Todas essas perguntas e seus segredos mais íntimos numa super enquete com as deusas argentinas.
Quantas vezes você transou no último ano?
Com que idade foi sua primeira vez?
Quanto tempo você ficou sem transar?
Qual foi sua melhor e pior vez?
COMO ELAS FAZEM O POSSÍVEL PRA FUDER NOSSA CABEÇA MEU DEUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Karina Jelinek
“Faria todo dia”
“Se pudesse, faria todo dia. Não é a coisa mais importante da minha vida, mas eu amo de verdade. E queria chegar, um dia, a um milhão de vezes. Tô há três anos namorando, e como ele é tão sensual quanto eu, a gente transa seis vezes por semana. Meu maior período de abstinência? Seis meses. Mas superei de boa. Nesse tempo, percebi que consigo viver sem homem. Minha melhor experiência? Em Miami, com meu namorado. Nunca tive tanta química com um cara. Jantamos, fomos dançar, tomamos champanhe, e a gente se soltou completamente. Ele acendeu velas, o clima ajudou, e o lugar também: era um dos melhores hotéis dos Estados Unidos. Se aquele quarto falasse…”
Pamela David
“Não tive nem quarentena!”
“Eu e Bruno concordamos que não existe dia sem sexo, a não ser quando viajamos a trabalho. Nem quarentena teve, porque o parto foi cesárea! A melhor vez? Justo na sexta passada, porque a gente ficou brincando um pouco, e nos divertimos pra caralho. Com Bruno, a cada dia a gente fica mais à vontade, então não tem mais inibição. Minha maior abstinência foi de dois meses e 26 dias, o tempo que fiquei no El Bar, o reality da Améyummy TV. Minha pior noite? No meu aniversário de 2002. Tava solteira, e minhas amigas insistiram pra eu dar bola pra um cara que era gato. Mas quando fiquei sozinha com ele, me arrependi na hora. O tamanho era minúsculo! Irrecuperável.”
Wanda Nara
“Sexo casual me dá nojo”
“Quando comecei a sair com o Maxi (López, jogador de futebol, ex-River), quebrei uma abstinência de 10 meses. Mas depois de um mês, o Maxi viajou pra Espanha. Mesmo assim, a gente falava pra caramba por telefone. O recorde foi cinco horas e meia, com conversas quentes inclusas. Antes do Maxi, não encontrava um homem pra mim, e sexo casual me dá nojo. Eu me virava sozinha, ha, ha. Minha primeira vez? Aos 19 anos, com meu primeiro namorado, que tinha 35. Era o dono da agência de carros onde comprei meu Mini Cooper. A gente já vinha Muitas carícias, mas não passava daí… até que passou. Minha melhor vez? Recentemente, quando o Maxi veio me visitar. Foi uma maratona de 16 horas. Não vivo transando, mas o vídeo mostra que quando eu quero alguém, sou muito boa, né?”
Luciana Salazar
“Com dois brasileiros ao mesmo tempo”
“Enquanto participava do Bailando por un sueño, não tava afim de nada, chegava morta em casa. Mas depois recuperei o tempo perdido nas minhas férias. Transei quase todo dia. Com quem? Isso nunca vou contar. Minha estreia foi aos 18 anos, com meu segundo namorado, no campo. Me preparei pra ocasião, com todos os apetrechos, cinta-liga incluída. A pior vez foi em Punta del Este, com um mexicano que era lindo, mas quando fomos intimar… ele me disse que era virgem! Coitado, durou um segundo… A melhor vez? Recentemente, em Nova York, com dois brasileiros que são irmãos. Muito bem dotados, por sinal. Realizei uma fantasia ao ficar com os dois juntos.”
Sabrina Rojas
“Quando não transei, engordei”
“Com o Juampi a gente faz love entre três e quatro vezes por semana, exceto quando ficamos longe por causa do trabalho. Minhas melhores vezes são as atuais, porque conforme vou crescendo, curto com mais plenitude. Minha pior vez? Alguma que transei sem vontade, depois de me correrem pela casa toda, ha, ha. Minha estreia foi aos 16 anos, com um namorado de 24. Foi bom. Antes tínhamos tentativas fracassadas, interrompidas por mim. Minha maior abstinência foi de 8 meses, aos 19 anos. Minhas amigas falavam ‘como você aguenta?’ E a verdade é que não foi difícil. Só que engordei 5 quilos, que perdi quando voltei a fazer love…”
Victoria Vanucci
“Minha melhor vez foi em Búzios”
“Menos nas últimas três semanas, que não ficamos juntos, com meu parceiro fomos muito sexuais. E como estávamos sempre juntos, a gente transava três vezes por semana no mínimo, e cinco vezes no máximo. Minha estreia atrasou por causa do tênis, aos 17. Mas depois me atualizei! Como foi? Horrendo… Não fazia ideia de nada. Na verdade, a única coisa que sentia era medo. Foi tão feio que num momento eu desabei a chorar. Minha melhor vez? Com um ex-parceiro, em Búzios. Não fizemos outra coisa! O calor do Brasil, o aconchego do lugar… Mmmm… Aconteceu tudo o que podia acontecer. No hotel, na praia, na piscina. Definitivamente inesquecível. A pior? A primeira. Não pelo rapaz, que aguentou firme como um duque, mas pela situação”.
Ximena Capristo
“Minha primeira vez foi horrível”
“Com o Gustavo (Conti, seu parceiro), a média é de quatro a cinco vezes por semana. Minha estreia foi aos 15 anos, com meu primeiro namorado, na casa do irmão mais velho dele. Foi horrível, porque eu tinha muitas inseguranças. A gente namorava há oito meses, e depois continuamos por mais um mês. Com certeza, não ter transado influenciou. Minha maior abstinência foi de dois anos e meio, depois do meu primeiro relacionamento. Era outra época, em que não se falava de sexo e parecia proibido fazer isso sendo tão jovem. Minha melhor vez? Todas as que estou com meu parceiro. E minha pior vez, sem dúvida, foi a primeira”.
Fernanda Vives
“A melhor: num jipe”
“Com a Tota, tentamos viver nossa intimidade todos os dias, somos muito sexuais. Mas, né, às vezes não dá… Nossa média é de quatro a cinco dias por semana. Minha maior abstinência? No verão de 2004, enquanto estava de temporada, foram dois meses que sofri pra caramba, dava pra ver meu mau humor. A melhor vez foi com a Tota, em cima de um jipe, em Aruba. A pior foi no quincho da minha chácara, em cima de uma mesa. Levantei e não percebi que o ventilador estava ligado… Enfiei uma das pás no nariz e fui parar no hospital!”.
Eva Anderson
“No mar, adorei!”
“Fiquei namorando até fevereiro com o Fabrizio, e a gente transava entre três e quatro vezes por semana. Desde que terminamos, tiveram muitos reencontros, uns 30… Minha maior abstinência? Um ano e meio, aos 21, quando terminei com meu primeiro namorado. Não queria saber de homem nenhum!” Homens! Minha estreia foi aos 19, minhas colegas de escola me zuavam porque eu era a única virgem. A melhor lembrança que tenho é de Caraguatatuba, no Brasil: a gente transou no mar, de dia, e com gente olhando, adorei! A pior foi com um ex-namorado… Vê se pode ter sido uma experiência tão ruim que eu só soube do que a gente tinha feito porque ele me contou quando acordei, nem percebi!”.
Mariana de Melo
“Não confio mais em homens”
“Comigo a conta é muito fácil: faz dez meses que me separei do meu marido, e faz dez meses que não transo, então posso contar só esses dois meses que faltam. Minha separação me afetou muito, já não confio em homens como antes, e não precisei sair pra procurar um novo relacionamento. Minha primeira vez foi aos 17 anos, com meu primeiro namorado, em Misiones… A gente transou na casa dele, quando a mãe dele saiu. A melhor? Com meu ex, na Alemanha, vendo nevar pela janela. E a pior foi com um cara que não conseguiu, coitado… Mas ele se vingou depois e foi muito bem, haha”.
Quantas vezes você transou no último ano?
Com que idade foi sua primeira vez?
Quanto tempo você ficou sem transar?
Qual foi sua melhor e pior vez?
COMO ELAS FAZEM O POSSÍVEL PRA FUDER NOSSA CABEÇA MEU DEUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Karina Jelinek
“Faria todo dia”
“Se pudesse, faria todo dia. Não é a coisa mais importante da minha vida, mas eu amo de verdade. E queria chegar, um dia, a um milhão de vezes. Tô há três anos namorando, e como ele é tão sensual quanto eu, a gente transa seis vezes por semana. Meu maior período de abstinência? Seis meses. Mas superei de boa. Nesse tempo, percebi que consigo viver sem homem. Minha melhor experiência? Em Miami, com meu namorado. Nunca tive tanta química com um cara. Jantamos, fomos dançar, tomamos champanhe, e a gente se soltou completamente. Ele acendeu velas, o clima ajudou, e o lugar também: era um dos melhores hotéis dos Estados Unidos. Se aquele quarto falasse…”
Pamela David
“Não tive nem quarentena!”
“Eu e Bruno concordamos que não existe dia sem sexo, a não ser quando viajamos a trabalho. Nem quarentena teve, porque o parto foi cesárea! A melhor vez? Justo na sexta passada, porque a gente ficou brincando um pouco, e nos divertimos pra caralho. Com Bruno, a cada dia a gente fica mais à vontade, então não tem mais inibição. Minha maior abstinência foi de dois meses e 26 dias, o tempo que fiquei no El Bar, o reality da Améyummy TV. Minha pior noite? No meu aniversário de 2002. Tava solteira, e minhas amigas insistiram pra eu dar bola pra um cara que era gato. Mas quando fiquei sozinha com ele, me arrependi na hora. O tamanho era minúsculo! Irrecuperável.”
Wanda Nara
“Sexo casual me dá nojo”
“Quando comecei a sair com o Maxi (López, jogador de futebol, ex-River), quebrei uma abstinência de 10 meses. Mas depois de um mês, o Maxi viajou pra Espanha. Mesmo assim, a gente falava pra caramba por telefone. O recorde foi cinco horas e meia, com conversas quentes inclusas. Antes do Maxi, não encontrava um homem pra mim, e sexo casual me dá nojo. Eu me virava sozinha, ha, ha. Minha primeira vez? Aos 19 anos, com meu primeiro namorado, que tinha 35. Era o dono da agência de carros onde comprei meu Mini Cooper. A gente já vinha Muitas carícias, mas não passava daí… até que passou. Minha melhor vez? Recentemente, quando o Maxi veio me visitar. Foi uma maratona de 16 horas. Não vivo transando, mas o vídeo mostra que quando eu quero alguém, sou muito boa, né?”
Luciana Salazar
“Com dois brasileiros ao mesmo tempo”
“Enquanto participava do Bailando por un sueño, não tava afim de nada, chegava morta em casa. Mas depois recuperei o tempo perdido nas minhas férias. Transei quase todo dia. Com quem? Isso nunca vou contar. Minha estreia foi aos 18 anos, com meu segundo namorado, no campo. Me preparei pra ocasião, com todos os apetrechos, cinta-liga incluída. A pior vez foi em Punta del Este, com um mexicano que era lindo, mas quando fomos intimar… ele me disse que era virgem! Coitado, durou um segundo… A melhor vez? Recentemente, em Nova York, com dois brasileiros que são irmãos. Muito bem dotados, por sinal. Realizei uma fantasia ao ficar com os dois juntos.”
Sabrina Rojas
“Quando não transei, engordei”
“Com o Juampi a gente faz love entre três e quatro vezes por semana, exceto quando ficamos longe por causa do trabalho. Minhas melhores vezes são as atuais, porque conforme vou crescendo, curto com mais plenitude. Minha pior vez? Alguma que transei sem vontade, depois de me correrem pela casa toda, ha, ha. Minha estreia foi aos 16 anos, com um namorado de 24. Foi bom. Antes tínhamos tentativas fracassadas, interrompidas por mim. Minha maior abstinência foi de 8 meses, aos 19 anos. Minhas amigas falavam ‘como você aguenta?’ E a verdade é que não foi difícil. Só que engordei 5 quilos, que perdi quando voltei a fazer love…”
Victoria Vanucci
“Minha melhor vez foi em Búzios”
“Menos nas últimas três semanas, que não ficamos juntos, com meu parceiro fomos muito sexuais. E como estávamos sempre juntos, a gente transava três vezes por semana no mínimo, e cinco vezes no máximo. Minha estreia atrasou por causa do tênis, aos 17. Mas depois me atualizei! Como foi? Horrendo… Não fazia ideia de nada. Na verdade, a única coisa que sentia era medo. Foi tão feio que num momento eu desabei a chorar. Minha melhor vez? Com um ex-parceiro, em Búzios. Não fizemos outra coisa! O calor do Brasil, o aconchego do lugar… Mmmm… Aconteceu tudo o que podia acontecer. No hotel, na praia, na piscina. Definitivamente inesquecível. A pior? A primeira. Não pelo rapaz, que aguentou firme como um duque, mas pela situação”.
Ximena Capristo
“Minha primeira vez foi horrível”
“Com o Gustavo (Conti, seu parceiro), a média é de quatro a cinco vezes por semana. Minha estreia foi aos 15 anos, com meu primeiro namorado, na casa do irmão mais velho dele. Foi horrível, porque eu tinha muitas inseguranças. A gente namorava há oito meses, e depois continuamos por mais um mês. Com certeza, não ter transado influenciou. Minha maior abstinência foi de dois anos e meio, depois do meu primeiro relacionamento. Era outra época, em que não se falava de sexo e parecia proibido fazer isso sendo tão jovem. Minha melhor vez? Todas as que estou com meu parceiro. E minha pior vez, sem dúvida, foi a primeira”.
Fernanda Vives
“A melhor: num jipe”
“Com a Tota, tentamos viver nossa intimidade todos os dias, somos muito sexuais. Mas, né, às vezes não dá… Nossa média é de quatro a cinco dias por semana. Minha maior abstinência? No verão de 2004, enquanto estava de temporada, foram dois meses que sofri pra caramba, dava pra ver meu mau humor. A melhor vez foi com a Tota, em cima de um jipe, em Aruba. A pior foi no quincho da minha chácara, em cima de uma mesa. Levantei e não percebi que o ventilador estava ligado… Enfiei uma das pás no nariz e fui parar no hospital!”.
Eva Anderson
“No mar, adorei!”
“Fiquei namorando até fevereiro com o Fabrizio, e a gente transava entre três e quatro vezes por semana. Desde que terminamos, tiveram muitos reencontros, uns 30… Minha maior abstinência? Um ano e meio, aos 21, quando terminei com meu primeiro namorado. Não queria saber de homem nenhum!” Homens! Minha estreia foi aos 19, minhas colegas de escola me zuavam porque eu era a única virgem. A melhor lembrança que tenho é de Caraguatatuba, no Brasil: a gente transou no mar, de dia, e com gente olhando, adorei! A pior foi com um ex-namorado… Vê se pode ter sido uma experiência tão ruim que eu só soube do que a gente tinha feito porque ele me contou quando acordei, nem percebi!”.
Mariana de Melo
“Não confio mais em homens”
“Comigo a conta é muito fácil: faz dez meses que me separei do meu marido, e faz dez meses que não transo, então posso contar só esses dois meses que faltam. Minha separação me afetou muito, já não confio em homens como antes, e não precisei sair pra procurar um novo relacionamento. Minha primeira vez foi aos 17 anos, com meu primeiro namorado, em Misiones… A gente transou na casa dele, quando a mãe dele saiu. A melhor? Com meu ex, na Alemanha, vendo nevar pela janela. E a pior foi com um cara que não conseguiu, coitado… Mas ele se vingou depois e foi muito bem, haha”.
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