Sexo;

Um assunto que parece que todo mundo conhece, todo mundo tem sua perspectiva, suas vivências...
Mas mascarado por tantas aparências que às vezes dificultam enxergar suas bordas, arestas, curvas, seu volume, suas formas reais.

Suas linhas e limites, ou se é tão próprio da vida, tão inerente a ela que se funciona no dia a dia, nas atividades mais comuns, nas tensões amorosas, na forma como nos relacionamos com nossos próximos; colegas, amigas, amigos, família.

Ou até mesmo não como mistura e fusão com o amor, mas o amor como ilusão para fins sexuais.

LeExplico, leitor. Tem gente pra quem o sexo não é absolutamente nada na vida, e tem pessoas pra quem é uma dependência, uma atividade prazerosa que rola no dia a dia.
Mas eu falo do sexo como instinto, como ferramenta de evolução, como algo que não começa nem termina na cama; algo que, como disse, difícil de definir, algo que começa desde uma garota andando de mãos dadas com o namorado e seu olhar se voltando para um homem forte, robusto, com a virilha saliente; falo desse carinho, dessa interação que surge como algo natural talvez entre uma tia e seu sobrinho, que dessa interação, da sintonia, do carinho natural surge um desejo;

Além do ato em si, falo daquele que, sabendo-se habilidoso na cama, hipnotiza sua parceira com seu desempenho, ou em outros casos, domina a mulher de outro com seus atributos sexuais, aquele que, sem dar amor, com uma simples investida sexual, conquista mais respeito, carinho e devoção do que quem esteve a vida toda ao lado dessa mulher.

Eu falo do sexo como sentimento, como algo inerente ao viver, ao conviver, à interação humana, à presença, masculina, feminina... como parte da personalidade.

Dessa essência etérea indefinível, que gruda como um perfume nas interações do dia a dia, intangível, mas perceptível; como o bóson de Higgs, esquivo em sua compreensão, mas abarcado de mil formas e visto por diferentes olhos e perspectivas.

Para alguns, um instinto repugnante que traz à tona o pior do ser humano. Para outros, um jogo divertido que enriquece a experiência da vida, cheio de contrastes e nuances. Para alguns, uma atividade que se consegue com facilidade, favorecidos por atributos físicos, personalidade, determinação, e para outros, uma questão delicada que se aborda mais pelo lado sentimental.

Em algumas de suas faces, ela provoca empatia, desejo, devoção, veneração, dissipa um buraco existencial colocado como armadilha ali pela evolução. Um buraco sem o qual o homem não se precipitaria na mulher e vice-versa. Um buraco que faz a gente querer sentir os braços, o corpo, o carinho de outra pessoa, afastar a solidão da alma, arrancar uma inquietação posta com intenção no ser, uma coceira, o anseio por uma carícia no corpo e na alma.

Satisfazer, sentir o prazer de alguém ao estar em nossa presença, que valorize nosso corpo, nossa companhia íntima, expor a alma e ser recompensado; pelo nosso desempenho, pelos nossos atributos, como ápice da entrega íntima, como uma grande demonstração de amor ou de desejo, que compensa com sensações intensas e irreversíveis, sensações de posse, de cumplicidade como parte de compartilhar uma atividade íntima e sagrada entre duas almas. Sentir que essa pessoa é parte de você e você parte dela, que preenche uma parte de você e você uma parte dela.

Uma armadilha evolutivadesejo carnal, necessidade espiritual.
Mas por outro lado, provoca o transbordamento, a raiva, a impotência, feridas na alma, traição, infidelidade, a perda apenas em sensações físicas desprovidas de encanto emocional.

Um elemento da vida tão poderoso que pode trazer tanto êxtase e proporcionar sensações existenciais, assim como provocar miséria, sem dúvida conhece nuances, contrastes, linhas tênues aplicadas a planos sem superfície.


Quebrando regras.
Todos nós já vivemos, conhecemos essas linhas. Os pontos tabu, essas normas não escritas e outras vezes sim, e até puníveis por lei, outras com consequências genéticas atrozes. Claro, elas estão aí, como se diz. A evolução ameaça nossa existência, e inquieta nossos corpos com o único propósito de uma coisa: forçar a reprodução, uma luta mascarada pela sociedade para mostrar que vence o critério, o livre-arbítrio, a comunhão das massas.

Uma história que os ingênuos ou os bons compram, aqueles que querem que o mundo seja menos instinto e mais sentimental, mas, aí está, esse instinto que gruda no humano como um apêndice que se recusa a ser extirpado.

O instinto quer que o homem com o melhor físico, atitude mais hostil, predatória, afiada... com o melhor membro como ferramenta que reflete a saúde, o vigor, com testículos pesados, carregados, prontos para inseminar, se reproduza.

A empatia para o instinto é uma mentira para que nem todos se matem uns aos outros, e a sociedade é justamente o resultado dessa mentira, uma máscara do instinto que está por baixo.

Um macho forte garante a criação dos filhos, sua proteção e seu desenvolvimento em um mundo hostil.

Por outro lado, a mulher, vulnerável, de corpo macio, uma presa ideal para o macho, para casar, para que seu corpo sucumba ao dele, forte e viril. Também destaca-se a mulher voluptuosa, de nádegas e seios fartos, de quadris largos, ideal para parir, e com as características femininas apropriadas para amamentar, sinônimo de saúde feminina.


YDe onde vêm as linhas?

As linhas são não tocar em menores, as linhas são não mexer com a família, as linhas são não cobiçar a mulher do outro, entre uma infinidade mais.

No entanto, se você quer saber a verdade não sobre os atos cometidos, mas sobre os desejos humanos, basta olhar as estatísticas que mostram que entre 20% e 30% dos pais criam filhos que não são seus. Basta ver as consultas em sites adultos e observar como tanto homens quanto mulheres buscam termos como: filho e mãe, pai e filha, sobrinho e tia, entre uma infinidade de fetiches familiares.



A mulher atual também não guarda pudor e as buscas não perdoam idade, religião ou cor de pele, o desejo instintivo não discrimina; você vai encontrar buscas com palavras como Vergota ou Hugh Cock, Bundudas, Peitudas, Pequenininha, Pequena.



Como você vai perceber, a cara social é uma, mas na intimidade — e justamente agora, onde não dá para esconder — existe de todos os tamanhos e formas, corpos e aspectos sexuais, rudes e suaves. A gente vê rostos, mas a humanidade vive uma sinceridade pessoal onde, sem precisar partir para o real, as pessoas se abrem e exploram da forma mais profunda e intensa o que seus corpos e instintos desejam.



MasO que leva... e o que provoca o ser a desejar romper essas linhas, a ir além do aceito como convencional?

Um filho com um pau proeminente deslocando o pai como macho da casa, um homem desejando ver sua mulher compartilhada e extasiada com o pau de outro homem, o desejo pouco admitido por homens ou mulheres jovens.

Cada caso tem sua motivação evolutiva, sua razão de ser... mas quando se trata de esquecer as linhas, a recompensa é desproporcional.

O corno viu, na sua mulher... o sexo por amor, o sexo carinhoso fortalece um relacionamento, mas, os chifres;

Algo acontece no sexo proibido que as linhas se desfazem, desaparecem e o sexo assume sua verdadeira forma livre, instintiva, desinibida, bestial, dominante. Quando uma linha é ultrapassada, tudo transborda completamente, não vale a pena mentir, os instintos transbordam.


Quem já teve a oportunidade de ser corno ou touro, de ter uma relação íntima com algum familiar... deve ter notado, é muito mais perverso, mais gostoso a situação, livre de pretensões amorosas, o estímulo ultrapassa as máscaras e não se quer nem pretende dar marcha ré.


O incesto, uma ferramenta de influência, porque para o homem poucos estímulos são maiores do que se sentir com poder, com influência... tensionar, e tensionar a linha, como se fingindo que nada acontece, até que ela se rompe, e tudo que foi acumulado transborda.

O prazer de saber que você é jovem, de andar por aí com o pau pra fora e saber que sua mãe olha de esguelha, saber que numa idade tão nova, não só é maior que a do seu pai, mas também que a de muitos adultos, esse contraste.



Esse estímulo compensa a vida, saber que você é uma tentação tão grande que derruba barreiras morais, que possui o que não deveria, que o que você faz poderia causar brigas familiares, mas na sua pouca idade você é o homem da casa, sua mãe sabe, você sabe... Porque a vida te dá essa vantagem, porque o fato de estar mais capacitado sexualmente apaga a palavra "filho" na mente dela e na sua idade, e as restrições desaparecem e a entrega se torna presente, incondicional.

Você tem o favor da sua mãe, das suas tias, de qualquer ser feminino que se renda aos seus atributos; experiência útil e enriquecedora que te forma como garanhão e como o macho da família.


Do lado feminino, a mulher presta contas apenas ao homem que ela reconhece como macho, e se entrega. Garantindo que a próxima geração não esqueça a anterior e cresça forte e experiente.

Ou a mulher jovem que deseja apalpar o pauzão grosso de homens maduros, seus tios, seu pai, os primos. Assegurando ou reforçando igualmente seu afeto, seu favor, ao ser objeto de tentação proibida.



O mesmo acontece com o cuckold, quando um homem expõe sua mulher a estímulos contra os quais ela não tem defesas, contrastar o corpo forte de outro homem, dominante, com características sexuais pesadas e obscenas, em oposição ao seu próprio corpo, algo estala na mente da mulher. Não ter que manter as aparências, ter provocado, provocado, criando tentação até que ela explode.



Motivos do cuckold, os mesmos do incesto e tantos outros, que os caminhos levem à sua natureza evolutiva; tanto negar, esconder, rejeitar esses instintos, se ver exposto à tentação, ao jogo... até que simplesmente acontece, se tensiona até estourar...



Não estou dizendo que você amanhã entregue sua esposa, não estou dizendo que você amanhã se meta na cama do seu sobrinho, não estou dizendo que você finja que sua irmãzinha gosta de tomar banho com você sem motivo nenhum.

Digo, é prazeroso... é um jogo em que se sabe que por algum motivo é proibido, que é algo que deve ser jogado com cuidado, que se feito errado pode machucar quem menos se deseja, mas... que interessante é viver as coisas sem mentiras, do outro lado da linha.


Vale a pena jogar o jogo, apertar, e apertar mais, porque quando se leva a moralidade até um ponto que ela se dobra, que o desejo inunda, o que resta do outro lado é... muito interessante.



Sem mais, curtam, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que não pediram opinião, muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca ninguém, vai fundo.
Sempre tô disponível pra trocar uma ideia; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade para comentar publicamente ou no privado.
Um prazer, e muito tesão para cornos, incestuosos, putas taradas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de maneira convencional ou não.
Bom dia.
Agradeço muito os comentários, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais gostaram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente o Poringa tá bem morto e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se notarem erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.

Um assunto que parece que todo mundo conhece, todo mundo tem sua perspectiva, suas vivências...
Mas mascarado por tantas aparências que às vezes dificultam enxergar suas bordas, arestas, curvas, seu volume, suas formas reais.

Suas linhas e limites, ou se é tão próprio da vida, tão inerente a ela que se funciona no dia a dia, nas atividades mais comuns, nas tensões amorosas, na forma como nos relacionamos com nossos próximos; colegas, amigas, amigos, família.

Ou até mesmo não como mistura e fusão com o amor, mas o amor como ilusão para fins sexuais.

LeExplico, leitor. Tem gente pra quem o sexo não é absolutamente nada na vida, e tem pessoas pra quem é uma dependência, uma atividade prazerosa que rola no dia a dia.
Mas eu falo do sexo como instinto, como ferramenta de evolução, como algo que não começa nem termina na cama; algo que, como disse, difícil de definir, algo que começa desde uma garota andando de mãos dadas com o namorado e seu olhar se voltando para um homem forte, robusto, com a virilha saliente; falo desse carinho, dessa interação que surge como algo natural talvez entre uma tia e seu sobrinho, que dessa interação, da sintonia, do carinho natural surge um desejo;

Além do ato em si, falo daquele que, sabendo-se habilidoso na cama, hipnotiza sua parceira com seu desempenho, ou em outros casos, domina a mulher de outro com seus atributos sexuais, aquele que, sem dar amor, com uma simples investida sexual, conquista mais respeito, carinho e devoção do que quem esteve a vida toda ao lado dessa mulher.

Eu falo do sexo como sentimento, como algo inerente ao viver, ao conviver, à interação humana, à presença, masculina, feminina... como parte da personalidade.

Dessa essência etérea indefinível, que gruda como um perfume nas interações do dia a dia, intangível, mas perceptível; como o bóson de Higgs, esquivo em sua compreensão, mas abarcado de mil formas e visto por diferentes olhos e perspectivas.

Para alguns, um instinto repugnante que traz à tona o pior do ser humano. Para outros, um jogo divertido que enriquece a experiência da vida, cheio de contrastes e nuances. Para alguns, uma atividade que se consegue com facilidade, favorecidos por atributos físicos, personalidade, determinação, e para outros, uma questão delicada que se aborda mais pelo lado sentimental.

Em algumas de suas faces, ela provoca empatia, desejo, devoção, veneração, dissipa um buraco existencial colocado como armadilha ali pela evolução. Um buraco sem o qual o homem não se precipitaria na mulher e vice-versa. Um buraco que faz a gente querer sentir os braços, o corpo, o carinho de outra pessoa, afastar a solidão da alma, arrancar uma inquietação posta com intenção no ser, uma coceira, o anseio por uma carícia no corpo e na alma.

Satisfazer, sentir o prazer de alguém ao estar em nossa presença, que valorize nosso corpo, nossa companhia íntima, expor a alma e ser recompensado; pelo nosso desempenho, pelos nossos atributos, como ápice da entrega íntima, como uma grande demonstração de amor ou de desejo, que compensa com sensações intensas e irreversíveis, sensações de posse, de cumplicidade como parte de compartilhar uma atividade íntima e sagrada entre duas almas. Sentir que essa pessoa é parte de você e você parte dela, que preenche uma parte de você e você uma parte dela.

Uma armadilha evolutivadesejo carnal, necessidade espiritual.
Mas por outro lado, provoca o transbordamento, a raiva, a impotência, feridas na alma, traição, infidelidade, a perda apenas em sensações físicas desprovidas de encanto emocional.

Um elemento da vida tão poderoso que pode trazer tanto êxtase e proporcionar sensações existenciais, assim como provocar miséria, sem dúvida conhece nuances, contrastes, linhas tênues aplicadas a planos sem superfície.


Quebrando regras.
Todos nós já vivemos, conhecemos essas linhas. Os pontos tabu, essas normas não escritas e outras vezes sim, e até puníveis por lei, outras com consequências genéticas atrozes. Claro, elas estão aí, como se diz. A evolução ameaça nossa existência, e inquieta nossos corpos com o único propósito de uma coisa: forçar a reprodução, uma luta mascarada pela sociedade para mostrar que vence o critério, o livre-arbítrio, a comunhão das massas.

Uma história que os ingênuos ou os bons compram, aqueles que querem que o mundo seja menos instinto e mais sentimental, mas, aí está, esse instinto que gruda no humano como um apêndice que se recusa a ser extirpado.


O instinto quer que o homem com o melhor físico, atitude mais hostil, predatória, afiada... com o melhor membro como ferramenta que reflete a saúde, o vigor, com testículos pesados, carregados, prontos para inseminar, se reproduza.
A empatia para o instinto é uma mentira para que nem todos se matem uns aos outros, e a sociedade é justamente o resultado dessa mentira, uma máscara do instinto que está por baixo.

Um macho forte garante a criação dos filhos, sua proteção e seu desenvolvimento em um mundo hostil.

Por outro lado, a mulher, vulnerável, de corpo macio, uma presa ideal para o macho, para casar, para que seu corpo sucumba ao dele, forte e viril. Também destaca-se a mulher voluptuosa, de nádegas e seios fartos, de quadris largos, ideal para parir, e com as características femininas apropriadas para amamentar, sinônimo de saúde feminina.


YDe onde vêm as linhas?

As linhas são não tocar em menores, as linhas são não mexer com a família, as linhas são não cobiçar a mulher do outro, entre uma infinidade mais.

No entanto, se você quer saber a verdade não sobre os atos cometidos, mas sobre os desejos humanos, basta olhar as estatísticas que mostram que entre 20% e 30% dos pais criam filhos que não são seus. Basta ver as consultas em sites adultos e observar como tanto homens quanto mulheres buscam termos como: filho e mãe, pai e filha, sobrinho e tia, entre uma infinidade de fetiches familiares.



A mulher atual também não guarda pudor e as buscas não perdoam idade, religião ou cor de pele, o desejo instintivo não discrimina; você vai encontrar buscas com palavras como Vergota ou Hugh Cock, Bundudas, Peitudas, Pequenininha, Pequena.



Como você vai perceber, a cara social é uma, mas na intimidade — e justamente agora, onde não dá para esconder — existe de todos os tamanhos e formas, corpos e aspectos sexuais, rudes e suaves. A gente vê rostos, mas a humanidade vive uma sinceridade pessoal onde, sem precisar partir para o real, as pessoas se abrem e exploram da forma mais profunda e intensa o que seus corpos e instintos desejam.



MasO que leva... e o que provoca o ser a desejar romper essas linhas, a ir além do aceito como convencional?

Um filho com um pau proeminente deslocando o pai como macho da casa, um homem desejando ver sua mulher compartilhada e extasiada com o pau de outro homem, o desejo pouco admitido por homens ou mulheres jovens.

Cada caso tem sua motivação evolutiva, sua razão de ser... mas quando se trata de esquecer as linhas, a recompensa é desproporcional.

O corno viu, na sua mulher... o sexo por amor, o sexo carinhoso fortalece um relacionamento, mas, os chifres;

Algo acontece no sexo proibido que as linhas se desfazem, desaparecem e o sexo assume sua verdadeira forma livre, instintiva, desinibida, bestial, dominante. Quando uma linha é ultrapassada, tudo transborda completamente, não vale a pena mentir, os instintos transbordam.


Quem já teve a oportunidade de ser corno ou touro, de ter uma relação íntima com algum familiar... deve ter notado, é muito mais perverso, mais gostoso a situação, livre de pretensões amorosas, o estímulo ultrapassa as máscaras e não se quer nem pretende dar marcha ré.


O incesto, uma ferramenta de influência, porque para o homem poucos estímulos são maiores do que se sentir com poder, com influência... tensionar, e tensionar a linha, como se fingindo que nada acontece, até que ela se rompe, e tudo que foi acumulado transborda.
O prazer de saber que você é jovem, de andar por aí com o pau pra fora e saber que sua mãe olha de esguelha, saber que numa idade tão nova, não só é maior que a do seu pai, mas também que a de muitos adultos, esse contraste.



Esse estímulo compensa a vida, saber que você é uma tentação tão grande que derruba barreiras morais, que possui o que não deveria, que o que você faz poderia causar brigas familiares, mas na sua pouca idade você é o homem da casa, sua mãe sabe, você sabe... Porque a vida te dá essa vantagem, porque o fato de estar mais capacitado sexualmente apaga a palavra "filho" na mente dela e na sua idade, e as restrições desaparecem e a entrega se torna presente, incondicional.

Você tem o favor da sua mãe, das suas tias, de qualquer ser feminino que se renda aos seus atributos; experiência útil e enriquecedora que te forma como garanhão e como o macho da família.


Do lado feminino, a mulher presta contas apenas ao homem que ela reconhece como macho, e se entrega. Garantindo que a próxima geração não esqueça a anterior e cresça forte e experiente.

Ou a mulher jovem que deseja apalpar o pauzão grosso de homens maduros, seus tios, seu pai, os primos. Assegurando ou reforçando igualmente seu afeto, seu favor, ao ser objeto de tentação proibida.



O mesmo acontece com o cuckold, quando um homem expõe sua mulher a estímulos contra os quais ela não tem defesas, contrastar o corpo forte de outro homem, dominante, com características sexuais pesadas e obscenas, em oposição ao seu próprio corpo, algo estala na mente da mulher. Não ter que manter as aparências, ter provocado, provocado, criando tentação até que ela explode.



Motivos do cuckold, os mesmos do incesto e tantos outros, que os caminhos levem à sua natureza evolutiva; tanto negar, esconder, rejeitar esses instintos, se ver exposto à tentação, ao jogo... até que simplesmente acontece, se tensiona até estourar...



Não estou dizendo que você amanhã entregue sua esposa, não estou dizendo que você amanhã se meta na cama do seu sobrinho, não estou dizendo que você finja que sua irmãzinha gosta de tomar banho com você sem motivo nenhum.

Digo, é prazeroso... é um jogo em que se sabe que por algum motivo é proibido, que é algo que deve ser jogado com cuidado, que se feito errado pode machucar quem menos se deseja, mas... que interessante é viver as coisas sem mentiras, do outro lado da linha.


Vale a pena jogar o jogo, apertar, e apertar mais, porque quando se leva a moralidade até um ponto que ela se dobra, que o desejo inunda, o que resta do outro lado é... muito interessante.


Sem mais, curtam, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que não pediram opinião, muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca ninguém, vai fundo.
Sempre tô disponível pra trocar uma ideia; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade para comentar publicamente ou no privado.
Um prazer, e muito tesão para cornos, incestuosos, putas taradas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de maneira convencional ou não.
Bom dia.
Agradeço muito os comentários, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais gostaram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente o Poringa tá bem morto e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se notarem erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.
5 comentários - Borrando líneas...
¿Alguna opinion mas profunda sobre algún tema en partícular?
Por ciertas politicas de Poringa y porque ya me parecía algo extenso no ahonde en puntos exactos tanto como me gustaría.