Parece inacreditável, mas olha, é científico:
Parkinson’s Disease Foundation • 1359 Broadway, Suite 1509 • New York, NY 10018
(212) 923-4700 • (800) 457-6676 • Fax (212) 923-4778 • info@pdf.org • www.pdf.org
É isso mesmo; adicione os transtornos do controle de impulsos, como o vício patológico em jogos de azar e a hipersexualidade, à lista de possíveis problemas do tipo não motor que podem rolar com quem tem a doença de Parkinson (PD, na sigla em inglês).
Estudos recentes sugerem que comportamentos impulsivos seriamente incapacitantes podem acontecer com entre 3 e 5 por cento dos pacientes com PD, afetando indivíduos em todas as fases da doença. A incidência exata dessas paradas na PD não está totalmente clara, porque esses comportamentos geralmente são feitos na surdina, ou porque a ligação com a PD parece improvável e, por isso, nunca são relatados nas consultas médicas.
Mas, à medida que fica mais claro que alguns remédios antiparkinsonianos têm um papel importante no desenvolvimento dos transtornos do controle de impulsos, é fundamental que os profissionais clínicos investiguem essa possibilidade, e que os pacientes e seus familiares avisem na hora o médico sobre qualquer preocupação ou mudança no comportamento.
Reconhecer e tratar na hora os comportamentos impulsivos pode ser a chave para resolver ou controlar a situação, evitando assim consequências devastadoras.http://www.pdf.org/pdf/fses_el_juego_el_sexo_parkinson_05.pdf
Parkinson’s Disease Foundation • 1359 Broadway, Suite 1509 • New York, NY 10018
(212) 923-4700 • (800) 457-6676 • Fax (212) 923-4778 • info@pdf.org • www.pdf.org
É isso mesmo; adicione os transtornos do controle de impulsos, como o vício patológico em jogos de azar e a hipersexualidade, à lista de possíveis problemas do tipo não motor que podem rolar com quem tem a doença de Parkinson (PD, na sigla em inglês).
Estudos recentes sugerem que comportamentos impulsivos seriamente incapacitantes podem acontecer com entre 3 e 5 por cento dos pacientes com PD, afetando indivíduos em todas as fases da doença. A incidência exata dessas paradas na PD não está totalmente clara, porque esses comportamentos geralmente são feitos na surdina, ou porque a ligação com a PD parece improvável e, por isso, nunca são relatados nas consultas médicas.
Mas, à medida que fica mais claro que alguns remédios antiparkinsonianos têm um papel importante no desenvolvimento dos transtornos do controle de impulsos, é fundamental que os profissionais clínicos investiguem essa possibilidade, e que os pacientes e seus familiares avisem na hora o médico sobre qualquer preocupação ou mudança no comportamento.
Reconhecer e tratar na hora os comportamentos impulsivos pode ser a chave para resolver ou controlar a situação, evitando assim consequências devastadoras.http://www.pdf.org/pdf/fses_el_juego_el_sexo_parkinson_05.pdf
0 comentários - Viciado em sexo? Cuidado, pode ser Parkinson