
MADONNA
SEXO
SEXO

LIVRO
O lendário livro com as 131 imagens
Erotica
A provocação iniciada em *Justify My Love* continuou em 1992 com *Erotica*, um álbum temático onde Madonna abordava basicamente o sexo e o amor de várias perspectivas, apoiada por sons que misturavam club e cabaré. A produção ficou por conta de Shep Pettibone, que já havia remixado as versões dançantes dos hits anteriores dela, e contou com a colaboração pontual de André Betts. Com a força do novo formato CD, que tinha mais capacidade que o vinil usado até então, Madonna e seus produtores decidiram se estender num álbum complexo em termos de sons, com músicas longas e desenvolvimentos instrumentais. Mas, por algum motivo, o projeto não alcançou o sucesso comercial esperado e, após boas vendas iniciais, despencou rapidamente nas paradas.
A rejeição à "Madonna pornográfica" aumentou com a polêmica redobrada dos projetos paralelos lançados ao mesmo tempo: o livro *Sex* e o filme de suspense erótico *Body of Evidence* (Corpo em Evidência). A intenção de Madonna, segundo ela mesma contou, era violentar ou tensionar as normas impostas pela hipocrisia que ela via na sociedade americana, que não aceita bem tudo relacionado ao sexo, mas consome (em privado) de forma massiva. Também se diz que *Erotica* era um álbum musicalmente ousado demais para aquela época, e que suas inovações teriam sido melhor recebidas uma década depois. Seja como for, Madonna contou com um time brilhante de colaboradores para esses projetos. Tanto no videoclipe do primeiro single, *Erotica*, quanto no livro *Sex*, participaram Ingrid Casares, Naomi Campbell, Joey Stefano, Isabella Rossellini, Tony Ward e Helmut Berger.
A rejeição à "Madonna pornográfica" aumentou com a polêmica redobrada dos projetos paralelos lançados ao mesmo tempo: o livro *Sex* e o filme de suspense erótico *Body of Evidence* (Corpo em Evidência). A intenção de Madonna, segundo ela mesma contou, era violentar ou tensionar as normas impostas pela hipocrisia que ela via na sociedade americana, que não aceita bem tudo relacionado ao sexo, mas consome (em privado) de forma massiva. Também se diz que *Erotica* era um álbum musicalmente ousado demais para aquela época, e que suas inovações teriam sido melhor recebidas uma década depois. Seja como for, Madonna contou com um time brilhante de colaboradores para esses projetos. Tanto no videoclipe do primeiro single, *Erotica*, quanto no livro *Sex*, participaram Ingrid Casares, Naomi Campbell, Joey Stefano, Isabella Rossellini, Tony Ward e Helmut Berger.
O álbum foi lançado em outubro de 1992 junto com o livro Sex.
O disco estreou na posição #2 da Billboard 200, vendendo 167.000 cópias na primeira semana, ficando 53 semanas na parada e chegando a 2 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e 5 milhões no mundo; números notáveis pra qualquer estrela pop, mas abaixo do que Madonna costumava fazer. As novas músicas Deeper and Deeper (Fundo e Fundo), Bye Bye Baby (Tchau, tchau, bebê), Rain (Chuva) e Erotica seriam apresentadas por Madonna em outra turnê polêmica e cheia de treta em 1993, o Girlie Show Tour, onde pela primeira vez Madonna visitou países que não estavam em turnês anteriores, segundo alguns por causa da má recepção que ela tava tendo nos Estados Unidos. Israel, Turquia, Porto Rico, Argentina, Brasil, México e Austrália foram alguns países que ela incluiu nessa turnê. Pela segunda vez, o canal HBO decidiu transmitir em 18 de dezembro de 1993 o show da Madonna no Cricket Ground em Sydney, Austrália. As críticas ao show foram misturadas, e causou uma certa polêmica a inclusão de uma dançarina de topless.



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2 comentários - MADONNA: O Livro do Sexo