Sexo oral na UCA (Paraná)

Foi filmado com um celularEscândalo por vazamento de um vídeo pornográfico entre alunos de colégio particular paranaenseAs autoridades da escola particular Santa Ana, em Paraná, investigavam hoje a denúncia feita por um grupo de pais sobre a divulgação de um vídeo pornográfico onde uma aluna faz sexo oral em um colega de estudo. A diretora do colégio, Graciela Alvarez, admitiu ter recebido a reclamação de um grupo de pais, preocupados com a suposta circulação do vídeo. De acordo com os depoimentos dos denunciantes, o vídeo mostra uma aluna do nono ano fazendo sexo oral em outro estudante, que, segundo as versões, não seria aluno da escola. "Estamos apurando para saber como os fatos aconteceram", disse a diretora ao Canal Once, depois de admitir que já se reuniu duas vezes com os pais e os alunos para tentar esclarecer a denúncia. Aparentemente, o vídeo foi filmado com um celular e depois exibido para alguns garotos da escola na semana passada. Segundo confirmaram ao Canal Once, alunos do colégio, o vídeo de alto teor pornográfico é protagonizado por uma aluna da escola e outro jovem. Além disso, afirmaram que o filme teria sido gravado por um primo do rapaz que está transando com a adolescente. Por causa da divulgação do vídeo polêmico, a jovem foi expulsa há vários dias da escola particular Nº 90 "Santa Ana" de Paraná, segundo afirmam os alunos. Alvarez reconheceu que "sendo dentro da escola, o fato pode ser enquadrado como infração ao Código de Convivência Escolar, há uma norma que estabelece o procedimento para esclarecê-lo, por se tratar de menores", disse em entrevista ao Canal Once. Quanto à divulgação do vídeo, a professora reconheceu que "há muitas versões: falam que um grupo de alunos via a filmagem em volta de um celular, mas são indícios. O que se pode comprovar é que foi trazido para a escola por alunos da escola", explicou Alvarez, que disse ainda que os professores não viram o vídeo e acrescentou que "não temos cópia do mesmo”. Alvarez reconheceu que os envolvidos na polêmica divulgação de um vídeo com alto teor pornográfico “têm direito a se defender”, antes de receberem uma punição. Além disso, esclareceu que para interrogar os alunos sobre a origem do vídeo, os pais precisam estar presentes, já que se trata de alunos menores de idade. “É um processo lento e feito meticulosamente porque envolve menores. Nele, a gente tenta entender o que realmente aconteceu e definir qual a responsabilidade de cada um dos envolvidos, se é que aconteceu”, explicou em entrevista ao Canal Once a diretora da escola particular nº 90 “Santa Ana” de Paraná. A diretora disse que perguntou entre os alunos quem tinha uma cópia do vídeo, mas responderam que, por causa do tipo de celular usado para filmar, não dava pra fazer cópias. A professora esclareceu que, de acordo com os depoimentos, o vídeo foi visto por alguns garotos fora da escola. “Isso não foi nem na escola nem no horário escolar”, reforçou antes de explicar que o que se “busca é resolver isso internamente. Queremos descobrir as intenções, as motivações e pensar em possíveis medidas reparadoras”, finalizou. El Once Digital FONTE: http://www.eloncedigital.com.ar/secciones/departamentales/nota.asp?id=83319

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