La pequeña lety y don arana

E aí, beleza? O que vou contar é uma parada que rolou com um vizinho do meu bairro. Então, o cara sempre ficou me encarando desde que me lembro, toda vez que eu passava pra escola com minhas amigas e até quando passava com meu namorado. Me chamo Letícia e tenho 18, isso que vou contar aconteceu há um ano.

Naquele dia, eu tava me preparando pra ir pra escola como qualquer outro, a diferença é que tinha prova de biologia, então estudei direitinho. Me troquei pro colégio e fui sair. Quando saí, vi o vizinho no quintal da frente da casa dele, me olhando descaradamente como sempre. Ele me cumprimentou e eu, besta que sou, também cumprimentei. Ah, esqueci de falar: no bairro chamam ele de Dom Aranha, tem 50 anos!

— Oi, vizinho, falei.
— Oi, vizinha, ele disse meio sorrindo. Já vai pra escola? perguntou.
— Sim, hoje tenho prova, respondi meio nervosa por causa da prova e de chegar a tempo, mesmo faltando meia hora.
— Prova de quê? ele perguntou.
— Biologia. O que você tá fazendo? perguntei pra ser educada.
— Nada, respondeu seco. Que horas é sua prova?
— (Besta que sou, falei) Daqui a meia hora, por quê?
— Quer tomar algo gelado? Parece que você tá com sede e calor.
— Não, Aranha, agradeço, tenho que ir.
— Vai, só um pouquinho e depois você vai, né? Além disso, vai te fazer bem, vai te acalmar os nervos.

Quando ele disse que ia me acalmar os nervos, me convenceu e eu entrei. Quando passei, ele me deixou entrar na frente pra ver meu caminhar por trás e disse:

— A beleza primeiro.

Ele me serviu suco num copo e, enquanto eu tomava, ficava me olhando sem parar. Aí ele perguntou:

— Quantos anos você tem?
— 17, e você?
— 50, ele disse. Sou bem velho, riu enquanto falava.
— E tem namorado?
— Tenho, é da escola onde estudo.
— E sua família, cadê sua mulher? perguntei. Seus filhos?
— De férias, respondeu. Tô sozinho uma semana, com um sorriso safado.
— Quanto tempo de namoro, Lety?
— Umas 6 meses, respondi. Já com medo de saber que estávamos sozinhos.

De repente, bateu uma vontade de ir ao banheiro por causa do suco, então perguntei onde ficava e fui pra lá. Sair, ele me disse.

- Leti, você já transou com seu namorado?

Eu fiquei sem palavras e a única coisa que saiu de mim foi:

- Não posso falar isso.
- Então você é virjona, ele disse com uma risadinha.

Foi quando me senti totalmente desconfortável, com medo, e me preparei pra ir embora.

- Bom, vou indo, obrigada pelo suco, seu Aranha.
- Espera, não vai ainda, você tem tempo! ele disse.
- Já tocou em algum pau?
- QUE?? Não, nunca!
- Sério, tenho que ir! repeti.
- Você gostaria de tocar? ele disse, segurando o volume na calça.
- Ah, seu Aranha, que isso, para! Eu sou uma menina pra você!
- Sim, uma menina muito gostosa (rindo como sempre).
- Tenho que ir!

Comecei a andar até a porta quando sinto ele me pegar pelo braço.

- Não seja assim, ele me disse.
- Ah, que isso? eu falei!

Naquele momento, ele pegou minha mão com força e a levou até o pau dele, sem que eu pudesse fazer nada. Ao tocar, fiquei congelada!

- Seu Aranha, tá me machucando, para!
- Não quero te machucar, ele disse, quero que você toque nele!
- Para, pelo amor de Deus, implorei.
- Quer que eu tire? ele disse com um sorriso diabólico no rosto.
- Para, para! eu repeti várias vezes.
- Te desejo há muito tempo, ele disse.

Naquela hora, ele tirou o pau da calça e era algo impressionante, tipo uns 20 centímetros de comprimento. Naquele instante, fiquei muda.

- Gostou do que viu? ele disse descaradamente.
- (Como eu disse, tava muda.)
- Vai, toca nele! ele falava.
- Ah, não, seu Aranha, para! Vou me atrasar pra prova, tenho que ir, por favor!

Como vi que ele não entendia, saí correndo pra porta, mas percebi que estava trancada com chave. Fiquei paralisada, me virei pra olhar pra ele.

- Hehe, tá trancada. Agora você é minha.

Ele pegou minha mão com força e me obrigou a acariciar o pau dele.

- Tá gostando? ele perguntava.

Enquanto isso, eu não sabia o que fazer, tava em transe, não acreditava no que tava rolando.

- Não, para, seu Aranha, vou me atrasar!
- Já é tarde, amor, ele disse rindo.
- Olha como você me deixou, Leti.
- Vai, mexe a mãozinha.
- Seu Aranha, se eu te masturbar, o senhor me deixa ir? Com a cabeça, consegui dizer que sim!

Ele me obrigou a me abaixar e... então comecei a masturbar ele devagar, quase sem vontade e com muito nojo, ele só dizia ahhh sim sim vai fundo oh!

- olha mais de perto ele me disse. eu, já sem poder recusar, me aproximei e quando pensei que não podia piorar, ele me pegou pela cabeça e me puxou com toda força pro pau dele. por instinto, de susto, abri a boca — um erro tremendo — ele entrou até o fundo!

- assim... pega ele ele disse como se fosse a glória!
- guaaaaaa guaaaaaaaa mmmmmmm eu dizia, sentia que tava me afogando, faltava ar! tentei me soltar batendo nele com as mãos, mas foi inútil

depois de um tempo, quando achei que ia morrer sufocada, ele tirou e eu falei

- aí! velho filho da puta!
- ele disse pra eu só masturbar ele
- não me trata assim, puta de merda ele disse bravo

puxou meu cabelo de novo e me fodeu a boca outra vez. eu pensava no que meu namorado pensaria se soubesse, porque gosto muito dele, amo ele. esse velho tava fazendo o que eu nunca fiz com ele enquanto eu me afogava de novo, ele me xingava de tudo

- toma, garota desrespeitosa, puta, puta
- gua guaaaaa só meus engasgos ele ouvia
- assim que não se trata seu homem ele dizia, agora você vai ver

ao dizer isso, me congelou toda

me agarrou e me colocou no colo dele, me manuseava como queria, eu aos gritos e chutando
me virou de bruços e bateu forte na minha bunda — toma, puta ele dizia
ahhhh ahhhhh eu gritava

- chega, seu aranha, pelo amor

de repente, ele arrancou minha calcinha fio dental de um jeito bruto

- aí não, o que cê tá fazendo, me solta
- que buceta linda o desgraçado disse
- aí me solta, pelo amor, seu aranha

quando olhei pra cima, vi ele tentando enfiar os dedos na minha buceta — ahhhhh gritei ao ver que já tinha enfiado um — chega eu dizia, mas não adiantava. ficou assim um tempo até que me agarrou contra um sofá, me apoiou no encosto com uma mão, pegou o pau enorme dele e meteu de uma vez até o fundo — toma, puta, puta ele dizia — AHHHHHHHH AHHHHHHH gritei, não podia acreditar que ele tava fazendo aquilo comigo

- ahh sim, até o saco ele dizia, sim, bem apertadinha, amor, você era virgem de verdade!
- ahhhhhhh mmmmmmm ahhhhhhh mmmmm só isso que minha boca soltava
- eu pensei que você era mais uma putinha, entrou tudo!
- agora você é minha putinha, ele me disse. tenho que admitir que isso me excitou pra caralho
- seu Aranha, pelo amor de Deus, tira ela. Me senti toda aberta, como se tivesse perdido alguma coisa!
- tá saindo sangue de você, ele disse rindo como sempre


...... continua......

6 comentários - La pequeña lety y don arana

dnegro
Me gusto tu relato, pero describite mas. Que continue