Como virei uma puta gostosa

Olá, pessoal! Aqui vai mais um conto que encontrei fuçando por aí. Espero que vocês gostem.
Olá pra todo mundo, meu nome é Raquel, mas todo mundo me conhece como Kema. Atualmente tenho 30 anos e tô escrevendo pra contar como acabei me tornando uma puta.

Isso começou quando eu tava no colégio, mas antes vou dizer que venho de uma família bem grande, sou a sexta filha de dez. Meus pais nunca estavam em casa, viviam trabalhando, e a gente ficava sob os cuidados dos irmãos mais velhos. Então cada um fazia a própria vida do jeito que bem entendia.

Como eu tava dizendo, tudo começou no colégio. Eu fazia parte de um grupo de amigos que, mais do que estudar, saía pra farrear pra todo lado. A gente parava mais na praia, no mato ou em alguma casa vazia, bebendo, dançando ou jogando. Foi aí que uma das meninas mais velhas disse pra gente fazer algo mais divertido no jogo: quem perdesse tinha que tomar um copo de bebida, e se o perdedor fosse homem, tinha que tirar toda a roupa; se fosse mulher, tinha que chupar um dos caras. Eu tava com medo, mas como todo mundo no grupo aprovou, não tive outra escolha a não ser aceitar.

Primeiro perdeu um cara, que tirou a roupa e ficou pelado. Eu vi uma rola de tamanho normal, já meio dura. Depois perdeu a menina que deu a ideia, e ela começou a mamar o cara pelado. Ela fez tão bem que o cara ficou com um sorrisão no rosto. Eu fiquei nervosa, mas prestando atenção em como ela fazia. Aí perdeu outro cara, que tinha uma rola mais comprida e morena. E então chegou a minha vez. Me aproximei do cara, peguei a rola dele com a mão, e ela endureceu rapidinho. Antes mesmo de eu colocar na boca, ela cresceu tanto que tremia inteira. Mas repeti o que minha amiga fez: meti na boca e, assim que comecei a chupar, amei. Em menos tempo do que pensei, parei de tremer e chupei como uma expert. Enfiei tudo pra dentro, sentia minha garganta doer, às vezes até engasgava, mas não importava. Eu amava o que tava fazendo. Até que senti uma descarga forte na garganta, tomei todo o leite dele e deixei a rola limpinha, sem nenhum vestígio. E assim, naquele dia, eu já tinha comido umas três rolas.

E foi assim. Nossos jogos avançaram, e eu chupei todas as rolas dos caras do grupo. De repente, a quantidade de meninos no grupo aumentou, e a maioria deles queria que eu os chupasse, e eu não fazia questão — adorava sentir aquilo descendo até a garganta.

Parece que os caras espalharam a notícia na escola sobre como eu chupava, e os meninos sempre me pediam para chupá-los em troca de fazerem minhas tarefas ou fazerem as provas por mim. Até pagavam as mensalidades ou as taxas em troca de um boquete. Eu passava mais tempo nos banheiros ou nos cantos da escola chupando do que com meus amigos.

Até que um dia um professor de matemática descobriu, me chamou na sala e disse: "Kema, você está mal e parece que não vai passar de ano este ano." Eu perguntei o que tinha que fazer, já sabendo o que ele queria. Então, eu puxei pra fora e chupei — era uma rola grande, como ainda não tinha encontrado com os caras: grossa, enorme, bem cheia de veias e muito experiente. Ele enfiava e tirava, movendo dentro da minha boca, que estava tão quente que eu sentia meus peitos duros e minha buceta super molhada. Depois, ele chupou por um bom tempo, tirou e disse que queria meter na minha buceta. Eu falei que só chupava, nada mais. Na hora, ele enfiou de novo na minha boca com mais força, até a garganta, e deixou todo o leite no fundo da minha garganta, sem tirar. Ficou lá por um tempão, e eu sentia que estava me afogando. Desde aquele dia, eu tinha que ir na sala todo dia pra chupá-lo e assim passar na matéria. Assim, eu chupava rolas de alunos e professores até que, aos quatorze anos, o professor de matemática me chamou e disse que mil boquetes fariam eu passar de ano, e eu precisava passar. Depois, ele falou que, como eu era uma puta, deveria me dedicar a isso e ser realista com minha profissão, já que talvez eu não cobrasse dinheiro pelos meus boquetes, mas cobrava outras coisas. Então, ele me entregou uma bolsa e disse que me esperava numa rua que eu não conhecia muito bem, às... Seis da tarde, vestida e arrumada com o que estava dentro da bolsa se eu realmente quisesse passar de ano.

Fui pra casa e vi o que a bolsa tinha: um estojo de maquiagem completo, uma máquina de depilar, uma meia-calça preta de cano médio, uma calcinha branca bem pequena de renda semi-transparente, um sutiã do mesmo tamanho, uma minissaia marrom que mal cobria minha bunda e uma blusa super decotada. Não precisei pensar muito, porque meu futuro estava em jogo — pros meus pais, eu era a melhor aluna da escola. Além disso, me convenci de que tinha que perder a virgindade, já que tinha perdido ela chupando tantas rolas e adorava. Era hora de experimentar uma boa foda, e nada melhor do que com aquela pica enorme que o professor manuseava.

Então me preparei: fui tomar um banho, depilei minha buceta igual minha irmã mais velha fazia, e depilei tudo que precisava. Me vesti com aquela roupa, sentindo um frio na bunda porque ela estava praticamente de fora. O sutiã só cobria meus bicos, e com a blusa, meus peitos ficavam todos à mostra. Me olhando assim, já sentia uma vontade danada de ser comida, tava mais tesuda do que nunca. Peguei um casaco e uma bolsa e fui pra rua esperar por ele. Cheguei 10 minutos antes naquela rua onde vi várias garotas paradas, com roupas parecidas com as minhas, algumas até com os peitos de fora. Percebi que era a rua das putas — era lá que meu professor tinha me marcado. Parei na esquina que ele especificou, tirei o casaco, guardei na bolsa e esperei. Enquanto esperava, vários homens perguntavam quanto eu cobrava, de carros que passavam, mas eu fingia que não era comigo. Até que um carro parou e o motorista disse: "Ei, puta, vem cá, quanto é um completo?" Eu não sabia se ia. Me inclinei pra ver se era meu professor, me aproximei e entrei. Ele me deu uma nota e arrancou com o carro, dizendo: "Enquanto a gente chega, me dá um boquete." Eu me abaixei na pica dele e comecei a chupar. Não demorou muito pra ele gozar inteiro na minha boca. Minha boca, terminei de limpar ela toda e guardar. Chegamos num hotel, entramos de frente num quarto. Lá ele me disse: "Sua puta de merda, como essa roupa fica bem em você. Tira tudo." Assim fiz, me despi toda e, nua, meu professor disse: "Agora sim você é minha pelo valor do dinheiro que te dei. Que buceta linda e depiladinha você tem. Agora fica de joelhos e chupa." Era a primeira vez que via ele nu e comecei a chupar. Eu gostava tanto que ele percebeu e disse: "Então você gosta de chupar, puta? Já vi que sempre que me mamava você ficava com tesão. Olha esses peitinhos como ficam duros e como você se molha, até seus sucos escorrem pelas suas pernas." Chupei por um bom tempo, depois ele tirou o pau da minha boca, me deitou na cama e começou a chupar meus peitos, morder e puxar com força, doendo, mas ao mesmo tempo sentia um prazer indescritível. Assim ele desceu pela minha barriga e chegou na minha buceta, que beijou e chupou, enfiou a língua e parte dos dedos. Eu já não aguentava de prazer. Depois me levou para a borda da cama e colocou o pau na entrada da minha buceta, e aos poucos foi enfiando, embora eu quisesse que enfiasse tudo de uma vez, de tão excitada que estava. Não senti dor alguma. Depois ele tirou de novo e dessa vez enfiou tudo de uma vez, e começou um vai e vem que me enlouquecia. Enquanto fazia isso, com as mãos arrancava meus peitos, meus bicos já não sentia, via que eles cresciam cada vez mais. Ele me virou e meteu por trás, enquanto com os dedos abria meu cu. "Você vai ser minha por completo, sua puta. Que grana boa estou te pagando." Começou a enfiar os dedos no meu cu, eu sentia dor, pois ele enfiava e abria só com a saliva dele, e isso doía. De repente, tirou o pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cu, e sem piedade meteu tudo de uma vez. Eu gritei de dor, e ele me deu um tapa na bunda. Supliquei para ele tirar, mas ele não ligou. "Aguenta, puta de merda, para isso te pago. Agora você está sangrando", ele disse. "Tirei sua virgindade. Logo ele começou com o mete e tira, eu sentia que ardia até o estômago, como se tivessem enfiado um ferro quente em mim. Ardia e doía, mas era super gostoso. Agora eu queria mais, que ele não tirasse. Nisso, sinto que ele deixa algo quente dentro do meu cu, que ao mesmo tempo faz meu cu se sentir bem refrescado. Aí o professor tira o pau dele e pede pra eu limpar, e enfia na minha boca, onde eu limpo ele. Depois, ele abre minhas pernas e fala: "Se olha, putinha, como te deixei bem aberta." Me olhei no espelho e vi meu buraquinho bem aberto, saindo porra dele e um fiozinho de sangue. Depois disso, a gente fez umas três vezes mais no banheiro e na cama. Lá pelas dez horas, ele falou: "Amanhã a gente se vê no mesmo lugar e no mesmo horário", e foi embora. Me deixou no quarto, depois que me troquei e fui pra casa. De noite, não consegui dormir direito por causa da ardência e da dor que sentia no cu de tanto ter fodido por ali.

No dia seguinte, esperei ele vestida como ele queria, no mesmo lugar. Ele chegou no carro, eu subi, mas minha surpresa foi grande: no carro tinham dois professores. Cumprimentei e perguntei: "O que tá rolando?" Ele respondeu: "Nada, são seus clientes de hoje. Então trata eles bem." Chegamos no mesmo hotel, entramos os quatro. Ele falou: "Faz o que eles pedirem, volto daqui a umas duas horas." Eles se despentiram e eu vi os paus deles prontos pra mim. Fiz o mesmo, tirei a roupa e comecei a chupar eles. Daí um deles meteu na minha buceta enquanto eu chupava o outro — isso me deixava louca. Assim, eles trocaram de lugar. Depois, um deles se deitou na cama e eu sentei em cima do pau dele. O outro me deitou e enfiou o pau no meu cu. Fiquei sendo fodida pelos dois, e um quis gozar na minha boca, o outro gozou nos meus peitos. Depois que gozaram, se vestiram e foram embora. Aproveitei pra tomar um banho e esperar meu professor. Ele chegou duas horas depois, entrou e falou: "Aqui tá seu dinheiro." Colocou em cima da mesa, saiu e voltou com dois caras grandões, pareciam aqueles que trabalham no porto. "Atende eles bem e volto em duas horas." Tive que fazer tudo de novo. Mesmo esquema, só que dessa vez os paus não eram normais. O moreno tinha um gigante e grosso, e o branquelo um mais fino, mas grande, meio que torto pra um lado. "Vem cá, puta", me falaram. "Chupa esses daqui". E eu comecei com o maior prazer. Mal entravam na minha boca, minhas comissuras dos lábios doíam, assim como a garganta, mas era algo excitante. Enquanto eu chupava, eles sortearam qual buraco iam preencher. O moreno ganhou meu cu e o branquelo minha buceta. Me colocaram de costas contra a parede, e o branquelo meteu em mim pela buceta. Depois, o moreno enfiou no meu cu de uma vez só, sem piedade. Doeu tanto, mas uma puta não pode reclamar, tem que estar a serviço do cliente. Aí o branquelo sentou numa cadeira e fez eu chupar ele enquanto o moreno comia meu cu. Depois trocaram de lugar: o branquelo comeu minha buceta, o moreno gozou dentro do meu cu, deixando um monte de porra, e o branquelo dentro da minha boca, eu engolindo toda a porra. Eles se vestiram e foram embora. Nisso, entrou o professor. Me mandou deitar na cama com as pernas abertas na frente do espelho. Separou minhas nádegas e disse: "Olha seu cu, puta". Vi como meu cu estava super aberto, com aquele cacete do negro saindo a porra que ele deixou dentro. Jogou dinheiro na mesa e foi embora, sem antes dizer: "Te espero amanhã no mesmo lugar."

No dia seguinte, ele me pegou no mesmo lugar. Dessa vez me levou pra um hotel diferente. Entramos no quarto, ele mandou eu me despir. Eu obedeci. Depois me deu um baby doll preto transparente e disse: "Coloca isso e os sapatos. Agora vamos lá fora." Saímos e ele falou: "Quero que você fique aqui parada, com a porta semiaberta." Aí vi que outras garotas faziam a mesma coisa: ficavam paradas nas portas de baby doll, de lingerie ou com os peitos de fora. Então percebi que era um puteiro, porque começaram a chegar vários caras. O professor disse: "Quero que você sirva aqui sem reclamar. Dá pra eles o que quiserem. Volto às dez."

Assim começaram a chegar mais homens de todo tipo. Passavam e olhavam todas as garotas, entravam onde gostavam. O primeiro que me escolheu foi um cara de uns 20 anos. Ele disse: "Vamos entrar, você é gostosa, seus peitos são yummy e sua buceta depilada é uma delícia." Dito isso, fechou a porta, me deu o ticket que dizia "serviço completo" junto com uma camisinha. Ele tirou a roupa, eu tirei o baby doll, me aproximei do cara, passei a bunda e os peitos nele pra fazer o pau dele subir. Depois dei um boquete, e o pau dele levantou — não era nada demais. Coloquei a camisinha e o cara me penetrou a buceta, não era experiente. Aí vi um gel pra bunda em cima da mesa, passei, e o moleque meteu no meu cu e gozou dentro. Depois tirei a camisinha, limpei ele com a boca porque adoro isso. O cara ficou agradecido e saiu enquanto eu me limpava, me vesti e fui pra porta. Naquela noite, atendi uns 20 clientes de todo tipo: paus grandes, pequenos, grossos, finos, etc.

Meu professor chegou às dez, pediu os tickets. "Vista-se", disse, e saiu. Voltou, me entregou o dinheiro. "Pega seu dinheiro, puta. Te falei que essa era sua profissão." Dito isso, saímos, entrei no carro dele, ele me levou pra rua onde me pegou e foi embora, sem antes dizer: "Te espero amanhã no mesmo horário."

No dia seguinte, fui pro local, esperei mais de quatro horas, mas meu professor nunca chegou. Eu tava tão tarada que não conseguia dormir sem receber minha dose de pau do dia, então decidi aceitar um dos chamados dos carros. O cara perguntou: "Quanto você cobra?" Não sabia o que responder, falei um valor parecido com o que meu professor me dava. O cara disse: "Completo." Eu falei: "Sim." Ele mandou: "Sobe." Fomos pra uma rua escura, lá fiz meu serviço. Depois ele disse: "Desce, puta." Desci, ele arrancou, eu voltei pra rua e fui pega por mais três clientes.

Assim fiquei por um ano nessa rua, esperando meu professor voltar, mas isso nunca aconteceu. Foi assim que me dediquei a ser puta em tempo integral, porque gosto do dinheiro e, acima de tudo, adoro mamar paus e levar no cu. tudo. Hoje em dia trabalho pra uma empresa top 24 horas por dia, tenho tudo que sempre quis e transo todos os dias porque sem foder não consigo viver, até quando tô naqueles dias tenho que foder, pra isso tenho meus brinquedos, mas não tem como um homem com uma cock quente e latejante que derrama toda essa cum seja na pussy, no cu, na cara, na boca ou nos peitos, onde eles quiserem deixar. Nunca mais vi o professor porque também nunca mais voltei pra escola, embora tenha passado com honras sem ir, e já devem ter percebido porque me chamam de Kema RaQUEl MAMONA. Já vou escrever pra contar minhas histórias de todos esses anos de puta.

Fonte:http://relatos.muyzorras.com/

5 comentários - Como virei uma puta gostosa

😳 😳 😳 terrible como llega una mujer a convertirse en una mujer para entreter hombresss 😀 😀 😀

Como virei uma puta gostosa
macross79 dijo: 😳 😳 😳 terrible como llega una mujer a convertirse en una mujer para entreter hombresss 😀 😀 😀

puta



muy buena descripcion... jejeje 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️

aparte... + 10 por tu relato capo... muy exitante... jejej 🙎‍♂️