Te encurralei contra a cabeceira, sentindo tua pele queimando debaixo das minhas mãos enquanto te forçava a me receber por inteiro. "Olha como eu te tenho", sussurrei no teu ouvido, com a voz carregada de uma safadeza que já não conhecia limites.
Minhas mãos se fecharam sobre seus peitos, apertando eles com força, marcando meus dedos naquela carne branca enquanto meus polegares não davam trégua nos seus bicos.
Desci uma mão pra encontrar seu clitóris, esfregando ele com uma pressão selvagem, quase bruta, ouvindo como seus pedidos viravam gritos roucos cada vez que minha bacia batia na sua, tomando cada cantinho da sua buceta.













A fricção virou uma guerra de fluidos e desejo sujo. Eu me enterrava em você com uma sanha animal, alternando entre a umidade da sua buceta e o aperto sufocante do seu cuzinho, sentindo suas paredes me chupando num espasmo constante.
Você estava encharcada, transbordando; o som da nossa carne se chocando era a única coisa que preenchia o ar. De repente, seu corpo se retesou como um arco e um jorro violento de prazer, um squirt incontrolável e selvagem, encharcou os lençóis e minhas coxas enquanto você desabava sob o peso de uma estimulação que te dominava, vibrando contra mim com uma intensidade que me fez perder a cabeça.











Senti o rugido subindo pela minha garganta quando minha própria resistência quebrou. Te segurei pelo cabelo, te forçando a arquear enquanto me enterrava pela última vez até o fundo, e minha gozada explodiu com uma força violenta, uma descarga quente e grossa que te inundou por completo.
Foi um final cru, quase sísmico, onde meus fluidos se misturaram com os seus num rastro viscoso que cobria sua barriga e minhas mãos. A gente ficou ali, ofegando que nem bichos, com o cheiro do sexo grudado na pele e o coração batendo num eco surdo de posse total.

7 comentários - Un enorme y venoso revientaculos