Muchas vaginas para una polla hambrienta Parte III

Conselheiro Sexual da Minha Irmãzinha
Por Ramiro100

Dizem que quando as coisas não dão certo pra você, tomara que essa sorte caia nas costas do seu inimigo... mas quando dão certo, é como se Deus e os anjos tivessem se unido num acordo.

Cada um é crente do seu jeito, cada um tem sua própria versão de crenças. Eu não acredito que Deus ou seus assistentes se ocupem de um jovem que, quando não tá pensando em trepar, tá pensando em foder, e quando não tá em foder, a mente dele tá fixada em comer alguma das maravilhosas fêmeas da sua querida família.

Por sorte, herdei uma potência sexual que se encontrou com uma timidez nada conveniente pra quem busca um buraquinho quente de mulher pra enfiar o pau duro.

Mas, na falta da desenvoltura necessária, tenho uma imaginação que finalmente me deu bons resultados e, depois de certas peripécias, em questão de horas, tive duas iniciações estupendas. Uma com minha mãe linda, quarentona, doce, quente, generosa, e a irmã gêmea dela. Esse último fato eu não contei porque temi que não acreditassem em tanta sorte.

Conto tudo isso pra quem não leu meu primeiro relato, e que hoje intitularia: Seis sentadas pra uma pica faminta.

Meu nome é Ignacio e tenho pouco mais de vinte anos.

Minha mãe se chama Virginia e a irmã dela, Silvana. São gêmeas idênticas, mas na família a gente distingue fácil quem é uma e quem é a outra. Claro, quando se vê elas com luz plena... Eu, o sortudo Nacho, descobri outras formas de reconhecimento bem eficazes... mas quando eu erro, é ainda mais divertido.

Já imaginou comer duas Carmen Electra? E que uma seja sua mãe e a outra sua tia? Na real, pra chegar perto da realidade, imagine uma mistura de Carmen Electra, Sofia Vergara e Angie Cepeda, e te garanto que não tô exagerando muito... Mas se elas não são tão lindas assim, será que importa?

As outras fêmeas são minhas primas: Susana, mais nova que eu, e Zulema, alguns anos mais velha. E minhas irmãs: Juanita e Virginia Inês... Com essas mães, dá pra imaginar que putas gostosas saíram as quatro.

Não sou um Morto de fome… depois que minha mãe e minha tia toparam… digamos, aliviar meus desejos de transar, minha preocupação… por assim dizer, se focava em como fazer cada uma ignorar o que a outra fazia. Já que foi iniciativa de cada uma saciar meus desejos. Com isso quero dizer que, embora minhas primas e irmãs ainda me parecessem muito gostosas, não estava nos meus planos aumentar o número das que eu poderia comer.

Virginia Inês, minha irmã mais nova, se desenvolveu com apenas dez anos. Já nessa idade tinha uma altura incomum, os peitos de bom tamanho e, claro, a menstruação com todas as suas consequências, mas tudo isso e especialmente suas tetas, que inchavam mais do que ela aparentemente queria, fizeram com que sua timidez aumentasse. Nem as mulheres mais velhas, nem as primas, nem a irmã dela, que era seu polo oposto, conseguiram fazer com que ela capitalizasse suas mudanças e aproveitasse elas. Eu fui meio que seu confidente, mas o tema sexual, eu abordava de forma muito superficial, aludindo com símbolos difíceis às vezes de entender, e se eu fazia, me faltava o vocabulário adequado e o conhecimento para ajudá-la.

No entanto, ela me considerava um bom ouvinte e de vez em quando, quando nos encontrávamos a sós em casa ou em algum lugar, compartilhava muitos de seus desabafos. Acho que isso se devia ao carinho com que sempre a tratei e ao fato de não contar a ninguém suas confidências.

E naquela tarde estávamos nós dois sozinhos em casa, coisa muito rara num lugar com tantos moradores.

Percebi que ela queria falar sobre algo que lhe importava muito, porque recusava todas as propostas que eu fazia; como ver algo na TV, comer fora, pedir pizza pelo telefone…

Também recusou que conversássemos na sala de estar com a televisão desligada.

- Prefiro que a gente vá pro meu quarto - disse ela, o que me surpreendeu - Não quero que nos interrompam quando voltarem, caso a gente ainda não tenha terminado de conversar. Claro que aceitei na hora.

- Fazia muito tempo que eu não entrava no quarto dela. quarto e enquanto ela organizava os pensamentos ou buscava coragem pra começar o monólogo, eu fui reparando nos detalhes do lugar. Um quarto de garota jovem, igual qualquer outro, só que entre as fotos, tinha muitas dela mesma com pouca roupa, em poses bem provocantes.
— Fotos que deduzi que ela tirava com a câmera digital e passava pro computador, pra depois imprimir algumas.
— Ela entrou primeiro no quarto e tirou algo da parede, guardando rápido numa gaveta. Ao ver as fotos, imaginei que deviam ser outras imagens dela, mais ousadas ou talvez onde aparecia pelada.
— …………………………………………………….
Eu sei que com um irmão tem coisas que não se falam… — ela começou, e foi como um balde de água fria — Mas já somos adultos… e ouvi, quase sem querer, que você tem problemas de tipo… sexual parecidos com os meus, talvez… — sugeriu com um tom tímido — então resolvi ter essa conversa…
E ainda soltou outras frases, enrolando mais ainda, que me cansa repetir e aposto que vai te cansar de ler.
Se eu já tava excitado por estar sozinho no quarto dela, curtindo o que via e adivinhava do corpo gostoso dela, a conversinha mole reduziu isso a quase zero… Nunca tinha percebido o quanto ela era chata pra caralho…
— Sei que você acorda muito tarado… e comigo acontece o mesmo, do meu jeito, claro… e com certeza você se alivia como eu faço… do seu jeito… claro, só que tem muitos caras que me procuram… e querem transar comigo. Sei que as garotas são mais recatadas… Por isso você tem, talvez, eu deduzo, mais dificuldade pra pegar mina… mesmo sendo muito gato…
Já tava com vontade de levantar e vazar.
Ela percebeu e entendeu que tinha que acelerar o papo.
— Tô com muita vontade de… bom, de várias coisas… estaria disposta a… algumas coisas… mas não quero ser brinquedo de qualquer um. Por amigas minhas, sei que elas não se deram tão bem… tem caras brutos… sem consideração… e sei que quando você tá tarado, podem te levar a fazer coisas que você pode se arrepender depois…
— Isso é verdade pra caralho. mas muito verdade, maninha… primeiro você tem que saber como as coisas realmente são… e depois vai saber como, quando e com quem…

- Não preciso te dizer que meu pau tava duríssimo dentro da minha cueca de novo. Minha cabeça começou a ferver.
- Virginia… em breve você vai ter de virginal só o nome… te prometo… Eu vou te ajudar… E vamos começar já… Você já viu o pau de algum homem…?
A verdade é que a resposta dela não foi a que eu esperava:
- Já vi uns quantos… muitos de longe, de passagem, nunca falta um moleque que tira o pau quando os professores não tão olhando… e principalmente o seu… várias vezes… É que você também não se cuida muito pra não deixar a gente ver…
Minha banana começou a se mexer sozinha-
- Mas você já viu de perto…?
- A verdade é que sim… quando você dorme… de madrugada. Todo peladinho…
- E o que você acha…? Quer dizer… você gosta… você gosta deles?
- Bom, Nacho… nisso eu sou normal…
- E você já tocou em algum…?
- Por minha vontade… totalmente… não.
- O que você quer dizer com isso?
- Bem, Maurício… Ernesto e mais um ou outro encostaram o pau em mim e pra me afastar eu senti pela calça… e algum me pegou na mão e levou até o volume pra eu tocar, mesmo sem querer…
- Suponho que foi uma experiência desagradável…
- Não tão desagradável… foi mais divertido. Ri muito… como com qualquer travessura de moleque… Isso foi mais que algo sexual…
- Ok, e quando você viu o meu… não teve vontade de tocar nele…?
- Ei… você é meu irmão…!
- Mas você ficou olhando pra ele enquanto eu dormia…
- Sim, mas daí a tocar…
- Eu já não aguentava mais de vontade de soltar minha louca pica do cativeiro. Senti que a parada não ia ser fácil, mas já tava curtindo. Tentei explicar minha crença, minha filosofia de vida, que o amor e o sexo podiam andar juntos na família… que esses sentimentos eram válidos separados e juntos… Que meu pau podia fazer menos mal que o pau de um desconhecido… que começar comigo era o ato mais inteligente que ela podia decidir fazer… Sem falar de… nossa mãe, nem da tia, contei sobre pais e filhas, mães e filhos, irmãs mais velhas iniciando seus irmãozinhos mais novos…

- Olha, vamos fazer isso aos poucos…progressivamente, minha linda…- E liberando meu pau que surgiu em toda sua beleza e força, completei. Vamos começar pelo começo…toca ele, apalpa ele, do teu jeito…como você quiser…com toda liberdade…eu não vou te pedir…nem exigir nada, faz com meu pau o que sentir vontade…o tempo que quiser…

- Para minha sorte, ela não hesitou como eu temi, se aproximou e sentou no chão de cócoras e começou a tocar ele sem timidez, percorrendo ele, segurando ele, rodeando ele com o polegar e o indicador, até finalmente fechar toda a mãozinha macia dela no meu pau…

- Ela apertou com força e começou a mover ele pra cima, pra baixo, pro lado…Pensei que toda a timidez dela tinha sido uma atuação…e que de imediato ela aproximaria os lábios lindos pra beijar minha pica, pra chupar…Queria pedir pra ela, mas não podia se eu tinha que cumprir o prometido. Precisava fazer ela confiar em mim, já que eu tava decidido a gozar com ela de todas as formas que eu conhecia…pelo menos de ver na internet…e não queria espantar ela. Tenho resistência e queria que minha irmã continuasse brincando com meu membro.

- Não tem medo…ele é bem flexível, não quebra…nem você vai arrancar ele por mais que sacuda com toda força…Posso?

- Sem esperar a resposta dela, peguei a mão dela com a minha e fui mostrando a ductilidade do órgão masculino. De repente, ela parou.

- O que foi…?

- Não quero fazer você gozar…

- Ah…não vai acontecer tão cedo…tenho muita lenha, Virginia…Por outro lado…acho que não seria ruim você continuar até isso acontecer…e sentir como ele vai endurecendo mais e se mexendo e como quase explode soltando toda a porra…

- Não se preocupa, tenho aqui um lenço onde vou receber a descarga…

- Como resposta, ela acelerou as sacudidas, apertando mais forte meu pau, num momento aproximou a boca e deu um beijo rápido no prepúcio… Continuou e continuou até que, sentindo que ia gozar, peguei meu lenço e o coloquei perto da mão dela, que acelerava cada vez mais. Gozei no lenço, sem que Virginia soltasse meu pau, e o sêmen transbordou do pano e sujou a mão dela. Sabia que meu membro continuaria duro por mais um tempo, se contorcendo, com a mão da minha irmã bombeando como se ainda pudesse tirar mais de mim.
- Ouviram-se vozes na entrada da casa, mas isso não parou minha irmã, que depois de um tempo soltou a mão… para lamber o sêmen que ficou na pele dela, e, como se movida por um desejo repentino, aproximou a boca do pênis com a intenção de chupar os restos que ainda estavam nele.
- — Virginia, cadê você?
- A voz da nossa mãe chegava clara.
- — Não responde, quase ordenei e fui trancar a porta. — Vamos continuar… você vai ver como, se chupar só um pouco, ele endurece de novo… É outra… experiência que você precisa viver…
- — Sim — respondeu minha irmã, sorrindo sem o menor sinal de timidez — Mas agora não… daqui a pouquinho… tá bom pra você?
- Um conto original de RAMIRO100

5 comentários - Muchas vaginas para una polla hambrienta Parte III

Ramiro te agradezco el seguimiento que le has dado a este relato, y te felicito por la manera de crear toda una historia, partiendo solo de una breve historia de mis intentos por lograr algo con alguna de las hembras de mi familia, espero con ansias el siguiente relato y prometo tenerte al tanto de mis nuevos intentos con las mujeres de mi casa