Os videogames, fora alguns gêneros específicos, no geral sempre foram muito cuidadosos na hora de meter conteúdo sexual, em parte porque muita gente ainda acha que é "coisa de criança", e pela putaria que rola toda vez que algo erótico aparece num jogo grande (tipo Mass Effect, o exemplo mais recente). Mas isso não quer dizer que em vários jogos, onde aparentemente não tinha intenção de mostrar nenhuma cena de sexo, não rolem descuidos, coincidências ou cenas curiosas que facilmente nos remetem a coisas que não são. Vamos dar uma geralzona nas cenas mais surpreendentes e engraçadas que encontrei nesse sentido.
A real é que algumas das cenas escolhidas são um pouco forçadas, e tem que ser muito tarado pra achar relação com uma cena de sexo, mas em outros casos não precisa de imaginação. Não importa o contexto, porque a primeira coisa que vem na cabeça é o que não devia. O artigo cobre desde jogos antigos até os mais atuais e em 3D. Aposto que vocês já jogaram muitos deles. Só espero que se divirtam tanto lendo o post quanto eu me diverti fazendo ele.
Ring King
O primeiro dos casos (e talvez o mais escancarado) é o de um jogo de boxe chamado Ring King, lançado pela Data East pro NES lá em 1985. A gente pode começar uma luta sem se surpreender com nada, porque os gráficos são simples, embora na época não fossem ruins, e dá pra ver nossos boxeadores, bem másculos eles, trocando porrada pra caralho e se lascando bonito. Tipo, o que já era de se esperar de qualquer jogo de boxe, já que é disso que se trata… ou não?
Pois pode não ser só isso, e a gente começa a perceber na primeira vez que as distâncias entre os lutadores diminuem até o mínimo, porque aí… tcharãããn, eles vão se abraçar! E sim, a gente já sabe que abraços são normais no boxe, mas uma coisa é se abraçar, e outra bem diferente é “dançar coladinho”. Se é que o roçar faz o carinho…
Mas isso foi só pra esquentar o clima, a festa de verdade começa no fim do round, porque quando o sino toca, os dois lutadores vão pros seus cantos pra receber a ajuda do treinador e, OMG! (N.T.: Ai, Meu Deus!), mas o que é que eu tô vendo! Ele responde com um descascado de bananinha manso! Assim, sem querer, os caras da Data East iam revolucionar o mundo do boxe, descobrindo a melhor terapia pra recuperação dos boxeadores entre um round e outro, além de um jeito eficaz de manter os treinadores bem quietinhos e sem encher o saco dos seus alunos. Quê? Não acredita? Parece montagem? Vídeo aí:Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JFrlH-ekkJAJá não tem mais dúvida, né? Agora o que resta é saber o que os desenvolvedores realmente queriam representar com "aquilo". Tem quem diga que é a técnica clássica de jogar gelo dentro da cueca do lutador pra acordar ele, mas não parece lógico o gesto se repetir várias vezes... quem sabe, talvez algum programador muito tarado tenha se dado certas liberdades...
Bad Street Brawler
Em 1987, a Beam Software desenvolveu Bad Street Brawler, um beat 'em up que saiu pro NES e pra mais uns sistemas, e onde a gente controlava um carateca baseado numa figura da Mattel. Nosso lutador tinha várias técnicas de poder destruidor, tipo os socos e chutes de sempre, mas também tinha uma habilidade muito mais bizarra que dava um poder supremo pra ele...
… e não estamos falando de uma arma de fogo ou de uma chave complicada, mas da possibilidade de fazer carinho nos seus inimigos; sim, como vocês ouviram. E isso com um cachorro é simplesmente engraçado (ainda mais com aquele “nice boy”): “oooh olha, ele tá fazendo carinho no cachorrinho pra ele dormir e não ter que bater mais nele”, bom, isso é uma idealização, mas acho que alguém que visse ele brincar poderia dizer isso; no entanto, garanto que ninguém pensaria o mesmo diante dessas outras cenas, em que não tem bichinhos no meio…
http://img.pixfans.com/2008/02/bsbfondle1.gif
… e em que qualquer adulto, por mais bem-intencionado que seja, teria que exclamar algo como: "mas que porra, isso é passar a mão!". Além disso, é suposto que primeiro a gente surrou o inimigo (ou inimiga) até deixar ela (ou deixar ela) inconsciente, pra depois se aproveitar e… e… bom, não preciso dizer, vocês já estão vendo. E se alguém ainda é cético, é só ver o vídeo:Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dpQaMKv_gEcE partindo do princípio de que é matematicamente impossível que numa equipe de programação não tenha alguém capaz de interpretar "isso" como qualquer ser vivo do Mundo Real (TM) faria, só nos resta pensar que permitiram conscientemente.
Muscle Man: Dirty Challenge
Vamos agora com Muscle Man: Dirty Challenge, que já no título já dá pra sentir um certo cheirinho, e foi um jogo lançado no Japão para Super Nintendo em 1992, baseado num mangá. O gênero é luta livre, e todo mundo sabe que nesse estilo de porrada, com dois caras musculosos, quase sem roupa e capazes de fazer chaves nas posições mais desconfortáveis, dá pra imaginar umas cenas que não tão rolando. Mas esse jogo vai um pouco além, em parte pelos uniformes coloridos dos lutadores e, claro, por aqueles agarres…
Vejam, por exemplo, essa pegada sensacional, com os dois corpos enormes abraçados um no outro, sob o olhar atônito de um faxineiro do prédio em cujo telhado a luta acontece. É difícil saber se a surpresa do trabalhador vem do fato de dois caras fortões brigarem num round tão atípico, ou da postura do momento que é fácil de interpretar errado.
Em movimento fica ainda mais flagrante, como vocês podem ver no gif.
Não me perguntem o que elas tão fazendo nessas duas fotos, porque eu não sei, mas não parece nada bom…
Nessas outras, porém, com o cowboy e o cowboy invertido, não tem muita dúvida.
E pra não ficar atrás dos caras do Ring King… Vamo que vamo, a posição que tava faltando!
Mighty Final Fight
Mais um de luta, dessa vez um jogo pouco conhecido baseado numa franquia de fama mundial: Mighty Final Fight, uma paródia da própria Capcom de um dos seus beat 'em ups mais famosos, que saiu no NES em 1993.
Como vocês chamariam essa técnica?: me vêm vários nomes na cabeça, todos perfeitos pra um golpe mortal, tipo "chupão", "sugadora" ou "lábios letais". Eu racho de rir só de imaginar os comentaristas descrevendo essa técnica nos combates desse "esporte": "ele tá chupando até o tutano, que fenômeno, que arrasador..." Aliás, quem tá sofrendo é nada menos que o Haggar. Tá irreconhecível!
Power Instinct 2
É claro que os jogos de luta são campeões nesse tipo de situação. Agora é a vez de Power Instinct 2, um jogo desenvolvido pela Atlus em 1994 pra fliperama, que inclui no elenco de lutadores um gordinho com um talento danado pra se exibir.
Sim, sim, nessa imagem ele parece um moleque cabeçudo e simpático, que atende pelo nome de Kinta Kokujin e faz cara de quem não quebrou nem um prato.
Porém, ao entrar no palco de combate, o visual dela muda completamente. Gorda, agressiva, gostosa e, pra piorar, vestida só com um avental de cozinha que cobre apenas o estritamente necessário, e nem sempre…
Porque quando o Kinta Kokujin voa pelos ares depois de levar um golpe, o avental dele perde toda a utilidade, deixando os dois amigos dele darem uma sapecada no ar com toda liberdade, e mostrando que, além de tudo, o cara é bem dotado (embora eu não entenda disso, perguntei). Não sabemos se hoje esse detalhe afetaria a classificação etária desse jogo, mas com certeza a Crônica teria uma manchete daquelas que ela adora, tipo: "Videogame incentiva exibicionismo e nudismo entre os jovens".
Battletoads
Chega de jogos estranhos, agora vamos falar de um popular que quem tá há um tempinho no meio conhece: o lendário Battletoads, da Rare. Um beat'em up famoso que fez um baita sucesso nos fliperamas e consoles no começo dos anos 90. Das várias versões, a mais violenta e agressiva foi a dos arcades, que tinha armas, decapitações, vômitos... e um dos modos de derrotar um chefe final mais cruel e brutal da história dos videogames.
Tá vendo aquela rata imunda e nojenta com aquele sorriso cínico? Então, a gente imagina que o normal pra derrotar ela num jogo desse tipo seria pular pra acertar a cabeça, ou então nas pernas e na barriga até ela cair pra poder finalizar. Mas os caras da Rare inventaram um método muito mais perverso e doloroso.
O primeiro passo era diminuir as distâncias pra depois meter a mão na buceta da rata. Encaixando ela direitinho, ia causar uma dor do caralho no inimigo, que ia fazer ele parar de nos passar respeito e começar a nos dar pena.
Mas, como se isso já não bastasse, o próximo passo é, sem ter soltado as partes do roedor, começar a castigá-las sem piedade, até acabar com qualquer resquício de resistência. Claro, esse ataque é definitivo, e só nos resta fazer alguma pose provocante pra se gabar de que ainda temos no lugar o que a rata deve ter perdido pra sempre.
Os Ninja Warriors Again
Os Ninja Warriors é um arcade lançado pela Taito em 1988, que ganhou uma versão para Super Nintendo cinco anos depois com o nome de The Ninja Warriors Again, e que trazia técnicas implacáveis…
O protagonista (sim, aquele baita de dois metros) não perde tempo na hora de se livrar dos inimigos, e igual um Battletoad (vê aí em cima), pega sem cerimônia no ponto crítico, e se prepara pra fazer "prefironãosaberoquê" com aquela parada de aparência bem ruinzinha que ele tá segurando na mão direita. Não é à toa que o cara do rifle tá quase escolhendo a opção de vazar na base do corre.
Super Street Fighter II
Claro que não posso esquecer de Street Fighter. Então vamos puxar uma das melhores versões, Super Street Fighter II. E não, não vai ser a Chun-Li, que também daria um caldo, mas sim vamos ver uma das técnicas mais letais da Cammy, aquela gostosa e pouca-roupa militar britânica.
Aqui vocês podem ver o coitado... coitado? Balrog, "sofrendo" na pele um agarre de pernas absolutamente irresistível.
Mas o melhor dessa técnica é a chegada ao chão, tão vendo a barra de vida do Balrog? Ele se recuperou quase por completo (sim, eu também vejo os segundos, mas não estraguem minha ilusão, caramba). Ia ser bom ver com que disposição o Balrog levanta depois dessa.
Streets of Rage 3
Vez de outro jogo muito famoso, e também de outro beat'em up histórico; neste caso, é Streets of Rage 3, desenvolvido pela Sega para arcades e Megadrive, e que conta entre os personagens selecionáveis com a Blaze, uma gostosa jovem que adora andar com pouca roupa enquanto manda criminosos pro espaço nas ruas.
Como prova do estilo dela, basta um chute aéreo, que tem um poder duplo: o do próprio impacto e o de distrair o inimigo com aquela minissaia tão, tão, tão curta. Mesmo assim, Streets of Rage 3 não está aqui por causa da protagonista feminina, porque personagens como ela têm aos montes em jogos de luta, mas sim por um personagem muito mais excêntrico.
O nome dela é Ash; sim, igual ao lendário treinador dos primeiros jogos de Pokémon, embora eu ache que a semelhança com ele não vá além do nome.
Ash pode se gabar de ser um dos personagens mais afeminados que já apareceu num videogame: botas militares, meias justas quase até o quadril, um biquíni colado de uma peça só marcando o pacote, uma jaquetinha vermelha vagabunda sem mangas e aberta que não cobre praticamente nada, um pingente dourado enorme com o símbolo feminino, braços à mostra com umas pulseiras de machão, e tudo coroado com barba e um boné estilo Mario. Eu sei, pela descrição é totalmente impossível ter uma ideia, mas para isso existem as imagens. E como as animações são a cereja do bolo, elas têm que estar em movimento.
Repara só no jeito que ela provoca os adversários pra briga, deve ser difícil não ceder a essas provocações querendo dar uma surra nela (senão, já pode ir abrindo o armário…). Mais ou menos a mesma coisa dá pra falar do jeito que ela ri, imagina só ela fazer isso depois de te surrar, aí sim que ia ser uma derrota amarga.
E aí, continuamos com a pose: "Ô gaaato, olha que rabeta eu tenho, vem aqui que a gente vai se agarrar de um jeito que vai deixar os caras da Muscle Man de queixo caído" (fala com voz de Crispín Klander), pose provocante (cof cof) como nenhuma outra. Mas o número um indiscutível das animações desse ¿cara? é na hora de correr, com aquele: "me espeeeeera" que pede um chute baixo na canela, mesmo que a eficácia disso seja duvidosa, considerando o estado do sujeito.
Pra finalizar, esse personagem, por mais incrível que pareça, mas como mostra a segunda imagem, dá pra usar com um truque, só que na versão japonesa do jogo, chamada Bare Knuckle 3. O truque é derrotar ele na primeira fase, apertar os três botões do controle do Megadrive e o start ao mesmo tempo, e depois deixar se perder. Assim, a gente devia poder escolher continuar com o Ash, experiência que deve ser digna de testar...
Vendetta
Não dá pra competir com Ash, mas Vendetta, um fliperama da Konami lançado em 1991, também um beat 'em up, tem um personagem muito parecido que com certeza se daria super bem com o do jogo da Sega.
Este cavalheiro elegante nos mostra por que o conceito básico de não ser cercado em um jogo de luta se torna especialmente importante neste caso, pois embora não tenha um ataque especialmente mortal, o dele está sem dúvida entre os mais aterrorizantes que podemos sofrer em qualquer videogame. Um policial fortão, marcando o pacote, pelado da cintura pra cima, na pose do trenzinho e com reboladas incessantes de quadril pode não ser uma visão muito reconfortante; mas a parte da língua já supera a mais aguerrida das resistências; um pesadelo que o cara loiro parece estar sofrendo como se fosse a pior das torturas. Eu, no seu lugar, com esse sujeito a menos de cinco quilômetros de distância, não me abaixaria nem pra pegar o melhor item do mundo (gulp, só de pensar…).
Double Dragon
Entre as mais míticas séries de beat 'em ups, Double Dragon ocupa sem dúvida um lugar de destaque. Vários episódios desses jogos de briga de rua encantaram nos fliperamas e entre os donos do NES, nos deixando também alguns momentos curiosos.
Jogar sozinho até que é legal, mas jogar um beat 'em up com um amigo geralmente dá vantagem, e te permite alguns momentos de superioridade numérica, onde você deve focar em derrubar o inimigo, já que não precisa abusar dele. Mas nem sempre os jogadores se contentam com uns chutes ou socos, e às vezes é preciso complicar as coisas, usando técnicas que fariam até o mais corajoso tremer (não, o Ash de Streets of Rage não tremeria muito). Olha só como os protagonistas de Double Dragon II se viram com um pobre capanga que estava passando por ali só porque o chefe mandou, e que só esperava a hora de voltar pra casa com a família...
Mas ainda tem outra da Double Dragon, dessa vez a versão pra Super Nintendo, que nos deixa com cenas assim, onde um dos protagonistas, o controlado pelo jogador 1, já deu conta de um inimigo e tá pronto pra finalizar ele, começando pelo zíper da calça dele... o que será que ele tá planejando fazer?
Pro Wrestling é um jogo de luta criado pela Nintendo para o NES lá em 1986. Como todo jogo desse estilo, o contato entre os lutadores musculosos e quase pelados é constante, mas entre todas as situações possíveis, tem uma que é especialmente curiosa e fácil de ser mal interpretada.
Uma das técnicas mais poderosas do jogo consiste em levantar o adversário de cabeça pra baixo e depois esmagar a cabeça dele no chão. Porém, ao tentar fazer essa técnica sem ter enfraquecido o suficiente o oponente, surge um problemão: não é possível levantá-lo, e a cabeça dele fica visitando a virilha do nosso lutador… por um bom tempo. Um momento de altíssimo perigo e tensão, e olha que Tyson não faz luta livre, porque aquela mordida na orelha do Holyfield podia parecer um carinho perto do que ele poderia fazer enquanto é vítima dessa chave mal executada.
Tecmo World Wrestling
Já vimos que luta livre é uma verdadeira gostosa, agora é a vez de Tecmo World Wrestling, um jogo que saiu em 1990 pro NES, e que não só deixava brigar no ringue, mas também fazer treinos fora dele, como vamos ver depois.
Metidos no que é o ringue, e como dá pra ver na imagem, alguns golpes são realmente fodidos, e já fica difícil distinguir se certos membros pertencem a um ou outro lutador, de tão entrelaçados que estão. Mas o melhor é o narrador, falando algo tipo: “Vaca sagrada! Ele volta com um agarre do polvo real” (real de realeza, não de verdade). Sim, sim, igualzinho a um polvo…
Isso pode parecer difícil de explicar, mas não é. É um loirão fortão treinando, fazendo prancha com um lutador de sumô nas costas pra render mais, como dá pra ver claramente no gif abaixo. O problema é que, se a gente pausa a imagem num momento específico, igual aí em cima, parece muito mais outra explicação que vocês devem adivinhar fácil, e que é uma delícia pra bunda e outros músculos (por isso os jogadores brasileiros voltam tão em forma do Brasil, na base de gastar umas camisinhas, como diria o Robinho).
Super Ghouls´n Ghosts
Agora é a vez de outro personagem lendário dos videogames que é bem exibicionista. É o Sir Arthur, o cavaleiro protagonista dos jogos Ghost 'n Goblins ou Ghouls 'n Ghosts.
Esse personagem de alta linhagem vinha equipado com uma brilhante armadura prateada, que perdia ao receber o impacto de um inimigo, ficando rapidamente só de cueca, vestido apenas com uma sunga. Apesar de os cavaleiros medievais usarem bem mais roupa por baixo da armadura, até porque a sensação do metal na pele não é nada agradável, os caras da Konami preferiram deixar o personagem pelado e ele vagar quase no osso pelos cenários sombrios do jogo. E como vocês podem ver, o jogo evoluiu, mas esse detalhe, com certeza, não mudou.
E uma das animações mais curiosas do Sir Arthur, tirada diretamente de Super Ghouls'n Ghosts, o capítulo da saga pro Super Nintendo, era a que rolava quando nosso personagem subia uma escada sem a armadura, porque no último impulso ele mostrava pro público a sua bunda enorme (e pros inimigos, olha só a cara de nojo da morte...).
No entanto, embora no Super Nintendo o nível técnico da saga tenha melhorado notavelmente, outros aspectos interessantes dos clássicos se perderam, como a técnica de sequestrar a princesa, que na nova versão era carregada debaixo do braço pelo vilão. Bah, muito convencional, muito melhor isso, do Ghost 'n Goblins, que saiu em 1985 para o NES, e eu sei que não é o que alguns de nós estão pensando, mas... se o diabinho parece ter os braços e as pernas esticados... então o que é a protuberância que envolve a princesa? Eu não vou responder.
The Story of Thor
A História de Thor, lançado pela SEGA em 1995, é um dos melhores RPGs do Megadrive. Ali, seu protagonista, fica matando monstros pra todo lado, então é de se esperar que alguns deles queiram se vingar de formas especialmente dolorosas.
É verdade que a câmera não é lá essas coisas pra ver o que rola, mas justamente por isso é mais fácil a gente imaginar umas paradas que não existem. A criatura aterrorizante agarra o protagonista pela cintura e quer comer ele todinho… tudo? Bom, talvez não tudo, a gente precisaria de uma visão lateral em vez de de cima pra saber (e eu falei DE CIMA, tipo, do alto, com a primeira letra sendo um C de Ceará e não um G de Goiás, sacou?).
Pacman 2: The New Adventures
Embora nenhum deles tenha ficado especialmente famoso, o Pacman, mascote da Namco, estrelou vários jogos fora dos labirintos com pontos brancos, fantasmas coloridos e cerejas que o tornaram tão popular. Um deles é este Pacman 2: The New Adventures, que saiu em 1994 para Super Nintendo.
E o que o Pacman tá fazendo nessa cena? Com certeza não tá cumprindo o papel de come-coco... talvez o cara de azul com cara de bocó tenha jogado uma barra de sabão e o iludido personagenzinho amarelo tenha se abaixado pra pegar. Desde então, os fantasmas comem o Pacman mais do que o Pacman come os fantasmas.
Splatter House II
Splatter House é um jogo de ação e terror da Namco, bem famoso no começo dos anos 90 em plataformas como o Megadrive, console que recebeu a segunda parte do jogo, da qual pertence a imagem que vocês podem ver a seguir.
Pelo menos o Rick Taylor, que é assim que o protagonista se chama, é discreto e fica de costas pra quem tá vendo, mas pela posição dos braços dele, junto com os gestos desesperados da criatura que ele tá segurando, deve estar fazendo algo realmente terrível com ela.
Moonwalker
A SEGA lançou em 1990 o arcade e várias versões caseiras de Moonwalker, um jogo estrelado pelo Michael Jackson, que na época tava no auge da fama e longe dos escândalos que viriam depois. Por isso, cenas como as que vocês vão ver a seguir passaram totalmente batidas naquela época.
Sabe por que o cantor quase foi preso? Não? Então procura na Wikipedia, porque eu não vou dar tudo mastigado pra vocês. Mas com certeza quem sabe disso não consegue evitar de olhar essa cena com um olhar estranho…
O mesmo poderia ser dito dessa outra, talvez até mais descarada pelo jeito que Michael abre a jaqueta.
Tiny Toon Adventures
Os Tiny Toon, os adoráveis "irmãozinhos" dos desenhos animados da Warner, foram super populares no começo dos anos 90, e estrelaram vários jogos para os consoles mais bombados da época, como esse Tiny Toon Adventures, que a Konami lançou em 1991 pro NES.
Dessa turma de moleques, o "valentão" é o Montana Max, que vive enchendo o saco dos outros e, por isso, geralmente é o vilão final das brincadeiras. O sequestro da pobre Babs, a coelhinha, não podia ficar sem castigo, então o Buster tratou de dar uma lição nele. O texto diz algo como "Babs foi resgatada com sucesso e Montana Max foi castigado"... e que castigado, hein.
Dragon Ball Z: Supersonic Warriors
E já não é um jogo retrô, mas vamos falar dele antes de entrar nos 3D. É o Dragon Ball Z Supersonic Warriors, desenvolvido pela Banpresto para Game Boy Advance em 2004, que reúne várias passagens da trama do famoso shonen do Toriyama...
… incluindo o lendário confronto com Cell, um dos inimigos mais poderosos. Quem se lembra bem do anime de Dragon Ball vai saber o que o Goku vai fazer agora, mas pra quem não lembra, qualquer possibilidade tá aberta, especialmente olhando pras caras dos dois, a proximidade deles, e aquele “Hm…? O que você tá tentando fazer, Goku?”
Super Smash Bros. Melee
Bom, já chega de tanto clássico com gráficos pixelados em 2D, vamos nos atualizar um pouco e começar com jogos recentes totalmente tridimensionais. E vamos fazer isso com o grande Super Smash Bros. Melee, do Game Cube, um jogo aparentemente inocente, mas que, graças à sua infinidade de animações e às possibilidades de encontrar o melhor ângulo no menu de pausa, é uma verdadeira putaria do tipo de cenas que compõem este post. Let's Fight!
Mario sempre tem que ficar preocupado com seu arqui-inimigo, o malvado Bowser, que não faz outra coisa senão raptar sua amada princesa Peach. No entanto, daqui pra frente, e especialmente agora que vem um novo Smash Bros., recomendamos que ele não tire os olhos dos Pikachu, que adoram festanças com companhia feminina. Olha só aquele Pokémon alegre de gorro de festa se ocupando com a Princesa (e lembrem-se que esse sistema tem uma vantagem extra: Peach não pode chamar o Mario…).
E o Pikachu não é um personagem, é uma espécie, então imagina o que rola quando vários se juntam, porque princesas mesmo só tem uma… enfim, como na quinta-feira coube a ela estar…
Claro, com esse trabalho dos Pikachu, o Bowser vai ficar com uma ansiedade que nunca sentiu antes, então ninguém deveria se surpreender ao vê-lo fazendo ataques frontais como esse…
Pra piorar a situação do coitado do Mario, seu querido e tantas vezes montaria (no bom sentido) Yoshi, também não deveria ficar à vontade onde quer que a Peach esteja, porque com aquela língua vigorosa que tudo pode, não tem princesa que resista (será que ela quer ser resgatada pelo Mario de uma situação dessas? Quem sabe….)
Mas ainda não terminamos com Smash Bros., e parece que sempre tem que ter um Pikachu no meio, embora nesse caso ele esteja menos ativo que os anteriores, mas claro, já vemos como Yoshi se vira, que não é só língua. Aliás… alguém sabe qual é o sexo dos pikachus?
E não é só dar pro Yoshi, também tem que receber um pouco, como nessa captura onde a gente vê o Pichu (que termina em "u", não em "a") totalmente entregue à causa... bom, pra falar de entrega, ninguém mais entregue que o Yoshi. Queria saber o que acontece se quem controla o Pichu resolver apertar B pra baixo (raio), aí a gente ia ver se o dinossauro verde continuava com essa cara de tesão.
E pra fechar com chave de ouro essa putaria toda em Smash Bros., temos o durão do Fox se deixando seduzir, claro, por um Pikachu, que mostra seu jeito amigável tratando todo mundo igual, pra ninguém se sentir excluído. Valeu, Nintendo, por incentivar a igualdade.
Doom 3
Agora é a vez de Doom 3, a versão mais nova e caprichada de um dos shooters mais famosos e influentes da história, criado pela Id. Sabemos que é um jogo cheio de zumbis, mas... será que a gente sabe mesmo o que esses zumbis aprontam?
Porque muito grunhido, rugido, sair de debaixo de uma escada pra assustar e cara de "vou devorar tuas entranhas" quando a gente passa perto, mas se a gente se move na surdina, dá pra pegar eles com a boca na botija... cê tá vendo que agora não assustam tanto? Bom, na real, assustam ainda mais.
Além disso, eles puxam do repertório, como vocês podem ver aqui. Como é que o cara no chão tá com a boca toda arrebentada?, alguns vão se perguntar, mas não faço ideia, pra ser sincero…
E claro, no meio de tanto zumbi que parece saído de Sodoma e Gomorra, alguma coisa acaba pegando nos humanos normais que dividem Marte com eles, então vocês podem se deparar com situações tão dramáticas quanto essas. E depois falam que Doom 3 não é um jogo de terror psicológico… Vai nessa!
Lineage II
Lineage II é um MMORPG que fez um baita sucesso, principalmente na Coreia do Sul, onde causou um verdadeiro auê, e no mundo todo só perde pra World of Warcraft em número de usuários, embora a gente desconfie que não é por técnicas especiais tão especiais quanto a que vamos ver agora.
Como vocês definiriam isso? Eu realmente tô com dificuldade pra entender a imagem: é um ataque conjunto?, ele ataca ela?, ela ataca ele? (improvável), é uma técnica de cura e não um ataque? Todas as opções estão abertas…
Asheron's Call 2: Fallen Kings
E seguindo com os MMORPGs, vamos passar pra Asheron's Call 2: Fallen Kings, desenvolvido pela Turbine em 2002 e lançado pela Microsoft pra PC. O jogo, fazendo um alarde de "originalidade", se passa num mundo de fantasia cheio de feiticeiros, guerreiros e criaturas monstruosas, tipo, algo nunca visto no gênero.
O caso é que pode ser que nada disso seja inovador, mas talvez o comportamento de algumas das criaturas que aparecem nele seja, porque me digam, em que outro jogo vocês já viram monstros tentando perpetuar a espécie bem na hora que vocês passam por ali. Ou talvez não seja sobre perpetuar a espécie, e como eles veem vocês chegando e sabem o que os espera, aproveitam até o último segundo de diversão… bichinhos safados…
Max Payne 2
Max Payne 2, criado em 2003 pelos finlandeses da Remedy Entertainment, é um jogo de ação onde o que mais se destaca é a personalidade do protagonista, um cara foda pra caralho que não tem o menor pudor na hora de apertar o gatilho.
E contra esses dois parece que ele apertou quando um deles tava "com a mão na massa". Se é que os terroristas tão cada dia mais raros…
Tom Clancy's Rainbow Six
Pra comprovar a perda de eficiência dos terroristas, vamos puxar outro jogo onde eles tão aos montes, Rainbow Six, que em qualquer uma das suas várias versões coloca a gente no comando de forças especiais pra fazer os assaltos mais perigosos e arriscados.
Porque não sei o que é pior, ser pego pelo Max Payne passando a mão num colega, ou ser descoberto por um desses membros da força de assalto de elite enquanto um dos seus próprios reféns tá te dominando… desse jeito não vai dar em nada.
Drakan: The Ancient's Gates
Drakan: The Ancient's Gates é um Action RPG lançado em 2002 para PlayStation 2, onde controlamos a gostosa da Rymn, que, como é de se esperar de uma guerreira, tem corpo de modelo e veste roupas tamanho infantil de 8 anos, marcando a silhueta — elementos essenciais pra meter porrada em monstros terríveis. Que se é uma ironia? Olha só, olha só...
Aqui está a Rymn dando conta de uma criatura apavorante, usando uma técnica chamada... hmm... como era... bom, não lembro o nome, mas a eficácia dela é total, e se não acredita, é só perguntar pro bicho em questão, que parece estar exausto até o talo.
GTA Vice City
GTA Vice City, bem conhecido por todo mundo, não é exatamente o exemplo de jogo politicamente correto, então é normal ver nele um monte de imagens pesadas, além de cenas de conteúdo sexual mais ou menos explícito, mas não são essas que nos interessam neste post.
Aqui vamos com situações que não estavam (ou pelo menos não deveriam estar) nos planos dos programadores, como o caso dessa, que rolou no jogo da Rockstar durante um assalto a banco. A verdade é que a cena rola de boa, porque é a posição padrão do protagonista quando ele se abaixa. De qualquer forma, parece claramente o que não é, e vamos chamar de Flange 9000, mesmo sem ter a menor puta ideia do que seja.
WWF No Mercy
E com tanto suco que os jogos de luta livre deram na seção retrô, não podia ter ausência total deles no grupo tridimensional, então vamos puxar o WWF No Mercy, lançado em 2000 para Nintendo 64, e que parece fazer jus ao nome, porque os lutadores não mostram piedade.
É que claro, se o público tá tão empolgado com cartazes tipo "Suck It" ou "Hello Ladie", é normal dar tanta ênfase na luta e cair em cima do rival com tudo. Se ainda por cima o rival usa umas roupas dessas, o perigo é mais que iminente.
Mortal Kombat 4
E seguindo com a luta, é a vez de Mortal Kombat 4, a transição pro 3D da famosa e brutal saga da Midway, que rolou nos fliperamas em 1997.
Lembram da técnica da Camy contra o Balrog? Então, tá aí, igualzinha, da Tanya contra o Raiden. Não sabemos se a queda no chão foi tão gostosa quanto a do boxeador de Street Fighter, mas é claro que a técnica funciona. Humm, se não me engano, a Taki tinha uma parecida nos últimos Soul Calibur, pena que não achei ela…
Hitman
Hitman: Codename 47 é um jogo lançado pela Eidos pra PC no ano 2000, estrelado por um mercenário fera em fazer serviços sujos.
No meio de um passeio tranquilo pela selva, a gente pode encontrar um monte de situações inusitadas, porque as feras selvagens são imprevisíveis e podem dar mais de um susto, mas o que me dizem dessa fera selvagem?: quase pelada, esfregando e esfregando contra uma árvore e com a mão direita estrategicamente posicionada. O Agente 47, protagonista do jogo, achava que aquela meleca grudada nas árvores era resina… até aquele dia.
Prey
Vamos agora com Prey, sim aquele shooter de nova geração com gráficos absolutamente fodásticos e que passou pelo PC e XBOX360.
É, mas não vou falar nada sobre essa imagem, porque depois não venham dizer que sou um tarado. Então, quem lembrar de algo, parabéns, é um tarado!
E com isso a gente encerra. Espero que ninguém tenha se sentido ofendido ou achado o conteúdo desse post de mau gosto, porque foi tudo na brincadeira, feito com tanta dedicação quanto ironia, e só pra quem ver dar umas risadas lembrando de jogos atuais e clássicos, e percebendo como, sem querer, cenas que não tinham nada a ver com sexo acabam remetendo inevitavelmente a ele. Valeu pra todo mundo, e especialmente pra quem teve a santa paciência de ler até o fim, se é que alguém conseguiu me aguentar!
A real é que algumas das cenas escolhidas são um pouco forçadas, e tem que ser muito tarado pra achar relação com uma cena de sexo, mas em outros casos não precisa de imaginação. Não importa o contexto, porque a primeira coisa que vem na cabeça é o que não devia. O artigo cobre desde jogos antigos até os mais atuais e em 3D. Aposto que vocês já jogaram muitos deles. Só espero que se divirtam tanto lendo o post quanto eu me diverti fazendo ele.
Ring King
O primeiro dos casos (e talvez o mais escancarado) é o de um jogo de boxe chamado Ring King, lançado pela Data East pro NES lá em 1985. A gente pode começar uma luta sem se surpreender com nada, porque os gráficos são simples, embora na época não fossem ruins, e dá pra ver nossos boxeadores, bem másculos eles, trocando porrada pra caralho e se lascando bonito. Tipo, o que já era de se esperar de qualquer jogo de boxe, já que é disso que se trata… ou não?
Pois pode não ser só isso, e a gente começa a perceber na primeira vez que as distâncias entre os lutadores diminuem até o mínimo, porque aí… tcharãããn, eles vão se abraçar! E sim, a gente já sabe que abraços são normais no boxe, mas uma coisa é se abraçar, e outra bem diferente é “dançar coladinho”. Se é que o roçar faz o carinho…
Mas isso foi só pra esquentar o clima, a festa de verdade começa no fim do round, porque quando o sino toca, os dois lutadores vão pros seus cantos pra receber a ajuda do treinador e, OMG! (N.T.: Ai, Meu Deus!), mas o que é que eu tô vendo! Ele responde com um descascado de bananinha manso! Assim, sem querer, os caras da Data East iam revolucionar o mundo do boxe, descobrindo a melhor terapia pra recuperação dos boxeadores entre um round e outro, além de um jeito eficaz de manter os treinadores bem quietinhos e sem encher o saco dos seus alunos. Quê? Não acredita? Parece montagem? Vídeo aí:Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JFrlH-ekkJAJá não tem mais dúvida, né? Agora o que resta é saber o que os desenvolvedores realmente queriam representar com "aquilo". Tem quem diga que é a técnica clássica de jogar gelo dentro da cueca do lutador pra acordar ele, mas não parece lógico o gesto se repetir várias vezes... quem sabe, talvez algum programador muito tarado tenha se dado certas liberdades...Bad Street Brawler
Em 1987, a Beam Software desenvolveu Bad Street Brawler, um beat 'em up que saiu pro NES e pra mais uns sistemas, e onde a gente controlava um carateca baseado numa figura da Mattel. Nosso lutador tinha várias técnicas de poder destruidor, tipo os socos e chutes de sempre, mas também tinha uma habilidade muito mais bizarra que dava um poder supremo pra ele...
… e não estamos falando de uma arma de fogo ou de uma chave complicada, mas da possibilidade de fazer carinho nos seus inimigos; sim, como vocês ouviram. E isso com um cachorro é simplesmente engraçado (ainda mais com aquele “nice boy”): “oooh olha, ele tá fazendo carinho no cachorrinho pra ele dormir e não ter que bater mais nele”, bom, isso é uma idealização, mas acho que alguém que visse ele brincar poderia dizer isso; no entanto, garanto que ninguém pensaria o mesmo diante dessas outras cenas, em que não tem bichinhos no meio…
http://img.pixfans.com/2008/02/bsbfondle1.gif
… e em que qualquer adulto, por mais bem-intencionado que seja, teria que exclamar algo como: "mas que porra, isso é passar a mão!". Além disso, é suposto que primeiro a gente surrou o inimigo (ou inimiga) até deixar ela (ou deixar ela) inconsciente, pra depois se aproveitar e… e… bom, não preciso dizer, vocês já estão vendo. E se alguém ainda é cético, é só ver o vídeo:Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dpQaMKv_gEcE partindo do princípio de que é matematicamente impossível que numa equipe de programação não tenha alguém capaz de interpretar "isso" como qualquer ser vivo do Mundo Real (TM) faria, só nos resta pensar que permitiram conscientemente.Muscle Man: Dirty Challenge
Vamos agora com Muscle Man: Dirty Challenge, que já no título já dá pra sentir um certo cheirinho, e foi um jogo lançado no Japão para Super Nintendo em 1992, baseado num mangá. O gênero é luta livre, e todo mundo sabe que nesse estilo de porrada, com dois caras musculosos, quase sem roupa e capazes de fazer chaves nas posições mais desconfortáveis, dá pra imaginar umas cenas que não tão rolando. Mas esse jogo vai um pouco além, em parte pelos uniformes coloridos dos lutadores e, claro, por aqueles agarres…
Vejam, por exemplo, essa pegada sensacional, com os dois corpos enormes abraçados um no outro, sob o olhar atônito de um faxineiro do prédio em cujo telhado a luta acontece. É difícil saber se a surpresa do trabalhador vem do fato de dois caras fortões brigarem num round tão atípico, ou da postura do momento que é fácil de interpretar errado.
Em movimento fica ainda mais flagrante, como vocês podem ver no gif.
Não me perguntem o que elas tão fazendo nessas duas fotos, porque eu não sei, mas não parece nada bom…
Nessas outras, porém, com o cowboy e o cowboy invertido, não tem muita dúvida.
E pra não ficar atrás dos caras do Ring King… Vamo que vamo, a posição que tava faltando!Mighty Final Fight
Mais um de luta, dessa vez um jogo pouco conhecido baseado numa franquia de fama mundial: Mighty Final Fight, uma paródia da própria Capcom de um dos seus beat 'em ups mais famosos, que saiu no NES em 1993.
Como vocês chamariam essa técnica?: me vêm vários nomes na cabeça, todos perfeitos pra um golpe mortal, tipo "chupão", "sugadora" ou "lábios letais". Eu racho de rir só de imaginar os comentaristas descrevendo essa técnica nos combates desse "esporte": "ele tá chupando até o tutano, que fenômeno, que arrasador..." Aliás, quem tá sofrendo é nada menos que o Haggar. Tá irreconhecível!Power Instinct 2
É claro que os jogos de luta são campeões nesse tipo de situação. Agora é a vez de Power Instinct 2, um jogo desenvolvido pela Atlus em 1994 pra fliperama, que inclui no elenco de lutadores um gordinho com um talento danado pra se exibir.
Sim, sim, nessa imagem ele parece um moleque cabeçudo e simpático, que atende pelo nome de Kinta Kokujin e faz cara de quem não quebrou nem um prato.
Porém, ao entrar no palco de combate, o visual dela muda completamente. Gorda, agressiva, gostosa e, pra piorar, vestida só com um avental de cozinha que cobre apenas o estritamente necessário, e nem sempre…
Porque quando o Kinta Kokujin voa pelos ares depois de levar um golpe, o avental dele perde toda a utilidade, deixando os dois amigos dele darem uma sapecada no ar com toda liberdade, e mostrando que, além de tudo, o cara é bem dotado (embora eu não entenda disso, perguntei). Não sabemos se hoje esse detalhe afetaria a classificação etária desse jogo, mas com certeza a Crônica teria uma manchete daquelas que ela adora, tipo: "Videogame incentiva exibicionismo e nudismo entre os jovens".Battletoads
Chega de jogos estranhos, agora vamos falar de um popular que quem tá há um tempinho no meio conhece: o lendário Battletoads, da Rare. Um beat'em up famoso que fez um baita sucesso nos fliperamas e consoles no começo dos anos 90. Das várias versões, a mais violenta e agressiva foi a dos arcades, que tinha armas, decapitações, vômitos... e um dos modos de derrotar um chefe final mais cruel e brutal da história dos videogames.
Tá vendo aquela rata imunda e nojenta com aquele sorriso cínico? Então, a gente imagina que o normal pra derrotar ela num jogo desse tipo seria pular pra acertar a cabeça, ou então nas pernas e na barriga até ela cair pra poder finalizar. Mas os caras da Rare inventaram um método muito mais perverso e doloroso.
O primeiro passo era diminuir as distâncias pra depois meter a mão na buceta da rata. Encaixando ela direitinho, ia causar uma dor do caralho no inimigo, que ia fazer ele parar de nos passar respeito e começar a nos dar pena.
Mas, como se isso já não bastasse, o próximo passo é, sem ter soltado as partes do roedor, começar a castigá-las sem piedade, até acabar com qualquer resquício de resistência. Claro, esse ataque é definitivo, e só nos resta fazer alguma pose provocante pra se gabar de que ainda temos no lugar o que a rata deve ter perdido pra sempre.
Os Ninja Warriors Again Os Ninja Warriors é um arcade lançado pela Taito em 1988, que ganhou uma versão para Super Nintendo cinco anos depois com o nome de The Ninja Warriors Again, e que trazia técnicas implacáveis…
O protagonista (sim, aquele baita de dois metros) não perde tempo na hora de se livrar dos inimigos, e igual um Battletoad (vê aí em cima), pega sem cerimônia no ponto crítico, e se prepara pra fazer "prefironãosaberoquê" com aquela parada de aparência bem ruinzinha que ele tá segurando na mão direita. Não é à toa que o cara do rifle tá quase escolhendo a opção de vazar na base do corre. Super Street Fighter II
Claro que não posso esquecer de Street Fighter. Então vamos puxar uma das melhores versões, Super Street Fighter II. E não, não vai ser a Chun-Li, que também daria um caldo, mas sim vamos ver uma das técnicas mais letais da Cammy, aquela gostosa e pouca-roupa militar britânica.
Aqui vocês podem ver o coitado... coitado? Balrog, "sofrendo" na pele um agarre de pernas absolutamente irresistível.
Mas o melhor dessa técnica é a chegada ao chão, tão vendo a barra de vida do Balrog? Ele se recuperou quase por completo (sim, eu também vejo os segundos, mas não estraguem minha ilusão, caramba). Ia ser bom ver com que disposição o Balrog levanta depois dessa. Streets of Rage 3
Vez de outro jogo muito famoso, e também de outro beat'em up histórico; neste caso, é Streets of Rage 3, desenvolvido pela Sega para arcades e Megadrive, e que conta entre os personagens selecionáveis com a Blaze, uma gostosa jovem que adora andar com pouca roupa enquanto manda criminosos pro espaço nas ruas.
Como prova do estilo dela, basta um chute aéreo, que tem um poder duplo: o do próprio impacto e o de distrair o inimigo com aquela minissaia tão, tão, tão curta. Mesmo assim, Streets of Rage 3 não está aqui por causa da protagonista feminina, porque personagens como ela têm aos montes em jogos de luta, mas sim por um personagem muito mais excêntrico.
O nome dela é Ash; sim, igual ao lendário treinador dos primeiros jogos de Pokémon, embora eu ache que a semelhança com ele não vá além do nome. Ash pode se gabar de ser um dos personagens mais afeminados que já apareceu num videogame: botas militares, meias justas quase até o quadril, um biquíni colado de uma peça só marcando o pacote, uma jaquetinha vermelha vagabunda sem mangas e aberta que não cobre praticamente nada, um pingente dourado enorme com o símbolo feminino, braços à mostra com umas pulseiras de machão, e tudo coroado com barba e um boné estilo Mario. Eu sei, pela descrição é totalmente impossível ter uma ideia, mas para isso existem as imagens. E como as animações são a cereja do bolo, elas têm que estar em movimento.
Repara só no jeito que ela provoca os adversários pra briga, deve ser difícil não ceder a essas provocações querendo dar uma surra nela (senão, já pode ir abrindo o armário…). Mais ou menos a mesma coisa dá pra falar do jeito que ela ri, imagina só ela fazer isso depois de te surrar, aí sim que ia ser uma derrota amarga.
E aí, continuamos com a pose: "Ô gaaato, olha que rabeta eu tenho, vem aqui que a gente vai se agarrar de um jeito que vai deixar os caras da Muscle Man de queixo caído" (fala com voz de Crispín Klander), pose provocante (cof cof) como nenhuma outra. Mas o número um indiscutível das animações desse ¿cara? é na hora de correr, com aquele: "me espeeeeera" que pede um chute baixo na canela, mesmo que a eficácia disso seja duvidosa, considerando o estado do sujeito.Pra finalizar, esse personagem, por mais incrível que pareça, mas como mostra a segunda imagem, dá pra usar com um truque, só que na versão japonesa do jogo, chamada Bare Knuckle 3. O truque é derrotar ele na primeira fase, apertar os três botões do controle do Megadrive e o start ao mesmo tempo, e depois deixar se perder. Assim, a gente devia poder escolher continuar com o Ash, experiência que deve ser digna de testar...
Vendetta
Não dá pra competir com Ash, mas Vendetta, um fliperama da Konami lançado em 1991, também um beat 'em up, tem um personagem muito parecido que com certeza se daria super bem com o do jogo da Sega.
Este cavalheiro elegante nos mostra por que o conceito básico de não ser cercado em um jogo de luta se torna especialmente importante neste caso, pois embora não tenha um ataque especialmente mortal, o dele está sem dúvida entre os mais aterrorizantes que podemos sofrer em qualquer videogame. Um policial fortão, marcando o pacote, pelado da cintura pra cima, na pose do trenzinho e com reboladas incessantes de quadril pode não ser uma visão muito reconfortante; mas a parte da língua já supera a mais aguerrida das resistências; um pesadelo que o cara loiro parece estar sofrendo como se fosse a pior das torturas. Eu, no seu lugar, com esse sujeito a menos de cinco quilômetros de distância, não me abaixaria nem pra pegar o melhor item do mundo (gulp, só de pensar…).Double Dragon
Entre as mais míticas séries de beat 'em ups, Double Dragon ocupa sem dúvida um lugar de destaque. Vários episódios desses jogos de briga de rua encantaram nos fliperamas e entre os donos do NES, nos deixando também alguns momentos curiosos.
Jogar sozinho até que é legal, mas jogar um beat 'em up com um amigo geralmente dá vantagem, e te permite alguns momentos de superioridade numérica, onde você deve focar em derrubar o inimigo, já que não precisa abusar dele. Mas nem sempre os jogadores se contentam com uns chutes ou socos, e às vezes é preciso complicar as coisas, usando técnicas que fariam até o mais corajoso tremer (não, o Ash de Streets of Rage não tremeria muito). Olha só como os protagonistas de Double Dragon II se viram com um pobre capanga que estava passando por ali só porque o chefe mandou, e que só esperava a hora de voltar pra casa com a família...
Mas ainda tem outra da Double Dragon, dessa vez a versão pra Super Nintendo, que nos deixa com cenas assim, onde um dos protagonistas, o controlado pelo jogador 1, já deu conta de um inimigo e tá pronto pra finalizar ele, começando pelo zíper da calça dele... o que será que ele tá planejando fazer?
Pro Wrestling é um jogo de luta criado pela Nintendo para o NES lá em 1986. Como todo jogo desse estilo, o contato entre os lutadores musculosos e quase pelados é constante, mas entre todas as situações possíveis, tem uma que é especialmente curiosa e fácil de ser mal interpretada.Uma das técnicas mais poderosas do jogo consiste em levantar o adversário de cabeça pra baixo e depois esmagar a cabeça dele no chão. Porém, ao tentar fazer essa técnica sem ter enfraquecido o suficiente o oponente, surge um problemão: não é possível levantá-lo, e a cabeça dele fica visitando a virilha do nosso lutador… por um bom tempo. Um momento de altíssimo perigo e tensão, e olha que Tyson não faz luta livre, porque aquela mordida na orelha do Holyfield podia parecer um carinho perto do que ele poderia fazer enquanto é vítima dessa chave mal executada.
Tecmo World Wrestling
Já vimos que luta livre é uma verdadeira gostosa, agora é a vez de Tecmo World Wrestling, um jogo que saiu em 1990 pro NES, e que não só deixava brigar no ringue, mas também fazer treinos fora dele, como vamos ver depois. Metidos no que é o ringue, e como dá pra ver na imagem, alguns golpes são realmente fodidos, e já fica difícil distinguir se certos membros pertencem a um ou outro lutador, de tão entrelaçados que estão. Mas o melhor é o narrador, falando algo tipo: “Vaca sagrada! Ele volta com um agarre do polvo real” (real de realeza, não de verdade). Sim, sim, igualzinho a um polvo…
Isso pode parecer difícil de explicar, mas não é. É um loirão fortão treinando, fazendo prancha com um lutador de sumô nas costas pra render mais, como dá pra ver claramente no gif abaixo. O problema é que, se a gente pausa a imagem num momento específico, igual aí em cima, parece muito mais outra explicação que vocês devem adivinhar fácil, e que é uma delícia pra bunda e outros músculos (por isso os jogadores brasileiros voltam tão em forma do Brasil, na base de gastar umas camisinhas, como diria o Robinho).
Super Ghouls´n Ghosts
Agora é a vez de outro personagem lendário dos videogames que é bem exibicionista. É o Sir Arthur, o cavaleiro protagonista dos jogos Ghost 'n Goblins ou Ghouls 'n Ghosts.
Esse personagem de alta linhagem vinha equipado com uma brilhante armadura prateada, que perdia ao receber o impacto de um inimigo, ficando rapidamente só de cueca, vestido apenas com uma sunga. Apesar de os cavaleiros medievais usarem bem mais roupa por baixo da armadura, até porque a sensação do metal na pele não é nada agradável, os caras da Konami preferiram deixar o personagem pelado e ele vagar quase no osso pelos cenários sombrios do jogo. E como vocês podem ver, o jogo evoluiu, mas esse detalhe, com certeza, não mudou.
E uma das animações mais curiosas do Sir Arthur, tirada diretamente de Super Ghouls'n Ghosts, o capítulo da saga pro Super Nintendo, era a que rolava quando nosso personagem subia uma escada sem a armadura, porque no último impulso ele mostrava pro público a sua bunda enorme (e pros inimigos, olha só a cara de nojo da morte...).
No entanto, embora no Super Nintendo o nível técnico da saga tenha melhorado notavelmente, outros aspectos interessantes dos clássicos se perderam, como a técnica de sequestrar a princesa, que na nova versão era carregada debaixo do braço pelo vilão. Bah, muito convencional, muito melhor isso, do Ghost 'n Goblins, que saiu em 1985 para o NES, e eu sei que não é o que alguns de nós estão pensando, mas... se o diabinho parece ter os braços e as pernas esticados... então o que é a protuberância que envolve a princesa? Eu não vou responder. The Story of Thor
A História de Thor, lançado pela SEGA em 1995, é um dos melhores RPGs do Megadrive. Ali, seu protagonista, fica matando monstros pra todo lado, então é de se esperar que alguns deles queiram se vingar de formas especialmente dolorosas.
É verdade que a câmera não é lá essas coisas pra ver o que rola, mas justamente por isso é mais fácil a gente imaginar umas paradas que não existem. A criatura aterrorizante agarra o protagonista pela cintura e quer comer ele todinho… tudo? Bom, talvez não tudo, a gente precisaria de uma visão lateral em vez de de cima pra saber (e eu falei DE CIMA, tipo, do alto, com a primeira letra sendo um C de Ceará e não um G de Goiás, sacou?).
Pacman 2: The New Adventures
Embora nenhum deles tenha ficado especialmente famoso, o Pacman, mascote da Namco, estrelou vários jogos fora dos labirintos com pontos brancos, fantasmas coloridos e cerejas que o tornaram tão popular. Um deles é este Pacman 2: The New Adventures, que saiu em 1994 para Super Nintendo.
E o que o Pacman tá fazendo nessa cena? Com certeza não tá cumprindo o papel de come-coco... talvez o cara de azul com cara de bocó tenha jogado uma barra de sabão e o iludido personagenzinho amarelo tenha se abaixado pra pegar. Desde então, os fantasmas comem o Pacman mais do que o Pacman come os fantasmas.Splatter House II
Splatter House é um jogo de ação e terror da Namco, bem famoso no começo dos anos 90 em plataformas como o Megadrive, console que recebeu a segunda parte do jogo, da qual pertence a imagem que vocês podem ver a seguir.
Pelo menos o Rick Taylor, que é assim que o protagonista se chama, é discreto e fica de costas pra quem tá vendo, mas pela posição dos braços dele, junto com os gestos desesperados da criatura que ele tá segurando, deve estar fazendo algo realmente terrível com ela.Moonwalker
A SEGA lançou em 1990 o arcade e várias versões caseiras de Moonwalker, um jogo estrelado pelo Michael Jackson, que na época tava no auge da fama e longe dos escândalos que viriam depois. Por isso, cenas como as que vocês vão ver a seguir passaram totalmente batidas naquela época.
Sabe por que o cantor quase foi preso? Não? Então procura na Wikipedia, porque eu não vou dar tudo mastigado pra vocês. Mas com certeza quem sabe disso não consegue evitar de olhar essa cena com um olhar estranho…
O mesmo poderia ser dito dessa outra, talvez até mais descarada pelo jeito que Michael abre a jaqueta.Tiny Toon Adventures
Os Tiny Toon, os adoráveis "irmãozinhos" dos desenhos animados da Warner, foram super populares no começo dos anos 90, e estrelaram vários jogos para os consoles mais bombados da época, como esse Tiny Toon Adventures, que a Konami lançou em 1991 pro NES.
Dessa turma de moleques, o "valentão" é o Montana Max, que vive enchendo o saco dos outros e, por isso, geralmente é o vilão final das brincadeiras. O sequestro da pobre Babs, a coelhinha, não podia ficar sem castigo, então o Buster tratou de dar uma lição nele. O texto diz algo como "Babs foi resgatada com sucesso e Montana Max foi castigado"... e que castigado, hein.Dragon Ball Z: Supersonic Warriors
E já não é um jogo retrô, mas vamos falar dele antes de entrar nos 3D. É o Dragon Ball Z Supersonic Warriors, desenvolvido pela Banpresto para Game Boy Advance em 2004, que reúne várias passagens da trama do famoso shonen do Toriyama...
… incluindo o lendário confronto com Cell, um dos inimigos mais poderosos. Quem se lembra bem do anime de Dragon Ball vai saber o que o Goku vai fazer agora, mas pra quem não lembra, qualquer possibilidade tá aberta, especialmente olhando pras caras dos dois, a proximidade deles, e aquele “Hm…? O que você tá tentando fazer, Goku?”Super Smash Bros. Melee
Bom, já chega de tanto clássico com gráficos pixelados em 2D, vamos nos atualizar um pouco e começar com jogos recentes totalmente tridimensionais. E vamos fazer isso com o grande Super Smash Bros. Melee, do Game Cube, um jogo aparentemente inocente, mas que, graças à sua infinidade de animações e às possibilidades de encontrar o melhor ângulo no menu de pausa, é uma verdadeira putaria do tipo de cenas que compõem este post. Let's Fight!
Mario sempre tem que ficar preocupado com seu arqui-inimigo, o malvado Bowser, que não faz outra coisa senão raptar sua amada princesa Peach. No entanto, daqui pra frente, e especialmente agora que vem um novo Smash Bros., recomendamos que ele não tire os olhos dos Pikachu, que adoram festanças com companhia feminina. Olha só aquele Pokémon alegre de gorro de festa se ocupando com a Princesa (e lembrem-se que esse sistema tem uma vantagem extra: Peach não pode chamar o Mario…).
E o Pikachu não é um personagem, é uma espécie, então imagina o que rola quando vários se juntam, porque princesas mesmo só tem uma… enfim, como na quinta-feira coube a ela estar…
Claro, com esse trabalho dos Pikachu, o Bowser vai ficar com uma ansiedade que nunca sentiu antes, então ninguém deveria se surpreender ao vê-lo fazendo ataques frontais como esse…
Pra piorar a situação do coitado do Mario, seu querido e tantas vezes montaria (no bom sentido) Yoshi, também não deveria ficar à vontade onde quer que a Peach esteja, porque com aquela língua vigorosa que tudo pode, não tem princesa que resista (será que ela quer ser resgatada pelo Mario de uma situação dessas? Quem sabe….)
Mas ainda não terminamos com Smash Bros., e parece que sempre tem que ter um Pikachu no meio, embora nesse caso ele esteja menos ativo que os anteriores, mas claro, já vemos como Yoshi se vira, que não é só língua. Aliás… alguém sabe qual é o sexo dos pikachus?
E não é só dar pro Yoshi, também tem que receber um pouco, como nessa captura onde a gente vê o Pichu (que termina em "u", não em "a") totalmente entregue à causa... bom, pra falar de entrega, ninguém mais entregue que o Yoshi. Queria saber o que acontece se quem controla o Pichu resolver apertar B pra baixo (raio), aí a gente ia ver se o dinossauro verde continuava com essa cara de tesão.
E pra fechar com chave de ouro essa putaria toda em Smash Bros., temos o durão do Fox se deixando seduzir, claro, por um Pikachu, que mostra seu jeito amigável tratando todo mundo igual, pra ninguém se sentir excluído. Valeu, Nintendo, por incentivar a igualdade.Doom 3
Agora é a vez de Doom 3, a versão mais nova e caprichada de um dos shooters mais famosos e influentes da história, criado pela Id. Sabemos que é um jogo cheio de zumbis, mas... será que a gente sabe mesmo o que esses zumbis aprontam?
Porque muito grunhido, rugido, sair de debaixo de uma escada pra assustar e cara de "vou devorar tuas entranhas" quando a gente passa perto, mas se a gente se move na surdina, dá pra pegar eles com a boca na botija... cê tá vendo que agora não assustam tanto? Bom, na real, assustam ainda mais.
Além disso, eles puxam do repertório, como vocês podem ver aqui. Como é que o cara no chão tá com a boca toda arrebentada?, alguns vão se perguntar, mas não faço ideia, pra ser sincero…
E claro, no meio de tanto zumbi que parece saído de Sodoma e Gomorra, alguma coisa acaba pegando nos humanos normais que dividem Marte com eles, então vocês podem se deparar com situações tão dramáticas quanto essas. E depois falam que Doom 3 não é um jogo de terror psicológico… Vai nessa! Lineage II
Lineage II é um MMORPG que fez um baita sucesso, principalmente na Coreia do Sul, onde causou um verdadeiro auê, e no mundo todo só perde pra World of Warcraft em número de usuários, embora a gente desconfie que não é por técnicas especiais tão especiais quanto a que vamos ver agora.
Como vocês definiriam isso? Eu realmente tô com dificuldade pra entender a imagem: é um ataque conjunto?, ele ataca ela?, ela ataca ele? (improvável), é uma técnica de cura e não um ataque? Todas as opções estão abertas…Asheron's Call 2: Fallen Kings
E seguindo com os MMORPGs, vamos passar pra Asheron's Call 2: Fallen Kings, desenvolvido pela Turbine em 2002 e lançado pela Microsoft pra PC. O jogo, fazendo um alarde de "originalidade", se passa num mundo de fantasia cheio de feiticeiros, guerreiros e criaturas monstruosas, tipo, algo nunca visto no gênero.
O caso é que pode ser que nada disso seja inovador, mas talvez o comportamento de algumas das criaturas que aparecem nele seja, porque me digam, em que outro jogo vocês já viram monstros tentando perpetuar a espécie bem na hora que vocês passam por ali. Ou talvez não seja sobre perpetuar a espécie, e como eles veem vocês chegando e sabem o que os espera, aproveitam até o último segundo de diversão… bichinhos safados…Max Payne 2
Max Payne 2, criado em 2003 pelos finlandeses da Remedy Entertainment, é um jogo de ação onde o que mais se destaca é a personalidade do protagonista, um cara foda pra caralho que não tem o menor pudor na hora de apertar o gatilho.
E contra esses dois parece que ele apertou quando um deles tava "com a mão na massa". Se é que os terroristas tão cada dia mais raros…Tom Clancy's Rainbow Six
Pra comprovar a perda de eficiência dos terroristas, vamos puxar outro jogo onde eles tão aos montes, Rainbow Six, que em qualquer uma das suas várias versões coloca a gente no comando de forças especiais pra fazer os assaltos mais perigosos e arriscados.
Porque não sei o que é pior, ser pego pelo Max Payne passando a mão num colega, ou ser descoberto por um desses membros da força de assalto de elite enquanto um dos seus próprios reféns tá te dominando… desse jeito não vai dar em nada.Drakan: The Ancient's Gates
Drakan: The Ancient's Gates é um Action RPG lançado em 2002 para PlayStation 2, onde controlamos a gostosa da Rymn, que, como é de se esperar de uma guerreira, tem corpo de modelo e veste roupas tamanho infantil de 8 anos, marcando a silhueta — elementos essenciais pra meter porrada em monstros terríveis. Que se é uma ironia? Olha só, olha só...
Aqui está a Rymn dando conta de uma criatura apavorante, usando uma técnica chamada... hmm... como era... bom, não lembro o nome, mas a eficácia dela é total, e se não acredita, é só perguntar pro bicho em questão, que parece estar exausto até o talo.GTA Vice City
GTA Vice City, bem conhecido por todo mundo, não é exatamente o exemplo de jogo politicamente correto, então é normal ver nele um monte de imagens pesadas, além de cenas de conteúdo sexual mais ou menos explícito, mas não são essas que nos interessam neste post.
Aqui vamos com situações que não estavam (ou pelo menos não deveriam estar) nos planos dos programadores, como o caso dessa, que rolou no jogo da Rockstar durante um assalto a banco. A verdade é que a cena rola de boa, porque é a posição padrão do protagonista quando ele se abaixa. De qualquer forma, parece claramente o que não é, e vamos chamar de Flange 9000, mesmo sem ter a menor puta ideia do que seja.WWF No Mercy
E com tanto suco que os jogos de luta livre deram na seção retrô, não podia ter ausência total deles no grupo tridimensional, então vamos puxar o WWF No Mercy, lançado em 2000 para Nintendo 64, e que parece fazer jus ao nome, porque os lutadores não mostram piedade.
É que claro, se o público tá tão empolgado com cartazes tipo "Suck It" ou "Hello Ladie", é normal dar tanta ênfase na luta e cair em cima do rival com tudo. Se ainda por cima o rival usa umas roupas dessas, o perigo é mais que iminente.Mortal Kombat 4
E seguindo com a luta, é a vez de Mortal Kombat 4, a transição pro 3D da famosa e brutal saga da Midway, que rolou nos fliperamas em 1997.
Lembram da técnica da Camy contra o Balrog? Então, tá aí, igualzinha, da Tanya contra o Raiden. Não sabemos se a queda no chão foi tão gostosa quanto a do boxeador de Street Fighter, mas é claro que a técnica funciona. Humm, se não me engano, a Taki tinha uma parecida nos últimos Soul Calibur, pena que não achei ela…Hitman
Hitman: Codename 47 é um jogo lançado pela Eidos pra PC no ano 2000, estrelado por um mercenário fera em fazer serviços sujos.
No meio de um passeio tranquilo pela selva, a gente pode encontrar um monte de situações inusitadas, porque as feras selvagens são imprevisíveis e podem dar mais de um susto, mas o que me dizem dessa fera selvagem?: quase pelada, esfregando e esfregando contra uma árvore e com a mão direita estrategicamente posicionada. O Agente 47, protagonista do jogo, achava que aquela meleca grudada nas árvores era resina… até aquele dia.Prey
Vamos agora com Prey, sim aquele shooter de nova geração com gráficos absolutamente fodásticos e que passou pelo PC e XBOX360.
É, mas não vou falar nada sobre essa imagem, porque depois não venham dizer que sou um tarado. Então, quem lembrar de algo, parabéns, é um tarado!E com isso a gente encerra. Espero que ninguém tenha se sentido ofendido ou achado o conteúdo desse post de mau gosto, porque foi tudo na brincadeira, feito com tanta dedicação quanto ironia, e só pra quem ver dar umas risadas lembrando de jogos atuais e clássicos, e percebendo como, sem querer, cenas que não tinham nada a ver com sexo acabam remetendo inevitavelmente a ele. Valeu pra todo mundo, e especialmente pra quem teve a santa paciência de ler até o fim, se é que alguém conseguiu me aguentar!
4 comentários - Cenas de sexo inesperadas em games
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