As referências à qualidade do sêmen são constantes desde a publicação, no British Medical Journal, de uma pesquisa que concluiu que, nos últimos 50 anos, os homens reduziram em 50% a quantidade de espermatozoides por milímetro de ejaculado – passando de 113 milhões para 66 milhões. E parece que o esperma dos espanhóis perdeu qualidade num ritmo parecido com o do resto dos europeus; na escassez de espermatozoides, os espanhóis não ficam atrás.
O Instituto de Reprodução CEFER, que tem dados de parâmetros seminais de jovens candidatos a doadores de sêmen desde 1977, estudou o volume, a mobilidade e a concentração espermática em 3000 jovens candidatos a doadores de sêmen. Resultado do estudo: menos espermatozoides e com menor mobilidade. Além disso, nesses 30 anos, dobrou o número de candidatos que não cumprem os requisitos mínimos da OMS. – A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que um sêmen deve ter no mínimo 20 milhões de espermatozoides por mililitro ejaculado.
A razão dessa diminuição dos espermatozoides entre os homens do mundo desenvolvido tem sido atribuída a várias causas. Parece que a industrialização não faz bem a criaturas tão delicadas. Múltiplas substâncias químicas liberadas no ambiente – parecem ter um efeito nocivo sobre a fertilidade masculina.
Há argumentos com tons sociobiológicos e muita má vontade, que atribuem essa diminuição ao declínio do macho como espécie, que está perdendo sua função reprodutiva porque cada vez é menos necessário na sobrevivência da espécie, já que a fertilização assistida já é realidade e a clonagem parece estar logo ali na esquina.
O Instituto de Reprodução CEFER, que tem dados de parâmetros seminais de jovens candidatos a doadores de sêmen desde 1977, estudou o volume, a mobilidade e a concentração espermática em 3000 jovens candidatos a doadores de sêmen. Resultado do estudo: menos espermatozoides e com menor mobilidade. Além disso, nesses 30 anos, dobrou o número de candidatos que não cumprem os requisitos mínimos da OMS. – A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que um sêmen deve ter no mínimo 20 milhões de espermatozoides por mililitro ejaculado.
A razão dessa diminuição dos espermatozoides entre os homens do mundo desenvolvido tem sido atribuída a várias causas. Parece que a industrialização não faz bem a criaturas tão delicadas. Múltiplas substâncias químicas liberadas no ambiente – parecem ter um efeito nocivo sobre a fertilidade masculina.
Há argumentos com tons sociobiológicos e muita má vontade, que atribuem essa diminuição ao declínio do macho como espécie, que está perdendo sua função reprodutiva porque cada vez é menos necessário na sobrevivência da espécie, já que a fertilização assistida já é realidade e a clonagem parece estar logo ali na esquina.
5 comentários - ¿Qué pasa con la fertilidad masculina? (leer)