De esposa exemplar a puta de luxo (21)
No dia seguinte, acordei tarde pra caralho, umas 5 da tarde, fiquei deitada de barriga pra cima na cama e liguei pra Tai. Mandei ela chupar minha buceta, ela toda submissa se ajoelhou de quatro entre minhas pernas e lambeu ela todinha, enquanto eu acendia um cigarro.
Era inacreditável onde eu tava chegando, antes mesmo de levantar da cama depois de uma noite de farra, a primeira coisa que meu corpo pedia era uma chupada na buceta e um cigarro.
Tai era um tesouro, servia pra tudo e nunca reclamava, eu era incapaz de fazer qualquer serviço de casa e de qualquer tipo, pra falar a verdade, a única coisa que eu pensava era em me arrumar, ir fazer compras e em quem eu ia foder no dia.
Quando tive o primeiro orgasmo, o telefone tocou, peguei ele no criado-mudo enquanto Tai continuava chupando minha buceta. Era a Marta ligando do hospital, o parto tinha adiantado, ela tava sozinha porque a mãe dela tinha ido ao aeroporto buscar os filhos que voltavam de um curso de verão na Inglaterra, e o marido dela tava trabalhando em Barcelona e não conseguia falar com ele, então ela me ligou pra fazer companhia. Dava pra ver que ela tava muito nervosa.
Depois de gozar de novo, mandei a Tai preparar meu banho e uma salada com água mineral pra comer, porque eu tinha que ir ver a pobre da Marta, que devia estar passando muito mal.
Quando cheguei no hospital, ela já tinha dado à luz uma menina que, aliás, era a cara do Mario, e tiveram que colocar numa incubadora porque era prematura. O médico me disse que o parto foi complicado, com cesárea, e que ele não entendia por que complicou. Me perguntou se a Marta tinha estado muito agitada nos últimos dias. Claro que as farra e os excessos com Mario em Palma causaram as complicações.
Cumprimentei a Marta, dei vários beijos nela, e fui embora antes que o marido dela ou alguém da família chegasse, porque não queria que ela tivesse problemas por minha causa. Senti inveja da Marta, pra ela ainda não era tarde demais, ela podia reconstruir a vida, coisa que Pra mim já era impossível.
Os dias passaram e em setembro, Mario suspendeu meu tratamento hormonal. Ele me disse que eu não sofreria tanto pra manter o peso, embora meu metabolismo tivesse mudado completamente e eu teria que ficar de dieta pelo resto da vida pra manter as medidas que eu tinha agora: 56 kg, 92-58-95 e 1,72 m. Mas ele me deu uma bronca porque eu tinha engordado 1 kg e ganhado 1 cm de quadril no último mês. Mesmo assim, continuei com minha dieta vegetariana, embora quando saía pra restaurantes já pudesse comer carne e peixe grelhado.
Nos meses que se seguiram depois do verão, sofri pra caramba, principalmente no dia do meu 29º aniversário, em meados de setembro, e no Natal. Senti uma falta danada da minha família nessas datas tão especiais, e não recebi nenhuma ligação deles, nem se interessaram por mim. Pra ser sincera, não me surpreendeu depois do que aconteceu em Palma.
Eu sentia um remorso enorme por ter abandonado meu filho e meu marido, sem falar na culpa pelo que fiz com minha mãe. Não passa um único dia sem que eu pense neles, apesar do tipo de vida que levo.
Minha relação com Mario foi se deteriorando cada vez mais. Em parte por causa dele, que cada vez me dava menos atenção, já que tinha se cansado de mim e vivia saindo com outras. Em parte por minha causa, porque queria começar a trabalhar pro Paco o mais rápido possível, já que percebi que, mesmo eu dando tudo por Mario, ele não sentia absolutamente nada por mim.
Depois do Natal, a situação ficou insustentável. Ele não me deu a mínima bola em todas as festas, porque passou elas com a ex-mulher e a filha dele. E eu, por outro lado, era muito chata, ligando no celular dele a cada dois minutos das lojas de roupa pra pedir opinião sobre modelitos, sendo muito carinhosa e melosa, e morrendo de ciúmes quando ele saía com outras, arrumando umas brigas do caralho, nas quais eu costumava levar uns tapas.
Pedia dinheiro pra ele, além do milhão que ele me dava. Todo mês dizendo pra ele que com aquilo não dava pra chegar no fim do mês, dizendo que se me amasse, casava comigo. Comecei a sair à noite sem a permissão dele, voltando cheia de coca e arrumando confusão, ia na clínica de surpresa vestida igual uma puta e fazia um escândalo na frente das pacientes, etc...
Mesmo ele me usando do jeito que queria e me entregando pra quem bem entendia, eu acabei com a paciência dele. Aí numa sexta à tarde ele falou que a gente ia passar o fim de semana numa fazenda que um amigo tinha emprestado pra ele em Toledo, disse que respirar um ar puro no campo depois de todo dia na farra não ia me fazer mal.
Aquilo me estranhou pra caralho, mas não tinha outra escolha a não ser aceitar. Perguntei o que ele queria que eu vestisse, e ele falou algo casual e sem maquiagem. Então coloquei uma calça jeans bem apertada, bem baixa no quadril pra aparecer a calcinha por cima, e um suéter branco de gola alta bem justo que deixava ver o sutiã preto, e por cima uma jaqueta jeans curta. Era fevereiro e, como as putas sempre têm que andar leves de roupa, desde que escolhi essa vida não sei o que é um inverno sem passar frio.
Fomos de carro até um povoado em Toledo. Mario tava meio puto, eu não parava de passar a mão nele pra excitar, mas ele mandava eu parar de fazer papel de puta, que já tava cansando. Depois de uma hora e meia saindo de Madrid, chegamos numa fazenda de caça, quase já na província de Ciudad Real.
Ele mandou eu esperar no carro, então acendi um cigarro e fiquei ouvindo música. Uns 15 minutos depois, ele voltou com uma mulher e um homem com cara de ser da região, uns 40 anos, bem rústicos.
Eu fui pegar minha bolsa com roupa, e Mario disse que não ia precisar. Me levaram pra um casarão perto da casa, enquanto eu perguntava pra ele o que ia fazer comigo. Acendi outro cigarro de nervoso. Quando chegamos no casarão, vi que era usado como canil. Mario me explicou que era uma fazenda que ele tinha com um amigo pra criar cachorros de várias raças e pra caçar. O casarão tinha planta retangular, os cachorros ficavam em canis individuais e na frente as cadelas em canis parecidos. Eles aproveitavam os períodos de cio das cadelas pra cruzar elas.
Tinha de várias raças, cães de caça, pastor alemão e uns dogue alemão.
Lá no meio dos canis ele mandou eu me despir, eu fiquei olhando pra ele como se não acreditasse, falei se ele era louco, aí ele me deu um tapa e eu caí no chão.
Fiquei de joelhos com os caseiros na frente e implorei pra ele não me humilhar daquele jeito, a resposta dele foi outro tapa, e ele respondeu que ou eu me despia ou ele ia destruir minha cara.
Resumindo, chorando sem parar e olhando na cara dele, comecei a tirar a roupa e fui entregando pra caseira. Primeiro o suéter, depois o sutiã, em seguida as botas de plataforma e minha calça jeans apertada.
Como ele viu que eu não tirava a calcinha preta, me deu outro tapa e falou que a calcinha também e pra eu soltar o cabelo. Tirei com muita vergonha e soltei o cabelo, enquanto o caseiro não tirava os olhos do meu corpo bronzeado, especialmente das tetas e da minha sempre depilada buceta.
Colocaram uma coleira antipulgas em mim, e depois Mario falou pro Andrés (esse era o nome do caseiro) abrir a porta de um canil, onde tinha uma cadela dogue alemão, no cio segundo me falaram. Mario mandou eu entrar com ela. Eu recusei, e eles me pegaram entre os três, me forçaram a ficar de joelhos e me empurraram pra dentro.
Não conseguia ficar de pé porque a altura dos canis era tipo 1,50 m, então tinha que ficar de quatro. Implorei enquanto eles iam embora pra não me deixarem ali, e gritei pro Mario que faria tudo que ele mandasse, mas aquilo não. A resposta dele foi que de qualquer jeito eu sempre faria o que ele mandasse.
O canil devia ter uns 15 m², com o chão de terra bem macia e serragem por cima. A A puta se pegou em mim, eu tava apavorada, mas ela parecia tranquila, mesmo sendo enorme.
O Andrés chegou um tempo depois e começou a lavar os cachorros com uma mangueira de pressão, mas as cadelas não, aquilo me chocou. Depois, pensando, percebi que era pra aumentar o cheiro do cio das cadelas, pra manter os cachorros excitados. Eu tava arrasada, o Mario tinha me transformado numa puta, mas o que realmente me preocupava era o que iam fazer comigo e quanto tempo iam me manter naquela situação.
Depois ele colocou água e comida dos bichos em tigelas, era a ração normal em bolinhas. Eu, claro, nem provei no primeiro dia, mas não tive escolha nos dias seguintes, porque a fome e a sede venceram, então tive que comer e beber dos tigelas como se fosse mais um animal.
Me deixaram uma semana lá no canil com a puta Dogue Alemão. Fazia minhas necessidades como ela, num canto que o Andrés limpava todo dia com a mangueira, sem molhar a gente. Dormia num canto junto com a puta, o que, verdade seja dita, me ajudou a sentir menos frio. No começo, custava a dormir por causa dos latidos, mas o cansaço venceu e no fim fui me acostumando.
Além da humilhação enorme e de não saber quanto tempo ia durar meu cativeiro, eu me sentia um lixo porque tava com uma puta vontade de fumar e cheirar coca. Percebi pela primeira vez o quanto já tava viciada em cocaína, depois de quase um ano usando.
No sábado seguinte, depois de 7 dias, o Mario voltou. Chegou perto do canil e perguntou se já tinha passado a minha má vibe. Eu, lá nua, toda suja e humilhada, implorei pra ele me soltar, que faria qualquer coisa.
Aí abriram o canil e tiraram a puta, a cadela, sem me deixar sair. A guarda colocou umas pulseiras de couro e uma coleira em mim, tudo forrado com uma espécie de espuma. A coleira envolvia meu pescoço inteiro e quase não deixava eu abaixar a cabeça.
Depois me colocaram de Meus joelhos e coxas foram amarrados a duas barras laterais, forçando minhas pernas a ficarem abertas. Depois, meus tornozelos foram presos a dois mosquetões que saíam do chão, me forçando a manter minhas pernas definitivamente abertas e me impedindo de fechá-las.
Em seguida, meus pulsos foram amarrados às barras do canil. Nessa posição, me obrigaram a ficar completamente aberta, com a cabeça levemente abaixada em sinal de humilhação e a bunda um pouco levantada. A postura, pelo esforço, era muito desconfortável, ainda mais considerando que eu estava há uma semana sem andar ereta.
Depois, começaram a passar no meu corpo e, em seguida, na minha buceta com todo cuidado, usando uma espécie de pincel. Como eu não podia ver, Mario me disse que molhavam o pincel na buceta de duas cadelas Dinamarquesas no cio que estavam fora do canil. A guarda abriu bem a minha buceta e Andrés passou bem o fluxo das cadelas em toda a minha ppk e no meu cu por dentro.
Então, Mario disse ao Andrés para trazer um dos Grandes Dinamarqueses que estava no canil da frente. Eu comecei a implorar e gritar "isso não, por favor". Mario ria enquanto gravava tudo com uma câmera. Pelo menos, ele mandou proteger as garras do animal com umas proteções de couro para não me arranhar, porque não queria que me deixasse marcas.
Eu não conseguia me mexer e senti uma respiração forte e ofegante nas minhas costas, o que indicava que era um animal enorme pela profundidade da respiração. Primeiro, ele começou a cheirar minha buceta e a entrada do meu cu, eu podia sentir o focinho úmido e frio tocando nelas.
Em seguida, uma língua áspera percorreu metade das minhas costas e meus peitos, já que ele se posicionou na lateral. Deixaram o animal se mover livremente. Era uma língua comprida e larga, além de muito flexível, o que fazia com que alcançasse todos os meus cantinhos, e se movia com uma rapidez enorme, parecendo incansável.
Depois, a língua dele começou a lamber meu cu, não demorando para chegar na minha buceta. Apesar do O pânico que eu sentia e a humilhação tão enorme estavam fazendo a excitação ficar evidente em mim, e notei como minha respiração estava ficando cada vez mais ofegante, enquanto minha buceta começava a ficar molhada.
Por causa da posição forçada, sentia que estava faltando ar, e respirava pela boca e pelo nariz ao mesmo tempo. A língua do animal estava causando um efeito devastador no meu corpo, e cada vez eu sentia ela mais para dentro.
Depois que ele ficou cheirando minha buceta por mais um tempo, alguns instantes depois as patas dianteiras do animal estavam sobre minhas costas, depois nas minhas laterais, e o pau dele, guiado pelo Andrés, apontou para a entrada da minha buceta. As estocadas foram muito brutas, selvagens, por assim dizer. O pau do cachorro já entrava quase até o fundo da minha buceta, mas a pressão que o corpo dele fazia sobre minhas nádegas era muito leve, o que indicava que ainda faltava um pedaço para entrar.
As investidas do animal eram constantes, e minha buceta, totalmente preenchida em comprimento, estava dilatada ao máximo, mas ainda faltava o bulbo dele crescer dentro de mim.
Ele cresceu de um jeito descomunal, e em segundos eu estava prestes a ser arrebentada por aquele animal. Nunca um homem tinha me preenchido tanto, e aquela besta dentro de mim fez com que as paredes da minha buceta dilatassem ao máximo em profundidade e grossura, e aquele pau de cachorro continuava crescendo e crescendo dentro da minha buceta.
Durante os minutos seguintes, o nó foi se abrindo mais dentro da minha buceta. Eu sentia que minha boceta estava cheia e não cabia mais nada. Apesar do nó, o cachorro continuou se movendo mais devagar, mas os movimentos dele eram mais penetrantes.
Quando o nó ficou totalmente dentro da minha boceta e o pau dele firmemente assentado na minha vagina, a dor que eu tinha sentido começou a diminuir e eu tive um orgasmo. No entanto, a dor na minha buceta era insuportável, e quando achei que tinha chegado ao máximo da minha capacidade, comecei a ser invadida por jatos intermitentes de líquido que Penetravam nos cantos mais profundos da minha buceta.
Senti o esperma mais quente que o de um homem e como ia me enchendo. Era uma gozada muito mais longa que a de um homem e senti que minha buceta ia estourar. Nesse momento, tive dois orgasmos quase seguidos. Não conseguia controlar meu corpo. Pude perceber como os cachorros comem muito mais rápido e por muito mais tempo que os homens.
Naqueles instantes, minha buceta ia transbordando com o esperma do animal. Chegou uma hora em que não aguentei mais e meu corpo inteiro ficou tenso, minhas costas arquearam, o prazer percorria de baixo pra cima tensionando todos os meus músculos. Comecei a gritar, o que estava acontecendo comigo foi selvagem e brutal. Tive outro orgasmo fora do normal, enquanto o cachorro continuava as investidas e os jatos intermitentes de esperma iam se sucedendo, quase me fazendo explodir de prazer e de dor.
Conforme os minutos passaram, parei de sentir as investidas, a saída de esperma terminou e experimentei um novo orgasmo. Uns 30 minutos depois que o bulbo do cachorro me penetrou, ele foi diminuindo, minha vagina se contraindo, o animal saindo de dentro de mim e ficando uma poça de esperma entre meus joelhos.
Eu fiquei exausta ali, amarrada nas grades, de joelhos. Nisso, Mario disse pro Andrés trazer o outro Dogue Alemão, que também tinha direito de entrar na festa. Eu já não falei nada, estava sem forças e acabada.
Trouxeram o outro cachorro, e ele repetiu as operações do companheiro. Dessa vez doeu menos, provavelmente por eu já estar mais dilatada. O animal me comeu por mais meia hora, com gosto, e sem piedade me deu tontura, e quase perdi a consciência entre as gargalhadas do Mario e do Andrés.
Quando o bulbo do segundo cachorro diminuiu depois de outra gozada abundante, eu já não era pessoa, estava destruída tanto física quanto moralmente.
Tiraram o cachorro do canil, me desamarraram e fecharam a porta. Eu fiquei jogada no chão, meio inconsciente. Eles Foram embora e me deixaram lá até o dia seguinte, em cima da poça de porra.
No domingo de manhã, Mario e Andrés vieram, me lavaram com a mangueira como se eu fosse mais um cachorro. Abriram o portão. Eu não tinha coragem de sair e fiquei num canto de quatro (já estava agindo quase instintivamente como as cachorras).
Então Mario mandou eu sair, e eu fui engatinhando. Quando saí, ele mandou eu ficar de pé. Tive bastante dificuldade pra voltar a andar como uma pessoa, estava exausta.
Depois me levaram pra casa nua, e Mario mandou eu tomar um banho. Além disso, me deu uma pomada desinfetante pra buceta e pro cu, e falou pra eu usar por 15 dias.
Também me deu antibióticos em cápsulas pra tomar por 10 dias pra evitar possíveis infecções.
Depois do banho, me olhei no espelho. Minha aparência era lastimável, com o cabelo parecendo um palhaço, e me sentia suja pelo que tinha passado. Minha buceta nunca tinha estado tão dilatada, e eu tinha emagrecido pelo menos três quilos.
Me devolveram as roupas que eu tinha trazido na semana anterior, e depois de vestida me levaram pra cozinha pra comer alguma coisa. Eu estava desesperada pra fumar, e antes mesmo de tomar café, acendi um cigarro que soube a glória.
Depois do café, Mario e eu pegamos o carro e voltamos pra Madrid.
Mario me contou que há tempos sonhava em fazer uma mulher ser fodida como se fosse uma puta por cachorros, e que finalmente tinha realizado isso. Disse que eu tinha merecido, que nos últimos meses eu estava insuportável e que com ele não se brincava.
Por último, falou que estava de saco cheio de mim, que meu corpo já não despertava mais nenhum interesse nele, e que ia me vender pro Paco. Disse que essa semana eu comesse bem pra recuperar o peso perdido e que me arrumasse bonita pro Paco, que queria tirar uma boa grana pelo meu corpo.
Eu falei que não estava disposta a me deixar vender como se fosse um pedaço de carne, e ele afirmou que se eu começasse a criar dificuldades, mandaria a gravação da Fodida com os cachorros pela minha família, e que há um bom tempo eu não passava de um pedaço de carne, e que não valia mais nada além do que eu soubesse fazer para dar prazer com meu corpo.
De novo eu estava nas mãos do Mario e não podia fazer nada. Minha família não aguentaria ver aquela gravação.
Com certeza, acho que era difícil o Mario conseguir rebaixar mais alguém. A viagem inteira de volta pra Madrid passei chorando por causa das palavras do Mario e pelo que me obrigaram a fazer naquela semana. Ele me transformou numa puta só para o prazer pessoal dele.
Quando chegamos em Madrid, ele mandou eu pegar minhas coisas, que tinha acabado, que na semana seguinte me ligaria pra ver por quanto o Paco ficaria comigo. E que, por minha conta, eu me arrumasse bem.
Embora no fundo eu quisesse me livrar do Mario, implorei pra ele não terminar comigo daquele jeito tão cruel depois de tudo que eu deixei pra trás por ele, e ele respondeu que não tinha nenhum interesse em foder com uma mulher que fazia até com os cachorros. Disse que tinha encontro com outra puta e que quando voltasse à tarde não queria me ver lá.
Fiquei sozinha no quarto chorando, pensando em como destruí minha vida por apenas nove meses de convivência com o Mario.
Liguei pra Ana, contei que o Mario tinha me expulsado, e perguntei se ela se importava de eu ir morar com ela uns dias. Ela respondeu que me esperava feliz.
Fiz as malas como pude, já que tinha muita roupa, sapatos, joias, perfumes, etc. Peguei o carro e fui pra casa da Ana.
Me despedi da Tai com um beijo na boca — ela também tinha sido transformada em bissexual, igual a mim — e falei que sentiria saudades dela.
Tinha queimado mais uma etapa da minha vida em muito pouco tempo, pra começar outra da qual, sem dúvida, não conseguiria escapar.
Continua.
Embora o próximo Capítulo seja o último.
Agradeço comentários.
Fonte: http://www.todorelatos.com/relato/11047/
No dia seguinte, acordei tarde pra caralho, umas 5 da tarde, fiquei deitada de barriga pra cima na cama e liguei pra Tai. Mandei ela chupar minha buceta, ela toda submissa se ajoelhou de quatro entre minhas pernas e lambeu ela todinha, enquanto eu acendia um cigarro.
Era inacreditável onde eu tava chegando, antes mesmo de levantar da cama depois de uma noite de farra, a primeira coisa que meu corpo pedia era uma chupada na buceta e um cigarro.
Tai era um tesouro, servia pra tudo e nunca reclamava, eu era incapaz de fazer qualquer serviço de casa e de qualquer tipo, pra falar a verdade, a única coisa que eu pensava era em me arrumar, ir fazer compras e em quem eu ia foder no dia.
Quando tive o primeiro orgasmo, o telefone tocou, peguei ele no criado-mudo enquanto Tai continuava chupando minha buceta. Era a Marta ligando do hospital, o parto tinha adiantado, ela tava sozinha porque a mãe dela tinha ido ao aeroporto buscar os filhos que voltavam de um curso de verão na Inglaterra, e o marido dela tava trabalhando em Barcelona e não conseguia falar com ele, então ela me ligou pra fazer companhia. Dava pra ver que ela tava muito nervosa.
Depois de gozar de novo, mandei a Tai preparar meu banho e uma salada com água mineral pra comer, porque eu tinha que ir ver a pobre da Marta, que devia estar passando muito mal.
Quando cheguei no hospital, ela já tinha dado à luz uma menina que, aliás, era a cara do Mario, e tiveram que colocar numa incubadora porque era prematura. O médico me disse que o parto foi complicado, com cesárea, e que ele não entendia por que complicou. Me perguntou se a Marta tinha estado muito agitada nos últimos dias. Claro que as farra e os excessos com Mario em Palma causaram as complicações.
Cumprimentei a Marta, dei vários beijos nela, e fui embora antes que o marido dela ou alguém da família chegasse, porque não queria que ela tivesse problemas por minha causa. Senti inveja da Marta, pra ela ainda não era tarde demais, ela podia reconstruir a vida, coisa que Pra mim já era impossível.
Os dias passaram e em setembro, Mario suspendeu meu tratamento hormonal. Ele me disse que eu não sofreria tanto pra manter o peso, embora meu metabolismo tivesse mudado completamente e eu teria que ficar de dieta pelo resto da vida pra manter as medidas que eu tinha agora: 56 kg, 92-58-95 e 1,72 m. Mas ele me deu uma bronca porque eu tinha engordado 1 kg e ganhado 1 cm de quadril no último mês. Mesmo assim, continuei com minha dieta vegetariana, embora quando saía pra restaurantes já pudesse comer carne e peixe grelhado.
Nos meses que se seguiram depois do verão, sofri pra caramba, principalmente no dia do meu 29º aniversário, em meados de setembro, e no Natal. Senti uma falta danada da minha família nessas datas tão especiais, e não recebi nenhuma ligação deles, nem se interessaram por mim. Pra ser sincera, não me surpreendeu depois do que aconteceu em Palma.
Eu sentia um remorso enorme por ter abandonado meu filho e meu marido, sem falar na culpa pelo que fiz com minha mãe. Não passa um único dia sem que eu pense neles, apesar do tipo de vida que levo.
Minha relação com Mario foi se deteriorando cada vez mais. Em parte por causa dele, que cada vez me dava menos atenção, já que tinha se cansado de mim e vivia saindo com outras. Em parte por minha causa, porque queria começar a trabalhar pro Paco o mais rápido possível, já que percebi que, mesmo eu dando tudo por Mario, ele não sentia absolutamente nada por mim.
Depois do Natal, a situação ficou insustentável. Ele não me deu a mínima bola em todas as festas, porque passou elas com a ex-mulher e a filha dele. E eu, por outro lado, era muito chata, ligando no celular dele a cada dois minutos das lojas de roupa pra pedir opinião sobre modelitos, sendo muito carinhosa e melosa, e morrendo de ciúmes quando ele saía com outras, arrumando umas brigas do caralho, nas quais eu costumava levar uns tapas.
Pedia dinheiro pra ele, além do milhão que ele me dava. Todo mês dizendo pra ele que com aquilo não dava pra chegar no fim do mês, dizendo que se me amasse, casava comigo. Comecei a sair à noite sem a permissão dele, voltando cheia de coca e arrumando confusão, ia na clínica de surpresa vestida igual uma puta e fazia um escândalo na frente das pacientes, etc...
Mesmo ele me usando do jeito que queria e me entregando pra quem bem entendia, eu acabei com a paciência dele. Aí numa sexta à tarde ele falou que a gente ia passar o fim de semana numa fazenda que um amigo tinha emprestado pra ele em Toledo, disse que respirar um ar puro no campo depois de todo dia na farra não ia me fazer mal.
Aquilo me estranhou pra caralho, mas não tinha outra escolha a não ser aceitar. Perguntei o que ele queria que eu vestisse, e ele falou algo casual e sem maquiagem. Então coloquei uma calça jeans bem apertada, bem baixa no quadril pra aparecer a calcinha por cima, e um suéter branco de gola alta bem justo que deixava ver o sutiã preto, e por cima uma jaqueta jeans curta. Era fevereiro e, como as putas sempre têm que andar leves de roupa, desde que escolhi essa vida não sei o que é um inverno sem passar frio.
Fomos de carro até um povoado em Toledo. Mario tava meio puto, eu não parava de passar a mão nele pra excitar, mas ele mandava eu parar de fazer papel de puta, que já tava cansando. Depois de uma hora e meia saindo de Madrid, chegamos numa fazenda de caça, quase já na província de Ciudad Real.
Ele mandou eu esperar no carro, então acendi um cigarro e fiquei ouvindo música. Uns 15 minutos depois, ele voltou com uma mulher e um homem com cara de ser da região, uns 40 anos, bem rústicos.
Eu fui pegar minha bolsa com roupa, e Mario disse que não ia precisar. Me levaram pra um casarão perto da casa, enquanto eu perguntava pra ele o que ia fazer comigo. Acendi outro cigarro de nervoso. Quando chegamos no casarão, vi que era usado como canil. Mario me explicou que era uma fazenda que ele tinha com um amigo pra criar cachorros de várias raças e pra caçar. O casarão tinha planta retangular, os cachorros ficavam em canis individuais e na frente as cadelas em canis parecidos. Eles aproveitavam os períodos de cio das cadelas pra cruzar elas.
Tinha de várias raças, cães de caça, pastor alemão e uns dogue alemão.
Lá no meio dos canis ele mandou eu me despir, eu fiquei olhando pra ele como se não acreditasse, falei se ele era louco, aí ele me deu um tapa e eu caí no chão.
Fiquei de joelhos com os caseiros na frente e implorei pra ele não me humilhar daquele jeito, a resposta dele foi outro tapa, e ele respondeu que ou eu me despia ou ele ia destruir minha cara.
Resumindo, chorando sem parar e olhando na cara dele, comecei a tirar a roupa e fui entregando pra caseira. Primeiro o suéter, depois o sutiã, em seguida as botas de plataforma e minha calça jeans apertada.
Como ele viu que eu não tirava a calcinha preta, me deu outro tapa e falou que a calcinha também e pra eu soltar o cabelo. Tirei com muita vergonha e soltei o cabelo, enquanto o caseiro não tirava os olhos do meu corpo bronzeado, especialmente das tetas e da minha sempre depilada buceta.
Colocaram uma coleira antipulgas em mim, e depois Mario falou pro Andrés (esse era o nome do caseiro) abrir a porta de um canil, onde tinha uma cadela dogue alemão, no cio segundo me falaram. Mario mandou eu entrar com ela. Eu recusei, e eles me pegaram entre os três, me forçaram a ficar de joelhos e me empurraram pra dentro.
Não conseguia ficar de pé porque a altura dos canis era tipo 1,50 m, então tinha que ficar de quatro. Implorei enquanto eles iam embora pra não me deixarem ali, e gritei pro Mario que faria tudo que ele mandasse, mas aquilo não. A resposta dele foi que de qualquer jeito eu sempre faria o que ele mandasse.
O canil devia ter uns 15 m², com o chão de terra bem macia e serragem por cima. A A puta se pegou em mim, eu tava apavorada, mas ela parecia tranquila, mesmo sendo enorme.
O Andrés chegou um tempo depois e começou a lavar os cachorros com uma mangueira de pressão, mas as cadelas não, aquilo me chocou. Depois, pensando, percebi que era pra aumentar o cheiro do cio das cadelas, pra manter os cachorros excitados. Eu tava arrasada, o Mario tinha me transformado numa puta, mas o que realmente me preocupava era o que iam fazer comigo e quanto tempo iam me manter naquela situação.
Depois ele colocou água e comida dos bichos em tigelas, era a ração normal em bolinhas. Eu, claro, nem provei no primeiro dia, mas não tive escolha nos dias seguintes, porque a fome e a sede venceram, então tive que comer e beber dos tigelas como se fosse mais um animal.
Me deixaram uma semana lá no canil com a puta Dogue Alemão. Fazia minhas necessidades como ela, num canto que o Andrés limpava todo dia com a mangueira, sem molhar a gente. Dormia num canto junto com a puta, o que, verdade seja dita, me ajudou a sentir menos frio. No começo, custava a dormir por causa dos latidos, mas o cansaço venceu e no fim fui me acostumando.
Além da humilhação enorme e de não saber quanto tempo ia durar meu cativeiro, eu me sentia um lixo porque tava com uma puta vontade de fumar e cheirar coca. Percebi pela primeira vez o quanto já tava viciada em cocaína, depois de quase um ano usando.
No sábado seguinte, depois de 7 dias, o Mario voltou. Chegou perto do canil e perguntou se já tinha passado a minha má vibe. Eu, lá nua, toda suja e humilhada, implorei pra ele me soltar, que faria qualquer coisa.
Aí abriram o canil e tiraram a puta, a cadela, sem me deixar sair. A guarda colocou umas pulseiras de couro e uma coleira em mim, tudo forrado com uma espécie de espuma. A coleira envolvia meu pescoço inteiro e quase não deixava eu abaixar a cabeça.
Depois me colocaram de Meus joelhos e coxas foram amarrados a duas barras laterais, forçando minhas pernas a ficarem abertas. Depois, meus tornozelos foram presos a dois mosquetões que saíam do chão, me forçando a manter minhas pernas definitivamente abertas e me impedindo de fechá-las.
Em seguida, meus pulsos foram amarrados às barras do canil. Nessa posição, me obrigaram a ficar completamente aberta, com a cabeça levemente abaixada em sinal de humilhação e a bunda um pouco levantada. A postura, pelo esforço, era muito desconfortável, ainda mais considerando que eu estava há uma semana sem andar ereta.
Depois, começaram a passar no meu corpo e, em seguida, na minha buceta com todo cuidado, usando uma espécie de pincel. Como eu não podia ver, Mario me disse que molhavam o pincel na buceta de duas cadelas Dinamarquesas no cio que estavam fora do canil. A guarda abriu bem a minha buceta e Andrés passou bem o fluxo das cadelas em toda a minha ppk e no meu cu por dentro.
Então, Mario disse ao Andrés para trazer um dos Grandes Dinamarqueses que estava no canil da frente. Eu comecei a implorar e gritar "isso não, por favor". Mario ria enquanto gravava tudo com uma câmera. Pelo menos, ele mandou proteger as garras do animal com umas proteções de couro para não me arranhar, porque não queria que me deixasse marcas.
Eu não conseguia me mexer e senti uma respiração forte e ofegante nas minhas costas, o que indicava que era um animal enorme pela profundidade da respiração. Primeiro, ele começou a cheirar minha buceta e a entrada do meu cu, eu podia sentir o focinho úmido e frio tocando nelas.
Em seguida, uma língua áspera percorreu metade das minhas costas e meus peitos, já que ele se posicionou na lateral. Deixaram o animal se mover livremente. Era uma língua comprida e larga, além de muito flexível, o que fazia com que alcançasse todos os meus cantinhos, e se movia com uma rapidez enorme, parecendo incansável.
Depois, a língua dele começou a lamber meu cu, não demorando para chegar na minha buceta. Apesar do O pânico que eu sentia e a humilhação tão enorme estavam fazendo a excitação ficar evidente em mim, e notei como minha respiração estava ficando cada vez mais ofegante, enquanto minha buceta começava a ficar molhada.
Por causa da posição forçada, sentia que estava faltando ar, e respirava pela boca e pelo nariz ao mesmo tempo. A língua do animal estava causando um efeito devastador no meu corpo, e cada vez eu sentia ela mais para dentro.
Depois que ele ficou cheirando minha buceta por mais um tempo, alguns instantes depois as patas dianteiras do animal estavam sobre minhas costas, depois nas minhas laterais, e o pau dele, guiado pelo Andrés, apontou para a entrada da minha buceta. As estocadas foram muito brutas, selvagens, por assim dizer. O pau do cachorro já entrava quase até o fundo da minha buceta, mas a pressão que o corpo dele fazia sobre minhas nádegas era muito leve, o que indicava que ainda faltava um pedaço para entrar.
As investidas do animal eram constantes, e minha buceta, totalmente preenchida em comprimento, estava dilatada ao máximo, mas ainda faltava o bulbo dele crescer dentro de mim.
Ele cresceu de um jeito descomunal, e em segundos eu estava prestes a ser arrebentada por aquele animal. Nunca um homem tinha me preenchido tanto, e aquela besta dentro de mim fez com que as paredes da minha buceta dilatassem ao máximo em profundidade e grossura, e aquele pau de cachorro continuava crescendo e crescendo dentro da minha buceta.
Durante os minutos seguintes, o nó foi se abrindo mais dentro da minha buceta. Eu sentia que minha boceta estava cheia e não cabia mais nada. Apesar do nó, o cachorro continuou se movendo mais devagar, mas os movimentos dele eram mais penetrantes.
Quando o nó ficou totalmente dentro da minha boceta e o pau dele firmemente assentado na minha vagina, a dor que eu tinha sentido começou a diminuir e eu tive um orgasmo. No entanto, a dor na minha buceta era insuportável, e quando achei que tinha chegado ao máximo da minha capacidade, comecei a ser invadida por jatos intermitentes de líquido que Penetravam nos cantos mais profundos da minha buceta.
Senti o esperma mais quente que o de um homem e como ia me enchendo. Era uma gozada muito mais longa que a de um homem e senti que minha buceta ia estourar. Nesse momento, tive dois orgasmos quase seguidos. Não conseguia controlar meu corpo. Pude perceber como os cachorros comem muito mais rápido e por muito mais tempo que os homens.
Naqueles instantes, minha buceta ia transbordando com o esperma do animal. Chegou uma hora em que não aguentei mais e meu corpo inteiro ficou tenso, minhas costas arquearam, o prazer percorria de baixo pra cima tensionando todos os meus músculos. Comecei a gritar, o que estava acontecendo comigo foi selvagem e brutal. Tive outro orgasmo fora do normal, enquanto o cachorro continuava as investidas e os jatos intermitentes de esperma iam se sucedendo, quase me fazendo explodir de prazer e de dor.
Conforme os minutos passaram, parei de sentir as investidas, a saída de esperma terminou e experimentei um novo orgasmo. Uns 30 minutos depois que o bulbo do cachorro me penetrou, ele foi diminuindo, minha vagina se contraindo, o animal saindo de dentro de mim e ficando uma poça de esperma entre meus joelhos.
Eu fiquei exausta ali, amarrada nas grades, de joelhos. Nisso, Mario disse pro Andrés trazer o outro Dogue Alemão, que também tinha direito de entrar na festa. Eu já não falei nada, estava sem forças e acabada.
Trouxeram o outro cachorro, e ele repetiu as operações do companheiro. Dessa vez doeu menos, provavelmente por eu já estar mais dilatada. O animal me comeu por mais meia hora, com gosto, e sem piedade me deu tontura, e quase perdi a consciência entre as gargalhadas do Mario e do Andrés.
Quando o bulbo do segundo cachorro diminuiu depois de outra gozada abundante, eu já não era pessoa, estava destruída tanto física quanto moralmente.
Tiraram o cachorro do canil, me desamarraram e fecharam a porta. Eu fiquei jogada no chão, meio inconsciente. Eles Foram embora e me deixaram lá até o dia seguinte, em cima da poça de porra.
No domingo de manhã, Mario e Andrés vieram, me lavaram com a mangueira como se eu fosse mais um cachorro. Abriram o portão. Eu não tinha coragem de sair e fiquei num canto de quatro (já estava agindo quase instintivamente como as cachorras).
Então Mario mandou eu sair, e eu fui engatinhando. Quando saí, ele mandou eu ficar de pé. Tive bastante dificuldade pra voltar a andar como uma pessoa, estava exausta.
Depois me levaram pra casa nua, e Mario mandou eu tomar um banho. Além disso, me deu uma pomada desinfetante pra buceta e pro cu, e falou pra eu usar por 15 dias.
Também me deu antibióticos em cápsulas pra tomar por 10 dias pra evitar possíveis infecções.
Depois do banho, me olhei no espelho. Minha aparência era lastimável, com o cabelo parecendo um palhaço, e me sentia suja pelo que tinha passado. Minha buceta nunca tinha estado tão dilatada, e eu tinha emagrecido pelo menos três quilos.
Me devolveram as roupas que eu tinha trazido na semana anterior, e depois de vestida me levaram pra cozinha pra comer alguma coisa. Eu estava desesperada pra fumar, e antes mesmo de tomar café, acendi um cigarro que soube a glória.
Depois do café, Mario e eu pegamos o carro e voltamos pra Madrid.
Mario me contou que há tempos sonhava em fazer uma mulher ser fodida como se fosse uma puta por cachorros, e que finalmente tinha realizado isso. Disse que eu tinha merecido, que nos últimos meses eu estava insuportável e que com ele não se brincava.
Por último, falou que estava de saco cheio de mim, que meu corpo já não despertava mais nenhum interesse nele, e que ia me vender pro Paco. Disse que essa semana eu comesse bem pra recuperar o peso perdido e que me arrumasse bonita pro Paco, que queria tirar uma boa grana pelo meu corpo.
Eu falei que não estava disposta a me deixar vender como se fosse um pedaço de carne, e ele afirmou que se eu começasse a criar dificuldades, mandaria a gravação da Fodida com os cachorros pela minha família, e que há um bom tempo eu não passava de um pedaço de carne, e que não valia mais nada além do que eu soubesse fazer para dar prazer com meu corpo.
De novo eu estava nas mãos do Mario e não podia fazer nada. Minha família não aguentaria ver aquela gravação.
Com certeza, acho que era difícil o Mario conseguir rebaixar mais alguém. A viagem inteira de volta pra Madrid passei chorando por causa das palavras do Mario e pelo que me obrigaram a fazer naquela semana. Ele me transformou numa puta só para o prazer pessoal dele.
Quando chegamos em Madrid, ele mandou eu pegar minhas coisas, que tinha acabado, que na semana seguinte me ligaria pra ver por quanto o Paco ficaria comigo. E que, por minha conta, eu me arrumasse bem.
Embora no fundo eu quisesse me livrar do Mario, implorei pra ele não terminar comigo daquele jeito tão cruel depois de tudo que eu deixei pra trás por ele, e ele respondeu que não tinha nenhum interesse em foder com uma mulher que fazia até com os cachorros. Disse que tinha encontro com outra puta e que quando voltasse à tarde não queria me ver lá.
Fiquei sozinha no quarto chorando, pensando em como destruí minha vida por apenas nove meses de convivência com o Mario.
Liguei pra Ana, contei que o Mario tinha me expulsado, e perguntei se ela se importava de eu ir morar com ela uns dias. Ela respondeu que me esperava feliz.
Fiz as malas como pude, já que tinha muita roupa, sapatos, joias, perfumes, etc. Peguei o carro e fui pra casa da Ana.
Me despedi da Tai com um beijo na boca — ela também tinha sido transformada em bissexual, igual a mim — e falei que sentiria saudades dela.
Tinha queimado mais uma etapa da minha vida em muito pouco tempo, pra começar outra da qual, sem dúvida, não conseguiria escapar.
Continua.
Embora o próximo Capítulo seja o último.
Agradeço comentários.
Fonte: http://www.todorelatos.com/relato/11047/
5 comentários - De esposa ejemplar a puta de lujo - 21ra. parte