Relatos II

Fala galera, vou postar mais um relato já que o outro foi aceito por uns e por outros mais ou menos... espero que opinem e me digam se essa vibe encaixa... Além disso, essa história pode acontecer com qualquer um de nós..!! Valorizem o esforçoPrimeira Experiência OralLembro muito bem, era uma manhã bem quente, quase no começo das férias de verão. Um grupinho de meninos e meninas tinha passado a manhã inteira zoando, "isso e aquilo", quase todo mundo já estava na sala, menos alguns que tinham matado aula e outros, como eu, que sempre chegavam atrasados... Antes de entrar, fui no banheiro beber água, e qual não foi minha surpresa quando me virei pra ir embora e ele estava lá. Era moreno, olhos castanhos e um corpo meio atlético. Eu tinha 16 e ele, acho, 19. No começo, achei que era brincadeira, porque era super comum meninos e meninas circularem pelos banheiros uns dos outros, principalmente quando as férias de verão chegavam. A gente fazia isso pra rir, só pra se divertir com as caras de susto que alguns faziam. Além disso, era um ponto de encontro: "vamos nos encontrar nos banheiros da escola às 7:30 e às 7:45 todo mundo vai pra praia!" Então, não me assustei até ele me encurralar contra a pia e começar a me beijar. Ele colocou os lábios nos meus, entreabertos, e enfiou a língua quente e molhada, acariciando a minha e saboreando ela... A primeira coisa que fiz foi tentar tirar ele de cima de mim. Quando consegui, ele disse que sentia muito, que tinha sido um idiota e que me perdoasse. E eu perdoei, falei que não tinha problema, mas que não queria que ele fizesse de novo. Prendi o cabelo e fui pra aula. Passei o resto do dia nas nuvens, aquele beijo tinha me deixado toda boba. A verdade é que ainda dava pra contar nos dedos quantas vezes tinha sido beijada, e toda vez que lembrava como ele tinha me abordado no banheiro, eu ficava vermelha e o calor ficava insuportável. Meus bicos dos peitos ficavam durinhos e um fogo parecia queimar por dentro. O resto da semana passei evitando ele, o que era bem difícil porque a janela da sala dele e a minha ficavam de frente uma pra outra, ou seja, eu tinha que ver ele durante as aulas e depois no pátio. A situação tava meio desconfortável, porque no fundo... Eu tinha adorado ele me beijar sem pedir, a verdade é que eu sentia muita atração por ele, lembrava do gosto da boca dele me beijando, do calor dele, do peito dele contra o meu... enfim, eu gostava dele apesar da situação agressiva. Eu tentava não olhar nem falar com ele, mas ele parecia muito interessado em me contatar de alguma forma, então no final ele conseguiu. Estávamos todos fora da aula e ele se aproximou de mim e começou a falar comigo, pediu desculpas várias vezes e me perguntou se eu queria sair com ele. Eu disse que teria que pensar, ele disse que tudo bem. No dia seguinte ele me perguntou de novo e eu disse que não, que gostava dele, que sentia muita atração, mas que achava melhor nos conhecermos um pouco mais. Ele não gostou da ideia, mas aceitou, então tudo voltou a ser como antes. Passaram-se duas semanas e eu ainda suspirava por aquele encontro. Foi quando eu decidi agir: "nunca fiz isso, então pensei: é agora". E dessa vez fui eu quem o abordou no banheiro. Entrei, olhei nos olhos dele e o beijei. Ele me abraçou e ficamos um tempinho nos beijando... eu estava fora de mim. Quando percebemos, já tinham se passado vinte minutos e a gente continuava, por sorte ninguém nos pegou. Depois desse encontro, vieram outros, umas vezes no banheiro feminino, outras no masculino. A cada pequeno encontro a gente avançava um pouco mais. No começo, meio tímida, eu só abraçava ele e tocava no peito dele, beijava ele...

Um dia a gente estava muito excitado e ele se encostava muito em mim, eu sentia o pênis dele ereto roçando em mim, o calor dele, e comecei a esfregar nele, primeiro por cima da calça... então ele me perguntou se eu queria ver. E eu disse que sim! Nunca tinha visto um antes, então estava nervosa e desesperada pra saber como era. Ele desabotoou bem devagar e tirou pra fora... foi uma surpresa total. Era mais ou menos grande e grosso e, acima de tudo, me pareceu muito erótico, com a ponta meio úmida. Ele perguntou se eu gostava e eu disse que sim! Ele perguntou se eu queria tocar e eu disse que não! Que eu queria beijar ele. Ele ficou surpreso. E pra mim, verdade também, porque foi um impulso, embora fosse verdade quando vi ele, minha boca ficou cheia d'água e eu tava morrendo de vontade de saber qual era o gosto dele... me excitava muito e eu tinha ouvido falar que os caras adoravam ganhar boquete, então, sem pensar, me abaixei e comecei a beijar ele. No começo, só encostava meus lábios nele... mal tocava com os dedos, depois umedeci meus lábios e comecei a beijar como se fosse a boca dele. Colocava a pontinha na boca e com a língua percorria bem devagar, como se o pau dele fosse a língua dele. O gosto era meio forte, tipo salgado e doce ao mesmo tempo, mas acima de tudo era excitante. Aquele líquido fazia um efeito reflexo em mim: quanto mais eu saboreava, mais gostava e mais vontade colocava no serviço. Aos poucos, comecei a enfiar ele mais pra dentro da boca e fazia movimentos leves com a cabeça. Só enfiava um pouquinho, depois mais um pouquinho... aí ele agarrou minha cabeça e começou a mexer... o pau dele entrava e saía da minha boca com suavidade, e eu sentia as veias inchadas roçando meus lábios. Enquanto entrava e saía da minha boca, eu olhava pra ele pra saber se tava gostando. Nesses momentos, ele fechava os olhos e apertava mais minha cabeça contra ele. Era aí que eu sentia o pau dele em todo o esplendor, roçando minha garganta, quente, pulsante... eu tava cada vez mais excitada, e meu corpo ardia de desejo. Ele começou a gemer, e eu sentia o pau dele cada vez mais duro. Aí tirei ele da boca e comecei a acariciar meu rosto com ele, passava bem devagar pelos meus lábios, pelas maçãs do rosto... o pau dele pulsava sem parar, acho que enchi minha cara com o líquido dele, enquanto saboreava de novo aos poucos. Agora fazia círculos na pontinha com minha língua... ele tava desesperado porque as mãos dele só iam pra minha cabeça, me apertava contra ele e eu mal conseguia respirar... era uma sensação muito estranha, mas acima de tudo excitante... minha buceta também tava molhada e não parava de pulsar, eu não sabia muito bem o que O que estava rolando era extraordinário, era como estar nas nuvens e não conseguir descer delas, só subir. Minha boca estava cheia com o pau dele, que parecia um vulcão prestes a explodir. Meus lábios ardiam de tanto calor, meu corpo inteiro ardia desesperado. Ele marcava o ritmo, cada vez mais rápido, o pau dele entrava e saía da minha boca. As sensações eram tão extraordinárias que até eu comecei a gemer. Mal dava pra ouvir uns gemidos meus que, às vezes, quando ele tirava o pênis, escapavam da minha garganta. Eu mesma me surpreendi tocando meus pezinhos enquanto aquele pauzão me comia na boca. No ambiente, tinha um cheiro estranho que vinha de mim, era o cheiro dos meus fluidos misturados com os dele. Minha boca enchia d'água, e fiapos de saliva escapavam dos meus lábios e desciam pelo meu rosto. Aí comecei a sentir uns arrepios entre as pernas, enquanto ele começava a ter espasmos. O pau dele pulsava muito forte na minha boca... então ele disse: "continua... continua, mas não tira". Na hora, não entendi direito, mas não parei, continuei... A respiração dele era muito forte, e os gemidos dele me faziam tremer. De repente, senti na garganta o esperma dele batendo. Foi aí que senti um prazer enorme, e minha buceta ficou toda molhada. O líquido dele encheu minha boca, algumas gotas escaparam, mas o resto eu engoli, sentindo como ardia descendo pela garganta. O gosto era... como dizer? Excitante, extremamente sensual. Minha boca ainda estava cheia com o pau dele, que não parava de soltar porra na minha língua. Quando ele tirou, eu ainda estava saboreando o esperma dele, tentando lamber as gotas que tinham escapado... Ele me perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim! Que principalmente tinha gostado do gosto dele... A gente ficou sentado no chão, exaustos. Depois de um tempo, nos recuperamos, nos arrumamos, lavei meu rosto cheio de líquidos e saímos. Quando estávamos lá fora, ele fez um sinal. Olhei pra mim e vi no meu decote uma gota do líquido dele. Peguei com um dedo e chupei. Ele me agarrou pelos braços e... ele me disse... não me provoca... porque daqui a pouco a gente pode repetir, a gente se sorriu e seguiu pro quintal como se nada tivesse acontecido. Antes de ir, eu voltei no banheiro pra tirar a calcinha que tava encharcada... aí percebi que eu também tinha gozado, porque nela tinha um líquido quase branco... Foi assim minha primeira experiência com o sexo de um cara, nunca vou esquecer... até hoje consigo lembrar do cheiro e daquela primeira sensação de estar nas nuvens e não conseguir descer.

7 comentários - Relatos II

KeVoX
Soy editor de una revista de relatos, es tuyo el relato?
Muy bueno! 😉
KeVoX
en el caso de que sea tuyo y quieras publicarlo, te podes comunicar conmigo en erotik@sexotk.com.ar
buen aporte,en breve subire relatos en mp3.
no te dejo punos pq soy novato.
chauuuuuuuuuuuuu