O sexo é um monte de coisas, como tudo na vida. O que pra uns é uma ferramenta, pra outros é uma arma.
O sexo pode ser uma mostra de amor, carinho, uma interação social, domínio, prazer... controle.



Sexo é um monte de coisa, uma sensação intensa, uma convivência, um voto de confiança, intimidade.
Mas quase nunca algo indiferente.

Se o sexo é tão relevante na vida, é porque é o jeito que ela tem de nos dizer: LUTA.


É uma luta mascarada; o homem costuma lutar, e a mulher costuma ser um filtro, que, caprichosa, sucumbe diante do melhor espécime.

O sexo é o instinto da evolução, de recompensar quem dá melhores resultados, com prazer, com dominação, com devoção, e isso não respeita nada, sua prioridade é a reprodução.


Aí nessa tensão sexual, existencial, bélica camuflada de sociedade é onde as cordas se embaraçam, se confundem, se disfarçam; onde as aparências servem de cortina pro que realmente rola nos bastidores: o sexo e todas as suas formas de dar vazão, e uma delas.
O incesto


Me diga, leitor. Por que um homem jovem se sentiria tentado pela própria mãe? Por que uma mãe faria isso pelo filho? Por que as mulheres sentem atração pelos pais? Por que alguém desejaria parentes?
Ó...
A verdadeira pergunta éPor que não?



No fim do dia, uns são homens, outros são mulheres... e geralmente rola uma atração natural entre os dois.

Vou começar por aqui, porque o natural é a atração;
Vou começar dizendo por que essa prática é um tabu ou uma proibição não escrita, esse tesão não assumido.
Por ego, pela juventude contra a maturidade, pelo deslocamento, pelo amor, pelo respeito, por uma traição que vem de onde não deveria.

Me explico; uma mulher que escolhe outro homem, independente da idade ou parentesco, em vez do seu, geralmente se assume que é porque o outro homem é um candidato melhor; corpo mais gostoso, buceta melhor, mais vigor.
Um homem. Por que ele escolhe outra mulher? Talvez porque ela é mais nova, carismática, gostosa, melhor no flerte, mais devoção, submissão...

Ninguém gosta de ouvir que é velha, enrugada, acabada, deslocada... sensações que, embora estejam diretamente associadas ao incesto.
Mas além do incesto, vem quase que inerentemente associado ao engano, à traição, ao corno, a escolher alguém em vez de outro.


Sua família é o seu núcleo... e como dizem por aí, a gente não caga onde come.
Incesto causa guerras de controle, rupturas familiares, discórdia, ciúmes, inseguranças, traumas...
Mesmo sabendo que você tem a genética ao seu lado, que é jovem, mas gostoso(a), com bons atributos sexuais, físico... não importa se você saiu com características que superam de longe as dos seus pais, você não seduziria sua família, ou seduziria?

Por que sim? Por que essa vontade de querer pegar o proibido?

Por que não?

O cara se segura, se controla... o instinto dele grita: "Pega toda mulher que estiver ao teu alcance, coloca ela de joelhos e faz ela sucumbir ao teu apetite sexual, e não para até que ela não consiga viver sem teu corpo sobre o dela". O sexo é sério, cruel e direto, é potente, e representa poder e controle, mas será que você já ouviu o chamado dele?

Cada um vive a vida como quer, pra uns é nada, pra outros é tudo. Uns só curtem o entra e sai, outros o conceitual, o flerte, as brincadeiras, outros o pesado, o bruto, o selvagem, outros o cuckold, ser escolhido acima dos outros, outros o incesto, e outros tudo isso e mais...


Mas...
O que é incesto, por que é isso...?
Incesto é a tentação de fazer o proibido, estimulado por todos os motivos pelos quais é proibido.



Mas vamos abordar cada caso em particular...
Por que um cara jovem sentiria atração pela própria mãe?

O homem jovem, o filho, se sente forte, vital... cheio de energia, com novas sensações e estímulos que explora ao máximo. E cada nova geração tem no instinto desafiar a anterior.

Por isso que o jovem costuma entrar tanto em conflito com a figura masculina da casa; não é questão de ódio, só instinto puro, saber se o macho da casa é apto pra ser o alfa ou se o filho vai ser mais forte, mais dotado e mais habilidoso.

É uma guerra silenciosa, é o instinto mascarado de família, mas já se falou uma e várias vezes sobre o assunto; pra vida, o sentimento pouco importa, pouco importa a dor, ou o parentesco, a vida é um objetivo evolutivo disfarçado de sociedade, o primeiro pra manter a evolução, a proliferação de espécimes fortes, e a sociedade pra que tudo pareça em aparente ordem, paz e harmonia.

Precisa de um macho forte no núcleo familiar. Pra quê...? Pra evitar os males de fora, fraqueza na estrutura, união melhor, decisões mais firmes.

O sexo tem tantos mecanismos, e nem todos são necessariamente reprodutivos. O homem jovem não ama a mãe dele, não está apaixonado pela mãe, mas no instinto dele tem isso... ummorbadoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Um tesão em ser tentação disfarçada, em desafiar sem declarar desafio, em se saber um prazer proibido, um corpo jovem que se exibe como natural, mas dia após dia, momento a momento, vai causando estrago. Quem anda pela casa só de cueca, com o volume bem marcado, exibindo um corpo jovem e gostoso.

O macho jovem se estimula quase como uma brincadeira, sem querer machucar ninguém, só querendo possuir, se sentindo o mais forte, o mais dominante. O macho jovem olha pra sua mãe meiga, a sanidade dela quase se desfazendo enquanto ela olha de canto pro volume dele e sabe que é maior que o do marido dela.

Ele não a quer como esposa, como namorada, ele só quer o controle, um jogo, aquelas cadeiras de mulher madura, a ferramenta sexual do prazer, do desejo, pra que no fim do dia as decisões dele tenham mais peso em casa, tirando o lugar do pai; parece um jogo simples, é algo que nem se pensa, mas o tesão tá ali.

Por que uma mulher madura se sentiria atraída pelo próprio filho?
A pergunta real é: Por que não?

Como complemento e atração cúmplice e mútua ao que foi exposto antes.
As mentiras são o que são, e a mulher vai dizer que não sente atração, que não liga pro tamanho, mas considera que uma mulher convive de verdade mais com um homem na forma mais natural dele sendo mãe, e ser mãe não tira o fato dela ser mulher.

E aqui vem o grande complemento: uma mulher faz tudo pelos filhos. O homem, o marido dela, só é importante até ela ter filhos, depois passa pra segundo plano, vira só um provedor. O moleque novo brinca com isso.
Toda mulher sente curiosidade sobre a sexualidade dos filhos, costuma ser protetora e vê neles uma figura masculina maior do que no próprio marido.

Por quê?Instinto.
Nessa altura da vida, algumas mulheres se desencantam com o relacionamento, que vira uma rotina, e os esforços vão mais pros filhos. Do contato e do carinho nasce a tentação, ainda mais se o filho incentiva.
Muitos homens se permitem perder a autoridade, o charme diante da sua mulher; enquanto a mulher vê surgir a força, a virilidade e a masculinidade nos seus filhos.

Talvez ela não admita, mas quem permite isso, pensa, especula sobre o tamanho, a forma da masculinidade do filho dela, o corpo jovem dele.
Talvez não busque sexo diretamente, mas sim carinho, atenção, até mesmo uma brincadeira. Por quê?

Pra se manter relevante, pra segurar ele. Ela sabe que os filhos em algum momento sentem desapego emocional e familiar, sabe que logo ele vai explorar a sexualidade com outras mulheres, que é a próxima geração, sabe que ele vai ser a semente que ela vai mandar pro mundo, e por isso ela se entregaria pra ele.

Não como a esposa dele, não como a namorada dele, mas como um jogo, como parte da criação, pra que ele não sinta uma apatia total e desapego familiar, porque no fundo ela sabe que a prosperidade da vida dela agora depende da nova geração.

E assim se estende igual, pra não buscar uma mulher ou homem principal pra si na família, mas sim uma forma de poder, de socializar, de treinamento pra formar um macho ou mulheres mais aptas pra quando saírem pro mundo.
Porque a mulher que come em casa não tá desesperada procurando comida fora, porque quem se sabe experiente e conhece suas capacidades, não é manipulado, não é enganado, não é visto como desesperado, ele se impõe.

Por exemplo;
Com primos ou primas;
Pra começar, deixando claro que o sexo no fundo é tão natural quanto comer, quanto respirar. E, bom, sim, quando você é jovem, passa muito tempo com um homem ou mulher que te agrada, tipo um primo ou uma prima — isso não é paixão, é o fortalecimento de um vínculo afetivo, uma brincadeira inocente. Não se pensa em casamento, talvez uns amassos que te deixam em contato com o corpo do sexo oposto, pra perder a timidez, o medo, e, dentro do parentesco, ver isso como algo natural: um treino, um reforço natural pra sair mais forte no enfrentamento sexual com outras minas.

Pai e filha;
A filha geralmente vê o pai como autoridade, como quem dá permissões e privilégios, e é natural que, por ser a primeira figura de respeito masculina, apesar da falta de sinceridade da maioria das mulheres, elas acabem fantasiando com os pais, já que o desejo sexual da mulher geralmente vem do respeito, da admiração.

Já pelo lado do homem, do pai, ele é naturalmente protetor, e do contato, do carinho, da doçura, desse trato respeitoso e provocante de uma filha para com o pai pode surgir o caso, de um corpo jovem, vulnerável. Motivos? Que ela mantenha um respeito maior pelos homens da família do que por qualquer outro. Consequências? Que ela não seja uma qualquer que, ao primeiro contato sexual, perca a cabeça, que acabe se matando por um homem de fora do seu círculo familiar.

Em ambos os casos, seja do pai ou da mãe, é proporcionar experiência e manter o vínculo com o núcleo familiar.

Leitor, se você chegou até aqui, me permita ser franco; não estou dizendo que amanhã você vai lá e transa com uma tia, com sua mãe, ou seu pai com a filha dele.
Cada um assume as consequências das próprias escolhas. O que eu tô dizendo é que já vi isso, senti o chamado, e vejo motivos instintivos. Não tô falando que é bom, nem que é ruim, mas é uma piada sem sentido demonizar o sexo, sendo que é algo natural, uma forma de convivência e interação.
Aí está, pra bem ou pra mal, pra desgraça ou pra sorte de alguns, pra quem é mais avantajada ou nem tanto. A vida tem seus jeitos, seus conflitos, disposições, sociais, econômicas, e o sexo não fica de fora disso.
Tem critério, por isso falo do "chamado". Se você já sentiu aquela sensação forte, aquela atração sexual por uma prima, uma tia, e talvez foi correspondido em segredo e intimidade, sabe o tesão que dá, saber que é mais novo e dominar uma mulher mais velha. Ou se você é mulher jovem, saber que é a tentação e já ter curtido seu tio favorito, a experiência.
Tudo com critério, sondando o terreno, medindo se é natural e recíproco, é assim que as coisas funcionam bem.

Rapidamente passando pras tias, isso: O homem como macho busca superar os outros homens da família dele. Ser jovem e representar uma tentação pra uma mulher mais velha, um parente e ainda por cima da própria parceira dele, é um estímulo, tanto psicológico quanto sexual. Reforça os laços e o domínio com esse parente e adiciona experiência no desempenho do homem, ou a mesma coisa com tio e sobrinha.

Formas de interação, pra uns naturais, pra outros blasfêmias, pra uns fantasias que até têm, mas na hora de botar em prática é outra história.
Respeito sua posição, só lembra: tudo consensual, com carinho, na brincadeira, na interação natural.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai fundo.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade para comentar publicamente ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuoso, puta safada, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se tiver erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.
O sexo pode ser uma mostra de amor, carinho, uma interação social, domínio, prazer... controle.



Sexo é um monte de coisa, uma sensação intensa, uma convivência, um voto de confiança, intimidade.
Mas quase nunca algo indiferente.

Se o sexo é tão relevante na vida, é porque é o jeito que ela tem de nos dizer: LUTA.


É uma luta mascarada; o homem costuma lutar, e a mulher costuma ser um filtro, que, caprichosa, sucumbe diante do melhor espécime.

O sexo é o instinto da evolução, de recompensar quem dá melhores resultados, com prazer, com dominação, com devoção, e isso não respeita nada, sua prioridade é a reprodução.


Aí nessa tensão sexual, existencial, bélica camuflada de sociedade é onde as cordas se embaraçam, se confundem, se disfarçam; onde as aparências servem de cortina pro que realmente rola nos bastidores: o sexo e todas as suas formas de dar vazão, e uma delas.
O incesto


Me diga, leitor. Por que um homem jovem se sentiria tentado pela própria mãe? Por que uma mãe faria isso pelo filho? Por que as mulheres sentem atração pelos pais? Por que alguém desejaria parentes?
Ó...
A verdadeira pergunta éPor que não?



No fim do dia, uns são homens, outros são mulheres... e geralmente rola uma atração natural entre os dois.

Vou começar por aqui, porque o natural é a atração;
Vou começar dizendo por que essa prática é um tabu ou uma proibição não escrita, esse tesão não assumido.
Por ego, pela juventude contra a maturidade, pelo deslocamento, pelo amor, pelo respeito, por uma traição que vem de onde não deveria.

Me explico; uma mulher que escolhe outro homem, independente da idade ou parentesco, em vez do seu, geralmente se assume que é porque o outro homem é um candidato melhor; corpo mais gostoso, buceta melhor, mais vigor.
Um homem. Por que ele escolhe outra mulher? Talvez porque ela é mais nova, carismática, gostosa, melhor no flerte, mais devoção, submissão...
Ninguém gosta de ouvir que é velha, enrugada, acabada, deslocada... sensações que, embora estejam diretamente associadas ao incesto.
Mas além do incesto, vem quase que inerentemente associado ao engano, à traição, ao corno, a escolher alguém em vez de outro.


Sua família é o seu núcleo... e como dizem por aí, a gente não caga onde come.
Incesto causa guerras de controle, rupturas familiares, discórdia, ciúmes, inseguranças, traumas...
Mesmo sabendo que você tem a genética ao seu lado, que é jovem, mas gostoso(a), com bons atributos sexuais, físico... não importa se você saiu com características que superam de longe as dos seus pais, você não seduziria sua família, ou seduziria?

Por que sim? Por que essa vontade de querer pegar o proibido?

Por que não?

O cara se segura, se controla... o instinto dele grita: "Pega toda mulher que estiver ao teu alcance, coloca ela de joelhos e faz ela sucumbir ao teu apetite sexual, e não para até que ela não consiga viver sem teu corpo sobre o dela". O sexo é sério, cruel e direto, é potente, e representa poder e controle, mas será que você já ouviu o chamado dele?

Cada um vive a vida como quer, pra uns é nada, pra outros é tudo. Uns só curtem o entra e sai, outros o conceitual, o flerte, as brincadeiras, outros o pesado, o bruto, o selvagem, outros o cuckold, ser escolhido acima dos outros, outros o incesto, e outros tudo isso e mais...



Mas...
O que é incesto, por que é isso...?
Incesto é a tentação de fazer o proibido, estimulado por todos os motivos pelos quais é proibido.



Mas vamos abordar cada caso em particular...
Por que um cara jovem sentiria atração pela própria mãe?

O homem jovem, o filho, se sente forte, vital... cheio de energia, com novas sensações e estímulos que explora ao máximo. E cada nova geração tem no instinto desafiar a anterior.

Por isso que o jovem costuma entrar tanto em conflito com a figura masculina da casa; não é questão de ódio, só instinto puro, saber se o macho da casa é apto pra ser o alfa ou se o filho vai ser mais forte, mais dotado e mais habilidoso.

É uma guerra silenciosa, é o instinto mascarado de família, mas já se falou uma e várias vezes sobre o assunto; pra vida, o sentimento pouco importa, pouco importa a dor, ou o parentesco, a vida é um objetivo evolutivo disfarçado de sociedade, o primeiro pra manter a evolução, a proliferação de espécimes fortes, e a sociedade pra que tudo pareça em aparente ordem, paz e harmonia.

Precisa de um macho forte no núcleo familiar. Pra quê...? Pra evitar os males de fora, fraqueza na estrutura, união melhor, decisões mais firmes.

O sexo tem tantos mecanismos, e nem todos são necessariamente reprodutivos. O homem jovem não ama a mãe dele, não está apaixonado pela mãe, mas no instinto dele tem isso... ummorbadoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Um tesão em ser tentação disfarçada, em desafiar sem declarar desafio, em se saber um prazer proibido, um corpo jovem que se exibe como natural, mas dia após dia, momento a momento, vai causando estrago. Quem anda pela casa só de cueca, com o volume bem marcado, exibindo um corpo jovem e gostoso.

O macho jovem se estimula quase como uma brincadeira, sem querer machucar ninguém, só querendo possuir, se sentindo o mais forte, o mais dominante. O macho jovem olha pra sua mãe meiga, a sanidade dela quase se desfazendo enquanto ela olha de canto pro volume dele e sabe que é maior que o do marido dela.

Ele não a quer como esposa, como namorada, ele só quer o controle, um jogo, aquelas cadeiras de mulher madura, a ferramenta sexual do prazer, do desejo, pra que no fim do dia as decisões dele tenham mais peso em casa, tirando o lugar do pai; parece um jogo simples, é algo que nem se pensa, mas o tesão tá ali.

Por que uma mulher madura se sentiria atraída pelo próprio filho?
A pergunta real é: Por que não?

Como complemento e atração cúmplice e mútua ao que foi exposto antes.
As mentiras são o que são, e a mulher vai dizer que não sente atração, que não liga pro tamanho, mas considera que uma mulher convive de verdade mais com um homem na forma mais natural dele sendo mãe, e ser mãe não tira o fato dela ser mulher.

E aqui vem o grande complemento: uma mulher faz tudo pelos filhos. O homem, o marido dela, só é importante até ela ter filhos, depois passa pra segundo plano, vira só um provedor. O moleque novo brinca com isso.
Toda mulher sente curiosidade sobre a sexualidade dos filhos, costuma ser protetora e vê neles uma figura masculina maior do que no próprio marido.

Por quê?Instinto.
Nessa altura da vida, algumas mulheres se desencantam com o relacionamento, que vira uma rotina, e os esforços vão mais pros filhos. Do contato e do carinho nasce a tentação, ainda mais se o filho incentiva.
Muitos homens se permitem perder a autoridade, o charme diante da sua mulher; enquanto a mulher vê surgir a força, a virilidade e a masculinidade nos seus filhos.

Talvez ela não admita, mas quem permite isso, pensa, especula sobre o tamanho, a forma da masculinidade do filho dela, o corpo jovem dele.
Talvez não busque sexo diretamente, mas sim carinho, atenção, até mesmo uma brincadeira. Por quê?

Pra se manter relevante, pra segurar ele. Ela sabe que os filhos em algum momento sentem desapego emocional e familiar, sabe que logo ele vai explorar a sexualidade com outras mulheres, que é a próxima geração, sabe que ele vai ser a semente que ela vai mandar pro mundo, e por isso ela se entregaria pra ele.

Não como a esposa dele, não como a namorada dele, mas como um jogo, como parte da criação, pra que ele não sinta uma apatia total e desapego familiar, porque no fundo ela sabe que a prosperidade da vida dela agora depende da nova geração.

E assim se estende igual, pra não buscar uma mulher ou homem principal pra si na família, mas sim uma forma de poder, de socializar, de treinamento pra formar um macho ou mulheres mais aptas pra quando saírem pro mundo.
Porque a mulher que come em casa não tá desesperada procurando comida fora, porque quem se sabe experiente e conhece suas capacidades, não é manipulado, não é enganado, não é visto como desesperado, ele se impõe.

Por exemplo;
Com primos ou primas;
Pra começar, deixando claro que o sexo no fundo é tão natural quanto comer, quanto respirar. E, bom, sim, quando você é jovem, passa muito tempo com um homem ou mulher que te agrada, tipo um primo ou uma prima — isso não é paixão, é o fortalecimento de um vínculo afetivo, uma brincadeira inocente. Não se pensa em casamento, talvez uns amassos que te deixam em contato com o corpo do sexo oposto, pra perder a timidez, o medo, e, dentro do parentesco, ver isso como algo natural: um treino, um reforço natural pra sair mais forte no enfrentamento sexual com outras minas.

Pai e filha;
A filha geralmente vê o pai como autoridade, como quem dá permissões e privilégios, e é natural que, por ser a primeira figura de respeito masculina, apesar da falta de sinceridade da maioria das mulheres, elas acabem fantasiando com os pais, já que o desejo sexual da mulher geralmente vem do respeito, da admiração.

Já pelo lado do homem, do pai, ele é naturalmente protetor, e do contato, do carinho, da doçura, desse trato respeitoso e provocante de uma filha para com o pai pode surgir o caso, de um corpo jovem, vulnerável. Motivos? Que ela mantenha um respeito maior pelos homens da família do que por qualquer outro. Consequências? Que ela não seja uma qualquer que, ao primeiro contato sexual, perca a cabeça, que acabe se matando por um homem de fora do seu círculo familiar.

Em ambos os casos, seja do pai ou da mãe, é proporcionar experiência e manter o vínculo com o núcleo familiar.

Leitor, se você chegou até aqui, me permita ser franco; não estou dizendo que amanhã você vai lá e transa com uma tia, com sua mãe, ou seu pai com a filha dele.
Cada um assume as consequências das próprias escolhas. O que eu tô dizendo é que já vi isso, senti o chamado, e vejo motivos instintivos. Não tô falando que é bom, nem que é ruim, mas é uma piada sem sentido demonizar o sexo, sendo que é algo natural, uma forma de convivência e interação.
Aí está, pra bem ou pra mal, pra desgraça ou pra sorte de alguns, pra quem é mais avantajada ou nem tanto. A vida tem seus jeitos, seus conflitos, disposições, sociais, econômicas, e o sexo não fica de fora disso.
Tem critério, por isso falo do "chamado". Se você já sentiu aquela sensação forte, aquela atração sexual por uma prima, uma tia, e talvez foi correspondido em segredo e intimidade, sabe o tesão que dá, saber que é mais novo e dominar uma mulher mais velha. Ou se você é mulher jovem, saber que é a tentação e já ter curtido seu tio favorito, a experiência.
Tudo com critério, sondando o terreno, medindo se é natural e recíproco, é assim que as coisas funcionam bem.

Rapidamente passando pras tias, isso: O homem como macho busca superar os outros homens da família dele. Ser jovem e representar uma tentação pra uma mulher mais velha, um parente e ainda por cima da própria parceira dele, é um estímulo, tanto psicológico quanto sexual. Reforça os laços e o domínio com esse parente e adiciona experiência no desempenho do homem, ou a mesma coisa com tio e sobrinha.

Formas de interação, pra uns naturais, pra outros blasfêmias, pra uns fantasias que até têm, mas na hora de botar em prática é outra história.
Respeito sua posição, só lembra: tudo consensual, com carinho, na brincadeira, na interação natural.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai fundo.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade para comentar publicamente ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuoso, puta safada, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se tiver erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.
5 comentários - Incesto... Poder e controle.
La vida es instinto disfrazada de sociedad, la gente no se detiene ni siquiera un momento a refleccionar de porque tiene sensaciones contradictorías a lo que la sociedad establece, por eso la gente vive confundida.
Sí se detuvieran un momento a analizar sus instintos tal vez no los satanizarían.