
Queridos amig@s... já que curtiram o post anterior, hoje trago outras "gatinhas" que se aproveitaram e, em alguns casos, abusaram das suas posições de poder, tudo por uma boa causa 😉
Tem reais e fictícias... que vocês curtam tanto quanto elas curtiram...
WU ZETIAN
A Imperatriz Wu, ou Wu Zetian (625 - 16 de dezembro de 705), foi, assim como Cixi, uma mulher que ocupou o trono imperial na China. Embora outras mulheres tenham tido influência sobre o poder como imperatrizes consortes ou regentes, a Imperatriz Wu foi a única que reinou como soberana, chegando a proclamar sua própria dinastia, que chamou de Zhōu.

Wu Zetian, depois de virar concubina do imperador Tang, foi subindo de status até se tornar imperatriz consorte. Acho que nem preciso dizer que ela se odiava com a imperatriz Wang, a primeira esposa oficial do Tang. Mas Wu conseguiu se livrar das rivais, tanto da concubina Xiao quanto da imperatriz Wang, acusadas de matar uma filha que Wu supostamente teve. Dizem que ela torturou as duas até a morte.
É aqui que começa a lenda negra de Wu Zetian, porque quando a saúde do imperador piorou, ela começou a governar nas sombras. Comentam que ela mesma envenenava o imperador pra mantê-lo fraco e que chegou a matar o próprio filho mais velho por ele se rebelar contra o poder dela. Wu tentou eliminar qualquer obstáculo e, por ordem dela, vários ministros morreram.
Finalmente, quando o imperador morreu, um dos filhos dele herdou o trono, mas só seis semanas depois, Wu conseguiu que esse filho fosse substituído por outro mais manipulável (dizem que ela envenenou o primeiro), passando ela a ser quem realmente segurava as rédeas de tudo. Wu não demorou muito pra perceber que não precisava governar nas sombras dos filhos e decidiu começar a fazer isso de forma pública e oficial, sendo a primeira e única mulher a ocupar o trono imperial na história da China.
Alguém vai perguntar: cadê o sexo? Bem, ainda falta contar que, segundo dizem, a imperatriz obrigava todos os dignitários que a visitavam a prestar homenagem fazendo um cunnilingus. Além disso, dizem que quando ela tinha uns 72 anos, criou um harém de rapazes novos.
Tanta lenda negra assim não combina com a ideologia de uma sociedade que era contra o poder das mulheres?

ISABEL BATHORY

Condessa Erzsébet (Elisabeth ou Elizabeth) Báthory de Ecsed (Hungria; 7 de agosto de 1560 - Castelo de Čachtice, atual Trenčín, Eslováquia, 21 de agosto de 1614), aristocrata húngara, pertencente a uma das famílias mais poderosas do seu país. Entrou para a história por ter sido acusada e condenada como responsável por uma série de crimes motivados pela sua obsessão pela beleza, que lhe renderam o apelido de "a Condessa Sangrenta". Erzsébet detém o recorde Guinness de mulher que mais assassinou na história da humanidade, com 630 mortes.
Segundo a lenda, Erzsébet Báthory foi uma cruel assassina em série obcecada pela beleza, que usava o sangue das suas jovens criadas e pupilas para se manter jovem numa época em que uma mulher de 44 anos se aproximava perigosamente da velhice. A lenda conta que Erzsébet, ao passar por uma aldeia, viu uma velha decrépita e zombou dela. A velha, diante da sua zombaria, a amaldiçoou, dizendo que ela também ficaria como uma velha em pouco tempo.

Tudo começou em 1604, pouco depois da morte do marido dela. Uma das criadas adolescentes deu um puxão de cabelo sem querer enquanto a penteava. No começo, ela teve muita sorte: a condessa reagiu estourando o nariz dela com um tapa forte (quando o normal entre a nobreza da época teria sido levá-la pro pátio pra levar cem pauladas). Mas quando o sangue respingou na pele de Erzsébet, pareceu que onde caiu, as rugas sumiram e a pele dela recuperou a viço de jovem. A condessa, fascinada, achou que tinha encontrado a solução pra velhice, e que podia sempre se manter bonita e jovem...
Na época em que os erros a colocaram numa situação política delicada, ela pegou o costume de queimar a buceta de algumas criadas com velas, carvão e ferros só por diversão. Também generalizou a prática de beber o sangue direto, dando mordidas nas bochechas, nos ombros ou nos peitos...
MESALINA

Imperatriz romana, supostamente nascida em Roma, cujo nome foi associado à crueldade, luxúria e avareza. Ela era filha de Marco Valério Messala Barbato, membro da aristocracia tradicional da família da República romana.
Terceira esposa de Cláudio, conta a história que, ao apertar sua mão pela primeira vez, sentiu-a mole e pegajosa, e depois, quando chegou a hora da intimidade, a jovem esposa descobriria o resto das feiuras do marido: sua cabeça calva proeminente ou sua barriga enorme e adiposa, entre outras.
E, não conseguindo evitar, fechou os olhos ao se sentir abraçada. Mal Cláudio cai num sono profundo, Messalina abandona o leito para respirar o ar da noite e pôde descobrir que no jardim estava um jovem escravo chamado Itamar, de origem síria. Sem hesitar, aproximou-se dele, desabotoou sua túnica e se ofereceu às carícias do rapaz. Sua noite de núpcias tinha, no fim, feito algum sentido.

Ela nunca se privou de se entregar a todos os prazeres do sexo, destacando em suas aventuras uma predileção pelo que depois seria chamado de masoquismo. No próprio palácio imperial, além de receber e curtir seus amantes da vez, ela gozava com as palmadas que levava (e às vezes dava) como estímulo pra alcançar um clímax sensual ainda mais intenso.
Teve inúmeros amantes e, querendo dar às suas aventuras amorosas uma discrição mais palpável, recebia seus visitantes numa casinha nos arredores que, aparentemente, pertencia à sua criada Lívia. Foi lá que ela entrou em contato com aquele primeiro Mnéster, que agora descobria não sentir uma atração exagerada pelo sexo oposto. Mesmo assim, Mesalina não se importou em dividir com ele a inauguração da casinha, aceitando o desinteresse que despertava no visitante, mas arrancando dele notícias e fofocas sobre o sexo dos romanos — assunto em que o ator era craque. Embora numa direção diferente, Mnéster tinha fama de ser mestre em lascívia, e foi esse interesse em comum que fez com que dois seres opostos e diferentes se tornassem grandes amigos e confidentes. E, principalmente, seu novo amigo logo virou fornecedor exclusivo de carne jovem pra Imperatriz. Ela tinha certeza de que os envios de Mnéster vinham com garantias suficientes pra saciar o apetite venéreo de Mesalina.
LADY MACBETH

Macbeth, uma das obras mais famosas de William Shakespeare, é uma tragédia em cinco atos, escrita em prosa e verso, provavelmente composta por volta de 1606 e encenada pouco depois.¹ Foi publicada pela primeira vez em 1623, na edição conhecida como First Folio.
Segundo a história, ela era viciada em bruxaria, assim como suas irmãs. Lady Macbeth invoca os "espíritos do crime" e pede que arranquem sua buceta, como se isso a livrasse das fraquezas femininas e a dotasse de uma crueldade e impiedade instrumentais e desejadas.
Ela vai ainda mais longe, exigindo: "transformem minha porra em fel". É a mulher fálica que se realiza na tomada do poder, controlando o marido, cuja masculinidade ela questiona e ao mesmo tempo incita. "Não gere mais nada além de filhos machos", ele diz quando ela o convence a matar o rei para ficar com a coroa. Harold Bloom afirma que, até enlouquecer, ela "parece tanto a mãe de Macbeth quanto sua esposa"...

É uma personagem complexa, que merece e sempre mereceu uma análise mais profunda, mas quis trazê-la de volta à memória.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Venham, espíritos que desatam os pensamentos mortais, tirem de mim o sexo, e encham-me até transbordar, da coroa aos pés, da mais nefasta crueldade. Tornem meu sangue espesso, obstruam o acesso e o caminho do remorso, que nenhuma visita escrupulosa da natureza abale meu cruel propósito, nem mantenha a paz entre o efeito e ele.
Se chegaram até aqui, valeu pela paciência e por terem passado!!!!
fuentes:
http://www.lanacion.com.ar/1533782-bajo-el-dominio-de-venus-lady-macbeth-y-cleopatra
http://www.forodeliteratura.com/showthread.php/6044-Lady-Macbeth-in-Spain
http://www.portalplanetasedna.com.ar/mesalina.htm
http://es.wikipedia.org/wiki/Isabel_B%C3%A1thory
http://es.wikipedia.org/wiki/Wu_Zetian#cite_note-autogenerated1-0
23 comentários - Reinas Ninfómanas II
besos y felicitaciones 😘 😘
Esa Bathory siempre me pareció el summum de la perversión.
Y sin embargo se dice que durante sus funerales el párroco del pueblo de Eczed afirmó: Era la mujer más hermosa que mis ojos hayan visto.
Usted eso del rojo pasion de dónde lo sacó???
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No lo Bió?
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Excelente recopilacion!
Espero más!
Gracias por compartir
vitores a milady!!!
graciasssss!!
Volveré con los merecidos puntos 😘
Van puntines amiga.
Demostrando que el sexo, la Historia y la cultura pueden ir de la mano.