Fala comunidade, beleza? Esse post é rapidinho, que a gente deixou aqui embaixo, mais um post retrô, porque é uma aventura que a gente teve no Brasil. Acho legal contar pra vocês, são as loucuras que a gente faz com a Adicta, minha parceira de vida, o amor da minha vida. Vocês sabem que a gente é o primeiro casal um do outro. Tipo, eu sou o primeiro namorado dela e ela é minha primeira namorada, a gente se ama e graças a essas loucuras que vou contar, a gente mantém a chama acesa. Em 2019, a gente foi pro Brasil. Sempre que a gente vai de férias, a libido dos dois sobe, a gente transa todo dia. Ver ela de fio dental o dia inteiro faz com que, quando a gente chega no hotel, eu queira me jogar nela e beijar ela toda. Sempre nos dias de praia, passo bronzeador nela, o que me excita pra caralho. Não sei se me excita mais tocar nela, ou os outros olharem enquanto passo protetor naquela raba gigante. Esse dia a gente foi pra uma praia em Bombinhas que chama Tainha (quem já foi pra Bombinhas deve conhecer), e quem foi e não conhece, devia conhecer. É uma praia diferente porque não tem ondas, uma praia cercada por montanhas, sem vento, um mar totalmente calmo. O detalhe é que pra chegar nessa praia, tem que atravessar uma montanha, o Morro do Macaco. A gente foi na nossa caminhada e a Adicta não tava vestida pra ocasião, foi com um vestido bem curtinho, onde aparecia a bunda dela. Aquilo me fazia olhar o tempo todo, e como a gente tava sozinho, sempre dava uma apagada, tipo, o caminho inteiro a mil. De repente, a gente viu umas árvores que tinham um caminho, entramos, a Adicta começou a me chupar, e enquanto me chupava, falava: - hoje vou deixar você com o pau duro o dia inteiro. Como eu amo quando ela fica nessa vibe de guerreira e fala essas coisas, me deixa louco. De repente, a gente ouviu vozes e parou a situação. A gente continuou andando e percebeu que já tava chegando, e antes de curtir a praia, a gente deu uns tragos no baseado, que deixa a Adicta muito carinhosa. Chegamos, nos instalamos na praia, graças a deus chegamos cedo e Conseguimos um lugar bom, pintou aquele pegação. E com o sol brilhando e aquele calorzinho que tava, pintou algo pra beber... SEEEEEEE ESSA CAIPIROSCA... Pintou a primeira, umas 12h mais ou menos. Depois a segunda, pra refrescar fomos na água, e já sabe, se você vai pro mar com sua mina, pintou aquela apertada. E com as caipiroscas, o baseado tava a mil, muito a mil. Esperamos pra transar gostoso, tinha apalpada e amasso com barraca, quando de repente passa uma família perto, e a gente falou que era foda o que a gente tava fazendo. Pintou a terceira. E aí já não importava mais nada. Nisso alugamos uns coletes salva-vidas, como o mar é uma piscina, dá pra ir pro fundo. Nadamos uns 100 metros da praia, ninguém ao redor, muitos beijos. Pintaram aqueles beijos de língua, aqueles beijos que você manda a língua até o fundo. Muita mão no rabo, a gente tava de boa, ninguém por perto. De repente, a Adicta começa a passar a mão na minha pica, com tanto álcool e com a tesão que eu tava, já não ligava mais pra nada. A Adicta me amassava e falava: — Viu, te falei que ia te deixar o dia inteiro com a jeba dura. Mal terminou de falar isso, eu puxei a sunga dela e tentei meter, mas ela não deixava. Sabia que se não comesse ela ali, nunca mais ia ter essa chance. E ataquei o pescoço dela, aquele pescoço que a Adicta fica doida se você beijar. Muito beijo, beijo no pescoço e de novo puxo a sunga, e ela falou: — Tá bom, mas sem meter. Quando encostei meu pau naquela buceta, senti todo o calorzinho dela. Por estar tão longe da costa, a água tava muito fria, e a buceta da Adicta me deu o calor dela. Devagar, vou fazendo mais pressão com meu pau, e aos poucos, bem pouquinho, vou penetrando. Quando metia, sentia todo o calor dela, e quando tirava, recebia o frio da água. Essa troca de temperatura me deixava louco, enquanto isso a Adicta beijava minha orelha toda. De repente passa um barco perto, que não interessou nem um pouco. O coito começou a aumentar Velocidade, a gente tava transando e tinha gente a 30 metros, às vezes eu olhava pra eles e eles olhavam pra gente, e na hora eu tinha que parar a foda, não por vergonha, mas porque sentir que tavam olhando aumentava a excitação. Eu adorava ver a carinha dela gozando e disfarçando a excitação. Beijo o pescoço dela de novo, ela levanta o olhar e vejo como tão nos olhando, senti aquele prazer no pau, aquele prazer de que já vinha. E de repente, a Viciada começa a se mexer mais rápido e todo o meu leite entrou na buceta dela e naquela hora, a Viciada fala pra mim: — Que quentinha tá esse leiteeee!!! — Mais, mais, mais, haaaaaaaaa... E os dois gozamos juntos, depois a vergonha bateu, mais de 2 ou 3 pessoas perceberam que a gente tava fazendo, começamos a rir... E fomos nadar. A VICIADA FICOU BRAVA POR UNS MINUTOS PQ DISSE QUE EU NÃO CUIDEI DELA. QUE O TESÃO ME VENCEU. EM 15 MINUTOS PASSOU. Passamos uma tarde espetacular, e uma fantasia realizada, enquanto a gente andava, a Viciada tava meio solta, porque tava puta da vida, hoje em dia a gente lembra e ri. Convidamos os casais pra contar essa loucura, aquele lugar insólito onde fizeram, ou essa fantasia. Aguardamos os comentários de vocês com muitas histórias. Depois a tarde caiu e lá pras 19h desabou um temporal e ficou pouca gente na praia, e aproveitamos pra tirar essas fotos, que compartilhamos a seguir.















Deixa pontos e comentários, não seja mão de vaca
















Deixa pontos e comentários, não seja mão de vaca
17 comentários - Fer e Adicta: Loucuras de Casal
Buen post
Igual gracias por tu elogio