Ler contos eróticos sempre me deixa com tesão e me inspira na hora de transar com minha mina. Agora chegou minha vez de ser escritor e não leitor, quero contar uma história quente que rolou comigo.
Hoje tenho 42 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 36. Na época, consegui uma vaga de professor titular numa universidade, dando três matérias no curso de Administração.
Numa das minhas disciplinas, estudava uma garota de 20 anos que vou chamar de Julieta. Por algum motivo que não entendo, ela sempre reprovava na minha matéria. Já tinha feito duas vezes e estava cursando pela terceira, e não ia nada bem.
A pequena Julieta (tinha 1,56m) tinha como ponto forte os peitões enormes, uns melões deliciosos, durinhos e empinados. A bunda também era muito boa, com um rabo bem durinho. Então, apesar do tamanho pequeno, a garota tinha seu charme.
Aos 36 anos e separado da minha mulher, eu era um vulcão, queimando de tesão. Certo dia, Julieta me ligou no celular do trabalho e disse que não estava indo bem na minha matéria de novo. Eu confirmei o palpite dela. Julieta sempre se comportou bem na faculdade, ninguém conhecia dela nada além de namoros normais, não era a típica garota louca, era mais séria. Mas, nos dois anos anteriores, eu a achava muito apetitosa, principalmente os dois peitões lindos e enormes, que ela sabia exibir, já que era normal vê-la com uns decotes que faziam uma boa propaganda dos seios dela.
Então, durante a conversa, ela me perguntou o que podia fazer para passar na matéria. Disse que topava tudo. Isso me esquentou o sangue na hora, mil pensamentos tarados passaram pela minha cabeça num segundo. Não sabia como dar uma indireta de que o que eu queria era comer ela. Não queria falar na lata, então pensei na melhor forma.
— Olha, Julieta, podemos fazer um trato.
— Sim, professor, o que o senhor quiser — ela disse.
— Hum... queria te dizer que você é uma garota muito gostosa... bom, sem rodeios. Julieta, quero que você seja minha garota uma dessas noites — finalmente falei, e do outro lado da linha veio um silêncio. Depois...
— Professor, não tem outro jeito? É que eu tenho namorado! — ela respondeu
— Sabe, Julieta, não estou acostumado a dar cursos de graça, na verdade nunca dei nenhum em todo o meu tempo como professor. Quer saber? Melhor deixar assim, estuda bastante pra se recuperar e espero que você se saia bem — respondi, bem seguro.
Ia desligar o celular, mas ela falou antes.
— Não, professor, não desliga, tá bom. Mas depois não quero compromisso com o senhor, e quero muita discrição, porque eu também nunca fiz isso por favores recebidos.
— Fica tranquila, Julieta, que eu vou saber guardar muito bem nosso segredo — respondi.
— E quando a gente vai se ver então? — perguntou Julieta
— Que tal sábado? Eu passo pra te pegar onde você mandar — sugeri
— Tá bom, professor, espero na esquina tal, às 7 da noite.
— Estarei lá pontual, até lá! — e desliguei a ligação.
Já era!! Julieta tinha sido a protagonista de vários sonhos molhados no último ano, então tava muito feliz com minha conquista.
Chegou o tal sábado, apesar da minha idade, tava nervoso, nunca tinha pego uma mina desse jeito antes. Por conselho de uns amigos, passei na farmácia e comprei um comprimido que supostamente atrasa a gozada e mantém o pau duro. Eu queria fazer maravilhas na cama com a Julieta, então engoli o negócio. Peguei ela no carro na hora combinada. Ela tava realmente irresistível, com as blusas decotadas de sempre, e vestia uma saia um pouco acima do joelho e os saltos altos que ela também usava por causa da baixa estatura, além de ter passado um perfume muito gostoso.
Depois de cumprimentá-la e falar umas besteiras, percebi que ela tava nervosa e séria, mal falou durante o caminho até um motel que eu tinha escolhido, um dos mais caros. Queria que pelo menos a gente estivesse bem à vontade. confortáveis e num ambiente melhor. Entrei com meu carro no estacionamento do quarto, e aí uma cortina de metal fechou o estacionamento eletricamente. Na frente do carro, estavam as escadas que levariam ao quarto.
Já no quarto, não sabia por onde começar, mesmo tendo planejado a semana toda. Pedi pra ela sentar na cama comigo, peguei as mãos dela e me aproximei da boca dela, dei um beijo doce e apaixonado. Ela não respondeu, só se deixou beijar, então desci pro decote da blusa dela e beijei e lambi as partes que ela me oferecia. A pele dela era lisa e macia. Com uma mão, puxei a blusa dela um pouco mais pra baixo, deixando o mamilo da teta direita livre. Lambi ele e depois coloquei entre meus lábios pra saborear. O mamilo dela endureceu, parecia que tava funcionando. Passei pra outra teta e fiz a mesma coisa. Depois, puxei a blusa dela pra baixo e deixei os dois peitões enormes completamente livres. Eram lindos mesmo, bem desenvolvidos e apetitosos. Não importava mais se ela respondia ou não às minhas carícias, eu só queria dar uma boa mamada neles.
Enquanto eu mamava, chupava, mordia e lambia aqueles peitões, pensei em quantos estudantes dariam tudo e pagariam uma fortuna pra estar no meu lugar naquele momento, porque eram os peitos mais desejados de toda a faculdade de Administração. Durante aquela mamada frenética, eu segurava os peitos dela com cada mão e alternava pra chupar e apertar os mamilos com os lábios e dentes. Por um segundo, perdi toda a noção da Julieta. Mas, depois de uns bons quinze minutos dessa mamada selvagem nos peitos, levantei o olhar pra ver a Julieta. Ela tava com os olhos fechados, mordendo o lábio inferior e fazendo caretas. Dava pra ver que ela tava gostando.
Tirei a blusa dela completamente e deitei ela na cama. Subi delicadamente por cima dela e continuei mamando aqueles peitos deliciosos por mais um bom tempo. Enquanto terminava de fazer meus aqueles seios, fui tirando a saia dela, depois a calcinha, e por Por fim, tirei os sapatos dela, e Julieta ficou pelada na minha frente. O corpo dela era pequenininho, as coxas eram proporcionais à bunda gostosa que ela tinha, a buceta dela estava bem raspadinha, parecia uma vulva de adolescente, era um docinho mesmo.
Me levantei na beira da cama para tirar toda a minha roupa e fiquei pelado igual a ela. Me enfiei entre as coxas dela, afundei a cabeça e a boca na bucetinha dela. Minha língua primeiro passou por cima dos lábios vaginais, até chegar no clitóris, que lambi várias vezes. Ela colocou uma mão no meu cabelo; como eu já não ligava mais pro que ela fazia ou deixava de fazer, afastei os lábios da buceta dela com os dedos, deixando a entrada da vagina bem na minha frente. Meti a língua entre as dobras dela e, de repente, a mão que estava no meu cabelo puxou meus fios com pouca força. A menina estava excitada, pensei. Chupei os lábios vaginais dela com força e depois fui pro clitóris, enfiando ele entre meus lábios e esfregando com a ponta da minha língua quente.
Julieta se contorcia nos lençóis, segurando os gemidos pra não mostrar que estava adorando, de pernas abertas e eu chupando a bucetinha dela.
Com todo o tempo do mundo, não precisava apressar as coisas. Peguei ela pela parte de trás dos joelhos e levantei as pernas dela. A bucetinha dela se elevou na superfície da cama e deixou à mostra o cuzinho enrugado. Comecei lambendo o botãozinho do cu dela, estava bem limpinho. Passei a língua várias vezes de cima pra baixo e vice-versa, até que finalmente ouvi ela gemer. Pra aumentar a excitação dela, enquanto chupava o cu dela, com os dedos de uma mão comecei a estimular o clitóris. Isso foi o fim pra ela. A respiração dela acelerou e os gemidos entregavam tudo a cada instante. Parei de estimular o clitóris pra enfiar dois dedos dentro da bucetinha dela. Julieta estava encharcada! Escorrendo! Meus dedos rapidamente ficaram molhados com os sucos vaginais dela. Depois Comecei a masturbar ela com os dedos, enfiava e tirava com velocidade, ainda continuava lambendo o cuzinho dela. Finalmente ela chegou ao orgasmo, aí Julieta perdeu toda a vergonha que guardou por vários minutos, gemeu alto que vários quartos ao redor puderam ouvir facilmente.
- Ahhh, Ahhh! Que gostoso! Que gostoso! Continua, por favor! - ela gritava pra mim
Eu, claro, não parei de fazer ela gozar com dois dedos na bucetinha dela e minha língua chupando o cu dela.
Deixei ela terminar de gozar o orgasmo brutal dela, depois, com a pica quase estourando, me coloquei entre as pernas dela e, levantando um pouco as coxas dela, enfiei de uma só vez. Minha pica deslizou rápido pra dentro da buceta dela, até que minhas 7,5 polegadas de carne dura estivessem todas lá dentro. Ela ofegou quando se sentiu penetrada, quase me arranhou os braços quando bati no fundo da bucetinha dela. Ela balbuciou frases tipo "que delícia de pica!", "tá enfiada até o fundo!", enquanto eu começava a meter minha pica dentro dela.
Primeiro fiz devagar, com umas metidas secas de vez em quando, depois fui mudando a velocidade da penetração, meti mais rápido e mais forte. Cada enfiada que eu dava na Julieta mexia quase a cama inteira, realmente metia com força, mas longe de reclamar, a menina se esbaldava na cama, pedia entre gemidos que eu não parasse de meter forte. Ela teve outro orgasmo enquanto eu metia, dessa vez fincou as unhas nas minhas costas. Pude sentir, sem exagero, a enorme ejaculação dela dentro da buceta. Ainda continuei comendo ela até que o pico do orgasmo dela passou.
Sem demora, virei ela na cama e agora ela ficou me mostrando aquelas bundas lindas. A primeira coisa que fiz foi beijar e lamber os glúteos gostosos dela, passei a língua de novo no cu dela e encontrei parte da ejaculação da buceta dela no cu. A menina tinha ejaculado um volume enorme de fluidos vaginais.
Levantei ela um pouco, sempre de quatro, e enfiei a pica fundo até sumir toda. no fundo da sua rachinha. Depois me agarrei nas suas bundas deliciosas e meti forte com o clássico vai-e-vem; Julieta em poucos minutos já não gemia, mas uivava de prazer, abaixava a cabeça e mordia os lençóis pra abafar um pouco os gritos. Eu, de joelhos atrás dela, fiquei de pé pra foder mais forte no ritmo dos gemidos dela. Julieta gozou de novo, não parei a foda, só dei marteladas secas com meu pau, que não tinha perdido a dureza.
Depois do orgasmo, Julieta perdeu a compostura e ficou deitada na cama. Deitei do lado dela e coloquei ela de lado também, levantei uma das pernas dela e a ponta do meu pau ficou na entrada do cu dela, aproveitando que a bunda dela e meu pau estavam cheios dos líquidos vaginais viscosos dela, fui penetrando devagar no reto dela. Ela ainda conseguiu gemer, mas já não tinha forças pra me parar. A cabeça do meu pau abriu o esfíncter dela e foi se cravando nas entranhas dela, ajudado pelo movimento do meu quadril. Meu pau deslizou até que só minhas bolas ficaram batendo na bunda lisa dela. Fiquei um tempo sem me mexer, só curtindo a penetração anal. Julieta só soltava uns gemidos, às vezes de prazer, às vezes de dor.
Depois, comecei a meter na bunda dela, primeiro devagar, tentando fazer ela se acostumar com o tamanho e a grossura do meu pau. Fui empurrando e puxando dentro do reto dela. Embora já tivesse tido sexo anal com outras mulheres, a bunda da Julieta me parecia a mais apertadinha e gostosa, tava me dando um puta prazer sexual. Tava agora sim quase chegando no clímax. Em uns minutos, os gemidos dela se juntaram aos meus, ela gozou uns segundos antes e depois eu me esvaziei no cu dela. Os jatos de porra que eu tava enfiando lá dentro eram intermináveis, não tinha tirado o pau do cu dela e o sêmen já escorria em fios finos do cu dela.
Me desgrudei dela e fiquei muito cansado, demorei pra minha respiração voltar ao normal. assim também a da Julieta. Depois de vários minutos deitados na cama, fui o primeiro a ir ao banheiro me limpar e mijar. Quando voltei, foi a Julieta quem entrou no banheiro pra se lavar, demorou vários minutos. A gente se vestiu, quase sem falar nada, entramos no carro e eu deixei ela num endereço que ela pediu.
Claro que a Julieta passou com honras no meu curso. No começo, nos dias seguintes, ela me ignorou, mas depois a gente voltou a se falar.
Hoje tenho 42 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 36. Na época, consegui uma vaga de professor titular numa universidade, dando três matérias no curso de Administração.
Numa das minhas disciplinas, estudava uma garota de 20 anos que vou chamar de Julieta. Por algum motivo que não entendo, ela sempre reprovava na minha matéria. Já tinha feito duas vezes e estava cursando pela terceira, e não ia nada bem.
A pequena Julieta (tinha 1,56m) tinha como ponto forte os peitões enormes, uns melões deliciosos, durinhos e empinados. A bunda também era muito boa, com um rabo bem durinho. Então, apesar do tamanho pequeno, a garota tinha seu charme.
Aos 36 anos e separado da minha mulher, eu era um vulcão, queimando de tesão. Certo dia, Julieta me ligou no celular do trabalho e disse que não estava indo bem na minha matéria de novo. Eu confirmei o palpite dela. Julieta sempre se comportou bem na faculdade, ninguém conhecia dela nada além de namoros normais, não era a típica garota louca, era mais séria. Mas, nos dois anos anteriores, eu a achava muito apetitosa, principalmente os dois peitões lindos e enormes, que ela sabia exibir, já que era normal vê-la com uns decotes que faziam uma boa propaganda dos seios dela.
Então, durante a conversa, ela me perguntou o que podia fazer para passar na matéria. Disse que topava tudo. Isso me esquentou o sangue na hora, mil pensamentos tarados passaram pela minha cabeça num segundo. Não sabia como dar uma indireta de que o que eu queria era comer ela. Não queria falar na lata, então pensei na melhor forma.
— Olha, Julieta, podemos fazer um trato.
— Sim, professor, o que o senhor quiser — ela disse.
— Hum... queria te dizer que você é uma garota muito gostosa... bom, sem rodeios. Julieta, quero que você seja minha garota uma dessas noites — finalmente falei, e do outro lado da linha veio um silêncio. Depois...
— Professor, não tem outro jeito? É que eu tenho namorado! — ela respondeu
— Sabe, Julieta, não estou acostumado a dar cursos de graça, na verdade nunca dei nenhum em todo o meu tempo como professor. Quer saber? Melhor deixar assim, estuda bastante pra se recuperar e espero que você se saia bem — respondi, bem seguro.
Ia desligar o celular, mas ela falou antes.
— Não, professor, não desliga, tá bom. Mas depois não quero compromisso com o senhor, e quero muita discrição, porque eu também nunca fiz isso por favores recebidos.
— Fica tranquila, Julieta, que eu vou saber guardar muito bem nosso segredo — respondi.
— E quando a gente vai se ver então? — perguntou Julieta
— Que tal sábado? Eu passo pra te pegar onde você mandar — sugeri
— Tá bom, professor, espero na esquina tal, às 7 da noite.
— Estarei lá pontual, até lá! — e desliguei a ligação.
Já era!! Julieta tinha sido a protagonista de vários sonhos molhados no último ano, então tava muito feliz com minha conquista.
Chegou o tal sábado, apesar da minha idade, tava nervoso, nunca tinha pego uma mina desse jeito antes. Por conselho de uns amigos, passei na farmácia e comprei um comprimido que supostamente atrasa a gozada e mantém o pau duro. Eu queria fazer maravilhas na cama com a Julieta, então engoli o negócio. Peguei ela no carro na hora combinada. Ela tava realmente irresistível, com as blusas decotadas de sempre, e vestia uma saia um pouco acima do joelho e os saltos altos que ela também usava por causa da baixa estatura, além de ter passado um perfume muito gostoso.
Depois de cumprimentá-la e falar umas besteiras, percebi que ela tava nervosa e séria, mal falou durante o caminho até um motel que eu tinha escolhido, um dos mais caros. Queria que pelo menos a gente estivesse bem à vontade. confortáveis e num ambiente melhor. Entrei com meu carro no estacionamento do quarto, e aí uma cortina de metal fechou o estacionamento eletricamente. Na frente do carro, estavam as escadas que levariam ao quarto.
Já no quarto, não sabia por onde começar, mesmo tendo planejado a semana toda. Pedi pra ela sentar na cama comigo, peguei as mãos dela e me aproximei da boca dela, dei um beijo doce e apaixonado. Ela não respondeu, só se deixou beijar, então desci pro decote da blusa dela e beijei e lambi as partes que ela me oferecia. A pele dela era lisa e macia. Com uma mão, puxei a blusa dela um pouco mais pra baixo, deixando o mamilo da teta direita livre. Lambi ele e depois coloquei entre meus lábios pra saborear. O mamilo dela endureceu, parecia que tava funcionando. Passei pra outra teta e fiz a mesma coisa. Depois, puxei a blusa dela pra baixo e deixei os dois peitões enormes completamente livres. Eram lindos mesmo, bem desenvolvidos e apetitosos. Não importava mais se ela respondia ou não às minhas carícias, eu só queria dar uma boa mamada neles.
Enquanto eu mamava, chupava, mordia e lambia aqueles peitões, pensei em quantos estudantes dariam tudo e pagariam uma fortuna pra estar no meu lugar naquele momento, porque eram os peitos mais desejados de toda a faculdade de Administração. Durante aquela mamada frenética, eu segurava os peitos dela com cada mão e alternava pra chupar e apertar os mamilos com os lábios e dentes. Por um segundo, perdi toda a noção da Julieta. Mas, depois de uns bons quinze minutos dessa mamada selvagem nos peitos, levantei o olhar pra ver a Julieta. Ela tava com os olhos fechados, mordendo o lábio inferior e fazendo caretas. Dava pra ver que ela tava gostando.
Tirei a blusa dela completamente e deitei ela na cama. Subi delicadamente por cima dela e continuei mamando aqueles peitos deliciosos por mais um bom tempo. Enquanto terminava de fazer meus aqueles seios, fui tirando a saia dela, depois a calcinha, e por Por fim, tirei os sapatos dela, e Julieta ficou pelada na minha frente. O corpo dela era pequenininho, as coxas eram proporcionais à bunda gostosa que ela tinha, a buceta dela estava bem raspadinha, parecia uma vulva de adolescente, era um docinho mesmo.
Me levantei na beira da cama para tirar toda a minha roupa e fiquei pelado igual a ela. Me enfiei entre as coxas dela, afundei a cabeça e a boca na bucetinha dela. Minha língua primeiro passou por cima dos lábios vaginais, até chegar no clitóris, que lambi várias vezes. Ela colocou uma mão no meu cabelo; como eu já não ligava mais pro que ela fazia ou deixava de fazer, afastei os lábios da buceta dela com os dedos, deixando a entrada da vagina bem na minha frente. Meti a língua entre as dobras dela e, de repente, a mão que estava no meu cabelo puxou meus fios com pouca força. A menina estava excitada, pensei. Chupei os lábios vaginais dela com força e depois fui pro clitóris, enfiando ele entre meus lábios e esfregando com a ponta da minha língua quente.
Julieta se contorcia nos lençóis, segurando os gemidos pra não mostrar que estava adorando, de pernas abertas e eu chupando a bucetinha dela.
Com todo o tempo do mundo, não precisava apressar as coisas. Peguei ela pela parte de trás dos joelhos e levantei as pernas dela. A bucetinha dela se elevou na superfície da cama e deixou à mostra o cuzinho enrugado. Comecei lambendo o botãozinho do cu dela, estava bem limpinho. Passei a língua várias vezes de cima pra baixo e vice-versa, até que finalmente ouvi ela gemer. Pra aumentar a excitação dela, enquanto chupava o cu dela, com os dedos de uma mão comecei a estimular o clitóris. Isso foi o fim pra ela. A respiração dela acelerou e os gemidos entregavam tudo a cada instante. Parei de estimular o clitóris pra enfiar dois dedos dentro da bucetinha dela. Julieta estava encharcada! Escorrendo! Meus dedos rapidamente ficaram molhados com os sucos vaginais dela. Depois Comecei a masturbar ela com os dedos, enfiava e tirava com velocidade, ainda continuava lambendo o cuzinho dela. Finalmente ela chegou ao orgasmo, aí Julieta perdeu toda a vergonha que guardou por vários minutos, gemeu alto que vários quartos ao redor puderam ouvir facilmente.
- Ahhh, Ahhh! Que gostoso! Que gostoso! Continua, por favor! - ela gritava pra mim
Eu, claro, não parei de fazer ela gozar com dois dedos na bucetinha dela e minha língua chupando o cu dela.
Deixei ela terminar de gozar o orgasmo brutal dela, depois, com a pica quase estourando, me coloquei entre as pernas dela e, levantando um pouco as coxas dela, enfiei de uma só vez. Minha pica deslizou rápido pra dentro da buceta dela, até que minhas 7,5 polegadas de carne dura estivessem todas lá dentro. Ela ofegou quando se sentiu penetrada, quase me arranhou os braços quando bati no fundo da bucetinha dela. Ela balbuciou frases tipo "que delícia de pica!", "tá enfiada até o fundo!", enquanto eu começava a meter minha pica dentro dela.
Primeiro fiz devagar, com umas metidas secas de vez em quando, depois fui mudando a velocidade da penetração, meti mais rápido e mais forte. Cada enfiada que eu dava na Julieta mexia quase a cama inteira, realmente metia com força, mas longe de reclamar, a menina se esbaldava na cama, pedia entre gemidos que eu não parasse de meter forte. Ela teve outro orgasmo enquanto eu metia, dessa vez fincou as unhas nas minhas costas. Pude sentir, sem exagero, a enorme ejaculação dela dentro da buceta. Ainda continuei comendo ela até que o pico do orgasmo dela passou.
Sem demora, virei ela na cama e agora ela ficou me mostrando aquelas bundas lindas. A primeira coisa que fiz foi beijar e lamber os glúteos gostosos dela, passei a língua de novo no cu dela e encontrei parte da ejaculação da buceta dela no cu. A menina tinha ejaculado um volume enorme de fluidos vaginais.
Levantei ela um pouco, sempre de quatro, e enfiei a pica fundo até sumir toda. no fundo da sua rachinha. Depois me agarrei nas suas bundas deliciosas e meti forte com o clássico vai-e-vem; Julieta em poucos minutos já não gemia, mas uivava de prazer, abaixava a cabeça e mordia os lençóis pra abafar um pouco os gritos. Eu, de joelhos atrás dela, fiquei de pé pra foder mais forte no ritmo dos gemidos dela. Julieta gozou de novo, não parei a foda, só dei marteladas secas com meu pau, que não tinha perdido a dureza.
Depois do orgasmo, Julieta perdeu a compostura e ficou deitada na cama. Deitei do lado dela e coloquei ela de lado também, levantei uma das pernas dela e a ponta do meu pau ficou na entrada do cu dela, aproveitando que a bunda dela e meu pau estavam cheios dos líquidos vaginais viscosos dela, fui penetrando devagar no reto dela. Ela ainda conseguiu gemer, mas já não tinha forças pra me parar. A cabeça do meu pau abriu o esfíncter dela e foi se cravando nas entranhas dela, ajudado pelo movimento do meu quadril. Meu pau deslizou até que só minhas bolas ficaram batendo na bunda lisa dela. Fiquei um tempo sem me mexer, só curtindo a penetração anal. Julieta só soltava uns gemidos, às vezes de prazer, às vezes de dor.
Depois, comecei a meter na bunda dela, primeiro devagar, tentando fazer ela se acostumar com o tamanho e a grossura do meu pau. Fui empurrando e puxando dentro do reto dela. Embora já tivesse tido sexo anal com outras mulheres, a bunda da Julieta me parecia a mais apertadinha e gostosa, tava me dando um puta prazer sexual. Tava agora sim quase chegando no clímax. Em uns minutos, os gemidos dela se juntaram aos meus, ela gozou uns segundos antes e depois eu me esvaziei no cu dela. Os jatos de porra que eu tava enfiando lá dentro eram intermináveis, não tinha tirado o pau do cu dela e o sêmen já escorria em fios finos do cu dela.
Me desgrudei dela e fiquei muito cansado, demorei pra minha respiração voltar ao normal. assim também a da Julieta. Depois de vários minutos deitados na cama, fui o primeiro a ir ao banheiro me limpar e mijar. Quando voltei, foi a Julieta quem entrou no banheiro pra se lavar, demorou vários minutos. A gente se vestiu, quase sem falar nada, entramos no carro e eu deixei ela num endereço que ela pediu.
Claro que a Julieta passou com honras no meu curso. No começo, nos dias seguintes, ela me ignorou, mas depois a gente voltou a se falar.
3 comentários - O professor e a putinha da aluna
gracias por el aporte este me gusto mas!