O tempo passava... e eu continuava me envolvendo com os mais altos executivos internacionais da empresa, e com os melhores clientes... de mãos dadas com minha chefe, minha carreira melhorava, assim como o tempo de trabalho na empresa.
Quando o verão chegou, nosso centro de operações de fim de semana se mudou para uma linda chácara que ela tinha num condomínio fechado em Pilar... eu tentava que minhas sessões de trabalho não se estendessem além do meio da tarde de sábado... para não perder a pouca vida social que eu tinha, e embora não tivesse namorada, o fato de morar sozinho e ter uma boa grana no bolso sempre me permitia ter companhia na minha cama nos fins de semana... nada sério, mas o suficiente pra manter meu nível de leite dentro dos padrões aceitáveis...
Ela tinha mudado todo o escritório da casa dela em Devoto pra chácara em Pilar... A vantagem de estar no condomínio era que pelo menos o almoço a gente fazia ao ar livre... e embora não tivesse um homem pra fazer o churrasco, dava pra ver o sol, mesmo que por um tempinho... os filhos dela curtiam a piscina, e eu, entre um café e outro, podia admirar o corpo da filha dela... enfiada num biquíni pequenininho... os peitos dela tinham o tamanho perfeito... e a raba mostrava o trabalho semanal na academia...
No almoço, ela se enfiava num pareô ou numa camiseta comprida...
A mãe dela ditava o ritmo de vida naquela casa, e dava pra ver que ela seguia tudo à risca... ela era a autoridade, e os filhos aproveitavam os benefícios, mas mostravam total obediência às diretrizes da mãe...
Num dos nossos almoços de trabalho de sempre, ouvi pela primeira vez os elogios que minha chefe fazia sobre a beleza da filha dela... e do jeito que ela recebeu...
Ela comentou: "Sinceramente, fico feliz que você se cuide tanto, mas o que mais gosto é da sua disciplina"... ao que a filha respondeu: "Você sempre nos ensinou, mãe, que toda conquista exige um... sacrifício... e que todo benefício tem um custo..."..."eu sempre pago o custo dos meus benefícios",....
A filha dela, apesar da idade,...parecia totalmente marcada pelos desejos da mãe,...e por uma necessidade de não decepcioná-la,.......
Quanto ao filho,...ela parecia não ter tantas expectativas,...coisa que ele parecia curtir,....e em algumas ocasiões nem estava presente nos fins de semana.....
Um sábado cheguei na chácara e pra minha surpresa quem abriu a porta foi a filha dela,...me disse que a mãe tinha acordado cedo e tinha deixado recado pra eu ir pro escritório,...e começar,...que ela não ia demorar muito,....
Me chamou um pouco a atenção,...porque conhecendo ela, depois de tanto tempo,...sabia que pra ela não tinha nada mais importante que o trabalho,...
Fui pro escritório e comecei a trabalhar com meus papéis,....em poucos minutos a filha entrou,...com uma bandeja de café,.....ao deixar em cima da mesa notei,...que por baixo do pareô ela não tava com o sutiã do biquíni,...nunca tinha feito isso antes,....meio que senti uma ereção,....ela arrumou minha xícara,....serviu o café,..e passou a mão devagar no meu ombro,....eu já tava abertamente excitado,...mas não tive coragem de falar nada,...ela foi em direção à porta do escritório,..e em vez de sair,....fechou ela,.....
Voltou atrás,...e parou na frente da mesa,....deixou o pareô cair,..e pude ver que além de não estar com o sutiã do biquíni,..também não tava com a parte de baixo,..... Eu fiquei paralisado,...o corpo dela tava totalmente bronzeado,..sem marcas de sunga,..e deliciosamente torneado,....olhava pra ela,...mas não tinha coragem de falar nada,....aqueles segundos pareceram eternos,....era a filha da minha chefe,....e não fazia ideia do que fazer,...se partisse pra cima,....podia perder tudo,..mas meu corpo tava dizendo que aquela mulher esplêndida tava me pedindo pra satisfazer ela como homem,...
Quase num sussurro,...falei.."você tá linda,..mas sabe o que eu tô arriscando...." Aí ela Ela me respondeu: "Você não tem ideia do que está se arriscando..."
Ela se aproximou da minha poltrona... empurrou ela pra trás... e sentou totalmente nua de frente pro meu rosto, de um jeito que... os peitos dela ficaram na altura do meu peito... passou os braços atrás do meu pescoço... meio pra se segurar... e começou a beijar meu pescoço... e minha boca... eu respondia ofegante... assustado porque a qualquer momento a porta podia abrir... e minha carreira construída durante meses podia ir pro caralho... eu estava apertando a filha da minha chefe... os beijos viraram apalpada... minhas mãos percorriam os peitos dela... desci uma das mãos até a ppk dela... acariciei... ela pareceu gostar... porque empurrava a ppk pra minha mão poder esfregar com mais liberdade... ela se levantou... pegou minha mão... e levou até a poltrona... eu já tinha perdido totalmente a cabeça... ela sabia como me excitar... tirou minha roupa... a gente se jogou na poltrona... e ela montou em mim... com um movimento só jogou o cabelo loiro pro lado... e desceu pro meu pau... encaixou ele na boca dela... e ritmicamente começou a chupar... com a mão corria a pele do meu pau... e devorava a cabeça... levava até o fundo... tirava... contemplava... olhava minha cara de êxtase... voltava a colocar na boca... eu tava chegando no clímax... era puro desejo... ela gozava me dando prazer...
De repente a porta do escritório abriu... eu senti meu pau murchar... ao mesmo tempo que a aceleração do meu coração... mudava de prazer pra taquicardia do medo... sem olhar... já sabia quem tava tentando entrar no escritório... tentei empurrar ela pra sair de cima de mim... mas ela pareceu não se importar...
Quando minha chefe entrou... eu senti que ia desmaiar... ela me olhou como se já esperasse o que tava vendo... eu sentei na poltrona... e com o movimento quase joguei a filha dela no chão... tentei cobrir minhas partes íntimas... ao mesmo tempo que tentava ajudar a filha dela a se levantar... não sabia Por que motivo iam me mandar embora... se foi por tentar comer ela... ou por jogar ela no chão... Tentei balbuciar alguma coisa... mas nada saía... tentei pegar minha roupa... mas se eu levantasse ficava mais exposto do que sentado... tudo errado...
Enquanto isso, como sempre, minha chefe... parecia no controle da situação... foi até a bandeja e serviu um café... com a palma da mão me mandou calar a boca... e começou a falar:
"Meu amor... não se sinta mal... eu tenho muita confiança na minha filha... e essa situação não me surpreende... aliás, diria que é até uma consequência da confiança que eu depositei em você... Eu não cheguei onde cheguei confiando em gente errada.
Pela minha vida... e pela vida que meus filhos levam... não tenho muito tempo para certas atividades sociais... e como você deve ter notado, minha filha... é a que muito provavelmente herdou minhas habilidades e minha ambição... Mas toda conquista exige um sacrifício... e toda confiança tem que ser testada... e esse é o seu momento...
Minha filha sempre gostou de você... e foi ela quem pediu para ter um momento a sós com você... eu aprovei... e incentivei... por isso esse encontro aconteceu... imagine que se não tivesse minha aprovação, nada disso teria rolado... Então agora você tem que decidir se quer possuir ela... com meu consentimento..."
Eu me sentia dentro de uma novela mexicana... por um lado, era o pinto "alugado" pra filha da minha chefe... por outro, sentia que antes de me ligar já tava curtindo... e por outro, pressentia o que minha rejeição poderia significar... mas tudo isso eu tinha que decidir naquele instante... tentei fazer o mais simples... aquela sabedoria de rua que tantas vezes me salvou... me aproximei do corpo da filha... e dei um beijo na boca dela.
Ela respondeu ao meu beijo... e se aproximou pra tocar meu peito... minha chefe... sentou como quem ia contemplar a obra... de um lado, a filha herdeira dela... dinheiro e o negócio dela... e do outro lado, o jovem promissor que ela tinha moldado...
Os beijos continuaram... as carícias começaram... eu já tinha decidido que, se era isso que ela queria, ia dar do melhor jeito possível, como já tinha feito outras vezes... comecei a tomar a iniciativa... sentei ela de costas... no meu colo... e comecei a apertar os peitos dela... enquanto esfregava a bunda dela com meu pau... ela, de frente pro sofá onde a mãe dela estava... jogava a cabeça pra trás pra eu beijar a boca dela... mexia a cintura ritmadamente... pra que meu pau, todo molhado, deslizasse pela racha do cu dela... quis enfiar, mas ela não deixou... me mandou tocar ela... eu masturbava ela por cima com as duas mãos... abria os lábios dela... procurava o clitóris... por cima do ombro dela, consegui ver minha chefe enfiar a mão por baixo da saia... então era o fim do jogo... ela se tocava enquanto eu comia a filha... era assim que ela gozava sem se envolver numa relação que pudesse atrapalhar o trabalho dela... e também mantinha a filha longe de homens que pudessem desviar ela do objetivo... ela manipulava tudo...
Eu continuava fazendo a filha dela gozar... e gozava vendo ela se tocar cada vez mais... aproveitando o tesão... joguei a filha dela no chão... de um jeito que nossas cabeças ficavam mais perto do sofá... dava pra ver, a uns 50 centímetros do meu rosto, a chefe puxar a calcinha com uma mão... pra se tocar com os dedos da outra... as pernas dela totalmente abertas... a saia... subida até a cintura... quase dava pra ouvir o barulho dos dedos esfregando os lábios molhados... comecei a deslizar sobre o corpo da filha... pra tentar enfiar o pau na boca dela... ela tava de costas no chão... e eu me esfregava nela...
Tinha decidido aumentar a aposta... deslizei até o peito dela... e depois até a boca... quando fiquei nessa posição... senti a filha pegar meu pau e enfiar na boca dela... eu não Só precisei me inclinar pra frente pra ficar com a cara enfiada entre as pernas da minha chefe… ela acariciou meu rosto… e eu beijei a parte interna da coxa dela… levantei um pouco mais a saia dela pra pegar as bordas da calcinha… e comecei a tirar devagar… ela passou a calcinha pelas pernas… e ficou na frente da minha boca… uma buceta linda… depilada… carnuda… e escancarada… comecei a chupar ela… não sei quanto tempo fazia que um homem não dava aquela sensação pra ela… ou se ela realmente queria aquilo… mas dava pra ver que ela tava adorando… pegou minha cabeça com as duas mãos como se tivesse medo… de que eu parasse de chupar… gemeu… a filha dela chupava… e engasgava com meu pau… minha chefe começou a desabotoar a blusa.
Nunca tinha reparado nos peitos dela… mas quando ficou de sutiã… vi que ainda eram firmes… e que as sardas na parte de cima deixavam eles umas tetas gostosas… talvez porque não eram muito grandes mas não estavam caídas… beijei eles… e ela se entregou… saí de cima da filha dela… e pedi pra ela se ajoelhar… com ela ajoelhada… coloquei ela de lado perto da mãe… comecei a descer pelos peitos, barriga… até chegar na buceta dela… deitei completamente… e com as pernas dela tampando meu rosto… comecei a chupar os sucos dela… a única coisa que sentia era ela se mexendo… com uma mão se masturbando e com a outra segurando a borda do sofá onde a mãe dela tava sentada… comecei a sentir as mãos da minha chefe… acariciando minhas pernas… foi subindo e começou a me masturbar… eu chupava mais fundo… a filha dela gemia… a masturbação dela virou uma chupada gostosa… a boca dela engolia meu pau com suavidade… eu com as mãos acariciava os peitos da filha dela… e ela chupava e acariciava minhas bolas… saí por um momento de debaixo das pernas… e pude ver ela nua… jogada no chão… com a boca no meu pau… e com a outra mano na virilha dela,… se dando um ritmo no clitóris,… voltei pro meu,… senti que a filha tava terminando, apertou as pernas contra meu rosto, e a masturbação dela virou um monte de sucos vaginais com gosto adocicado,… eu comi toda a buceta dela,… ela desceu do meu rosto,… minha chefa continuava se masturbando,… e chupando,… tirei o rosto dela devagar do meu pau,… me levantei e comecei a massagear a buceta dela,… ela começou a me bater uma,… de um lado, a filha observava a mãe,… de um jeito que talvez nunca tivesse visto antes,… uma mulher vulnerável,… curtindo os prazeres do sexo,… com um cara muito mais novo que ela,… quando senti que tava gozando,… coloquei minha boca nos lábios da buceta dela,… e enfiei um dedo devagar,… ela pareceu explodir,… o orgasmo foi muito forte,… apertou meu pau e me fez gozar pra caralho,… fiquei entre as pernas dela,… não sabia que cara ia ter quando levantasse,… a tesão dela tinha passado dos limites,… mas tinha certeza que ela ia se recompor, voltar a mostrar que tava no controle,… sentia a respiração funda dela,… devagar o ritmo voltou ao normal,… me afastei do corpo dela,… e vi ela largada no tapete,… ofegante,… pensei em dar um beijo nela,… mas não tive coragem,… sentei do lado dela,… e beijei a filha,… ela se levantou e foi pegar o pareô dela,… eu acariciei a barriga da minha chefa,… e peguei minha roupa,… os três ficamos em silêncio,… foi ela quem falou… “a gente devia tomar um banho,…”,… se levantou, pegou a calcinha e, nua,… foi pra escada,… vi ela sumir em direção aos quartos,… a filha me chamou pra ir com ela,… e disse que ia me emprestar a cueca do irmão dela,… pra eu trocar de roupa,…
Tomamos banho juntos,… nos beijamos de novo, mas quando a tesão já tava prometendo mais uma brincadeira,… ela falou que a gente tinha que descer porque a mãe dela devia estar esperando.
De novo, tudo naquela casa girava em torno da autoridade da mãe dela….
Quando desci, encontrei ela no escritório… tinha limpado os restos de porra do carpete… e arrumado as coisas da poltrona… quando nos viu entrar, deu um sorrisinho… e, como quem não quer nada, comentou “depois do recreio, você e eu devíamos voltar a trabalhar”… a filha dela sumiu… e eu peguei os papéis da mesa… parecia que nada tinha acontecido… ela voltava a ser a mulher controladora e controlada que sempre foi…
Quando chegou a hora de eu ir embora… tomamos um café… e a filha dela voltou pra ficar com a gente… eu não sabia o que dizer… tudo parecia ter sido um sonho erótico… as duas se moviam com naturalidade… falavam de coisas genéricas…
Quando eu já ia saindo… ela comentou… “Guilherme, se você não tiver planos pra hoje, te convido a ficar com a gente… estamos as duas sozinhas…”…
Me pareceu perceber um toque de safadeza nas palavras dela… e um convite… pra mais uma brincadeira sexual…
Falei que adoraria… que ia até Pilar… comprar uma coisa gostosa pra sobremesa e que voltava… Chegando em Pilar… comprei um bolo… e passei na farmácia pra comprar camisinhas… se minha intuição não falhasse… podia ter uma noite de sexo agitado… com a minha chefe… e com a filha dela…
FIM
Quando o verão chegou, nosso centro de operações de fim de semana se mudou para uma linda chácara que ela tinha num condomínio fechado em Pilar... eu tentava que minhas sessões de trabalho não se estendessem além do meio da tarde de sábado... para não perder a pouca vida social que eu tinha, e embora não tivesse namorada, o fato de morar sozinho e ter uma boa grana no bolso sempre me permitia ter companhia na minha cama nos fins de semana... nada sério, mas o suficiente pra manter meu nível de leite dentro dos padrões aceitáveis...
Ela tinha mudado todo o escritório da casa dela em Devoto pra chácara em Pilar... A vantagem de estar no condomínio era que pelo menos o almoço a gente fazia ao ar livre... e embora não tivesse um homem pra fazer o churrasco, dava pra ver o sol, mesmo que por um tempinho... os filhos dela curtiam a piscina, e eu, entre um café e outro, podia admirar o corpo da filha dela... enfiada num biquíni pequenininho... os peitos dela tinham o tamanho perfeito... e a raba mostrava o trabalho semanal na academia...
No almoço, ela se enfiava num pareô ou numa camiseta comprida...
A mãe dela ditava o ritmo de vida naquela casa, e dava pra ver que ela seguia tudo à risca... ela era a autoridade, e os filhos aproveitavam os benefícios, mas mostravam total obediência às diretrizes da mãe...
Num dos nossos almoços de trabalho de sempre, ouvi pela primeira vez os elogios que minha chefe fazia sobre a beleza da filha dela... e do jeito que ela recebeu...
Ela comentou: "Sinceramente, fico feliz que você se cuide tanto, mas o que mais gosto é da sua disciplina"... ao que a filha respondeu: "Você sempre nos ensinou, mãe, que toda conquista exige um... sacrifício... e que todo benefício tem um custo..."..."eu sempre pago o custo dos meus benefícios",....
A filha dela, apesar da idade,...parecia totalmente marcada pelos desejos da mãe,...e por uma necessidade de não decepcioná-la,.......
Quanto ao filho,...ela parecia não ter tantas expectativas,...coisa que ele parecia curtir,....e em algumas ocasiões nem estava presente nos fins de semana.....
Um sábado cheguei na chácara e pra minha surpresa quem abriu a porta foi a filha dela,...me disse que a mãe tinha acordado cedo e tinha deixado recado pra eu ir pro escritório,...e começar,...que ela não ia demorar muito,....
Me chamou um pouco a atenção,...porque conhecendo ela, depois de tanto tempo,...sabia que pra ela não tinha nada mais importante que o trabalho,...
Fui pro escritório e comecei a trabalhar com meus papéis,....em poucos minutos a filha entrou,...com uma bandeja de café,.....ao deixar em cima da mesa notei,...que por baixo do pareô ela não tava com o sutiã do biquíni,...nunca tinha feito isso antes,....meio que senti uma ereção,....ela arrumou minha xícara,....serviu o café,..e passou a mão devagar no meu ombro,....eu já tava abertamente excitado,...mas não tive coragem de falar nada,...ela foi em direção à porta do escritório,..e em vez de sair,....fechou ela,.....
Voltou atrás,...e parou na frente da mesa,....deixou o pareô cair,..e pude ver que além de não estar com o sutiã do biquíni,..também não tava com a parte de baixo,..... Eu fiquei paralisado,...o corpo dela tava totalmente bronzeado,..sem marcas de sunga,..e deliciosamente torneado,....olhava pra ela,...mas não tinha coragem de falar nada,....aqueles segundos pareceram eternos,....era a filha da minha chefe,....e não fazia ideia do que fazer,...se partisse pra cima,....podia perder tudo,..mas meu corpo tava dizendo que aquela mulher esplêndida tava me pedindo pra satisfazer ela como homem,...
Quase num sussurro,...falei.."você tá linda,..mas sabe o que eu tô arriscando...." Aí ela Ela me respondeu: "Você não tem ideia do que está se arriscando..."
Ela se aproximou da minha poltrona... empurrou ela pra trás... e sentou totalmente nua de frente pro meu rosto, de um jeito que... os peitos dela ficaram na altura do meu peito... passou os braços atrás do meu pescoço... meio pra se segurar... e começou a beijar meu pescoço... e minha boca... eu respondia ofegante... assustado porque a qualquer momento a porta podia abrir... e minha carreira construída durante meses podia ir pro caralho... eu estava apertando a filha da minha chefe... os beijos viraram apalpada... minhas mãos percorriam os peitos dela... desci uma das mãos até a ppk dela... acariciei... ela pareceu gostar... porque empurrava a ppk pra minha mão poder esfregar com mais liberdade... ela se levantou... pegou minha mão... e levou até a poltrona... eu já tinha perdido totalmente a cabeça... ela sabia como me excitar... tirou minha roupa... a gente se jogou na poltrona... e ela montou em mim... com um movimento só jogou o cabelo loiro pro lado... e desceu pro meu pau... encaixou ele na boca dela... e ritmicamente começou a chupar... com a mão corria a pele do meu pau... e devorava a cabeça... levava até o fundo... tirava... contemplava... olhava minha cara de êxtase... voltava a colocar na boca... eu tava chegando no clímax... era puro desejo... ela gozava me dando prazer...
De repente a porta do escritório abriu... eu senti meu pau murchar... ao mesmo tempo que a aceleração do meu coração... mudava de prazer pra taquicardia do medo... sem olhar... já sabia quem tava tentando entrar no escritório... tentei empurrar ela pra sair de cima de mim... mas ela pareceu não se importar...
Quando minha chefe entrou... eu senti que ia desmaiar... ela me olhou como se já esperasse o que tava vendo... eu sentei na poltrona... e com o movimento quase joguei a filha dela no chão... tentei cobrir minhas partes íntimas... ao mesmo tempo que tentava ajudar a filha dela a se levantar... não sabia Por que motivo iam me mandar embora... se foi por tentar comer ela... ou por jogar ela no chão... Tentei balbuciar alguma coisa... mas nada saía... tentei pegar minha roupa... mas se eu levantasse ficava mais exposto do que sentado... tudo errado...
Enquanto isso, como sempre, minha chefe... parecia no controle da situação... foi até a bandeja e serviu um café... com a palma da mão me mandou calar a boca... e começou a falar:
"Meu amor... não se sinta mal... eu tenho muita confiança na minha filha... e essa situação não me surpreende... aliás, diria que é até uma consequência da confiança que eu depositei em você... Eu não cheguei onde cheguei confiando em gente errada.
Pela minha vida... e pela vida que meus filhos levam... não tenho muito tempo para certas atividades sociais... e como você deve ter notado, minha filha... é a que muito provavelmente herdou minhas habilidades e minha ambição... Mas toda conquista exige um sacrifício... e toda confiança tem que ser testada... e esse é o seu momento...
Minha filha sempre gostou de você... e foi ela quem pediu para ter um momento a sós com você... eu aprovei... e incentivei... por isso esse encontro aconteceu... imagine que se não tivesse minha aprovação, nada disso teria rolado... Então agora você tem que decidir se quer possuir ela... com meu consentimento..."
Eu me sentia dentro de uma novela mexicana... por um lado, era o pinto "alugado" pra filha da minha chefe... por outro, sentia que antes de me ligar já tava curtindo... e por outro, pressentia o que minha rejeição poderia significar... mas tudo isso eu tinha que decidir naquele instante... tentei fazer o mais simples... aquela sabedoria de rua que tantas vezes me salvou... me aproximei do corpo da filha... e dei um beijo na boca dela.
Ela respondeu ao meu beijo... e se aproximou pra tocar meu peito... minha chefe... sentou como quem ia contemplar a obra... de um lado, a filha herdeira dela... dinheiro e o negócio dela... e do outro lado, o jovem promissor que ela tinha moldado...
Os beijos continuaram... as carícias começaram... eu já tinha decidido que, se era isso que ela queria, ia dar do melhor jeito possível, como já tinha feito outras vezes... comecei a tomar a iniciativa... sentei ela de costas... no meu colo... e comecei a apertar os peitos dela... enquanto esfregava a bunda dela com meu pau... ela, de frente pro sofá onde a mãe dela estava... jogava a cabeça pra trás pra eu beijar a boca dela... mexia a cintura ritmadamente... pra que meu pau, todo molhado, deslizasse pela racha do cu dela... quis enfiar, mas ela não deixou... me mandou tocar ela... eu masturbava ela por cima com as duas mãos... abria os lábios dela... procurava o clitóris... por cima do ombro dela, consegui ver minha chefe enfiar a mão por baixo da saia... então era o fim do jogo... ela se tocava enquanto eu comia a filha... era assim que ela gozava sem se envolver numa relação que pudesse atrapalhar o trabalho dela... e também mantinha a filha longe de homens que pudessem desviar ela do objetivo... ela manipulava tudo...
Eu continuava fazendo a filha dela gozar... e gozava vendo ela se tocar cada vez mais... aproveitando o tesão... joguei a filha dela no chão... de um jeito que nossas cabeças ficavam mais perto do sofá... dava pra ver, a uns 50 centímetros do meu rosto, a chefe puxar a calcinha com uma mão... pra se tocar com os dedos da outra... as pernas dela totalmente abertas... a saia... subida até a cintura... quase dava pra ouvir o barulho dos dedos esfregando os lábios molhados... comecei a deslizar sobre o corpo da filha... pra tentar enfiar o pau na boca dela... ela tava de costas no chão... e eu me esfregava nela...
Tinha decidido aumentar a aposta... deslizei até o peito dela... e depois até a boca... quando fiquei nessa posição... senti a filha pegar meu pau e enfiar na boca dela... eu não Só precisei me inclinar pra frente pra ficar com a cara enfiada entre as pernas da minha chefe… ela acariciou meu rosto… e eu beijei a parte interna da coxa dela… levantei um pouco mais a saia dela pra pegar as bordas da calcinha… e comecei a tirar devagar… ela passou a calcinha pelas pernas… e ficou na frente da minha boca… uma buceta linda… depilada… carnuda… e escancarada… comecei a chupar ela… não sei quanto tempo fazia que um homem não dava aquela sensação pra ela… ou se ela realmente queria aquilo… mas dava pra ver que ela tava adorando… pegou minha cabeça com as duas mãos como se tivesse medo… de que eu parasse de chupar… gemeu… a filha dela chupava… e engasgava com meu pau… minha chefe começou a desabotoar a blusa.
Nunca tinha reparado nos peitos dela… mas quando ficou de sutiã… vi que ainda eram firmes… e que as sardas na parte de cima deixavam eles umas tetas gostosas… talvez porque não eram muito grandes mas não estavam caídas… beijei eles… e ela se entregou… saí de cima da filha dela… e pedi pra ela se ajoelhar… com ela ajoelhada… coloquei ela de lado perto da mãe… comecei a descer pelos peitos, barriga… até chegar na buceta dela… deitei completamente… e com as pernas dela tampando meu rosto… comecei a chupar os sucos dela… a única coisa que sentia era ela se mexendo… com uma mão se masturbando e com a outra segurando a borda do sofá onde a mãe dela tava sentada… comecei a sentir as mãos da minha chefe… acariciando minhas pernas… foi subindo e começou a me masturbar… eu chupava mais fundo… a filha dela gemia… a masturbação dela virou uma chupada gostosa… a boca dela engolia meu pau com suavidade… eu com as mãos acariciava os peitos da filha dela… e ela chupava e acariciava minhas bolas… saí por um momento de debaixo das pernas… e pude ver ela nua… jogada no chão… com a boca no meu pau… e com a outra mano na virilha dela,… se dando um ritmo no clitóris,… voltei pro meu,… senti que a filha tava terminando, apertou as pernas contra meu rosto, e a masturbação dela virou um monte de sucos vaginais com gosto adocicado,… eu comi toda a buceta dela,… ela desceu do meu rosto,… minha chefa continuava se masturbando,… e chupando,… tirei o rosto dela devagar do meu pau,… me levantei e comecei a massagear a buceta dela,… ela começou a me bater uma,… de um lado, a filha observava a mãe,… de um jeito que talvez nunca tivesse visto antes,… uma mulher vulnerável,… curtindo os prazeres do sexo,… com um cara muito mais novo que ela,… quando senti que tava gozando,… coloquei minha boca nos lábios da buceta dela,… e enfiei um dedo devagar,… ela pareceu explodir,… o orgasmo foi muito forte,… apertou meu pau e me fez gozar pra caralho,… fiquei entre as pernas dela,… não sabia que cara ia ter quando levantasse,… a tesão dela tinha passado dos limites,… mas tinha certeza que ela ia se recompor, voltar a mostrar que tava no controle,… sentia a respiração funda dela,… devagar o ritmo voltou ao normal,… me afastei do corpo dela,… e vi ela largada no tapete,… ofegante,… pensei em dar um beijo nela,… mas não tive coragem,… sentei do lado dela,… e beijei a filha,… ela se levantou e foi pegar o pareô dela,… eu acariciei a barriga da minha chefa,… e peguei minha roupa,… os três ficamos em silêncio,… foi ela quem falou… “a gente devia tomar um banho,…”,… se levantou, pegou a calcinha e, nua,… foi pra escada,… vi ela sumir em direção aos quartos,… a filha me chamou pra ir com ela,… e disse que ia me emprestar a cueca do irmão dela,… pra eu trocar de roupa,…
Tomamos banho juntos,… nos beijamos de novo, mas quando a tesão já tava prometendo mais uma brincadeira,… ela falou que a gente tinha que descer porque a mãe dela devia estar esperando.
De novo, tudo naquela casa girava em torno da autoridade da mãe dela….
Quando desci, encontrei ela no escritório… tinha limpado os restos de porra do carpete… e arrumado as coisas da poltrona… quando nos viu entrar, deu um sorrisinho… e, como quem não quer nada, comentou “depois do recreio, você e eu devíamos voltar a trabalhar”… a filha dela sumiu… e eu peguei os papéis da mesa… parecia que nada tinha acontecido… ela voltava a ser a mulher controladora e controlada que sempre foi…
Quando chegou a hora de eu ir embora… tomamos um café… e a filha dela voltou pra ficar com a gente… eu não sabia o que dizer… tudo parecia ter sido um sonho erótico… as duas se moviam com naturalidade… falavam de coisas genéricas…
Quando eu já ia saindo… ela comentou… “Guilherme, se você não tiver planos pra hoje, te convido a ficar com a gente… estamos as duas sozinhas…”…
Me pareceu perceber um toque de safadeza nas palavras dela… e um convite… pra mais uma brincadeira sexual…
Falei que adoraria… que ia até Pilar… comprar uma coisa gostosa pra sobremesa e que voltava… Chegando em Pilar… comprei um bolo… e passei na farmácia pra comprar camisinhas… se minha intuição não falhasse… podia ter uma noite de sexo agitado… com a minha chefe… e com a filha dela…
FIM
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