Antes de começar, quero deixar claro que isso não é uma história real.
Obviamente, quando você é criança, a melhor coisa da vida é sair de férias com seus pais. Depois você cresce, começa a ter amigos, e as férias já não são mais o que você esperava. Os pais têm mais dificuldade em te levar, porque isso te separa dos seus amigos, vocês vão para lugares onde você fica entediado, etc. Mas quando você já tem 20 anos, obviamente você já tem mais peso na decisão e, se não quiser ir com eles, simplesmente não vai. Esse foi o meu caso. Obviamente, preferi ficar sozinho em casa por duas semanas, aproveitando a liberdade para fazer o que quisesse. E, embora minha mãe tenha levado a chave do carro dela para eu não usar, eu já tinha uma cópia guardada há um mês, me adiantando à estratégia dela.
Mas com o que eu não contava era que minha irmã, Karen, também se rebelou e não quis ir com eles. Minha mãe não queria deixá-la, mas meu pai, homem de poucas palavras, disse que ali ninguém era obrigado e que, se ela não quisesse ir, que ficasse, afinal eu cuidaria dela e ela de mim. Todos os meus planos — festas programadas em casa ou pegar o carro — foram pro caralho. Eu e Karen nos dávamos super mal, sempre brigávamos, e mesmo que ela me autorizasse a usar o veículo, mais cedo ou mais tarde ela acabaria contando para os meus pais. Por mais que eu tentasse fazer com que ela fosse com eles, o fim de semana chegou e meus pais foram embora, me deixando com a bronca da minha irmã de 18 anos. Me avisaram, de todo jeito, que eu era o irmão mais velho e que devia cuidar dela, enquanto para ela disseram que eu estava no comando e que ela devia me obedecer em tudo que eu mandasse. A safada concordou com tudo que meus pais recomendaram, mas eu sabia que, assim que eles fossem embora, nem fodendo ela me obedeceria em nada.
Mal tinha passado uma hora desde que eles foram embora quando tive meu primeiro encontro com minha irmã. Começamos a discutir sobre quem dos dois ia ficar com a cama dos meus pais — obviamente, uma cama de casal, TV grande... Controle remoto, ar condicionado no quarto, essas coisas. No final, consegui ganhar a discussão e fiquei com o quarto. Mas deixamos claro que não íamos pegar uma no outro de jeito nenhum. Que ela seguisse a vida dela, e eu a minha.
Karen era minha única irmã mais nova, e com seus 18 anos se achava a dona do mundo. Revolucionária, briguenta, às vezes insolente com meus pais. Tinha acabado de começar a sair pra balada, e mesmo sendo proibida a entrada de menores, o jeito dela e a forma como se vestia sempre deixavam ela passar na portaria. Não era uma mulher muito chamativa, bem magra, com peitos pequenos, mas era muito alta pra idade dela e, como se comportava de um jeito tão metida pra idade, conseguia passar por uma de 21 anos.
Meus planos estavam feitos. Naquela noite, ia esperar minha irmã sair com as amigas antes de mim, e depois pegaria o carro. Minha irmã com certeza chegaria antes de mim, provavelmente com umas cervejas a mais, e nunca ia pensar em ir no quintal ver se o carro estava lá. Depois eu entraria com ele empurrando pra ela não acordar.
Eram umas 4 da manhã, eu tava na casa de uns amigos, me divertindo pra caralho, bebendo minha oitava cerveja, quando meu celular tocou. Era o número da Karen. Pelo horário, achei que ela tinha voltado pra casa e, ao não encontrar o carro, tava me ligando pra encher o saco. Não liguei, mas o celular não parava de tocar, até que pensei que podia ser algum problema e atendi. A voz do outro lado era de uma das amigas da minha irmã, pedindo pra eu voltar pra casa o mais rápido possível, que minha irmã tava passando mal e não tinham achado as chaves dela. Já imaginava qual era o problema. Com certeza ela tinha exagerado na bebida e as amigas estavam trazendo ela bêbada pra casa. A princípio, pensei em deixar elas lá e se virarem, mas depois comecei a pensar que algum vizinho podia ver e contar pros meus pais, então preferi ir. Até porque, como tava de carro, ia só abrir a porta pras amigas dela. e me devolveria pra minha festa, deixando elas com o problema.
Dirigi até minha casa e sentadas no banco da frente estavam as duas amigas da minha irmã, e a Karen num estado lamentável. A roupa dela tava toda vomitada, completamente bêbada. Fiquei muito puto de ver ela chegar naquele estado, porque por mais antipática que ela fosse, era minha irmã e podia acontecer qualquer coisa com ela.
As amigas me contaram que a Karen tinha pegado o namorado com outra mulher e que tinha começado a beber que nem uma louca, ficando num estado crítico de embriaguez. Eu falei pra elas que era problema dela, abri a porta e me desinteressei. Mal conseguiam levantar ela, então me aproximei, peguei ela no colo e levei até o quarto dela, deixando as amigas tirarem a roupa vomitada e colocarem ela na cama. Fiquei por perto pra esperar as amigas irem embora, e enquanto isso fui pro quarto dos meus pais, liguei a TV e tomei outra cerveja, esperando. Passaram uns 15 minutos, levantei pra ver como as amigas estavam indo, a luz tava apagada, e as amigas já tinham ido embora.
Tava me preparando pra sair de novo, mas vi a hora, já era muito tarde, não valia a pena voltar a sair, além disso com todas as cervejas que tinha tomado tava bem tonto e podia fazer algum estrago no carro, então preferi ficar. Fui me deitar e comecei a ver TV. Coloquei o canal que passa filmes de alto teor erótico, que sem ser pornô, não falta nada pra chegar lá, e em pouco tempo já tava duro, vendo uma enfermeira dando uma atenção especial pro paciente dela. Passei uns 20 minutos vendo TV e fiquei com tesão. Fazia uns dois meses que não comia ninguém e, dentro da minha tontura e do meu tesão, me deu uma vontade de ir ver minha irmã. Com um tesão doentio, pensei que no estado que ela tava, podia destapar ela e ver se conseguia ver alguma coisa. Mesmo sendo minha irmã, e o corpo dela não ser muito bonito, era muito mais excitante do que ficar vendo filme e, como não ia ter uma oportunidade dessas, fui direto pro quarto dela. Acendi a luz e vi ela dormindo coberta de bruços. Chamei ela e não respondeu nada.. Cheguei perto, mexi nela e nada. Tava morta, babando no travesseiro e fedendo a cachaça.
Corri a roupa de cama e vi que as amigas tinham tirado a calça e a blusa que ela usava, deixando ela só de lingerie. A calcinha pequena dela entrava na bunda, por onde apareciam disfarçadamente alguns pelinhos. Fiquei olhando pra ela por um tempo, com a mão entre as pernas, me tocando, sem dizer nada, só olhando. Aproximei meu rosto da bunda dela sem encostar, só pra sentir o cheiro, hmmm tava uma delícia.
Toquei as costas dela e mexi como se fosse acordar ela, sem conseguir nem um sinal de vida naquele corpo magrinho. Me deixou muito excitado saber que podia fazer qualquer coisa com ela e que ela nem ia perceber, então apaguei a luz e preferi acender o abajur, colocando uma peça de roupa dela em cima pra deixar a luz mais suave. Devagar comecei a tocar as costas dela, descendo até a bunda, passando a mão por inteiro, acariciando com cuidado, pra não mexer muito ela de qualquer jeito. Com meu dedo comecei a mexer onde a calcinha sumia, fazendo movimentos circulares, tocando a entreperna da minha irmã. Às vezes pensava em parar e ir embora, mas a taradagem era maior, e pensei que se não fosse eu, talvez qualquer um podia ter feito.
Aos poucos meu dedo apertava mais no tecido que de repente começou a ficar molhado. Puxei um pouco pro lado e enfiei o dedo de novo, roçando a buceta dela, os lábios até que, sempre com movimentos suaves, meu dedo penetrou um pouco, sentindo uma umidade notável.
Lá estava eu, sentado do lado da minha irmã, cutucando a buceta dela, sem que ela reagisse de jeito nenhum. Devagar meu dedo foi entrando, mais e mais até enfiar por completo. Dava pra ver que aquele caminho não era virgem, já tinha sido percorrido por alguém, com certeza por Felipe, o ex-namorado dela. Comecei a dedar ela com meu dedo, às vezes tirando e levando até meu nariz, pra sentir o cheiro dela, pra enfiar de novo.
Instintivamente, levei o dedo à boca e provei o gosto da Karen. Mmmm que delícia, era melhor do que o cheiro, me excitava, me esquentava, enquanto com um dedo eu tirava os sucos dela, com a outra mão eu tocava de leve no meu pau, pensando que era ele que entrava e saía.
Pensei em provar aquele gosto direto da fonte de onde saía e, aproximando meu rosto dali, estiquei a língua o máximo que pude pra fazer isso, mas não conseguia alcançar, mesmo abrindo as pernas dela pra ter um espaço melhor.
Não queria desperdiçar aquela oportunidade, e criei coragem e tirei a calcinha dela, deixando ela com a bunda toda de fora. No fim, do jeito que tava, não ia ser difícil colocar de volta. Fiz isso. Com muito cuidado, tirei a calcinha e abri bem as pernas dela. Deitei de boca entre as pernas dela e tentei beijar a buceta dela, mas ainda assim não alcançava onde queria. Mesmo assim, não perdi a chance de enfiar a língua no cu dela, mesmo que ele estivesse bem fechado.
Já com mais confiança, e completamente entregue ao tesão e ao prazer, me levantei e, pegando ela pelos ombros, virei ela. Minha irmã tava completamente à minha mercê, dormindo profundamente, inconsciente, sem perceber que o irmão mais velho tava se deliciando com o corpo magrinho dela.
A buceta dela tinha poucos pelos, não muitos, mas eram bem compridos. Abri as pernas finas dela e adotei a mesma posição de antes, só que dessa vez minha língua entrava perfeitamente onde eu queria. Ali eu tava, chupando direto da buceta da minha irmã bêbada os sucos dela, alternando entre minha língua e meu dedo, que cada vez entrava mais fundo.
Cada vez eu passava dos meus limites. Primeiro só queria ver ela, depois quis tocar ela, agora tava lambendo ela, mas pensei que no estado em que ela encontrava, se já tinha enfiado um dedo nela e ela não tinha percebido, também não perceberia se eu enfiasse meu pau.
Tirei toda a minha roupa, deixando no corredor, caso precisasse sair rápido dali. Minha irmã continuava deitada na cama, com as pernas abertas e a pussy dela já bem lambida. Num momento de sanidade, pensei que ir além podia até engravidar ela, então, dentro de mim, me ordenei que só passaria o pau por fora. Me posicionei sobre ela, sem apoiar o peso do corpo, com os braços me segurando na cama.
Só meu cock roçava na pussy dela, nada mais, sentindo a umidade dela, e vendo depois um fio grosso das nossas secreções nos unir quando eu me afastava. A sensação era deliciosa, e eu morria de vontade de penetrar ela, nem que fosse só um pouco, mas me segurava pensando nas consequências daquele pequeno passo. Mas o homem pensa com duas cabeças, uma que tem nos ombros e a outra entre as pernas, e aos poucos fui me autorizando até enfiar só a ponta do meu pau. Mas isso só me deixou mais excitado, e cada vez eu entrava um pouquinho mais, pra sair na hora. Depois, minha permanência dentro dela ficava mais longa e eu enfiava um pouco mais, até que já era tarde, tava tudo enfiado.
Devagar, fui metendo e tirando por um bom tempo, me segurando pra não gozar. Cada vez meus movimentos ficavam mais perceptíveis e meu cock entrava gostoso dentro da minha irmã, que, ainda totalmente inconsciente, não percebia que tava sendo fodida pelo irmão. Às vezes, tinha que parar por um tempão, esperando minha excitação diminuir um pouco, pra depois meter de novo sem piedade, até o fundo que dava.
Meus braços cansaram de ficar naquela posição e tive que descer de cima dela. Fiquei olhando ela ali, nua, com as pernas abertas e a pussy agora penetrada pelo cock. do irmão dela. Olho pela janela enquanto a noite acabava e o céu começava a mudar de cor. Já tinha passado quase uma hora brincando com a Karen e precisava me retirar pra que meu estupro ficasse em segredo. Mas o corpo nu dela e eu ainda sem gozar….
Fiz um grande esforço pra tentar me afastar, mas não conseguia ir embora sem gozar. Totalmente confiante no estado da minha irmã, me aproximei da cabeceira e coloquei meu pau nos lábios dela cheios de saliva, com o travesseiro todo molhado. Passei ele por eles vendo como meus primeiros fios de sêmen grudavam meu pau e os lábios dela. Isso só me deixava mais excitado ainda e, dando minha última ordem mental, falei pra mim mesmo que ia penetrar ela só mais 5 minutos, que gozava na calcinha dela e ia pro meu quarto.
Tava colocando ela de lado e ela só deu um suspiro fundo que me assustou um pouco, pensando que podia estar acordando, mas não, tava completamente dormida. Depois pensei que nessa posição podia mexer ela muito, então coloquei ela de volta como tava. Separei as pernas dela e chupei ela de novo, pra depois montar e meter de novo. Dessa vez meu pau entrou com um pouco mais de resistência, a lubrificação dela tinha secado um pouco, mas isso só me fazia sentir mais. Depois de alguns minutos fodendo ela, senti que já tava quase gozando. Peguei qualquer roupa dela e deixei perto pra me descarregar ali, mas ela tava tão gostosa e eu queria sair no momento exato. Quando senti que não aguentava mais, saí dela, mas não fui rápido o suficiente por causa da posição que tava e meu primeiro jato curto de esperma ficou dentro dela, enquanto o segundo e o terceiro caíram na barriga e nas pernas dela, enquanto pegava a roupa onde terminaria de soltar toda a porra que tinha. Vi ela nua, com resto do meu sêmen no corpo dela. Me limpei e limpei ela.
Preocupado de ter gozado dentro dela, mas já não podia fazer nada, só rezar. pra que nada acontecesse. Coloquei a calcinha nela de novo, cobri ela e fui pro quarto dos meus pais, enquanto o dia começava a clarear.
Obviamente, quando você é criança, a melhor coisa da vida é sair de férias com seus pais. Depois você cresce, começa a ter amigos, e as férias já não são mais o que você esperava. Os pais têm mais dificuldade em te levar, porque isso te separa dos seus amigos, vocês vão para lugares onde você fica entediado, etc. Mas quando você já tem 20 anos, obviamente você já tem mais peso na decisão e, se não quiser ir com eles, simplesmente não vai. Esse foi o meu caso. Obviamente, preferi ficar sozinho em casa por duas semanas, aproveitando a liberdade para fazer o que quisesse. E, embora minha mãe tenha levado a chave do carro dela para eu não usar, eu já tinha uma cópia guardada há um mês, me adiantando à estratégia dela.
Mas com o que eu não contava era que minha irmã, Karen, também se rebelou e não quis ir com eles. Minha mãe não queria deixá-la, mas meu pai, homem de poucas palavras, disse que ali ninguém era obrigado e que, se ela não quisesse ir, que ficasse, afinal eu cuidaria dela e ela de mim. Todos os meus planos — festas programadas em casa ou pegar o carro — foram pro caralho. Eu e Karen nos dávamos super mal, sempre brigávamos, e mesmo que ela me autorizasse a usar o veículo, mais cedo ou mais tarde ela acabaria contando para os meus pais. Por mais que eu tentasse fazer com que ela fosse com eles, o fim de semana chegou e meus pais foram embora, me deixando com a bronca da minha irmã de 18 anos. Me avisaram, de todo jeito, que eu era o irmão mais velho e que devia cuidar dela, enquanto para ela disseram que eu estava no comando e que ela devia me obedecer em tudo que eu mandasse. A safada concordou com tudo que meus pais recomendaram, mas eu sabia que, assim que eles fossem embora, nem fodendo ela me obedeceria em nada.
Mal tinha passado uma hora desde que eles foram embora quando tive meu primeiro encontro com minha irmã. Começamos a discutir sobre quem dos dois ia ficar com a cama dos meus pais — obviamente, uma cama de casal, TV grande... Controle remoto, ar condicionado no quarto, essas coisas. No final, consegui ganhar a discussão e fiquei com o quarto. Mas deixamos claro que não íamos pegar uma no outro de jeito nenhum. Que ela seguisse a vida dela, e eu a minha.
Karen era minha única irmã mais nova, e com seus 18 anos se achava a dona do mundo. Revolucionária, briguenta, às vezes insolente com meus pais. Tinha acabado de começar a sair pra balada, e mesmo sendo proibida a entrada de menores, o jeito dela e a forma como se vestia sempre deixavam ela passar na portaria. Não era uma mulher muito chamativa, bem magra, com peitos pequenos, mas era muito alta pra idade dela e, como se comportava de um jeito tão metida pra idade, conseguia passar por uma de 21 anos.
Meus planos estavam feitos. Naquela noite, ia esperar minha irmã sair com as amigas antes de mim, e depois pegaria o carro. Minha irmã com certeza chegaria antes de mim, provavelmente com umas cervejas a mais, e nunca ia pensar em ir no quintal ver se o carro estava lá. Depois eu entraria com ele empurrando pra ela não acordar.
Eram umas 4 da manhã, eu tava na casa de uns amigos, me divertindo pra caralho, bebendo minha oitava cerveja, quando meu celular tocou. Era o número da Karen. Pelo horário, achei que ela tinha voltado pra casa e, ao não encontrar o carro, tava me ligando pra encher o saco. Não liguei, mas o celular não parava de tocar, até que pensei que podia ser algum problema e atendi. A voz do outro lado era de uma das amigas da minha irmã, pedindo pra eu voltar pra casa o mais rápido possível, que minha irmã tava passando mal e não tinham achado as chaves dela. Já imaginava qual era o problema. Com certeza ela tinha exagerado na bebida e as amigas estavam trazendo ela bêbada pra casa. A princípio, pensei em deixar elas lá e se virarem, mas depois comecei a pensar que algum vizinho podia ver e contar pros meus pais, então preferi ir. Até porque, como tava de carro, ia só abrir a porta pras amigas dela. e me devolveria pra minha festa, deixando elas com o problema.
Dirigi até minha casa e sentadas no banco da frente estavam as duas amigas da minha irmã, e a Karen num estado lamentável. A roupa dela tava toda vomitada, completamente bêbada. Fiquei muito puto de ver ela chegar naquele estado, porque por mais antipática que ela fosse, era minha irmã e podia acontecer qualquer coisa com ela.
As amigas me contaram que a Karen tinha pegado o namorado com outra mulher e que tinha começado a beber que nem uma louca, ficando num estado crítico de embriaguez. Eu falei pra elas que era problema dela, abri a porta e me desinteressei. Mal conseguiam levantar ela, então me aproximei, peguei ela no colo e levei até o quarto dela, deixando as amigas tirarem a roupa vomitada e colocarem ela na cama. Fiquei por perto pra esperar as amigas irem embora, e enquanto isso fui pro quarto dos meus pais, liguei a TV e tomei outra cerveja, esperando. Passaram uns 15 minutos, levantei pra ver como as amigas estavam indo, a luz tava apagada, e as amigas já tinham ido embora.
Tava me preparando pra sair de novo, mas vi a hora, já era muito tarde, não valia a pena voltar a sair, além disso com todas as cervejas que tinha tomado tava bem tonto e podia fazer algum estrago no carro, então preferi ficar. Fui me deitar e comecei a ver TV. Coloquei o canal que passa filmes de alto teor erótico, que sem ser pornô, não falta nada pra chegar lá, e em pouco tempo já tava duro, vendo uma enfermeira dando uma atenção especial pro paciente dela. Passei uns 20 minutos vendo TV e fiquei com tesão. Fazia uns dois meses que não comia ninguém e, dentro da minha tontura e do meu tesão, me deu uma vontade de ir ver minha irmã. Com um tesão doentio, pensei que no estado que ela tava, podia destapar ela e ver se conseguia ver alguma coisa. Mesmo sendo minha irmã, e o corpo dela não ser muito bonito, era muito mais excitante do que ficar vendo filme e, como não ia ter uma oportunidade dessas, fui direto pro quarto dela. Acendi a luz e vi ela dormindo coberta de bruços. Chamei ela e não respondeu nada.. Cheguei perto, mexi nela e nada. Tava morta, babando no travesseiro e fedendo a cachaça.
Corri a roupa de cama e vi que as amigas tinham tirado a calça e a blusa que ela usava, deixando ela só de lingerie. A calcinha pequena dela entrava na bunda, por onde apareciam disfarçadamente alguns pelinhos. Fiquei olhando pra ela por um tempo, com a mão entre as pernas, me tocando, sem dizer nada, só olhando. Aproximei meu rosto da bunda dela sem encostar, só pra sentir o cheiro, hmmm tava uma delícia.
Toquei as costas dela e mexi como se fosse acordar ela, sem conseguir nem um sinal de vida naquele corpo magrinho. Me deixou muito excitado saber que podia fazer qualquer coisa com ela e que ela nem ia perceber, então apaguei a luz e preferi acender o abajur, colocando uma peça de roupa dela em cima pra deixar a luz mais suave. Devagar comecei a tocar as costas dela, descendo até a bunda, passando a mão por inteiro, acariciando com cuidado, pra não mexer muito ela de qualquer jeito. Com meu dedo comecei a mexer onde a calcinha sumia, fazendo movimentos circulares, tocando a entreperna da minha irmã. Às vezes pensava em parar e ir embora, mas a taradagem era maior, e pensei que se não fosse eu, talvez qualquer um podia ter feito.
Aos poucos meu dedo apertava mais no tecido que de repente começou a ficar molhado. Puxei um pouco pro lado e enfiei o dedo de novo, roçando a buceta dela, os lábios até que, sempre com movimentos suaves, meu dedo penetrou um pouco, sentindo uma umidade notável.
Lá estava eu, sentado do lado da minha irmã, cutucando a buceta dela, sem que ela reagisse de jeito nenhum. Devagar meu dedo foi entrando, mais e mais até enfiar por completo. Dava pra ver que aquele caminho não era virgem, já tinha sido percorrido por alguém, com certeza por Felipe, o ex-namorado dela. Comecei a dedar ela com meu dedo, às vezes tirando e levando até meu nariz, pra sentir o cheiro dela, pra enfiar de novo.
Instintivamente, levei o dedo à boca e provei o gosto da Karen. Mmmm que delícia, era melhor do que o cheiro, me excitava, me esquentava, enquanto com um dedo eu tirava os sucos dela, com a outra mão eu tocava de leve no meu pau, pensando que era ele que entrava e saía.
Pensei em provar aquele gosto direto da fonte de onde saía e, aproximando meu rosto dali, estiquei a língua o máximo que pude pra fazer isso, mas não conseguia alcançar, mesmo abrindo as pernas dela pra ter um espaço melhor.
Não queria desperdiçar aquela oportunidade, e criei coragem e tirei a calcinha dela, deixando ela com a bunda toda de fora. No fim, do jeito que tava, não ia ser difícil colocar de volta. Fiz isso. Com muito cuidado, tirei a calcinha e abri bem as pernas dela. Deitei de boca entre as pernas dela e tentei beijar a buceta dela, mas ainda assim não alcançava onde queria. Mesmo assim, não perdi a chance de enfiar a língua no cu dela, mesmo que ele estivesse bem fechado.
Já com mais confiança, e completamente entregue ao tesão e ao prazer, me levantei e, pegando ela pelos ombros, virei ela. Minha irmã tava completamente à minha mercê, dormindo profundamente, inconsciente, sem perceber que o irmão mais velho tava se deliciando com o corpo magrinho dela.
A buceta dela tinha poucos pelos, não muitos, mas eram bem compridos. Abri as pernas finas dela e adotei a mesma posição de antes, só que dessa vez minha língua entrava perfeitamente onde eu queria. Ali eu tava, chupando direto da buceta da minha irmã bêbada os sucos dela, alternando entre minha língua e meu dedo, que cada vez entrava mais fundo.
Cada vez eu passava dos meus limites. Primeiro só queria ver ela, depois quis tocar ela, agora tava lambendo ela, mas pensei que no estado em que ela encontrava, se já tinha enfiado um dedo nela e ela não tinha percebido, também não perceberia se eu enfiasse meu pau.
Tirei toda a minha roupa, deixando no corredor, caso precisasse sair rápido dali. Minha irmã continuava deitada na cama, com as pernas abertas e a pussy dela já bem lambida. Num momento de sanidade, pensei que ir além podia até engravidar ela, então, dentro de mim, me ordenei que só passaria o pau por fora. Me posicionei sobre ela, sem apoiar o peso do corpo, com os braços me segurando na cama.
Só meu cock roçava na pussy dela, nada mais, sentindo a umidade dela, e vendo depois um fio grosso das nossas secreções nos unir quando eu me afastava. A sensação era deliciosa, e eu morria de vontade de penetrar ela, nem que fosse só um pouco, mas me segurava pensando nas consequências daquele pequeno passo. Mas o homem pensa com duas cabeças, uma que tem nos ombros e a outra entre as pernas, e aos poucos fui me autorizando até enfiar só a ponta do meu pau. Mas isso só me deixou mais excitado, e cada vez eu entrava um pouquinho mais, pra sair na hora. Depois, minha permanência dentro dela ficava mais longa e eu enfiava um pouco mais, até que já era tarde, tava tudo enfiado.
Devagar, fui metendo e tirando por um bom tempo, me segurando pra não gozar. Cada vez meus movimentos ficavam mais perceptíveis e meu cock entrava gostoso dentro da minha irmã, que, ainda totalmente inconsciente, não percebia que tava sendo fodida pelo irmão. Às vezes, tinha que parar por um tempão, esperando minha excitação diminuir um pouco, pra depois meter de novo sem piedade, até o fundo que dava.
Meus braços cansaram de ficar naquela posição e tive que descer de cima dela. Fiquei olhando ela ali, nua, com as pernas abertas e a pussy agora penetrada pelo cock. do irmão dela. Olho pela janela enquanto a noite acabava e o céu começava a mudar de cor. Já tinha passado quase uma hora brincando com a Karen e precisava me retirar pra que meu estupro ficasse em segredo. Mas o corpo nu dela e eu ainda sem gozar….
Fiz um grande esforço pra tentar me afastar, mas não conseguia ir embora sem gozar. Totalmente confiante no estado da minha irmã, me aproximei da cabeceira e coloquei meu pau nos lábios dela cheios de saliva, com o travesseiro todo molhado. Passei ele por eles vendo como meus primeiros fios de sêmen grudavam meu pau e os lábios dela. Isso só me deixava mais excitado ainda e, dando minha última ordem mental, falei pra mim mesmo que ia penetrar ela só mais 5 minutos, que gozava na calcinha dela e ia pro meu quarto.
Tava colocando ela de lado e ela só deu um suspiro fundo que me assustou um pouco, pensando que podia estar acordando, mas não, tava completamente dormida. Depois pensei que nessa posição podia mexer ela muito, então coloquei ela de volta como tava. Separei as pernas dela e chupei ela de novo, pra depois montar e meter de novo. Dessa vez meu pau entrou com um pouco mais de resistência, a lubrificação dela tinha secado um pouco, mas isso só me fazia sentir mais. Depois de alguns minutos fodendo ela, senti que já tava quase gozando. Peguei qualquer roupa dela e deixei perto pra me descarregar ali, mas ela tava tão gostosa e eu queria sair no momento exato. Quando senti que não aguentava mais, saí dela, mas não fui rápido o suficiente por causa da posição que tava e meu primeiro jato curto de esperma ficou dentro dela, enquanto o segundo e o terceiro caíram na barriga e nas pernas dela, enquanto pegava a roupa onde terminaria de soltar toda a porra que tinha. Vi ela nua, com resto do meu sêmen no corpo dela. Me limpei e limpei ela.
Preocupado de ter gozado dentro dela, mas já não podia fazer nada, só rezar. pra que nada acontecesse. Coloquei a calcinha nela de novo, cobri ela e fui pro quarto dos meus pais, enquanto o dia começava a clarear.
10 comentários - Minha irmã de 18 anos e eu
LO GUARDO PARA LEERLO LUEGO 😉
de onda!!!
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