Para o bem ou para o mal, vivemos tempos peculiares, alguns diriam tempos interessantes.
Vivemos até onde a vontade alcança, onde se tenta levar os prazeres com moderação, controlar os instintos, a moral...
Mas parece que o plano toma um rumo diferente.

Expostos a um sem-fim de estímulos ao alcance da mão, sem medida, só um par de teclas e eles tão ali, hoje mais do que nunca a vontade é posta à prova e é fácil cair nas tentações de todo tipo enquanto o mundo avança cada vez mais pra destinos não planejados e desconcertantes.

Dentro desse enquadramento surgem novas filias, ou antigas, mas potencializadas, superestimuladas pela facilidade dos meios, pela conexão fácil de quem as compartilha e fomenta.

Uma delas é o "Filho cuck" ou "Cuckson".

Porque no mundo atual não tem espaço pra mentira, não tem espaço pra enrolação. Durante anos, com esforço, a moral e a aceitação foram sendo forjadas, um mundo onde não é o mais forte que vence, mas sim, deixando de lado os instintos, a gente escolheu agir como ser humano, usar o livre-arbítrio e tentar vencer aquela puta tentação forte, aquela guia poderosa que, mesmo sendo bruta e bestial, nos ajudou a nos orientar nas épocas mais difíceis da humanidade. E por isso, seu eco, sua presença, é foda de dissipar.

O instinto "Filho cuck", uma postura que até parece fácil de entender, mas vai bem mais fundo, sendo abordada principalmente pela perspectiva corna, aquela em que um homem vai se desenvolvendo ao ser exposto a estímulos, seja revistas, conteúdo da internet ou experiências pessoais, criando uma visão de si mesmo e da relação com o que tá ao redor.

Do tipo de "homem" que ele é, mentir já não é uma opção. Ninguém pode ter 10 cm de pau e dizer que é a média, que o pornô é mentira. É verdade que nem tudo que se produz é sem efeito, mas lá fora existem medidas registradas...

Hoje em dia, as mulheres veem sem vergonha o tipo de homem com quem querem estar. O único acesso delas pra saber como deveria ser a sensação de estar com um homem não é mais só a própria experiência ou a das amigas. Hoje, as mulheres veem espécimes de homens, com paus longos e grossos, robustos... pulsantes. Altos, fortes... Aqueles que aguentam várias horas na ação, com bolas pesadas que anunciam uma capacidade de inseminar inegável, aqueles que não vão te pegar com carinho nem com amor, mas como o predador pega a presa... duro, intenso, dominante e até doloroso; instintivo.


Atacando por todos os lados, e até em bando... pequenas e indefesas mocinhas de traços infantis, vulneráveis, frágeis; de feições ideais, de atitudes encantadoras, de corpos suavemente torneados ou milf carnudas, de proporções generosas, transbordantes, o outro extremo do espectro, com desejos acumulados prestes a explodir, prontas para se entregar, na idade do desejo, e alheias a experiências de tamanha intensidade.



A relação fica implícita, os machos dominantes têm acesso ao melhor gado.
Os rostos delas são o reflexo disso, um prazer que inunda os sentidos, que adormece o cérebro e derruba toda barreira de inibição, deixando-se fluir sem vergonha, doces, naturais, famintas.

E aí, no cenário atual, a gente vê esse mundo feito de glamour sexual, saturado de instinto, de prazer... E a pessoa contrasta isso, compara com a própria experiência dela.
O cara jovem olha pra própria entreperna e depois pro espécime na tela à sua frente, acha pequeno e, mais que isso, o próprio pau em comparação, acha normal, nem grosso, nem magro no corpo;

E aí, depois vê as reações daquelas mulheres milf ou novinhas ao desembainhar aquelas ferramentas pesadas, as caras delas, os gestos, as ações delas ao serem penetradas.


E contrastam com as experiências mornas que tiveram, não viram as namoradas deles reagirem assim, não as viram idolatrando, se submetendo, só de ver os corpos fortes deles, os paus pesados...


Aquela sensação, aquela aura de presa e predador, aquele poder de forçar ela e ela desejando ser forçada, aquele medo que enche elas de luxúria ao se verem indefesas diante de homens com essas características, sem love, só um desejo intenso e instintivo.

Essa percepção é registrada tanto em homens quanto em mulheres. As mulheres, por sua vez, desejando sem nunca pedir viver uma sexualidade assim.
E aí o homem tem opções, lutar, de diferentes formas;
Se dedicar, trabalhar no seu físico, na sua habilidade sexual, mãos, dedos, boca, língua... Talvez métodos de aumento. Tomar as rédeas do seu destino em vez de ceder às grandes expectativas que a competição masculina impõe.

Manter indiferença, oferecer o que tem, se valorizar e exercer uma sexualidade, digamos, normal.
E no final temos o corno manso, esse derrotado pela tentação, aquela que o superestimula e faz ele agarrar seu pinto pequenininho enquanto vê pornô de machos fortes dominando umas bucetinhas que gritam sem parar e se submetem cheias de prazer e tesão.


Elas têm consciência de que suas relações não são assim e não se enganam, podem ter relações, mas não querem a versão morna do negócio, não querem ser vistas só como um alívio sexual morno e pronto, como um provedor de recursos.

Porque qual homem não deseja ser respeitado, idolatrado, qual homem nunca quis ver o rostinho da mulher que ama cheio de prazer e entregue ao desejo por ele?

Mas o desejo estagna, se acumula... ao desejar um estímulo maior e não conseguir, eles se acostumam tanto a essa sensação que a anseiam a todo custo.

Eles se rendem e o desejo deles já não é mais estimular aquele prazer numa mulher, mas sim o desejo se transforma. Uma combinação de sentimentos e instinto potencializa a sensação deles, ver a namorada, esposa... a mulher que amam, submissa, enfeitiçada, revelando seus instintos mais baixos e sujos, a sensação de traição, de deslocamento, de inferioridade satura o cérebro deles.


Não é por acaso, leitor. Se me permite dizer algo que não está escrito em nenhum documento científico — não porque não exista uma consciência coletiva disso, mas pelo desconforto de assumir oficialmente como um fato;

É uma armadilha da biologia.

A mulher é cheia de vontades, trata como lixo quem ela quiser e o macho fraco acha que é normal, mas um homem de verdade sabe que é só puxar o pau do tamanho certo na frente dela que ela vira uma putinha submissa.

Joga 3 moedas na cara de uma mulher e fala "Toma, sua faminta, agora come" e ela vai se ofender. Dá um tapa na cara dela com um maço de notas e fala a mesma coisa, e ela vai dizer "sim" sem pensar duas vezes.
A mesma coisa com o sexo, não é questão da matéria, do pau... mas da quantidade que você oferece, do tamanho.

A biologia te trata por dentro, sim, se você se torna consciente do seu tamanho pequeno, a vida te frustra, te empurra, pra que seu desejo mude, se transforme, o que deveria ser seu desejo natural de dominação.

A humanidade, na sua forma calorosa de querer dar espaço pra todo mundo, misturou predadores e presas no mesmo ambiente, e por mais que tentem agir igual, predadores e presas jamais serão a mesma coisa. Ninguém fala, mas dá pra sentir no ar.

Você viu, seu cuckzinho, viu a bunda gorda e gostosa da sua mulher, com a luxúria dela sem fim, rebolando aquela cadera de milf, se esfregando num pau que mal sente. Abrindo as nádegas, morrendo de vontade de ser fodida com força, e mal sente a roçada da sua cabecinha no cu dela. Você viu como seu pau parece minúsculo na frente de uma bunda tão grande, como ela se contorce de tesão, e você goza antes mesmo de conseguir satisfazer ela.


E aí não tem satisfação, porque a satisfação física de gozar não supera a degradação mental de não se sentir homem, de não se sentir um garanhão que faz ela transbordar de prazer, o pouco respeito com que ela te olha, a vontade com que ela fica de mais e como ela continua se tocando depois que acha que você dormiu, como você descobriu o histórico de pornô no celular dela e encontra fotos de caras jovens que poderiam ser seus filhos, mas são mais homens do que você, e pra piorar, não são particularmente grandes, e sim você que é pequeno.


É quando tu sabe e ela também, que não é que já possa se dizer homem, mas que sem precisar te trair fisicamente, só de perder a imagem e o respeito de homem, tanto dela quanto de qualquer um que julgar a situação, você seria mais um "cuck".


A mulher se vê como gostosa, jovem, novinha e, por natureza, se enxerga assim e não espera nada menos que um macho dominante, mas entra em jogo o love e outras situações que fazem ela acabar com um corno manso e vivendo situações como a mencionada, chegando na maturidade, com quadris largos, peitos voluptuosos, com uma figura gostosa.


De tudo isso, um corno com a autoestima ferrada e um desejo tão frustrado quanto encontra uma válvula de escape no cuckold, imaginar a mulher que ama recebendo o prazer que ele não consegue dar.

É aí que a vida vence, porque apesar de o coração humano e caloroso querer dar espaço, amor e companheirismo pra todo mundo, a vida, o instinto é afiado, feito pinto pequeno, feito barrigudo, feito precoce... a vida te frustra sexualmente, te cortando e fazendo você entregar o que é mais valioso, sua conquista, sua mulher.

Um novo tesão se desenvolveu em você, o fato de se sentir pequeno, deslocado, germinou em você. O de se sentir um beta, alguém que só provê, o ter se deixado dominar por um desejo acumulado, o desejo de ver sua doce mulher submissa e gozando sem pudor de um macho Alfa. Seu maior desejo, que ela goze e seja gozada, e no final inseminada por um homem que dará descendência dominante.

Por outro lado, você que nasceu com um pau grande, carismático, atlético, que conseguiu ver nas suas experiências sexuais o favor desmedido das mulheres e insinuações de todas as idades e parentescos, captou a indireta da vida. O proibido e o tabu não existem para você, o seu negócio é inseminar.

Por que a vida manipula sentimentos, relacionamentos e tudo que for preciso pra endireitar a ordem natural, pra que o melhor espécime se reproduza e os outros sejam deixados de lado. O instinto de reprodução. A vida, as perspectivas sociais são o caminho que a humanidade adotou, mas por baixo disso, o corno, a puta e o macho sabem bem seu papel, o instinto já deu a dica a vida toda.

E, finalmente, depois dessa longa jornada evolutiva, tem o "Filho cuck", o cuckson.
É uma versão precoce e com uma compreensão mais rápida do ambiente ao redor.
É aquele que com uma olhada rápida entende seu lugar, que se sabe pequeno, vulnerável. Que logo desenvolve sua tarra.
Que o pai dela vê e não o enxerga como o macho dominante, mas sim o reconhece como um Beta. Muitas vezes barrigudos, largados.

Que encontra na mãe um ser de carinho puro, uma mulher doce, meiga. Uma mulher completa, imaculada, não corrompida pelo tesão de se ver diante de um homem de verdade.


E dessa perspectiva, ela aceita rapidamente a falta de um macho de verdade na casa dela. A perversão dela cresce ao ver um ser de aparência angelical como a mãe dela ser dominada pela tentação, pelo tesão. Ver uma mulher tão certinha se entregar sem controle aos próprios instintos.


Porque o cuckson sabe que nem o pinto pequeno dele nem o do pai conseguem satisfazer uma mulher como ela do jeito que tem que ser. Eles provêem, eles estão ali pra ela, mas ela tá ali pro macho.




Acho que me estendi demais explicando as bases instintivas do corno pra poder explicar o que é o corno manso.
Outra hora vou direto ao tesão cuckson já tendo explicado isso.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai fundo.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no Telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade pra comentar aqui ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuoso, puta gostosa, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se tiver erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.
Vivemos até onde a vontade alcança, onde se tenta levar os prazeres com moderação, controlar os instintos, a moral...
Mas parece que o plano toma um rumo diferente.

Expostos a um sem-fim de estímulos ao alcance da mão, sem medida, só um par de teclas e eles tão ali, hoje mais do que nunca a vontade é posta à prova e é fácil cair nas tentações de todo tipo enquanto o mundo avança cada vez mais pra destinos não planejados e desconcertantes.

Dentro desse enquadramento surgem novas filias, ou antigas, mas potencializadas, superestimuladas pela facilidade dos meios, pela conexão fácil de quem as compartilha e fomenta.

Uma delas é o "Filho cuck" ou "Cuckson".

Porque no mundo atual não tem espaço pra mentira, não tem espaço pra enrolação. Durante anos, com esforço, a moral e a aceitação foram sendo forjadas, um mundo onde não é o mais forte que vence, mas sim, deixando de lado os instintos, a gente escolheu agir como ser humano, usar o livre-arbítrio e tentar vencer aquela puta tentação forte, aquela guia poderosa que, mesmo sendo bruta e bestial, nos ajudou a nos orientar nas épocas mais difíceis da humanidade. E por isso, seu eco, sua presença, é foda de dissipar.

O instinto "Filho cuck", uma postura que até parece fácil de entender, mas vai bem mais fundo, sendo abordada principalmente pela perspectiva corna, aquela em que um homem vai se desenvolvendo ao ser exposto a estímulos, seja revistas, conteúdo da internet ou experiências pessoais, criando uma visão de si mesmo e da relação com o que tá ao redor.

Do tipo de "homem" que ele é, mentir já não é uma opção. Ninguém pode ter 10 cm de pau e dizer que é a média, que o pornô é mentira. É verdade que nem tudo que se produz é sem efeito, mas lá fora existem medidas registradas...

Hoje em dia, as mulheres veem sem vergonha o tipo de homem com quem querem estar. O único acesso delas pra saber como deveria ser a sensação de estar com um homem não é mais só a própria experiência ou a das amigas. Hoje, as mulheres veem espécimes de homens, com paus longos e grossos, robustos... pulsantes. Altos, fortes... Aqueles que aguentam várias horas na ação, com bolas pesadas que anunciam uma capacidade de inseminar inegável, aqueles que não vão te pegar com carinho nem com amor, mas como o predador pega a presa... duro, intenso, dominante e até doloroso; instintivo.


Atacando por todos os lados, e até em bando... pequenas e indefesas mocinhas de traços infantis, vulneráveis, frágeis; de feições ideais, de atitudes encantadoras, de corpos suavemente torneados ou milf carnudas, de proporções generosas, transbordantes, o outro extremo do espectro, com desejos acumulados prestes a explodir, prontas para se entregar, na idade do desejo, e alheias a experiências de tamanha intensidade.



A relação fica implícita, os machos dominantes têm acesso ao melhor gado.
Os rostos delas são o reflexo disso, um prazer que inunda os sentidos, que adormece o cérebro e derruba toda barreira de inibição, deixando-se fluir sem vergonha, doces, naturais, famintas.

E aí, no cenário atual, a gente vê esse mundo feito de glamour sexual, saturado de instinto, de prazer... E a pessoa contrasta isso, compara com a própria experiência dela.
O cara jovem olha pra própria entreperna e depois pro espécime na tela à sua frente, acha pequeno e, mais que isso, o próprio pau em comparação, acha normal, nem grosso, nem magro no corpo;

E aí, depois vê as reações daquelas mulheres milf ou novinhas ao desembainhar aquelas ferramentas pesadas, as caras delas, os gestos, as ações delas ao serem penetradas.


E contrastam com as experiências mornas que tiveram, não viram as namoradas deles reagirem assim, não as viram idolatrando, se submetendo, só de ver os corpos fortes deles, os paus pesados...


Aquela sensação, aquela aura de presa e predador, aquele poder de forçar ela e ela desejando ser forçada, aquele medo que enche elas de luxúria ao se verem indefesas diante de homens com essas características, sem love, só um desejo intenso e instintivo.

Essa percepção é registrada tanto em homens quanto em mulheres. As mulheres, por sua vez, desejando sem nunca pedir viver uma sexualidade assim.
E aí o homem tem opções, lutar, de diferentes formas;
Se dedicar, trabalhar no seu físico, na sua habilidade sexual, mãos, dedos, boca, língua... Talvez métodos de aumento. Tomar as rédeas do seu destino em vez de ceder às grandes expectativas que a competição masculina impõe.

Manter indiferença, oferecer o que tem, se valorizar e exercer uma sexualidade, digamos, normal.
E no final temos o corno manso, esse derrotado pela tentação, aquela que o superestimula e faz ele agarrar seu pinto pequenininho enquanto vê pornô de machos fortes dominando umas bucetinhas que gritam sem parar e se submetem cheias de prazer e tesão.


Elas têm consciência de que suas relações não são assim e não se enganam, podem ter relações, mas não querem a versão morna do negócio, não querem ser vistas só como um alívio sexual morno e pronto, como um provedor de recursos.

Porque qual homem não deseja ser respeitado, idolatrado, qual homem nunca quis ver o rostinho da mulher que ama cheio de prazer e entregue ao desejo por ele?

Mas o desejo estagna, se acumula... ao desejar um estímulo maior e não conseguir, eles se acostumam tanto a essa sensação que a anseiam a todo custo.

Eles se rendem e o desejo deles já não é mais estimular aquele prazer numa mulher, mas sim o desejo se transforma. Uma combinação de sentimentos e instinto potencializa a sensação deles, ver a namorada, esposa... a mulher que amam, submissa, enfeitiçada, revelando seus instintos mais baixos e sujos, a sensação de traição, de deslocamento, de inferioridade satura o cérebro deles.


Não é por acaso, leitor. Se me permite dizer algo que não está escrito em nenhum documento científico — não porque não exista uma consciência coletiva disso, mas pelo desconforto de assumir oficialmente como um fato;

É uma armadilha da biologia.

A mulher é cheia de vontades, trata como lixo quem ela quiser e o macho fraco acha que é normal, mas um homem de verdade sabe que é só puxar o pau do tamanho certo na frente dela que ela vira uma putinha submissa.

Joga 3 moedas na cara de uma mulher e fala "Toma, sua faminta, agora come" e ela vai se ofender. Dá um tapa na cara dela com um maço de notas e fala a mesma coisa, e ela vai dizer "sim" sem pensar duas vezes.
A mesma coisa com o sexo, não é questão da matéria, do pau... mas da quantidade que você oferece, do tamanho.

A biologia te trata por dentro, sim, se você se torna consciente do seu tamanho pequeno, a vida te frustra, te empurra, pra que seu desejo mude, se transforme, o que deveria ser seu desejo natural de dominação.

A humanidade, na sua forma calorosa de querer dar espaço pra todo mundo, misturou predadores e presas no mesmo ambiente, e por mais que tentem agir igual, predadores e presas jamais serão a mesma coisa. Ninguém fala, mas dá pra sentir no ar.

Você viu, seu cuckzinho, viu a bunda gorda e gostosa da sua mulher, com a luxúria dela sem fim, rebolando aquela cadera de milf, se esfregando num pau que mal sente. Abrindo as nádegas, morrendo de vontade de ser fodida com força, e mal sente a roçada da sua cabecinha no cu dela. Você viu como seu pau parece minúsculo na frente de uma bunda tão grande, como ela se contorce de tesão, e você goza antes mesmo de conseguir satisfazer ela.


E aí não tem satisfação, porque a satisfação física de gozar não supera a degradação mental de não se sentir homem, de não se sentir um garanhão que faz ela transbordar de prazer, o pouco respeito com que ela te olha, a vontade com que ela fica de mais e como ela continua se tocando depois que acha que você dormiu, como você descobriu o histórico de pornô no celular dela e encontra fotos de caras jovens que poderiam ser seus filhos, mas são mais homens do que você, e pra piorar, não são particularmente grandes, e sim você que é pequeno.


É quando tu sabe e ela também, que não é que já possa se dizer homem, mas que sem precisar te trair fisicamente, só de perder a imagem e o respeito de homem, tanto dela quanto de qualquer um que julgar a situação, você seria mais um "cuck".


A mulher se vê como gostosa, jovem, novinha e, por natureza, se enxerga assim e não espera nada menos que um macho dominante, mas entra em jogo o love e outras situações que fazem ela acabar com um corno manso e vivendo situações como a mencionada, chegando na maturidade, com quadris largos, peitos voluptuosos, com uma figura gostosa.


De tudo isso, um corno com a autoestima ferrada e um desejo tão frustrado quanto encontra uma válvula de escape no cuckold, imaginar a mulher que ama recebendo o prazer que ele não consegue dar.

É aí que a vida vence, porque apesar de o coração humano e caloroso querer dar espaço, amor e companheirismo pra todo mundo, a vida, o instinto é afiado, feito pinto pequeno, feito barrigudo, feito precoce... a vida te frustra sexualmente, te cortando e fazendo você entregar o que é mais valioso, sua conquista, sua mulher.

Um novo tesão se desenvolveu em você, o fato de se sentir pequeno, deslocado, germinou em você. O de se sentir um beta, alguém que só provê, o ter se deixado dominar por um desejo acumulado, o desejo de ver sua doce mulher submissa e gozando sem pudor de um macho Alfa. Seu maior desejo, que ela goze e seja gozada, e no final inseminada por um homem que dará descendência dominante.

Por outro lado, você que nasceu com um pau grande, carismático, atlético, que conseguiu ver nas suas experiências sexuais o favor desmedido das mulheres e insinuações de todas as idades e parentescos, captou a indireta da vida. O proibido e o tabu não existem para você, o seu negócio é inseminar.

Por que a vida manipula sentimentos, relacionamentos e tudo que for preciso pra endireitar a ordem natural, pra que o melhor espécime se reproduza e os outros sejam deixados de lado. O instinto de reprodução. A vida, as perspectivas sociais são o caminho que a humanidade adotou, mas por baixo disso, o corno, a puta e o macho sabem bem seu papel, o instinto já deu a dica a vida toda.

E, finalmente, depois dessa longa jornada evolutiva, tem o "Filho cuck", o cuckson.
É uma versão precoce e com uma compreensão mais rápida do ambiente ao redor.
É aquele que com uma olhada rápida entende seu lugar, que se sabe pequeno, vulnerável. Que logo desenvolve sua tarra.
Que o pai dela vê e não o enxerga como o macho dominante, mas sim o reconhece como um Beta. Muitas vezes barrigudos, largados.

Que encontra na mãe um ser de carinho puro, uma mulher doce, meiga. Uma mulher completa, imaculada, não corrompida pelo tesão de se ver diante de um homem de verdade.


E dessa perspectiva, ela aceita rapidamente a falta de um macho de verdade na casa dela. A perversão dela cresce ao ver um ser de aparência angelical como a mãe dela ser dominada pela tentação, pelo tesão. Ver uma mulher tão certinha se entregar sem controle aos próprios instintos.


Porque o cuckson sabe que nem o pinto pequeno dele nem o do pai conseguem satisfazer uma mulher como ela do jeito que tem que ser. Eles provêem, eles estão ali pra ela, mas ela tá ali pro macho.




Acho que me estendi demais explicando as bases instintivas do corno pra poder explicar o que é o corno manso.
Outra hora vou direto ao tesão cuckson já tendo explicado isso.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai fundo.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no Telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade pra comentar aqui ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuoso, puta gostosa, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Se tiver erros de ortografia, não hesitem em apontar o ponto exato, agradeço.
7 comentários - Filho cuck... Cuckson.
es una verdad que debe ser aceptada, los machos buscamos a esa hembra para darle su lugar
en mi perfil tambien lo comento, si no eres capaz de cuidar a tu esposa, lo hare yo y mi gran verga
Que plaver verte de nuevo por aquí en Poringa.