Te empurrei contra a parede, minhas mãos agarrando seus peitos com uma urgência que beirava a violência, apertando a carne enquanto meus polegares torturavam seus bicos até seus gemidos virarem súplicas.
— Você não vai sair daqui — rosnei, descendo uma mão para massagear seu clitóris com uma pressão selvagem, sentindo sua umidade já escorrendo pelos meus dedos.
Não tinha espaço pra carinho; meus dentes cravaram no teu ombro enquanto eu abria tuas pernas, preparando o terreno pra invasão total que a gente tava pedindo aos berros no meio daquele calor infernal.











A entrada foi um choque de forças; me enfiei na sua buceta com uma estocada profunda enquanto, quase ao mesmo tempo, você sentia a pressão implacável dos meus dedos reivindicando sua entrada anal, esticando você, preparando para o duplo ataque.
O som da nossa carne se chocando era rítmico e sujo, uma música de fluidos e gemidos quebrados. Senti você tremer quando comecei a alternar as estocadas, entrando e saindo com uma fúria animal que te fazia perder o foco dos olhos, enquanto minha mão livre não parava de castigar seu clitóris, te levando à beira de um abismo onde a dor e o prazer já não tinham fronteira.










No auge do caos, quando você já não aguentava mais, te forcei a me receber por trás com uma força bruta que fez você arquear as costas de um jeito desumano.
Senti como seus músculos me prendiam, me sugando pra dentro daquela apertura sufocante enquanto seu próprio prazer explodia num jato selvagem, um squirt violento que encharcou nós dois enquanto seus peitos batiam contra meu peito suado.
Não parei até que minha própria gozada te inundasse, uma descarga quente e grossa que me deixou vazio dentro de ti, deixando só o rastro viscoso da nossa entrega mais crua sobre os lençóis bagunçados.
— Você não vai sair daqui — rosnei, descendo uma mão para massagear seu clitóris com uma pressão selvagem, sentindo sua umidade já escorrendo pelos meus dedos.
Não tinha espaço pra carinho; meus dentes cravaram no teu ombro enquanto eu abria tuas pernas, preparando o terreno pra invasão total que a gente tava pedindo aos berros no meio daquele calor infernal.











A entrada foi um choque de forças; me enfiei na sua buceta com uma estocada profunda enquanto, quase ao mesmo tempo, você sentia a pressão implacável dos meus dedos reivindicando sua entrada anal, esticando você, preparando para o duplo ataque.
O som da nossa carne se chocando era rítmico e sujo, uma música de fluidos e gemidos quebrados. Senti você tremer quando comecei a alternar as estocadas, entrando e saindo com uma fúria animal que te fazia perder o foco dos olhos, enquanto minha mão livre não parava de castigar seu clitóris, te levando à beira de um abismo onde a dor e o prazer já não tinham fronteira.










No auge do caos, quando você já não aguentava mais, te forcei a me receber por trás com uma força bruta que fez você arquear as costas de um jeito desumano.
Senti como seus músculos me prendiam, me sugando pra dentro daquela apertura sufocante enquanto seu próprio prazer explodia num jato selvagem, um squirt violento que encharcou nós dois enquanto seus peitos batiam contra meu peito suado.
Não parei até que minha própria gozada te inundasse, uma descarga quente e grossa que me deixou vazio dentro de ti, deixando só o rastro viscoso da nossa entrega mais crua sobre os lençóis bagunçados.
6 comentários - Terrible verga enorme que detona conchas y culos