Come gostoso, come tudo, que você não sabe a vontade que o corno do meu marido me faz passar – Cristina me chamou de corno!. Enquanto isso, Daniel chega perto da minha mulher e coloca a vara dele na altura da boca dela. Assim mole, não parece grande coisa. Ela começa a chupar, e aquilo vai crescendo até que a Cristina segura com as duas mãos e ainda sobra pedaço pra chupar. – Chupa bem, foxy, que eu vou aguentar pouco porque tô excitadão –, – Não importa, porque eu sei que não vai murchar mesmo depois que você gozar, e assim você pode continuar me comendo – "Pô, não é a primeira vez", pensei.
Enquanto isso, a Verônica continua chupando o pirulito do Miguel com maestria, enfiando tudo na boca enquanto acaricia os ovos dele. Daniel não dura muito – Vou gozar, engole tudo, pequena, toma leite – E jorra tanto leite que não cabe tudo na boca dela, cai um pouco na sunga. Ela também goza. – Tô morrendo de tesão, queria que meu marido tivesse aqui pra ver como eu tô aproveitando – Eu continuo observando a cena e cada vez tô mais a fim de sair e entrar na festa. A Verônica continua chupando, como o Miguel aguenta.
– Olha como você me deixou – diz a Cris se levantando, – Isso eu resolvo – fala o Carlos saindo da piscina. Ele puxa uma alça da sunga dela e depois a outra, os peitos da minha mulher pulam pra fora como se tivessem molas. – Que par de peitos que você tem, sempre gostei de apalpar eles – e começa a chupar com vontade enquanto o Daniel termina de tirar a sunga dela. – Vai, Carlos, agora é sua vez –. Ele tira a sunga e senta na borda da piscina enquanto o Daniel e a minha mulher pulam na água. Ela aparece com a cabeça e começa a chupar o pau dele, ainda bem que o dele era igual ao meu, já tava começando a ficar com complexo. Enquanto ela chupa, as costas e a bunda dela ficam à disposição do Daniel, que sem pensar duas vezes enfia aquele monstro de uma vez na buceta da minha mulher. — Assim que eu gosto, tudo de uma vez, isso o corno do meu marido só faz com as putinhas dele — isso faz com que eu não pense mais e saia do meu esconderijo. Enquanto vou tirando a sunga e andando em direção à piscina, todo mundo me vê, bom, todo mundo não, a Verônica tá tão ocupada que nem percebe. Todos ficam petrificados esperando o que vou fazer. Pulo na piscina e rapidamente tiro a sunga da Verônica e enfio no pussy dela de uma só vez. Ela, surpresa, aperta a bunda, o que me dá um puta prazer. — Viu como também sei enfiar de uma vez? — A Cristina, com cara de surpresa e indignação, diz: — Vamos, galera, ensinar a esse otário o que é foder — rapidamente o Daniel continua com o vai e vem, e ela, me olhando com raiva, enfia a rola do Carlos na boca. Vendo o que ela faz, minha excitação aumenta e começo um mete-saca que faz a Verônica relaxar e começar a chupar o pau do Miguel com mais gula. O Miguel goza na boca da Vero e se afasta da gente, indo em direção à minha mulher. A Cristina vê que eu continuava comendo ela e que a Vero tava realmente curtindo, então para de chupar o pau do Carlos, se separa violentamente do Daniel e sai da piscina. — Você vai se foder, desgraçado — ela me diz com raiva e excitação nos olhos. Pegando um pote de gel da bolsa de banho dela, passa um pouco na mão e enquanto esfrega no cu dela, me diz: — Agora você vai ver como vão estrear o cu da sua mulher — o Daniel sai da piscina e a Cris manda ele deitar no chão. Devagar e de costas, ela senta em cima dele e enfia o pau dele. Glande no cu. Ela dá um grito de dor, mas não se afasta, pelo contrário – "Tá doendo, mas não para, quero ver como entra um pau mais grosso que o dele" – Daniel não pensou duas vezes e, segurando ela pelos quadris, puxou pra baixo, enfiando tudo de uma vez.
Naquele momento, tirei ele da Vero e saímos da piscina. Ela tira o biquíni e, ficando de quatro, olhando pra minha mulher, diz – "Tá esperando o quê? Eu também gosto de levar no cu" – Peguei o pote de gel da minha mulher, passei na mão e esfreguei no meu pau. Sem pensar, segurei ela pelos quadris, encostei na entrada do cu dela e enfiei de uma vez. Como eu curtia comer ela na frente da minha mulher, e agora nem ligava mais que outros também tavam comendo ela.
Carlos empurrou minha mulher, que ficou deitada de costas em cima do Daniel. Ele se deitou em cima dos dois e meteu na buceta dela. Fazendo o olhar da minha mulher passar de uma mistura de raiva e prazer pra só prazer. Miguel chegou perto deles, colocou o pau na boca da minha mulher. Eu continuava enrabando a Vero, que não parava de olhar o espetáculo na frente dela. – "Vem, Miguel, vem aqui, preciso me sentir cheia nos dois buracos" – E tirando o pau da boca da minha mulher, ele se meteu debaixo da gente e enfiou devagar. Fiquei parado, e logo ela começou a ditar o ritmo de um jeito que os dois paus saíam e entravam ao mesmo tempo.
Tava quase gozando quando vi que a Cristina já tinha ido – "Aí, vou gozaaaar, não para, me fode assim, aaahh, siiiim!" – Quando ela terminou de gozar, Carlos tirou o pau e enfiou na boca dela, dizendo – "Toma, engole toda minha porra, aí, vou gozaaaar, aaagghhh!" – E jorrou tudo na boca dela. A putinha da minha mulher engoliu tudo. Daniel separou ela – "Agora vou foder suas tetas" – E meteu o pauzão enorme entre elas. Era tão grande que a Cris não precisava se esforçar pra chupar ele ao mesmo tempo que ele pegava as tetas dela e apertava com o pau no meio. Demorou quase gozando entre os peitos dela. – Viu que porco que eu fui? – disse ela me olhando. – E eu – respondi, tirando a pica do cu da Vero e gozando nas costas dela ao mesmo tempo que Miguel e Vero gozavam. Fomos para os chuveiros já relaxados e as minas cheias de porra, quando falei pra Cris – A gente devia ter feito isso muito antes, assim nenhum de nós dois teria sido infiel. – Você tem razão, mas não se preocupa que a gente recupera o tempo perdido – ela me disse.
A gente tá tomando banho quando a Vero ficou no meio do Daniel e do Carlos e, pegando nas picas deles, disse – Vocês não vão embora sem eu provar, né – e se abaixou, pegou as duas e meteu na boca ao mesmo tempo. O Miguel chegou por trás deles e começou a acariciar os peitos dela. Vendo aquilo, eu fiquei duro de novo – Tá gostando do que vê? – disse a Cris se abaixando e metendo meu pau na boca dela. Era a primeira vez que ela me chupava, e como chupava, melhor que a maioria das minhas aventuras. O Miguel ficou olhando o espetáculo e se masturbava enquanto via as duas cenas. Minha mulher se levantou e se apoiou na parede do chuveiro de costas pra mim enquanto a água escorria nela. Eu peguei ela e coloquei na entrada do cu – Agora vou meter no teu cu pela primeira vez, espero que você curta tanto quanto eu – e sem esperar resposta, fui metendo devagar, aproveitando o momento.
Nessa hora o Carlos gozou – Viado, não aguenta nada – disse a Verónica irritada. Ela parou de chupar o Daniel e obrigou ele a deitar no chão, sentou em cima dele metendo aquela pica enorme dentro da buceta, e os peitos dela ficaram à disposição pra serem acariciados e amassados por ele. O Miguel se decidiu de vez e, ficando atrás da Vero, meteu no cu dela sem avisar – Toma, que antes fui eu que fiquei com vontade de te enrabar –
A Cristina ficava mais excitada cada vez que olhava pra eles, e a gente gozou os dois ao mesmo tempo, um fiozinho da minha porra escorria. pelo cu dela. Vero começou a gritar e teve um orgasmo da porra. Daniel e Miguel puxaram as pirocas e gozaram na cara da minha mulher. Terminamos tudo exaustos e, enquanto tomávamos banho, combinamos de repetir outro dia. Desde então, nunca mais fui infiel pra Cristina. Não sem o consentimento dela.
espero que você tenha gostado de uma nova seção de contos eróticosfonte: www.macizorras.com
Me chamo Arturo, tenho 1,82m e sou jogador de polo aquático. Minha esposa Cristina trabalha no mesmo clube que eu, mas como instrutora de cursos de natação para adultos. Ela tem um corpinho manejável, 1,58m. Nós dois temos corpos bem definidos por causa do nosso trampo, mas ela tem uns peitões grandes, tamanho 98, que chamam bastante atenção, principalmente quando veste o maiô pras aulas e ele molha.
Como passo muitos fins de semana fora de casa e não sou nenhum santo, já tive várias transas casuais, principalmente práticas sexuais que minha mulher, um pouco careta, não deixava eu fazer. Acho que ela sabia, mas até então não parecia se importar. E digo até então porque depois descobri que sim.
Um domingo, depois de jogar uma partida contra um time da mesma cidade, peguei o carro e fui pra casa. Quando cheguei, Cristina não estava. Achei que ela tivesse na piscina, porque, mesmo fechada nos domingos que não temos jogo, os instrutores têm chave pra treinar. Resolvi dar uma surpresa, então saí de casa e fui de carro até a piscina. E, de fato, o carro dela estava estacionado. Abri a porta e fui pros vestiários pra colocar o maiô e nadar um pouco com ela. Ao entrar, vi que tinha mais roupa pendurada. Achei estranho, já que tava fechado, mas lá estavam as roupas de três homens e uma mulher. A de Cristina não estava; ela devia ter se trocado no vestiário dos funcionários. Coloquei o maiô e fui pro vestiário dos funcionários. Lá estava a roupa dela. Subi as escadas pra piscina e, quando entrei no túnel dos chuveiros, ouvi gente conversando na piscina. "É que a Cris trouxe uns amigos pra se divertir enquanto treina", pensei. Só que, quando saí do túnel e olhei pra piscina, vi Cristina sentada na borda, enquanto um homem — depois descobri que se chamava Carlos — tinha a parte de baixo do maiô dele afastada e tava chupando a buceta dela. Se divertir? Tava mesmo entretendo ela bem. Penso em sair, mas fico paralisado e me escondo dentro do chuveiro pra continuar observando.
Do lado deles tão dois caras e uma mulher, Daniel, Verônica e Miguel. Miguel também tá sentado na borda da piscina sem sunga, enquanto a Verônica, dentro da piscina, tá mamando ele. Pra ser sincero, ele tinha um pau grande, quase um palmo de olho. Daniel tá de pé perto deles, tirando a sunga. – Come gostoso, come tudo, que você não sabe a vontade que o corno do meu marido me faz passar – Cristina me chamou de corno!. Enquanto isso, Daniel chega perto da minha mulher e coloca a vara dele na altura da boca dela. Assim mole, não parece grande coisa. Ela começa a chupar, e aquilo vai crescendo até que a Cristina segura com as duas mãos e ainda sobra pedaço pra chupar. – Chupa bem, foxy, que eu vou aguentar pouco porque tô excitadão –, – Não importa, porque eu sei que não vai murchar mesmo depois que você gozar, e assim você pode continuar me comendo – "Pô, não é a primeira vez", pensei.
Enquanto isso, a Verônica continua chupando o pirulito do Miguel com maestria, enfiando tudo na boca enquanto acaricia os ovos dele. Daniel não dura muito – Vou gozar, engole tudo, pequena, toma leite – E jorra tanto leite que não cabe tudo na boca dela, cai um pouco na sunga. Ela também goza. – Tô morrendo de tesão, queria que meu marido tivesse aqui pra ver como eu tô aproveitando – Eu continuo observando a cena e cada vez tô mais a fim de sair e entrar na festa. A Verônica continua chupando, como o Miguel aguenta.
– Olha como você me deixou – diz a Cris se levantando, – Isso eu resolvo – fala o Carlos saindo da piscina. Ele puxa uma alça da sunga dela e depois a outra, os peitos da minha mulher pulam pra fora como se tivessem molas. – Que par de peitos que você tem, sempre gostei de apalpar eles – e começa a chupar com vontade enquanto o Daniel termina de tirar a sunga dela. – Vai, Carlos, agora é sua vez –. Ele tira a sunga e senta na borda da piscina enquanto o Daniel e a minha mulher pulam na água. Ela aparece com a cabeça e começa a chupar o pau dele, ainda bem que o dele era igual ao meu, já tava começando a ficar com complexo. Enquanto ela chupa, as costas e a bunda dela ficam à disposição do Daniel, que sem pensar duas vezes enfia aquele monstro de uma vez na buceta da minha mulher. — Assim que eu gosto, tudo de uma vez, isso o corno do meu marido só faz com as putinhas dele — isso faz com que eu não pense mais e saia do meu esconderijo. Enquanto vou tirando a sunga e andando em direção à piscina, todo mundo me vê, bom, todo mundo não, a Verônica tá tão ocupada que nem percebe. Todos ficam petrificados esperando o que vou fazer. Pulo na piscina e rapidamente tiro a sunga da Verônica e enfio no pussy dela de uma só vez. Ela, surpresa, aperta a bunda, o que me dá um puta prazer. — Viu como também sei enfiar de uma vez? — A Cristina, com cara de surpresa e indignação, diz: — Vamos, galera, ensinar a esse otário o que é foder — rapidamente o Daniel continua com o vai e vem, e ela, me olhando com raiva, enfia a rola do Carlos na boca. Vendo o que ela faz, minha excitação aumenta e começo um mete-saca que faz a Verônica relaxar e começar a chupar o pau do Miguel com mais gula. O Miguel goza na boca da Vero e se afasta da gente, indo em direção à minha mulher. A Cristina vê que eu continuava comendo ela e que a Vero tava realmente curtindo, então para de chupar o pau do Carlos, se separa violentamente do Daniel e sai da piscina. — Você vai se foder, desgraçado — ela me diz com raiva e excitação nos olhos. Pegando um pote de gel da bolsa de banho dela, passa um pouco na mão e enquanto esfrega no cu dela, me diz: — Agora você vai ver como vão estrear o cu da sua mulher — o Daniel sai da piscina e a Cris manda ele deitar no chão. Devagar e de costas, ela senta em cima dele e enfia o pau dele. Glande no cu. Ela dá um grito de dor, mas não se afasta, pelo contrário – "Tá doendo, mas não para, quero ver como entra um pau mais grosso que o dele" – Daniel não pensou duas vezes e, segurando ela pelos quadris, puxou pra baixo, enfiando tudo de uma vez.
Naquele momento, tirei ele da Vero e saímos da piscina. Ela tira o biquíni e, ficando de quatro, olhando pra minha mulher, diz – "Tá esperando o quê? Eu também gosto de levar no cu" – Peguei o pote de gel da minha mulher, passei na mão e esfreguei no meu pau. Sem pensar, segurei ela pelos quadris, encostei na entrada do cu dela e enfiei de uma vez. Como eu curtia comer ela na frente da minha mulher, e agora nem ligava mais que outros também tavam comendo ela.
Carlos empurrou minha mulher, que ficou deitada de costas em cima do Daniel. Ele se deitou em cima dos dois e meteu na buceta dela. Fazendo o olhar da minha mulher passar de uma mistura de raiva e prazer pra só prazer. Miguel chegou perto deles, colocou o pau na boca da minha mulher. Eu continuava enrabando a Vero, que não parava de olhar o espetáculo na frente dela. – "Vem, Miguel, vem aqui, preciso me sentir cheia nos dois buracos" – E tirando o pau da boca da minha mulher, ele se meteu debaixo da gente e enfiou devagar. Fiquei parado, e logo ela começou a ditar o ritmo de um jeito que os dois paus saíam e entravam ao mesmo tempo.
Tava quase gozando quando vi que a Cristina já tinha ido – "Aí, vou gozaaaar, não para, me fode assim, aaahh, siiiim!" – Quando ela terminou de gozar, Carlos tirou o pau e enfiou na boca dela, dizendo – "Toma, engole toda minha porra, aí, vou gozaaaar, aaagghhh!" – E jorrou tudo na boca dela. A putinha da minha mulher engoliu tudo. Daniel separou ela – "Agora vou foder suas tetas" – E meteu o pauzão enorme entre elas. Era tão grande que a Cris não precisava se esforçar pra chupar ele ao mesmo tempo que ele pegava as tetas dela e apertava com o pau no meio. Demorou quase gozando entre os peitos dela. – Viu que porco que eu fui? – disse ela me olhando. – E eu – respondi, tirando a pica do cu da Vero e gozando nas costas dela ao mesmo tempo que Miguel e Vero gozavam. Fomos para os chuveiros já relaxados e as minas cheias de porra, quando falei pra Cris – A gente devia ter feito isso muito antes, assim nenhum de nós dois teria sido infiel. – Você tem razão, mas não se preocupa que a gente recupera o tempo perdido – ela me disse.
A gente tá tomando banho quando a Vero ficou no meio do Daniel e do Carlos e, pegando nas picas deles, disse – Vocês não vão embora sem eu provar, né – e se abaixou, pegou as duas e meteu na boca ao mesmo tempo. O Miguel chegou por trás deles e começou a acariciar os peitos dela. Vendo aquilo, eu fiquei duro de novo – Tá gostando do que vê? – disse a Cris se abaixando e metendo meu pau na boca dela. Era a primeira vez que ela me chupava, e como chupava, melhor que a maioria das minhas aventuras. O Miguel ficou olhando o espetáculo e se masturbava enquanto via as duas cenas. Minha mulher se levantou e se apoiou na parede do chuveiro de costas pra mim enquanto a água escorria nela. Eu peguei ela e coloquei na entrada do cu – Agora vou meter no teu cu pela primeira vez, espero que você curta tanto quanto eu – e sem esperar resposta, fui metendo devagar, aproveitando o momento.
Nessa hora o Carlos gozou – Viado, não aguenta nada – disse a Verónica irritada. Ela parou de chupar o Daniel e obrigou ele a deitar no chão, sentou em cima dele metendo aquela pica enorme dentro da buceta, e os peitos dela ficaram à disposição pra serem acariciados e amassados por ele. O Miguel se decidiu de vez e, ficando atrás da Vero, meteu no cu dela sem avisar – Toma, que antes fui eu que fiquei com vontade de te enrabar –
A Cristina ficava mais excitada cada vez que olhava pra eles, e a gente gozou os dois ao mesmo tempo, um fiozinho da minha porra escorria. pelo cu dela. Vero começou a gritar e teve um orgasmo da porra. Daniel e Miguel puxaram as pirocas e gozaram na cara da minha mulher. Terminamos tudo exaustos e, enquanto tomávamos banho, combinamos de repetir outro dia. Desde então, nunca mais fui infiel pra Cristina. Não sem o consentimento dela.
espero que você tenha gostado de uma nova seção de contos eróticosfonte: www.macizorras.com
2 comentários - Infidelidade na piscina
Yo pase por tu post..vos.pasaste por el mio?
¡¡¡¡¡¡VOLVE AVEFENIX... TE ESPERAMOS...!!!!!