Amiguitos e amiguitas, bem-vindos mais uma vez a esse passeio infernal, um rolê onde convido vocês a conhecerem outros cantinhos da minha imaginação toda enrolada. Vale dizer que tem algo de verdade nessa história? Digamos... algumas partes. Ah, sei lá, sei não... mistério! 😀
Quero agradecer a algumas pessoas que me deram uma força, me recarregaram e me incentivaram, coisa que vem bem a calhar, principalmente nos momentos em que a gente não tá nem aí pra porra nenhuma, simples assim.
paulavera, tua boa energia e o fato de já saber como o conto tava vindo me ajudaram a definir certos pontos que eu tava na dúvida sobre a história. Em parte, esse conto é por sua conta! Valeu, parceira! 😬
yoruguaonce, pelos teus pontos, comentários e a boa energia constante (não mereço esses pontos! 😀).
full_diego, pela paciência, a boa energia e pela explicação que te devo sobre a compra que não rolou.
hotin, por recarregar as pilhas de vez e voltar com tudo, a gente sente falta de vocês dois. 😃
monicaerotica, por sempre me dar gás e alimentar meu ego de escritor de bolso! 😳
littlecrow, cuervo1908, beckett061, littlebaby, frutillita10, guanro, brucewillis2, sapoverde2, tomito1, talento08, karrman, tanguitaferoz, theklown07, arielalmejero, puchofsa, flying... e se esqueci de alguém, já sabe, o livro de reclamações tá do lado do que vocês têm na estação Castelar de trem, pede ele!
No fim, achei muito melhor agradecer assim, porque nem fodendo que vou fazer dedicatórias e muito menos personalizadas! No máximo, faço uma lista enorme sobre minha humanidade sensual! 😀
Mando um abraço gigante, espero que curtam o conto. Dessa vez, espero que vocês gostem dessa banda que eu amo, um som super sexy, mas o que eu queria colocar não tá aqui, chama "I Could Lose Ya". Se vocês curtiram o que botei, procurem, os Stereophonics são foda! 😛
[/swf] Levando na boa (LUXÚRIA)
A gente levava uma vida aceitável, com altos e baixos, mas sempre focados nos nossos objetivos. A gente sempre tentava sair um pouco do caminho, mas definitivamente não se perder e perder completamente o rumo.
Sexualmente, depois de cinco anos de casados, comecei a ter certas inquietações, curiosidades e fantasias que começaram a me incomodar.
Não era que as fantasias me incomodassem por si só, mas sim o fato de realizá-las só na minha cabeça, quando eu me masturbava na cama, só quando os lençóis estavam limpos; senão, eu batia uma semi-recostado no sofá do escritório, depois de fechar a porta com cuidado e chave.
Não precisava da Internet pra inflamar meus desejos não realizados, só fechar os olhos e ouvir uma voz feminina suave e doce o suficiente pra imaginar que era uma mulher igual àquelas que a gente vê em programas de fofoca, dança, etc.
Brilhantes, voluptuosas, inalcançáveis, insuportáveis.
Só precisava ouvir a formulazinha mental que me levava ao sétimo céu: menos altura que eu, peitões, vontade de engolir esperma e curiosidade de fazer massagem num homem robusto, curiosidade de explorá-lo e o desejo secreto de que aquela mulher – inexistente, já que a simples corporificação dela a tornaria vulgar e, portanto, indesejável – reconhecesse o cu e, depois de lubrificá-lo, procurasse suavemente a próstata e… aquele momento era o limiar do fim, eu gozava com uma força enorme, incontrolável.
Em poucos segundos eu parava, não me interessava mais nada que aquela mulher pudesse me dizer, nem prolongar o contato em outra masturbação insossa; o jogo era a conquista sutil, leve, minuciosa, precisa e lenta.
Ao chegar, ao gozo, aquela pessoa já perdia todo o interesse, não importava que promessa fizesse ou que delírio propusesse.
Ou pelo menos era o que eu pensava, até conhecer a Florença.
Ela era empregada doméstica, diferente da minha esposa: morena, cabelo cacheado, trigueira, media menos de 1,60 e com dois filhos no currículo, ela tinha engordado pouco e tudo que ganhou foi parar nos peitos. Ela tinha uns mamilos marrom-escuro impactantes, majestosos, e uma auréola grande como um alfajor Cachafaz de diâmetro.
Além dos peitos generosos, ela tinha um limite muito amplo sobre o que não faria sexualmente, definitivamente muito amplo.
Essa capacidade de me surpreender dando um "sim" diante de uma proposta que normalmente recebia um "não" rotundo e um "vamos ver" para coisas que me exigiam um verdadeiro esforço para imaginar, essa atitude me cativou.
Além disso, ela ficava louca pra lamber o cu de um homem, que nunca deixavam ela nem meter um dedinho "inocente" e, como podia ser que sempre pediam a bunda dela e eles "fechavam o olho"?
Eu adorava como essa mulher falava, era uma mistura de perversa com promíscua, devia ser super puta e dessa vez me deu muita vontade de conferir.
O estopim foi um dia em que pedi pra ela molhar bem os dedos na buceta e depois chupá-los.
— Olha que vou me empanturrar, hein? — ela disse.
— Por quê?
— Porque adoro, depois me empolgo e ninguém me segura, fico louca com o gostinho de buceta.
— Mas só a sua ou...
— Eu não disse isso, você que disse, bebê.
Fiquei completamente louco, meus ovos doíam, queria explodir, queria aliviar minhas bolas, mas ao mesmo tempo me masturbava devagar, como nunca!
— Pra você tirar a dúvida, uma vez embebedei minha amiga e a gente se acabou, dei uma chupada de buceta nela que deixei gaguejando por uma semana!
Pena que depois ela deixou de ser minha amiga e nunca mais comi uma buceta... como essa filha da puta me excitava!
Não acreditava no que ouvia.
Inúmeras vezes tentei convencer minha mulher a fazer um ménage com outra gatinha, mas nada. Custou muito pra conseguir que ela provasse os próprios sucos, mas um dia, depois de chupar muito a buceta dela e fazê-la Porra, ela tava extasiada e, mesmo depois de gozar, subi rápido e comi a boca dela com todos os sucos. Assim, consegui que ela provasse a própria essência, o que não desagradou nada, mas também não consegui animar ela.
Depois dessa vez, ficou frequente dar pra ela provar o próprio gosto, com os dedos, com a boca, até pedia pra ela se masturbar e ficava olhando. Aos poucos, fui conseguindo que ela ficasse mais putinha cada vez.
Insisti no assunto do ménage, me enlouquecia imaginar a beleza dela sendo praticamente ultrajada pela putaria da Flor, aquela morena com uns peitos infernais (queria me adotar como filho pra me amamentar! Que puta morbosa divina!).
Tinha diferenças radicais entre as duas mulheres, Julieta era diferente, refinada, loira, com o cabelo naturalmente loiro e liso, tinha mais de 1,70 de altura e um corpaço de modelo meio putinha, sem exageros, uma bundinha divina bem redondinha (que não me deixava comer com tanta frequência) e uns peitos bonitos, sem serem maravilhosos.
Insisti tanto, enchi tanto o saco da Julieta que um dia ela topou a ideia de um ménage, com a condição de que a pessoa tinha que ter a aprovação dela e que tinha que ir embora antes da madrugada, sem fazer escândalo, sem droga.
Decidi que um pouco de champanhe `turbinado’ ajudaria ela a relaxar e transformar a noite em algo alucinante, mágico, inesquecível.
Quando a Florencia chegou, servi o champanhe e coloquei o aditivo no copo da Juli, ela tava acostumada com champanhe, diferente da Florencia, que tomou só um gole, muito mais interessada em despir minha mulher do que em outra coisa.
Me acomodei no sofá e, colocando um MP3 de música lounge no aparelho, enchi o ambiente de som suave enquanto abaixava um pouco as luzes, pra criar um clima de mistério.
Florencia manipulou a Julieta do jeito que quis, despindo ela rápido, deixando só com os saltos, as meias brancas e a cinta-liga.
Ela ficou só com as botas, tinha um piercing em cima do clitóris, que eu não tinha visto nas fotos que ela tinha me mandado.
Dizia que ficava roçando nele o tempo todo, o `amiguinho mágico’ ela chamava o piercing, a putinha dizia que aquilo tinha mudado a vida dela pra sempre, que se algumas mulheres topassem aquilo não precisariam de terapia.
Júlia ria igual uma louca com as palhaçadas da Flor, que aproveitava pra beijar ela inteira, desde o pescoço, os ombros, até os mamilos e a cintura.
Minha mulher respirava muito rápido, parecia possuída e até eu, por um momento, fiquei hipnotizado com o que via.
Me despi quase sem piscar, olhando a Flor arrumar a Júlia no sofá pra lamber a buceta dela com aquele tufinho loiro bem aparado.
Ela gemia que nem uma doida, se contorcia no sofá e a única coisa que conseguia falar era `sim, assim… assim… sim, assim!’
Completamente pelado e com o pau duro igual um porrete, comecei a acariciar a bunda e a buceta da Flor.
Ela tava ardendo, escorria como eu nunca tinha visto na vida.
Comecei a bater uma enquanto via as duas se curtindo, até que a Júlia me descobriu e cochichou algo no ouvido da Flor.
– Mas o que cê tá fazendo, pai? Isso não vale, não pode bater uma sozinho, bebê – disse a putinha máxima.
– Ah, não? E quem é que diz o que pode e o que não pode?
– Duvida que quem manda aqui sou eu? – falou a Flor, me olhando nos olhos com um sorriso misturado de safada e macabra.
Eu ri e acho que naquele momento gostei de aceitar que quem mandava era ela.
Elas me levaram pro quarto, me colocaram de bruços e começaram a fazer massagem com óleo de amêndoas no corpo todo, pés, costas, pescoço, pernas, etc.
Júlia não conhecia minhas fantasias anais, a Flor sabia demais, já tava na fogueira, não tinha volta.
De repente senti duas mãos acariciando as bandas da minha bunda, apertando, separando, amassando com força. Aquelas mãos não eram da minha mulher, que eu vi olhando o que a Flor fazia enquanto se sentava contra a parede, de pernas abertas, batendo uma. Suavemente com as mãos.
Flor começou a acariciar pra cima e pra baixo entre as nádegas, com a mão inteira apoiando a palma contra minha humanidade, roçando com o dedo médio no ânus.
Comecei a me contorcer de prazer, aquela mulher estava me levando a um lugar que eu nunca tinha conhecido, mas que definitivamente estava gostando e, além disso, a situação era completamente alucinante, era como sonhar acordado.
De repente, ela abriu minha bunda e começou a lamber meu ânus, a fazer círculos com a língua e depois começou a meter a língua, a me comer com a língua como se estivesse possuída.
— Relaxa, porque se você se comportar mal, vou ter que te castigar! — disse a puta deliciosa.
Me concentrei nos gemidos gostosos da minha mulher, que se punhetava freneticamente, e na sensação do dedo de Florencia que lentamente me penetrava, buscando chegar ao fundo do meu ser.
Ela começou a sondar, a procurar habilmente a próstata e, quando chegou, senti como se levasse um choque na planta dos pés.
Eu a acariciava suavemente enquanto ela se levantava e falava no meu ouvido.
— Tá gostando, bebê?
— Sim — consegui gemer, estava quase desmaiando de prazer.
— A partir de agora, sou sua mamãe, vai me chamar de mamãe ou vou te fazer sofrer.
Eu não era um cara muito submisso, digamos assim. Uma coisa é eu relaxar e me deixar levar, outra é gostar que me mandem ou que me tratem como lixo.
— Só porque eu gosto do que você faz não te dá o direito de me tratar mal, sabia? Não vamos estragar a parada à toa, continua que você vai bem, puta.
— Ah, é? Você vai aprender hoje, nunca vai esquecer disso — disse ela, mudando o tom de voz de gatinha para algo muito mais severo.
Ela tapou minha boca com um lenço e a última coisa que lembro é minha mulher rindo e, depois, tudo preto.
Acordei de barriga pra cima, tentei me mexer mas foi impossível, estava amarrado igual um matambre.
As mãos amarradas nas laterais da cama com uma corda, que mantinha meus braços imóveis e travados.
As pernas abertas, formando um V, e amarradas na cabeceira da cama, desde as joelhos, me deixando numa posição quase de ginecologista.
Procurei minha mulher e a puta e não estavam no quarto, dava pra ouvir a água correndo no banheiro e as vozes das duas mulheres se misturando com risadas.
Apareceram depois de um tempo, com o cabelo ainda molhado e a Juli tinha um sorriso diferente no rosto.
Quis gritar pra ela me soltar, quem caralhos ela pensa que é, puta do caralho já ia ver, ia acabar com ela quando pegasse.
Não conseguia falar, tava amordaçado com aquelas bolinhas de borracha sadomasô.
— Vamos ver, isso aí é uma câmera, estamos gravando tudo. Se você pensar em se vingar, esse vídeo vai chegar na sua família, aquela família com grana que te sustenta, que tem a empresa esperando você assumir e continuar ganhando uma puta grana, não acho que queiram que um pervertido festeiro como você dirija, né? Bom, além disso, aqui te apresento minha maletinha. Tem uns brinquedos bem novos, alguns são contrabandeados, em alguns países você vai preso por ter isso, sabe?—
Olhei assustado pra minha mulher, quase implorando clemência.
— Então você me colocou droga no champanhe? Então queria que sua mulherzinha fosse bem puta? Bom, aqui está, aproveita!—
Balancei a cabeça, resmungando, rosnando inutilmente e tremendo, que era tudo que podia fazer amarrado naquela posição.
Consegui ver como patheticamente minha rola balançava, no meio do caminho entre uma ereção e a flacidez normal.
— Além disso, é bom você sofrer agora, porque não gosto disso de você falar com outras, bater punheta, planejar coisas pelas minhas costas. Você acha que sou otária, né? Bom, tem razão, agora a otária não vai fazer nada, porque sua mulher é muito otária, não sabe como te libertar!—
Notei a raiva na Juli, nunca tinha visto ela assim, entendi que não tinha o que fazer, tava completamente na mão daquela filha da puta, só restava relaxar um pouco e sofrer.
A mala tinha, além de próteses de um tamanho considerável, uns bagulhos estranhos, que não nunca tinha conhecido nem visto em filmes, junto com uma caixa preta, que imaginei que fosse uma bateria.
Naquele momento comecei a suar frio, meu sangue gelou e comecei a temer o pior.
— Bom, bebê, agora vou te explicar o que vamos fazer. Como você foi muito mau, muito mentiroso e muito manipulador, vamos trocar seu chip, vamos fazer você se ligar, literalmente, claro! — disse Florencia.
Minha mulher se acomodou num sofá, para assistir ao espetáculo, com uma taça de champanhe na mão, bebendo como uma rainha.
— Linda, me ajuda com a câmera, quer?
— Claro, como não — disse minha mulher e conectou a câmera à televisão do quarto, que estava num suporte, e pude ver minha triste imagem na cama, amarrado.
Virei o rosto para não ver a TV e observei que Flor estava colocando uma máscara, uma de palhaço sério, sádico, com expressão triste e olhos furiosos.
— Pra você não me reconhecer, entendeu, pai? Sem rancor e sem provas, por via das dúvidas!
Minha mulher colocou a câmera encaixada no suporte da TV, mostrando panoramicamente tudo o que acontecia.
— Bom, agora vamos colocar os cabinhos… esse pretinho é o negativo, viu? Esse vai no seu mamilo, assim… muuuuuuuuito bem! O outro, o vermelho, a gente deixa.
Vamos preparar esse negocinho, com lubrificante pra não te machucar e ter que sair correndo pro hospital, entendeu?
Ela tinha na mão um anel revestido de borracha, mais ou menos do diâmetro da pica, que tinha uma espécie de gancho no meio como se quisesse envolver a cabeça, mas não… estava no meio do caminho.
Eu não entendia nada, meu coração batia muito forte.
Ela colocou luvas cirúrgicas e pegou na minha rola, puxando o prepúcio, revelando uma glande tímida, quase enrugada.
O anel era mesmo para rodear a cabeça, mas o outro… o outro foi untado com lubrificante e era para introduzir na uretra.
Com muito cuidado, ela começou a colocar aquela parada em mim, e eu me desesperei, tentei me mexer, mas foi inútil, minha mulher enfeitada com outra máscara de palhaço assassino, fez eu cheirar o lenço que me drogou de novo, me deixando tonto, sem dormir completamente.
O negócio que entrou na uretra não era de borracha, tava frio e parecia mais rústico, quando me liguei um pouco, adivinhei que era de metal.
— Voltou, bebê! Então, viu agora? O cabinho vermelho vai nesse ganchinho, pra que os meninos que se comportam mal levem choque desde o seu pintinho até os seus peitinhos… viu que engenhoso? Além disso, não esquece que o controle do aparelho é nosso… então você vai ter que se comportar! —
A única coisa que consegui fazer naquele momento, além de engolir bocadas enormes de ar, foi chorar. Como nunca antes na minha vida, chorei sem parar até a eletricidade começar a fluir.
Quando a descarga começava, tudo sumia, só ficava o silêncio absoluto, a dor inimaginável, imensurável, e um brilho branco nos meus olhos, como se aquele branco fosse injetado direto no meu cérebro.
Depois, quando a tortura ia aliviando, eu sentia a tensão e a dor no meu estômago, nas minhas bolas, na pica, em todo lugar.
Quando fui voltando aos poucos, consegui ver a Florencia ajustando uma prótese também de borracha preta, cuja ponta era brilhante e da ponta do cinto saía outro fio vermelho: não precisei de explicação, não só ia me comer, mas também ia me electrocutar o cu, a filha da puta.
Me restava a satisfação interna de pensar em que assassino eu ia contratar pra me vingar e torturar as duas por um bom tempo, antes de mandar matá-las e fazê-las desaparecer.
Ela se dedicou a me comer e fumar baseado entre as duas, rindo, dando tapas na minha pica, nas bolas, me punhetando freneticamente a pica meio adormecida, eu sentia o formigamento muito mais leve percorrer meu interior, só existia dor elétrica e, quando a eletricidade sumia, só o ódio me habitava.
O ódio e uma pica de borracha, enorme, que se abria caminho dentro de mim.
Quando cansou, Depois de me comer, ela deu a prótese pra minha mulher, que também se divertiu rindo, um bom tempo me comendo, sem eletricidade prostática, mas me comendo com força, do jeito que ela arrebentava o cu dela de vez em quando.
– Viu que lindo quando eu falo devagar e você não me dá bola? Viu como é a sensação, a puta que te avisou? – dizia Julieta como se estivesse possuída.
Esse dia terminou, Florença foi embora e Julieta também, depois de eu dormir bem dopado.
Acordei solto, com uma ardença no cu impossível, a piroca inchada pelo maltrato e um envelope com uma fita cassete em cima do criado-mudo.
“Negão, isso é simples. Você não quer nos encontrar, porque se fizer isso vai querer nos machucar, e se isso acontecer, um tabelião tem esse material, que vai chegar na imprensa e na sua família. E uma família direita como a sua não precisa de um escândalo desses. Da sua mulher, esquece, vou levá-la pro interior pra morar comigo, pegamos uma grana, ela acha que é dela e acho que já mereceu depois desses anos com você. Ah! Também levou documentos que mostram como você ganhou a vida, como sacaneou o estado e várias falcatruas, livros contábeis e essas coisas. Aliás, você acha que me encontrou? Pense de novo… talvez a gente tenha te procurado esse tempo todo. Beijinhos, se cuida e esquece tudo isso. Ou se te excita, lembra… acho que você vai bater umas punhetas várias vezes vendo esse vídeozinho!”
Minha cabeça estava um turbilhão. Não tinha forças pra nada, nem pra tomar um banho. Me acomodei na cama, me enrolei igual um cachorro e desconectei o telefone, precisava dormir e talvez, quando acordasse, isso fosse só um pesadelo.
Só um sonho ruim e lascivo que durou uns cinco anos.[/swf]
Quero agradecer a algumas pessoas que me deram uma força, me recarregaram e me incentivaram, coisa que vem bem a calhar, principalmente nos momentos em que a gente não tá nem aí pra porra nenhuma, simples assim.
paulavera, tua boa energia e o fato de já saber como o conto tava vindo me ajudaram a definir certos pontos que eu tava na dúvida sobre a história. Em parte, esse conto é por sua conta! Valeu, parceira! 😬
yoruguaonce, pelos teus pontos, comentários e a boa energia constante (não mereço esses pontos! 😀).
full_diego, pela paciência, a boa energia e pela explicação que te devo sobre a compra que não rolou.
hotin, por recarregar as pilhas de vez e voltar com tudo, a gente sente falta de vocês dois. 😃
monicaerotica, por sempre me dar gás e alimentar meu ego de escritor de bolso! 😳
littlecrow, cuervo1908, beckett061, littlebaby, frutillita10, guanro, brucewillis2, sapoverde2, tomito1, talento08, karrman, tanguitaferoz, theklown07, arielalmejero, puchofsa, flying... e se esqueci de alguém, já sabe, o livro de reclamações tá do lado do que vocês têm na estação Castelar de trem, pede ele!
No fim, achei muito melhor agradecer assim, porque nem fodendo que vou fazer dedicatórias e muito menos personalizadas! No máximo, faço uma lista enorme sobre minha humanidade sensual! 😀
Mando um abraço gigante, espero que curtam o conto. Dessa vez, espero que vocês gostem dessa banda que eu amo, um som super sexy, mas o que eu queria colocar não tá aqui, chama "I Could Lose Ya". Se vocês curtiram o que botei, procurem, os Stereophonics são foda! 😛
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A gente levava uma vida aceitável, com altos e baixos, mas sempre focados nos nossos objetivos. A gente sempre tentava sair um pouco do caminho, mas definitivamente não se perder e perder completamente o rumo.
Sexualmente, depois de cinco anos de casados, comecei a ter certas inquietações, curiosidades e fantasias que começaram a me incomodar.
Não era que as fantasias me incomodassem por si só, mas sim o fato de realizá-las só na minha cabeça, quando eu me masturbava na cama, só quando os lençóis estavam limpos; senão, eu batia uma semi-recostado no sofá do escritório, depois de fechar a porta com cuidado e chave.
Não precisava da Internet pra inflamar meus desejos não realizados, só fechar os olhos e ouvir uma voz feminina suave e doce o suficiente pra imaginar que era uma mulher igual àquelas que a gente vê em programas de fofoca, dança, etc.
Brilhantes, voluptuosas, inalcançáveis, insuportáveis.
Só precisava ouvir a formulazinha mental que me levava ao sétimo céu: menos altura que eu, peitões, vontade de engolir esperma e curiosidade de fazer massagem num homem robusto, curiosidade de explorá-lo e o desejo secreto de que aquela mulher – inexistente, já que a simples corporificação dela a tornaria vulgar e, portanto, indesejável – reconhecesse o cu e, depois de lubrificá-lo, procurasse suavemente a próstata e… aquele momento era o limiar do fim, eu gozava com uma força enorme, incontrolável.
Em poucos segundos eu parava, não me interessava mais nada que aquela mulher pudesse me dizer, nem prolongar o contato em outra masturbação insossa; o jogo era a conquista sutil, leve, minuciosa, precisa e lenta.
Ao chegar, ao gozo, aquela pessoa já perdia todo o interesse, não importava que promessa fizesse ou que delírio propusesse.
Ou pelo menos era o que eu pensava, até conhecer a Florença.
Ela era empregada doméstica, diferente da minha esposa: morena, cabelo cacheado, trigueira, media menos de 1,60 e com dois filhos no currículo, ela tinha engordado pouco e tudo que ganhou foi parar nos peitos. Ela tinha uns mamilos marrom-escuro impactantes, majestosos, e uma auréola grande como um alfajor Cachafaz de diâmetro.
Além dos peitos generosos, ela tinha um limite muito amplo sobre o que não faria sexualmente, definitivamente muito amplo.
Essa capacidade de me surpreender dando um "sim" diante de uma proposta que normalmente recebia um "não" rotundo e um "vamos ver" para coisas que me exigiam um verdadeiro esforço para imaginar, essa atitude me cativou.
Além disso, ela ficava louca pra lamber o cu de um homem, que nunca deixavam ela nem meter um dedinho "inocente" e, como podia ser que sempre pediam a bunda dela e eles "fechavam o olho"?
Eu adorava como essa mulher falava, era uma mistura de perversa com promíscua, devia ser super puta e dessa vez me deu muita vontade de conferir.
O estopim foi um dia em que pedi pra ela molhar bem os dedos na buceta e depois chupá-los.
— Olha que vou me empanturrar, hein? — ela disse.
— Por quê?
— Porque adoro, depois me empolgo e ninguém me segura, fico louca com o gostinho de buceta.
— Mas só a sua ou...
— Eu não disse isso, você que disse, bebê.
Fiquei completamente louco, meus ovos doíam, queria explodir, queria aliviar minhas bolas, mas ao mesmo tempo me masturbava devagar, como nunca!
— Pra você tirar a dúvida, uma vez embebedei minha amiga e a gente se acabou, dei uma chupada de buceta nela que deixei gaguejando por uma semana!
Pena que depois ela deixou de ser minha amiga e nunca mais comi uma buceta... como essa filha da puta me excitava!
Não acreditava no que ouvia.
Inúmeras vezes tentei convencer minha mulher a fazer um ménage com outra gatinha, mas nada. Custou muito pra conseguir que ela provasse os próprios sucos, mas um dia, depois de chupar muito a buceta dela e fazê-la Porra, ela tava extasiada e, mesmo depois de gozar, subi rápido e comi a boca dela com todos os sucos. Assim, consegui que ela provasse a própria essência, o que não desagradou nada, mas também não consegui animar ela.
Depois dessa vez, ficou frequente dar pra ela provar o próprio gosto, com os dedos, com a boca, até pedia pra ela se masturbar e ficava olhando. Aos poucos, fui conseguindo que ela ficasse mais putinha cada vez.
Insisti no assunto do ménage, me enlouquecia imaginar a beleza dela sendo praticamente ultrajada pela putaria da Flor, aquela morena com uns peitos infernais (queria me adotar como filho pra me amamentar! Que puta morbosa divina!).
Tinha diferenças radicais entre as duas mulheres, Julieta era diferente, refinada, loira, com o cabelo naturalmente loiro e liso, tinha mais de 1,70 de altura e um corpaço de modelo meio putinha, sem exageros, uma bundinha divina bem redondinha (que não me deixava comer com tanta frequência) e uns peitos bonitos, sem serem maravilhosos.
Insisti tanto, enchi tanto o saco da Julieta que um dia ela topou a ideia de um ménage, com a condição de que a pessoa tinha que ter a aprovação dela e que tinha que ir embora antes da madrugada, sem fazer escândalo, sem droga.
Decidi que um pouco de champanhe `turbinado’ ajudaria ela a relaxar e transformar a noite em algo alucinante, mágico, inesquecível.
Quando a Florencia chegou, servi o champanhe e coloquei o aditivo no copo da Juli, ela tava acostumada com champanhe, diferente da Florencia, que tomou só um gole, muito mais interessada em despir minha mulher do que em outra coisa.
Me acomodei no sofá e, colocando um MP3 de música lounge no aparelho, enchi o ambiente de som suave enquanto abaixava um pouco as luzes, pra criar um clima de mistério.
Florencia manipulou a Julieta do jeito que quis, despindo ela rápido, deixando só com os saltos, as meias brancas e a cinta-liga.
Ela ficou só com as botas, tinha um piercing em cima do clitóris, que eu não tinha visto nas fotos que ela tinha me mandado.
Dizia que ficava roçando nele o tempo todo, o `amiguinho mágico’ ela chamava o piercing, a putinha dizia que aquilo tinha mudado a vida dela pra sempre, que se algumas mulheres topassem aquilo não precisariam de terapia.
Júlia ria igual uma louca com as palhaçadas da Flor, que aproveitava pra beijar ela inteira, desde o pescoço, os ombros, até os mamilos e a cintura.
Minha mulher respirava muito rápido, parecia possuída e até eu, por um momento, fiquei hipnotizado com o que via.
Me despi quase sem piscar, olhando a Flor arrumar a Júlia no sofá pra lamber a buceta dela com aquele tufinho loiro bem aparado.
Ela gemia que nem uma doida, se contorcia no sofá e a única coisa que conseguia falar era `sim, assim… assim… sim, assim!’
Completamente pelado e com o pau duro igual um porrete, comecei a acariciar a bunda e a buceta da Flor.
Ela tava ardendo, escorria como eu nunca tinha visto na vida.
Comecei a bater uma enquanto via as duas se curtindo, até que a Júlia me descobriu e cochichou algo no ouvido da Flor.
– Mas o que cê tá fazendo, pai? Isso não vale, não pode bater uma sozinho, bebê – disse a putinha máxima.
– Ah, não? E quem é que diz o que pode e o que não pode?
– Duvida que quem manda aqui sou eu? – falou a Flor, me olhando nos olhos com um sorriso misturado de safada e macabra.
Eu ri e acho que naquele momento gostei de aceitar que quem mandava era ela.
Elas me levaram pro quarto, me colocaram de bruços e começaram a fazer massagem com óleo de amêndoas no corpo todo, pés, costas, pescoço, pernas, etc.
Júlia não conhecia minhas fantasias anais, a Flor sabia demais, já tava na fogueira, não tinha volta.
De repente senti duas mãos acariciando as bandas da minha bunda, apertando, separando, amassando com força. Aquelas mãos não eram da minha mulher, que eu vi olhando o que a Flor fazia enquanto se sentava contra a parede, de pernas abertas, batendo uma. Suavemente com as mãos.
Flor começou a acariciar pra cima e pra baixo entre as nádegas, com a mão inteira apoiando a palma contra minha humanidade, roçando com o dedo médio no ânus.
Comecei a me contorcer de prazer, aquela mulher estava me levando a um lugar que eu nunca tinha conhecido, mas que definitivamente estava gostando e, além disso, a situação era completamente alucinante, era como sonhar acordado.
De repente, ela abriu minha bunda e começou a lamber meu ânus, a fazer círculos com a língua e depois começou a meter a língua, a me comer com a língua como se estivesse possuída.
— Relaxa, porque se você se comportar mal, vou ter que te castigar! — disse a puta deliciosa.
Me concentrei nos gemidos gostosos da minha mulher, que se punhetava freneticamente, e na sensação do dedo de Florencia que lentamente me penetrava, buscando chegar ao fundo do meu ser.
Ela começou a sondar, a procurar habilmente a próstata e, quando chegou, senti como se levasse um choque na planta dos pés.
Eu a acariciava suavemente enquanto ela se levantava e falava no meu ouvido.
— Tá gostando, bebê?
— Sim — consegui gemer, estava quase desmaiando de prazer.
— A partir de agora, sou sua mamãe, vai me chamar de mamãe ou vou te fazer sofrer.
Eu não era um cara muito submisso, digamos assim. Uma coisa é eu relaxar e me deixar levar, outra é gostar que me mandem ou que me tratem como lixo.
— Só porque eu gosto do que você faz não te dá o direito de me tratar mal, sabia? Não vamos estragar a parada à toa, continua que você vai bem, puta.
— Ah, é? Você vai aprender hoje, nunca vai esquecer disso — disse ela, mudando o tom de voz de gatinha para algo muito mais severo.
Ela tapou minha boca com um lenço e a última coisa que lembro é minha mulher rindo e, depois, tudo preto.
Acordei de barriga pra cima, tentei me mexer mas foi impossível, estava amarrado igual um matambre.
As mãos amarradas nas laterais da cama com uma corda, que mantinha meus braços imóveis e travados.
As pernas abertas, formando um V, e amarradas na cabeceira da cama, desde as joelhos, me deixando numa posição quase de ginecologista.
Procurei minha mulher e a puta e não estavam no quarto, dava pra ouvir a água correndo no banheiro e as vozes das duas mulheres se misturando com risadas.
Apareceram depois de um tempo, com o cabelo ainda molhado e a Juli tinha um sorriso diferente no rosto.
Quis gritar pra ela me soltar, quem caralhos ela pensa que é, puta do caralho já ia ver, ia acabar com ela quando pegasse.
Não conseguia falar, tava amordaçado com aquelas bolinhas de borracha sadomasô.
— Vamos ver, isso aí é uma câmera, estamos gravando tudo. Se você pensar em se vingar, esse vídeo vai chegar na sua família, aquela família com grana que te sustenta, que tem a empresa esperando você assumir e continuar ganhando uma puta grana, não acho que queiram que um pervertido festeiro como você dirija, né? Bom, além disso, aqui te apresento minha maletinha. Tem uns brinquedos bem novos, alguns são contrabandeados, em alguns países você vai preso por ter isso, sabe?—
Olhei assustado pra minha mulher, quase implorando clemência.
— Então você me colocou droga no champanhe? Então queria que sua mulherzinha fosse bem puta? Bom, aqui está, aproveita!—
Balancei a cabeça, resmungando, rosnando inutilmente e tremendo, que era tudo que podia fazer amarrado naquela posição.
Consegui ver como patheticamente minha rola balançava, no meio do caminho entre uma ereção e a flacidez normal.
— Além disso, é bom você sofrer agora, porque não gosto disso de você falar com outras, bater punheta, planejar coisas pelas minhas costas. Você acha que sou otária, né? Bom, tem razão, agora a otária não vai fazer nada, porque sua mulher é muito otária, não sabe como te libertar!—
Notei a raiva na Juli, nunca tinha visto ela assim, entendi que não tinha o que fazer, tava completamente na mão daquela filha da puta, só restava relaxar um pouco e sofrer.
A mala tinha, além de próteses de um tamanho considerável, uns bagulhos estranhos, que não nunca tinha conhecido nem visto em filmes, junto com uma caixa preta, que imaginei que fosse uma bateria.
Naquele momento comecei a suar frio, meu sangue gelou e comecei a temer o pior.
— Bom, bebê, agora vou te explicar o que vamos fazer. Como você foi muito mau, muito mentiroso e muito manipulador, vamos trocar seu chip, vamos fazer você se ligar, literalmente, claro! — disse Florencia.
Minha mulher se acomodou num sofá, para assistir ao espetáculo, com uma taça de champanhe na mão, bebendo como uma rainha.
— Linda, me ajuda com a câmera, quer?
— Claro, como não — disse minha mulher e conectou a câmera à televisão do quarto, que estava num suporte, e pude ver minha triste imagem na cama, amarrado.
Virei o rosto para não ver a TV e observei que Flor estava colocando uma máscara, uma de palhaço sério, sádico, com expressão triste e olhos furiosos.
— Pra você não me reconhecer, entendeu, pai? Sem rancor e sem provas, por via das dúvidas!
Minha mulher colocou a câmera encaixada no suporte da TV, mostrando panoramicamente tudo o que acontecia.
— Bom, agora vamos colocar os cabinhos… esse pretinho é o negativo, viu? Esse vai no seu mamilo, assim… muuuuuuuuito bem! O outro, o vermelho, a gente deixa.
Vamos preparar esse negocinho, com lubrificante pra não te machucar e ter que sair correndo pro hospital, entendeu?
Ela tinha na mão um anel revestido de borracha, mais ou menos do diâmetro da pica, que tinha uma espécie de gancho no meio como se quisesse envolver a cabeça, mas não… estava no meio do caminho.
Eu não entendia nada, meu coração batia muito forte.
Ela colocou luvas cirúrgicas e pegou na minha rola, puxando o prepúcio, revelando uma glande tímida, quase enrugada.
O anel era mesmo para rodear a cabeça, mas o outro… o outro foi untado com lubrificante e era para introduzir na uretra.
Com muito cuidado, ela começou a colocar aquela parada em mim, e eu me desesperei, tentei me mexer, mas foi inútil, minha mulher enfeitada com outra máscara de palhaço assassino, fez eu cheirar o lenço que me drogou de novo, me deixando tonto, sem dormir completamente.
O negócio que entrou na uretra não era de borracha, tava frio e parecia mais rústico, quando me liguei um pouco, adivinhei que era de metal.
— Voltou, bebê! Então, viu agora? O cabinho vermelho vai nesse ganchinho, pra que os meninos que se comportam mal levem choque desde o seu pintinho até os seus peitinhos… viu que engenhoso? Além disso, não esquece que o controle do aparelho é nosso… então você vai ter que se comportar! —
A única coisa que consegui fazer naquele momento, além de engolir bocadas enormes de ar, foi chorar. Como nunca antes na minha vida, chorei sem parar até a eletricidade começar a fluir.
Quando a descarga começava, tudo sumia, só ficava o silêncio absoluto, a dor inimaginável, imensurável, e um brilho branco nos meus olhos, como se aquele branco fosse injetado direto no meu cérebro.
Depois, quando a tortura ia aliviando, eu sentia a tensão e a dor no meu estômago, nas minhas bolas, na pica, em todo lugar.
Quando fui voltando aos poucos, consegui ver a Florencia ajustando uma prótese também de borracha preta, cuja ponta era brilhante e da ponta do cinto saía outro fio vermelho: não precisei de explicação, não só ia me comer, mas também ia me electrocutar o cu, a filha da puta.
Me restava a satisfação interna de pensar em que assassino eu ia contratar pra me vingar e torturar as duas por um bom tempo, antes de mandar matá-las e fazê-las desaparecer.
Ela se dedicou a me comer e fumar baseado entre as duas, rindo, dando tapas na minha pica, nas bolas, me punhetando freneticamente a pica meio adormecida, eu sentia o formigamento muito mais leve percorrer meu interior, só existia dor elétrica e, quando a eletricidade sumia, só o ódio me habitava.
O ódio e uma pica de borracha, enorme, que se abria caminho dentro de mim.
Quando cansou, Depois de me comer, ela deu a prótese pra minha mulher, que também se divertiu rindo, um bom tempo me comendo, sem eletricidade prostática, mas me comendo com força, do jeito que ela arrebentava o cu dela de vez em quando.
– Viu que lindo quando eu falo devagar e você não me dá bola? Viu como é a sensação, a puta que te avisou? – dizia Julieta como se estivesse possuída.
Esse dia terminou, Florença foi embora e Julieta também, depois de eu dormir bem dopado.
Acordei solto, com uma ardença no cu impossível, a piroca inchada pelo maltrato e um envelope com uma fita cassete em cima do criado-mudo.
“Negão, isso é simples. Você não quer nos encontrar, porque se fizer isso vai querer nos machucar, e se isso acontecer, um tabelião tem esse material, que vai chegar na imprensa e na sua família. E uma família direita como a sua não precisa de um escândalo desses. Da sua mulher, esquece, vou levá-la pro interior pra morar comigo, pegamos uma grana, ela acha que é dela e acho que já mereceu depois desses anos com você. Ah! Também levou documentos que mostram como você ganhou a vida, como sacaneou o estado e várias falcatruas, livros contábeis e essas coisas. Aliás, você acha que me encontrou? Pense de novo… talvez a gente tenha te procurado esse tempo todo. Beijinhos, se cuida e esquece tudo isso. Ou se te excita, lembra… acho que você vai bater umas punhetas várias vezes vendo esse vídeozinho!”
Minha cabeça estava um turbilhão. Não tinha forças pra nada, nem pra tomar um banho. Me acomodei na cama, me enrolei igual um cachorro e desconectei o telefone, precisava dormir e talvez, quando acordasse, isso fosse só um pesadelo.
Só um sonho ruim e lascivo que durou uns cinco anos.[/swf]
30 comentários - Tomandolo con calma (Lujuria)
😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳
Una historia digna de \"Mujeres asesinas\" !!!
🙌 🙌 🙌
Excelente, amigo pablo(Quentin)almagro !!! 😉
ahora se zarpo te picaneo el orto con un dildo 😳
jajajaja de ahi lo arcoisero 😀
excelente amigo, te psastes muy bueno, me hice la pelicula.... muy buen che, en serio gay 😀
fulldiego - la banda de P!
>PLACER COLECTIVO
MAÑANA A PRIMERA HORA despido a la empleada doméstica...
la de la historia es terrible diabla, maquiavélica jejeje a unos cuantos patrones les haría bien un enema de este tipo seguidito y una buena gorreada por parte de su jermu jejeje
la idea del trio se me esfumo por la tangente jejeje
GRACIAS POR PERMITIRNOS SOÑAR
LLUVIA DE BENDICIONES para el gran Pablo Almagro!!!
agendado!!
brujo777 Placer +Inteligencia = Equi[/size]librio
excelente amigo, coincido con el dr... una historia digna de \"Mujeres Asesinas\"
...voy a pensarlo dos veces antes de meterme con la mucamita... 😀
Buen tema para escuchar de fondo 😉
Fantastico amigazo pablo, otro gran relato y van...!!!
diegote, la explicacion te la voy a dar, vestido de mucama sin depilarme, como te gusta a vos! 😀
brujo, muy amable! y si, la jergu es terrible hija de remil puta! asi la pense! menos mal que yo vivo con un trava con la cara de Tevez y la japi de Mandingo! 😀
bombero, que no te duela amigo! gracias por lo del tema, bajate cualquier disco de Stereophonics, estan geniales!
Y a todos, esos instrumentos sexuales existen, se venden y mucho sobre todo en EE.UU. Si quieren hacer un pedido, les paso el link! 😳
Como responder a esto.
He quedado shockeado, con la descripción del relato, la trama [que como siempre NI ME LA VEIA VENIR], los \"aparatitos\" y la manera de \"usarlos\".
Simplemente un relato extraordinario, estaba esperándolo y no defraudates.
Concuerdo con brujo777, DESPIDO YA! 😀 😀 😀
Cuando posea los 10, te los dejo.
Ahora voy a buscarme algo para tomar, porque este relato me ha hecho transpirar como nunca...
Pobre loco, SIEMPRE SALIMOS PERJUDICADOS en tus relatos.
😀 😀 😀
shhhhhhhhh todo comenzó cuando leyeron mi CAMBIO DE ROLES y el Punto G masculino!
No te hagas tanto rollo con las penetraciones anales.
Eres un hombre de avanzada y por ese mismo motivo eres un INNOVADOR en cuestiones sexuales y orgasmos de la nueva era!
Tranqui bb, que los amigos de Poringa, somos genialmente disfrutadores del sexo y TODAS SUS POSIBILIDADES.
Y a las perras esas, que usan el dinero y sus adyacencias para someterte a su antojo, mandalas al reverendo CARAJO!
Nos mantenemos en contacto, no te imaginas la ultimísima novedad que solo te explicaré bajo secreto de dos llaves, y solo para ser \"probado\" en mi domicilio particular, sin cámaras ni grabadores, solos tú y yo... PIEL A PIEL!
Bexxxos! 😃
MONICA
Pd.Gracias por la dedicatoria...y... a mi me pasa lo mismo que a Ud!!! 🙂
Tengo tambièn una crema especial que hace maravillas! 🤤
QUE SIGAN LOS EXITOS
UNIONSTEREO
Dilatador Anal Plug Explorer!!!
el plug explorador, como su nombre lo indica \"explora\" con las dos protuberancias
que a la hora de dar placer son INOLVIDABLES! 🤤 🤤 🤤
cada vez mejor, te re pasaste 🙎♂️ 🙎♂️
muy buena 😉
Espero la lista sabana sobre tu sensual humanidad 😀
Muy buen post!!!La verdad ojala nunca te canses de escribir!!!Muy bueno tu cuento!!
Igual q little espero tu lista sabana en tu ....persona!! jaja!!
besotes!!
AH! va mi regalin!! 😛 😉
besitos...
\"Frutillita\"
😀 😀 😀
excelente.
No es fácil \"escritar\" , muy bueno.
la música como siempre para mí, no era conocida.
muy bueno todo!
saludos y agendao!
gracias por la magia.
jajaja
salu2.
Sos un gran escritor , dedicate a esto haceme caso de a poco\" como la tortuga vas a llegar a la meta \"..
Cada nueva entrega vas sin darte cuenta, digo yo no?, metiendo en la historia mas detalles como platicamos una vuelta.
Que a veces es lo que hace que el lector piense que esta metido en la historia y nos demuestra que nuestro sub-consiente esta apto para cualquier tema que se escuche y/o se lea..
Es lo que nos hace humanos..
Un saludo de un gran amigo y seguidor de lo que haces. 😀 😀
Pd: ah, otra cosa , si te fijas las primeras entregas eran mas cortas, y tu miedo era que no cansasen a los lectores de P!.
Pd1: yo creeo que para la proxima tenes que mandarle como dos carillas mas. Por que una vez que estan leyendo ni se dan cuenta,( me incluyo), NO ABURREN PARA NADA .
Date cuenta de una vez ..
Creo que me colgue escribiendo, perdon pero es lo que pienso..cuando se esta frente a un artista , a veces hay que hacerselo entender( o despertarlo)..
La corto porque sino sigo 😀 😀
y por ultimo eres un groso
TALENTO08 P! Gracias por el post,
ACUERDATE, COMENTAR ES UN ORGASMO
A vos te parecen pocas las ideas de las mujeres como para darles letra! jajaja.
Muy bueno, van puntos, por que te lo mereces, pero por favor, cambia de tema, jajaja.
visita mis posts... 😉 saludos!! Jack 🆒
Muy buen relato la verdad te pasaste.
Con un final yo diría más que ardiente, ardoroso 😀
Tremenda!!
tomito1 P!
este partuzero después de que le rompieron el orto a 220v no va a tener mas ganas de joder a nadie 😀 😀
Felicitaciones capo, y que sigan siempre estos relatos tan buenos 😉
Gracias por el post y por compartir con todo P! el compañerismo y la diversión.
Te saluda tu amigo SDPV 😉
Me hizo sufrir como si toda esa tragedia me estuviera pasando a mi¡¡
La princesa está sumamente agradecida con usted, pues después que leí sus cuentos sobre los pecados cada día me comporto mejor, ya casi soy un santo 😀 😀 😀
Eso si me exige que le consiga una \"dedicada personalizada suya en su sensual humanidad\", en este preciso instante la veo venir con una valijita, una máscara de payaso, y cámara en mano, me parece que corro peligro¡¡¡ Help, help, mi integridad física depende de usted, espero la dedicada salvadora 😀 😀
Felicitaciones y a seguir con todo¡ Saludos
Pablito, bueno vos sabes que yo me tomo mi tiempo no???
Y tambien sabes que mi demora no te ofende 😉
Mientras leía me impacto una frase, pero no fui nada original porque fue exactamente la que dijo Becket en su primer comentario. Jajaja.
Este cuento esta excelente y si tambien comparto que es digono de un unitario TELEVISIVO, lastima que es muy explicito para el aire, pero porque no para los canales codificados!!!
Estaria bueno que alguien le ponga algo de argumento a una porno no???
Otra vez, indignación, miedito, calentura, risas, se conjugaron en tu cuento, y eso atrapa.
No se que mas decirte que ME GUSTO MUCHO, quizas al principio analicé mas tus textos, ahora solo los disfruto!!!!
Pablo, mañana vienen mis 10 puntos!!!
Cuando levantes premios, cuando agradezcas a APTRA,
o cuando viajes por el mundo...
Quiero que me mandes un saludo al BRUCE de P!
😀 😀 😀
Felicitaciones Amigo!!!
Bruce.
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
o cuando viajes por el mundo...
Creo que me colgue escribiendo, perdon pero es lo que pienso..cuando se esta frente a un artista , a veces hay que hacerselo entender( o despertarlo)..
Lo dicho amigo pablo, sus relatos se ven, se viven, se disfrutan, se huelen...y se sufren !!!
Recuerdenos en su mayor momento de gloria... AND THE WINNER IS...:alaba::alaba::alaba:
lareinadelnilo
la banda de P!