Rebolando a bunda gostosa...

Rebolando a bunda gostosa delaQuando a gente termina uma faculdade de filologia hispânica, fica bem claro que o mercado de trabalho não tá na porta esperando pra te dar uma oportunidade. Esse era o meu caso, e eu também não levava muito a sério. Preparar concurso pra ser professor era o passo natural nessas situações, e foi o que eu fiz, com santa resignação. Eu ajudava meu pai no trabalho dele de manhã e estudava (mais ou menos) de tarde, até que chegou o dia do concurso.

Naquele dia, acordei, tomei café e fui pra lá. Como éramos um monte de gente pra fazer a prova, nos dividiram em grupos diferentes de acordo com o sobrenome. Procurei a sala do M e, quando cheguei, me deparei com a Rocio M.

Conheci a Rocio no colégio, e ela era uma mina meio contraditória. Não que fosse estranha, pelo contrário, ela até passava despercebida, mas tinha umas coisas nela que não batiam. Pra começar, era andaluza, mas não tinha graça nenhuma. Não me entenda mal, não que ela fosse chata ou sem senso de humor. Só que a simpatia e o jeito engraçado andaluz simplesmente não existiam nela.

O dela era mais o comentário irônico e com um pouco de maldade. Ela era muito inteligente, ou pelo menos dominava os estudos com um esforço aparentemente mínimo. Sabia quem era Dostoiévski, sabia fazer raiz quadrada sem calculadora… mas quando você chegava perto da mesa dela pensando que era uma menina boazinha, encontrava desenhos dos Sex Pistols. Jogava basquete pra caralho. E era muito gostosa, já naquela época.

Isso último você não diria à primeira vista. O lugar onde moro é bem frio, e as minas geralmente não se exibem, e com certeza a Rocio não fazia isso, já que, como eu disse, ela costumava ser bem discreta. Mas no primeiro dia na aula de educação física, quando montamos os times pra uma pelada de basquete, pensei que ela não era nada mal, e quando ela começou a se mexer, decidi que, mesmo que as gostosas oficiais da sala fossem outras, Rocio era uma gostosa. Desde então, segunda e quarta, os dias que tínhamos educação física, chegar em casa e bater uma pensando na Rocio virou quase uma tradição.

Isso era o que eu lembrava da Rocio. Quando começou o segundo ano que ela estava no colégio, a família dela voltou pra Andaluzia e eu não tinha visto ela até aquele dia. A verdade é que me animou a manhã, porque a perspectiva de uma prova daquela não me agradava nada. Ela não tinha mudado nada, ou pelo menos foi o que pareceu. Cheguei perto dela e falei:

- Pô, Rocio, parece que a filha pródiga voltou pra casa. - É o que tem o proletariado intelectual, a gente tem que procurar trabalho onde oferecem. - Pois eu não criaria muita expectativa.

A gente se deu dois beijos, mas a prova já ia começar e tivemos que entrar na sala. Só deu tempo de confirmar que aquela bunda que tanto me deixava louco no colégio continuava bem empinada. Meu pau concordou e deu uma endurecida na calça, mas por mais que eu gostasse da bunda da Rocio, tinha que focar na prova. Meu futuro dependia disso.

A gente já tava fazendo a prova há um tempo e eu quase tinha esquecido que a Rocio estava na carteira do lado, até que ela deixou cair a caneta e se abaixou pra pegar. Virei o olho e só de olhar dava pra ver que a coisa não tava boa, que ela não sabia por onde pegar a questão da prova. Fiquei com um pouco de pena dela. E naquele momento entrou outro professor pra ver se tava tudo bem, e começou a conversar com o que tava vigiando a gente. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas aproveitando a distração, passei pra ela o resumo que tinha feito pra responder a prova. Ela me olhou e agradeceu sem dizer nada, começou a escrever. Continuamos fazendo a prova sem nem nos olhar.

Fui um dos últimos a terminar a prova, e depois de comentar com o pessoal fui pegar o carro pra voltar pra casa. Quando tava quase entrando, vi a Rocio vindo. A verdade é que eu tava bem orgulhoso do que tinha feito. Ajudar ela. no exame, era como retribuir o favor por todas as punhetas gostosas que aqueles jogos de basquete me proporcionaram. Então coloquei minha melhor cara e esperei ela dizer algo: — A verdade é que não sei como agradecer pelo que aconteceu antes.

— Então não agradece, é de graça. Minha boa ação do dia…

Ela deu um sorrisinho, e ficamos os dois feito idiotas sem falar nada. Eu estava com as chaves do carro na mão, então, pra falar alguma coisa, disse:

— Quer que te leve a algum lugar? — Bom, não quero abusar, mas a verdade é que cairia bem. — Onde você mora? — Tô esses dias na casa de uma tia minha. Ia ligar pra ela, mas assim não incomodo. Se não sair do seu caminho, claro.

Nem preciso dizer que onde ela disse que morava era no outro lado da cidade de onde eu moro. E nem preciso dizer que falei que ficava perfeitamente no caminho. Já que íamos ser uns cavalheiros, seríamos até o fim.

Durante a viagem, não conversamos muito. Nunca fui muito bom de papo e ela parecia pensativa. Eu só ficava dando olhadas de canto, porque puta que pariu, saber quando ia vê-la de novo. Sentia a pica começando a reagir de leve, nada que não desse pra controlar (Rocio, como sempre, ia bem recatada), mas pensei que era melhor desviar o olhar e fingir que também tava pensando em algo. Na real, minha mente tava em branco, ou pelo menos eu tentava.

Chegamos num semáforo perto da casa dela, e pra fazer alguma coisa, comecei a assobiar e a olhar pra mina do carro do lado. Foi quando senti a mão de Rocio no zíper da minha calça. Ela começou a puxar minha pica, que já tava crescendo na hora, e levantou um pouco meu braço que tava no volante pra enfiar a cabeça entre minhas pernas, enquanto me dizia:

— Me permite? Só vai ser um momentinho.

Eu tava alucinado. Rocio nunca tinha dado essa imagem, então demorei pra cair a ficha de que aquela mina que eu conhecia tava me fazendo um boquete num semáforo. Mas, ali estava lá, e meu pau aceitou a situação com mais naturalidade do que eu. Em instantes, já estava todo duro, enquanto Rocío começava a chupá-lo.
Mentiria se dissesse que Rocío era uma boa chupadora, e ainda por cima o tamanho do meu membro, modéstia à parte, não é pra amadoras. Mas porra, que vontade ela tinha! Eu tinha minha mão no cabelo dela enquanto ela subia e descia, enfiando o máximo que conseguia. Porra, aquilo era melhor do que tudo que eu tinha imaginado fazendo com Rocío nos tempos de colégio. E ainda por cima era real. Eu estava de olhos fechados, quando o carro de trás começou a buzinar.

O sinal estava verde, estávamos na hora do rush e um monte de carros esperando eu arrancar, então engatei a primeira como pude e saí, enquanto Rocío aumentava ainda mais o ritmo. Não consegui engatar a segunda antes de gozar na boca dela. Ela quase se engasgou com tudo que enfiei na boca dela, e começou a tossir. A verdade é que ela tinha uma cara muito engraçada, então falei:

- Rocío, devia beber menos - Que idiota que você é, ela respondeu meio rindo. Agora estamos quites, né? - Mais ou menos - Moro ali na frente.

Eu tinha colocado o pau de volta dentro da calça como pude, e comecei a dirigir mais ou menos normal, mas puta merda, não queria deixar Rocío naquele momento. Quando chegamos no prédio que ela tinha indicado, ela me olhou com um meio sorriso e disse: - Eu te convidaria pra subir, mas acho que minha tia não ia gostar de ver as coisas que eu ia fazer com você.

Aquilo estava cada vez mais frustrante. Cinco minutos antes, eu teria dado minha vida por um boquete da Rocío, mas agora aquilo já não bastava, e Rocío parecia adorar me deixar ainda mais excitado. Olhei pra frente pra não ver Rocío e então acho que dei um tilt. Vi a entrada de um estacionamento subterrâneo no mesmo prédio, engatei a primeira e entrei no estacionamento.

Rocío não disse nada, mas eu já nem olhava pra ela. Peguei o tíquete, desci uns dois Parei o carro e estacionei. Na hora, me toquei do que tinha feito, mas tinha que arcar com as consequências, então falei:

- Beleza, agora você pode ir com sua tia ou ficar aqui comigo pra fazer umas coisas. Você escolhe.

A cara de felicidade que a Rocio fez, nunca vou esquecer. Ela subiu em cima de mim, com a bunda no volante, e enfiou a língua até minha garganta, sem falar nada. Naquela posição, minhas mãos foram direto pra bunda dela, aquela bunda que eu tanto gostava e que agora podia apalpar à vontade. Ela tava com uma calça jeans azul desgastada, que eu devo ter desgastado ainda mais de tanto apertar e esfregar, enquanto ela continuava me beijando e ao mesmo tempo tirando meu pau pra fora. Ela separou a boca da minha por um instante e falou quase sem fôlego:

- Acho que você tá com roupa demais - e começou a tirar minha camiseta.

Eu tava tão tesudo que aproveitei que ela tinha se levantado um pouco e joguei a cara pra frente, sem soltar a bunda dela, e comecei a chupar os peitos dela, mordendo por cima do suéter que ela usava. "Que bruto você é, espera", ela disse, e tirou o suéter. Outra surpresa: sutiã preto, bem gostoso.

Pena que durou pouco, porque depois de apalpar bem a bunda dela, eu tava com uma fome de peito que não aguentava. E ainda mais depois de confirmar algo que já desconfiava: que a frente da Rocio estava à altura da bunda esplêndida dela. Os peitos dela não eram exageradamente grandes, mas durinhos e com uns bicos escuros, eram bem gostosos.

Com o banquete que eu tava tendo às custas da Rocio, era justo eu fazer algo por ela. Comecei a desabotoar a calça jeans dela, enquanto minha boca ia de um peito pro outro. Depois, enfiei a mão dentro da calça dela e vi que ela tava bem molhada. A inteligente da Rocio tava toda excitada, e isso me deixava com mais tesão ainda. Queria chupar a buceta dela e fazê-la gemer de prazer, mesmo que fosse só pra compensar ela pelo boquete, pela bunda, pelos peitos.

Como naquela posição era impossível, eu... Falei pra Rocio a gente ir pro banco de trás. Saímos do carro quase pelados, a gente devia estar com uma cara bem cômica (se tivesse alguma câmera de segurança, o vigia devia estar se mijando de rir), mas a gente tava pouco se lixando. Abri a porta de trás e coloquei a Rocio pra dentro. Eu fiquei fora, ela se deitou no banco e eu puxei a calça dela até tirar. Agora a Rocio tava tarada e pelada, duas coisas que sempre me deixaram muito excitado.

Ajoelhei, ainda fora do carro, e enfiei a cabeça entre as pernas dela, enquanto ela, sentada no banco mas com as pernas em cima dos meus ombros, se entregava e começava a gemer. Se a Rocio não era uma grande boqueteira, mas tinha me dado o melhor boquete da minha vida, eu tava no mesmo barco. Nunca curti muito chupar buceta, mas naquela vez eu coloquei toda a vontade do mundo. E parece que funcionou, porque de uns gemidinhos a Rocio passou, em poucos minutos, a gozar na minha cara entre gritos nada discretos.

Aí eu tive um dos poucos momentos de lucidez na última meia hora: tava num estacionamento público, quase pelado, chupando a buceta de uma mina (uma gracinha, sim) e com o pau todo duro na minha mão (enquanto chupava, não parei de me masturbar). Mas que se dane! Além disso, pensando bem, foder ela de verdade, ainda não tinha fodido. E não ia sair dali sem fazer isso, então sem perder tempo entrei no carro, me deitei sobre ela e meti até o fundo, enquanto ela sussurrava no meu ouvido:

- Adoro seu pau. - Então aproveita, porque você vai ter pau até cansar, falei.

Comecei uma metida frenética, enquanto ela fechava as pernas atrás de mim. Mas a verdade é que aquela posição era boa, dava uma delícia, mas não era a melhor. Eu tava em cima dela, mas mal conseguia ver nada dela, e queria ver a cara dela enquanto comia ela, então do jeito que deu a gente trocou de posição. Sentei e ela montou em mim, e começou a rebolar. Aquela Essa posição era foda. Nela, eu tinha os peitos dela ao alcance da minha boca, e minhas mãos se enchiam da bunda dela. Ela também não parecia estar se divertindo nada mal, porque gritava e suava como uma louca: "Siiiiiiii, me fode mais, mais, mais. Até o fundo, por favor".

Eu estava quase gozando, mas queria experimentar mais uma última posição. Virei ela pra frente, de frente pra parte da frente do carro, se segurando nos encostos dos dois bancos da frente. Fiquei um momento admirando o espetáculo deslumbrante, antes de pegar minha piroca e enfiar na bucetinha dela por trás, até o fundo. Sabia que tava perto do fim, então me preparei pra aproveitar ao máximo.

Peguei os peitos dela com as duas mãos e comecei a foder ela com toda a força que eu tinha, dando umas estocadas que parecia que queria atravessar ela. Ela já tava com minha piroca enfiada na boceta dela, numa posição ou outra, fazia um bom tempo, e nem lembrava quantas vezes tinha gozado, mas parecia estar curtindo tanto quanto no primeiro minuto. Quando não aguentei mais, saí de dentro dela, subi como pude pro banco de trás, enquanto ela se ajoelhava na minha frente, de um jeito que a cara dela ficou bem na frente da minha piroca.

Chegou bem na hora, porque gozei quase na mesma hora, enchendo a cara dela de porra. Naquele momento, percebi o quanto tava cansado, porque minhas pernas tremeram. Eu tinha fodido como nunca na minha vida, mas uma pedaço de mulher como a Rocio bem que merecia.

Nos vestimos e saímos do estacionamento (ela insistiu em pagar). Quando eu tava saindo do carro, perguntei se a gente ia se ver de novo, e ela disse: - Amanhã vou pra Sevilha, mas se eu passar nessa prova, volto daqui a 15 dias pra segunda prova.

- Vou rezar pelas suas notas, falei. - Eu também, pode crer. Além disso, ainda tem um buraquinho meu pra você descobrir, ela disse sorrindo. E foi embora, rebolando a bundinha linda dela.

comentem...!!!!!

7 comentários - Rebolando a bunda gostosa...

amigo.. simplemente maravilloso!!
Me excite mucho leyendo... ahhhhh Quiero conocer a Rocio...
Excelente post!!!
rivo81
Ahh!!! pero que turra... 🙎‍♂️
antix
muy buen relato. Muy excitante 🙎‍♂️