Sou um coroa de 59 anos, casado, mas sempre fui atraído por homens, nunca concretizei nada.
Sou vendedor de um laboratório e viajo para o interior. Voltando de uma viagem, parei em um posto de gasolina no meio do nada, queria ir ao banheiro, abastecer e seguir viagem, impossível, o carro não pegou. Eu me viro na mecânica, mas carros novos: levanta o capô e acabou o conhecimento. No posto só tinha um moleque que não fazia ideia. Quis ligar e não tinha sinal, tava ferrado. O moleque falou que a 20 km tinha uma cidade e lá eu podia achar um mecânico, que quando passasse um carro pedisse carona. Passou mais de uma hora, já estava escurecendo. Daí apareceu um caminhão com reboque entrando no posto, e eu me aproximei pra pedir o favor. Um cara de uns 40 anos, gordinho, de aparência desleixada, não me caiu bem, mas era o único que podia me salvar. Pedi se ele me levava até a cidade e ele disse que sim, sem problema, mas que por causa do horário não ia achar mecânico. Me convidou pra subir no caminhão, um Mercedes velho com cabine dormitório, lá dentro cheio de fotos de gostosas e caras pelados. Não quis admitir, mas aquilo me despertou o tesão. Começamos a conversar.
— Gosta das fotos? — ele perguntou na lata.
— Parece que você tem pra todos os gostos.
— E sim, nunca se sabe.
Me fiz de besta e mudei de assunto, mas o gordinho insistiu:
— Eu gosto de tudo, se eu tiver que comer uma mina ou um cara, eu vou fundo, ha.
— A verdade é que não sei o que te responder — falei.
— E você, do que gosta?
— Sou casado.
— Sabe quantos casados eu já comi?
O cara tava indo fundo, eu devia ter cortado tudo na hora, mas já disse que o tesão tinha despertado.
— Parece que esse caminhão tem suas histórias — falei.
— Mais ou menos, faz um mês que não rola nada e tô muito tarado.
— Dá pra ver, já foi chegando, ha.
— E eu tento, se não rolar, azar o meu — ele respondeu.
Ele perguntou na lata:
— Você gosta de Tipos? Fiquei calado, a conversa tinha me excitado, mas não sabia o que fazer. O cara me apressa, me olha e diz - olha, já tá subindo-, ele tava de calça de moletom e dava pra ver que o pau tava duro, -quer que eu tire?- eu não conseguia falar de tanta excitação, -vai, safada, pelo menos toca nele- - bom, me mostra ele - falo gaguejando, ele ri e com uma mão enfia por baixo da barriga e tira o pau, era muito grande, cabeça pequena mas depois ia alargando até ficar bem grosso e comprido, -gostou, mamãe?- -sim, é muito grande-- quero que você me chupe--não, você tá dirigindo, é perigoso, se quiser eu toco nele- me aproximei e comecei a tocar, tava durasso, me senti muito tesuda, comecei a masturbar ele, minha buceta pulsava, nunca me senti tão quente.
De repente ele liga a seta, chegamos na cidade, era noite fechada, entramos em outro posto de gasolina pro caminhão num lugar afastado e ele desce, -vou mijar, se quiser vem, depois a gente continua- eu, toda excitada, falo que sim e vamos pro banheiro, enquanto andávamos pensei em dar o fora, mas já era tarde demais. Daqui a pouco continuo, aguentem aí, tarados.
Sou vendedor de um laboratório e viajo para o interior. Voltando de uma viagem, parei em um posto de gasolina no meio do nada, queria ir ao banheiro, abastecer e seguir viagem, impossível, o carro não pegou. Eu me viro na mecânica, mas carros novos: levanta o capô e acabou o conhecimento. No posto só tinha um moleque que não fazia ideia. Quis ligar e não tinha sinal, tava ferrado. O moleque falou que a 20 km tinha uma cidade e lá eu podia achar um mecânico, que quando passasse um carro pedisse carona. Passou mais de uma hora, já estava escurecendo. Daí apareceu um caminhão com reboque entrando no posto, e eu me aproximei pra pedir o favor. Um cara de uns 40 anos, gordinho, de aparência desleixada, não me caiu bem, mas era o único que podia me salvar. Pedi se ele me levava até a cidade e ele disse que sim, sem problema, mas que por causa do horário não ia achar mecânico. Me convidou pra subir no caminhão, um Mercedes velho com cabine dormitório, lá dentro cheio de fotos de gostosas e caras pelados. Não quis admitir, mas aquilo me despertou o tesão. Começamos a conversar.
— Gosta das fotos? — ele perguntou na lata.
— Parece que você tem pra todos os gostos.
— E sim, nunca se sabe.
Me fiz de besta e mudei de assunto, mas o gordinho insistiu:
— Eu gosto de tudo, se eu tiver que comer uma mina ou um cara, eu vou fundo, ha.
— A verdade é que não sei o que te responder — falei.
— E você, do que gosta?
— Sou casado.
— Sabe quantos casados eu já comi?
O cara tava indo fundo, eu devia ter cortado tudo na hora, mas já disse que o tesão tinha despertado.
— Parece que esse caminhão tem suas histórias — falei.
— Mais ou menos, faz um mês que não rola nada e tô muito tarado.
— Dá pra ver, já foi chegando, ha.
— E eu tento, se não rolar, azar o meu — ele respondeu.
Ele perguntou na lata:
— Você gosta de Tipos? Fiquei calado, a conversa tinha me excitado, mas não sabia o que fazer. O cara me apressa, me olha e diz - olha, já tá subindo-, ele tava de calça de moletom e dava pra ver que o pau tava duro, -quer que eu tire?- eu não conseguia falar de tanta excitação, -vai, safada, pelo menos toca nele- - bom, me mostra ele - falo gaguejando, ele ri e com uma mão enfia por baixo da barriga e tira o pau, era muito grande, cabeça pequena mas depois ia alargando até ficar bem grosso e comprido, -gostou, mamãe?- -sim, é muito grande-- quero que você me chupe--não, você tá dirigindo, é perigoso, se quiser eu toco nele- me aproximei e comecei a tocar, tava durasso, me senti muito tesuda, comecei a masturbar ele, minha buceta pulsava, nunca me senti tão quente.
De repente ele liga a seta, chegamos na cidade, era noite fechada, entramos em outro posto de gasolina pro caminhão num lugar afastado e ele desce, -vou mijar, se quiser vem, depois a gente continua- eu, toda excitada, falo que sim e vamos pro banheiro, enquanto andávamos pensei em dar o fora, mas já era tarde demais. Daqui a pouco continuo, aguentem aí, tarados.
2 comentários - Los camioneros la tienen grandota.
una verga de un camionero