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❌ Prenderam 13 pessoas por pedofilia num megaoperação: tem dois professores acusados
107 operações de busca e apreensão foram realizadas em CABA e nas províncias de Buenos Aires, Chaco e Santa Fé.
TrezeresultaramdetidasNas últimas horas, no âmbito de uma investigação pelos crimes dePosse, distribuição e produçãode material deabuso sexual infantile assédio sexual online, conhecido popularmente comoaliciamentoEntre os detidos tem um professor de educação física e uma professora de educação infantil.
As prisões aconteceram hoje, terça-feira, em 107 batidas simultâneas realizadas em casas de 62 cidades das províncias de Buenos Aires, Chaco e Santa Fé, com a participação de mais de 800 agentes da Polícia Bonaerense e da Polícia Federal. As operações foram feitas a partir do programa Operação Proteção das Infâncias II, que tem como objetivo principal desmantelar as gangues que se dedicam a espalhar imagens e vídeos de putaria envolvendo menores.
Especificamente, a investigação desse caso focou em detectar usuários que divulgaram arquivos relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes entre 30 de agosto e 6 de outubro de 2023.
A operação teve um comando duplo. Pelo MPF de CABA, participou o promotor Tomás Vaccarezza, titular da Promotoria nº 17, especializada em crimes e contravenções informáticas. Nessa promotoria, conseguiram investigar mais de 150 usuários de redes P2P espalhados pela Argentina e outros países. Os mandados de busca solicitados pelo promotor Vaccarezza foram autorizados pela juíza Bettina Mobillo.
Pelo lado bonaerense, o Departamento de Crimes Relacionados ao Tráfico de Pessoas, Pornografia Infantil e Grooming do Ministério Público de Buenos Aires, chefiado por Eleonora Weingast, ligado à Secretaria de Política Criminal da Procuradoria-Geral, liderou a investigação junto com a Assessoria Fiscal em Crimes Relacionados ao Tráfico de Pessoas, Ciberpedofilia e Grooming do Departamento Judicial de Junín, comandado por Fernando Graffigna; a Unidade Funcional de Instrução e Julgamento Nº 8 Descentralizada de Berazategui (do Departamento Judicial de Quilmes), especializada nesse tipo de crime, sob o comando do promotor Daniel Ichazo; e a Unidade Funcional de Instrução e Julgamento Nº 3 do Departamento Judicial Pergamino, dirigida por Nelson Mastorchio.
Para a detecção dos suspeitos, foi essencial a informação fornecida pelo sistema de investigação americano Internet Crimes Against Children Child On-line Protection System (ICACCOPS), uma ferramenta usada para verificar tráfego de material de exploração sexual de crianças e adolescentes em plataformas de troca Peer to Peer (P2P).
O ICACCOPS trouxe pistas sobre casos de baixar e espalhar material de abuso sexual infantil, sobre a possível produção disso e também sobre casos de grooming, crimes previstos nos artigos 128 e 131 do Código Penal Argentino. O sistema também permitiu identificar endereços de protocolo de Internet (IP) ligados a usuários suspeitos.
Assim, agentes da Direção de Investigações em Cibercrime da área de Crimes Complexos da Polícia da Província de Buenos Aires e da Divisão de Crimes Cibernéticos contra a Infância e Adolescência da PFA - que depende da Superintendência de Investigações Federais - foram atrás deles.
Nas operações de busca, participaram 22 promotorias e escritórios especializados. Especificamente na província de Buenos Aires, o caso abrangeu os seguintes departamentos judiciais: Avellaneda-Lanús, Azul, Bahía Blanca, Dolores, Junín, La Matanza, La Plata, Lomas de Zamora, Mar del Plata, Mercedes, Moreno-Gral. Rodríguez, Morón, Necochea, Pergamino, Quilmes, San Isidro, San Martín, San Nicolás e Zárate Campana.
📢Fontes:
Prenderam 18 pessoas envolvidas na produção e divulgação de pornografia infantil.
Prenderam 13 pessoas por pedofilia num megaoperação: tem dois professores acusados

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