Um pouco da história de como a Playboy começou.playboyÉ uma revista para adultos fundada em Chicago, Illinois, em 1953 por Hugh Hefner. A revista se expandiu para a Playboy Enterprises Inc. e é uma das mais conhecidas internacionalmente. Edições especiais são publicadas no mundo todo. A revista é mensal e seu conteúdo principal é a fotografia de glamour. Também traz entrevistas com figuras públicas de destaque, como: artistas, arquitetos, economistas, compositores, apresentadores, diretores de cinema, jornalistas, romancistas, dramaturgos, líderes religiosos, políticos, atletas e pilotos de corrida.Ao longo da história, a revista expressou uma política libertária com edições políticas e sociais. Vendo o sucesso da revista em meados dos anos 1970, surgiram outras revistas de conteúdo pornográfico. O título originalmente pensado para a revista foi Stag Party. Mas, como já existia outra revista com esse nome, teve que ser mudado. Hefner e Eldon Sellers, cofundador e vice-presidente, se reuniram para encontrar outro nome. Sellers, cuja mãe trabalhou para a Playboy Automobile Company, uma empresa de Chicago, sugeriu o nome Playboy.
A primeira capa foi de Marilyn Monroe, publicada em dezembro de 1953, sem data, porque Hefner não tinha certeza se haveria uma segunda edição. A primeira edição foi imediatamente um sucesso e vendeu tudo em poucas semanas. Teve uma tiragem de 53.991 revistas. O famoso logotipo da Playboy, de um coelho com uma gravata elegante, foi criado por Art Paul para a segunda edição da revista e, desde então, aparece em todas as edições.
Hefner diz ter escolhido o coelho por sua conotação simpática e porque na imagem ele parecia brincalhão, provocante e elegante. Desde 1953, a revista fez sucesso entre os homens dos Estados Unidos, mantendo publicações de janeiro de 1954 até os dias de hoje. Colocando mulheres gostosas semi-nuas em poses elegantes e bem sugestivas, embora também tenha ganhado a rejeição dos grupos puritanos e os defensores da moral acusaram Hefner de explorar a figura feminina para benefício próprio.
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