Buenos Aires triple X
Faz 15 anos que rola em Barcelona e agora chega pela primeira vez na Argentina. "É um evento cultural", afirmam os organizadores.http://www.ficeb.com/images/images_home.swfPra quem, no videoclube, fica na frente da prateleira dos filmes de suspense, mas na real fica de olho nas "outras". Pra quem, toda vez que o chefe se aproxima, minimiza em milésimos de segundo aqueles corpos pelados que não têm nada a ver com a tarefa dada. Pra quem, em casa, precisa segurar com heroísmo disfarçado de "não fui eu" a acusação de ser o culpado por tanto vírus no PC por causa daqueles sites indiscretos... Não se trata de um comercial antes de um Congresso de Pornografia. Mas poderia ser. Acontece que entre 15 e 18 de novembro, em Costa Salguero, vai rolar pela primeira vez na Argentina o Festival Internacional de Cinema Erótico, uma vertente do homônimo de Barcelona, o mais importante do mundo.
"Há três anos decidimos exportar estrategicamente a marca FICEB. Começamos com o México, onde é um sucesso, depois Lisboa (Portugal) e agora Argentina", explica ao Clarín.com o diretor do Festival de Barcelona, Juli Simón. Segundo o idealizador do encontro pornô, a chegada do evento ao nosso país se deve a três fatores: um interesse puramente de mercado, uma indústria local que eles veem como incipiente e com projeção internacional e, por último, a necessidade de fazer isso no momento certo. Para Marco Torino, dono da produtora Argentinatriplex, o festival vai ser importante, mais do que por um retorno comercial que possa dar, "na medida em que conseguir posicionar na sociedade que isso (o pornô) é um entretenimento para adultos como tantos outros que existem".
É a pornstar argentina e trabalha só na Europa, diz que a Cicciolina pensa em lançá-la como sua sucessora na Itália, é cantora erótica, foi namorada do jogador Diego Placente e vai ser a cara – e o corpo, principalmente – do espetáculo. Elizabeth Maciel, é dela que se trata, imagina o espaço de Salguero lotado de gente. "Vai bombar porque o argentino adora sexo e erotismo. Acho também que vai ter que ter muita... segurança porque nossos homens são passionais e não se contentam em só olhar", alerta. Maciel se baseia no fato de que o FICEB, que este ano chega à sua décima quinta edição, oferece shows de sexo explícito em alguns palcos. Aqui vai acontecer o mesmo? "Não existe um modelo Barcelona que se exporta. Cada um é diferente. Se adapta às características sociológicas de cada país. O da Argentina terá seus próprios conteúdos, atividades, espetáculos. Não nos preocupa tanto que as autoridades fiquem putas, mas sim que a sociedade civil se irrite. Portanto, não vamos violentar a sociedade civil que, por outro lado, é o consumidor", explica Simón.
Nessa linha, Juan Zambrano, produtor de filmes pornô e impulsionador dessa movimentação, esclarece que "há um grande interesse do Ministério da Cultura em como o evento é apresentado. E também existe apoio do INCAA". Mas, o que o festival terá para não virar uma feira de carne? "Estamos convencidos de que é um evento cultural. Tentamos que todas as expressões artísticas relacionadas à sexualidade estejam presentes: cinema, fotografia, literatura, brinquedos, tudo", afirma o catalão. O ator pornô mais importante da Espanha, Nacho Vidal, concorda com essa visão e garante ao Clarín.com que "esses encontros servem para que o pessoal abra a mente e perceba que nessa indústria não existe nenhum tipo de máfia, que todos temos contas a pagar, uma família. Serve pra isso: pra quebrar os preconceitos".
Sobre se é verdadeira essa projeção internacional dos filmes locais que Simón mencionou, Torino afirma que "a qualidade com que se produz na Argentina está muito abaixo do padrão de fora". E define o mercado interno como "péssimo". Conta que "no máximo, uma distribuidora pode comprar um filme e, com sorte, vender mil cópias. Não há uma demanda que justifique fazer um produto de muita qualidade". Por sua vez, o diretor César Jones diz não ter um discurso lacrimogênico. "Nunca vivi o estado larval da indústria ou a condição de baixo orçamento como uma ferramenta de limitação, mas sim como o desafio de transformar isso em potência".
Para Simón, o nível é de "categoria B". "Tem demanda, não tô dizendo que não, mas acho que em breve vamos passar para produtos de classe A e, nisso, o festival vai ajudar, que é uma vitrine pro mundo. Na Espanha, quando começamos em 92, o pornô era totalmente amador, mas a indústria se desenvolveu ao redor do FICEB e se tornou a quarta maior do mundo, atrás dos Estados Unidos, Alemanha e França", completa. Débora Prat, uma atriz loira com silhueta de vedete, acredita que o evento sirva de ponte pra Europa: "É o sonho de toda garota pornstar. É uma boa maneira de cada uma ter a chance de se conectar com gente importante, de produções de fora". Pra conseguir isso, Maciel explica a receita que inclui doses de boa aparência, uma cara sexual e um corpo gostoso. "E elas têm que gostar de sexo. Isso é profissionalismo e prazer. Argentina vai ser a capital do pornô na América Latina", conclui.
Fonte:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://www.clarin.com/diario/2007/07/25/conexiones/t-01464043.htm[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfMais info em:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfAqui deixo uns vídeozinhos do último festival:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://pornotube.com/media.php?m=48185[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swf
[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://pornotube.com/media.php?m=1307443[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swf
[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://www.megarotic.com/?v=G54G5KM9[/swf]
Faz 15 anos que rola em Barcelona e agora chega pela primeira vez na Argentina. "É um evento cultural", afirmam os organizadores.http://www.ficeb.com/images/images_home.swfPra quem, no videoclube, fica na frente da prateleira dos filmes de suspense, mas na real fica de olho nas "outras". Pra quem, toda vez que o chefe se aproxima, minimiza em milésimos de segundo aqueles corpos pelados que não têm nada a ver com a tarefa dada. Pra quem, em casa, precisa segurar com heroísmo disfarçado de "não fui eu" a acusação de ser o culpado por tanto vírus no PC por causa daqueles sites indiscretos... Não se trata de um comercial antes de um Congresso de Pornografia. Mas poderia ser. Acontece que entre 15 e 18 de novembro, em Costa Salguero, vai rolar pela primeira vez na Argentina o Festival Internacional de Cinema Erótico, uma vertente do homônimo de Barcelona, o mais importante do mundo.
"Há três anos decidimos exportar estrategicamente a marca FICEB. Começamos com o México, onde é um sucesso, depois Lisboa (Portugal) e agora Argentina", explica ao Clarín.com o diretor do Festival de Barcelona, Juli Simón. Segundo o idealizador do encontro pornô, a chegada do evento ao nosso país se deve a três fatores: um interesse puramente de mercado, uma indústria local que eles veem como incipiente e com projeção internacional e, por último, a necessidade de fazer isso no momento certo. Para Marco Torino, dono da produtora Argentinatriplex, o festival vai ser importante, mais do que por um retorno comercial que possa dar, "na medida em que conseguir posicionar na sociedade que isso (o pornô) é um entretenimento para adultos como tantos outros que existem".
É a pornstar argentina e trabalha só na Europa, diz que a Cicciolina pensa em lançá-la como sua sucessora na Itália, é cantora erótica, foi namorada do jogador Diego Placente e vai ser a cara – e o corpo, principalmente – do espetáculo. Elizabeth Maciel, é dela que se trata, imagina o espaço de Salguero lotado de gente. "Vai bombar porque o argentino adora sexo e erotismo. Acho também que vai ter que ter muita... segurança porque nossos homens são passionais e não se contentam em só olhar", alerta. Maciel se baseia no fato de que o FICEB, que este ano chega à sua décima quinta edição, oferece shows de sexo explícito em alguns palcos. Aqui vai acontecer o mesmo? "Não existe um modelo Barcelona que se exporta. Cada um é diferente. Se adapta às características sociológicas de cada país. O da Argentina terá seus próprios conteúdos, atividades, espetáculos. Não nos preocupa tanto que as autoridades fiquem putas, mas sim que a sociedade civil se irrite. Portanto, não vamos violentar a sociedade civil que, por outro lado, é o consumidor", explica Simón.
Nessa linha, Juan Zambrano, produtor de filmes pornô e impulsionador dessa movimentação, esclarece que "há um grande interesse do Ministério da Cultura em como o evento é apresentado. E também existe apoio do INCAA". Mas, o que o festival terá para não virar uma feira de carne? "Estamos convencidos de que é um evento cultural. Tentamos que todas as expressões artísticas relacionadas à sexualidade estejam presentes: cinema, fotografia, literatura, brinquedos, tudo", afirma o catalão. O ator pornô mais importante da Espanha, Nacho Vidal, concorda com essa visão e garante ao Clarín.com que "esses encontros servem para que o pessoal abra a mente e perceba que nessa indústria não existe nenhum tipo de máfia, que todos temos contas a pagar, uma família. Serve pra isso: pra quebrar os preconceitos".
Sobre se é verdadeira essa projeção internacional dos filmes locais que Simón mencionou, Torino afirma que "a qualidade com que se produz na Argentina está muito abaixo do padrão de fora". E define o mercado interno como "péssimo". Conta que "no máximo, uma distribuidora pode comprar um filme e, com sorte, vender mil cópias. Não há uma demanda que justifique fazer um produto de muita qualidade". Por sua vez, o diretor César Jones diz não ter um discurso lacrimogênico. "Nunca vivi o estado larval da indústria ou a condição de baixo orçamento como uma ferramenta de limitação, mas sim como o desafio de transformar isso em potência".
Para Simón, o nível é de "categoria B". "Tem demanda, não tô dizendo que não, mas acho que em breve vamos passar para produtos de classe A e, nisso, o festival vai ajudar, que é uma vitrine pro mundo. Na Espanha, quando começamos em 92, o pornô era totalmente amador, mas a indústria se desenvolveu ao redor do FICEB e se tornou a quarta maior do mundo, atrás dos Estados Unidos, Alemanha e França", completa. Débora Prat, uma atriz loira com silhueta de vedete, acredita que o evento sirva de ponte pra Europa: "É o sonho de toda garota pornstar. É uma boa maneira de cada uma ter a chance de se conectar com gente importante, de produções de fora". Pra conseguir isso, Maciel explica a receita que inclui doses de boa aparência, uma cara sexual e um corpo gostoso. "E elas têm que gostar de sexo. Isso é profissionalismo e prazer. Argentina vai ser a capital do pornô na América Latina", conclui.
Fonte:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://www.clarin.com/diario/2007/07/25/conexiones/t-01464043.htm[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfMais info em:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfAqui deixo uns vídeozinhos do último festival:[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swfhttp://pornotube.com/media.php?m=48185[/swf]http://www.ficeb.com/images/images_home.swf
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7 comentários - Boa notícia, poringeros!