Isso aconteceu no verão passado. Minha mãe é uma profissional de TI muito bem-sucedida. Chegou ao cargo de Gerente em uma empresa na base do trabalho duro e sacrifício. Tem 43 anos e um corpo super cuidado. Três vezes por semana vai à academia e outras três anda de bicicleta. Todo esse exercício não é só pra manter o físico espetacular, mas também pra esvaziar a cabeça do trabalho, e com certeza por não ter um parceiro fixo há uns três anos. Faz 15 anos que se divorciou do meu pai.
Eu tenho 25 anos e este ano me formo em Engenharia de Sistemas, trabalho na mesma área que minha mãe, mas em outra empresa. Há 4 anos fui morar sozinho, porque consegui um emprego na época e isso me permitiu me virar. Todos os dias que ela vai na academia, a gente se vê e toma um café juntos depois do treino. Ela conheceu várias "amigas", e sempre faz piada sobre os "cadáveres que ficavam no meu caminho".
"Tim, tô com vontade de fazer uma viagem pra Bahamas no verão, vi uns resorts lindos nas Exumas. Esse ano recebi um bônus muito, mas muito bom. Te convido, vamos juntos com sua namorada se quiser, eu cuido de todas as despesas grandes, hospedagem, passagens e comida. Você paga o que quiser fazer por conta fora disso. Minha ideia é alugar duas cabanas de frente pro mar. Depois te mando as fotos e você dá uma olhada. Pensa e me fala o que achou."
"Já de cara, foda, mas quanto tempo você quer ir? Eu só tenho uma semana."
"Perfeito, é o suficiente. Vou ver as fotos, conversar com a Rita e te aviso."
"Fechou."
Conversei com a Rita e ela amou a ideia. Contei pra minha mãe, e no dia seguinte, com quase seis meses de antecedência, a reserva já tava feita.
Faltando sete dias, minha namorada ficou doente e decidiu não viajar. Impossível mudar a reserva porque já tava tudo pago.
Voamos pra Nassau e de lá pra Staniel Cay. O lugar é foda, as cabanas na beira da praia, a 15 metros, com nossas espreguiçadeiras, guarda-sóis, caiaques pra curtir. Tudo que dá pra pedir. Uma moça que cuida de receber e limpar as cabanas, ela nos acompanhou e mostrou tudo. Em alguns momentos me olhava e sorria sedutora. O nome dela era Lía.
“Os dois estão hospedados sozinhos, porque consta uma passageira com o senhor” disse Lía.
“Sim, é minha namorada, mas não viajou” respondi.
Jantamos no resort, sentamos na praia pra curtir a noite e conversar.
“Pena que a Rita não pôde vir, agora você tá preso com a sua velha” minha mãe disse.
“É, só faltou chamar de coroa, murcha e gorda” respondi.
“Obrigada, é legal ouvir isso de um filho” ela disse, fazendo biquinho.
“Mãe, você não ter paciência com os caras que cruzam seu caminho não significa que você seja velha, e muito menos coroa, murcha e gorda. Te garanto que a Rita, se te visse de biquíni, se sentiria ofuscada por você.”
“Ah, para, não me enche” ela respondeu.
“Você sabe o que significa MILF, não se faz de sonsa. Você é uma MILF perfeita.”
“Epa, pesado o que você tá falando, meio apimentado.”
“Mas é o que eu penso.”
Ela ficou calada, pensando no que eu tinha dito.
Na manhã seguinte, cansado da viagem, acordei tarde. Coloquei a sunga em cima da cama de casal e uma toalha pra me secar quando saísse do chuveiro. Fiquei um tempão debaixo do chuveiro. Me enxuguei um pouco com a toalha do banheiro, pendurei ela e saí do banheiro. Minha surpresa foi grande quando descobri que no meu quarto estava a Lía, começando a limpar.
Foi tanta surpresa que nem pensei em me cobrir. Ela me olhou, sorriu e disse:
“Bom dia, não sabia que o senhor estava no chuveiro, desculpe. Posso voltar depois, fique tranquilo.” Disse, quase sem tirar os olhos da minha pica.
“Hã, bom, se quiser, não tem problema” falei confuso.
“A menos que o senhor precise de algo da minha parte” ela disse sem levantar o olhar.
“Talvez pegar a toalha pra mim seria um bom gesto da sua parte” falei, já mais calmo.
A toalha estava a centímetros da minha perna, era só esticar o braço e pegar.
“Sim, claro, um prazer poder dar um bom atendimento a um cliente como o senhor.”
Ela se aproximou até ficar a milímetros de mim, pegou a toalha. E me olhou sorrindo. Sem tirar os olhos dos meus, começou a secar meu pau.
“Secar os clientes não está incluído no serviço, mas neste caso, garanto que será um prazer pra mim.”
Continuou e, quando ficou bem duro, se abaixou e começou a chupar com gosto. Eu, de pé, só consegui me posicionar pra poder pegar na bunda dela e na buceta por baixo da saia do uniforme. Já tava molhada, e tinha um corpo de louco, como a maioria das mulheres do Caribe. Me chupou e chupou até eu gozar na boca dela. Passou a língua nos lábios, arrumou o uniforme e, indo em direção à porta, disse:
“Espero que tenha sido do seu agrado. Se não, depois me avisa que eu vejo como resolver.”
“Valeu, vou pensar. Qualquer coisa te falo.”
Era o paraíso total: acordar com uma mulher gostosa me fazendo gozar com a boca dela, e naquele paraíso, com as cortinas abertas, vendo o azul do oceano.
Minha mãe tava sentada na varanda da cabana dela, pensativa. Fui chamar ela pra tomar café.
“Oi, linda, como cê tá?”
“Oi, bem, filho.”
“O que foi? Cê tava tão pensativa olhando o mar, até juraria que tava falando sozinha.”
“Nada, filho, só pensando. Viu que lindo que é esse lugar? Igual nas fotos”, ela disse.
“É, tomara que a gente pudesse trabalhar aqui o ano inteiro.”
“É, principalmente pelo serviço que oferecem, né? Viu que bom? Mas descobri que alguns clientes são tratados melhor que outros, até conferem se lavaram direitinho as partes, com a cara bem colada…” ela falou, rindo.
“Você… viu, entendi.”
“Pena que não tem homens pra dar um serviço parecido pras passageiras”, ela disse, e saiu correndo pra entrar no mar. Tava de maiô inteiro que fazia ela parecer espetacular.
Fui atrás e entrei no mar atrás dela. Brincamos na água, jogamos água um no outro, nos empurramos e, em alguns movimentos, rolou uns roces.
Eu tava feliz de poder curtir com ela, passar tempo junto. Fazia muito tempo que a gente não fazia isso, só o café depois da academia.
Num momento, Ela ficou olhando o horizonte do mar e eu abracei ela por trás.
Coloquei meu rosto junto ao dela e falei:
"Te amo, véia, obrigado por esses dias juntos. Quase que fico feliz que a Rita não veio."
"E eu também, Tim, filho, mas você é malvado, coitada da Rita."
"É que assim eu sou tudo pra você", falei, sem nenhum sentido duplo.
Eu continuei abraçando ela e ficamos em silêncio. Sinceramente, não sei quanto tempo passamos abraçados. O silêncio foi quebrado pela minha mãe.
"Tim, cuidado, acho que ou você foi picado por algo ou alguma coisa entrou na sua sunga", ela disse se afastando.
Eu, com inocência ingênua, me olhei e só vi meu pau completamente duro.
"Tá vendo? Ele também acha que você é uma MILF", falei pra rebater a brincadeira dela.
"Tim, você é um animal, como você me fala uma coisa dessas?"
"Por meio segundo, esquece que sou Tim, seu filho. Isso não te faz sentir bem, orgulhosa, desejada, que um cara de 25 anos, um 'guy' como você diz, fique com uma ereção daquelas só por estar encostado em você?"
Ela me olhou tão séria que pensei que tinha ficado brava, se desviou de mim, voltou pra areia, sentou na espreguiçadeira e se reclinou pra pegar sol. Fui e fiz o mesmo. Quase como um sussurro, ouvi ela dizer:
"Sim, claro que sim."
Fomos almoçar e passear pela cidade. Compramos várias coisas, besteiras, e voltamos pras cabanas. Quando o sol estava se pondo, ela disse que não ia jantar, mas que ia pedir pra trazerem um drink caribenho com rum que ela nunca tinha provado. Trouxeram e ela gostou muito. Depois de um tempo, eu decidi que também não queria jantar, só pedi um sanduíche, uma cerveja, e ela aproveitou pra pedir outro drink.
Quando retiraram o serviço, ela pediu mais um.
"O que foi? Nunca te vi beber tanto assim."
"É que é muito gostoso, e juro que não dá pra sentir o álcool."
Desde de manhã, essas tinham sido as únicas palavras dela. Mas parece que o terceiro drink deu coragem pra ela falar.
"Como mulher, é gostoso que um homem fique excitado com a gente. Sabe quanto tempo faz que um homem não me mostra o tesão dele assim? Muito. E a gente pensa que já não tem mais aquela magia, e cada dia é pior, e até não quer ficar com homens pra não sentir isso.
E agora, que tô no topo, que ganho o que nunca pensei ganhar, que tenho um corpo bom, que me mantenho em forma, que me visto e me maquio bem, que não preciso mais tomar remédio, nada. Nem um único orgasmo com um homem em anos.
Me desculpa, não sei por que tô te contando isso. No fim das contas, tô contando pra meu filho minhas desventuras sexuais.
“Acho e sinto que agora sou mais um amigo. Sério. Claro, quando nasci, a diferença de idade era gritante, mas agora, a gente caminha junto e bem que podia ser um casal. Acho que isso te dá confiança. Você me vê como homem, não como filho.”
“É que você já é um homem. Valeu, amigo, por me ouvir.”
“De nada, Su.” falei, usando o nome dela pela primeira vez.
Pediu a quarta dose e eu a primeira. Enquanto esperávamos as bebidas, fui ao banheiro da minha cabana. Tava quase saindo quando bateram na porta. Abri e era ela com as duas doses. Sem me deixar falar nada, entrou na minha cabana. Colocou as doses numa mesa e se ajoelhou na minha frente. Tirou minha sunga e respirou fundo, e começou a chupar meu pau. Vi a mão dela descer e se acariciar na buceta dela, puxando a sunga de lado.
Baixei as alças e a parte de cima da sunga dela, ela ajudava com os braços. Os peitos dela, redondos e firmes, sem cirurgia, tinham um brilho quase juvenil. Ela tava gozando, pelas palavras dela, pela primeira vez em anos.
Levantei ela, e deitei na cama. Ergui as pernas dela, e comecei a chupar o clitóris dela, meus dedos procuravam o ponto G, entrando e saindo. A respiração dela ficava ofegante, ela gemia e suspirava. Senti claramente um orgasmo forte. Surpreendendo ela, levei minha língua até o cu dela, brincava com ele, apertava com a língua e soltava. Cada movimento era um gemido. Quando fui colocar um dedo, ela disse:
“Não, nunca…”
Não insisti, respeitei. Voltei pra buceta dela e tirei outro orgasmo. Fui beijar seus peitos e mamilos, e lentamente fui aproximando meu pau até a buceta dela. Fui penetrando devagar, deixando ela aproveitar aquele momento sem sentir dor. Aos poucos, ela foi se abrindo, dando passagem. Ela gemia e suspirava. Meus movimentos aceleraram, ela mexia o quadril no mesmo ritmo, acompanhando, e usava os músculos para apertar meu pau e soltar. Claro que ela sabia direitinho como buscar o próprio prazer e o do parceiro.
Ela gozou e pediu para subir em mim. Virou de costas, pegou meu pau e enfiou na buceta dela. Rodava o quadril, pra frente e pra trás, buscando se sentir cheia. Uns orgasminhos faziam ela beliscar os próprios peitos. Mudou o ritmo, agora subia e descia.
Ela se virou pra me olhar e mordeu os lábios. Estendeu a mão e pegou a minha. Levou meus dedos à boca e chupou um por um, me encarando enquanto subia e descia. Pegou meu indicador e levou até o cu dela. Ficou parada e foi enfiando devagar, até enterrar tudo. Começou a se mexer de novo, deixando meu dedo parado. Ela mesma se penetrava com meu pau e meu dedo. Depois de um tempo, tirou e chupou os dedos de novo. Quando molhou bem, pegou dois e fez a mesma coisa. Soltou minha mão e se movia, se acabando de prazer.
Sem pensar, bati na bunda dela com a mão. Ela deu um pulo e gemeu alto, e os movimentos aceleraram. Dei outra palmada, e o efeito foi o mesmo. Ela gozou de novo e desceu. Assim como eu tinha feito com ela, levantou minhas pernas e começou a chupar meu pau. Com uma mão, me masturbava bem devagar, e beijava minhas bolas. A língua foi descendo devagar até meu cu. Aquilo dava uma eletricidade do caralho. Molhou bem meu cu e enfiou um dedo.
Nenhuma mulher, muito menos homem, tinha feito aquilo antes, e foi tão rápido que quando percebi, já estava lá dentro. Ela me olhou com muita safadeza, me encarando enquanto lambia meu pau e o dedo dela achava o que procurava: minha próstata. Meu pau pela primeira vez superou qualquer tamanho, em comprimento e grossura. Tava vermelho e fenomenalmente duro.
Ela umedeceu os dedos e eu não consegui ver onde enfiou. Subiu de novo, mais uma vez de costas pra mim. Pegou ele, me olhou e, sem parar, aproximou do cu dela, e foi descendo pra eu meter. Um grito abafado com um gemido intenso marcou que já tava dentro. Com movimentos lentos e contínuos, conseguiu enfiar tudo. Ao fazer isso, e sem tirar o olhar de mim, pediu:
“Me bate”
Minha reação não demorou. Dois tapas fortes, um em cada nádega, estouraram. Ela aumentou a velocidade e pediu mais, e conseguiu o que queria. Os próximos ela não precisou pedir; quando pela força dos meus golpes percebeu que eu tava perto de gozar, senti ela enfiar pelo menos três dedos na própria buceta.
Gozamos juntos, ela deitou um momento no meu peito, depois virou e se deitou ao meu lado.
Ela sentou com as pernas cruzadas, me olhando. Me fez um carinho e começou a falar:
“Se agora você estourar minha cara de um tapa ou um soco, vai ser compreensível. Sou sua mãe e quase te estuprei. Eu sei. E… não me arrependo. Não me arrependo porque em nenhum momento te vi como meu filho, só como um cara que me deixou com tesão e eu nele.
E não me arrependo dos orgasmos que você me deu, do prazer que me fez sentir, nem mesmo de ter entregado meu cu pela primeira vez. Até por ali você me deu prazer.
Também quero te dizer que com sua conversa e o que rolou agora, você levantou minha autoestima exponencialmente. Voltei a me sentir mulher. Mulher, nada menos.
Seu tapa não vem, e pode ser por respeito. Esse que talvez você sinta que perdeu, mas que guarda por mim.
Só duas palavras me restam: Obrigada por me fazer voltar a me querer um pouco e Desculpa se por egoísmo nosso laço se quebra.
Se quiser me dizer algo, te escuto atentamente.”
“Mãe, você é uma amante foda. Não lembro de outra que tenha me comido como você. Espero que seja o começo de uma nova vida.” sexual pra você, experimentando tudo o que quiser, mente aberta, como dizem.
Da minha parte, só me resta dizer que foi um prazer estar na cama com você, Su, e esse seu amigo Tim vai estar sempre aqui pra você.
Depois disso, acompanhei ela até a cabana, demos um beijo na porta e fomos dormir.
Eu tenho 25 anos e este ano me formo em Engenharia de Sistemas, trabalho na mesma área que minha mãe, mas em outra empresa. Há 4 anos fui morar sozinho, porque consegui um emprego na época e isso me permitiu me virar. Todos os dias que ela vai na academia, a gente se vê e toma um café juntos depois do treino. Ela conheceu várias "amigas", e sempre faz piada sobre os "cadáveres que ficavam no meu caminho".
"Tim, tô com vontade de fazer uma viagem pra Bahamas no verão, vi uns resorts lindos nas Exumas. Esse ano recebi um bônus muito, mas muito bom. Te convido, vamos juntos com sua namorada se quiser, eu cuido de todas as despesas grandes, hospedagem, passagens e comida. Você paga o que quiser fazer por conta fora disso. Minha ideia é alugar duas cabanas de frente pro mar. Depois te mando as fotos e você dá uma olhada. Pensa e me fala o que achou."
"Já de cara, foda, mas quanto tempo você quer ir? Eu só tenho uma semana."
"Perfeito, é o suficiente. Vou ver as fotos, conversar com a Rita e te aviso."
"Fechou."
Conversei com a Rita e ela amou a ideia. Contei pra minha mãe, e no dia seguinte, com quase seis meses de antecedência, a reserva já tava feita.
Faltando sete dias, minha namorada ficou doente e decidiu não viajar. Impossível mudar a reserva porque já tava tudo pago.
Voamos pra Nassau e de lá pra Staniel Cay. O lugar é foda, as cabanas na beira da praia, a 15 metros, com nossas espreguiçadeiras, guarda-sóis, caiaques pra curtir. Tudo que dá pra pedir. Uma moça que cuida de receber e limpar as cabanas, ela nos acompanhou e mostrou tudo. Em alguns momentos me olhava e sorria sedutora. O nome dela era Lía.
“Os dois estão hospedados sozinhos, porque consta uma passageira com o senhor” disse Lía.
“Sim, é minha namorada, mas não viajou” respondi.
Jantamos no resort, sentamos na praia pra curtir a noite e conversar.
“Pena que a Rita não pôde vir, agora você tá preso com a sua velha” minha mãe disse.
“É, só faltou chamar de coroa, murcha e gorda” respondi.
“Obrigada, é legal ouvir isso de um filho” ela disse, fazendo biquinho.
“Mãe, você não ter paciência com os caras que cruzam seu caminho não significa que você seja velha, e muito menos coroa, murcha e gorda. Te garanto que a Rita, se te visse de biquíni, se sentiria ofuscada por você.”
“Ah, para, não me enche” ela respondeu.
“Você sabe o que significa MILF, não se faz de sonsa. Você é uma MILF perfeita.”
“Epa, pesado o que você tá falando, meio apimentado.”
“Mas é o que eu penso.”
Ela ficou calada, pensando no que eu tinha dito.
Na manhã seguinte, cansado da viagem, acordei tarde. Coloquei a sunga em cima da cama de casal e uma toalha pra me secar quando saísse do chuveiro. Fiquei um tempão debaixo do chuveiro. Me enxuguei um pouco com a toalha do banheiro, pendurei ela e saí do banheiro. Minha surpresa foi grande quando descobri que no meu quarto estava a Lía, começando a limpar.
Foi tanta surpresa que nem pensei em me cobrir. Ela me olhou, sorriu e disse:
“Bom dia, não sabia que o senhor estava no chuveiro, desculpe. Posso voltar depois, fique tranquilo.” Disse, quase sem tirar os olhos da minha pica.
“Hã, bom, se quiser, não tem problema” falei confuso.
“A menos que o senhor precise de algo da minha parte” ela disse sem levantar o olhar.
“Talvez pegar a toalha pra mim seria um bom gesto da sua parte” falei, já mais calmo.
A toalha estava a centímetros da minha perna, era só esticar o braço e pegar.
“Sim, claro, um prazer poder dar um bom atendimento a um cliente como o senhor.”
Ela se aproximou até ficar a milímetros de mim, pegou a toalha. E me olhou sorrindo. Sem tirar os olhos dos meus, começou a secar meu pau.
“Secar os clientes não está incluído no serviço, mas neste caso, garanto que será um prazer pra mim.”
Continuou e, quando ficou bem duro, se abaixou e começou a chupar com gosto. Eu, de pé, só consegui me posicionar pra poder pegar na bunda dela e na buceta por baixo da saia do uniforme. Já tava molhada, e tinha um corpo de louco, como a maioria das mulheres do Caribe. Me chupou e chupou até eu gozar na boca dela. Passou a língua nos lábios, arrumou o uniforme e, indo em direção à porta, disse:
“Espero que tenha sido do seu agrado. Se não, depois me avisa que eu vejo como resolver.”
“Valeu, vou pensar. Qualquer coisa te falo.”
Era o paraíso total: acordar com uma mulher gostosa me fazendo gozar com a boca dela, e naquele paraíso, com as cortinas abertas, vendo o azul do oceano.
Minha mãe tava sentada na varanda da cabana dela, pensativa. Fui chamar ela pra tomar café.
“Oi, linda, como cê tá?”
“Oi, bem, filho.”
“O que foi? Cê tava tão pensativa olhando o mar, até juraria que tava falando sozinha.”
“Nada, filho, só pensando. Viu que lindo que é esse lugar? Igual nas fotos”, ela disse.
“É, tomara que a gente pudesse trabalhar aqui o ano inteiro.”
“É, principalmente pelo serviço que oferecem, né? Viu que bom? Mas descobri que alguns clientes são tratados melhor que outros, até conferem se lavaram direitinho as partes, com a cara bem colada…” ela falou, rindo.
“Você… viu, entendi.”
“Pena que não tem homens pra dar um serviço parecido pras passageiras”, ela disse, e saiu correndo pra entrar no mar. Tava de maiô inteiro que fazia ela parecer espetacular.
Fui atrás e entrei no mar atrás dela. Brincamos na água, jogamos água um no outro, nos empurramos e, em alguns movimentos, rolou uns roces.
Eu tava feliz de poder curtir com ela, passar tempo junto. Fazia muito tempo que a gente não fazia isso, só o café depois da academia.
Num momento, Ela ficou olhando o horizonte do mar e eu abracei ela por trás.
Coloquei meu rosto junto ao dela e falei:
"Te amo, véia, obrigado por esses dias juntos. Quase que fico feliz que a Rita não veio."
"E eu também, Tim, filho, mas você é malvado, coitada da Rita."
"É que assim eu sou tudo pra você", falei, sem nenhum sentido duplo.
Eu continuei abraçando ela e ficamos em silêncio. Sinceramente, não sei quanto tempo passamos abraçados. O silêncio foi quebrado pela minha mãe.
"Tim, cuidado, acho que ou você foi picado por algo ou alguma coisa entrou na sua sunga", ela disse se afastando.
Eu, com inocência ingênua, me olhei e só vi meu pau completamente duro.
"Tá vendo? Ele também acha que você é uma MILF", falei pra rebater a brincadeira dela.
"Tim, você é um animal, como você me fala uma coisa dessas?"
"Por meio segundo, esquece que sou Tim, seu filho. Isso não te faz sentir bem, orgulhosa, desejada, que um cara de 25 anos, um 'guy' como você diz, fique com uma ereção daquelas só por estar encostado em você?"
Ela me olhou tão séria que pensei que tinha ficado brava, se desviou de mim, voltou pra areia, sentou na espreguiçadeira e se reclinou pra pegar sol. Fui e fiz o mesmo. Quase como um sussurro, ouvi ela dizer:
"Sim, claro que sim."
Fomos almoçar e passear pela cidade. Compramos várias coisas, besteiras, e voltamos pras cabanas. Quando o sol estava se pondo, ela disse que não ia jantar, mas que ia pedir pra trazerem um drink caribenho com rum que ela nunca tinha provado. Trouxeram e ela gostou muito. Depois de um tempo, eu decidi que também não queria jantar, só pedi um sanduíche, uma cerveja, e ela aproveitou pra pedir outro drink.
Quando retiraram o serviço, ela pediu mais um.
"O que foi? Nunca te vi beber tanto assim."
"É que é muito gostoso, e juro que não dá pra sentir o álcool."
Desde de manhã, essas tinham sido as únicas palavras dela. Mas parece que o terceiro drink deu coragem pra ela falar.
"Como mulher, é gostoso que um homem fique excitado com a gente. Sabe quanto tempo faz que um homem não me mostra o tesão dele assim? Muito. E a gente pensa que já não tem mais aquela magia, e cada dia é pior, e até não quer ficar com homens pra não sentir isso.
E agora, que tô no topo, que ganho o que nunca pensei ganhar, que tenho um corpo bom, que me mantenho em forma, que me visto e me maquio bem, que não preciso mais tomar remédio, nada. Nem um único orgasmo com um homem em anos.
Me desculpa, não sei por que tô te contando isso. No fim das contas, tô contando pra meu filho minhas desventuras sexuais.
“Acho e sinto que agora sou mais um amigo. Sério. Claro, quando nasci, a diferença de idade era gritante, mas agora, a gente caminha junto e bem que podia ser um casal. Acho que isso te dá confiança. Você me vê como homem, não como filho.”
“É que você já é um homem. Valeu, amigo, por me ouvir.”
“De nada, Su.” falei, usando o nome dela pela primeira vez.
Pediu a quarta dose e eu a primeira. Enquanto esperávamos as bebidas, fui ao banheiro da minha cabana. Tava quase saindo quando bateram na porta. Abri e era ela com as duas doses. Sem me deixar falar nada, entrou na minha cabana. Colocou as doses numa mesa e se ajoelhou na minha frente. Tirou minha sunga e respirou fundo, e começou a chupar meu pau. Vi a mão dela descer e se acariciar na buceta dela, puxando a sunga de lado.
Baixei as alças e a parte de cima da sunga dela, ela ajudava com os braços. Os peitos dela, redondos e firmes, sem cirurgia, tinham um brilho quase juvenil. Ela tava gozando, pelas palavras dela, pela primeira vez em anos.
Levantei ela, e deitei na cama. Ergui as pernas dela, e comecei a chupar o clitóris dela, meus dedos procuravam o ponto G, entrando e saindo. A respiração dela ficava ofegante, ela gemia e suspirava. Senti claramente um orgasmo forte. Surpreendendo ela, levei minha língua até o cu dela, brincava com ele, apertava com a língua e soltava. Cada movimento era um gemido. Quando fui colocar um dedo, ela disse:
“Não, nunca…”
Não insisti, respeitei. Voltei pra buceta dela e tirei outro orgasmo. Fui beijar seus peitos e mamilos, e lentamente fui aproximando meu pau até a buceta dela. Fui penetrando devagar, deixando ela aproveitar aquele momento sem sentir dor. Aos poucos, ela foi se abrindo, dando passagem. Ela gemia e suspirava. Meus movimentos aceleraram, ela mexia o quadril no mesmo ritmo, acompanhando, e usava os músculos para apertar meu pau e soltar. Claro que ela sabia direitinho como buscar o próprio prazer e o do parceiro.
Ela gozou e pediu para subir em mim. Virou de costas, pegou meu pau e enfiou na buceta dela. Rodava o quadril, pra frente e pra trás, buscando se sentir cheia. Uns orgasminhos faziam ela beliscar os próprios peitos. Mudou o ritmo, agora subia e descia.
Ela se virou pra me olhar e mordeu os lábios. Estendeu a mão e pegou a minha. Levou meus dedos à boca e chupou um por um, me encarando enquanto subia e descia. Pegou meu indicador e levou até o cu dela. Ficou parada e foi enfiando devagar, até enterrar tudo. Começou a se mexer de novo, deixando meu dedo parado. Ela mesma se penetrava com meu pau e meu dedo. Depois de um tempo, tirou e chupou os dedos de novo. Quando molhou bem, pegou dois e fez a mesma coisa. Soltou minha mão e se movia, se acabando de prazer.
Sem pensar, bati na bunda dela com a mão. Ela deu um pulo e gemeu alto, e os movimentos aceleraram. Dei outra palmada, e o efeito foi o mesmo. Ela gozou de novo e desceu. Assim como eu tinha feito com ela, levantou minhas pernas e começou a chupar meu pau. Com uma mão, me masturbava bem devagar, e beijava minhas bolas. A língua foi descendo devagar até meu cu. Aquilo dava uma eletricidade do caralho. Molhou bem meu cu e enfiou um dedo.
Nenhuma mulher, muito menos homem, tinha feito aquilo antes, e foi tão rápido que quando percebi, já estava lá dentro. Ela me olhou com muita safadeza, me encarando enquanto lambia meu pau e o dedo dela achava o que procurava: minha próstata. Meu pau pela primeira vez superou qualquer tamanho, em comprimento e grossura. Tava vermelho e fenomenalmente duro.
Ela umedeceu os dedos e eu não consegui ver onde enfiou. Subiu de novo, mais uma vez de costas pra mim. Pegou ele, me olhou e, sem parar, aproximou do cu dela, e foi descendo pra eu meter. Um grito abafado com um gemido intenso marcou que já tava dentro. Com movimentos lentos e contínuos, conseguiu enfiar tudo. Ao fazer isso, e sem tirar o olhar de mim, pediu:
“Me bate”
Minha reação não demorou. Dois tapas fortes, um em cada nádega, estouraram. Ela aumentou a velocidade e pediu mais, e conseguiu o que queria. Os próximos ela não precisou pedir; quando pela força dos meus golpes percebeu que eu tava perto de gozar, senti ela enfiar pelo menos três dedos na própria buceta.
Gozamos juntos, ela deitou um momento no meu peito, depois virou e se deitou ao meu lado.
Ela sentou com as pernas cruzadas, me olhando. Me fez um carinho e começou a falar:
“Se agora você estourar minha cara de um tapa ou um soco, vai ser compreensível. Sou sua mãe e quase te estuprei. Eu sei. E… não me arrependo. Não me arrependo porque em nenhum momento te vi como meu filho, só como um cara que me deixou com tesão e eu nele.
E não me arrependo dos orgasmos que você me deu, do prazer que me fez sentir, nem mesmo de ter entregado meu cu pela primeira vez. Até por ali você me deu prazer.
Também quero te dizer que com sua conversa e o que rolou agora, você levantou minha autoestima exponencialmente. Voltei a me sentir mulher. Mulher, nada menos.
Seu tapa não vem, e pode ser por respeito. Esse que talvez você sinta que perdeu, mas que guarda por mim.
Só duas palavras me restam: Obrigada por me fazer voltar a me querer um pouco e Desculpa se por egoísmo nosso laço se quebra.
Se quiser me dizer algo, te escuto atentamente.”
“Mãe, você é uma amante foda. Não lembro de outra que tenha me comido como você. Espero que seja o começo de uma nova vida.” sexual pra você, experimentando tudo o que quiser, mente aberta, como dizem.
Da minha parte, só me resta dizer que foi um prazer estar na cama com você, Su, e esse seu amigo Tim vai estar sempre aqui pra você.
Depois disso, acompanhei ela até a cabana, demos um beijo na porta e fomos dormir.
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