Sabe, ainda não me acostumei com a ideia de ficar sozinho na minha cama.
E, mesmo a Rous também não, tem algo que nos une além de morar sozinhos.
Contei pra vocês que semana passada aconteceu o que um dia passou pela minha cabeça:
ver ela sem roupa, cheirar os peitos dela, aproveitar aquele sexo gostoso.
Bom, no fim os dois acabaram numa aventura curta, mas que fez muito bem pra nós dois.
Hoje de manhã, quando saí de casa, trombei com ela varrendo na frente da casa dela. Sabe como é, um dia meio frio, sem aula, e por isso minha tia tão cedo varrendo. Ela começa o dia levando minhas primas pra escola: primeiro a Dámaris pro colégio, depois a Gabriela pra primária. Hoje a rotina deu uma trégua, e por isso ela tava sozinha varrendo, como se estivesse esperando alguém.
Quando saí de casa, só falei "bom dia" e me aproximei dela,
querendo dar um tapinha na bunda. Mas ela me disse:
"Cuidado, isso não é igual ao da outra noite."
Me afastei, mas ela me deu um bilhete.
Peguei, segui meu caminho, li.
Dizia: "Te espero hoje à noite, no mesmo horário. Não bate, entra."
Meu coração disparou quando terminei de ler o bilhete.
Passei o dia todo feliz e contente, esperando dar meia-noite
pra voltar a brincar de ladrão.
Cheguei do trabalho, tomei um banho, bebi uma cerveja e umas pílulas que ajudam a aguentar muito mais durante o ato. Sabe aquelas que dizem:
"NÃO É PRA QUEM NÃO CONSEGUE, É PRA QUEM QUER MAIS"?
O relógio deu os toques.
Era a hora. Me vesti de preto de novo pra não ser facilmente descoberto.
Pulei o muro quase voando. Quando cheguei na sacada de novo, suspirei e entrei sem bater, como dizia o bilhete. No quarto não tinha ninguém, mas dava pra ouvir o chuveiro ligado.
Ela apareceu e estendeu a mão pra mim.
Fui pro banheiro e não acreditei no que vi: ela de sutiã leve, que mais parecia umas tiras, só marcando os peitões da Rous, de salto alto, com velas acesas ao redor. Fechou a torneira do chuveiro. Caliente com um beijo romântico, ela me despia enquanto tirava as sapatilhas e entrava assim na banheira de água quente. Mais uma vez me despi e, só de cueca, fiquei atrás dela. A água quente nos cobriu. Deitei em cima dela e, sem mais nem menos, começamos a nos beijar como dois loucos apaixonados. Colocava minha boca nos peitos dela e minhas mãos na bunda dela. Aaaa, a bunda dela, pequena, mas como eu amo. Ela me segurava com as pernas enquanto as mãos dela começavam a me masturbar. Trocamos de posição, dessa vez eu estava embaixo. Ela se ajeitou suavemente e sentou no meu pau com tanta cautela e lentidão que parecia que curtia cada centímetro que entrava. Finalmente chegou ao fundo, começou a se mexer enquanto eu massageava aqueles peitões enormes e dava uns beijos de lado. Ela tremia de prazer e eu admito que também estava nas nuvens sentindo os movimentos dela no meu pau, e a água quente só nos excitava mais do que já estávamos. As velas, o aroma... o corpo dela estava num transe, curtindo aquela buceta apertada e rosada. Ela se levantou, ficou de quatro com o corpo todo dentro d'água, só o rosto dela estava meio nublado pra minha visão. Me ajeitei de novo pra meter nela de novo, mas nisso ouviu-se um barulhinho. Pela porta do banheiro começava a entrar minha prima Damaris, meio sonolenta, perguntou: "Mãe???" "O que cê tá fazendo, tomando banho a essa hora da noite?" Eu, paralisado de medo, só fiquei no fundo da banheira segurando a respiração. Ela respondeu: "Não consigo dormir e tô muito cansada, então vim tomar um banho, minha prima." A prima replicou: "Mãe, para de se masturbar, não é errado, mas sério, tanta vontade assim? Cê devia dormir, já já seu pai volta e vocês podem fazer tudo que quiserem." Ouvi um suspiro fundo e Rous respondeu: "Tá bom, já vou sair, mas vai dormir." Quando ela saiu do banheiro, eu saí quase roxo de tanto segurar a respiração. Ela só suspirou de novo. dizendo, essa pirralha não sabe o que é ficar com vontade e não poder
por causa do susto eu fiquei frio e meu amigo encolheu, ela ao me ver assim só pegou ele entre as mãos e me masturbava dizendo
e aí, ficamos no que mesmo???
eu peguei os peitos dela como se nada tivesse acontecido e concordei com um sorriso, voltamos ao que estávamos fazendo, mas saímos do chuveiro e sem nem tirar ela de lá fomos pro quarto que liga com o banheiro dela, ela tirou o roupão levemente molhado e eu a cueca, nos metemos debaixo das cobertas e ela ficou de barriga pra cima pedindo pra eu continuar, eu subi encantado e continuei entrando nela sem tempo de respirar, aumentei o ritmo conforme ela aumentava os gemidos
quando de repente ela me disse "to indo" e me apertou com todas as forças, e ela começou a se mexer, foi tão gostoso, tão prazeroso, porque mesmo estando por cima dela, a Rous foi quem fez todo o trabalho até gozar
ela me soltou, sorriu e virou de costas, como eu ainda não tinha terminado, peguei ela pela cintura e falei
"aonde cê pensa que vai?" enfiei de novo e sem dar tempo de nada comecei a me mexer de novo rápido, ela só conseguiu colocar uma das mãos na minha bunda e falar "sim, papai" com força, eu ficava vermelho com as palavras dela e continuei
cansei daquela posição e falei "fica de quatro"
sem reclamar nada ela ficou de quatro e antes de penetrar de novo fiquei besta com aquela buceta rosa enorme e sem pensar comecei a chupar ela como se fosse um potinho de Danoninho
ela apertou minha cara entre as pernas e gemia com ainda mais prazer
"ai sim, papai, isso é o mais gostoso que já fizeram com essa mulher, mete ela"
"me dá mais, sua língua é tão boa" admito que, mesmo um pouco salgado,
"essa buceta é a coisa mais gostosa que eu provei em anos" e as palavras dela e os gemidos me excitaram e comecei a me masturbar sozinho quando senti o fluido de dentro dela, ela me soltou e pela minha boca ainda tinha o gosto dela, subi pros peitos dela mas ela me puxou até me dar uns beijões com a língua entrando e saindo da minha boca e com as mãos dela ela ajustava meu pau de novo na buceta dela, me montou mais uma vez, dessa vez olhei pra ela decidida, queria que eu gozasse de qualquer jeito, não podia acreditar, o quadril dela se mexia num ritmo que parecia que ela tinha treinado pra isso, senti que meu pau ia derreter com o calor da buceta dela e os movimentos que ela fazia, de repente senti toda a vontade de gozar e comecei a meter mais forte, ela começou a gemer de prazer e quando eu estava prestes a gozar, ela tirou meu pau da buceta dela e colocou os peitos na minha frente, sem eu perceber, gozei tudo nos peitos grandes e suculentos dela, ela massageava eles como se quisesse lamber, mas se aproximou de mim e me deu uns beijos com uma paixão que parecia que era amor e não sexo o que a gente tinha tido, ela olhou o celular, marcava 3:40 da manhã, abracei ela pela cintura, ela me segurou pela cintura também, ficou em cima de mim e continuamos nos beijando, acariciei as bundinhas dela tão macias e durinhas, sentia a buceta dela tão quentinha em cima do meu pau, os peitões dela grudados de porra e a cara de satisfação dela que me encheu de ternura e prazer, ela começou a dormir e eu me coloquei em cima dela pra sentir a bunda dela no meu pau, tudo era tão perfeito que eu não queria sair dali, mas deu 5 da manhã e começaram os barulhos na rua, me vesti de novo como pude e saí de novo, deixando ela dormindo na cama dela como um anjo, pulei o muro pronto pra dormir um pouco, mas ao entrar no meu quarto, algo me dizia que eu tinha que olhar, coloquei a cabeça pela janela e alguém baixou as cortinas da casa da minha tia, fiquei frio, tanto que já não consegui dormir com a dúvida de quem tinha sido a pessoa que percebeu minha escapada com a minha tia.
ao amanhecer e o sol raiando, me vesti pra trabalhar e ao sair pela porta encontrei um papel com uma letra meio estranha que dizia: "te vejo às 6 da tarde no cibercafé do centro", não sabia o que fazer, mas mais ainda tinha dúvidas de que nossa aventurinha viesse abaixo e mais medo ainda de não poder mais ficar ao lado daquele corpo tão lindo e gostoso da Rous, mas isso eu escrevo depois enquanto resolvo esse problema.
continua
E, mesmo a Rous também não, tem algo que nos une além de morar sozinhos.
Contei pra vocês que semana passada aconteceu o que um dia passou pela minha cabeça:
ver ela sem roupa, cheirar os peitos dela, aproveitar aquele sexo gostoso.
Bom, no fim os dois acabaram numa aventura curta, mas que fez muito bem pra nós dois.
Hoje de manhã, quando saí de casa, trombei com ela varrendo na frente da casa dela. Sabe como é, um dia meio frio, sem aula, e por isso minha tia tão cedo varrendo. Ela começa o dia levando minhas primas pra escola: primeiro a Dámaris pro colégio, depois a Gabriela pra primária. Hoje a rotina deu uma trégua, e por isso ela tava sozinha varrendo, como se estivesse esperando alguém.
Quando saí de casa, só falei "bom dia" e me aproximei dela,
querendo dar um tapinha na bunda. Mas ela me disse:
"Cuidado, isso não é igual ao da outra noite."
Me afastei, mas ela me deu um bilhete.
Peguei, segui meu caminho, li.
Dizia: "Te espero hoje à noite, no mesmo horário. Não bate, entra."
Meu coração disparou quando terminei de ler o bilhete.
Passei o dia todo feliz e contente, esperando dar meia-noite
pra voltar a brincar de ladrão.
Cheguei do trabalho, tomei um banho, bebi uma cerveja e umas pílulas que ajudam a aguentar muito mais durante o ato. Sabe aquelas que dizem:
"NÃO É PRA QUEM NÃO CONSEGUE, É PRA QUEM QUER MAIS"?
O relógio deu os toques.
Era a hora. Me vesti de preto de novo pra não ser facilmente descoberto.
Pulei o muro quase voando. Quando cheguei na sacada de novo, suspirei e entrei sem bater, como dizia o bilhete. No quarto não tinha ninguém, mas dava pra ouvir o chuveiro ligado.
Ela apareceu e estendeu a mão pra mim.
Fui pro banheiro e não acreditei no que vi: ela de sutiã leve, que mais parecia umas tiras, só marcando os peitões da Rous, de salto alto, com velas acesas ao redor. Fechou a torneira do chuveiro. Caliente com um beijo romântico, ela me despia enquanto tirava as sapatilhas e entrava assim na banheira de água quente. Mais uma vez me despi e, só de cueca, fiquei atrás dela. A água quente nos cobriu. Deitei em cima dela e, sem mais nem menos, começamos a nos beijar como dois loucos apaixonados. Colocava minha boca nos peitos dela e minhas mãos na bunda dela. Aaaa, a bunda dela, pequena, mas como eu amo. Ela me segurava com as pernas enquanto as mãos dela começavam a me masturbar. Trocamos de posição, dessa vez eu estava embaixo. Ela se ajeitou suavemente e sentou no meu pau com tanta cautela e lentidão que parecia que curtia cada centímetro que entrava. Finalmente chegou ao fundo, começou a se mexer enquanto eu massageava aqueles peitões enormes e dava uns beijos de lado. Ela tremia de prazer e eu admito que também estava nas nuvens sentindo os movimentos dela no meu pau, e a água quente só nos excitava mais do que já estávamos. As velas, o aroma... o corpo dela estava num transe, curtindo aquela buceta apertada e rosada. Ela se levantou, ficou de quatro com o corpo todo dentro d'água, só o rosto dela estava meio nublado pra minha visão. Me ajeitei de novo pra meter nela de novo, mas nisso ouviu-se um barulhinho. Pela porta do banheiro começava a entrar minha prima Damaris, meio sonolenta, perguntou: "Mãe???" "O que cê tá fazendo, tomando banho a essa hora da noite?" Eu, paralisado de medo, só fiquei no fundo da banheira segurando a respiração. Ela respondeu: "Não consigo dormir e tô muito cansada, então vim tomar um banho, minha prima." A prima replicou: "Mãe, para de se masturbar, não é errado, mas sério, tanta vontade assim? Cê devia dormir, já já seu pai volta e vocês podem fazer tudo que quiserem." Ouvi um suspiro fundo e Rous respondeu: "Tá bom, já vou sair, mas vai dormir." Quando ela saiu do banheiro, eu saí quase roxo de tanto segurar a respiração. Ela só suspirou de novo. dizendo, essa pirralha não sabe o que é ficar com vontade e não poder
por causa do susto eu fiquei frio e meu amigo encolheu, ela ao me ver assim só pegou ele entre as mãos e me masturbava dizendo
e aí, ficamos no que mesmo???
eu peguei os peitos dela como se nada tivesse acontecido e concordei com um sorriso, voltamos ao que estávamos fazendo, mas saímos do chuveiro e sem nem tirar ela de lá fomos pro quarto que liga com o banheiro dela, ela tirou o roupão levemente molhado e eu a cueca, nos metemos debaixo das cobertas e ela ficou de barriga pra cima pedindo pra eu continuar, eu subi encantado e continuei entrando nela sem tempo de respirar, aumentei o ritmo conforme ela aumentava os gemidos
quando de repente ela me disse "to indo" e me apertou com todas as forças, e ela começou a se mexer, foi tão gostoso, tão prazeroso, porque mesmo estando por cima dela, a Rous foi quem fez todo o trabalho até gozar
ela me soltou, sorriu e virou de costas, como eu ainda não tinha terminado, peguei ela pela cintura e falei
"aonde cê pensa que vai?" enfiei de novo e sem dar tempo de nada comecei a me mexer de novo rápido, ela só conseguiu colocar uma das mãos na minha bunda e falar "sim, papai" com força, eu ficava vermelho com as palavras dela e continuei
cansei daquela posição e falei "fica de quatro"
sem reclamar nada ela ficou de quatro e antes de penetrar de novo fiquei besta com aquela buceta rosa enorme e sem pensar comecei a chupar ela como se fosse um potinho de Danoninho
ela apertou minha cara entre as pernas e gemia com ainda mais prazer
"ai sim, papai, isso é o mais gostoso que já fizeram com essa mulher, mete ela"
"me dá mais, sua língua é tão boa" admito que, mesmo um pouco salgado,
"essa buceta é a coisa mais gostosa que eu provei em anos" e as palavras dela e os gemidos me excitaram e comecei a me masturbar sozinho quando senti o fluido de dentro dela, ela me soltou e pela minha boca ainda tinha o gosto dela, subi pros peitos dela mas ela me puxou até me dar uns beijões com a língua entrando e saindo da minha boca e com as mãos dela ela ajustava meu pau de novo na buceta dela, me montou mais uma vez, dessa vez olhei pra ela decidida, queria que eu gozasse de qualquer jeito, não podia acreditar, o quadril dela se mexia num ritmo que parecia que ela tinha treinado pra isso, senti que meu pau ia derreter com o calor da buceta dela e os movimentos que ela fazia, de repente senti toda a vontade de gozar e comecei a meter mais forte, ela começou a gemer de prazer e quando eu estava prestes a gozar, ela tirou meu pau da buceta dela e colocou os peitos na minha frente, sem eu perceber, gozei tudo nos peitos grandes e suculentos dela, ela massageava eles como se quisesse lamber, mas se aproximou de mim e me deu uns beijos com uma paixão que parecia que era amor e não sexo o que a gente tinha tido, ela olhou o celular, marcava 3:40 da manhã, abracei ela pela cintura, ela me segurou pela cintura também, ficou em cima de mim e continuamos nos beijando, acariciei as bundinhas dela tão macias e durinhas, sentia a buceta dela tão quentinha em cima do meu pau, os peitões dela grudados de porra e a cara de satisfação dela que me encheu de ternura e prazer, ela começou a dormir e eu me coloquei em cima dela pra sentir a bunda dela no meu pau, tudo era tão perfeito que eu não queria sair dali, mas deu 5 da manhã e começaram os barulhos na rua, me vesti de novo como pude e saí de novo, deixando ela dormindo na cama dela como um anjo, pulei o muro pronto pra dormir um pouco, mas ao entrar no meu quarto, algo me dizia que eu tinha que olhar, coloquei a cabeça pela janela e alguém baixou as cortinas da casa da minha tia, fiquei frio, tanto que já não consegui dormir com a dúvida de quem tinha sido a pessoa que percebeu minha escapada com a minha tia.
ao amanhecer e o sol raiando, me vesti pra trabalhar e ao sair pela porta encontrei um papel com uma letra meio estranha que dizia: "te vejo às 6 da tarde no cibercafé do centro", não sabia o que fazer, mas mais ainda tinha dúvidas de que nossa aventurinha viesse abaixo e mais medo ainda de não poder mais ficar ao lado daquele corpo tão lindo e gostoso da Rous, mas isso eu escrevo depois enquanto resolvo esse problema.
continua
2 comentários - Minha tia e eu 2