Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.[/swf]http://www.youtube.com/watch?v=trAEEvlSgQU[/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=trAEEvlSgQU[/swf]Acordei hoje de manhã pensando em algum assunto pra escrever; e mesmo sendo um dos temas mais batidos em tudo quanto é canto, seja na internet, na literatura, na sexologia, e até ter guias pra isso, e manuais!, quero mesmo dar uma perspectiva daquelas minhas, reflexiva e pessoal, buscando aquele quê diferente, aquela explicação na corrente que é amar e satisfazer.[/swf]
[/swf]1- O que é um carinho e sua importância vital na nossa existência.[/swf]Bom, embora eu diga que existem mil respostas na internet, depois de ler várias conclusões, tudo aponta que as respostas estão no campo físico; no entanto, posso dizer que é exatamente o contrário, é mais o efeito de uma resposta psicológica e verbal a um estado mental.
Para entender essa teoria, é preciso ir ao primeiro momento da vida de qualquer ser humano e veremos que a primeira carícia que recebemos é um toque leve de outro ser humano (nossa mãe) que, diante da incapacidade verbal de nos comunicar que nos ama, sente um impulso de dar a conhecer ao seu filho sua existência mental e sentimental, fazendo-o entender que não está sozinho naquele mundo, onde ainda não tem capacidade de se expressar, mas que cria um vínculo mental psicológico diante do efeito desse toque, que é apenas um simples roçar; ou seja, para que a carícia exista como tal, deve haver uma mensagem interna mental. Mais ainda, essa primeira carícia tem importância vital não só como reconhecimento do mundo exterior, mas também do conhecimento do vínculo e do estado mental de outro ser. E mais ainda, é a primeira necessidade fora das vitais, que sem ser vital como comer, cagar e dormir, se torna o alimento vital para o desenvolvimento desse ser. A primeira vez que ele compreende o que é prazer, a primeira vez que se torna um animal social e entende que fora de si existe outro mundo e, o mais importante, "vê" esse fluxo invisível e sente essa energia que conecta dois seres.
E é exatamente aqui que se encontra a explicação para a teoria. Antes de ver com os olhos, existe uma visão mental, que não só nos situa no mundo, mas também nos faz ver literalmente a energia de um sentimento, transformando-se assim em uma linguagem que é um ato, que é um verbo, e que só se aprende quando cresce para interagir e se comunicar.
Curiosamente, a primeira carícia que somos capazes de dar, fora da complacência própria e do egoísmo, e vira uma linguagem afetiva mesmo, não são toques físicos, porque nossa psicomotricidade ainda não tem capacidade, e os primeiros carinhos que a gente dá são com os olhos, o olhar devolve diante de uma carícia física, aquele toque que diz ou tenta dizer o estado psicológico.
Todo mundo conhece esse pequeno verso de um poeta famoso:[/swf]A alma que pode falar com os olhos,
também pode beijar com o olhar.
(Gustavo Adolfo Bécquer)[/swf]Isso não passa de um reflexo da visão primordial do reconhecimento do vínculo ou sentimento profundo e da explicação poética do que é realmente um carinho.
A partir daqui, qualquer um pode deduzir a necessidade vital de um carinho e entender o vínculo que ele cria, a conversa entre dois seres, capazes de criar um fluxo de energia mental, sem uma única palavra.[/swf]2- A linguagem das carícias[/swf]
[/swf]
Essa necessidade e essa energia não são reconhecidas só por milhões de psiquiatras, não. Numa das religiões mais antigas da arte do amor, entende-se que essas carícias são o vínculo e o fluxo de energia capaz de nos conectar a um plano mental e de prazer supremo entre dois seres, onde a palavra "EU" é deixada de lado pra entender que só com um "TU" tudo faz sentido neste mundo... é o Kamasutra.
Muita gente vê como um manual, divertido e até meio doido com umas posições impossíveis, mas o que ele realmente explica é uma linguagem verbal, onde as palavras que a gente conhece são substituídas não só pelos reflexos dos pontos vitais, mas também literalmente costuram fios de energia, que entrelaçam pontos erógenos e vitais, com o único objetivo de buscar o entendimento de duas mentes, conectá-las e manter uma conversa profunda de sentimentos. Por isso que é tão louco quando a gente vê um monte de posições quase de contorcionista, kkkk, porque seriam o equivalente a figuras literárias, poesias ou metáforas, transformadas em carne... e assim como a gente não sai na rua recitando poemas, kkkk, também não fica praticando o Kamasutra na hora de foder.[/swf]
É assim, o Kama Sutra NÃO É UM MANUAL, é um canto ao amor e à alma, à mente e à energia, é uma transliteração levada à carne, é poesia pura. Tentar recriá-lo é não entender a mensagem que o livro quer passar, onde cada casal compõe sua própria sinfonia, apenas se deixando levar, além da complacência egoísta, pelo sentimento profundo. É a conversa de dois seres.
E não vou me alongar mais aqui, porque acho que dá muito o que pensar pra cada um sobre o assunto. Só explicar que as carícias nunca podem ser exageradas, já que são uma expressão de um SENTIMENTO... e, por isso, os sentimentos não podem existir se você realmente não os sente.[/swf]3 - O EFEITO PLACEBO DE UM CARINHO FINGIDO[/swf]
[/swf]
Se até aqui você leu, já entendeu o significado real de um carinho e vai sacar que ele só faz sentido quando existe não só um sentimento, mas também um vínculo. No entanto, muita gente apela para carinhos falsos, pensando mais no prazer carnal do que no ato de se comunicar. Ficam cutucando os pontos erógenos como se fosse só uma parada física e sexual.
Na real, isso não é bem assim. Não quer dizer que não role uma reação física, mas se a mente não encontra sentido naquilo, perde a validade. Pra você entender: é como se alguém te dissesse "pão" do nada e você ficasse sem reação, ou te dessem um bombom sem você ter fome e você pensasse "hmm, até que é gostoso, mas só isso". É mais ou menos esse o efeito de um carinho falso. Porque se você leu o que é um carinho de verdade, sem sentimento ele perde o sentido. É por isso, por exemplo, que as putas não beijam na boca — já que beijo é um carinho bucal de um sentimento extremo.
E assim, quando se fode só pelo foda-se, cobre apenas uma necessidade fisiológica. Aí a mente, no subconsciente, busca um placebo emocional nos carinhos. Só que algumas pessoas conseguem se autoconvencer e não sentem um vazio emocional com uma foda seca. É tipo um pacto mental onde o cérebro aceita sentimentos falsos como verdadeiros, porque na real ele se sente incapaz de sentir uma emoção de verdade. Assim, muita gente com várias carências psico-afetivas encontra nisso um substituto pro sentimento... mas é só um placebo. Porque, como diz, é VITAL desde o primeiro momento em que a gente nasce.[/swf]4 - AS AUTO-CARÍCIAS[/swf]
[/swf]
Muita gente pode pensar, chegando a esse ponto, que a masturbação, além de ser um placebo emocional, é um ato egoísta... e claro que é... mas, paradoxalmente, é um ato necessário não só pra entender seu corpo, mas também pra amar seu corpo e sua mente de um jeito que, se você não se amar primeiro, nunca vai conseguir dar nada. Existe, então, uma linguagem introspectiva de aceitação de nós mesmos, de aceitação das nossas fantasias e desejos, de fantasmas e monstros, de entendimento de quem somos. E assim, quando encontramos o melhor de nós mesmos, é isso que oferecemos inconscientemente quando amamos, pra se transformar em atos que vão além do egoísmo físico e emocional. E que age basicamente como um campo de treinamento impulsivo, inato e indomável pra aprender a conduzir e canalizar nossas paixões.
Vale, galera, porque as carícias, como vocês veem, além de serem uma linguagem verbal, são uma energia que catapulta a libido, que não faz sentido nenhum quando vista de um plano egoísta absoluto, mas sim com perspectivas futuras.[/swf]5 - AS CARÍCIAS VIRTUAIS.[/swf]Na real, por mais físicas que todas sejam, todas elas são, já que realmente moram dentro da gente como expressão de um sentimento por outro ser; mas a nossa complexidade humana recria silogismos do abstrato ou paralelismos, nas palavras reais, capazes de traduzir cada realidade em algo com sentido no nosso cérebro.
A gente fala FLOR ----- e vê uma flor, cada um com a sua própria, claro.[/swf]
E assim, cada palavra cria um elemento real de cada coisa do mundo, constrói com a linguagem complexa um reflexo real do mundo, uma realidade individual..tipo a flor.
Mas onde eu quero chegar é quando a gente traduz esses elementos que não têm forma, um cheiro, um gosto, um sentimento..pois é, isso existe, mas do mesmo jeito que cada um vê uma flor diferente, cada pessoa tem sua visão particular a partir de um sentimento que já aprendeu antes.
Então, se a gente fala beijo, cada um, do seu jeito, igual a flor, vê um beijo.[/swf]
Assim, ao ter a capacidade de criar uma linguagem complexa, como os conectivos e as frases subordinadas, somos capazes de recriar o reflexo de um mundo interior ou abstrato, paralelo e irreal, que se torna tão real quanto a própria realidade.
Daí vem a linguagem dos amantes, a poesia, a putaria e mil variações, mas não paro por aqui — isso explicaria o fenômeno da internet, a capacidade de conexão entre dois seres, como uma duplicação, tradução ou variação do toque físico. Seria a capacidade de se acariciar com a palavra, tanto que, no oposto que todo mundo acredita ser mais forte, isso se transforma numa realidade patente, de tal forma que um xingamento pode MACHUCAR o outro, fazer ele se deprimir ou sentir coisas que, embora não sejam reais, criam um vínculo de ÓDIO.
É simples assim: assim como cria ódio, cria ou pode criar amor, pode criar conexão, pode EXISTIR carícias virtuais como tal, com tanto valor quanto o toque físico... mas, como somos pessoas de carne e osso, sempre vai buscar — e nunca vai ser suficiente — essa carícia verbal. Vai buscar, como um animal, igual ao bebê que eu explicava, aquele toque físico, simplesmente porque é o que aprendemos que nos faz pensar, acreditar e nos conectar com a verdadeira realidade. No entanto, a carícia como tal vai existir, tão real quanto a dada na pele, outra coisa é que nosso cérebro não a aceite como real.
Enfim, amigos... por hoje é só, o dever me chama e não tenho mais tempo. Deixo um poema como uma carícia no fundo da sua imaginação...
Deixando como conclusão que as carícias são... PURA MAGIA.[/swf]UMA VIAGEM
Me deixa esta noite uma estrela acesa
porque quando o silêncio
se arrastar pelas calçadas
vou sair vestida de alma
montada numa quimera
Já fiz as malas…
nelas levo dobrados
os carinhos das tuas mãos…
e num cantinho da bolsa
um pedaço dos teus lábios
Me deixa nesta madrugada
a janela entreaberta
… quando os olhos dormirem
eu devagarinho vou chegar
subiremos num sonho
pela esteira de um luzeiro
vamos partir pelo espaço
enrolados em abraços
voando entre beijos
faremos uma longa viagem
até o amanhecer…[/swf]Escrito inteiramente poema e texto por: Anarkiaaa[/swf]Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.[/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=ogTzFdlGUdg[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=ogTzFdlGUdg[/swf][/swf]Pô, foi mal pela foto, não achei que fosse algo proibido junto com um texto normal... mas já tirei.[/swf][/swf]

[/swf]1- O que é um carinho e sua importância vital na nossa existência.[/swf]Bom, embora eu diga que existem mil respostas na internet, depois de ler várias conclusões, tudo aponta que as respostas estão no campo físico; no entanto, posso dizer que é exatamente o contrário, é mais o efeito de uma resposta psicológica e verbal a um estado mental.
Para entender essa teoria, é preciso ir ao primeiro momento da vida de qualquer ser humano e veremos que a primeira carícia que recebemos é um toque leve de outro ser humano (nossa mãe) que, diante da incapacidade verbal de nos comunicar que nos ama, sente um impulso de dar a conhecer ao seu filho sua existência mental e sentimental, fazendo-o entender que não está sozinho naquele mundo, onde ainda não tem capacidade de se expressar, mas que cria um vínculo mental psicológico diante do efeito desse toque, que é apenas um simples roçar; ou seja, para que a carícia exista como tal, deve haver uma mensagem interna mental. Mais ainda, essa primeira carícia tem importância vital não só como reconhecimento do mundo exterior, mas também do conhecimento do vínculo e do estado mental de outro ser. E mais ainda, é a primeira necessidade fora das vitais, que sem ser vital como comer, cagar e dormir, se torna o alimento vital para o desenvolvimento desse ser. A primeira vez que ele compreende o que é prazer, a primeira vez que se torna um animal social e entende que fora de si existe outro mundo e, o mais importante, "vê" esse fluxo invisível e sente essa energia que conecta dois seres.
E é exatamente aqui que se encontra a explicação para a teoria. Antes de ver com os olhos, existe uma visão mental, que não só nos situa no mundo, mas também nos faz ver literalmente a energia de um sentimento, transformando-se assim em uma linguagem que é um ato, que é um verbo, e que só se aprende quando cresce para interagir e se comunicar.
Curiosamente, a primeira carícia que somos capazes de dar, fora da complacência própria e do egoísmo, e vira uma linguagem afetiva mesmo, não são toques físicos, porque nossa psicomotricidade ainda não tem capacidade, e os primeiros carinhos que a gente dá são com os olhos, o olhar devolve diante de uma carícia física, aquele toque que diz ou tenta dizer o estado psicológico.
Todo mundo conhece esse pequeno verso de um poeta famoso:[/swf]A alma que pode falar com os olhos,
também pode beijar com o olhar.
(Gustavo Adolfo Bécquer)[/swf]Isso não passa de um reflexo da visão primordial do reconhecimento do vínculo ou sentimento profundo e da explicação poética do que é realmente um carinho.
A partir daqui, qualquer um pode deduzir a necessidade vital de um carinho e entender o vínculo que ele cria, a conversa entre dois seres, capazes de criar um fluxo de energia mental, sem uma única palavra.[/swf]2- A linguagem das carícias[/swf]
[/swf]
Essa necessidade e essa energia não são reconhecidas só por milhões de psiquiatras, não. Numa das religiões mais antigas da arte do amor, entende-se que essas carícias são o vínculo e o fluxo de energia capaz de nos conectar a um plano mental e de prazer supremo entre dois seres, onde a palavra "EU" é deixada de lado pra entender que só com um "TU" tudo faz sentido neste mundo... é o Kamasutra.Muita gente vê como um manual, divertido e até meio doido com umas posições impossíveis, mas o que ele realmente explica é uma linguagem verbal, onde as palavras que a gente conhece são substituídas não só pelos reflexos dos pontos vitais, mas também literalmente costuram fios de energia, que entrelaçam pontos erógenos e vitais, com o único objetivo de buscar o entendimento de duas mentes, conectá-las e manter uma conversa profunda de sentimentos. Por isso que é tão louco quando a gente vê um monte de posições quase de contorcionista, kkkk, porque seriam o equivalente a figuras literárias, poesias ou metáforas, transformadas em carne... e assim como a gente não sai na rua recitando poemas, kkkk, também não fica praticando o Kamasutra na hora de foder.[/swf]
É assim, o Kama Sutra NÃO É UM MANUAL, é um canto ao amor e à alma, à mente e à energia, é uma transliteração levada à carne, é poesia pura. Tentar recriá-lo é não entender a mensagem que o livro quer passar, onde cada casal compõe sua própria sinfonia, apenas se deixando levar, além da complacência egoísta, pelo sentimento profundo. É a conversa de dois seres.E não vou me alongar mais aqui, porque acho que dá muito o que pensar pra cada um sobre o assunto. Só explicar que as carícias nunca podem ser exageradas, já que são uma expressão de um SENTIMENTO... e, por isso, os sentimentos não podem existir se você realmente não os sente.[/swf]3 - O EFEITO PLACEBO DE UM CARINHO FINGIDO[/swf]
[/swf]
Se até aqui você leu, já entendeu o significado real de um carinho e vai sacar que ele só faz sentido quando existe não só um sentimento, mas também um vínculo. No entanto, muita gente apela para carinhos falsos, pensando mais no prazer carnal do que no ato de se comunicar. Ficam cutucando os pontos erógenos como se fosse só uma parada física e sexual.Na real, isso não é bem assim. Não quer dizer que não role uma reação física, mas se a mente não encontra sentido naquilo, perde a validade. Pra você entender: é como se alguém te dissesse "pão" do nada e você ficasse sem reação, ou te dessem um bombom sem você ter fome e você pensasse "hmm, até que é gostoso, mas só isso". É mais ou menos esse o efeito de um carinho falso. Porque se você leu o que é um carinho de verdade, sem sentimento ele perde o sentido. É por isso, por exemplo, que as putas não beijam na boca — já que beijo é um carinho bucal de um sentimento extremo.
E assim, quando se fode só pelo foda-se, cobre apenas uma necessidade fisiológica. Aí a mente, no subconsciente, busca um placebo emocional nos carinhos. Só que algumas pessoas conseguem se autoconvencer e não sentem um vazio emocional com uma foda seca. É tipo um pacto mental onde o cérebro aceita sentimentos falsos como verdadeiros, porque na real ele se sente incapaz de sentir uma emoção de verdade. Assim, muita gente com várias carências psico-afetivas encontra nisso um substituto pro sentimento... mas é só um placebo. Porque, como diz, é VITAL desde o primeiro momento em que a gente nasce.[/swf]4 - AS AUTO-CARÍCIAS[/swf]
[/swf]
Muita gente pode pensar, chegando a esse ponto, que a masturbação, além de ser um placebo emocional, é um ato egoísta... e claro que é... mas, paradoxalmente, é um ato necessário não só pra entender seu corpo, mas também pra amar seu corpo e sua mente de um jeito que, se você não se amar primeiro, nunca vai conseguir dar nada. Existe, então, uma linguagem introspectiva de aceitação de nós mesmos, de aceitação das nossas fantasias e desejos, de fantasmas e monstros, de entendimento de quem somos. E assim, quando encontramos o melhor de nós mesmos, é isso que oferecemos inconscientemente quando amamos, pra se transformar em atos que vão além do egoísmo físico e emocional. E que age basicamente como um campo de treinamento impulsivo, inato e indomável pra aprender a conduzir e canalizar nossas paixões.Vale, galera, porque as carícias, como vocês veem, além de serem uma linguagem verbal, são uma energia que catapulta a libido, que não faz sentido nenhum quando vista de um plano egoísta absoluto, mas sim com perspectivas futuras.[/swf]5 - AS CARÍCIAS VIRTUAIS.[/swf]Na real, por mais físicas que todas sejam, todas elas são, já que realmente moram dentro da gente como expressão de um sentimento por outro ser; mas a nossa complexidade humana recria silogismos do abstrato ou paralelismos, nas palavras reais, capazes de traduzir cada realidade em algo com sentido no nosso cérebro.
A gente fala FLOR ----- e vê uma flor, cada um com a sua própria, claro.[/swf]
E assim, cada palavra cria um elemento real de cada coisa do mundo, constrói com a linguagem complexa um reflexo real do mundo, uma realidade individual..tipo a flor. Mas onde eu quero chegar é quando a gente traduz esses elementos que não têm forma, um cheiro, um gosto, um sentimento..pois é, isso existe, mas do mesmo jeito que cada um vê uma flor diferente, cada pessoa tem sua visão particular a partir de um sentimento que já aprendeu antes.
Então, se a gente fala beijo, cada um, do seu jeito, igual a flor, vê um beijo.[/swf]
Assim, ao ter a capacidade de criar uma linguagem complexa, como os conectivos e as frases subordinadas, somos capazes de recriar o reflexo de um mundo interior ou abstrato, paralelo e irreal, que se torna tão real quanto a própria realidade.Daí vem a linguagem dos amantes, a poesia, a putaria e mil variações, mas não paro por aqui — isso explicaria o fenômeno da internet, a capacidade de conexão entre dois seres, como uma duplicação, tradução ou variação do toque físico. Seria a capacidade de se acariciar com a palavra, tanto que, no oposto que todo mundo acredita ser mais forte, isso se transforma numa realidade patente, de tal forma que um xingamento pode MACHUCAR o outro, fazer ele se deprimir ou sentir coisas que, embora não sejam reais, criam um vínculo de ÓDIO.
É simples assim: assim como cria ódio, cria ou pode criar amor, pode criar conexão, pode EXISTIR carícias virtuais como tal, com tanto valor quanto o toque físico... mas, como somos pessoas de carne e osso, sempre vai buscar — e nunca vai ser suficiente — essa carícia verbal. Vai buscar, como um animal, igual ao bebê que eu explicava, aquele toque físico, simplesmente porque é o que aprendemos que nos faz pensar, acreditar e nos conectar com a verdadeira realidade. No entanto, a carícia como tal vai existir, tão real quanto a dada na pele, outra coisa é que nosso cérebro não a aceite como real.
Enfim, amigos... por hoje é só, o dever me chama e não tenho mais tempo. Deixo um poema como uma carícia no fundo da sua imaginação...
Deixando como conclusão que as carícias são... PURA MAGIA.[/swf]UMA VIAGEM
Me deixa esta noite uma estrela acesa
porque quando o silêncio
se arrastar pelas calçadas
vou sair vestida de alma
montada numa quimera
Já fiz as malas…
nelas levo dobrados
os carinhos das tuas mãos…
e num cantinho da bolsa
um pedaço dos teus lábios
Me deixa nesta madrugada
a janela entreaberta
… quando os olhos dormirem
eu devagarinho vou chegar
subiremos num sonho
pela esteira de um luzeiro
vamos partir pelo espaço
enrolados em abraços
voando entre beijos
faremos uma longa viagem
até o amanhecer…[/swf]Escrito inteiramente poema e texto por: Anarkiaaa[/swf]Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.[/swf][/swf]http://www.youtube.com/watch?v=ogTzFdlGUdg[/swf][/swf]" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=ogTzFdlGUdg[/swf][/swf]Pô, foi mal pela foto, não achei que fosse algo proibido junto com um texto normal... mas já tirei.[/swf][/swf]
0 comentários - O valor das carícias na nossa vida?