Depois da noite de ação dos Argento, o Coky não parava de pensar na irmã, e muito mais na mãe. A interação com a Paola fez o desejo incestuoso do Coky aumentar. Ele não parava de bater punheta o dia inteiro. Qualquer momento era ideal pra sacudir o ganso. Quando ele achava um tempo pra ficar perto da Paola, só encostava o volume na mão dela, ou na bunda dela. A Paola deixava ele encostar, só olhava pra ele com uma cara safada. Quando a pica do irmão tava na mão dela, ela só apalpava um pouco e ia embora, deixando ele de pau duro.
— Paola! — Reclamava o Coky, mostrando o volume na calça. — Pelo amor, irmãzinha! Dá um jeito nisso!
— Nada, nada, Cokito! Vai pedir pra mamãe te tocar e chupar a pica! — Respondia ela.
— Qualé, Paola! Chupa um pouquinho, e pronto! — Tentava convencer ela.
— Ah, sei não. — Enquanto a Paola se abaixava, aproximava o rosto da braguilha do irmão. Passava a mão no membro que se destacava na calça. — Hummm… Não! Acho melhor não! — Levantando e saindo da sala.
— Paola, não dá pra me deixar assim!
— Dá, sim! Se você quer que eu chupe sempre, primeiro tem que comer a mamãe! — Estendendo a mão, esperando o Coky aceitar o trato.
— Uhh, Paola! … Tá bom, aceito! — Apertando a mão da Paola.
A Paola saiu de casa, rindo e fazendo o gesto de punheta com a mão, como despedida. Desde esse momento, o Coky tentou aproveitar todas as chances pra se aproximar da Moni de um jeito sexual.
Toda vez que a Moni cozinhava, o Coky abraçava ela por trás, mostrando carinho. Ele ficava abraçado, esperando a pica subir, encostando ela nas duas bundonas vestidas em leggings apertadas da mãe. A Moni se assustava e se afastava. Ela se distanciava do abraço pegajoso do filho. Nessa hora, o Coky desistia e ia pro banheiro bater uma.
— O que será que esse menino tem? — Se perguntava a Moni. — A punheta tá fazendo mal pra ele! — Respondia pra si mesma. Outra vez, a Moni tava vidrada no programa de fofoca. Então a Coky aproveitou pra abraçar ela por trás, pegando nas tetas da mãe dela.
-Ai, Coky! Me assustou!- A Moni queria acreditar que o roçar do Coky foi sem querer.
-Ui, mamãe! Desculpa. Achei que você ia gostar de um abraço.- Respondeu o Coky, fazendo biquinho.
-Claro que sim, bebê! Mas não pode assustar a mamãe!- Enquanto, inocente, a Moni levava a cabeça do filho pro peito dela. O Coky aproveitou pra enfiar a cara entre as tetas da mãe.
-Bom, chega!- Tirando o filho de cima dela. -Você não é mais um menininho, Cokito! Se comporta!
Depois disso, a Moni saiu pra cozinha, desesperada. O Coky ficou no sofá, segurando o pau e mordendo os lábios. Às vezes, ele sentia que tava cada vez mais perto do objetivo, mas também um pouco mais longe.
Horas depois, a campainha da casa dos Argentos tocou.
-Se for a Maria Elena, entra!- Gritou a Moni da cozinha.
-Oi, Moni!- A Maria Elena chegou perto dela, cumprimentando e sentando na mesa da cozinha. -O que foi, Moni? Por que essa cara?
-Ai, Maria Elena, nem sei como te contar!
-Podia começar me servindo algo pra beber!- Respondeu a Maria Elena na hora, levantando uma sobrancelha.
A Mônica levantou e trouxe a garrafa térmica e a cuia pra mesa.
-É sobre o Coky.
-E o que esse punheteiro fez agora?
-Isso mesmo, Maria Elena. O Coky tá mais doido por causa da punheta, e fica se insinuando pra todo mundo. Até pra mim!
-Ai, Moni, mas seu filho vive de pau duro. O que você vai fazer?
-Não, Maria Elena. O Coky sempre foi meio punheteiro, mas nunca tinha encostado o pau em mim, nem apalpado as tetas!... E olha, eu sei que esse corpinho é irresistível, mas é só do Pepe!- Comentou a Moni, passando as mãos do peito pra bunda dela.
-Bom, Moni, acho que não é pra tanto!
-Não sei o que fazer, Maria Elena!- A Moni tava quase chorando, enquanto a Maria Elena passava o braço pelos ombros dela, abraçando.
-Acho que Tenho uma ideia! — Comentou María Elena. — Manda o punheteiro do teu filho pra minha casa. Eu vou ensinar ele a respeitar as mulheres! — Falou, enquanto ria de forma cruel.
Pouco depois, Moni começou a ficar inquieta. Não gostava nada da ideia de que o Coky estivesse se tocando pensando nela, muito menos das atitudes de assédio que ele tinha começado a ter em casa.
— Cokito! Cokito, desce! Que a mamãe precisa que você faça um favor! — Chamou Moni da cozinha.
Quando desceu, Coky apareceu na frente da mãe com uma ereção bem marcada na calça. Moni, ao ver o volume na virilha do filho, desviou o olhar e levou a mão direita ao rosto, num gesto de resignação.
— É um punheteiro! — Disse Moni em voz baixa, no melhor estilo do marido.
— O que foi, mamãe? — Perguntou Coky.
— Nada, meu anjo. Preciso que você leve esse pacote pra María Elena. Dá pra ir agora?
— Agora, mamãezinha? Ufa!... Tá bom, já vou! — Aceitou Coky, meio resignado.
Depois de ouvir a porta da casa se fechar, Moni ligou pra María Elena avisando que o filho estava a caminho. Segundos depois, Coky batia na porta da casa dos Fuseneco.
— Oi? María Elena? É o Cokito! — Anunciou-se.
— Entra, Coky! Tá aberto! — Respondeu lá de dentro.
Coky abriu a porta, a casa estava meio escura. No ar, tinha um cheiro estranho, tipo de velas apagadas e óleos. A voz de María Elena chamou Coky pra sentar no sofá da casa.
— Obrigada por vir, Cokito! — Sussurrou no ouvido dele, enquanto o abraçava por trás. — Sabe por que você veio? — Perguntou.
— Não! — Negou várias vezes com a cabeça, meio nervoso.
— Bom, olha, sua mãe me disse que você tava muito punheteiro!
Quando Coky tentou responder, María Elena tapou a boca dele com um dedo e iluminou um pouco a casa com uma vela. A luz amarelada deixava ver María Elena vestida com um macacão de látex preto justo, botas longas e luvas. Coky Fiquei pasmo com a figura que tinha na minha frente. Só consegui abrir a boca, bestificado.
— Olha, punheteiro. Eu vou tirar essas manias que você pegou! — Ela me ameaçava. — Sabe o quê? Você precisa de mim e eu preciso de você! Faz tempo que o Dardo não me fode!!! E você tem uma rola importante, e eu… quero rola!
Coky estava boquiaberto. Maria Elena sentou em cima dele e começou uma dança erótica. Coky nem tinha percebido que ela tinha colocado umas algemas nas mãos dele, amarrando-o por trás. Ele só se deixava levar. A rola dele já tinha endurecido.
— Vejo que você esquentou, cara! — Ela sussurrou no ouvido dele.
— Uau, sim, Maria Elena!
— Então… Vamos começar o jogo! — Anunciou Maria Elena.
Ela se levantou e deu um passo para trás de Coky. Levou as mãos até a virilha e deixou à mostra um zíper. Lentamente, foi abrindo a cremalheira. Quando abriu completamente, Coky conseguia ver a buceta depilada de Maria Elena, que já estava toda molhada.
— Então, cara, agora você vai aprender a tratar uma mulher! Você vai chupar minha buceta inteira. Sabe? E se conseguir me fazer gozar, talvez… talvez eu te dê um pouquinho de prazer também!
Maria Elena se posicionou em cima do sofá, colocando a boceta sobre a cabeça de Coky, esfregando-a no rosto dele inteiro. Coky começou a lamber com vontade aqueles lábios vaginais. Ele sentia o nariz se impregnando dos fluidos fortes de Maria Elena.
— Uau! Isso, cara!... Vai, punheteiro! Come minha buceta!!! Usa essa língua pra outra coisa que não seja falar besteira!!!
Cada vez mais, Maria Elena apertava a virilha contra o rosto de Coky. A língua dele se movia de um lado para o outro; de cima para baixo; mergulhando naquela buceta carnuda; se alimentando dos fluidos dela. Ele já começava a se engasgar. Segundos depois, Maria Elena fechou as pernas com força e, com um espasmo, se deixou levar num orgasmo.
— Oh! Oh! Oh! Deus e a porra da buceta da sua irmã! — Exclamou Maria Elena no auge. orgasmo.
María Elena desgrudou a boca da Coky. Um fio de saliva, misturada com sucos vaginais, brilhava especial à luz da vela.
— Uai, acho que agora é minha vez! — Coky se animou.
— Kkkk! Você se comportou bem, Cokito! Acho que merece uma recompensa… Mas depende de como continuar se comportando!
Ela se levantou de novo na frente dele. Começou a tirar o vestido. Ao liberar os peitos, levou eles até o rosto de Coky.
— Cê gosta? — Perguntava, balançando os peitos na cara dele.
— Uai, sim!
Continuou com o striptease. Quando chegou na cintura, virou de costas mostrando a raba. Começou a descer o vestido, deixando ver uma calcinha fio-dental preta fina enfiada entre as nádegas.
— Ai, a puta da mãe, María Elena! — Coky reclamava.
A bunda de María Elena ficou de fora. Ela sentou em cima de Coky, pra sentir a pica dura do vizinho. Se ajeitou de um jeito que sentia a pica inteira entre as nádegas. Ela virou, meio de lado, pra olhar ele de frente, e beliscou o mamilo dele. Coky gritou mais de dor do que de prazer. María Elena continuou descendo até encontrar a pica jovem de dezoito centímetros do Coky. Violentamente, ela puxou pra baixo a calça e a cueca dele. Com a mão direita, agarrou o pau de Coky; e com movimentos fortes, fazia o vizinho gozar, pra cima e pra baixo.
— Agora você vai me dizer o que quero ouvir! — Avisou María Elena.
Coky concordou com a cabeça. Ele só queria que ela chupasse e comesse ele. Já não ligava pra mais nada.
— Vamos ver, Cokito… Me diz, você tá assediando sua mãe?
— Não, não! — Respondeu Coky.
María Elena se enfureceu, torcendo a pica de Coky.
— Ah! Ah! Ah!... Bom, pode ser! — Coky admitiu, pela dor.
— Aham! Agora a gente se entende melhor!
A confissão de Coky fez María Elena mudar de posição, e continuar com uma masturbação lenta e doce.
— E me diz… Por que você resolveu fazer isso? Você não era assim! — Ameaçando, apertando os dedos na pica.
— Eh… Eh… Bom, é... É por causa da Paola! — confessou Coky.
—Paola? O que a Paolita fez? — apertando ainda mais o pau dele.
—Ela me disse que se eu quisesse comer ela, tinha que dar em cima da mamãe!
—Nojento! punheteiro incestuoso! Pervertido! Tudo pra comer sua irmã! — María Elena soltou o pau dele e se afastou dois passos de Coky. —Coitada da sua irmã e da sua mãe!
—Coitadas? A Paola vive dando mole pra todo mundo! Meu papai já comeu ela! E seu marido come ela uma vez por semana! — Coky baixou os olhos, sabendo que tinha metido os pés pelas mãos.
—Quê? O que meu marido faz?... Essa puta imunda de merda tá dando pra ele?... Não é à toa que o Dardo chega tarde do trabalho e não me fode com vontade! A puta que pariu! Vou matar todo mundo! Filhos da puta!!!
—Não, María Elena! Eu não fiz nada!
—Você!... Você é um punheteiro de merda! — gritou María Elena, dando um tapa na cara dele.
María Elena saiu da sala e foi pro quarto. Se trocou. Desceu pra sala com uma garrafa de uísque na mão. Olhou o relógio e tirou as algemas de Coky.
—Vem, pervertido! Vamos pra sua casa encher sua irmã de porrada! — arrastou Coky até a porta.
A porta dos Argento foi batida com fúria por María Elena.
—Sim? Quem é? — perguntou Moni.
—María Elena, Mônica! Abre a porta, senão eu arrebento na porrada!
—O que foi, María Elena? Por que tanto barulho? — perguntou Moni, meio tensa, depois de abrir a porta.
María Elena entrou na casa arrastando Coky; e, furiosa, viu Dardo no sofá.
—Ahã! Era assim que eu queria te pegar! — apontando Dardo com o dedo.
—O que foi, amor? Já tava indo pra casa! — se desculpou Dardo.
—Chega de mentira! Você tá aqui porque veio meter!
Os olhos de María Elena estavam em chamas. Mônica ficou muito nervosa. Enquanto Dardo não sabia onde se enfiar.
—Você veio comer a Paola!... Cadê essa gostosa? Vou matar ela! Paola! Paola!!! — gritava descontroladamente María Elena.
—Nada a ver, amor! Vim ver o Pepe! — Dardo garantia pra Maria Elena.
— Cala a boca, mentiroso de merda!
Nisso, meio sem jeito, a Paola chegou perto do corrimão da escada pra ver o que tava rolando.
— Que porra de bagunça é essa? — Paola perguntou, inocente.
— Você! Sua foxy! — Maria Elena gritou.
— Ei! Qual é o teu, corna! — Paola respondeu na hora.
A raiva da Maria Elena aumentou, e ela tentou se jogar em cima da Paola, mas o Dardo e a Coky seguraram ela no pulo.
— Vocês, cambada de degenerados, tão querendo me fazer de corna! Vou encher vocês de porrada! — Maria Elena berrava pro Dardo e pra Paola, enquanto socava o peito do Dardo.
— Eu? Mas quem deu pra ele foi a mamãe! — Paola soltou, sem pensar.
— Ai, Paolita, que coisa que você fala! — Mônica tentou disfarçar.
— O quê??? Mônica!!! Como você pôde fazer isso comigo! — Maria Elena mostrava que tava sofrendo de verdade.
— Bom, Maria Elena… É que o Pepe nunca me comeu… E olha, seu marido tem o que é preciso… — Ela tentou se justificar.
A fúria da Maria Elena parecia que tava passando. Mas o choro dela tava prestes a explodir. Ela levou as mãos ao rosto. A Coky tentou abraçar ela pra consolar, mas ela deu um empurrão que fez a Coky tropeçar e cair. O semblante dela começou a mudar. Ela puxou o cantil de uísque que tava no bolso da calça. Já tava pela metade. Ela virou ele todo. Abriu a boca pra soltar aquele calor interno que o álcool traz, e a cara dela ficou demoníaca.
— Agora sim! — Maria Elena falou, com um tom autoritário e diabólico. — Vamos ver… Coky, você queria comer a Moni, pra depois comer a Paola, não é?
A Coky confirmou, e Maria Elena fez ela sentar no sofá na marra.
— Você, Paolita, seu pedaço de foxy, queria dar pro seu irmão? Pro Dardo? — Ela perguntou, segurando ela pelo ombro.
— Eu? Pra mim, qualquer pinto serve! — Ela respondeu, toda orgulhosa.
Maria Elena sentou ela pelos cabelos no sofá. Agora ela foi falar com o Dardo, acariciando o rosto do marido.
— Amor, como você pôde? Por acaso eu não te como? Amor? Não, foda-se você, sexo? – perguntava María Elena.
– Bom, amor, eu também sou de carne e osso. – Dardo se desculpava.
María Elena deu uma joelhada nos testículos dele e depois o sentou em outra poltrona. Só sobraram Ela e Moni de pé. Moni começava a se retirar para a cozinha disfarçadamente.
– E você, aonde pensa que vai? – María Elena olhou furiosa para Moni.
– Um cafezinho???
– Você não vai a lugar nenhum! Você, que queria minha ajuda… Dizia ser minha amiga… Amigas não fazem isso! Não, não!
María Elena pegou Moni pelos cabelos e a levou até onde Coky estava sentado. Obrigou Mônica a se ajoelhar na frente do filho dela.
– Agora, por ser tão puta, você vai satisfazer seu próprio filho! – Ameaçou Moni e depois se dirigiu aos outros. – E vocês vão olhar!
Coky, sem mais demora, abaixou as calças; deixando à mostra o pau meio murcho. María Elena arrastou o rosto de Moni até o pau de Coky e a forçou a chupá-lo.
– Isso aí, Moni! Você não queria, mas é a única solução que encontrei! Você vai ter que comer esse idiota!
María Elena esboçava um sorriso tortuoso no rosto, enquanto empurrava a cabeça de Moni para que o pau do filho chegasse até a garganta dela. De vez em quando, María Elena a soltava do boquete, só para ela respirar. Dardo e Paola observavam toda a cena com atenção. Dardo começava a ficar excitado. Enquanto Paola parecia incentivar a mãe, que parecia começar a gostar do pau do filho.
– Ai! Mamãe, vou gozar! – Dizia Coky num estado espasmódico.
– Isso aí! Você vai engolir toda a porra do seu filho, Mônica! – Avisou María Elena.
– Isso não, hein! Eu não engulo! – Moni tentou resistir.
Mônica forçou a mão de María Elena, se libertando do boquete no filho; embora já fosse tarde demais. Coky soltou três fortes jatos de porra no rosto da mãe. María Elena comemorava a gozada de Coky. Levantou Mônica do chão e, segurando-a pelo rosto, lambeu os jatos de porra. Coky. Dardo, Paola e Coky arregalaram os olhos. María Elena recolheu toda a porra do rosto da Moni; e forçando a abrir a boca, num beijo, deixou cair todo o esperma do Coky dentro da boca da Mônica.
— Gostou, Môni, da porra do teu filho? — Perguntou María Elena.
— No fundo, María Elena… não foi tão desagradável assim. — Comentou Moni.
— Viu! Sua puta cuzuda, incestuosa! Uma puta barata!
— Não, María Elena! Me chama do que quiser; mas barata, não! — Se defendia Mônica.
— São todas umas vadias aqui! — Retrucava María Elena. — Bem. Agora, por isso, é a sua vez, sua garota mimada! — Dirigiu-se a Paola.
María Elena agarrou Paola pelos cabelos para forçá-la a se ajoelhar. Inclinou-a fazendo Paola levantar o quadril. Coky olhava com ansiedade a bunda da irmã.
— Vem, Cokito! Tira o shortinho da sua irmã. — Ordenava María Elena.
Coky abaixou o short branco que envolvia a bunda de Paola. Depois, continuou a tirar a calcinha fio-dental rosadinha que ela usava. María Elena incentivava Coky. Quando ele já estava se posicionando, María Elena começou um boquete furioso para que ele rapidamente se recompor. Coky chicoteou as nádegas da irmã, e fazendo pressão, enfiou o pau dentro da buceta de Paola.
— Viu, Paola! Isso é por ser tão puta! — Gritava no ouvido dela, María Elena.
— Meus pequeninos! — Admirava Mônica.
Paola tentava se relaxar. Coky se emocionava a cada estocada na irmã. María Elena, ao ver que Paola se deixava comer, se colocou atrás de Coky para guiá-lo na foda. Até enfiou um dedo no cu de Coky. Quanto a Dardo, a tesão dele era notória. Pegou Mônica, que não tirava os olhos da cena, e começou a apalpar os peitos dela, deixando-os à mostra.
— Vai, Dardo! Come a Mônica! Afinal, somos uns cornos a mais nesse mundo de cuzudos! — Sugeriu María Elena.
Mônica não perdeu tempo e libertou o pau de Dardo do seu cativeiro. Agarrou o membro e levando-o à boca, saboreou o pedaço do vizinho.
- Sabe o que, Coky? Sua irmã precisa se abrir um pouco! - Recomendava María Elena, segurando o cantil vazio com as mãos.
Coky enfiou o dedo indicador na bunda da irmã. Paola se afogou num gemido de dor. Em seguida, María Elena estava lubrificando o cu dela com a própria saliva. Que depois foi penetrando com o cantil de uísque.
Dardo colocou Moni de quatro e começou a macetar ela. Agora, mãe e filha estavam cara a cara.
- Ai, mamãe, me beija! - Ordenou Paola para Mônica.
Moni se fundia num beijo molhado e erótico com a filha, quando a porta da casa se abriu.
- Oi, família! Já cheguei... - Cumprimentava Pepe, antes de ficar chocado com o que rolava na sala da casa dele. - Que porra é essa aqui? Moni! O que cê tá fazendo? Coky e Paola? María Elenaaaa! - A raiva de Pepe aumentava a cada segundo.
- Oi, Pepe! - Recebia María Elena. - Tá gostando do que vê? Essa é sua verdadeira família! São tudo uns incestuosos e corno, filhos da puta!... Cê tem duas opções, Pepito... Ou entra na parada, ou vaza! - Propunha María Elena.
- Não acredito! Meus filhos, minha esposa, meu melhor amigo! - Choramingava Pepe.
- Po, Pepe! Não é tão ruim assim. Somos tudo amigo, temos que ter uma boa relação! - Tentava se livrar das responsabilidades Dardo.
- E então, Pepe... você não me come... - Aproveitou Mônica pra criticar.
- Vai, papai! Entra na festa! Não se faz de que não gosta! - Convidava Coky.
Pepe sentou no sofá, observando todo mundo, já pelados. Paola se aproximou do pai e, abaixando a calça dele, começou a chupar a rola dele. Pepe, devagar, começava a ter uma ereção. Paola chupava a rola dele com a vontade de quem não faz isso há muito tempo. Pepe gozava com os lábios e a língua da filha. María Elena se aproximou de Dardo e o posicionou na frente da bunda de Paola.
- Agora é sua vez, meu amor! - Disse María Elena pra Dardo.
Ela pegou o pau do marido e levou até a entrada do cu de Paola. Os olhos de Paola se arregalaram. recebendo o pedaço de carne na bunda dela. Paola gemia como podia, com uma rola no cu e outra na boca. Coky se aproximou de Mônica, esfregando a rola dela no cu dela.
— Cokito, o que você tá fazendo? — Perguntou surpresa, Moni.
— Deixa ele, Môni! Não vê que ele tá de pau duro! — Comentou Pepe, permitindo que o filho comesse a própria mãe.
Coky estava feliz. Tinha a centímetros dos olhos o cu da mãe, que ele penetrou com a língua, lubrificando. Se recompôs, e enfiou de uma vez na mãe, analmente.
— Ai, sim, Cokito! Me come o cu! Filhinho, sim! Me arrebenta toda! — Gritava Moni.
Maria Elena se parou na frente de Pepe. Os dois se olharam fixamente nos olhos. Ambos sabiam o que ia rolar. Maria Elena se acomodou em cima de Pepe. A rola do vizinho esfregava no cu dela. Maria Elena cuspiu na mão, e depois lubrificou a bunda. Prosseguiu colocando a rola de Pepe no cu.
— Vai, Pepe! Me come! Me come bem, porco nojento!
— Vou te partir ao meio, cara de tacho! — Ameaçava Pepe.
Enquanto Maria Elena e Pepe se insultavam enquanto trepavam, Coky avisava a mãe que ia gozar.
— Mamãe, já era!
— Uai, Cokito, então... goza dentro!
Dito e feito, Coky se agarrou ao corpo da mãe e, em movimentos espásticos, soltou toda a porra no cu da mãe. Moni sentia a bunda se enchendo de porra quente. Ficaram agarrados por alguns segundos até Coky tirar o pinto mole do cu da mãe; que começou a liberar lentamente a porra lá dentro. Moni abraçou forte o filho, mostrando o amor de mãe. Coky também abraçou ela, mas ao mesmo tempo brincava com os peitos da mãe.
— Ai, Paolita, já vou gozar! — Garantia Dardo.
— Não! Nada de gozar dentro dela. Enche a cara dela de porra! Por puta histérica! — Ordenou Maria Elena ao marido.
Dardo tirou o membro do cu da vizinha, e levou até a cara dela. Paola recebeu leitada atrás de leitada, toda a descarga de Dardo. Maria Elena sorria macabramente.
— Vai, Papucho! Tá na hora de gozar! — incentivava a Coky.
Pepe colocou a María Elena de quatro, no sofá. O ritmo frenético da sentada anal que a María Elena tava levando fazia ela delirar de prazer.
— Vai, seus bolas murchas! Mais forte! Me dá mais! — exigia a María Elena.
Pepe suava pra caralho. Dava pra ver na cara dele que ia gozar. De repente, Pepe tirou o pau do cu da vizinha e enfiou de uma vez na argola.
— Não! O que cê tá fazendo, idiota? Por aí não! — gritava a María Elena, assustada.
— Vou gozar aí! Dentroooo! — anunciou o Pepe, enquanto soltava toda a porra na buceta da María Elena.
Pepe ria pra caramba. A María Elena, preocupada, tentava tirar o máximo de gozo de dentro dela.
— Então, María Elena, vê se daqui a nove meses não sai um bigodudo… É do Pepe! — brincou a Moni.
— Nãaaaao! — gritou a María Elena, saindo pelada da casa dos Argento.
FIM
— Paola! — Reclamava o Coky, mostrando o volume na calça. — Pelo amor, irmãzinha! Dá um jeito nisso!
— Nada, nada, Cokito! Vai pedir pra mamãe te tocar e chupar a pica! — Respondia ela.
— Qualé, Paola! Chupa um pouquinho, e pronto! — Tentava convencer ela.
— Ah, sei não. — Enquanto a Paola se abaixava, aproximava o rosto da braguilha do irmão. Passava a mão no membro que se destacava na calça. — Hummm… Não! Acho melhor não! — Levantando e saindo da sala.
— Paola, não dá pra me deixar assim!
— Dá, sim! Se você quer que eu chupe sempre, primeiro tem que comer a mamãe! — Estendendo a mão, esperando o Coky aceitar o trato.
— Uhh, Paola! … Tá bom, aceito! — Apertando a mão da Paola.
A Paola saiu de casa, rindo e fazendo o gesto de punheta com a mão, como despedida. Desde esse momento, o Coky tentou aproveitar todas as chances pra se aproximar da Moni de um jeito sexual.
Toda vez que a Moni cozinhava, o Coky abraçava ela por trás, mostrando carinho. Ele ficava abraçado, esperando a pica subir, encostando ela nas duas bundonas vestidas em leggings apertadas da mãe. A Moni se assustava e se afastava. Ela se distanciava do abraço pegajoso do filho. Nessa hora, o Coky desistia e ia pro banheiro bater uma.
— O que será que esse menino tem? — Se perguntava a Moni. — A punheta tá fazendo mal pra ele! — Respondia pra si mesma. Outra vez, a Moni tava vidrada no programa de fofoca. Então a Coky aproveitou pra abraçar ela por trás, pegando nas tetas da mãe dela.
-Ai, Coky! Me assustou!- A Moni queria acreditar que o roçar do Coky foi sem querer.
-Ui, mamãe! Desculpa. Achei que você ia gostar de um abraço.- Respondeu o Coky, fazendo biquinho.
-Claro que sim, bebê! Mas não pode assustar a mamãe!- Enquanto, inocente, a Moni levava a cabeça do filho pro peito dela. O Coky aproveitou pra enfiar a cara entre as tetas da mãe.
-Bom, chega!- Tirando o filho de cima dela. -Você não é mais um menininho, Cokito! Se comporta!
Depois disso, a Moni saiu pra cozinha, desesperada. O Coky ficou no sofá, segurando o pau e mordendo os lábios. Às vezes, ele sentia que tava cada vez mais perto do objetivo, mas também um pouco mais longe.
Horas depois, a campainha da casa dos Argentos tocou.
-Se for a Maria Elena, entra!- Gritou a Moni da cozinha.
-Oi, Moni!- A Maria Elena chegou perto dela, cumprimentando e sentando na mesa da cozinha. -O que foi, Moni? Por que essa cara?
-Ai, Maria Elena, nem sei como te contar!
-Podia começar me servindo algo pra beber!- Respondeu a Maria Elena na hora, levantando uma sobrancelha.
A Mônica levantou e trouxe a garrafa térmica e a cuia pra mesa.
-É sobre o Coky.
-E o que esse punheteiro fez agora?
-Isso mesmo, Maria Elena. O Coky tá mais doido por causa da punheta, e fica se insinuando pra todo mundo. Até pra mim!
-Ai, Moni, mas seu filho vive de pau duro. O que você vai fazer?
-Não, Maria Elena. O Coky sempre foi meio punheteiro, mas nunca tinha encostado o pau em mim, nem apalpado as tetas!... E olha, eu sei que esse corpinho é irresistível, mas é só do Pepe!- Comentou a Moni, passando as mãos do peito pra bunda dela.
-Bom, Moni, acho que não é pra tanto!
-Não sei o que fazer, Maria Elena!- A Moni tava quase chorando, enquanto a Maria Elena passava o braço pelos ombros dela, abraçando.
-Acho que Tenho uma ideia! — Comentou María Elena. — Manda o punheteiro do teu filho pra minha casa. Eu vou ensinar ele a respeitar as mulheres! — Falou, enquanto ria de forma cruel.
Pouco depois, Moni começou a ficar inquieta. Não gostava nada da ideia de que o Coky estivesse se tocando pensando nela, muito menos das atitudes de assédio que ele tinha começado a ter em casa.
— Cokito! Cokito, desce! Que a mamãe precisa que você faça um favor! — Chamou Moni da cozinha.
Quando desceu, Coky apareceu na frente da mãe com uma ereção bem marcada na calça. Moni, ao ver o volume na virilha do filho, desviou o olhar e levou a mão direita ao rosto, num gesto de resignação.
— É um punheteiro! — Disse Moni em voz baixa, no melhor estilo do marido.
— O que foi, mamãe? — Perguntou Coky.
— Nada, meu anjo. Preciso que você leve esse pacote pra María Elena. Dá pra ir agora?
— Agora, mamãezinha? Ufa!... Tá bom, já vou! — Aceitou Coky, meio resignado.
Depois de ouvir a porta da casa se fechar, Moni ligou pra María Elena avisando que o filho estava a caminho. Segundos depois, Coky batia na porta da casa dos Fuseneco.
— Oi? María Elena? É o Cokito! — Anunciou-se.
— Entra, Coky! Tá aberto! — Respondeu lá de dentro.
Coky abriu a porta, a casa estava meio escura. No ar, tinha um cheiro estranho, tipo de velas apagadas e óleos. A voz de María Elena chamou Coky pra sentar no sofá da casa.
— Obrigada por vir, Cokito! — Sussurrou no ouvido dele, enquanto o abraçava por trás. — Sabe por que você veio? — Perguntou.
— Não! — Negou várias vezes com a cabeça, meio nervoso.
— Bom, olha, sua mãe me disse que você tava muito punheteiro!
Quando Coky tentou responder, María Elena tapou a boca dele com um dedo e iluminou um pouco a casa com uma vela. A luz amarelada deixava ver María Elena vestida com um macacão de látex preto justo, botas longas e luvas. Coky Fiquei pasmo com a figura que tinha na minha frente. Só consegui abrir a boca, bestificado.
— Olha, punheteiro. Eu vou tirar essas manias que você pegou! — Ela me ameaçava. — Sabe o quê? Você precisa de mim e eu preciso de você! Faz tempo que o Dardo não me fode!!! E você tem uma rola importante, e eu… quero rola!
Coky estava boquiaberto. Maria Elena sentou em cima dele e começou uma dança erótica. Coky nem tinha percebido que ela tinha colocado umas algemas nas mãos dele, amarrando-o por trás. Ele só se deixava levar. A rola dele já tinha endurecido.
— Vejo que você esquentou, cara! — Ela sussurrou no ouvido dele.
— Uau, sim, Maria Elena!
— Então… Vamos começar o jogo! — Anunciou Maria Elena.
Ela se levantou e deu um passo para trás de Coky. Levou as mãos até a virilha e deixou à mostra um zíper. Lentamente, foi abrindo a cremalheira. Quando abriu completamente, Coky conseguia ver a buceta depilada de Maria Elena, que já estava toda molhada.
— Então, cara, agora você vai aprender a tratar uma mulher! Você vai chupar minha buceta inteira. Sabe? E se conseguir me fazer gozar, talvez… talvez eu te dê um pouquinho de prazer também!
Maria Elena se posicionou em cima do sofá, colocando a boceta sobre a cabeça de Coky, esfregando-a no rosto dele inteiro. Coky começou a lamber com vontade aqueles lábios vaginais. Ele sentia o nariz se impregnando dos fluidos fortes de Maria Elena.
— Uau! Isso, cara!... Vai, punheteiro! Come minha buceta!!! Usa essa língua pra outra coisa que não seja falar besteira!!!
Cada vez mais, Maria Elena apertava a virilha contra o rosto de Coky. A língua dele se movia de um lado para o outro; de cima para baixo; mergulhando naquela buceta carnuda; se alimentando dos fluidos dela. Ele já começava a se engasgar. Segundos depois, Maria Elena fechou as pernas com força e, com um espasmo, se deixou levar num orgasmo.
— Oh! Oh! Oh! Deus e a porra da buceta da sua irmã! — Exclamou Maria Elena no auge. orgasmo.
María Elena desgrudou a boca da Coky. Um fio de saliva, misturada com sucos vaginais, brilhava especial à luz da vela.
— Uai, acho que agora é minha vez! — Coky se animou.
— Kkkk! Você se comportou bem, Cokito! Acho que merece uma recompensa… Mas depende de como continuar se comportando!
Ela se levantou de novo na frente dele. Começou a tirar o vestido. Ao liberar os peitos, levou eles até o rosto de Coky.
— Cê gosta? — Perguntava, balançando os peitos na cara dele.
— Uai, sim!
Continuou com o striptease. Quando chegou na cintura, virou de costas mostrando a raba. Começou a descer o vestido, deixando ver uma calcinha fio-dental preta fina enfiada entre as nádegas.
— Ai, a puta da mãe, María Elena! — Coky reclamava.
A bunda de María Elena ficou de fora. Ela sentou em cima de Coky, pra sentir a pica dura do vizinho. Se ajeitou de um jeito que sentia a pica inteira entre as nádegas. Ela virou, meio de lado, pra olhar ele de frente, e beliscou o mamilo dele. Coky gritou mais de dor do que de prazer. María Elena continuou descendo até encontrar a pica jovem de dezoito centímetros do Coky. Violentamente, ela puxou pra baixo a calça e a cueca dele. Com a mão direita, agarrou o pau de Coky; e com movimentos fortes, fazia o vizinho gozar, pra cima e pra baixo.
— Agora você vai me dizer o que quero ouvir! — Avisou María Elena.
Coky concordou com a cabeça. Ele só queria que ela chupasse e comesse ele. Já não ligava pra mais nada.
— Vamos ver, Cokito… Me diz, você tá assediando sua mãe?
— Não, não! — Respondeu Coky.
María Elena se enfureceu, torcendo a pica de Coky.
— Ah! Ah! Ah!... Bom, pode ser! — Coky admitiu, pela dor.
— Aham! Agora a gente se entende melhor!
A confissão de Coky fez María Elena mudar de posição, e continuar com uma masturbação lenta e doce.
— E me diz… Por que você resolveu fazer isso? Você não era assim! — Ameaçando, apertando os dedos na pica.
— Eh… Eh… Bom, é... É por causa da Paola! — confessou Coky.
—Paola? O que a Paolita fez? — apertando ainda mais o pau dele.
—Ela me disse que se eu quisesse comer ela, tinha que dar em cima da mamãe!
—Nojento! punheteiro incestuoso! Pervertido! Tudo pra comer sua irmã! — María Elena soltou o pau dele e se afastou dois passos de Coky. —Coitada da sua irmã e da sua mãe!
—Coitadas? A Paola vive dando mole pra todo mundo! Meu papai já comeu ela! E seu marido come ela uma vez por semana! — Coky baixou os olhos, sabendo que tinha metido os pés pelas mãos.
—Quê? O que meu marido faz?... Essa puta imunda de merda tá dando pra ele?... Não é à toa que o Dardo chega tarde do trabalho e não me fode com vontade! A puta que pariu! Vou matar todo mundo! Filhos da puta!!!
—Não, María Elena! Eu não fiz nada!
—Você!... Você é um punheteiro de merda! — gritou María Elena, dando um tapa na cara dele.
María Elena saiu da sala e foi pro quarto. Se trocou. Desceu pra sala com uma garrafa de uísque na mão. Olhou o relógio e tirou as algemas de Coky.
—Vem, pervertido! Vamos pra sua casa encher sua irmã de porrada! — arrastou Coky até a porta.
A porta dos Argento foi batida com fúria por María Elena.
—Sim? Quem é? — perguntou Moni.
—María Elena, Mônica! Abre a porta, senão eu arrebento na porrada!
—O que foi, María Elena? Por que tanto barulho? — perguntou Moni, meio tensa, depois de abrir a porta.
María Elena entrou na casa arrastando Coky; e, furiosa, viu Dardo no sofá.
—Ahã! Era assim que eu queria te pegar! — apontando Dardo com o dedo.
—O que foi, amor? Já tava indo pra casa! — se desculpou Dardo.
—Chega de mentira! Você tá aqui porque veio meter!
Os olhos de María Elena estavam em chamas. Mônica ficou muito nervosa. Enquanto Dardo não sabia onde se enfiar.
—Você veio comer a Paola!... Cadê essa gostosa? Vou matar ela! Paola! Paola!!! — gritava descontroladamente María Elena.
—Nada a ver, amor! Vim ver o Pepe! — Dardo garantia pra Maria Elena.
— Cala a boca, mentiroso de merda!
Nisso, meio sem jeito, a Paola chegou perto do corrimão da escada pra ver o que tava rolando.
— Que porra de bagunça é essa? — Paola perguntou, inocente.
— Você! Sua foxy! — Maria Elena gritou.
— Ei! Qual é o teu, corna! — Paola respondeu na hora.
A raiva da Maria Elena aumentou, e ela tentou se jogar em cima da Paola, mas o Dardo e a Coky seguraram ela no pulo.
— Vocês, cambada de degenerados, tão querendo me fazer de corna! Vou encher vocês de porrada! — Maria Elena berrava pro Dardo e pra Paola, enquanto socava o peito do Dardo.
— Eu? Mas quem deu pra ele foi a mamãe! — Paola soltou, sem pensar.
— Ai, Paolita, que coisa que você fala! — Mônica tentou disfarçar.
— O quê??? Mônica!!! Como você pôde fazer isso comigo! — Maria Elena mostrava que tava sofrendo de verdade.
— Bom, Maria Elena… É que o Pepe nunca me comeu… E olha, seu marido tem o que é preciso… — Ela tentou se justificar.
A fúria da Maria Elena parecia que tava passando. Mas o choro dela tava prestes a explodir. Ela levou as mãos ao rosto. A Coky tentou abraçar ela pra consolar, mas ela deu um empurrão que fez a Coky tropeçar e cair. O semblante dela começou a mudar. Ela puxou o cantil de uísque que tava no bolso da calça. Já tava pela metade. Ela virou ele todo. Abriu a boca pra soltar aquele calor interno que o álcool traz, e a cara dela ficou demoníaca.
— Agora sim! — Maria Elena falou, com um tom autoritário e diabólico. — Vamos ver… Coky, você queria comer a Moni, pra depois comer a Paola, não é?
A Coky confirmou, e Maria Elena fez ela sentar no sofá na marra.
— Você, Paolita, seu pedaço de foxy, queria dar pro seu irmão? Pro Dardo? — Ela perguntou, segurando ela pelo ombro.
— Eu? Pra mim, qualquer pinto serve! — Ela respondeu, toda orgulhosa.
Maria Elena sentou ela pelos cabelos no sofá. Agora ela foi falar com o Dardo, acariciando o rosto do marido.
— Amor, como você pôde? Por acaso eu não te como? Amor? Não, foda-se você, sexo? – perguntava María Elena.
– Bom, amor, eu também sou de carne e osso. – Dardo se desculpava.
María Elena deu uma joelhada nos testículos dele e depois o sentou em outra poltrona. Só sobraram Ela e Moni de pé. Moni começava a se retirar para a cozinha disfarçadamente.
– E você, aonde pensa que vai? – María Elena olhou furiosa para Moni.
– Um cafezinho???
– Você não vai a lugar nenhum! Você, que queria minha ajuda… Dizia ser minha amiga… Amigas não fazem isso! Não, não!
María Elena pegou Moni pelos cabelos e a levou até onde Coky estava sentado. Obrigou Mônica a se ajoelhar na frente do filho dela.
– Agora, por ser tão puta, você vai satisfazer seu próprio filho! – Ameaçou Moni e depois se dirigiu aos outros. – E vocês vão olhar!
Coky, sem mais demora, abaixou as calças; deixando à mostra o pau meio murcho. María Elena arrastou o rosto de Moni até o pau de Coky e a forçou a chupá-lo.
– Isso aí, Moni! Você não queria, mas é a única solução que encontrei! Você vai ter que comer esse idiota!
María Elena esboçava um sorriso tortuoso no rosto, enquanto empurrava a cabeça de Moni para que o pau do filho chegasse até a garganta dela. De vez em quando, María Elena a soltava do boquete, só para ela respirar. Dardo e Paola observavam toda a cena com atenção. Dardo começava a ficar excitado. Enquanto Paola parecia incentivar a mãe, que parecia começar a gostar do pau do filho.
– Ai! Mamãe, vou gozar! – Dizia Coky num estado espasmódico.
– Isso aí! Você vai engolir toda a porra do seu filho, Mônica! – Avisou María Elena.
– Isso não, hein! Eu não engulo! – Moni tentou resistir.
Mônica forçou a mão de María Elena, se libertando do boquete no filho; embora já fosse tarde demais. Coky soltou três fortes jatos de porra no rosto da mãe. María Elena comemorava a gozada de Coky. Levantou Mônica do chão e, segurando-a pelo rosto, lambeu os jatos de porra. Coky. Dardo, Paola e Coky arregalaram os olhos. María Elena recolheu toda a porra do rosto da Moni; e forçando a abrir a boca, num beijo, deixou cair todo o esperma do Coky dentro da boca da Mônica.
— Gostou, Môni, da porra do teu filho? — Perguntou María Elena.
— No fundo, María Elena… não foi tão desagradável assim. — Comentou Moni.
— Viu! Sua puta cuzuda, incestuosa! Uma puta barata!
— Não, María Elena! Me chama do que quiser; mas barata, não! — Se defendia Mônica.
— São todas umas vadias aqui! — Retrucava María Elena. — Bem. Agora, por isso, é a sua vez, sua garota mimada! — Dirigiu-se a Paola.
María Elena agarrou Paola pelos cabelos para forçá-la a se ajoelhar. Inclinou-a fazendo Paola levantar o quadril. Coky olhava com ansiedade a bunda da irmã.
— Vem, Cokito! Tira o shortinho da sua irmã. — Ordenava María Elena.
Coky abaixou o short branco que envolvia a bunda de Paola. Depois, continuou a tirar a calcinha fio-dental rosadinha que ela usava. María Elena incentivava Coky. Quando ele já estava se posicionando, María Elena começou um boquete furioso para que ele rapidamente se recompor. Coky chicoteou as nádegas da irmã, e fazendo pressão, enfiou o pau dentro da buceta de Paola.
— Viu, Paola! Isso é por ser tão puta! — Gritava no ouvido dela, María Elena.
— Meus pequeninos! — Admirava Mônica.
Paola tentava se relaxar. Coky se emocionava a cada estocada na irmã. María Elena, ao ver que Paola se deixava comer, se colocou atrás de Coky para guiá-lo na foda. Até enfiou um dedo no cu de Coky. Quanto a Dardo, a tesão dele era notória. Pegou Mônica, que não tirava os olhos da cena, e começou a apalpar os peitos dela, deixando-os à mostra.
— Vai, Dardo! Come a Mônica! Afinal, somos uns cornos a mais nesse mundo de cuzudos! — Sugeriu María Elena.
Mônica não perdeu tempo e libertou o pau de Dardo do seu cativeiro. Agarrou o membro e levando-o à boca, saboreou o pedaço do vizinho.
- Sabe o que, Coky? Sua irmã precisa se abrir um pouco! - Recomendava María Elena, segurando o cantil vazio com as mãos.
Coky enfiou o dedo indicador na bunda da irmã. Paola se afogou num gemido de dor. Em seguida, María Elena estava lubrificando o cu dela com a própria saliva. Que depois foi penetrando com o cantil de uísque.
Dardo colocou Moni de quatro e começou a macetar ela. Agora, mãe e filha estavam cara a cara.
- Ai, mamãe, me beija! - Ordenou Paola para Mônica.
Moni se fundia num beijo molhado e erótico com a filha, quando a porta da casa se abriu.
- Oi, família! Já cheguei... - Cumprimentava Pepe, antes de ficar chocado com o que rolava na sala da casa dele. - Que porra é essa aqui? Moni! O que cê tá fazendo? Coky e Paola? María Elenaaaa! - A raiva de Pepe aumentava a cada segundo.
- Oi, Pepe! - Recebia María Elena. - Tá gostando do que vê? Essa é sua verdadeira família! São tudo uns incestuosos e corno, filhos da puta!... Cê tem duas opções, Pepito... Ou entra na parada, ou vaza! - Propunha María Elena.
- Não acredito! Meus filhos, minha esposa, meu melhor amigo! - Choramingava Pepe.
- Po, Pepe! Não é tão ruim assim. Somos tudo amigo, temos que ter uma boa relação! - Tentava se livrar das responsabilidades Dardo.
- E então, Pepe... você não me come... - Aproveitou Mônica pra criticar.
- Vai, papai! Entra na festa! Não se faz de que não gosta! - Convidava Coky.
Pepe sentou no sofá, observando todo mundo, já pelados. Paola se aproximou do pai e, abaixando a calça dele, começou a chupar a rola dele. Pepe, devagar, começava a ter uma ereção. Paola chupava a rola dele com a vontade de quem não faz isso há muito tempo. Pepe gozava com os lábios e a língua da filha. María Elena se aproximou de Dardo e o posicionou na frente da bunda de Paola.
- Agora é sua vez, meu amor! - Disse María Elena pra Dardo.
Ela pegou o pau do marido e levou até a entrada do cu de Paola. Os olhos de Paola se arregalaram. recebendo o pedaço de carne na bunda dela. Paola gemia como podia, com uma rola no cu e outra na boca. Coky se aproximou de Mônica, esfregando a rola dela no cu dela.
— Cokito, o que você tá fazendo? — Perguntou surpresa, Moni.
— Deixa ele, Môni! Não vê que ele tá de pau duro! — Comentou Pepe, permitindo que o filho comesse a própria mãe.
Coky estava feliz. Tinha a centímetros dos olhos o cu da mãe, que ele penetrou com a língua, lubrificando. Se recompôs, e enfiou de uma vez na mãe, analmente.
— Ai, sim, Cokito! Me come o cu! Filhinho, sim! Me arrebenta toda! — Gritava Moni.
Maria Elena se parou na frente de Pepe. Os dois se olharam fixamente nos olhos. Ambos sabiam o que ia rolar. Maria Elena se acomodou em cima de Pepe. A rola do vizinho esfregava no cu dela. Maria Elena cuspiu na mão, e depois lubrificou a bunda. Prosseguiu colocando a rola de Pepe no cu.
— Vai, Pepe! Me come! Me come bem, porco nojento!
— Vou te partir ao meio, cara de tacho! — Ameaçava Pepe.
Enquanto Maria Elena e Pepe se insultavam enquanto trepavam, Coky avisava a mãe que ia gozar.
— Mamãe, já era!
— Uai, Cokito, então... goza dentro!
Dito e feito, Coky se agarrou ao corpo da mãe e, em movimentos espásticos, soltou toda a porra no cu da mãe. Moni sentia a bunda se enchendo de porra quente. Ficaram agarrados por alguns segundos até Coky tirar o pinto mole do cu da mãe; que começou a liberar lentamente a porra lá dentro. Moni abraçou forte o filho, mostrando o amor de mãe. Coky também abraçou ela, mas ao mesmo tempo brincava com os peitos da mãe.
— Ai, Paolita, já vou gozar! — Garantia Dardo.
— Não! Nada de gozar dentro dela. Enche a cara dela de porra! Por puta histérica! — Ordenou Maria Elena ao marido.
Dardo tirou o membro do cu da vizinha, e levou até a cara dela. Paola recebeu leitada atrás de leitada, toda a descarga de Dardo. Maria Elena sorria macabramente.
— Vai, Papucho! Tá na hora de gozar! — incentivava a Coky.
Pepe colocou a María Elena de quatro, no sofá. O ritmo frenético da sentada anal que a María Elena tava levando fazia ela delirar de prazer.
— Vai, seus bolas murchas! Mais forte! Me dá mais! — exigia a María Elena.
Pepe suava pra caralho. Dava pra ver na cara dele que ia gozar. De repente, Pepe tirou o pau do cu da vizinha e enfiou de uma vez na argola.
— Não! O que cê tá fazendo, idiota? Por aí não! — gritava a María Elena, assustada.
— Vou gozar aí! Dentroooo! — anunciou o Pepe, enquanto soltava toda a porra na buceta da María Elena.
Pepe ria pra caramba. A María Elena, preocupada, tentava tirar o máximo de gozo de dentro dela.
— Então, María Elena, vê se daqui a nove meses não sai um bigodudo… É do Pepe! — brincou a Moni.
— Nãaaaao! — gritou a María Elena, saindo pelada da casa dos Argento.
FIM
1 comentários - Casados com filhos paródia