Os boatos, o tempo, o desconhecimento e, em grande parte, a sacanagem de acreditar que o que te contam é real alimentam com força as crenças que vamos ver aqui.8. GerbillingCom todas as coisas que as pessoas enfiam no cu, um bichinho pequeno como um hamster não parece ser a melhor ideia, mas alguma coisa deve ter pra ser uma "prática comum", até o Richard Gere e o Donald Trump fizeram, né? sim, bom, é o que dizem, mas essa prática sexual nunca passou de uma lenda, persistente, sim, porque os anos passam e ela continua aí.
A real é que nunca foi documentado um único caso verdadeiro, e isso sim é estranho, porque com esse tipo de história sempre aparece alguém e falaPor que não? Por que eu não ia enfiar um rato no meu cu?, mas infelizmente, os escritores e comunistas que tentam buscar uma história real sempre disseram a mesma coisa: Não há nenhuma evidência real de que isso exista, só existe no imaginário popular.7. FlufferNo mundo do pornô profissional, rola um monte de lenda urbana, o que é compreensível por causa do sigilo dos atores e das gravações. As mais comuns são sobre tomar viagra pra aguentar melhor todas as cenas, ou sobre produtos que fazem eles gozarem como se o pau fosse um esguicho (um lifehack meu, do The Brondon: o truque de verdade pra gozar assim é beber só água, comer abacaxi, cortar as gorduras e, o mais importante, não bater uma por pelo menos uma semana). Os "Fluffer", nesse mundo, são aquela pessoa que cuida pra o ator manter a ereção o tempo todo, usando a boca e a mão se precisar, mas sem ir além disso.
Se liga, isso já contradiz a ideia de usar coisas como viagra pra manter a ereção: se tem um fluffer, em tese, não precisa do outro.
Tem ator que diz que é verdade e outros que é mito e não existe.6. A buceta dentadaA buceta dentada, como o nome já entrega, são mulheres que têm dentes na ppk; ou como algumas histórias descrevem, são aquelas minas que, dentro da buceta, têm um monstro cheio de dentes, o que dá a impressão errada de que são elas que têm esses dentes (tipo a Princesa Clara da série A Casa dos Desenhos).
Saiu um boato falando de um sistema de defesa chamado dedentada, um aparelho que, uma vez introduzido na buceta, as mulheres poderiam usar pra, literalmente, cortar paus.
Pois nem uma coisa nem outra, não houve casos de mulheres com dentes na buceta, nem existe o tal aparelho, já que só apareceu numa novela.5. Os Bugchasing e os Gift GiversPra quem não conhece essas palavras, é bem simples: os Bugchasers são pessoas que, através do sexo sem proteção, querem pegar o HIV de forma voluntária; e os Gift Givers são o outro lado da moeda, ou seja, os que tão dispostos a infectar o outro.4. Golpe do jumentoOs tapas, antes e durante o sexo, é algo que, embora não seja o comum, já se viu como pode acabar agradando algumas pessoas (como eu, The Brondon).
Mas existe uma lenda urbana que fala de um tapa, um soco exatamente, que o homem dá na mulher quando o America perde um jogo (não, não é verdade)... com o objetivo de fazer a buceta contrair e sentir mais prazer. Pra ficar claro, não é um tapinha, é um golpe direto com força, como se te devesse dinheiro.
Mas não, não existe, não sei por que continuo explicando, se tô falando de coisas que não existem... ou será que existem?3. A nova droga dos estupradores: ProgesterexDiziam que ela fazia não sei o quê, mas acho que nem preciso falar que não existe, ou será que existe?2. Sexo casual usando o Bluetooth(As frequências altas de amplo espectro, mais conhecidas como Bluetooth, foram inventadas em 1994 por Japp Haartsen e Mattisson Sven, que decidiram dar ao invento o nome de um antigo rei viking chamado Harald Blåtand. O que faz total sentido, porque todo mundo sabe que os vikings e a conectividade sem fio têm tudo a ver).
Soava tão possível, uma ideia tão gostosa que parecia mentira, e era.
A notícia explodiu: os celulares com Bluetooth podiam ser usados para arrumar parceiros pra transar dentro de um raio limitado de uns 5 a 15 metros. Quando você encontrava alguém, mandava o texto:Toothing?, e se a outra pessoa te mandasse de volta, já era.
Coitados dos azarados que criaram esperança (eu incluso) porque essa moda nunca existiu. Talvez achem que era má sorte, sei lá, mas tudo não passou de uma brincadeira que começou em 2004 num fórum, com o objetivo de provar que jornalistas são capazes de acreditar numa notícia sem verificar se é verdade (tô decepcionado com os jornalistas, muito decepcionado).1. A festa arco-íris e as pulseiras coloridasA gostosafesta do arco-írisÉ quando a mina pinta os lábios de várias cores, de preferência bem brilhantes, e com a boca assim, faz um boquete multicolorido. A parada seria foda pra caralho se não fosse porque essa moda nunca existiu. Se alguém fez isso, parabéns pro filho da puta sortudo, mas não rolou, e nunca foi além. A segunda versão dafesta do arco-írisÉ bem diferente e mais fantasiosa, nessa um grupo de garotas com diferentes cores de batom chupam um grupo de caras enfileirados, deixando o pau bemkawaii desu ne, muito liberalismo, álcool e um pouco de droga são necessários pra que o que foi dito aconteça (embora eu, The Brondon, ache que já deve ter rolado em algum lugar dos Méxicos, Argentina ou Espanha).
De forma parecida, em 2003 nasceu um boato dizendo que as pulseiras, um tipo de pulseira de borracha que fez sucesso na época, serviam pra marcar as intenções sexuais de quem as usava: desde abraços até sexo sem proteção, bem-vindo ao Doc Tops... por exemplo: laranja significa beijos, vermelho significa um strip-tease, e verde significa lamber a buceta. O boato ficou tão popular que até algumas escolas proibiram o uso dessas pulseiras pra que parassem de falar do assunto e esquecessem, mas fazer isso só serviu pra dar a entender que a lenda era verdade.
Mas não é, ou será que é?
Mas é isso por hoje, me sigam, deem pontos, favoritem, comentem e tudo mais, lembrem que eu posto toda sexta-feira. Nos vemos no próximo post, tchau.
A real é que nunca foi documentado um único caso verdadeiro, e isso sim é estranho, porque com esse tipo de história sempre aparece alguém e falaPor que não? Por que eu não ia enfiar um rato no meu cu?, mas infelizmente, os escritores e comunistas que tentam buscar uma história real sempre disseram a mesma coisa: Não há nenhuma evidência real de que isso exista, só existe no imaginário popular.7. FlufferNo mundo do pornô profissional, rola um monte de lenda urbana, o que é compreensível por causa do sigilo dos atores e das gravações. As mais comuns são sobre tomar viagra pra aguentar melhor todas as cenas, ou sobre produtos que fazem eles gozarem como se o pau fosse um esguicho (um lifehack meu, do The Brondon: o truque de verdade pra gozar assim é beber só água, comer abacaxi, cortar as gorduras e, o mais importante, não bater uma por pelo menos uma semana). Os "Fluffer", nesse mundo, são aquela pessoa que cuida pra o ator manter a ereção o tempo todo, usando a boca e a mão se precisar, mas sem ir além disso.
Se liga, isso já contradiz a ideia de usar coisas como viagra pra manter a ereção: se tem um fluffer, em tese, não precisa do outro.
Tem ator que diz que é verdade e outros que é mito e não existe.6. A buceta dentadaA buceta dentada, como o nome já entrega, são mulheres que têm dentes na ppk; ou como algumas histórias descrevem, são aquelas minas que, dentro da buceta, têm um monstro cheio de dentes, o que dá a impressão errada de que são elas que têm esses dentes (tipo a Princesa Clara da série A Casa dos Desenhos).
Saiu um boato falando de um sistema de defesa chamado dedentada, um aparelho que, uma vez introduzido na buceta, as mulheres poderiam usar pra, literalmente, cortar paus.
Pois nem uma coisa nem outra, não houve casos de mulheres com dentes na buceta, nem existe o tal aparelho, já que só apareceu numa novela.5. Os Bugchasing e os Gift GiversPra quem não conhece essas palavras, é bem simples: os Bugchasers são pessoas que, através do sexo sem proteção, querem pegar o HIV de forma voluntária; e os Gift Givers são o outro lado da moeda, ou seja, os que tão dispostos a infectar o outro.4. Golpe do jumentoOs tapas, antes e durante o sexo, é algo que, embora não seja o comum, já se viu como pode acabar agradando algumas pessoas (como eu, The Brondon).
Mas existe uma lenda urbana que fala de um tapa, um soco exatamente, que o homem dá na mulher quando o America perde um jogo (não, não é verdade)... com o objetivo de fazer a buceta contrair e sentir mais prazer. Pra ficar claro, não é um tapinha, é um golpe direto com força, como se te devesse dinheiro.
Mas não, não existe, não sei por que continuo explicando, se tô falando de coisas que não existem... ou será que existem?3. A nova droga dos estupradores: ProgesterexDiziam que ela fazia não sei o quê, mas acho que nem preciso falar que não existe, ou será que existe?2. Sexo casual usando o Bluetooth(As frequências altas de amplo espectro, mais conhecidas como Bluetooth, foram inventadas em 1994 por Japp Haartsen e Mattisson Sven, que decidiram dar ao invento o nome de um antigo rei viking chamado Harald Blåtand. O que faz total sentido, porque todo mundo sabe que os vikings e a conectividade sem fio têm tudo a ver).
Soava tão possível, uma ideia tão gostosa que parecia mentira, e era.
A notícia explodiu: os celulares com Bluetooth podiam ser usados para arrumar parceiros pra transar dentro de um raio limitado de uns 5 a 15 metros. Quando você encontrava alguém, mandava o texto:Toothing?, e se a outra pessoa te mandasse de volta, já era.
Coitados dos azarados que criaram esperança (eu incluso) porque essa moda nunca existiu. Talvez achem que era má sorte, sei lá, mas tudo não passou de uma brincadeira que começou em 2004 num fórum, com o objetivo de provar que jornalistas são capazes de acreditar numa notícia sem verificar se é verdade (tô decepcionado com os jornalistas, muito decepcionado).1. A festa arco-íris e as pulseiras coloridasA gostosafesta do arco-írisÉ quando a mina pinta os lábios de várias cores, de preferência bem brilhantes, e com a boca assim, faz um boquete multicolorido. A parada seria foda pra caralho se não fosse porque essa moda nunca existiu. Se alguém fez isso, parabéns pro filho da puta sortudo, mas não rolou, e nunca foi além. A segunda versão dafesta do arco-írisÉ bem diferente e mais fantasiosa, nessa um grupo de garotas com diferentes cores de batom chupam um grupo de caras enfileirados, deixando o pau bemkawaii desu ne, muito liberalismo, álcool e um pouco de droga são necessários pra que o que foi dito aconteça (embora eu, The Brondon, ache que já deve ter rolado em algum lugar dos Méxicos, Argentina ou Espanha).
De forma parecida, em 2003 nasceu um boato dizendo que as pulseiras, um tipo de pulseira de borracha que fez sucesso na época, serviam pra marcar as intenções sexuais de quem as usava: desde abraços até sexo sem proteção, bem-vindo ao Doc Tops... por exemplo: laranja significa beijos, vermelho significa um strip-tease, e verde significa lamber a buceta. O boato ficou tão popular que até algumas escolas proibiram o uso dessas pulseiras pra que parassem de falar do assunto e esquecessem, mas fazer isso só serviu pra dar a entender que a lenda era verdade.
Mas não é, ou será que é?
Mas é isso por hoje, me sigam, deem pontos, favoritem, comentem e tudo mais, lembrem que eu posto toda sexta-feira. Nos vemos no próximo post, tchau.
1 comentários - Lendas Sexuais que são falsas... ou não?
Al menos podría estar bien escrito.