Essa é uma história que me excita toda vez que conto, e hoje, vendo um vídeo, me lembrei dela.
Tudo começou quando eu era moleque, tinha 18 anos e minha tia, 35.
Ela era daquelas gostosas que tinham se separado do marido fazia pouco, meu tio Ruben (irmão da minha mãe). E ela adorava ir pra academia toda hora, fazer pilates e ioga, jogava tênis e, mais ainda, depois do divórcio, colocou silicone nos peitos. Ficaram lindos. Mas enfim, se separou numa boa e, como tinha treta com a casa, minha mãe pediu pra ela ficar um tempo na nossa casa. Já que minha mãe também tinha se separado do meu pai, ajudaria ela ter companhia.
A questão é que passavam muito tempo juntas, e comigo também. Eu acompanhava ela pra correr e jogar tênis. Ficava doido pra caralho sabendo que ela morava com a gente, já que vivia de camisola e fio dental. Eu me virava nos trinta pra ver ela tomando banho ou se trocando, mas não conseguia nada.
A única coisa que eu podia fazer era roubar a roupa íntima dela e, claro, bater uma punheta louca com as calcinhas fio dental.
Tinha um cheirinho único, meio adocicado, e quase todas as calcinhas e fio dental estavam sujas com aquele cheirinho.
Eu adorava pra caralho, esfregava elas na minha pica toda hora e, assim, passei uma puta temporada me masturbando.
Um dia, tudo acabou. Quando ela finalmente achou um lugar, uns meses depois de ficar com a gente.
E aí ficou só na vontade de comer ela.
Até que um dia, por uns problemas pessoais, meu pai não pôde me levar de férias de verão pra San Clemente. Eu fiz um escândalo do caralho, tinha passado de ano com notas boas e não podia ir. Foi quando ela apareceu de novo, se oferecendo pra me levar com ela.
Eu tava feliz pra porra. Porque ia viajar de férias e, mais ainda, porque ia voltar a bater punheta e fazer sacanagem com a minha tia.
Tudo começou bem, uma semaninha tranquila, a gente via filmes juntos, ela me deixava sair pra zuar pelo centro, até que um dia a merda aconteceu. Ou melhor, Melhorei tudo.
Eu fui tomar banho, tava de boa me lavando até que ouvi baterem na porta. Não dei importância, até ouvir chamarem de novo. Aí me cobri meio por cima e mandei entrar.
— Damián, me desculpa, tô morrendo de vontade de mijar, deixa eu passar, por favor? (com a porta entreaberta)
— Pode entrar, tia, para de encher o saco, claro que vai passar.
Enquanto ela abaixava a calça pra ir no banheiro, falou:
— Valeu, mas não vem de besta, não fica me espiando.
— Fechou, prometo, ainda mais que tô com sabão nos olhos.
Como vocês podem imaginar, eu tava me fazendo de idiota pra caralho. Queria olhar pra ela, mas não sabia como, porque não dava pra ver nada. Só ouvia o barulhinho do mijo e aquilo me deixava louco de tesão, tava durasso.
Meio que ela percebeu, e eu não sabia o que fazer. Aí me virei e fingi que não tava acontecendo nada, mas ouvia a cortina se mexendo devagar. Ela também tava me olhando. Então fiquei de lado, com todo o shampoo nos olhos, e deixei ela ver a pica dura pra caralho.
Senti a cortina fechar, ela se limpou e falou:
— Bom, valeu. Não vou puxar a descarga pra não sair água quente, por favor puxa quando sair.
— Fechado, tia.
Bom, essa é a primeira parte do relato. Espero que vocês gostem. Se quiserem, continuo com a segunda parte.
Desculpem se tiver erros de ortografia.
E de quebra, deixo um vídeo que me lembrou a minha tia e vou postar no P!
http://www.jizzhut.com/videos/look-and-learn-9168971.html
Fala aí, vamp
Tudo começou quando eu era moleque, tinha 18 anos e minha tia, 35.
Ela era daquelas gostosas que tinham se separado do marido fazia pouco, meu tio Ruben (irmão da minha mãe). E ela adorava ir pra academia toda hora, fazer pilates e ioga, jogava tênis e, mais ainda, depois do divórcio, colocou silicone nos peitos. Ficaram lindos. Mas enfim, se separou numa boa e, como tinha treta com a casa, minha mãe pediu pra ela ficar um tempo na nossa casa. Já que minha mãe também tinha se separado do meu pai, ajudaria ela ter companhia.
A questão é que passavam muito tempo juntas, e comigo também. Eu acompanhava ela pra correr e jogar tênis. Ficava doido pra caralho sabendo que ela morava com a gente, já que vivia de camisola e fio dental. Eu me virava nos trinta pra ver ela tomando banho ou se trocando, mas não conseguia nada.
A única coisa que eu podia fazer era roubar a roupa íntima dela e, claro, bater uma punheta louca com as calcinhas fio dental.
Tinha um cheirinho único, meio adocicado, e quase todas as calcinhas e fio dental estavam sujas com aquele cheirinho.
Eu adorava pra caralho, esfregava elas na minha pica toda hora e, assim, passei uma puta temporada me masturbando.
Um dia, tudo acabou. Quando ela finalmente achou um lugar, uns meses depois de ficar com a gente.
E aí ficou só na vontade de comer ela.
Até que um dia, por uns problemas pessoais, meu pai não pôde me levar de férias de verão pra San Clemente. Eu fiz um escândalo do caralho, tinha passado de ano com notas boas e não podia ir. Foi quando ela apareceu de novo, se oferecendo pra me levar com ela.
Eu tava feliz pra porra. Porque ia viajar de férias e, mais ainda, porque ia voltar a bater punheta e fazer sacanagem com a minha tia.
Tudo começou bem, uma semaninha tranquila, a gente via filmes juntos, ela me deixava sair pra zuar pelo centro, até que um dia a merda aconteceu. Ou melhor, Melhorei tudo.
Eu fui tomar banho, tava de boa me lavando até que ouvi baterem na porta. Não dei importância, até ouvir chamarem de novo. Aí me cobri meio por cima e mandei entrar.
— Damián, me desculpa, tô morrendo de vontade de mijar, deixa eu passar, por favor? (com a porta entreaberta)
— Pode entrar, tia, para de encher o saco, claro que vai passar.
Enquanto ela abaixava a calça pra ir no banheiro, falou:
— Valeu, mas não vem de besta, não fica me espiando.
— Fechou, prometo, ainda mais que tô com sabão nos olhos.
Como vocês podem imaginar, eu tava me fazendo de idiota pra caralho. Queria olhar pra ela, mas não sabia como, porque não dava pra ver nada. Só ouvia o barulhinho do mijo e aquilo me deixava louco de tesão, tava durasso.
Meio que ela percebeu, e eu não sabia o que fazer. Aí me virei e fingi que não tava acontecendo nada, mas ouvia a cortina se mexendo devagar. Ela também tava me olhando. Então fiquei de lado, com todo o shampoo nos olhos, e deixei ela ver a pica dura pra caralho.
Senti a cortina fechar, ela se limpou e falou:
— Bom, valeu. Não vou puxar a descarga pra não sair água quente, por favor puxa quando sair.
— Fechado, tia.
Bom, essa é a primeira parte do relato. Espero que vocês gostem. Se quiserem, continuo com a segunda parte.
Desculpem se tiver erros de ortografia.
E de quebra, deixo um vídeo que me lembrou a minha tia e vou postar no P!
http://www.jizzhut.com/videos/look-and-learn-9168971.html
Fala aí, vamp
8 comentários - Transado minha tia e conto tudo