Introdução (literariamente falando até agora)
Depois de um tempo juntos, às vezes acontece da parceira não entender o generoso ato de entrega, nem os benefícios sentimentais, que enriquecem de forma elevada e altruísta. Ou seja, não dá o O.G.T.. Minha mina é uma dessas, então na eterna busca por argumentos válidos, encontrei uma monografia bem completa, que vale a pena compartilhar. Pessoalmente, não serviu pra porra nenhuma, porque acabei pegando ela bêbada depois de um aniversário. Mas isso não tira o valor do material em absoluto.
O sexo anal na história
O sexo anal sempre teve, desde os tempos antigos, o caráter de "vencer a última barreira".
Embora em Roma não fosse permitido – e, portanto, malvisto – que um cidadão romano praticasse sexo anal (poedicare) com outro cidadão romano, não havia impedimento se fosse com um escravo ou escrava. Horácio (65 a.C.-8 a.C.), poeta lírico e mestre da sátira, ecoa essa situação tão comum:
«…Quando a virilha esquenta e você tem à mão um escravo e uma escrava, em quem você pula primeiro? Você não prefere que ela se arrebente, não? — Claro que não. Eu gosto de sexo fácil e acessível»
Sátiras 1.2.114-9
O sexo anal foi considerado tabu em muitos países ocidentais desde a Idade Média, quando se espalhava o boato de que membros masculinos de movimentos heréticos o praticavam entre si.
Durante a Idade Média, a maioria dos clérigos cristãos não era celibatária, mas as ordens mais elevadas de algumas crenças heréticas sim, o que gerava o rumor de sua atração por membros do mesmo sexo.
Essa prática foi condenada nos últimos dois mil anos pela maioria das religiões: tanto por ser infértil (é uma das práticas naturais mais típicas para controle de natalidade, como coito substituto do vaginal), quanto por trazer sérios riscos higiênicos. Ainda hoje (2007) a pedicação é considerado crime em certos estados dos Estados Unidos da América, até mesmo dentro de casamentos legalmente constituídos.
A persistência do tabu ao longo dos séculos espalhou a ideia de que o sexo anal seria "antinatural", em comparação com o sexo vaginal. No entanto, é preciso considerar que, no processo evolutivo, a vagina é um canal de aparecimento muito recente, e que, na fase em que os répteis se desenvolveram, o canal receptor do sêmen era a cloaca. Portanto, ambas as práticas sexuais ocorrem na natureza e, na verdade, o sexo anal vem acontecendo há muitos milhões de anos. Também é importante considerar que a sexualidade humana tem fins mais amplos do que apenas o reprodutivo, e, nesse sentido, essa prática também pode ser vista como uma brincadeira sexual, tendo pleno sentido biológico.
Atualmente, o sexo anal é considerado uma das práticas sexuais mais comuns entre casais homossexuais e também heterossexuais. Diversos estudos revelam que, hoje em dia, mulheres e homens admitem curtir o sexo anal. Aproximadamente 40% dos casais heterossexuais já tentaram pelo menos uma vez e, dependendo dos estudos, entre 10% e 20% dos casais praticam regularmente.
Termos relacionados
O caráter tabu dessa prática fez surgir palavras alternativas, com diferentes usos, para identificar e, em alguns casos, menosprezar sua realização por homossexuais. É o caso da palavra "sodomizar", usada para suavizar o significado de "grego" ou, ao contrário, para destacar pejorativamente o ato, por ser uma quebra de tabu do tipo "arrebentou o cu dele".
A origem do termo "sodomia" vem de Sodoma, cidade de Canaã que — segundo o capítulo 19 do livro do Gênesis, na Bíblia — o Deus Jeová destruiu com uma chuva de fogo para puni-la pelo pecado (apesar de o vulgo acreditar que foi a prática de a homossexualidade, a mesma que tentaram realizar à força com uns visitantes que foram avisar Lot do cataclismo iminente (que na verdade eram anjos enviados por Javé).
Na Itália do final do Renascimento, o pintor Giovanni Antonio Bazzi era chamado de "Il Sodoma" ('o sodomita' ou homossexual).
O termo "bufarrão" (usado só no Uruguai, na Espanha (bujarrón) e na Argentina se usa a palavra lunfarda bufa-) tem origem na Europa medieval como um insulto usado para descrever as supostas práticas homossexuais dos hereges da seita neomaniqueia dos bogomilos búlgaros[citação necessária]. Do gentílico deles surge a palavra agora sinônima de homossexual que assume o papel de penetrador anal.
Sexo anal na literatura
Além do Marquês de Sade, muitos autores como Bocaccio, Chaucer, Petrônio ou Rabelais descreveram esse tipo de prática em suas obras. Entre os autores do século XX que introduziram cenas de sexo anal em seus escritos, estão Guillaume Apollinaire e Pierre Louys.
Algumas citações extraídas da literatura sobre sexo anal:
Guillaume Apollinaire, em sua obra 'As Onze Mil Picas':
"As mãos da garota não ficaram paradas: agarraram a pica do príncipe e a guiaram pelo estreito caminho de Sodoma. Alexina se inclinava de modo que sua bunda se destacasse melhor e facilitasse a entrada do cacete de Mony".
Bocaccio:
''Dito isso, levou-a para uma das duas camas e ensinou-lhe que posição devia adotar para aprisionar aquele maldito diabo. A jovem Alibech, que nunca tinha metido o diabo no inferno, sentiu uma grande dor com as investidas dele, pelo que disse:
"Na verdade, muito mau e um tremendo inimigo de Deus deve ser este diabo, pois até no momento em que se mete no inferno causa mal." ''
Allen Ginsberg:
doce garoto, me dá sua bunda / você nunca dormiu com um homem?
Sexo anal no cinema
Considera-se que o O primeiro coito anal do cinema convencional foi protagonizado por Gunnel Lindblöm, que mostrou que dava pra transar em outro lugar que não fosse o quarto com a luz apagada e por outro buraco que não fosse a buceta. O sexo anal filmado no filme "O Silêncio", de Ingmar Bergman, rolou nas poltronas de um cinema semi-vazio.
Também dá pra citar "Querelle", embora esse filme esteja no limite da pornografia.
Outros títulos onde rola sexo anal são os seguintes: "O Último Tango em Paris" (a famosa cena da manteiga); "O Expresso da Meia-Noite"; "Instinto Selvagem" (com os personagens de Michael Douglas e Jeanne Tripplehorn); "A Boa Estrela"; "A Casa de Vidro"... além de filmes mais recentes como "Infidelidade", estrelado por Richard Gere, Diane Lane e Olivier Martinez.
Já na cinematografia pornô, as cenas com sexo anal se tornaram onipresentes por ser uma prática muito pedida. Nessas cenas, é comum que, às vezes, a bunda e o cu da pessoa penetrada estejam raspados ou depilados, assim como os ovos e o púbis de quem penetra, pra uma visualização melhor da penetração.
Sexo anal na televisão
Embora obviamente o sexo anal no cinema seja exibido em alguns canais ou em programas especiais em vários países do mundo, não tem registro de programas ao vivo onde se tenha praticado sexo anal. No entanto, é um meio que, desde o desenvolvimento da internet, permitiu a visão de imagens até então incomuns: os vídeos roubados. Uma das cenas de sexo anal privado mais conhecidas está no vídeo particular protagonizado pelos atores venezuelanos Roxana Díaz e Jorge Reyes. Nessa cena curiosa, dá pra ver Roxana praticando sexo anal sentada no parceiro e como ela se vira, sem tirar o pau de dentro pra mudar de posição. A atriz comentou que não se arrependia de nada.
A vontade de sexo anal e seu estímulo
Independentemente da chamada ao O desejo que pode vir de quebrar um tabu, existem razões antropológicas pelas quais a visão de uma bunda provoca desejo sexual.
Glúteos humanos femininos
Glúteos humanos masculinos
Gräffenberg, o pesquisador alemão que descobriu o Ponto G e dá nome a ele, acreditava que a posição ideal para estimular essa área — e obter o máximo tesão — era a penetração por trás, como fazem todos os quadrúpedes, já que o ser humano evoluiu de primatas que ainda não eram bípedes, para depois se erguer. Muitos estudiosos continuaram considerando que a posição cara a cara era exclusivamente humana e, portanto, "antinatural", mas as últimas pesquisas com bonobos nos revelaram que eles também usam a penetração cara a cara e que as fêmeas também têm o clitóris fora da vagina.
O comportamento sexual dos bonobos, que praticam beijos de língua, penetração por frente e por trás, boquetes, cunilíngua, esfregações, masturbação e vários toques; e tudo isso independentemente do sexo do outro bonobo, seja entre machos, entre fêmeas, sozinho, acompanhado ou em grupo, revelaria que a natureza dessas práticas pode não estar ligada à cultura, mas sim à natureza da espécie.
Independentemente de ocorrer penetração, a visão de um ânus, sua carícia e, principalmente, o contato do pênis com um pode facilmente provocar uma ereção. Entre as zonas que causam excitação ao serem vistas, é um fato que a palavra "bundas" está muito mais presente na Internet do que "bucetas" ou "peitos".
Os glúteos humanos são, de fato, proporcionalmente maiores do que os de outros primatas. Em parte por causa do bipedismo, mas, segundo alguns estudiosos, também para estimular a atração sexual.
Já que o valor evolutivo do sexo é fundamentalmente reprodutivo, isso explicaria o tamanho relativamente maior das nádegas femininas. A utilidade social do sexo — assim como acontece com os bonobos — explicaria o Desejo de penetrar em indivíduos do mesmo sexo.
Os glúteos também são muito sensíveis e, se a experiência das carícias estimula o desejo sexual, em algumas posições de prática do coito logicamente também ocorre um contato rítmico com os glúteos, o que é um forte estímulo sexual para ambas as partes.
Quanto à morfologia dos glúteos considerada desejável, isso variou com a cultura: em algumas épocas preferiam-se proeminentes e atualmente valoriza-se que sejam visíveis, mas ao mesmo tempo firmes e harmoniosos.
Sexo anal seguro e higiene
A mucosa retal é frágil e sensível a infecções por vírus e bactérias. A mucosa absorve as substâncias depositadas no reto, fenômeno aproveitado para a administração de medicamentos, como é o caso dos supositórios. Essa capacidade de absorção pode ser aumentada involuntariamente por uma penetração brutal, que pode causar pequenas microlesões e até hemorragias. Portanto, é um terreno propício para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), sejam virais como a síndrome da imunodeficiência humana (HIV), o papiloma humano (HPV), todos os tipos de hepatite (exceto a hepatite A), os herpes genitais e outras também famosas, mas de causa bacteriana, como gonorreia, sífilis e outras, mesmo no caso de não haver ejaculação. Consequentemente, sempre se aconselha a prática do sexo anal usando camisinha (a penetração sem camisinha também é muito arriscada para o amante "ativo"). É importante ter cuidado ao tirar a camisinha da embalagem, para não danificá-la com as unhas e evitar que possa rasgar. Se a prática da penetração ou sexo anal for feita sem camisinha, em todo caso é – embora pareça óbvio – imprescindível o máximo de higienização do ânus e do reto, assim como do pau, no momento imediatamente anterior à penetração. Se a penetração anal for praticada com ou sem camisinha, sempre se recomenda que durante o momento das relações sexuais, deve ser feito depois de qualquer felação e — principalmente — depois da penetração vaginal pra evitar infecções generalizadas a partir dos germes que possam estar no ânus e reto.
A higiene é importante pra uma boa saúde do ânus e pra prática do sexo anal. Lavar com sabão neutro e água mantém o ânus limpo. A lavagem deve ser feita com suavidade. Também é importante que o papel usado diariamente não seja abrasivo. O mais comum pra limpeza do ânus são os enemas e as lavagens.
O cuidado normal ajuda a manter uma hidratação natural que deixa a pele ao redor macia e elástica.
Um bom método pra combater as hemorroidas é a prática do sexo anal, assim como a aplicação de compressas e tampões de aloe, como vocês podem aprender neste vídeo didático sobre hemorroidas e sexo anal.
Preparação do ânus pra penetração: lubrificação, distensão e início da penetração
Lubrificação
Ao contrário da vulva e da buceta, o ânus e o reto não produzem lubrificação natural que facilite a relação sexual. Também esses músculos não têm uma elasticidade que permita dilatarem naturalmente. Por isso, a penetração anal deve ser feita com muito cuidado, pra evitar a tendência a rasgos e fissuras anais. Por esse motivo, quando se pratica sexo anal, costuma-se usar algum lubrificante pra facilitar a penetração. Quanto aos lubrificantes naturais, é comum usar saliva ou praticar a penetração anal depois da vaginal. Mas, como os dois líquidos evaporam rápido, a penetração teria que ser imediata. Mesmo assim, geralmente não oferecem muita garantia. Por isso, a melhor opção é usar lubrificantes artificiais. É bom aplicar o lubrificante no pau, no ânus e em qualquer objeto que for introduzido. No caso de sexo anal com camisinha, deve-se ter cuidado especial. Cuidado pra usar um lubrificante compatível com camisinha. O recomendado é um de base aquosa de boa qualidade. Os de base oleosa é melhor evitar porque podem danificar o látex. Por questões de higiene, é sempre bom usar camisinha, até na penetração com objetos. A aplicação do lubrificante tem que ter seu tesão e sua parte de excitação sensorial; nesse sentido, pode ser legal — se você não tiver frescura com isso — passar a língua no cu da outra pessoa e introduzir os dedos besuntados de lubrificante com cuidado, o que ajuda a dilatar e relaxar o cu de quem vai ser penetrado, reduzindo pra caralho a sensação de dor no início da penetração.
Relaxamento do músculo do cu e dilatação do esfíncter
Como normalmente o músculo do cu (esfíncter anal) fica fechado, o sexo anal pode doer pra cacete se você não tiver o cuidado de distender esse músculo antes (uma boa maneira é fazer umas brincadeiras sexuais). Recomenda-se dilatar ou "amolecer" o esfíncter anal antes com óleo emulsionado, outros géis especiais, cremes ou saliva, e ir introduzindo devagar um dedo no cu, mexendo suavemente, pra depois ir engrossando com outro e mais outro, até conseguir uma expansão progressiva do músculo.
Além disso, pode ser útil usar um dilatador anal ou consolo, geralmente em formato cônico, mas tem outras variações como bolinhas ligadas que vão aumentando de tamanho. O princípio é o mesmo: brincar com o cu pra ele se acostumar a ter algo dentro e relaxar.
Início da penetração
Pra diminuir as sensações de dor, é importante enfiar o pau ou o objeto aos poucos, o que permite que os músculos se dilatem e se adaptem gradualmente. Às vezes ajuda empurrar levemente o objeto introduzido como se estivesse cagando, pra dilatação ser mais Rápida. No começo, pode parecer estranho fazer esse movimento quando não está defecando, mas isso não vai causar nenhuma expulsão inesperada ou indesejada de fezes, então pode empurrar sem medo.
Prazer na fase de penetração
No coito anal ou pedicação, a mulher obtém grande parte do prazer quando o útero é estimulado, algo que muitas vezes é pouco estimulado no coito vaginal. O homem consegue o prazer dele através da estimulação da próstata.
A penetração anal geralmente exige a escolha de um ângulo adequado, porque o ânus é mais apertado e menos flexível que a buceta. No caso da ilustração, dá pra ver que o quadril do homem está relativamente mais alto que o da mulher.
Normalmente, a pessoa que é penetrada complementa o coito anal com a masturbação, o que ajuda a multiplicar o prazer e relaxar a musculatura anal, facilitando e melhorando a penetração anal. Por outro lado, as terminações nervosas excitáveis na região anorretal são centenas de vezes mais numerosas que na buceta (no coito vaginal, a concentração neural fica restrita ao clitóris e, eventualmente, ao tal do 'ponto G'; assim, se não tiver fobias, a penetração anal pode ser ainda mais prazerosa pra mulher. No momento em que a parceira "passiva" (a pessoa penetrada) chega ao orgasmo, ela contrai forte a musculatura anal, gerando uma pressão danada no amante ativo, o que facilita o orgasmo dele.
O prazer proporcionado pelo coito anal não vem só das sensações físicas, mas também das subjetivas ("quebrar um tabu", por exemplo) e de uma lembrança da fase ou estado anal (segundo a psicanálise).
No entanto, a mulher muitas vezes é condicionada desde a infância a considerar o coito anal como "negativo", de modo que uma tentativa compulsiva de levá-la a um coito anal pode ser percebida por ela como uma espécie de estupro, disso se entende que a relação deve ser feita com o máximo de consentimento possível.
Masturbação anal
A masturbação anal é a autoestimulação focada na área do ânus. Os métodos mais comuns para a masturbação anal incluem a inserção de um ou mais dedos, algum tipo de brinquedo sexual, e até elementos não específicos. De todos eles, o sistema mais comum costuma ser o uso dos dedos. É importante, para não sentir dor a pessoa penetrada e não danificar suas paredes retais, que as unhas estejam bem curtas.
A masturbação anal pode ser aplicada em homens e mulheres de qualquer orientação sexual, já que o ânus contém inúmeras terminações nervosas que podem ser estimuladas. Nos homens, a masturbação anal é especialmente prazerosa, já que na frente do reto fica a próstata, que também contém terminações nervosas. Existem, além disso, no mercado alguns brinquedos sexuais cujo objetivo é a estimulação da próstata. Nas mulheres, a inserção de um objeto dentro do ânus pode estimular diretamente a buceta. A estimulação anal pode, tanto em homens quanto em mulheres, intensificar notoriamente o orgasmo.
O uso de enemas, por razões de higiene, costuma ser o passo anterior à masturbação anal, mas também pode ser uma forma de masturbação em si mesma: é o que se conhece como clismafilia. No entanto, deve-se levar em conta que o abuso de enemas pode levar frequentemente a uma dependência física para o funcionamento correto do intestino.
Técnicas para favorecer o orgasmo: masturbação, objetos e ajuda de uma terceira pessoa
A estimulação simultânea do clitóris e da buceta na mulher pode favorecer o orgasmo, o que pode ser conseguido através da combinação da penetração com a masturbação manual ou com consolos. Da mesma forma, esse prazer pode ser obtido no sexo em grupo com a ajuda de uma terceira pessoa, seja através de sexo oral ou até com a Prática de uma dupla penetração vagino-anal. Outra combinação possível a dois é enfiar um vibrador no cu e penetrar a parceira vaginalmente ou fazer um cunnilingus nela ao mesmo tempo.
O cu tem um monte de terminações nervosas que, quando estimuladas, dão prazer. Essas terminações seguem basicamente o mesmo caminho anatômico que as do clitóris. No homem, além disso, a penetração anal pode estimular a próstata, dando orgasmos mais intensos. No caso do orgasmo masculino, pode rolar se, numa transa em grupo, uma pessoa enfiar o dedo no cu dele enquanto ele come outra pessoa.
Posições mais comuns para praticar sexo anal
Assim como a lubrificação e o relaxamento do esfíncter são essenciais pra começar um sexo anal maneiro, é bom escolher uma posição adequada. É importante que a pessoa que está sendo penetrada escolha a posição que facilite uma entrada mais suave. Existem várias posições. Vou listar algumas das mais comuns aqui.
Back swinging
O back swinging (literalmente "balanço de costas" ou "sopra-nuca"). Quem recebe fica deitado de barriga pra baixo, e quem penetra fica por cima. A penetração é menos profunda, mas o ritmo é controlado por quem tá metendo, o que, junto com a pressão forte que o cu faz na cabeça da rola, pode dar um orgasmo intenso.
Posição de quatro
É uma das mais conhecidas, especialmente entre os caras. Quem vai ser penetrado se apoia nos joelhos e braços numa posição alta (geralmente na cama). Quanto mais abaixar as costas, mais deixa o cu à mostra. Quem penetra pode ficar também de joelhos na cama ou de pé fora dela. Em qualquer um desses casos, é o ativo que controla o ritmo da penetração, embora o passivo possa brincar com as bolas do parceiro. Nessa postura, o ânus da pessoa penetrada tende a se contrair, então a penetração pode ficar dolorosa. Diferente da penetração vaginal, a chamada posição de quatro ou "doggy" geralmente exige que o pau esteja numa posição mais elevada. Se quem tá penetrando está apoiado nos joelhos, dá pra conseguir isso ficando de cócoras, o que é cansativo mas ajuda na penetração; ou, dependendo da altura da pessoa penetrada, ela dobrando um pouco mais os joelhos, de modo que a bunda fique um pouco mais baixa. Se quem penetra tá de pé, o amante penetrado pode abrir as pernas. Nesse caso, a penetração fica mais profunda, mas a posição é um pouco mais complicada, já que precisa de mais apoio pra fazer a pressão suficiente pra penetrar. É interessante que a cama seja firme ou até que a pessoa penetrada tenha como se agarrar em algo, tipo na cabeceira ou no pé da cama.
Coito anal com a pessoa penetrada sentada em cima do pau do parceiro
Bem de frente pro amante, bem de costas pra ele, nesse segundo caso a estimulação visual vem de olhar a bunda sendo penetrada, enquanto a vantagem de fazer de frente é ver a expressão da outra pessoa, poder beijar ela nos lábios, bochechas, pescoço, tocar e cheirar os cabelos dela e, se for mulher, como os peitos dela aparecem e se mexem; além disso, eles roçam no corpo do homem. A penetração que isso permite é bem profunda e a vantagem é que a pessoa penetrada tem controle dos movimentos, podendo regular tanto o ritmo quanto a profundidade da penetração. Costuma ser uma posição que dói pouco, então às vezes pode ser interessante começar por ela pra adaptar os músculos do reto ao tamanho do pau.
Com as duas pessoas deitadas de lado
Nesse caso, a profundidade da penetração é bem menor e tem o risco do pau do cara que penetra escape" várias vezes do reto do(a) parceiro(a). Na verdade, é uma posição bem sensível e com muito contato físico entre os dois. Além disso, permite que quem está penetrando brinque com os genitais do(a) parceiro(a).
**O trenzinho**
Requer a participação de no mínimo três pessoas. Nessa posição, uma pessoa A é penetrada analmente por uma pessoa B, que por sua vez é penetrada por uma pessoa C. Logicamente, nessa prática pode entrar um número teoricamente ilimitado de pessoas.
**Sexo anal extremo**
Entendemos por sexo anal extremo aquele que envolve a introdução de objetos ou paus anormalmente grandes, penetração dupla ou tripla simultânea e, eventualmente, também a prática de orgias incomuns, onde ocorrem três ou mais penetrações anais consecutivas na mesma pessoa. Normalmente, é difícil obter prazer pessoal nessas práticas, exceto o psicológico, por quebrar tabus e barreiras. O motivo mais comum é proporcionar excitação sexual visual, sendo práticas típicas da pornografia.
**Penetração anal dupla**
Diz-se que a penetração anal dupla acontece quando dois paus são introduzidos no ânus, seja de uma mulher ou de um homem em relações homossexuais. Embora em alguns lugares se diga que precisa ser verificada, pois parece que as limitações físicas são grandes demais para isso, a verdade é que, embora seja bem rara, com o surgimento de aplicativos P2P como eMule ou através de buscadores de fotos, é possível encontrar várias imagens e vídeos de duplas penetrações anais. Pela própria definição, "penetração anal dupla" pode ser com quaisquer dois objetos, tipo dois dedos, o que é mais viável. Não sendo uma prática muito comum, a demanda por variedade e maior crueza nas cenas pornô fez com que nos últimos anos seja um pouco mais frequente ver esse tipo de cena, entre as atrizes mais famosas que já fizeram isso. Entre as que praticam estão Sylvia Saint, Katsumi, Taylor Rain, Sandra Romain, Belladonna e Eliana Guarda, entre outras. Das cenas protagonizadas por Belladonna, é considerada de culto aquela em que ela contracenou com Brandon Iron e Lexington Steele. Essa cena é notável porque a atriz mostra um grande prazer na prática, apesar dos paus serem de um tamanho considerável; aparentemente, esse prazer está muito ligado à quebra do tabu: "I'm nasty, I'm so nasty".
**Tripla penetração**
Entendida como a introdução de dois paus no ânus e um na vagina, ou vice-versa, só se encontram referências no mundo do pornô extremo. A posição é bem complicada, embora possível; para isso, os quadris dos homens precisam estar a 90 graus um do outro. Uma combinação possível, comprovada em vídeo, é com a mulher sobre um homem numa dupla penetração anal, onde um dos homens fica de joelhos e o outro praticamente de pé sobre ela, com as pernas levemente flexionadas. Embora as cenas sejam visualmente impactantes, o movimento dos corpos é bem limitado.
A tripla ou quádrupla penetração com objetos é mais fácil. Entre as cenas de sexo extremo mais curiosas, está uma do Butt Man, onde uma garota é penetrada vaginalmente por duas velas e analmente por uma, todas acesas; o casal tenta apagá-las com o sêmen que é disparado após um início com felação e um final em masturbação.
**Tripla penetração anal**
Trata-se de uma prática muito rara; só se encontram referências de ter sido praticada por duas rainhas do pornô anal: Bridgette Kerkove — com três dildos — e Eliana Guarda (ver Wikipedia em inglês), que adiciona a uma dupla penetração anal um dildo de cor escura. Também é possível encontrar algumas poucas imagens fotográficas de triplas penetrações; as que existem são similares às descritas, ou seja, uma dupla anal mais um dildo.
**Dupla penetração anal e vaginal** DVDA
Segundo consta na versão inglesa da Wikipedia, tanto a dupla penetração vaginal quanto a anal foram mencionadas como possibilidade fictícia no filme Orgazmo, uma comédia dirigida por Trey Parker, um dos criadores de South Park em 1997.
No filme, é descrita como uma posição sexual em que dois homens penetram a buceta e outros dois penetram o cu simultaneamente. Isso significa que a mulher estaria recebendo quatro paus ao mesmo tempo.
A dificuldade é enorme pela quantidade de corpos envolvidos e pela proximidade do cu e da buceta.
Já foi tentada raramente e, na real, não existe documentação nem se encontraram imagens ou vídeos dessa prática.
Trey Parker e Matt Stone deram o nome de D.V.D.A para a própria banda e mostraram esse nome numa mina de camiseta que aparece no episódio 25 de South Park.
Fist Fucking
Consiste na introdução de um punho e, até mesmo, o braço dentro do cu e do reto da pessoa penetrada. É uma prática muito propensa a rasgos anais, fissuras e rompimento do esfíncter. Por isso, a fase de dilatação pode durar horas. Por outro lado, com essa prática, o risco de pegar infecções sexualmente transmissíveis aumenta pra caralho, já que o sangramento é frequente.
Sexo anal parafílico
As parafilias que envolvem sexo anal são várias, desde práticas pedófilas homo ou heterossexuais até zoofilia.
Algumas denominações são as seguintes:
* Corefalismo: Excitação sexual só praticando sexo anal com meninas.
* Clismafilia: Prazer sexual obtido ao injetar líquido na cavidade anal, essa prática inclui o uso de enemas.
* Andromimetofilia e Ginemimetofilia: Uma mulher representa e se comporta sexualmente como homem, e o homem adota o papel da mulher. Na penetração anal, o sujeito passivo é o homem e a ativa é a mulher.
A zoofilia (parafilia do sexo anal com animais) às vezes nasce do gosto por Paus de diferentes formas e tamanhos. Assim, uma fantasia mais ou menos frequente é o sexo com equinos, especialmente com cavalos, devido às enormes dimensões do pênis deles e à docilidade (justamente por suas dimensões, pode ser guiado com a mão até o ânus; o animal, que pode ter sido excitado previamente, vai empurrar até conseguir a penetração). A prática mais comum, logicamente, é com os animais com os quais se tem mais contato, especialmente cães de porte médio ou grande, com pênis que, eretos, são só um pouco menores que os humanos. Apesar de serem, nesse caso, ligeiramente inferiores, o prazer vem tanto da quebra do tabu quanto do movimento rápido de quadril desses animais quando transam.
Alternativas ao coito anal
1. Penetração vaginal por trás, coito a tergo. A penetração por trás não deixa de ser uma alternativa ao coito anal. Embora o pênis entre pela vagina, o ângulo de penetração e a perspectiva visual por trás fazem parecer uma experiência diferente da prática do coito em outras posições, fantasiando dá pra imaginar uma penetração anal.
2. Seria interessante e ao mesmo tempo divertido falar sobre penetração anal sem colocá-la em prática; já terá tempo se ambos os parceiros estiverem a fim. Enquanto seu parceiro te estimula com a mão e conta a fantasia sexual mais excitante que conseguir imaginar ou que leu num livro ou conto erótico. Falar putaria sobre um tema proibido é tão bom quanto praticar.
3. Praticar massagem anal. Para ambos os sexos. Coloque uma luva de látex e lubrifique bem a área. Faça cócegas na borda do ânus. Dê voltas ao redor com o dedo. Quando seu parceiro estiver pronto, introduza o dedo (com as unhas bem cortadas) devagar. Faça seu parceiro contrair o músculo anal em volta do seu dedo, inspirando enquanto ele ou ela faz isso. Como variação, agite o dedo suavemente enquanto seu parceiro contrai e relaxa o músculos do cu.
Depois de um tempo juntos, às vezes acontece da parceira não entender o generoso ato de entrega, nem os benefícios sentimentais, que enriquecem de forma elevada e altruísta. Ou seja, não dá o O.G.T.. Minha mina é uma dessas, então na eterna busca por argumentos válidos, encontrei uma monografia bem completa, que vale a pena compartilhar. Pessoalmente, não serviu pra porra nenhuma, porque acabei pegando ela bêbada depois de um aniversário. Mas isso não tira o valor do material em absoluto.
O sexo anal na história
O sexo anal sempre teve, desde os tempos antigos, o caráter de "vencer a última barreira".
Embora em Roma não fosse permitido – e, portanto, malvisto – que um cidadão romano praticasse sexo anal (poedicare) com outro cidadão romano, não havia impedimento se fosse com um escravo ou escrava. Horácio (65 a.C.-8 a.C.), poeta lírico e mestre da sátira, ecoa essa situação tão comum:
«…Quando a virilha esquenta e você tem à mão um escravo e uma escrava, em quem você pula primeiro? Você não prefere que ela se arrebente, não? — Claro que não. Eu gosto de sexo fácil e acessível»
Sátiras 1.2.114-9
O sexo anal foi considerado tabu em muitos países ocidentais desde a Idade Média, quando se espalhava o boato de que membros masculinos de movimentos heréticos o praticavam entre si.
Durante a Idade Média, a maioria dos clérigos cristãos não era celibatária, mas as ordens mais elevadas de algumas crenças heréticas sim, o que gerava o rumor de sua atração por membros do mesmo sexo.
Essa prática foi condenada nos últimos dois mil anos pela maioria das religiões: tanto por ser infértil (é uma das práticas naturais mais típicas para controle de natalidade, como coito substituto do vaginal), quanto por trazer sérios riscos higiênicos. Ainda hoje (2007) a pedicação é considerado crime em certos estados dos Estados Unidos da América, até mesmo dentro de casamentos legalmente constituídos.
A persistência do tabu ao longo dos séculos espalhou a ideia de que o sexo anal seria "antinatural", em comparação com o sexo vaginal. No entanto, é preciso considerar que, no processo evolutivo, a vagina é um canal de aparecimento muito recente, e que, na fase em que os répteis se desenvolveram, o canal receptor do sêmen era a cloaca. Portanto, ambas as práticas sexuais ocorrem na natureza e, na verdade, o sexo anal vem acontecendo há muitos milhões de anos. Também é importante considerar que a sexualidade humana tem fins mais amplos do que apenas o reprodutivo, e, nesse sentido, essa prática também pode ser vista como uma brincadeira sexual, tendo pleno sentido biológico.
Atualmente, o sexo anal é considerado uma das práticas sexuais mais comuns entre casais homossexuais e também heterossexuais. Diversos estudos revelam que, hoje em dia, mulheres e homens admitem curtir o sexo anal. Aproximadamente 40% dos casais heterossexuais já tentaram pelo menos uma vez e, dependendo dos estudos, entre 10% e 20% dos casais praticam regularmente.
Termos relacionados
O caráter tabu dessa prática fez surgir palavras alternativas, com diferentes usos, para identificar e, em alguns casos, menosprezar sua realização por homossexuais. É o caso da palavra "sodomizar", usada para suavizar o significado de "grego" ou, ao contrário, para destacar pejorativamente o ato, por ser uma quebra de tabu do tipo "arrebentou o cu dele".
A origem do termo "sodomia" vem de Sodoma, cidade de Canaã que — segundo o capítulo 19 do livro do Gênesis, na Bíblia — o Deus Jeová destruiu com uma chuva de fogo para puni-la pelo pecado (apesar de o vulgo acreditar que foi a prática de a homossexualidade, a mesma que tentaram realizar à força com uns visitantes que foram avisar Lot do cataclismo iminente (que na verdade eram anjos enviados por Javé).
Na Itália do final do Renascimento, o pintor Giovanni Antonio Bazzi era chamado de "Il Sodoma" ('o sodomita' ou homossexual).
O termo "bufarrão" (usado só no Uruguai, na Espanha (bujarrón) e na Argentina se usa a palavra lunfarda bufa-) tem origem na Europa medieval como um insulto usado para descrever as supostas práticas homossexuais dos hereges da seita neomaniqueia dos bogomilos búlgaros[citação necessária]. Do gentílico deles surge a palavra agora sinônima de homossexual que assume o papel de penetrador anal.
Sexo anal na literatura
Além do Marquês de Sade, muitos autores como Bocaccio, Chaucer, Petrônio ou Rabelais descreveram esse tipo de prática em suas obras. Entre os autores do século XX que introduziram cenas de sexo anal em seus escritos, estão Guillaume Apollinaire e Pierre Louys.
Algumas citações extraídas da literatura sobre sexo anal:
Guillaume Apollinaire, em sua obra 'As Onze Mil Picas':
"As mãos da garota não ficaram paradas: agarraram a pica do príncipe e a guiaram pelo estreito caminho de Sodoma. Alexina se inclinava de modo que sua bunda se destacasse melhor e facilitasse a entrada do cacete de Mony".
Bocaccio:
''Dito isso, levou-a para uma das duas camas e ensinou-lhe que posição devia adotar para aprisionar aquele maldito diabo. A jovem Alibech, que nunca tinha metido o diabo no inferno, sentiu uma grande dor com as investidas dele, pelo que disse:
"Na verdade, muito mau e um tremendo inimigo de Deus deve ser este diabo, pois até no momento em que se mete no inferno causa mal." ''
Allen Ginsberg:
doce garoto, me dá sua bunda / você nunca dormiu com um homem?
Sexo anal no cinema
Considera-se que o O primeiro coito anal do cinema convencional foi protagonizado por Gunnel Lindblöm, que mostrou que dava pra transar em outro lugar que não fosse o quarto com a luz apagada e por outro buraco que não fosse a buceta. O sexo anal filmado no filme "O Silêncio", de Ingmar Bergman, rolou nas poltronas de um cinema semi-vazio.
Também dá pra citar "Querelle", embora esse filme esteja no limite da pornografia.
Outros títulos onde rola sexo anal são os seguintes: "O Último Tango em Paris" (a famosa cena da manteiga); "O Expresso da Meia-Noite"; "Instinto Selvagem" (com os personagens de Michael Douglas e Jeanne Tripplehorn); "A Boa Estrela"; "A Casa de Vidro"... além de filmes mais recentes como "Infidelidade", estrelado por Richard Gere, Diane Lane e Olivier Martinez.
Já na cinematografia pornô, as cenas com sexo anal se tornaram onipresentes por ser uma prática muito pedida. Nessas cenas, é comum que, às vezes, a bunda e o cu da pessoa penetrada estejam raspados ou depilados, assim como os ovos e o púbis de quem penetra, pra uma visualização melhor da penetração.
Sexo anal na televisão
Embora obviamente o sexo anal no cinema seja exibido em alguns canais ou em programas especiais em vários países do mundo, não tem registro de programas ao vivo onde se tenha praticado sexo anal. No entanto, é um meio que, desde o desenvolvimento da internet, permitiu a visão de imagens até então incomuns: os vídeos roubados. Uma das cenas de sexo anal privado mais conhecidas está no vídeo particular protagonizado pelos atores venezuelanos Roxana Díaz e Jorge Reyes. Nessa cena curiosa, dá pra ver Roxana praticando sexo anal sentada no parceiro e como ela se vira, sem tirar o pau de dentro pra mudar de posição. A atriz comentou que não se arrependia de nada.
A vontade de sexo anal e seu estímulo
Independentemente da chamada ao O desejo que pode vir de quebrar um tabu, existem razões antropológicas pelas quais a visão de uma bunda provoca desejo sexual.
Glúteos humanos femininos
Glúteos humanos masculinos
Gräffenberg, o pesquisador alemão que descobriu o Ponto G e dá nome a ele, acreditava que a posição ideal para estimular essa área — e obter o máximo tesão — era a penetração por trás, como fazem todos os quadrúpedes, já que o ser humano evoluiu de primatas que ainda não eram bípedes, para depois se erguer. Muitos estudiosos continuaram considerando que a posição cara a cara era exclusivamente humana e, portanto, "antinatural", mas as últimas pesquisas com bonobos nos revelaram que eles também usam a penetração cara a cara e que as fêmeas também têm o clitóris fora da vagina.
O comportamento sexual dos bonobos, que praticam beijos de língua, penetração por frente e por trás, boquetes, cunilíngua, esfregações, masturbação e vários toques; e tudo isso independentemente do sexo do outro bonobo, seja entre machos, entre fêmeas, sozinho, acompanhado ou em grupo, revelaria que a natureza dessas práticas pode não estar ligada à cultura, mas sim à natureza da espécie.
Independentemente de ocorrer penetração, a visão de um ânus, sua carícia e, principalmente, o contato do pênis com um pode facilmente provocar uma ereção. Entre as zonas que causam excitação ao serem vistas, é um fato que a palavra "bundas" está muito mais presente na Internet do que "bucetas" ou "peitos".
Os glúteos humanos são, de fato, proporcionalmente maiores do que os de outros primatas. Em parte por causa do bipedismo, mas, segundo alguns estudiosos, também para estimular a atração sexual.
Já que o valor evolutivo do sexo é fundamentalmente reprodutivo, isso explicaria o tamanho relativamente maior das nádegas femininas. A utilidade social do sexo — assim como acontece com os bonobos — explicaria o Desejo de penetrar em indivíduos do mesmo sexo.
Os glúteos também são muito sensíveis e, se a experiência das carícias estimula o desejo sexual, em algumas posições de prática do coito logicamente também ocorre um contato rítmico com os glúteos, o que é um forte estímulo sexual para ambas as partes.
Quanto à morfologia dos glúteos considerada desejável, isso variou com a cultura: em algumas épocas preferiam-se proeminentes e atualmente valoriza-se que sejam visíveis, mas ao mesmo tempo firmes e harmoniosos.
Sexo anal seguro e higiene
A mucosa retal é frágil e sensível a infecções por vírus e bactérias. A mucosa absorve as substâncias depositadas no reto, fenômeno aproveitado para a administração de medicamentos, como é o caso dos supositórios. Essa capacidade de absorção pode ser aumentada involuntariamente por uma penetração brutal, que pode causar pequenas microlesões e até hemorragias. Portanto, é um terreno propício para a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), sejam virais como a síndrome da imunodeficiência humana (HIV), o papiloma humano (HPV), todos os tipos de hepatite (exceto a hepatite A), os herpes genitais e outras também famosas, mas de causa bacteriana, como gonorreia, sífilis e outras, mesmo no caso de não haver ejaculação. Consequentemente, sempre se aconselha a prática do sexo anal usando camisinha (a penetração sem camisinha também é muito arriscada para o amante "ativo"). É importante ter cuidado ao tirar a camisinha da embalagem, para não danificá-la com as unhas e evitar que possa rasgar. Se a prática da penetração ou sexo anal for feita sem camisinha, em todo caso é – embora pareça óbvio – imprescindível o máximo de higienização do ânus e do reto, assim como do pau, no momento imediatamente anterior à penetração. Se a penetração anal for praticada com ou sem camisinha, sempre se recomenda que durante o momento das relações sexuais, deve ser feito depois de qualquer felação e — principalmente — depois da penetração vaginal pra evitar infecções generalizadas a partir dos germes que possam estar no ânus e reto.
A higiene é importante pra uma boa saúde do ânus e pra prática do sexo anal. Lavar com sabão neutro e água mantém o ânus limpo. A lavagem deve ser feita com suavidade. Também é importante que o papel usado diariamente não seja abrasivo. O mais comum pra limpeza do ânus são os enemas e as lavagens.
O cuidado normal ajuda a manter uma hidratação natural que deixa a pele ao redor macia e elástica.
Um bom método pra combater as hemorroidas é a prática do sexo anal, assim como a aplicação de compressas e tampões de aloe, como vocês podem aprender neste vídeo didático sobre hemorroidas e sexo anal.
Preparação do ânus pra penetração: lubrificação, distensão e início da penetração
Lubrificação
Ao contrário da vulva e da buceta, o ânus e o reto não produzem lubrificação natural que facilite a relação sexual. Também esses músculos não têm uma elasticidade que permita dilatarem naturalmente. Por isso, a penetração anal deve ser feita com muito cuidado, pra evitar a tendência a rasgos e fissuras anais. Por esse motivo, quando se pratica sexo anal, costuma-se usar algum lubrificante pra facilitar a penetração. Quanto aos lubrificantes naturais, é comum usar saliva ou praticar a penetração anal depois da vaginal. Mas, como os dois líquidos evaporam rápido, a penetração teria que ser imediata. Mesmo assim, geralmente não oferecem muita garantia. Por isso, a melhor opção é usar lubrificantes artificiais. É bom aplicar o lubrificante no pau, no ânus e em qualquer objeto que for introduzido. No caso de sexo anal com camisinha, deve-se ter cuidado especial. Cuidado pra usar um lubrificante compatível com camisinha. O recomendado é um de base aquosa de boa qualidade. Os de base oleosa é melhor evitar porque podem danificar o látex. Por questões de higiene, é sempre bom usar camisinha, até na penetração com objetos. A aplicação do lubrificante tem que ter seu tesão e sua parte de excitação sensorial; nesse sentido, pode ser legal — se você não tiver frescura com isso — passar a língua no cu da outra pessoa e introduzir os dedos besuntados de lubrificante com cuidado, o que ajuda a dilatar e relaxar o cu de quem vai ser penetrado, reduzindo pra caralho a sensação de dor no início da penetração.
Relaxamento do músculo do cu e dilatação do esfíncter
Como normalmente o músculo do cu (esfíncter anal) fica fechado, o sexo anal pode doer pra cacete se você não tiver o cuidado de distender esse músculo antes (uma boa maneira é fazer umas brincadeiras sexuais). Recomenda-se dilatar ou "amolecer" o esfíncter anal antes com óleo emulsionado, outros géis especiais, cremes ou saliva, e ir introduzindo devagar um dedo no cu, mexendo suavemente, pra depois ir engrossando com outro e mais outro, até conseguir uma expansão progressiva do músculo.
Além disso, pode ser útil usar um dilatador anal ou consolo, geralmente em formato cônico, mas tem outras variações como bolinhas ligadas que vão aumentando de tamanho. O princípio é o mesmo: brincar com o cu pra ele se acostumar a ter algo dentro e relaxar.
Início da penetração
Pra diminuir as sensações de dor, é importante enfiar o pau ou o objeto aos poucos, o que permite que os músculos se dilatem e se adaptem gradualmente. Às vezes ajuda empurrar levemente o objeto introduzido como se estivesse cagando, pra dilatação ser mais Rápida. No começo, pode parecer estranho fazer esse movimento quando não está defecando, mas isso não vai causar nenhuma expulsão inesperada ou indesejada de fezes, então pode empurrar sem medo.
Prazer na fase de penetração
No coito anal ou pedicação, a mulher obtém grande parte do prazer quando o útero é estimulado, algo que muitas vezes é pouco estimulado no coito vaginal. O homem consegue o prazer dele através da estimulação da próstata.
A penetração anal geralmente exige a escolha de um ângulo adequado, porque o ânus é mais apertado e menos flexível que a buceta. No caso da ilustração, dá pra ver que o quadril do homem está relativamente mais alto que o da mulher.
Normalmente, a pessoa que é penetrada complementa o coito anal com a masturbação, o que ajuda a multiplicar o prazer e relaxar a musculatura anal, facilitando e melhorando a penetração anal. Por outro lado, as terminações nervosas excitáveis na região anorretal são centenas de vezes mais numerosas que na buceta (no coito vaginal, a concentração neural fica restrita ao clitóris e, eventualmente, ao tal do 'ponto G'; assim, se não tiver fobias, a penetração anal pode ser ainda mais prazerosa pra mulher. No momento em que a parceira "passiva" (a pessoa penetrada) chega ao orgasmo, ela contrai forte a musculatura anal, gerando uma pressão danada no amante ativo, o que facilita o orgasmo dele.
O prazer proporcionado pelo coito anal não vem só das sensações físicas, mas também das subjetivas ("quebrar um tabu", por exemplo) e de uma lembrança da fase ou estado anal (segundo a psicanálise).
No entanto, a mulher muitas vezes é condicionada desde a infância a considerar o coito anal como "negativo", de modo que uma tentativa compulsiva de levá-la a um coito anal pode ser percebida por ela como uma espécie de estupro, disso se entende que a relação deve ser feita com o máximo de consentimento possível.
Masturbação anal
A masturbação anal é a autoestimulação focada na área do ânus. Os métodos mais comuns para a masturbação anal incluem a inserção de um ou mais dedos, algum tipo de brinquedo sexual, e até elementos não específicos. De todos eles, o sistema mais comum costuma ser o uso dos dedos. É importante, para não sentir dor a pessoa penetrada e não danificar suas paredes retais, que as unhas estejam bem curtas.
A masturbação anal pode ser aplicada em homens e mulheres de qualquer orientação sexual, já que o ânus contém inúmeras terminações nervosas que podem ser estimuladas. Nos homens, a masturbação anal é especialmente prazerosa, já que na frente do reto fica a próstata, que também contém terminações nervosas. Existem, além disso, no mercado alguns brinquedos sexuais cujo objetivo é a estimulação da próstata. Nas mulheres, a inserção de um objeto dentro do ânus pode estimular diretamente a buceta. A estimulação anal pode, tanto em homens quanto em mulheres, intensificar notoriamente o orgasmo.
O uso de enemas, por razões de higiene, costuma ser o passo anterior à masturbação anal, mas também pode ser uma forma de masturbação em si mesma: é o que se conhece como clismafilia. No entanto, deve-se levar em conta que o abuso de enemas pode levar frequentemente a uma dependência física para o funcionamento correto do intestino.
Técnicas para favorecer o orgasmo: masturbação, objetos e ajuda de uma terceira pessoa
A estimulação simultânea do clitóris e da buceta na mulher pode favorecer o orgasmo, o que pode ser conseguido através da combinação da penetração com a masturbação manual ou com consolos. Da mesma forma, esse prazer pode ser obtido no sexo em grupo com a ajuda de uma terceira pessoa, seja através de sexo oral ou até com a Prática de uma dupla penetração vagino-anal. Outra combinação possível a dois é enfiar um vibrador no cu e penetrar a parceira vaginalmente ou fazer um cunnilingus nela ao mesmo tempo.
O cu tem um monte de terminações nervosas que, quando estimuladas, dão prazer. Essas terminações seguem basicamente o mesmo caminho anatômico que as do clitóris. No homem, além disso, a penetração anal pode estimular a próstata, dando orgasmos mais intensos. No caso do orgasmo masculino, pode rolar se, numa transa em grupo, uma pessoa enfiar o dedo no cu dele enquanto ele come outra pessoa.
Posições mais comuns para praticar sexo anal
Assim como a lubrificação e o relaxamento do esfíncter são essenciais pra começar um sexo anal maneiro, é bom escolher uma posição adequada. É importante que a pessoa que está sendo penetrada escolha a posição que facilite uma entrada mais suave. Existem várias posições. Vou listar algumas das mais comuns aqui.
Back swinging
O back swinging (literalmente "balanço de costas" ou "sopra-nuca"). Quem recebe fica deitado de barriga pra baixo, e quem penetra fica por cima. A penetração é menos profunda, mas o ritmo é controlado por quem tá metendo, o que, junto com a pressão forte que o cu faz na cabeça da rola, pode dar um orgasmo intenso.
Posição de quatro
É uma das mais conhecidas, especialmente entre os caras. Quem vai ser penetrado se apoia nos joelhos e braços numa posição alta (geralmente na cama). Quanto mais abaixar as costas, mais deixa o cu à mostra. Quem penetra pode ficar também de joelhos na cama ou de pé fora dela. Em qualquer um desses casos, é o ativo que controla o ritmo da penetração, embora o passivo possa brincar com as bolas do parceiro. Nessa postura, o ânus da pessoa penetrada tende a se contrair, então a penetração pode ficar dolorosa. Diferente da penetração vaginal, a chamada posição de quatro ou "doggy" geralmente exige que o pau esteja numa posição mais elevada. Se quem tá penetrando está apoiado nos joelhos, dá pra conseguir isso ficando de cócoras, o que é cansativo mas ajuda na penetração; ou, dependendo da altura da pessoa penetrada, ela dobrando um pouco mais os joelhos, de modo que a bunda fique um pouco mais baixa. Se quem penetra tá de pé, o amante penetrado pode abrir as pernas. Nesse caso, a penetração fica mais profunda, mas a posição é um pouco mais complicada, já que precisa de mais apoio pra fazer a pressão suficiente pra penetrar. É interessante que a cama seja firme ou até que a pessoa penetrada tenha como se agarrar em algo, tipo na cabeceira ou no pé da cama.
Coito anal com a pessoa penetrada sentada em cima do pau do parceiro
Bem de frente pro amante, bem de costas pra ele, nesse segundo caso a estimulação visual vem de olhar a bunda sendo penetrada, enquanto a vantagem de fazer de frente é ver a expressão da outra pessoa, poder beijar ela nos lábios, bochechas, pescoço, tocar e cheirar os cabelos dela e, se for mulher, como os peitos dela aparecem e se mexem; além disso, eles roçam no corpo do homem. A penetração que isso permite é bem profunda e a vantagem é que a pessoa penetrada tem controle dos movimentos, podendo regular tanto o ritmo quanto a profundidade da penetração. Costuma ser uma posição que dói pouco, então às vezes pode ser interessante começar por ela pra adaptar os músculos do reto ao tamanho do pau.
Com as duas pessoas deitadas de lado
Nesse caso, a profundidade da penetração é bem menor e tem o risco do pau do cara que penetra escape" várias vezes do reto do(a) parceiro(a). Na verdade, é uma posição bem sensível e com muito contato físico entre os dois. Além disso, permite que quem está penetrando brinque com os genitais do(a) parceiro(a).
**O trenzinho**
Requer a participação de no mínimo três pessoas. Nessa posição, uma pessoa A é penetrada analmente por uma pessoa B, que por sua vez é penetrada por uma pessoa C. Logicamente, nessa prática pode entrar um número teoricamente ilimitado de pessoas.
**Sexo anal extremo**
Entendemos por sexo anal extremo aquele que envolve a introdução de objetos ou paus anormalmente grandes, penetração dupla ou tripla simultânea e, eventualmente, também a prática de orgias incomuns, onde ocorrem três ou mais penetrações anais consecutivas na mesma pessoa. Normalmente, é difícil obter prazer pessoal nessas práticas, exceto o psicológico, por quebrar tabus e barreiras. O motivo mais comum é proporcionar excitação sexual visual, sendo práticas típicas da pornografia.
**Penetração anal dupla**
Diz-se que a penetração anal dupla acontece quando dois paus são introduzidos no ânus, seja de uma mulher ou de um homem em relações homossexuais. Embora em alguns lugares se diga que precisa ser verificada, pois parece que as limitações físicas são grandes demais para isso, a verdade é que, embora seja bem rara, com o surgimento de aplicativos P2P como eMule ou através de buscadores de fotos, é possível encontrar várias imagens e vídeos de duplas penetrações anais. Pela própria definição, "penetração anal dupla" pode ser com quaisquer dois objetos, tipo dois dedos, o que é mais viável. Não sendo uma prática muito comum, a demanda por variedade e maior crueza nas cenas pornô fez com que nos últimos anos seja um pouco mais frequente ver esse tipo de cena, entre as atrizes mais famosas que já fizeram isso. Entre as que praticam estão Sylvia Saint, Katsumi, Taylor Rain, Sandra Romain, Belladonna e Eliana Guarda, entre outras. Das cenas protagonizadas por Belladonna, é considerada de culto aquela em que ela contracenou com Brandon Iron e Lexington Steele. Essa cena é notável porque a atriz mostra um grande prazer na prática, apesar dos paus serem de um tamanho considerável; aparentemente, esse prazer está muito ligado à quebra do tabu: "I'm nasty, I'm so nasty".
**Tripla penetração**
Entendida como a introdução de dois paus no ânus e um na vagina, ou vice-versa, só se encontram referências no mundo do pornô extremo. A posição é bem complicada, embora possível; para isso, os quadris dos homens precisam estar a 90 graus um do outro. Uma combinação possível, comprovada em vídeo, é com a mulher sobre um homem numa dupla penetração anal, onde um dos homens fica de joelhos e o outro praticamente de pé sobre ela, com as pernas levemente flexionadas. Embora as cenas sejam visualmente impactantes, o movimento dos corpos é bem limitado.
A tripla ou quádrupla penetração com objetos é mais fácil. Entre as cenas de sexo extremo mais curiosas, está uma do Butt Man, onde uma garota é penetrada vaginalmente por duas velas e analmente por uma, todas acesas; o casal tenta apagá-las com o sêmen que é disparado após um início com felação e um final em masturbação.
**Tripla penetração anal**
Trata-se de uma prática muito rara; só se encontram referências de ter sido praticada por duas rainhas do pornô anal: Bridgette Kerkove — com três dildos — e Eliana Guarda (ver Wikipedia em inglês), que adiciona a uma dupla penetração anal um dildo de cor escura. Também é possível encontrar algumas poucas imagens fotográficas de triplas penetrações; as que existem são similares às descritas, ou seja, uma dupla anal mais um dildo.
**Dupla penetração anal e vaginal** DVDA
Segundo consta na versão inglesa da Wikipedia, tanto a dupla penetração vaginal quanto a anal foram mencionadas como possibilidade fictícia no filme Orgazmo, uma comédia dirigida por Trey Parker, um dos criadores de South Park em 1997.
No filme, é descrita como uma posição sexual em que dois homens penetram a buceta e outros dois penetram o cu simultaneamente. Isso significa que a mulher estaria recebendo quatro paus ao mesmo tempo.
A dificuldade é enorme pela quantidade de corpos envolvidos e pela proximidade do cu e da buceta.
Já foi tentada raramente e, na real, não existe documentação nem se encontraram imagens ou vídeos dessa prática.
Trey Parker e Matt Stone deram o nome de D.V.D.A para a própria banda e mostraram esse nome numa mina de camiseta que aparece no episódio 25 de South Park.
Fist Fucking
Consiste na introdução de um punho e, até mesmo, o braço dentro do cu e do reto da pessoa penetrada. É uma prática muito propensa a rasgos anais, fissuras e rompimento do esfíncter. Por isso, a fase de dilatação pode durar horas. Por outro lado, com essa prática, o risco de pegar infecções sexualmente transmissíveis aumenta pra caralho, já que o sangramento é frequente.
Sexo anal parafílico
As parafilias que envolvem sexo anal são várias, desde práticas pedófilas homo ou heterossexuais até zoofilia.
Algumas denominações são as seguintes:
* Corefalismo: Excitação sexual só praticando sexo anal com meninas.
* Clismafilia: Prazer sexual obtido ao injetar líquido na cavidade anal, essa prática inclui o uso de enemas.
* Andromimetofilia e Ginemimetofilia: Uma mulher representa e se comporta sexualmente como homem, e o homem adota o papel da mulher. Na penetração anal, o sujeito passivo é o homem e a ativa é a mulher.
A zoofilia (parafilia do sexo anal com animais) às vezes nasce do gosto por Paus de diferentes formas e tamanhos. Assim, uma fantasia mais ou menos frequente é o sexo com equinos, especialmente com cavalos, devido às enormes dimensões do pênis deles e à docilidade (justamente por suas dimensões, pode ser guiado com a mão até o ânus; o animal, que pode ter sido excitado previamente, vai empurrar até conseguir a penetração). A prática mais comum, logicamente, é com os animais com os quais se tem mais contato, especialmente cães de porte médio ou grande, com pênis que, eretos, são só um pouco menores que os humanos. Apesar de serem, nesse caso, ligeiramente inferiores, o prazer vem tanto da quebra do tabu quanto do movimento rápido de quadril desses animais quando transam.
Alternativas ao coito anal
1. Penetração vaginal por trás, coito a tergo. A penetração por trás não deixa de ser uma alternativa ao coito anal. Embora o pênis entre pela vagina, o ângulo de penetração e a perspectiva visual por trás fazem parecer uma experiência diferente da prática do coito em outras posições, fantasiando dá pra imaginar uma penetração anal.
2. Seria interessante e ao mesmo tempo divertido falar sobre penetração anal sem colocá-la em prática; já terá tempo se ambos os parceiros estiverem a fim. Enquanto seu parceiro te estimula com a mão e conta a fantasia sexual mais excitante que conseguir imaginar ou que leu num livro ou conto erótico. Falar putaria sobre um tema proibido é tão bom quanto praticar.
3. Praticar massagem anal. Para ambos os sexos. Coloque uma luva de látex e lubrifique bem a área. Faça cócegas na borda do ânus. Dê voltas ao redor com o dedo. Quando seu parceiro estiver pronto, introduza o dedo (com as unhas bem cortadas) devagar. Faça seu parceiro contrair o músculo anal em volta do seu dedo, inspirando enquanto ele ou ela faz isso. Como variação, agite o dedo suavemente enquanto seu parceiro contrai e relaxa o músculos do cu.
Comentarios Destacados
😃
27 comentários - Sexo Anal: Dicas+Técnicas+Tudo que Você Quer Saber
LA info la saque de un informe que tenia un primo mio que estaba estudiando psicologia y ahora se esta especializando en sexologia
🙄
Gracias por compartirla.
Gracias Locura!!
Jajajaja!! No se si para tanto,, pero es buena.. Gracias por comentar!!